Questões de Concurso

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Q2813375 Química

Para transportar o gás natural pode-se destacar três alternativas:


I. Gasodutos quando sob a forma gasosa.

II. Navios criogênicos quando sob a forma liquefeita.

III. Adicionados a outros materiais quando sob a forma de compostos derivados líquidos ou sólidos.


O gás deve ficar a uma temperatura de 162 °C para ser acondicionado corretamente para o transporte:

Alternativas
Q2813364 Química

O gás natural está entre os energéticos que têm menor potencialidade para impactar o meio ambiente. Dentre suas características deve-se destacar que:


I. Seu estado natural gasoso e sua baixa densidade proporcionam uma rápida dissipação na atmosfera.

II. A composição do gás natural comercial proporciona uma combustão livre da emissão de Sox (óxidos de enxofre) e com a menor taxa de emissão de Nox (óxidos de nitrogênio) entre os combustíveis.

III. Por ser um combustível no estado gasoso, sua combustão se processa da forma mais completa, e a emissão de CO é alta.


Com relação às características apresentadas acima, a(s) correta(s) é(são):

Alternativas
Ano: 2014 Banca: FUNCERN Órgão: IF-RN Prova: FUNCERN - 2014 - IF-RN - Assistente de Aluno |
Q2803234 Matemática
Em uma fazenda, 5/8 da quantidade de animais é constituída por bovinos. Entre esses bovinos, 2/5 são vacas. Então, nessa fazenda há 120 bois e
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Ano: 2014 Banca: FUNCERN Órgão: IF-RN Prova: FUNCERN - 2014 - IF-RN - Assistente de Aluno |
Q2803226 Matemática
A única condição para a matriz Q33.png (95×62) possuir inversa é dada pela expressão
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Ano: 2014 Banca: FUNCERN Órgão: IF-RN Prova: FUNCERN - 2014 - IF-RN - Assistente de Aluno |
Q2803223 Noções de Informática
A figura a seguir exibe uma planilha do BrOffice Calc 3.2 com as notas de um conjunto de alunos. Deseja-se encontrar, na célula “C7”, o número de alunos aprovados.
Q30.png (702×207)


A fórmula que deverá inserida na célula “C7” para que se calcule esse número é: 
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Ano: 2014 Banca: FUNCERN Órgão: IF-RN Prova: FUNCERN - 2014 - IF-RN - Assistente de Aluno |
Q2803222 Noções de Informática
O recurso “Mala Direta” disponível no BrOffice Writer 3.2 permite o usuário redigir cartas para vários destinatários distintos com conteúdo exclusivos. Esse recurso está disponível no menu
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Ano: 2014 Banca: FUNCERN Órgão: IF-RN Prova: FUNCERN - 2014 - IF-RN - Assistente de Aluno |
Q2803221 Noções de Informática
A tecnologia presente em alguns computadores que permite que o próprio computador seja ligado remotamente denomina-se
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Ano: 2014 Banca: FUNCERN Órgão: IF-RN Prova: FUNCERN - 2014 - IF-RN - Assistente de Aluno |
Q2803220 Noções de Informática
Na guia “Design” do Microsoft PowerPoint 2010, é exibido um grupo de temas composto por modelos de design de slide pré-definidos. O usuário pode criar seu próprio tema ou alterar um tema já criado definindo os itens
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Ano: 2014 Banca: FUNCERN Órgão: IF-RN Prova: FUNCERN - 2014 - IF-RN - Assistente de Aluno |
Q2803218 Noções de Informática
Por padrão, para cada nova pasta de trabalho criada no Microsoft Excel 2010, apresentam-se na barra de planilha três planilhas nominadas “Plan1”, “Plan2” e “Plan3”. Caso o usuário deseje renomear as respectivas planilhas para “jan”, “fev” e “mar”, ele poderá realizar a operação, em cada uma das planilhas, por meio da guia
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Ano: 2014 Banca: FUNCERN Órgão: IF-RN Prova: FUNCERN - 2014 - IF-RN - Assistente de Aluno |
Q2803217 Noções de Informática
A funcionalidade presente em vários navegadores que permite armazenar informações sobre os websites visitados, como o estado de autenticação do usuário, é denominada de
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Ano: 2014 Banca: FUNCERN Órgão: IF-RN Prova: FUNCERN - 2014 - IF-RN - Assistente de Aluno |
Q2803215 Noções de Informática
Um cliente, ao receber um e-mail visualmente semelhante ao do banco no qual possui conta corrente, abre a mensagem e verifica que solicitam-lhe dados pessoais. Durante a leitura, contudo, o cliente verifica que o endereço do e-mail não pertence ao seu banco. Nesse caso, o conteúdo do e-mail pode estar relacionado a uma tentativa de
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Ano: 2014 Banca: FUNCERN Órgão: IF-RN Prova: FUNCERN - 2014 - IF-RN - Assistente de Aluno |
Q2803212 Noções de Informática
Ao utilizar o serviço de busca do Google, o usuário que deseje localizar sites contendo exatamente o texto Concurso IFRN, nessa ordem, deverá digitar, no campo de busca, a seguinte expressão:
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Ano: 2014 Banca: FUNCERN Órgão: IF-RN Prova: FUNCERN - 2014 - IF-RN - Assistente de Aluno |
Q2803211 Noções de Informática
A opção do Windows 7 que permite salvar os arquivos abertos, o próprio estado e os demais programas em execução e coloca o computador em modo de economia de energia, podendo voltar imediatamente ao ponto em que estava, denomina-se
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Ano: 2014 Banca: FUNCERN Órgão: IF-RN Prova: FUNCERN - 2014 - IF-RN - Assistente de Aluno |
Q2803208 Redação Oficial
Para responder a questão, considere a situação a seguir.


Um professor do IFRN, do Curso de Petróleo e Gás, planejou uma aula de campo para seus alunos do Ensino Médio Subsequente, a ser realizada na base da PETROBRAS, na cidade de Guamaré – RN. Em seguida, ele dirigiu-se à Diretoria Acadêmica de Indústria, requisitando providências burocráticas para viabilizar a autorização de diárias e de transporte para a turma. Cabe, a essa diretoria, dar continuidade às providências internas, emitindo um documento para o setor competente.
Na situação exposta, o documento a ser produzido deve ser um(a)
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Ano: 2014 Banca: FUNCERN Órgão: IF-RN Prova: FUNCERN - 2014 - IF-RN - Assistente de Aluno |
Q2803206 Português

EDUCAÇÃO E FASCÍNIO DA FAMA

Frei Betto


Há pais que nutrem nos filhos falsos ideais: destacar-se como modelo numa passarela, tornarse desportista de projeção, alcançar a fama como atriz ou ator. O sonho congela-se em ambição e a criança ou o adolescente passa a dar-se uma importância ilusória. Mergulha no estresse de corresponder à expectativa. Tem de provar a si e aos outros que é capaz, o melhor. Passa a viver, não em razão dos valores que possui, mas do olhar do outro.


Se ele cai nas drogas, a família, perplexa, se pergunta: “Como foi possível? Logo ele, tão inteligente!” Foi possível porque a família confundiu brilhantismo com segurança. Considerou-o um adulto precoce. Exigiu voo de quem ainda não tinha asas. Deixou de dar-lhe atenção, colo, carinho.


A culpa é de quem? Da sociedade que cultua certos detalhes, criando uma estética do consumo: mulher loira e magra, executivo de carro importado, jovem rico, férias em Nova York etc.


A construção da personalidade é um jogo de relações e comparações, arte mimética de abraçar como modelo aquele que merece a nossa admiração. Hoje, as figuras paradigmáticas não se destacam pelo altruísmo dos ícones religiosos (Jesus, Maria, José, Francisco de Assis etc.) ou de personalidades como Mahatma Gandhi, Martin Luther King, Nelson Mandela e Teresa de Calcutá. A estética do consumo rejeita a ética dos valores.


Famílias e escolas deveriam educar seus alunos para lidar com perdas. Afinal, morrem não só pessoas mas também sonhos, projetos, possibilidades. Contudo, como esperar que se enfatize a solidariedade num mundo regido pela competitividade? Como falar de modéstia em tempos de exibicionismo? Como valorizar a partilha se tudo gira em torno da lógica da acumulação?


As drogas não se transformaram em peste só por culpa do narcotráfico. Elas são uma quimérica tábua de salvação nessa sociedade que relativiza todos os valores e carnavaliza até a tragédia humana. Não se culpe, indagando onde você errou como professor ou pai. Pergunte-se pelos valores da sociedade em que vive. Em que medida tais valores, invertidos e pervertidos, não se entranharam também em nossas cabeças, envenenando-nos a alma? Uma sociedade doente produz, inevitavelmente, seu clone no interior de cada família. Então entram os esforços terapêuticos para tentar curá-lo, como se o fruto não tivesse sua raiz na árvore. Quanto mais sadia uma sociedade, mais sadias as pessoas. Mas, para isso, são necessários valores e o fim da exclusão social.


Disponível em: http://www.cartanaescola.com.br>. Acesso em:15 mai. 2014. 

Considere o trecho selecionado a seguir, em que há acento indicativo de crase.


Mergulha no estresse de corresponder à expectativa.


Assinale a opção em que o acento grave se justifica pelo mesmo motivo.

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Ano: 2014 Banca: FUNCERN Órgão: IF-RN Prova: FUNCERN - 2014 - IF-RN - Assistente de Aluno |
Q2803205 Português

EDUCAÇÃO E FASCÍNIO DA FAMA

Frei Betto


Há pais que nutrem nos filhos falsos ideais: destacar-se como modelo numa passarela, tornarse desportista de projeção, alcançar a fama como atriz ou ator. O sonho congela-se em ambição e a criança ou o adolescente passa a dar-se uma importância ilusória. Mergulha no estresse de corresponder à expectativa. Tem de provar a si e aos outros que é capaz, o melhor. Passa a viver, não em razão dos valores que possui, mas do olhar do outro.


Se ele cai nas drogas, a família, perplexa, se pergunta: “Como foi possível? Logo ele, tão inteligente!” Foi possível porque a família confundiu brilhantismo com segurança. Considerou-o um adulto precoce. Exigiu voo de quem ainda não tinha asas. Deixou de dar-lhe atenção, colo, carinho.


A culpa é de quem? Da sociedade que cultua certos detalhes, criando uma estética do consumo: mulher loira e magra, executivo de carro importado, jovem rico, férias em Nova York etc.


A construção da personalidade é um jogo de relações e comparações, arte mimética de abraçar como modelo aquele que merece a nossa admiração. Hoje, as figuras paradigmáticas não se destacam pelo altruísmo dos ícones religiosos (Jesus, Maria, José, Francisco de Assis etc.) ou de personalidades como Mahatma Gandhi, Martin Luther King, Nelson Mandela e Teresa de Calcutá. A estética do consumo rejeita a ética dos valores.


Famílias e escolas deveriam educar seus alunos para lidar com perdas. Afinal, morrem não só pessoas mas também sonhos, projetos, possibilidades. Contudo, como esperar que se enfatize a solidariedade num mundo regido pela competitividade? Como falar de modéstia em tempos de exibicionismo? Como valorizar a partilha se tudo gira em torno da lógica da acumulação?


As drogas não se transformaram em peste só por culpa do narcotráfico. Elas são uma quimérica tábua de salvação nessa sociedade que relativiza todos os valores e carnavaliza até a tragédia humana. Não se culpe, indagando onde você errou como professor ou pai. Pergunte-se pelos valores da sociedade em que vive. Em que medida tais valores, invertidos e pervertidos, não se entranharam também em nossas cabeças, envenenando-nos a alma? Uma sociedade doente produz, inevitavelmente, seu clone no interior de cada família. Então entram os esforços terapêuticos para tentar curá-lo, como se o fruto não tivesse sua raiz na árvore. Quanto mais sadia uma sociedade, mais sadias as pessoas. Mas, para isso, são necessários valores e o fim da exclusão social.


Disponível em: http://www.cartanaescola.com.br>. Acesso em:15 mai. 2014. 

Para responder a questão, considere o trecho selecionado a seguir.


Se ele cai nas drogas, a família, perplexa, se pergunta: “Como foi possível? Logo ele, tão inteligente!” Foi possível porque a família confundiu brilhantismo com segurança. Considerou-o (1) um adulto precoce. Exigiu voo de quem ainda não tinha asas. Deixou de dar-lhe (2) atenção, colo, carinho. 



Os elementos linguísticos “perplexa” e “precoce” têm, respectivamente, sentido de

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Ano: 2014 Banca: FUNCERN Órgão: IF-RN Prova: FUNCERN - 2014 - IF-RN - Assistente de Aluno |
Q2803204 Português

EDUCAÇÃO E FASCÍNIO DA FAMA

Frei Betto


Há pais que nutrem nos filhos falsos ideais: destacar-se como modelo numa passarela, tornarse desportista de projeção, alcançar a fama como atriz ou ator. O sonho congela-se em ambição e a criança ou o adolescente passa a dar-se uma importância ilusória. Mergulha no estresse de corresponder à expectativa. Tem de provar a si e aos outros que é capaz, o melhor. Passa a viver, não em razão dos valores que possui, mas do olhar do outro.


Se ele cai nas drogas, a família, perplexa, se pergunta: “Como foi possível? Logo ele, tão inteligente!” Foi possível porque a família confundiu brilhantismo com segurança. Considerou-o um adulto precoce. Exigiu voo de quem ainda não tinha asas. Deixou de dar-lhe atenção, colo, carinho.


A culpa é de quem? Da sociedade que cultua certos detalhes, criando uma estética do consumo: mulher loira e magra, executivo de carro importado, jovem rico, férias em Nova York etc.


A construção da personalidade é um jogo de relações e comparações, arte mimética de abraçar como modelo aquele que merece a nossa admiração. Hoje, as figuras paradigmáticas não se destacam pelo altruísmo dos ícones religiosos (Jesus, Maria, José, Francisco de Assis etc.) ou de personalidades como Mahatma Gandhi, Martin Luther King, Nelson Mandela e Teresa de Calcutá. A estética do consumo rejeita a ética dos valores.


Famílias e escolas deveriam educar seus alunos para lidar com perdas. Afinal, morrem não só pessoas mas também sonhos, projetos, possibilidades. Contudo, como esperar que se enfatize a solidariedade num mundo regido pela competitividade? Como falar de modéstia em tempos de exibicionismo? Como valorizar a partilha se tudo gira em torno da lógica da acumulação?


As drogas não se transformaram em peste só por culpa do narcotráfico. Elas são uma quimérica tábua de salvação nessa sociedade que relativiza todos os valores e carnavaliza até a tragédia humana. Não se culpe, indagando onde você errou como professor ou pai. Pergunte-se pelos valores da sociedade em que vive. Em que medida tais valores, invertidos e pervertidos, não se entranharam também em nossas cabeças, envenenando-nos a alma? Uma sociedade doente produz, inevitavelmente, seu clone no interior de cada família. Então entram os esforços terapêuticos para tentar curá-lo, como se o fruto não tivesse sua raiz na árvore. Quanto mais sadia uma sociedade, mais sadias as pessoas. Mas, para isso, são necessários valores e o fim da exclusão social.


Disponível em: http://www.cartanaescola.com.br>. Acesso em:15 mai. 2014. 

Para responder a questão, considere o trecho selecionado a seguir.


Se ele cai nas drogas, a família, perplexa, se pergunta: “Como foi possível? Logo ele, tão inteligente!” Foi possível porque a família confundiu brilhantismo com segurança. Considerou-o (1) um adulto precoce. Exigiu voo de quem ainda não tinha asas. Deixou de dar-lhe (2) atenção, colo, carinho. 


Em relação aos elementos linguísticos destacados e numerados, assinale a opção correta.

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Ano: 2014 Banca: FUNCERN Órgão: IF-RN Prova: FUNCERN - 2014 - IF-RN - Assistente de Aluno |
Q2803203 Português

EDUCAÇÃO E FASCÍNIO DA FAMA

Frei Betto


Há pais que nutrem nos filhos falsos ideais: destacar-se como modelo numa passarela, tornarse desportista de projeção, alcançar a fama como atriz ou ator. O sonho congela-se em ambição e a criança ou o adolescente passa a dar-se uma importância ilusória. Mergulha no estresse de corresponder à expectativa. Tem de provar a si e aos outros que é capaz, o melhor. Passa a viver, não em razão dos valores que possui, mas do olhar do outro.


Se ele cai nas drogas, a família, perplexa, se pergunta: “Como foi possível? Logo ele, tão inteligente!” Foi possível porque a família confundiu brilhantismo com segurança. Considerou-o um adulto precoce. Exigiu voo de quem ainda não tinha asas. Deixou de dar-lhe atenção, colo, carinho.


A culpa é de quem? Da sociedade que cultua certos detalhes, criando uma estética do consumo: mulher loira e magra, executivo de carro importado, jovem rico, férias em Nova York etc.


A construção da personalidade é um jogo de relações e comparações, arte mimética de abraçar como modelo aquele que merece a nossa admiração. Hoje, as figuras paradigmáticas não se destacam pelo altruísmo dos ícones religiosos (Jesus, Maria, José, Francisco de Assis etc.) ou de personalidades como Mahatma Gandhi, Martin Luther King, Nelson Mandela e Teresa de Calcutá. A estética do consumo rejeita a ética dos valores.


Famílias e escolas deveriam educar seus alunos para lidar com perdas. Afinal, morrem não só pessoas mas também sonhos, projetos, possibilidades. Contudo, como esperar que se enfatize a solidariedade num mundo regido pela competitividade? Como falar de modéstia em tempos de exibicionismo? Como valorizar a partilha se tudo gira em torno da lógica da acumulação?


As drogas não se transformaram em peste só por culpa do narcotráfico. Elas são uma quimérica tábua de salvação nessa sociedade que relativiza todos os valores e carnavaliza até a tragédia humana. Não se culpe, indagando onde você errou como professor ou pai. Pergunte-se pelos valores da sociedade em que vive. Em que medida tais valores, invertidos e pervertidos, não se entranharam também em nossas cabeças, envenenando-nos a alma? Uma sociedade doente produz, inevitavelmente, seu clone no interior de cada família. Então entram os esforços terapêuticos para tentar curá-lo, como se o fruto não tivesse sua raiz na árvore. Quanto mais sadia uma sociedade, mais sadias as pessoas. Mas, para isso, são necessários valores e o fim da exclusão social.


Disponível em: http://www.cartanaescola.com.br>. Acesso em:15 mai. 2014. 

Considere o trecho selecionado a seguir.


O sonho congela-se em ambição e a criança ou o adolescente passa a dar-se uma importância ilusória.


A oração em destaque evidencia a presença de

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Ano: 2014 Banca: FUNCERN Órgão: IF-RN Prova: FUNCERN - 2014 - IF-RN - Assistente de Aluno |
Q2803202 Português

EDUCAÇÃO E FASCÍNIO DA FAMA

Frei Betto


Há pais que nutrem nos filhos falsos ideais: destacar-se como modelo numa passarela, tornarse desportista de projeção, alcançar a fama como atriz ou ator. O sonho congela-se em ambição e a criança ou o adolescente passa a dar-se uma importância ilusória. Mergulha no estresse de corresponder à expectativa. Tem de provar a si e aos outros que é capaz, o melhor. Passa a viver, não em razão dos valores que possui, mas do olhar do outro.


Se ele cai nas drogas, a família, perplexa, se pergunta: “Como foi possível? Logo ele, tão inteligente!” Foi possível porque a família confundiu brilhantismo com segurança. Considerou-o um adulto precoce. Exigiu voo de quem ainda não tinha asas. Deixou de dar-lhe atenção, colo, carinho.


A culpa é de quem? Da sociedade que cultua certos detalhes, criando uma estética do consumo: mulher loira e magra, executivo de carro importado, jovem rico, férias em Nova York etc.


A construção da personalidade é um jogo de relações e comparações, arte mimética de abraçar como modelo aquele que merece a nossa admiração. Hoje, as figuras paradigmáticas não se destacam pelo altruísmo dos ícones religiosos (Jesus, Maria, José, Francisco de Assis etc.) ou de personalidades como Mahatma Gandhi, Martin Luther King, Nelson Mandela e Teresa de Calcutá. A estética do consumo rejeita a ética dos valores.


Famílias e escolas deveriam educar seus alunos para lidar com perdas. Afinal, morrem não só pessoas mas também sonhos, projetos, possibilidades. Contudo, como esperar que se enfatize a solidariedade num mundo regido pela competitividade? Como falar de modéstia em tempos de exibicionismo? Como valorizar a partilha se tudo gira em torno da lógica da acumulação?


As drogas não se transformaram em peste só por culpa do narcotráfico. Elas são uma quimérica tábua de salvação nessa sociedade que relativiza todos os valores e carnavaliza até a tragédia humana. Não se culpe, indagando onde você errou como professor ou pai. Pergunte-se pelos valores da sociedade em que vive. Em que medida tais valores, invertidos e pervertidos, não se entranharam também em nossas cabeças, envenenando-nos a alma? Uma sociedade doente produz, inevitavelmente, seu clone no interior de cada família. Então entram os esforços terapêuticos para tentar curá-lo, como se o fruto não tivesse sua raiz na árvore. Quanto mais sadia uma sociedade, mais sadias as pessoas. Mas, para isso, são necessários valores e o fim da exclusão social.


Disponível em: http://www.cartanaescola.com.br>. Acesso em:15 mai. 2014. 

pais que nutrem nos filhos falsos ideais: destacar-se (1) como modelo numa passarela, tornar-se (2) desportista de projeção, alcançar a fama como atriz ou ator. O sonho congela-se (3) em ambição e a criança ou o adolescente passam a dar-se (4) uma importância ilusória.


Em relação aos elementos linguísticos destacados e numerados, é correto afirmar.

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Ano: 2014 Banca: FUNCERN Órgão: IF-RN Prova: FUNCERN - 2014 - IF-RN - Assistente de Aluno |
Q2803201 Português

EDUCAÇÃO E FASCÍNIO DA FAMA

Frei Betto


Há pais que nutrem nos filhos falsos ideais: destacar-se como modelo numa passarela, tornarse desportista de projeção, alcançar a fama como atriz ou ator. O sonho congela-se em ambição e a criança ou o adolescente passa a dar-se uma importância ilusória. Mergulha no estresse de corresponder à expectativa. Tem de provar a si e aos outros que é capaz, o melhor. Passa a viver, não em razão dos valores que possui, mas do olhar do outro.


Se ele cai nas drogas, a família, perplexa, se pergunta: “Como foi possível? Logo ele, tão inteligente!” Foi possível porque a família confundiu brilhantismo com segurança. Considerou-o um adulto precoce. Exigiu voo de quem ainda não tinha asas. Deixou de dar-lhe atenção, colo, carinho.


A culpa é de quem? Da sociedade que cultua certos detalhes, criando uma estética do consumo: mulher loira e magra, executivo de carro importado, jovem rico, férias em Nova York etc.


A construção da personalidade é um jogo de relações e comparações, arte mimética de abraçar como modelo aquele que merece a nossa admiração. Hoje, as figuras paradigmáticas não se destacam pelo altruísmo dos ícones religiosos (Jesus, Maria, José, Francisco de Assis etc.) ou de personalidades como Mahatma Gandhi, Martin Luther King, Nelson Mandela e Teresa de Calcutá. A estética do consumo rejeita a ética dos valores.


Famílias e escolas deveriam educar seus alunos para lidar com perdas. Afinal, morrem não só pessoas mas também sonhos, projetos, possibilidades. Contudo, como esperar que se enfatize a solidariedade num mundo regido pela competitividade? Como falar de modéstia em tempos de exibicionismo? Como valorizar a partilha se tudo gira em torno da lógica da acumulação?


As drogas não se transformaram em peste só por culpa do narcotráfico. Elas são uma quimérica tábua de salvação nessa sociedade que relativiza todos os valores e carnavaliza até a tragédia humana. Não se culpe, indagando onde você errou como professor ou pai. Pergunte-se pelos valores da sociedade em que vive. Em que medida tais valores, invertidos e pervertidos, não se entranharam também em nossas cabeças, envenenando-nos a alma? Uma sociedade doente produz, inevitavelmente, seu clone no interior de cada família. Então entram os esforços terapêuticos para tentar curá-lo, como se o fruto não tivesse sua raiz na árvore. Quanto mais sadia uma sociedade, mais sadias as pessoas. Mas, para isso, são necessários valores e o fim da exclusão social.


Disponível em: http://www.cartanaescola.com.br>. Acesso em:15 mai. 2014. 

 pais que nutrem nos filhos falsos ideais: destacar-se (1) como modelo numa passarela, tornar-se (2) desportista de projeção, alcançar a fama como atriz ou ator. O sonho congela-se (3) em ambição e a criança ou o adolescente passam a dar-se (4) uma importância ilusória.



Respeitando-se as convenções da norma culta, a forma verbal “há” pode ser substituída por

Alternativas
Respostas
11661: B
11662: B
11663: B
11664: D
11665: A
11666: A
11667: B
11668: B
11669: C
11670: D
11671: D
11672: C
11673: C
11674: B
11675: D
11676: C
11677: A
11678: B
11679: B
11680: A