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Q2752710 Pedagogia

De acordo com Yves La Taille (Limites: três dimensões educacionais), respeitar os conhecimentos espontâneos de uma criança ou jovem significa

Alternativas
Q2752709 Pedagogia

De acordo com Délia Lerner, para concretizar o propósito de formar todos os alunos como praticantes da cultura escrita, é necessário que a escola:

Alternativas
Q2752708 Pedagogia

O artigo 5° da Lei 3.238/2007 trata das unidades e órgãos vinculados à Secretaria Municipal da Educação. Assinale a alternativa que não corresponde a um de tais órgãos:

Alternativas
Q2752707 Pedagogia

Weisz, em “O Diálogo entre Ensono e Aprendizagem”, afirma que o conhecimento avança quando o aprendiz enfrenta questões sobre as quais ainda não havia parado para pensar. A consequência didática dessa afirmativa é que o professor deve:

Alternativas
Q2752695 Português

Um artigo de um jornal chinês, em meados de 1986, descreveu a prisão de um cidadão francês pelos policiais chineses, em plena Praça Tiananmen, em Pequim. Ele estava descontrolado, berrando e fazendo gestos ofensivos aos transeuntes ao redor. As autoridades chinesas processaram-no e enviaram-no de volta ao seu país de origem. Ao chegar em Paris, seu diagnóstico foi síndrome de esgotamento nervoso. Internado numa clínica de repouso, ele levou alguns meses antes de se recuperar e ser liberado. Esse homem se chamava Jacques Pierre. Tinha sido enviado à China, como executivo da Petrofuture International, para negociar um contrato de aproximadamente US$ 500 milhões, e a implementação de uma refinaria petroquímica na China. No dia anterior de sua crise nervosa e deportação para a França, ele estava festejando o difícil acordo do seu negócio. Sem dúvida, o tempo que passou negociando com os chineses foi difícil, tenso e muito confuso. Estava sozinho numa terra de costumes diferentes e de pessoas e relacionamentos totalmente imprevisíveis, usando táticas negociais totalmente inesperadas e desconhecidas. Mas, enfim, o contrato foi finalmente assinado com grandes expectativas de bons lucros para a empresa representada por ele. Mais feliz estava ele por achar que nunca mais teria de voltar para negociar com as maneiras estranhas e enervantes dos chineses. No entanto, havia mais uma pequena nuvem no horizonte. Um senhor chamado Li, um alto funcionário do Ministério das Relações Econômicas e Comerciais do Exterior, telefonou-lhe para marcar uma reunião logo à tarde no seu hotel. Jacques começou a sentir um ódio feroz contra tudo que era de origem chinesa. Os negociadores, a comida, o país, os hotéis e a vida miserável e indeterminada que levava em Pequim. Certa vez, um banqueiro francês o aconselhou: “Na China, você deve saber quando parar ou irá perder tudo, incluindo sua sanidade mental e física”. (CHUNG, Tom. Negociando com a China. São Paulo: Novo Século, 2005, p. 16).

Sobre o uso da crase, assinale a alternativa INCORRETA:

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Q2752694 Português

Um artigo de um jornal chinês, em meados de 1986, descreveu a prisão de um cidadão francês pelos policiais chineses, em plena Praça Tiananmen, em Pequim. Ele estava descontrolado, berrando e fazendo gestos ofensivos aos transeuntes ao redor. As autoridades chinesas processaram-no e enviaram-no de volta ao seu país de origem. Ao chegar em Paris, seu diagnóstico foi síndrome de esgotamento nervoso. Internado numa clínica de repouso, ele levou alguns meses antes de se recuperar e ser liberado. Esse homem se chamava Jacques Pierre. Tinha sido enviado à China, como executivo da Petrofuture International, para negociar um contrato de aproximadamente US$ 500 milhões, e a implementação de uma refinaria petroquímica na China. No dia anterior de sua crise nervosa e deportação para a França, ele estava festejando o difícil acordo do seu negócio. Sem dúvida, o tempo que passou negociando com os chineses foi difícil, tenso e muito confuso. Estava sozinho numa terra de costumes diferentes e de pessoas e relacionamentos totalmente imprevisíveis, usando táticas negociais totalmente inesperadas e desconhecidas. Mas, enfim, o contrato foi finalmente assinado com grandes expectativas de bons lucros para a empresa representada por ele. Mais feliz estava ele por achar que nunca mais teria de voltar para negociar com as maneiras estranhas e enervantes dos chineses. No entanto, havia mais uma pequena nuvem no horizonte. Um senhor chamado Li, um alto funcionário do Ministério das Relações Econômicas e Comerciais do Exterior, telefonou-lhe para marcar uma reunião logo à tarde no seu hotel. Jacques começou a sentir um ódio feroz contra tudo que era de origem chinesa. Os negociadores, a comida, o país, os hotéis e a vida miserável e indeterminada que levava em Pequim. Certa vez, um banqueiro francês o aconselhou: “Na China, você deve saber quando parar ou irá perder tudo, incluindo sua sanidade mental e física”. (CHUNG, Tom. Negociando com a China. São Paulo: Novo Século, 2005, p. 16).

Observe a seguinte oração:

João enfrentou congestionamento no trânsito e perdeu o início da reunião.

Pode-se afirmar que as duas orações estão unidas pela _______ “e”.

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Q2752693 Português

Um artigo de um jornal chinês, em meados de 1986, descreveu a prisão de um cidadão francês pelos policiais chineses, em plena Praça Tiananmen, em Pequim. Ele estava descontrolado, berrando e fazendo gestos ofensivos aos transeuntes ao redor. As autoridades chinesas processaram-no e enviaram-no de volta ao seu país de origem. Ao chegar em Paris, seu diagnóstico foi síndrome de esgotamento nervoso. Internado numa clínica de repouso, ele levou alguns meses antes de se recuperar e ser liberado. Esse homem se chamava Jacques Pierre. Tinha sido enviado à China, como executivo da Petrofuture International, para negociar um contrato de aproximadamente US$ 500 milhões, e a implementação de uma refinaria petroquímica na China. No dia anterior de sua crise nervosa e deportação para a França, ele estava festejando o difícil acordo do seu negócio. Sem dúvida, o tempo que passou negociando com os chineses foi difícil, tenso e muito confuso. Estava sozinho numa terra de costumes diferentes e de pessoas e relacionamentos totalmente imprevisíveis, usando táticas negociais totalmente inesperadas e desconhecidas. Mas, enfim, o contrato foi finalmente assinado com grandes expectativas de bons lucros para a empresa representada por ele. Mais feliz estava ele por achar que nunca mais teria de voltar para negociar com as maneiras estranhas e enervantes dos chineses. No entanto, havia mais uma pequena nuvem no horizonte. Um senhor chamado Li, um alto funcionário do Ministério das Relações Econômicas e Comerciais do Exterior, telefonou-lhe para marcar uma reunião logo à tarde no seu hotel. Jacques começou a sentir um ódio feroz contra tudo que era de origem chinesa. Os negociadores, a comida, o país, os hotéis e a vida miserável e indeterminada que levava em Pequim. Certa vez, um banqueiro francês o aconselhou: “Na China, você deve saber quando parar ou irá perder tudo, incluindo sua sanidade mental e física”. (CHUNG, Tom. Negociando com a China. São Paulo: Novo Século, 2005, p. 16).

“Na China, você deve saber quando parar ou irá perder tudo, incluindo sua sanidade mental e física”. Que nome se dá a esses sinais usados pelo autor antes e depois da oração?

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Q2752691 Português

Um artigo de um jornal chinês, em meados de 1986, descreveu a prisão de um cidadão francês pelos policiais chineses, em plena Praça Tiananmen, em Pequim. Ele estava descontrolado, berrando e fazendo gestos ofensivos aos transeuntes ao redor. As autoridades chinesas processaram-no e enviaram-no de volta ao seu país de origem. Ao chegar em Paris, seu diagnóstico foi síndrome de esgotamento nervoso. Internado numa clínica de repouso, ele levou alguns meses antes de se recuperar e ser liberado. Esse homem se chamava Jacques Pierre. Tinha sido enviado à China, como executivo da Petrofuture International, para negociar um contrato de aproximadamente US$ 500 milhões, e a implementação de uma refinaria petroquímica na China. No dia anterior de sua crise nervosa e deportação para a França, ele estava festejando o difícil acordo do seu negócio. Sem dúvida, o tempo que passou negociando com os chineses foi difícil, tenso e muito confuso. Estava sozinho numa terra de costumes diferentes e de pessoas e relacionamentos totalmente imprevisíveis, usando táticas negociais totalmente inesperadas e desconhecidas. Mas, enfim, o contrato foi finalmente assinado com grandes expectativas de bons lucros para a empresa representada por ele. Mais feliz estava ele por achar que nunca mais teria de voltar para negociar com as maneiras estranhas e enervantes dos chineses. No entanto, havia mais uma pequena nuvem no horizonte. Um senhor chamado Li, um alto funcionário do Ministério das Relações Econômicas e Comerciais do Exterior, telefonou-lhe para marcar uma reunião logo à tarde no seu hotel. Jacques começou a sentir um ódio feroz contra tudo que era de origem chinesa. Os negociadores, a comida, o país, os hotéis e a vida miserável e indeterminada que levava em Pequim. Certa vez, um banqueiro francês o aconselhou: “Na China, você deve saber quando parar ou irá perder tudo, incluindo sua sanidade mental e física”. (CHUNG, Tom. Negociando com a China. São Paulo: Novo Século, 2005, p. 16).

O verbo “descrever”, utilizado na segunda linha do texto, possui forma:

Alternativas
Q2752690 Português

Um artigo de um jornal chinês, em meados de 1986, descreveu a prisão de um cidadão francês pelos policiais chineses, em plena Praça Tiananmen, em Pequim. Ele estava descontrolado, berrando e fazendo gestos ofensivos aos transeuntes ao redor. As autoridades chinesas processaram-no e enviaram-no de volta ao seu país de origem. Ao chegar em Paris, seu diagnóstico foi síndrome de esgotamento nervoso. Internado numa clínica de repouso, ele levou alguns meses antes de se recuperar e ser liberado. Esse homem se chamava Jacques Pierre. Tinha sido enviado à China, como executivo da Petrofuture International, para negociar um contrato de aproximadamente US$ 500 milhões, e a implementação de uma refinaria petroquímica na China. No dia anterior de sua crise nervosa e deportação para a França, ele estava festejando o difícil acordo do seu negócio. Sem dúvida, o tempo que passou negociando com os chineses foi difícil, tenso e muito confuso. Estava sozinho numa terra de costumes diferentes e de pessoas e relacionamentos totalmente imprevisíveis, usando táticas negociais totalmente inesperadas e desconhecidas. Mas, enfim, o contrato foi finalmente assinado com grandes expectativas de bons lucros para a empresa representada por ele. Mais feliz estava ele por achar que nunca mais teria de voltar para negociar com as maneiras estranhas e enervantes dos chineses. No entanto, havia mais uma pequena nuvem no horizonte. Um senhor chamado Li, um alto funcionário do Ministério das Relações Econômicas e Comerciais do Exterior, telefonou-lhe para marcar uma reunião logo à tarde no seu hotel. Jacques começou a sentir um ódio feroz contra tudo que era de origem chinesa. Os negociadores, a comida, o país, os hotéis e a vida miserável e indeterminada que levava em Pequim. Certa vez, um banqueiro francês o aconselhou: “Na China, você deve saber quando parar ou irá perder tudo, incluindo sua sanidade mental e física”. (CHUNG, Tom. Negociando com a China. São Paulo: Novo Século, 2005, p. 16).

Segundo o autor do texto:

Alternativas
Q2752669 Química

Assinale a alternativa INCORRETA:

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Q2752668 Química

Considerando-se o uso da balança de precisão em laboratórios, pode-se afirmar que:

Alternativas
Q2752665 Química

Analise as assertivas abaixo, relacionadas ao controle de estoque de materiais utilizados no laboratório:


I. Sempre observar o princípio de que o primeiro item a entrar deve ser o último item a sair do estoque.

II. Exames de rotina devem ter seus reagentes checados de maneira mais intensiva para garantir que não haja falta de insumos no estoque do laboratório.

III. Laboratórios de médio e grande porte necessitam de softwares para a gerência de seus estoques com precisão.


Com base nessas assertivas, podemos afirmar que:

Alternativas
Q2752664 Química

Em relação aos produtos utilizados para desinfecção de materiais de laboratório, podemos afirmar que:

Alternativas
Q2752663 Química

São exemplos de produtos químicos inflamáveis comumente presentes em reagentes de laboratórios:

Alternativas
Q2752660 Química

Sobre a vidraria utilizada em laboratório, assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2752657 Química

Considerando-se os protocolos de limpeza, desinfecção e esterilização de materiais de laboratório, é INCORRETO afirmar que:

Alternativas
Q2752656 Segurança e Saúde no Trabalho

Sobre a segurança no trabalho, analise as seguintes assertivas:


I. A segurança no trabalho visa minimizar acidentes e doenças ocupacionais, de forma a proteger o trabalhador.

II. A regulamentação sobre resíduos potencialmente perigosos em saúde está relacionada à segurança no trabalho.

III. O gerenciamento de ações em saúde e segurança é uma forma de executar a segurança no trabalho.


Considerando as assertivas apresentadas acima, é CORRETO afirmar que:

Alternativas
Q2752655 Química

Sobre os materiais de uso cotidiano no laboratório, assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2748425 Direito Administrativo

São públicos os bens de domínio nacional pertencentes às pessoas jurídicas de direito público interno. No que diz respeito à permuta, em que condições ela é permitida?

Alternativas
Q2748421 Direito Administrativo

Contratos Administrativos são ajustes que a Administração, nessa qualidade, celebra com pessoas físicas, jurídicas e públicas. Com quem mais os contratos administrativos podem ser celebrados?

Alternativas
Respostas
7001: A
7002: B
7003: B
7004: C
7005: D
7006: A
7007: B
7008: A
7009: C
7010: D
7011: B
7012: C
7013: A
7014: B
7015: B
7016: B
7017: A
7018: C
7019: C
7020: A