Questões de Concurso
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Texto para as questões 1 a 10
Pesquisadores da Dinamarca e dos EUA descobrem nova estrutura no cérebro
1 Pesquisadores de instituições dos Estados Unidos e da Dinamarca descobriram uma nova
estrutura cerebral. Trata-se de uma fina membrana localizada pouco abaixo dos ossos do crânio
que parece contribuir para a defesa do cérebro.
A nova estrutura, batizada de slym (subarachnoidal lymphatic-like membrane), foi descrita
5 --nesta quinta-feira (5) na revista Science e encontrada em um estudo que se concentra nas
meninges, compostas de camadas dura-máter, aracnoide e pia-máter.
O primeiro autor, Kjeld Møllgård, professor de neuroanatomia na Universidade de
Copenhague, levantou a seguinte questão: o sistema nervoso central possui mesotélio (camada
que reveste internamente o tórax, abdômen e o espaço em torno do coração, protegendo os
10 --órgãos)? O estudo, em parceria com diversos cientistas, mostrou que sim.
A slym divide o espaço abaixo da camada aracnoide e, segundo os pesquisadores, ajuda a
controlar o fluxo de líquido cefalorraquidiano, contribuindo para o transporte e a remoção de
resíduos do cérebro.
Fina e delicada, a estrutura consiste em apenas uma ou algumas células de espessura.
15 --Ainda assim, ao permitir o influxo de líquido cefalorraquidiano fresco e a saída de proteínas tóxicas,
os cientistas avaliam que ela possa estar associada ao Alzheimer e a outras doenças neurológicas.
De acordo com o estudo, a integridade da slym impede a entrada de células de defesa
externas – o sistema nervoso central mantém sua própria população de células de defesa. Além
disso, a estrutura parece concentrar células que examinam o líquido cefalorraquidiano em busca
20 de sinais de infecção.
(https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2023/01/pesquisadores-da-dinamarcae-dos-eua-descobrem-nova-estrutura-no-cerebro.shtml. 5.jan.2023.)
Assinale a alternativa em que a palavra tenha sido acentuada seguindo regra distinta da das demais.
Texto para as questões 1 a 10
Pesquisadores da Dinamarca e dos EUA descobrem nova estrutura no cérebro
1 Pesquisadores de instituições dos Estados Unidos e da Dinamarca descobriram uma nova
estrutura cerebral. Trata-se de uma fina membrana localizada pouco abaixo dos ossos do crânio
que parece contribuir para a defesa do cérebro.
A nova estrutura, batizada de slym (subarachnoidal lymphatic-like membrane), foi descrita
5 --nesta quinta-feira (5) na revista Science e encontrada em um estudo que se concentra nas
meninges, compostas de camadas dura-máter, aracnoide e pia-máter.
O primeiro autor, Kjeld Møllgård, professor de neuroanatomia na Universidade de
Copenhague, levantou a seguinte questão: o sistema nervoso central possui mesotélio (camada
que reveste internamente o tórax, abdômen e o espaço em torno do coração, protegendo os
10 --órgãos)? O estudo, em parceria com diversos cientistas, mostrou que sim.
A slym divide o espaço abaixo da camada aracnoide e, segundo os pesquisadores, ajuda a
controlar o fluxo de líquido cefalorraquidiano, contribuindo para o transporte e a remoção de
resíduos do cérebro.
Fina e delicada, a estrutura consiste em apenas uma ou algumas células de espessura.
15 --Ainda assim, ao permitir o influxo de líquido cefalorraquidiano fresco e a saída de proteínas tóxicas,
os cientistas avaliam que ela possa estar associada ao Alzheimer e a outras doenças neurológicas.
De acordo com o estudo, a integridade da slym impede a entrada de células de defesa
externas – o sistema nervoso central mantém sua própria população de células de defesa. Além
disso, a estrutura parece concentrar células que examinam o líquido cefalorraquidiano em busca
20 de sinais de infecção.
(https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2023/01/pesquisadores-da-dinamarcae-dos-eua-descobrem-nova-estrutura-no-cerebro.shtml. 5.jan.2023.)
Na linha 5, o pronome (n)esta desempenha papel
Texto para as questões 1 a 10
Pesquisadores da Dinamarca e dos EUA descobrem nova estrutura no cérebro
1 Pesquisadores de instituições dos Estados Unidos e da Dinamarca descobriram uma nova
estrutura cerebral. Trata-se de uma fina membrana localizada pouco abaixo dos ossos do crânio
que parece contribuir para a defesa do cérebro.
A nova estrutura, batizada de slym (subarachnoidal lymphatic-like membrane), foi descrita
5 --nesta quinta-feira (5) na revista Science e encontrada em um estudo que se concentra nas
meninges, compostas de camadas dura-máter, aracnoide e pia-máter.
O primeiro autor, Kjeld Møllgård, professor de neuroanatomia na Universidade de
Copenhague, levantou a seguinte questão: o sistema nervoso central possui mesotélio (camada
que reveste internamente o tórax, abdômen e o espaço em torno do coração, protegendo os
10 --órgãos)? O estudo, em parceria com diversos cientistas, mostrou que sim.
A slym divide o espaço abaixo da camada aracnoide e, segundo os pesquisadores, ajuda a
controlar o fluxo de líquido cefalorraquidiano, contribuindo para o transporte e a remoção de
resíduos do cérebro.
Fina e delicada, a estrutura consiste em apenas uma ou algumas células de espessura.
15 --Ainda assim, ao permitir o influxo de líquido cefalorraquidiano fresco e a saída de proteínas tóxicas,
os cientistas avaliam que ela possa estar associada ao Alzheimer e a outras doenças neurológicas.
De acordo com o estudo, a integridade da slym impede a entrada de células de defesa
externas – o sistema nervoso central mantém sua própria população de células de defesa. Além
disso, a estrutura parece concentrar células que examinam o líquido cefalorraquidiano em busca
20 de sinais de infecção.
(https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2023/01/pesquisadores-da-dinamarcae-dos-eua-descobrem-nova-estrutura-no-cerebro.shtml. 5.jan.2023.)
O primeiro autor, Kjeld Møllgård, professor de neuroanatomia na Universidade de Copenhague, levantou a seguinte questão: o sistema nervoso central possui mesotélio (camada que reveste internamente o tórax, abdômen e o espaço em torno do coração, protegendo os órgãos)? (linhas 7 a 10)
O segmento sublinhado no período acima, em relação ao segmento anterior, desempenha papel de
Considere atentamente o trecho a seguir, extraído de uma das crônicas de Paulo Mendes Campos, para responder as próximas questões.
“O homem entra no bar para transcender-se: eis a miserável verdade. Entrei em muitos, bebo alguma coisa desde a minha adolescência, conheço bares em Porto Alegre, Buenos Aires, São Paulo, Rio, Salvador, Recife, Manaus, Brasília, João Pessoa, Petrópolis, Belém, Nova Iorque, Lisboa, Vigo, Londres, Roma, Nápoles, Siracusa, Agrigento, Marsala, Palermo, Veneza, Hamburgo, Berlim, Heidelberg, Dusseldorf, Colônia, Munique, Goettingen, Varsóvia, Estocolmo, Leningrado, Moscou, Pequim, Múquiden, Xangai, Santa Luzia e Sabará... Em 1954, viajando pela Alemanha de carro, cheguei, pouco depois da meia-noite, à cidade universitária do Goettingen. No Brasil, uma cidade cheia de estudantes costuma tumultuar-se pela madrugada. Mas Goettingen àquela hora entregava-se a um repouso unânime. Sem sono, reservei um quarto no hotel, perguntando ao empregado onde poderia beber qualquer coisa. – ‘Ah, senhor’ – respondeu orgulhoso o alemão – ‘Goettingen é uma cidade universitária, não existe nada aberto a esta hora’. – ‘O senhor está completamente enganado’ – retruquei-lhe. Ele se riu bondosamente de mim: tinha mais de sessenta anos, nascera em Goettingen, conhecia todas as ruas da cidade, todos os bares, seria humanamente impossível encontrar qualquer venda aberta depois de meia-noite. – ‘O senhor está completamente enganado’ – insistia eu. Outro alemão que viajava comigo reforçou a opinião do empregado do hotel, e começou a dissertar impertinentemente sobre as diferenças entre o Brasil e a Alemanha. Eu estava parecendo bobo – disse ele – não querendo aceitar esta germânica verdade: em Goettingen não havia um único bar aberto depois de meia-noite. A esta altura manifestei-lhes um princípio universal pelo qual sempre me guiei: – ‘Pois fiquem vocês sabendo que em todas as cidades, todas as vilas e povoados do mundo, há pelo menos duas pessoas que continuam a beber depois da meia-noite; aqui em Goettingen há pelo menos duas pessoas que estão bebendo neste momento; vou encontrá-las’. Meio cético a respeito do meu princípio, mas solidário com o amigo, resolveu acompanhar-me. Saímos para a noite morta de Goettingen, e fomos andando pelas ruas paralisadas. No fim duma rua comprida e oblíqua, vi um cubo iluminado, mais parecido com um anúncio de barbearia, e afirmei: ‘É ali’. Ao fim da passagem lateral, por onde entramos, demos com a porta fechada. Batemos em vão, e já íamos embora, desapontados, quando notei no corredor uma escada circular para o porão, cavada na pedra. No primeiro patamar, ouvimos música. Tomei um ar superior de vidente e desci o segundo lance. Empurrada a grossa porta, recebi uma salutar lufada de música, de tabaco, de gente, de aromas etílicos. Foi como se eu reconquistasse o paraíso. O boteco dançava e bebia animadamente, repleto de jovens universitários e lindas universitárias de bochechas coradas e riso amorável. Não havia uma única mesa vaga, mas três segundos depois eu estava a beber um magnífico branco do Reno e a explicar para os estudantes, que nos acolheram com simpatia, o princípio universal que rege a vida noturna. E eles acataram o meu pacífico princípio como um axioma luminoso”. (“Por que bebemos tanto assim”, de Paulo Mendes Campos, com adaptações).
Em relação à interpretação do texto, pode-se afirmar que:
Observação: Para as questões que assim necessitarem, há tabelas estatísticas disponibilizadas no final deste caderno.
A tabela a seguir descreve as receitas anuais, em bilhões de reais, de uma empresa no período de 2018 a 2022.
Ano |
2018 |
2019 |
2020 |
2021 |
2022 |
Receita |
1,5 |
1,8 |
1,7 |
2,0 |
2,0 |
Usando o método dos mínimos quadrados e supondo linear a tendência dos dados informados, a estimativa pontual da receita (em bilhões de reais) para 2023 é de:
Observação: Para as questões que assim necessitarem, há tabelas estatísticas disponibilizadas no final deste caderno.
Para responder às questões de números 57 e 58, considere o texto a seguir.
Suponha que uma análise de regressão com dados das variáveis x e y indicou correlação linear entre elas, obtendo-se para coeficientes os seguintes valores: 0,78 para o coeficiente de determinação, – 0,28 para o coeficiente de inclinação e 52,10 para o coeficiente linear (ou de interceptação).
Com relação à equação da reta de regressão, podemos usá-la para diversas estimativas. Se o fizermos para x = 60, obteremos o correspondente y. Dos valores a seguir, o que mais se aproxima de y é:
Observação: Para as questões que assim necessitarem, há tabelas estatísticas disponibilizadas no final deste caderno.
O gráfico a seguir é o diagrama de dispersão obtido com uma amostra de trabalhadores de certa região para estudar a possível correlação entre o tempo médio de escolaridade e a renda média anual.
GRÁFICO 2
Tempo médio escolaridade X Renda média anual
Admitindo uma correlação linear entre as variáveis e considerando os coeficientes r de correlação e b de inclinação da reta de regressão associada, é correto afirmar que:
Observação: Para as questões que assim necessitarem, há tabelas estatísticas disponibilizadas no final deste caderno.
Para responder às questões de números 54 e 55, considere o texto a seguir.
Para comparar os custos de produção de produtos de três modelos de um mesmo bem, um engenheiro de produção selecionou as amostras A1, A2 e A3, cujos resultados estão anotados na tabela a seguir.
TABELA 4
Dados colhidos de três amostras independentes
A1 | A2 | A3 | |
Tamanho das amostras: n | 8 | 8 | 8 |
Médias amostrais: | 2,8 | 3,1 | 3,4 |
Variâncias amostrais: s2 | 0,15 | 0,18 | 0,12 |
Considere agora o nível de significância de 5% e as hipóteses:
Ho: µ1 = µ2 = µ3
H1: há pelo menos uma média diferente das demais
Nesse caso, o teste de hipótese da estatística F faz concluir que:
Observação: Para as questões que assim necessitarem, há tabelas estatísticas disponibilizadas no final deste caderno.
Um teste de hipóteses a 2% pretendeu verificar a razoabilidade das hipóteses Ho : μ = 49 e H1 : μ > 49 para uma população com desvio padrão igual a 9. Investigada uma amostra de tamanho 36, se os valores fizerem concluir que Ho deve ser aceita, então sua média amostral deve ser de no máximo:
Observação: Para as questões que assim necessitarem, há tabelas estatísticas disponibilizadas no final deste caderno.
A empresa Viajantes quer estimar, com 95% de confiança e erro máximo de 5%, a percentagem de caminhões que trafegam por suas vias com excesso de peso. O tamanho mínimo da amostra necessária para tanto, supondo os referidos pesos normalmente distribuídos e a proporção média provável igual a 50%, é de:
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Segundo o Pnad (Pesquisa Nacional por Amostras de Domicílio) de 2022, o piso nacional dos salários dos professores da educação básica nesse ano era de R$ 3.840,00, valor superior à renda média familiar de 92% dos alunos das escolas públicas.
(Folha de S. Paulo, 20.07.2023, pág. A 15).
Isso posto, assumindo um desvio padrão de 1,2% e um nível de confiança de 95%, o intervalo de confiança normal para a proporção de famílias com rendas não inferiores às dos professores é:
Observação: Para as questões que assim necessitarem, há tabelas estatísticas disponibilizadas no final deste caderno.
Para responder as questões de números 41 e 42, considere a seguinte situação.
O radar de velocidade de uma estrada registra que a metade dos veículos que por ali passam na hora H o fazem com velocidade acima da permitida. Suponha que o caso possa ser bem aproximado por uma distribuição binomial e considere uma amostra de n = 4 veículos.
A média esperada de veículos acima da velocidade permitida e o respectivo desvio padrão são:
Observação: Para as questões que assim necessitarem, há tabelas estatísticas disponibilizadas no final deste caderno.
Por seu histórico, o júri J condena 90% dos culpados e absolve 99% dos inocentes. Se o próximo réu submetido a ele vier de um grupo de 80% de culpados (e 20% de inocentes), então a probabilidade de ele ser absolvido é de aproximadamente:
Observação: Para as questões que assim necessitarem, há tabelas estatísticas disponibilizadas no final deste caderno.
O laboratório L usa como reagentes os produtos X e Y, que reserva em frascos de duas unidades. Segundo o último relatório do estoque, o frasco A contém duas unidades de X, o frasco B, uma unidade de X e outra de Y, e o frasco C, duas unidades de Y. Em um estudo que exige duas unidades desses reagentes, um pesquisador escolhe aleatoriamente um frasco. Se, na primeira retirada, obteve uma unidade de X, então a probabilidade de obter X também na segunda é de:
Observação: Para as questões que assim necessitarem, há tabelas estatísticas disponibilizadas no final deste caderno.
Em uma sala de aula de 45 estudantes, a nota média foi 7,0. Em conversa com a turma sobre tais resultados, o professor comentou que, computadas apenas as notas dos meninos, a média caía para 6,0.
Nesse caso, a média das 25 meninas da turma foi de:
Observação: Para as questões que assim necessitarem, há tabelas estatísticas disponibilizadas no final deste caderno.
As distribuições de probabilidade ou frequências podem RAS C U NHO ser simétricas ou assimétricas. Nas simétricas, média, mediana e moda coincidem. Nas assimétricas, esses valores são diferentes.
No caso de uma distribuição com assimetria à esquerda, a relação de grandeza entre essas variáveis é:
Observação: Para as questões que assim necessitarem, há tabelas estatísticas disponibilizadas no final deste caderno.
O gráfico a seguir mostra os valores da frequência acumulada da distribuição de frequências sem perda de informação de certa variável x.
GRÁFICO 1
Frequências acumuladas da variável x
Variável x
Do gráfico, podemos inferir que a frequência relativa de x = 5 é:
Observação: Para as questões que assim necessitarem, há tabelas estatísticas disponibilizadas no final deste caderno.
Para as questões de números 27 e 28, considere os dados do quadro a seguir, relativo às idades em anos de 12 usuários de um aplicativo de internet aletoriamente escolhidos.
40 | 48 | 60 | 60 | 62 | 62 | 68 | 70 | 70 | 70 | 71 | 84 |
Com relação ao diagrama de caixa (ou boxplot) relativo aos dados, é correto afirmar que, entre eles:
Texto para as questões de 1 a 20.
Drogas e tratamentos
Antônio Carlos Prado
1 Existem três modalidades no campo da institucionalização de dependentes
químicos. A internação compulsória é aquela determinada pela Justiça e ocorre, sobretudo,
quando o usuário de substância psicoativa comete algum grave ato dissocial – homicídio,
por exemplo. Nesse caso, se comprovado cientificamente que o delito aconteceu devido à
5dependência que retirou do autor a capacidade de crítica e _________¹, o juiz pode
considerar o indivíduo irresponsável pelo crime — ou seja, o delito lhe é inimputável.
Em vez de sentença penal condenatória é aplicada, então, medida de segurança
com encaminhamento a hospital de custódia.
Quanto à internação involuntária: o dependente químico, mesmo já colocando em
10risco a sua vida e a de outras pessoas, recusa-se a ser internado. Nesse caso, basta
autorização de um médico e de um parente direto para a institucionalização se consumar.
Finalmente, existe a voluntária: o usuário concorda em ir para uma instituição com
a finalidade de ser tratado e largar definitivamente o uso nocivo e abusivo.
Embora seja a mais discutida no País, a chamada Cracolândia, na cidade de São
15Paulo, onde dependentes químicos se drogam dia e noite a céu aberto, não é a única do
Brasil — o assunto aqui abordado tem, portanto, interesse nacional. Ao que se assiste na
capital paulista, porém, é a Prefeitura tomar atitudes com boas intenções (afinal, quer
salvar vidas), mas que terão poucos resultados. Circulam pela Cracolândia traficantes que
deveriam ser presos — basta uma semana de operações e o tráfico acaba. Seria possível,
20então, cuidar dos dependentes que perambulam perdidos em um mundo no qual não mais
percebem o quanto aceleram o próprio passo para a morte.
A Prefeitura defende a internação involuntária de usuários que usam drogas há mais
de cinco anos – nesse espaço de tempo, em se falando de crack, os pulmões estão
lesados.
25 É sabido, no entanto, que internações involuntárias podem ou não surtirem bons
efeitos, e não devem elas estar fundamentadas somente em doenças pulmonares.
A internação não voluntária, importante repetir, vale em situações em que o usuário
coloca em risco a sua vida ou a de terceiros. Esse aspecto registra-se em não mais que
6% dos cerca de seis mil atendimentos feitos anualmente pela Unifesp.
30 É preciso, isso sim, que se enviem médicos especializados diariamente ao local e
que se prendam os traficantes. São necessárias ações de convencimento para tratamentos
ambulatoriais ou internações voluntárias. O problema é de dificílima solução, a Prefeitura
paulistana está empenhada com seriedade e boa vontade em encontrar soluções, mas o
caminho seguido não é o mais adequado.
Disponível em: https://istoe.com.br/drogas-e-tratamentos/. Acesso em 09/02/2023
A partir da leitura do texto podemos afirmar que são modalidades no campo da institucionalização de dependentes químicos:
I. Internação compulsória
II. sentença penal condenatória
III. delito inimputável
IV. Internação involuntária
V. Internação voluntária
Estão corretas as alternativas
Observação: Para as questões que assim necessitarem, há tabelas estatísticas disponibilizadas no final deste caderno.
Para as questões de números 21 a 25, considere a seguinte tabela de distribuição de frequência com perda de informação relativa ao consumo mensal de água, em m3, do quarteirão Q da cidade C, obtida de uma amostra aleatória de residências do local.
TABELA 1
Consumo mensal de água do quarteirão Q da cidade C
Consumo em m3 | Número de residências (fi) |
10 |-----20 | 4 |
20 |-----30 | 6 |
30 |-----40 | 10 |
40 |-----50 | 12 |
50 |-----60 | 8 |
O valor de consumo, em m3, que representa a moda amostral (considerando-se a moda bruta) é: