Questões de Concurso
Para fcm
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Na oração “Você não quer contar esta história para seus filhos, quer?”, a figura de construção presente é
Pomar do cerrado
Quando visitou Brasília na década de 1970, Clarice Lispector escreveu que as árvores da nova capital eram mirradinhas e pareciam de plástico. Mas se ela voltasse à cidade nos dias de hoje ficaria surpresa. As árvores floresceram, se tornaram frondosas, abrigam sombras, produzem flores e frutos. É possível fazer até um calendário floral.
A Novacap plantou muitas espécies, estrangeiras, que se aclimataram à região e, por assim dizer, ganharam cidadania cerratense. Além disso, os brasilienses de outros estados também pontilharam Brasília de mangueiras, amoreiras, jaqueiras, pitangueiras, abacateiros, entre outros. Cada um introduziu a fruta preferida de sua região.
Então, é uma criação coletiva que contribuiu para consolidar a cidade-parque. Apanhei muitas frutas para os meus filhos quando eram pequenos. Era uma festa topar com as amoreiras do Eixão aos domingos. Esse é um dos aspectos mais singulares e agradáveis da cidade. O biólogo e pesquisador Marcelo Kuhlman é apaixonado por qualquer espécie de planta e nada tem contra o plantio de árvores exóticas em áreas urbanas e reverencia a cidade-parque, mas levanta uma questão importante: a maior ameaça ao cerrado é o desconhecimento e a desvalorização. Por isso, ele propõe que sejam plantadas árvores frutíferas nativas no Plano Piloto e nas cidades-satélites.
Espécies nativas de frutos do cerrado possuem a vantagem de já estarem adaptadas ao clima e ao solo local, são riquíssimas em nutrientes e ainda servem de alimento para a fauna nativa, como diversas espécies de aves, argumenta Kuhlman. E continua: o plantio de espécies como pequi, mangaba, araticum, jatobá, cagaita, murici e bacupari em áreas urbanas também valorizaria a flora local, que é um patrimônio genético e cultural da nossa região. Se a população desconhece as plantas que estão no seu quintal, a tendência é de que essas espécies caiam no esquecimento.
Realmente, nos tempos de criança e adolescente, bastava dar um passo que eu estava em pleno cerrado. Catei muito pequi, cajuzinho, araticum e cagaita. Mas, agora, compro pequi à beira da estrada e, quando pergunto de onde vem, quase sempre a resposta é: de Minas Gerais. Com o crescimento urbano desordenado, essas espécies desapareceram das cercanias de Brasília.
Atualmente, só é possível uma imersão no cerrado em áreas restritas como o Jardim Botânico ou o Parque Nacional. Seria preciso estender o acesso a todos os brasilienses. É necessário haver envolvimento da população em geral para que se possa despertar o interesse das pessoas e reconhecermos que a conservação do cerrado e das suas espécies depende de todos nós, diz Kuhlman sobre a utopia de transformar Brasília em cidade-pomar.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2019/12/22/interna_cidadesdf,815959/cronica-da-cidade.shtml. Adaptado.
A esse respeito, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre as orações sublinhadas.
( ) Em “Apanhei muitas frutas para os meus filhos quando eram pequenos.”, há uma oração adverbial temporal. ( ) Na passagem “Então, é uma criação coletiva que contribuiu para consolidar a cidade-parque.”, a oração subordinada é adjetiva explicativa. ( ) A oração “É necessário haver envolvimento da população em geral para que se possa despertar o interesse das pessoas” é subordinada adverbial final. ( ) A oração subordinada “ele propõe que sejam plantadas árvores frutíferas nativas no Plano Piloto e nas cidades-satélites.” classifica-se como substantiva subjetiva.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é
Pomar do cerrado
Quando visitou Brasília na década de 1970, Clarice Lispector escreveu que as árvores da nova capital eram mirradinhas e pareciam de plástico. Mas se ela voltasse à cidade nos dias de hoje ficaria surpresa. As árvores floresceram, se tornaram frondosas, abrigam sombras, produzem flores e frutos. É possível fazer até um calendário floral.
A Novacap plantou muitas espécies, estrangeiras, que se aclimataram à região e, por assim dizer, ganharam cidadania cerratense. Além disso, os brasilienses de outros estados também pontilharam Brasília de mangueiras, amoreiras, jaqueiras, pitangueiras, abacateiros, entre outros. Cada um introduziu a fruta preferida de sua região.
Então, é uma criação coletiva que contribuiu para consolidar a cidade-parque. Apanhei muitas frutas para os meus filhos quando eram pequenos. Era uma festa topar com as amoreiras do Eixão aos domingos. Esse é um dos aspectos mais singulares e agradáveis da cidade. O biólogo e pesquisador Marcelo Kuhlman é apaixonado por qualquer espécie de planta e nada tem contra o plantio de árvores exóticas em áreas urbanas e reverencia a cidade-parque, mas levanta uma questão importante: a maior ameaça ao cerrado é o desconhecimento e a desvalorização. Por isso, ele propõe que sejam plantadas árvores frutíferas nativas no Plano Piloto e nas cidades-satélites.
Espécies nativas de frutos do cerrado possuem a vantagem de já estarem adaptadas ao clima e ao solo local, são riquíssimas em nutrientes e ainda servem de alimento para a fauna nativa, como diversas espécies de aves, argumenta Kuhlman. E continua: o plantio de espécies como pequi, mangaba, araticum, jatobá, cagaita, murici e bacupari em áreas urbanas também valorizaria a flora local, que é um patrimônio genético e cultural da nossa região. Se a população desconhece as plantas que estão no seu quintal, a tendência é de que essas espécies caiam no esquecimento.
Realmente, nos tempos de criança e adolescente, bastava dar um passo que eu estava em pleno cerrado. Catei muito pequi, cajuzinho, araticum e cagaita. Mas, agora, compro pequi à beira da estrada e, quando pergunto de onde vem, quase sempre a resposta é: de Minas Gerais. Com o crescimento urbano desordenado, essas espécies desapareceram das cercanias de Brasília.
Atualmente, só é possível uma imersão no cerrado em áreas restritas como o Jardim Botânico ou o Parque Nacional. Seria preciso estender o acesso a todos os brasilienses. É necessário haver envolvimento da população em geral para que se possa despertar o interesse das pessoas e reconhecermos que a conservação do cerrado e das suas espécies depende de todos nós, diz Kuhlman sobre a utopia de transformar Brasília em cidade-pomar.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2019/12/22/interna_cidadesdf,815959/cronica-da-cidade.shtml. Adaptado.
I – Empregou-se o hífen em “cidade-parque” por se tratar de uma locução substantiva, diferentemente, do hífen em “cidades-satélites”
PORQUE,
II – nesta última palavra, o emprego se refere a um composto adjetivo.
Sobre as asserções, é correto afirmar que
Pomar do cerrado
Quando visitou Brasília na década de 1970, Clarice Lispector escreveu que as árvores da nova capital eram mirradinhas e pareciam de plástico. Mas se ela voltasse à cidade nos dias de hoje ficaria surpresa. As árvores floresceram, se tornaram frondosas, abrigam sombras, produzem flores e frutos. É possível fazer até um calendário floral.
A Novacap plantou muitas espécies, estrangeiras, que se aclimataram à região e, por assim dizer, ganharam cidadania cerratense. Além disso, os brasilienses de outros estados também pontilharam Brasília de mangueiras, amoreiras, jaqueiras, pitangueiras, abacateiros, entre outros. Cada um introduziu a fruta preferida de sua região.
Então, é uma criação coletiva que contribuiu para consolidar a cidade-parque. Apanhei muitas frutas para os meus filhos quando eram pequenos. Era uma festa topar com as amoreiras do Eixão aos domingos. Esse é um dos aspectos mais singulares e agradáveis da cidade. O biólogo e pesquisador Marcelo Kuhlman é apaixonado por qualquer espécie de planta e nada tem contra o plantio de árvores exóticas em áreas urbanas e reverencia a cidade-parque, mas levanta uma questão importante: a maior ameaça ao cerrado é o desconhecimento e a desvalorização. Por isso, ele propõe que sejam plantadas árvores frutíferas nativas no Plano Piloto e nas cidades-satélites.
Espécies nativas de frutos do cerrado possuem a vantagem de já estarem adaptadas ao clima e ao solo local, são riquíssimas em nutrientes e ainda servem de alimento para a fauna nativa, como diversas espécies de aves, argumenta Kuhlman. E continua: o plantio de espécies como pequi, mangaba, araticum, jatobá, cagaita, murici e bacupari em áreas urbanas também valorizaria a flora local, que é um patrimônio genético e cultural da nossa região. Se a população desconhece as plantas que estão no seu quintal, a tendência é de que essas espécies caiam no esquecimento.
Realmente, nos tempos de criança e adolescente, bastava dar um passo que eu estava em pleno cerrado. Catei muito pequi, cajuzinho, araticum e cagaita. Mas, agora, compro pequi à beira da estrada e, quando pergunto de onde vem, quase sempre a resposta é: de Minas Gerais. Com o crescimento urbano desordenado, essas espécies desapareceram das cercanias de Brasília.
Atualmente, só é possível uma imersão no cerrado em áreas restritas como o Jardim Botânico ou o Parque Nacional. Seria preciso estender o acesso a todos os brasilienses. É necessário haver envolvimento da população em geral para que se possa despertar o interesse das pessoas e reconhecermos que a conservação do cerrado e das suas espécies depende de todos nós, diz Kuhlman sobre a utopia de transformar Brasília em cidade-pomar.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2019/12/22/interna_cidadesdf,815959/cronica-da-cidade.shtml. Adaptado.
A esse fenômeno linguístico dá-se o nome de
Pomar do cerrado
Quando visitou Brasília na década de 1970, Clarice Lispector escreveu que as árvores da nova capital eram mirradinhas e pareciam de plástico. Mas se ela voltasse à cidade nos dias de hoje ficaria surpresa. As árvores floresceram, se tornaram frondosas, abrigam sombras, produzem flores e frutos. É possível fazer até um calendário floral.
A Novacap plantou muitas espécies, estrangeiras, que se aclimataram à região e, por assim dizer, ganharam cidadania cerratense. Além disso, os brasilienses de outros estados também pontilharam Brasília de mangueiras, amoreiras, jaqueiras, pitangueiras, abacateiros, entre outros. Cada um introduziu a fruta preferida de sua região.
Então, é uma criação coletiva que contribuiu para consolidar a cidade-parque. Apanhei muitas frutas para os meus filhos quando eram pequenos. Era uma festa topar com as amoreiras do Eixão aos domingos. Esse é um dos aspectos mais singulares e agradáveis da cidade. O biólogo e pesquisador Marcelo Kuhlman é apaixonado por qualquer espécie de planta e nada tem contra o plantio de árvores exóticas em áreas urbanas e reverencia a cidade-parque, mas levanta uma questão importante: a maior ameaça ao cerrado é o desconhecimento e a desvalorização. Por isso, ele propõe que sejam plantadas árvores frutíferas nativas no Plano Piloto e nas cidades-satélites.
Espécies nativas de frutos do cerrado possuem a vantagem de já estarem adaptadas ao clima e ao solo local, são riquíssimas em nutrientes e ainda servem de alimento para a fauna nativa, como diversas espécies de aves, argumenta Kuhlman. E continua: o plantio de espécies como pequi, mangaba, araticum, jatobá, cagaita, murici e bacupari em áreas urbanas também valorizaria a flora local, que é um patrimônio genético e cultural da nossa região. Se a população desconhece as plantas que estão no seu quintal, a tendência é de que essas espécies caiam no esquecimento.
Realmente, nos tempos de criança e adolescente, bastava dar um passo que eu estava em pleno cerrado. Catei muito pequi, cajuzinho, araticum e cagaita. Mas, agora, compro pequi à beira da estrada e, quando pergunto de onde vem, quase sempre a resposta é: de Minas Gerais. Com o crescimento urbano desordenado, essas espécies desapareceram das cercanias de Brasília.
Atualmente, só é possível uma imersão no cerrado em áreas restritas como o Jardim Botânico ou o Parque Nacional. Seria preciso estender o acesso a todos os brasilienses. É necessário haver envolvimento da população em geral para que se possa despertar o interesse das pessoas e reconhecermos que a conservação do cerrado e das suas espécies depende de todos nós, diz Kuhlman sobre a utopia de transformar Brasília em cidade-pomar.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2019/12/22/interna_cidadesdf,815959/cronica-da-cidade.shtml. Adaptado.
Segundo Araújo (1996), o enfesto é realizado de acordo com as características do tecido; devido a isso, utilizam-se diferentes métodos de enfestar.
Analise as afirmações a seguir sobre as várias técnicas de enfesto.
I - A técnica de direito com direito em sentidos opostos ou zigue-zague se aplica a peças simétricas cortadas de tecido ou desenho sem sentido preferencial.
II - No método direito com avesso (correr em um sentido), o tecido só é estendido durante metade do tempo reservado para a operação, ou seja, só é aproveitada a ida da máquina de enfestar, que resulta em uma parte de cada peça, direita ou esquerda.
III - O método direito com avesso (correr em sentidos opostos) é utilizado para peças simétricas, em que há restrições de correr ou de direção do desenho dentro da mesma peça, mas não entre peças.
IV - O método direito com direito (correr em um sentido em todos os pares) aplica-se a peças simétricas, cujos requisitos de desenho ou de correr são iguais para todas as peças.
V - O método direito com direito (correr em um sentido dentro de cada par) é utilizado para peças assimétricas, em que o correr ou o desenho de cada peça tem que ser casado.
Está correto apenas o que se afirma em:
Numere as tarefas a seguir, que descrevem corretamente a sequência operacional de montagem de uma camiseta básica, do primeiro ao último.
( ) unir ombro.
( ) unir gola.
( ) pregar gola com etiqueta no degolo traseiro.
( ) pregar mangas.
( ) fechar laterais.
( ) fazer barra de manga e corpo.
A sequência correta dessa numeração é:
( ) O ponto classe 100 é formado por uma ou mais linhas aparentes apenas em um lado do tecido. Geralmente, é utilizado para fazer ponto invisível.
( ) O ponto classe 200 é conhecido por ser formado manualmente por uma ou mais linhas, e hoje é possível produzir esse tipo de ponto em máquinas.
( ) O ponto classe 300 é formado por uma ou mais agulhas que se entrelaçam; uma linha da agulha, ao ser introduzida no tecido, encontra a bobina e estas se interligam formando o ponto por meio de uma lançadeira que se encontra na parte inferior.
( ) O ponto classe 100 é também conhecido como ponto falso que ocorre quando a agulha não apanha a linha da lançadeira, provocando defeito e enfraquecimento da costura.
( ) O ponto classe 200 é conhecido por linhas de pontos presos.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é:
As imagens a seguir representam tecnicamente diferentes tipos de pontos de costura e tecidos.

A sequência que apresenta a correspondência correta entre a imagem e sua classificação é:
Preencha as lacunas do texto a seguir, a respeito dos tipos de agulhas e sua aplicação.
I - Agulha de ponta ________________: indicada para fibras fechadas como lycra e tecidos finos, como seda, chiffon ou nylon.
II - Agulha de ponta ________________: indicada para tecidos pesados de fibras densas e traçados apertados, como a sarja de algodão.
III - Agulha de ponta ________________: indicada para fibras fechadas, médias e grossas, como o brim.
A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é:
Considerando-se essa questão, relacione os tipos de máquinas às suas respectivas funções.
TIPOS DE MÁQUINAS
1 - Galoneira 2 - Overloque 3 - Interloque 4 - Reta industrial 5 - Pespontadeira ou duas agulhas
FUNÇÕES
( ) Utilizada para agilizar os processos de confecção, pois permite obter o ponto da máquina reta e o ponto da overloque ao mesmo tempo.
( ) É utilizada para fazer pesponto duplo ou triplo em artigos jeans e em outros tecidos com a mesma característica.
( ) Empregada para dar acabamento em peças feitas em tecido plano para evitar que desfiem. É utilizada, também, na costura de peças em malha.
( ) É empregada na confecção da maioria das peças do vestuário. Além de costurar reto e ter a função de unir as partes de uma peça, conta com uma variedade de acessórios, que lhe permitem a função de colocar viés, vivo, elástico e zíper nas peças.
( ) Utilizada para fazer acabamento em artigos de malha de qualquer segmento, é muito usada na fabricação de lingerie.
A sequência correta dessa associação é:
( ) Marque linhas de corte, de tamanhos iguais, em uma das metades do molde da saia.
( ) Divida o molde básico em duas partes iguais, da bainha à cintura.
( ) Corte as linhas, da bainha à cintura.
( ) Abra os cortes com espaçamentos iguais entre os recortes, para gerar volume.
A sequência correta dessa numeração é:
Analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I - De acordo com Baxter (2000, p. 243), “(…) o protótipo significa, literalmente, ‘o primeiro de um tipo’”. Por essa razão, a sua construção é sempre indispensável e este, obrigatoriamente, deve ser construído com os mesmos materiais e com as mesmas funcionalidades do produto final
PORQUE,
II - no projeto de produto, o protótipo diz respeito tanto à representação física do produto que será produzido industrialmente quanto àquela construída com o objetivo de realizar testes físicos.
Sobre as asserções, é correto afirmar que:
( ) A metodologia da prova da roupa significa cortar e costurar a peça em tecido original e uma pessoa veste a peça; por meio de alfinetes, delimita-se a forma do corpo, que servirá de base para a produção em série.
( ) No método que utiliza manequim de prova delimitado com linhas de construção do corpo, molda-se o corpo com o tecido, fixando com alfinetes em cima das linhas demarcadas no busto técnico, para alcançar a forma do modelo desejado.
( ) Na modelagem tridimensional direta no corpo humano molda-se uma peça de vestuário diretamente sobre o corpo humano.
( ) Ao adotar a técnica da modelagem tridimensional no manequim de prova, o estilista insere e posiciona o tecido segundo sua inspiração, isto é, ele cria e molda suas roupas de modo mais livre, de acordo com a sua imaginação.
Segundo as afirmações, a sequência correta é:
Para realizar este processo é necessário fazer a seguinte operação:
