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Q2758147 Noções de Informática

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Alternativas
Q2758136 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.

O cérebro e a idade


  1. A partir de certo momento na vida, geralmente após o aniversário de 40 anos, a grande
  2. questão neurológica se resume a uma pergunta: onde diabos foram parar todos os nomes que
  3. esquecemos? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes
  4. que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar, no mar de neurônios, o nome do famoso
  5. marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu
  6. trabalho mais célebre. Você percebe que foi derrotado pela memória no almoço de domingo em
  7. que, diante da cara divertida de seus filhos, você tenta explicar: “Aquele filme, com aquela atriz
  8. australiana, casada com aquele outro ator...”.
  9. Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um
  10. cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de
  11. ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir agora, é que existe outro
  12. lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais que o tempo _______. “Conforme
  13. envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa
  14. reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch,
  15. autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro, recém-lançado no Brasil, reúne argumentos que
  16. fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora
  17. do que costuma ser.
  18. Barbara, que é editora de saúde do jornal The New York Times, um dos mais influentes dos
  19. Estados Unidos, resolveu investigar o que estava acontecendo com seu cérebro. Aos 56 anos,
  20. estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam
  21. comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava
  22. o cidadão. Queria entender a razão por que se pegava parada em frente a um armário sem saber
  23. o que tinha ido buscar. Ela não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de
  24. memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio
  25. igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo
  26. tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar
  27. sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
  28. É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que
  29. chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado,
  30. ................. podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da
  31. expectativa de vida, a fase intermediária da vida (entre os 40 e os 68 anos) tornou-se uma espécie
  32. de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor restante da juventude .......... sabedoria da velhice
  33. que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro
  34. maduro. Este já não é o mesmo que costumava ser, mas as mudanças o transformaram num
  35. instrumento melhor.
  36. A nova ciência do envelhecimento, retratada por Barbara em seu livro, conseguiu decifrar
  37. o caráter das mudanças por ________ dessas percepções aparentemente contraditórias. Ou seja,
  38. se alguns neurônios podem ser danificados pelo tempo, há outros – até mesmo regiões inteiras
  39. do cérebro – que passam a funcionar melhor. “O raciocínio complexo, usado para analisar uma
  40. situação e encontrar soluções, é aprimorado”, diz o psiquiatra americano Gary Small, diretor do
  41. Centro de Envelhecimento da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.


Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI245598-15257,00.htmltexto especialmente adaptado para esta prova.

Como fica a correta redação do trecho a seguir, retirado do texto, se for passado para a voz ativa?


Você percebe que foi derrotado pela memória no almoço de domingo...

Alternativas
Q2758135 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.

O cérebro e a idade


  1. A partir de certo momento na vida, geralmente após o aniversário de 40 anos, a grande
  2. questão neurológica se resume a uma pergunta: onde diabos foram parar todos os nomes que
  3. esquecemos? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes
  4. que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar, no mar de neurônios, o nome do famoso
  5. marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu
  6. trabalho mais célebre. Você percebe que foi derrotado pela memória no almoço de domingo em
  7. que, diante da cara divertida de seus filhos, você tenta explicar: “Aquele filme, com aquela atriz
  8. australiana, casada com aquele outro ator...”.
  9. Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um
  10. cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de
  11. ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir agora, é que existe outro
  12. lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais que o tempo _______. “Conforme
  13. envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa
  14. reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch,
  15. autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro, recém-lançado no Brasil, reúne argumentos que
  16. fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora
  17. do que costuma ser.
  18. Barbara, que é editora de saúde do jornal The New York Times, um dos mais influentes dos
  19. Estados Unidos, resolveu investigar o que estava acontecendo com seu cérebro. Aos 56 anos,
  20. estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam
  21. comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava
  22. o cidadão. Queria entender a razão por que se pegava parada em frente a um armário sem saber
  23. o que tinha ido buscar. Ela não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de
  24. memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio
  25. igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo
  26. tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar
  27. sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
  28. É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que
  29. chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado,
  30. ................. podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da
  31. expectativa de vida, a fase intermediária da vida (entre os 40 e os 68 anos) tornou-se uma espécie
  32. de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor restante da juventude .......... sabedoria da velhice
  33. que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro
  34. maduro. Este já não é o mesmo que costumava ser, mas as mudanças o transformaram num
  35. instrumento melhor.
  36. A nova ciência do envelhecimento, retratada por Barbara em seu livro, conseguiu decifrar
  37. o caráter das mudanças por ________ dessas percepções aparentemente contraditórias. Ou seja,
  38. se alguns neurônios podem ser danificados pelo tempo, há outros – até mesmo regiões inteiras
  39. do cérebro – que passam a funcionar melhor. “O raciocínio complexo, usado para analisar uma
  40. situação e encontrar soluções, é aprimorado”, diz o psiquiatra americano Gary Small, diretor do
  41. Centro de Envelhecimento da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.


Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI245598-15257,00.htmltexto especialmente adaptado para esta prova.

A frase a seguir, retirada do texto, aparece reescrita de várias maneiras nas alternativas. Assinale a que mantém a correção e o sentido original do texto.


Barbara, que é editora de saúde do jornal The New York Times, um dos mais influentes dos Estados Unidos, resolveu investigar o que estava acontecendo com seu cérebro.

Alternativas
Q2758134 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.

O cérebro e a idade


  1. A partir de certo momento na vida, geralmente após o aniversário de 40 anos, a grande
  2. questão neurológica se resume a uma pergunta: onde diabos foram parar todos os nomes que
  3. esquecemos? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes
  4. que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar, no mar de neurônios, o nome do famoso
  5. marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu
  6. trabalho mais célebre. Você percebe que foi derrotado pela memória no almoço de domingo em
  7. que, diante da cara divertida de seus filhos, você tenta explicar: “Aquele filme, com aquela atriz
  8. australiana, casada com aquele outro ator...”.
  9. Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um
  10. cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de
  11. ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir agora, é que existe outro
  12. lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais que o tempo _______. “Conforme
  13. envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa
  14. reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch,
  15. autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro, recém-lançado no Brasil, reúne argumentos que
  16. fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora
  17. do que costuma ser.
  18. Barbara, que é editora de saúde do jornal The New York Times, um dos mais influentes dos
  19. Estados Unidos, resolveu investigar o que estava acontecendo com seu cérebro. Aos 56 anos,
  20. estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam
  21. comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava
  22. o cidadão. Queria entender a razão por que se pegava parada em frente a um armário sem saber
  23. o que tinha ido buscar. Ela não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de
  24. memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio
  25. igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo
  26. tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar
  27. sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
  28. É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que
  29. chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado,
  30. ................. podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da
  31. expectativa de vida, a fase intermediária da vida (entre os 40 e os 68 anos) tornou-se uma espécie
  32. de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor restante da juventude .......... sabedoria da velhice
  33. que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro
  34. maduro. Este já não é o mesmo que costumava ser, mas as mudanças o transformaram num
  35. instrumento melhor.
  36. A nova ciência do envelhecimento, retratada por Barbara em seu livro, conseguiu decifrar
  37. o caráter das mudanças por ________ dessas percepções aparentemente contraditórias. Ou seja,
  38. se alguns neurônios podem ser danificados pelo tempo, há outros – até mesmo regiões inteiras
  39. do cérebro – que passam a funcionar melhor. “O raciocínio complexo, usado para analisar uma
  40. situação e encontrar soluções, é aprimorado”, diz o psiquiatra americano Gary Small, diretor do
  41. Centro de Envelhecimento da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.


Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI245598-15257,00.htmltexto especialmente adaptado para esta prova.

As alternativas a seguir apresentam palavras que se acentuam por causa das mesmas regras que determinam a grafia de cérebro e início, EXCETO:

Alternativas
Q2758133 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.

O cérebro e a idade


  1. A partir de certo momento na vida, geralmente após o aniversário de 40 anos, a grande
  2. questão neurológica se resume a uma pergunta: onde diabos foram parar todos os nomes que
  3. esquecemos? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes
  4. que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar, no mar de neurônios, o nome do famoso
  5. marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu
  6. trabalho mais célebre. Você percebe que foi derrotado pela memória no almoço de domingo em
  7. que, diante da cara divertida de seus filhos, você tenta explicar: “Aquele filme, com aquela atriz
  8. australiana, casada com aquele outro ator...”.
  9. Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um
  10. cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de
  11. ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir agora, é que existe outro
  12. lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais que o tempo _______. “Conforme
  13. envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa
  14. reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch,
  15. autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro, recém-lançado no Brasil, reúne argumentos que
  16. fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora
  17. do que costuma ser.
  18. Barbara, que é editora de saúde do jornal The New York Times, um dos mais influentes dos
  19. Estados Unidos, resolveu investigar o que estava acontecendo com seu cérebro. Aos 56 anos,
  20. estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam
  21. comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava
  22. o cidadão. Queria entender a razão por que se pegava parada em frente a um armário sem saber
  23. o que tinha ido buscar. Ela não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de
  24. memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio
  25. igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo
  26. tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar
  27. sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
  28. É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que
  29. chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado,
  30. ................. podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da
  31. expectativa de vida, a fase intermediária da vida (entre os 40 e os 68 anos) tornou-se uma espécie
  32. de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor restante da juventude .......... sabedoria da velhice
  33. que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro
  34. maduro. Este já não é o mesmo que costumava ser, mas as mudanças o transformaram num
  35. instrumento melhor.
  36. A nova ciência do envelhecimento, retratada por Barbara em seu livro, conseguiu decifrar
  37. o caráter das mudanças por ________ dessas percepções aparentemente contraditórias. Ou seja,
  38. se alguns neurônios podem ser danificados pelo tempo, há outros – até mesmo regiões inteiras
  39. do cérebro – que passam a funcionar melhor. “O raciocínio complexo, usado para analisar uma
  40. situação e encontrar soluções, é aprimorado”, diz o psiquiatra americano Gary Small, diretor do
  41. Centro de Envelhecimento da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.


Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI245598-15257,00.htmltexto especialmente adaptado para esta prova.

A respeito do seguinte trecho do texto, assinale a alternativa em que as mudanças mantêm o sentido original, mas sem gírias ou coloquialismos.


“é a parte chata de um cérebro que bateu na meia-idade” (l. 09 e 10).

Alternativas
Q2758132 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.

O cérebro e a idade


  1. A partir de certo momento na vida, geralmente após o aniversário de 40 anos, a grande
  2. questão neurológica se resume a uma pergunta: onde diabos foram parar todos os nomes que
  3. esquecemos? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes
  4. que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar, no mar de neurônios, o nome do famoso
  5. marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu
  6. trabalho mais célebre. Você percebe que foi derrotado pela memória no almoço de domingo em
  7. que, diante da cara divertida de seus filhos, você tenta explicar: “Aquele filme, com aquela atriz
  8. australiana, casada com aquele outro ator...”.
  9. Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um
  10. cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de
  11. ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir agora, é que existe outro
  12. lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais que o tempo _______. “Conforme
  13. envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa
  14. reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch,
  15. autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro, recém-lançado no Brasil, reúne argumentos que
  16. fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora
  17. do que costuma ser.
  18. Barbara, que é editora de saúde do jornal The New York Times, um dos mais influentes dos
  19. Estados Unidos, resolveu investigar o que estava acontecendo com seu cérebro. Aos 56 anos,
  20. estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam
  21. comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava
  22. o cidadão. Queria entender a razão por que se pegava parada em frente a um armário sem saber
  23. o que tinha ido buscar. Ela não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de
  24. memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio
  25. igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo
  26. tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar
  27. sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
  28. É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que
  29. chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado,
  30. ................. podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da
  31. expectativa de vida, a fase intermediária da vida (entre os 40 e os 68 anos) tornou-se uma espécie
  32. de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor restante da juventude .......... sabedoria da velhice
  33. que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro
  34. maduro. Este já não é o mesmo que costumava ser, mas as mudanças o transformaram num
  35. instrumento melhor.
  36. A nova ciência do envelhecimento, retratada por Barbara em seu livro, conseguiu decifrar
  37. o caráter das mudanças por ________ dessas percepções aparentemente contraditórias. Ou seja,
  38. se alguns neurônios podem ser danificados pelo tempo, há outros – até mesmo regiões inteiras
  39. do cérebro – que passam a funcionar melhor. “O raciocínio complexo, usado para analisar uma
  40. situação e encontrar soluções, é aprimorado”, diz o psiquiatra americano Gary Small, diretor do
  41. Centro de Envelhecimento da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.


Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI245598-15257,00.htmltexto especialmente adaptado para esta prova.

Assinale a alternativa INCORRETA sobre o que informa o texto.

Alternativas
Q2758130 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.

O cérebro e a idade


  1. A partir de certo momento na vida, geralmente após o aniversário de 40 anos, a grande
  2. questão neurológica se resume a uma pergunta: onde diabos foram parar todos os nomes que
  3. esquecemos? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes
  4. que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar, no mar de neurônios, o nome do famoso
  5. marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu
  6. trabalho mais célebre. Você percebe que foi derrotado pela memória no almoço de domingo em
  7. que, diante da cara divertida de seus filhos, você tenta explicar: “Aquele filme, com aquela atriz
  8. australiana, casada com aquele outro ator...”.
  9. Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um
  10. cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de
  11. ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir agora, é que existe outro
  12. lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais que o tempo _______. “Conforme
  13. envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa
  14. reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch,
  15. autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro, recém-lançado no Brasil, reúne argumentos que
  16. fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora
  17. do que costuma ser.
  18. Barbara, que é editora de saúde do jornal The New York Times, um dos mais influentes dos
  19. Estados Unidos, resolveu investigar o que estava acontecendo com seu cérebro. Aos 56 anos,
  20. estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam
  21. comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava
  22. o cidadão. Queria entender a razão por que se pegava parada em frente a um armário sem saber
  23. o que tinha ido buscar. Ela não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de
  24. memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio
  25. igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo
  26. tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar
  27. sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
  28. É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que
  29. chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado,
  30. ................. podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da
  31. expectativa de vida, a fase intermediária da vida (entre os 40 e os 68 anos) tornou-se uma espécie
  32. de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor restante da juventude .......... sabedoria da velhice
  33. que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro
  34. maduro. Este já não é o mesmo que costumava ser, mas as mudanças o transformaram num
  35. instrumento melhor.
  36. A nova ciência do envelhecimento, retratada por Barbara em seu livro, conseguiu decifrar
  37. o caráter das mudanças por ________ dessas percepções aparentemente contraditórias. Ou seja,
  38. se alguns neurônios podem ser danificados pelo tempo, há outros – até mesmo regiões inteiras
  39. do cérebro – que passam a funcionar melhor. “O raciocínio complexo, usado para analisar uma
  40. situação e encontrar soluções, é aprimorado”, diz o psiquiatra americano Gary Small, diretor do
  41. Centro de Envelhecimento da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.


Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI245598-15257,00.htmltexto especialmente adaptado para esta prova.

Analise as seguintes assertivas sobre o texto:


I. No primeiro parágrafo, o texto faz com que o leitor imagine uma situação hipotética.

II. Na linha 09, constata-se que o texto não se dirige somente a pessoas que já chegaram à meia-idade.

III. Com relação ao cérebro, o texto diz que a maturidade vem acompanhada somente de aspectos negativos.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q2758129 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.

O cérebro e a idade


  1. A partir de certo momento na vida, geralmente após o aniversário de 40 anos, a grande
  2. questão neurológica se resume a uma pergunta: onde diabos foram parar todos os nomes que
  3. esquecemos? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes
  4. que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar, no mar de neurônios, o nome do famoso
  5. marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu
  6. trabalho mais célebre. Você percebe que foi derrotado pela memória no almoço de domingo em
  7. que, diante da cara divertida de seus filhos, você tenta explicar: “Aquele filme, com aquela atriz
  8. australiana, casada com aquele outro ator...”.
  9. Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um
  10. cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de
  11. ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir agora, é que existe outro
  12. lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais que o tempo _______. “Conforme
  13. envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa
  14. reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch,
  15. autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro, recém-lançado no Brasil, reúne argumentos que
  16. fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora
  17. do que costuma ser.
  18. Barbara, que é editora de saúde do jornal The New York Times, um dos mais influentes dos
  19. Estados Unidos, resolveu investigar o que estava acontecendo com seu cérebro. Aos 56 anos,
  20. estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam
  21. comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava
  22. o cidadão. Queria entender a razão por que se pegava parada em frente a um armário sem saber
  23. o que tinha ido buscar. Ela não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de
  24. memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio
  25. igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo
  26. tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar
  27. sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
  28. É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que
  29. chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado,
  30. ................. podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da
  31. expectativa de vida, a fase intermediária da vida (entre os 40 e os 68 anos) tornou-se uma espécie
  32. de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor restante da juventude .......... sabedoria da velhice
  33. que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro
  34. maduro. Este já não é o mesmo que costumava ser, mas as mudanças o transformaram num
  35. instrumento melhor.
  36. A nova ciência do envelhecimento, retratada por Barbara em seu livro, conseguiu decifrar
  37. o caráter das mudanças por ________ dessas percepções aparentemente contraditórias. Ou seja,
  38. se alguns neurônios podem ser danificados pelo tempo, há outros – até mesmo regiões inteiras
  39. do cérebro – que passam a funcionar melhor. “O raciocínio complexo, usado para analisar uma
  40. situação e encontrar soluções, é aprimorado”, diz o psiquiatra americano Gary Small, diretor do
  41. Centro de Envelhecimento da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.


Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI245598-15257,00.htmltexto especialmente adaptado para esta prova.

Assinale a alternativa em que a lacuna deve ser preenchida com o mesmo termo destacado no fragmento abaixo, retirado do texto.


“Queria entender a razão por que se pegava parada em frente a um armário sem saber o que tinha ido buscar.” (l. 22 e 23).

Alternativas
Q2758128 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.

O cérebro e a idade


  1. A partir de certo momento na vida, geralmente após o aniversário de 40 anos, a grande
  2. questão neurológica se resume a uma pergunta: onde diabos foram parar todos os nomes que
  3. esquecemos? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes
  4. que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar, no mar de neurônios, o nome do famoso
  5. marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu
  6. trabalho mais célebre. Você percebe que foi derrotado pela memória no almoço de domingo em
  7. que, diante da cara divertida de seus filhos, você tenta explicar: “Aquele filme, com aquela atriz
  8. australiana, casada com aquele outro ator...”.
  9. Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um
  10. cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de
  11. ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir agora, é que existe outro
  12. lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais que o tempo _______. “Conforme
  13. envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa
  14. reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch,
  15. autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro, recém-lançado no Brasil, reúne argumentos que
  16. fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora
  17. do que costuma ser.
  18. Barbara, que é editora de saúde do jornal The New York Times, um dos mais influentes dos
  19. Estados Unidos, resolveu investigar o que estava acontecendo com seu cérebro. Aos 56 anos,
  20. estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam
  21. comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava
  22. o cidadão. Queria entender a razão por que se pegava parada em frente a um armário sem saber
  23. o que tinha ido buscar. Ela não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de
  24. memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio
  25. igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo
  26. tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar
  27. sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
  28. É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que
  29. chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado,
  30. ................. podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da
  31. expectativa de vida, a fase intermediária da vida (entre os 40 e os 68 anos) tornou-se uma espécie
  32. de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor restante da juventude .......... sabedoria da velhice
  33. que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro
  34. maduro. Este já não é o mesmo que costumava ser, mas as mudanças o transformaram num
  35. instrumento melhor.
  36. A nova ciência do envelhecimento, retratada por Barbara em seu livro, conseguiu decifrar
  37. o caráter das mudanças por ________ dessas percepções aparentemente contraditórias. Ou seja,
  38. se alguns neurônios podem ser danificados pelo tempo, há outros – até mesmo regiões inteiras
  39. do cérebro – que passam a funcionar melhor. “O raciocínio complexo, usado para analisar uma
  40. situação e encontrar soluções, é aprimorado”, diz o psiquiatra americano Gary Small, diretor do
  41. Centro de Envelhecimento da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.


Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI245598-15257,00.htmltexto especialmente adaptado para esta prova.

Assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas, nas seguintes afirmações sobre elementos do texto.


( ) “ela” (l. 04) refere-se à “atriz famosa” (l. 03).

( ) “Essa” (l. 09) e “Ela” (l. 10) referem-se à mesma coisa.

( ) “cidadão” (l. 22) refere-se a “conhecido” (l. 20).


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q2758127 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.

O cérebro e a idade


  1. A partir de certo momento na vida, geralmente após o aniversário de 40 anos, a grande
  2. questão neurológica se resume a uma pergunta: onde diabos foram parar todos os nomes que
  3. esquecemos? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes
  4. que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar, no mar de neurônios, o nome do famoso
  5. marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu
  6. trabalho mais célebre. Você percebe que foi derrotado pela memória no almoço de domingo em
  7. que, diante da cara divertida de seus filhos, você tenta explicar: “Aquele filme, com aquela atriz
  8. australiana, casada com aquele outro ator...”.
  9. Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um
  10. cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de
  11. ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir agora, é que existe outro
  12. lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais que o tempo _______. “Conforme
  13. envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa
  14. reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch,
  15. autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro, recém-lançado no Brasil, reúne argumentos que
  16. fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora
  17. do que costuma ser.
  18. Barbara, que é editora de saúde do jornal The New York Times, um dos mais influentes dos
  19. Estados Unidos, resolveu investigar o que estava acontecendo com seu cérebro. Aos 56 anos,
  20. estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam
  21. comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava
  22. o cidadão. Queria entender a razão por que se pegava parada em frente a um armário sem saber
  23. o que tinha ido buscar. Ela não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de
  24. memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio
  25. igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo
  26. tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar
  27. sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
  28. É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que
  29. chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado,
  30. ................. podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da
  31. expectativa de vida, a fase intermediária da vida (entre os 40 e os 68 anos) tornou-se uma espécie
  32. de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor restante da juventude .......... sabedoria da velhice
  33. que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro
  34. maduro. Este já não é o mesmo que costumava ser, mas as mudanças o transformaram num
  35. instrumento melhor.
  36. A nova ciência do envelhecimento, retratada por Barbara em seu livro, conseguiu decifrar
  37. o caráter das mudanças por ________ dessas percepções aparentemente contraditórias. Ou seja,
  38. se alguns neurônios podem ser danificados pelo tempo, há outros – até mesmo regiões inteiras
  39. do cérebro – que passam a funcionar melhor. “O raciocínio complexo, usado para analisar uma
  40. situação e encontrar soluções, é aprimorado”, diz o psiquiatra americano Gary Small, diretor do
  41. Centro de Envelhecimento da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.


Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI245598-15257,00.htmltexto especialmente adaptado para esta prova.

Assinale a alternativa que NÃO pode preencher corretamente as lacunas pontilhadas das linhas 30 e 32, respectivamente, pois desobedece à norma gramatical.

Alternativas
Q2758126 Português

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.

O cérebro e a idade


  1. A partir de certo momento na vida, geralmente após o aniversário de 40 anos, a grande
  2. questão neurológica se resume a uma pergunta: onde diabos foram parar todos os nomes que
  3. esquecemos? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes
  4. que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar, no mar de neurônios, o nome do famoso
  5. marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu
  6. trabalho mais célebre. Você percebe que foi derrotado pela memória no almoço de domingo em
  7. que, diante da cara divertida de seus filhos, você tenta explicar: “Aquele filme, com aquela atriz
  8. australiana, casada com aquele outro ator...”.
  9. Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um
  10. cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de
  11. ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir agora, é que existe outro
  12. lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais que o tempo _______. “Conforme
  13. envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa
  14. reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch,
  15. autora de O melhor cérebro da sua vida. O livro, recém-lançado no Brasil, reúne argumentos que
  16. fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora
  17. do que costuma ser.
  18. Barbara, que é editora de saúde do jornal The New York Times, um dos mais influentes dos
  19. Estados Unidos, resolveu investigar o que estava acontecendo com seu cérebro. Aos 56 anos,
  20. estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam
  21. comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava
  22. o cidadão. Queria entender a razão por que se pegava parada em frente a um armário sem saber
  23. o que tinha ido buscar. Ela não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de
  24. memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio
  25. igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo
  26. tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar
  27. sumindo na neblina da memória. Como pode ser?
  28. É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que
  29. chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado,
  30. ................. podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da
  31. expectativa de vida, a fase intermediária da vida (entre os 40 e os 68 anos) tornou-se uma espécie
  32. de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor restante da juventude .......... sabedoria da velhice
  33. que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro
  34. maduro. Este já não é o mesmo que costumava ser, mas as mudanças o transformaram num
  35. instrumento melhor.
  36. A nova ciência do envelhecimento, retratada por Barbara em seu livro, conseguiu decifrar
  37. o caráter das mudanças por ________ dessas percepções aparentemente contraditórias. Ou seja,
  38. se alguns neurônios podem ser danificados pelo tempo, há outros – até mesmo regiões inteiras
  39. do cérebro – que passam a funcionar melhor. “O raciocínio complexo, usado para analisar uma
  40. situação e encontrar soluções, é aprimorado”, diz o psiquiatra americano Gary Small, diretor do
  41. Centro de Envelhecimento da Universidade da Califórnia, em Los Angeles.


Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI245598-15257,00.htmltexto especialmente adaptado para esta prova.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 12 e 37.

Alternativas
Q2757841 Português

Um Substantivo Coletivo é aquele que mesmo estando no singular, designa um conjunto de seres da mesma espécie. Diante desta informação relacione as colunas abaixo.


Substantivo coletivo

Conjunto de seres da mesma espécie

I. Cáfila

( ). De porcos

II. Ramalhete

( ). De camelos

III. Vara

( ). De ovelhas

IV. Rebanho

( ). De flores


A sequencia correta na segunda coluna, de cima para baixo é:

Alternativas
Q2757393 Segurança e Saúde no Trabalho

Com base na Norma Regulamentadora 35 (NR 35) – Trabalho em Altura, marque a alternativa que corresponde à responsabilidade dos trabalhadores.

Alternativas
Q2757392 Segurança e Saúde no Trabalho

Dadas as afirmativas referentes ao levantamento, transporte e descarga individual de materiais conforme a Norma Regulamentadora 17 (NR 17) – Ergonomia,

-

I. Transporte manual regular de cargas designa toda atividade realizada de maneira contínua ou que inclua, mesmo de forma descontínua, o transporte manual de cargas.

II. Não deverá ser exigido nem admitido o transporte manual de cargas, por um trabalhador cujo peso da carga seja superior a 70 quilogramas, de modo a não comprometer sua saúde ou sua segurança.

III. Transporte manual de cargas designa todo transporte no qual o peso da carga é suportado inteiramente por um só trabalhador, compreendendo o levantamento e a deposição da carga.

IV. Quando mulheres e trabalhadores jovens forem designados para o transporte manual de cargas, o peso máximo dessas cargas deverá ser até 40 quilogramas, para não comprometer a sua saúde ou a sua segurança.

-

verifica-se que estão corretas apenas

Alternativas
Q2757391 Direito Previdenciário

Dadas as afirmativas referentes à legislação previdenciária Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991, que rege os benefícios decorrentes de acidentes de trabalho,

-

I. O auxílio-acidente será devido a partir do dia seguinte ao da cessação do auxílio-doença, não sendo acumulativo com qualquer remuneração ou rendimento auferido pelo acidentado.

II. O auxílio-acidente será concedido, como indenização, ao segurado quando, após consolidação das lesões decorrentes de acidente de qualquer natureza, resultarem sequelas que impliquem redução da capacidade para o trabalho que habitualmente exercia.

III. No auxílio-doença durante os primeiros quinze dias consecutivos ao do afastamento da atividade por motivo de doença, incumbirá à empresa pagar ao segurado empregado o seu salário integral.

IV. O auxílio-doença será devido ao segurado que, havendo cumprido, quando for o caso, o período de carência exigido nessa Lei, ficar incapacitado para o seu trabalho ou para a sua atividade habitual por mais de 30 dias consecutivos.

-

verifica-se que está(ão) correta(s)

Alternativas
Q2757390 Segurança e Saúde no Trabalho

Dadas as afirmativas referentes à Norma Regulamentadora 24 (NR 24) – Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho,

-

I. As paredes das cozinhas serão construídas em alvenaria de tijolo comum, em concreto ou em madeira, com revestimento de material liso, resistente e impermeável, e lavável em toda a extensão.

II. Nos alojamentos, a capacidade máxima de cada dormitório será de 100 operários e serão permitidas o máximo de 2 camas na mesma vertical.

III. É permitido em caráter provisório, a utilização do refeitório para depósito, bem como para quaisquer outros fins que não comprometam a higiene do local.

IV. Será exigido 1 chuveiro para cada 5 trabalhadores nas atividades ou operações insalubres, ou nos trabalhos com exposição a substâncias tóxicas, irritantes, infectantes ou alergizantes.

-

verifica-se que está(ão) correta(s)

Alternativas
Q2757388 Segurança e Saúde no Trabalho

Dadas as afirmativas quanto às Competências dos profissionais integrantes dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho,

-

I. Responsabilizar-se, tecnicamente, pela orientação quanto ao cumprimento do disposto nas NR aplicáveis às atividades executadas pela empresa e/ou seus estabelecimentos.

II. Colaborar no desenvolvimento e implementação do PCMSO e PPRA e de outros programas relacionados à segurança e saúde no trabalho.

III. Determinar, quando esgotados todos os meios conhecidos para a eliminação do risco e este persistir, mesmo reduzido, a utilização, pelo trabalhador, de Equipamentos de Proteção Individual – EPI, de acordo com o que determina a NR 6, desde que a concentração, a intensidade ou característica do agente assim o exija.

IV. Divulgar e promover o cumprimento das Normas Regulamentadoras, bem como cláusulas de acordos e convenções coletivas de trabalho, relativas à segurança e à saúde no trabalho.

-

verifica-se que estão corretas

Alternativas
Q2757387 Segurança e Saúde no Trabalho

A respeito da insalubridade devido à exposição a agentes biológicos, de acordo com o anexo 14 da Norma Regulamentadora 15 (NR 15), assinale a afirmativa que corresponde à atividade que dá direito à insalubridade de grau máximo.

Alternativas
Q2757386 Segurança e Saúde no Trabalho

O Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO, tem como objetivo promover e preservar a saúde dos trabalhadores. Dadas as afirmativas sobre o PCMSO,

-

I. O exame médico de mudança de função será obrigatoriamente realizado antes da data da mudança.

II. Deverá ser planejado e implantado com base nos registros de doenças ocorridas na empresa.

III. O exame médico admissional deverá ser realizado em até 10 dias após o trabalhador assumir suas atividades.

-

verifica-se que está(ão) correta(s)

Alternativas
Q2757385 Segurança e Saúde no Trabalho

Com base na NBR – 14276:2006 – Programa de Brigada de Incêndio – Requisitos, assinale a alternativa correta que corresponde aos requisitos utilizados para composição da brigada de incêndio de cada pavimento, compartimento ou setor de uma planta.

Alternativas
Respostas
9821: A
9822: E
9823: B
9824: D
9825: B
9826: C
9827: C
9828: C
9829: A
9830: E
9831: A
9832: A
9833: D
9834: A
9835: C
9836: B
9837: B
9838: C
9839: A
9840: E