Questões de Concurso Para fcm

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Q2066838 Português


                                        

“As figuras de construção ou de sintaxe são caracterizadas pelas transformações que causam na estrutura regular das orações por meio do deslocamento, da repetição ou da omissão de termos que constituem a frase” (BUENO, 2014, p. 570).
Na oração “Você não quer contar esta história para seus filhos, quer?”, a figura de construção presente é
Alternativas
Q2066837 Português


                                        

Os recursos intertextuais empregados na charge são, fundamentalmente,
Alternativas
Q2066836 Português

Pomar do cerrado


          Quando visitou Brasília na década de 1970, Clarice Lispector escreveu que as árvores da nova capital eram mirradinhas e pareciam de plástico. Mas se ela voltasse à cidade nos dias de hoje ficaria surpresa. As árvores floresceram, se tornaram frondosas, abrigam sombras, produzem flores e frutos. É possível fazer até um calendário floral.

       A Novacap plantou muitas espécies, estrangeiras, que se aclimataram à região e, por assim dizer, ganharam cidadania cerratense. Além disso, os brasilienses de outros estados também pontilharam Brasília de mangueiras, amoreiras, jaqueiras, pitangueiras, abacateiros, entre outros. Cada um introduziu a fruta preferida de sua região.

       Então, é uma criação coletiva que contribuiu para consolidar a cidade-parque. Apanhei muitas frutas para os meus filhos quando eram pequenos. Era uma festa topar com as amoreiras do Eixão aos domingos. Esse é um dos aspectos mais singulares e agradáveis da cidade. O biólogo e pesquisador Marcelo Kuhlman é apaixonado por qualquer espécie de planta e nada tem contra o plantio de árvores exóticas em áreas urbanas e reverencia a cidade-parque, mas levanta uma questão importante: a maior ameaça ao cerrado é o desconhecimento e a desvalorização. Por isso, ele propõe que sejam plantadas árvores frutíferas nativas no Plano Piloto e nas cidades-satélites.

        Espécies nativas de frutos do cerrado possuem a vantagem de já estarem adaptadas ao clima e ao solo local, são riquíssimas em nutrientes e ainda servem de alimento para a fauna nativa, como diversas espécies de aves, argumenta Kuhlman. E continua: o plantio de espécies como pequi, mangaba, araticum, jatobá, cagaita, murici e bacupari em áreas urbanas também valorizaria a flora local, que é um patrimônio genético e cultural da nossa região. Se a população desconhece as plantas que estão no seu quintal, a tendência é de que essas espécies caiam no esquecimento.

     Realmente, nos tempos de criança e adolescente, bastava dar um passo que eu estava em pleno cerrado. Catei muito pequi, cajuzinho, araticum e cagaita. Mas, agora, compro pequi à beira da estrada e, quando pergunto de onde vem, quase sempre a resposta é: de Minas Gerais. Com o crescimento urbano desordenado, essas espécies desapareceram das cercanias de Brasília.

        Atualmente, só é possível uma imersão no cerrado em áreas restritas como o Jardim Botânico ou o Parque Nacional. Seria preciso estender o acesso a todos os brasilienses. É necessário haver envolvimento da população em geral para que se possa despertar o interesse das pessoas e reconhecermos que a conservação do cerrado e das suas espécies depende de todos nós, diz Kuhlman sobre a utopia de transformar Brasília em cidade-pomar.

Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2019/12/22/interna_cidadesdf,815959/cronica-da-cidade.shtml. Adaptado.

Na subordinação, há orações que dependem sintaticamente de outras, isto é, que são termos de outras.

A esse respeito, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre as orações sublinhadas.
( ) Em “Apanhei muitas frutas para os meus filhos quando eram pequenos.”, há uma oração adverbial temporal. ( ) Na passagem “Então, é uma criação coletiva que contribuiu para consolidar a cidade-parque.”, a oração subordinada é adjetiva explicativa. ( ) A oração “É necessário haver envolvimento da população em geral para que se possa despertar o interesse das pessoas” é subordinada adverbial final. ( ) A oração subordinada “ele propõe que sejam plantadas árvores frutíferas nativas no Plano Piloto e nas cidades-satélites.” classifica-se como substantiva subjetiva.

De acordo com as afirmações, a sequência correta é 
Alternativas
Q2066835 Português

Pomar do cerrado


          Quando visitou Brasília na década de 1970, Clarice Lispector escreveu que as árvores da nova capital eram mirradinhas e pareciam de plástico. Mas se ela voltasse à cidade nos dias de hoje ficaria surpresa. As árvores floresceram, se tornaram frondosas, abrigam sombras, produzem flores e frutos. É possível fazer até um calendário floral.

       A Novacap plantou muitas espécies, estrangeiras, que se aclimataram à região e, por assim dizer, ganharam cidadania cerratense. Além disso, os brasilienses de outros estados também pontilharam Brasília de mangueiras, amoreiras, jaqueiras, pitangueiras, abacateiros, entre outros. Cada um introduziu a fruta preferida de sua região.

       Então, é uma criação coletiva que contribuiu para consolidar a cidade-parque. Apanhei muitas frutas para os meus filhos quando eram pequenos. Era uma festa topar com as amoreiras do Eixão aos domingos. Esse é um dos aspectos mais singulares e agradáveis da cidade. O biólogo e pesquisador Marcelo Kuhlman é apaixonado por qualquer espécie de planta e nada tem contra o plantio de árvores exóticas em áreas urbanas e reverencia a cidade-parque, mas levanta uma questão importante: a maior ameaça ao cerrado é o desconhecimento e a desvalorização. Por isso, ele propõe que sejam plantadas árvores frutíferas nativas no Plano Piloto e nas cidades-satélites.

        Espécies nativas de frutos do cerrado possuem a vantagem de já estarem adaptadas ao clima e ao solo local, são riquíssimas em nutrientes e ainda servem de alimento para a fauna nativa, como diversas espécies de aves, argumenta Kuhlman. E continua: o plantio de espécies como pequi, mangaba, araticum, jatobá, cagaita, murici e bacupari em áreas urbanas também valorizaria a flora local, que é um patrimônio genético e cultural da nossa região. Se a população desconhece as plantas que estão no seu quintal, a tendência é de que essas espécies caiam no esquecimento.

     Realmente, nos tempos de criança e adolescente, bastava dar um passo que eu estava em pleno cerrado. Catei muito pequi, cajuzinho, araticum e cagaita. Mas, agora, compro pequi à beira da estrada e, quando pergunto de onde vem, quase sempre a resposta é: de Minas Gerais. Com o crescimento urbano desordenado, essas espécies desapareceram das cercanias de Brasília.

        Atualmente, só é possível uma imersão no cerrado em áreas restritas como o Jardim Botânico ou o Parque Nacional. Seria preciso estender o acesso a todos os brasilienses. É necessário haver envolvimento da população em geral para que se possa despertar o interesse das pessoas e reconhecermos que a conservação do cerrado e das suas espécies depende de todos nós, diz Kuhlman sobre a utopia de transformar Brasília em cidade-pomar.

Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2019/12/22/interna_cidadesdf,815959/cronica-da-cidade.shtml. Adaptado.

Sobre o emprego do hífen, analise as afirmações a seguir e a relação proposta entre elas.
I – Empregou-se o hífen em “cidade-parque” por se tratar de uma locução substantiva, diferentemente, do hífen em “cidades-satélites”
PORQUE,
II – nesta última palavra, o emprego se refere a um composto adjetivo.

Sobre as asserções, é correto afirmar que
Alternativas
Q2066834 Português

Pomar do cerrado


          Quando visitou Brasília na década de 1970, Clarice Lispector escreveu que as árvores da nova capital eram mirradinhas e pareciam de plástico. Mas se ela voltasse à cidade nos dias de hoje ficaria surpresa. As árvores floresceram, se tornaram frondosas, abrigam sombras, produzem flores e frutos. É possível fazer até um calendário floral.

       A Novacap plantou muitas espécies, estrangeiras, que se aclimataram à região e, por assim dizer, ganharam cidadania cerratense. Além disso, os brasilienses de outros estados também pontilharam Brasília de mangueiras, amoreiras, jaqueiras, pitangueiras, abacateiros, entre outros. Cada um introduziu a fruta preferida de sua região.

       Então, é uma criação coletiva que contribuiu para consolidar a cidade-parque. Apanhei muitas frutas para os meus filhos quando eram pequenos. Era uma festa topar com as amoreiras do Eixão aos domingos. Esse é um dos aspectos mais singulares e agradáveis da cidade. O biólogo e pesquisador Marcelo Kuhlman é apaixonado por qualquer espécie de planta e nada tem contra o plantio de árvores exóticas em áreas urbanas e reverencia a cidade-parque, mas levanta uma questão importante: a maior ameaça ao cerrado é o desconhecimento e a desvalorização. Por isso, ele propõe que sejam plantadas árvores frutíferas nativas no Plano Piloto e nas cidades-satélites.

        Espécies nativas de frutos do cerrado possuem a vantagem de já estarem adaptadas ao clima e ao solo local, são riquíssimas em nutrientes e ainda servem de alimento para a fauna nativa, como diversas espécies de aves, argumenta Kuhlman. E continua: o plantio de espécies como pequi, mangaba, araticum, jatobá, cagaita, murici e bacupari em áreas urbanas também valorizaria a flora local, que é um patrimônio genético e cultural da nossa região. Se a população desconhece as plantas que estão no seu quintal, a tendência é de que essas espécies caiam no esquecimento.

     Realmente, nos tempos de criança e adolescente, bastava dar um passo que eu estava em pleno cerrado. Catei muito pequi, cajuzinho, araticum e cagaita. Mas, agora, compro pequi à beira da estrada e, quando pergunto de onde vem, quase sempre a resposta é: de Minas Gerais. Com o crescimento urbano desordenado, essas espécies desapareceram das cercanias de Brasília.

        Atualmente, só é possível uma imersão no cerrado em áreas restritas como o Jardim Botânico ou o Parque Nacional. Seria preciso estender o acesso a todos os brasilienses. É necessário haver envolvimento da população em geral para que se possa despertar o interesse das pessoas e reconhecermos que a conservação do cerrado e das suas espécies depende de todos nós, diz Kuhlman sobre a utopia de transformar Brasília em cidade-pomar.

Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2019/12/22/interna_cidadesdf,815959/cronica-da-cidade.shtml. Adaptado.

Considerando-se que uma mesma palavra pode apresentar diferentes significados conforme o contexto em que foi empregada, no trecho “Apanhei muitas frutas para os meus filhos quando eram pequenos.”, a palavra sublinhada significa “ajuntar, colher, tomar”. Todavia, em outros contextos, pode ser empregada no sentido de “prender, ser espancado, compreender, entre outros.
A esse fenômeno linguístico dá-se o nome de
Alternativas
Q2066833 Português

Pomar do cerrado


          Quando visitou Brasília na década de 1970, Clarice Lispector escreveu que as árvores da nova capital eram mirradinhas e pareciam de plástico. Mas se ela voltasse à cidade nos dias de hoje ficaria surpresa. As árvores floresceram, se tornaram frondosas, abrigam sombras, produzem flores e frutos. É possível fazer até um calendário floral.

       A Novacap plantou muitas espécies, estrangeiras, que se aclimataram à região e, por assim dizer, ganharam cidadania cerratense. Além disso, os brasilienses de outros estados também pontilharam Brasília de mangueiras, amoreiras, jaqueiras, pitangueiras, abacateiros, entre outros. Cada um introduziu a fruta preferida de sua região.

       Então, é uma criação coletiva que contribuiu para consolidar a cidade-parque. Apanhei muitas frutas para os meus filhos quando eram pequenos. Era uma festa topar com as amoreiras do Eixão aos domingos. Esse é um dos aspectos mais singulares e agradáveis da cidade. O biólogo e pesquisador Marcelo Kuhlman é apaixonado por qualquer espécie de planta e nada tem contra o plantio de árvores exóticas em áreas urbanas e reverencia a cidade-parque, mas levanta uma questão importante: a maior ameaça ao cerrado é o desconhecimento e a desvalorização. Por isso, ele propõe que sejam plantadas árvores frutíferas nativas no Plano Piloto e nas cidades-satélites.

        Espécies nativas de frutos do cerrado possuem a vantagem de já estarem adaptadas ao clima e ao solo local, são riquíssimas em nutrientes e ainda servem de alimento para a fauna nativa, como diversas espécies de aves, argumenta Kuhlman. E continua: o plantio de espécies como pequi, mangaba, araticum, jatobá, cagaita, murici e bacupari em áreas urbanas também valorizaria a flora local, que é um patrimônio genético e cultural da nossa região. Se a população desconhece as plantas que estão no seu quintal, a tendência é de que essas espécies caiam no esquecimento.

     Realmente, nos tempos de criança e adolescente, bastava dar um passo que eu estava em pleno cerrado. Catei muito pequi, cajuzinho, araticum e cagaita. Mas, agora, compro pequi à beira da estrada e, quando pergunto de onde vem, quase sempre a resposta é: de Minas Gerais. Com o crescimento urbano desordenado, essas espécies desapareceram das cercanias de Brasília.

        Atualmente, só é possível uma imersão no cerrado em áreas restritas como o Jardim Botânico ou o Parque Nacional. Seria preciso estender o acesso a todos os brasilienses. É necessário haver envolvimento da população em geral para que se possa despertar o interesse das pessoas e reconhecermos que a conservação do cerrado e das suas espécies depende de todos nós, diz Kuhlman sobre a utopia de transformar Brasília em cidade-pomar.

Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2019/12/22/interna_cidadesdf,815959/cronica-da-cidade.shtml. Adaptado.

Considerando-se a leitura, uma inferência correta sobre o texto é que
Alternativas
Q2062297 Vestuário, Moda e Estilismo
A respeito da prototipagem ou construção da peçapiloto, NÃO está correto afirmar que
Alternativas
Q2062296 Vestuário, Moda e Estilismo

Segundo Araújo (1996), o enfesto é realizado de acordo com as características do tecido; devido a isso, utilizam-se diferentes métodos de enfestar.


Analise as afirmações a seguir sobre as várias técnicas de enfesto.


I - A técnica de direito com direito em sentidos opostos ou zigue-zague se aplica a peças simétricas cortadas de tecido ou desenho sem sentido preferencial.

II - No método direito com avesso (correr em um sentido), o tecido só é estendido durante metade do tempo reservado para a operação, ou seja, só é aproveitada a ida da máquina de enfestar, que resulta em uma parte de cada peça, direita ou esquerda.

III - O método direito com avesso (correr em sentidos opostos) é utilizado para peças simétricas, em que há restrições de correr ou de direção do desenho dentro da mesma peça, mas não entre peças.

IV - O método direito com direito (correr em um sentido em todos os pares) aplica-se a peças simétricas, cujos requisitos de desenho ou de correr são iguais para todas as peças.

V - O método direito com direito (correr em um sentido dentro de cada par) é utilizado para peças assimétricas, em que o correr ou o desenho de cada peça tem que ser casado.


Está correto apenas o que se afirma em:

Alternativas
Q2062295 Vestuário, Moda e Estilismo

Numere as tarefas a seguir, que descrevem corretamente a sequência operacional de montagem de uma camiseta básica, do primeiro ao último.


( ) unir ombro.

( ) unir gola.

( ) pregar gola com etiqueta no degolo traseiro.

( ) pregar mangas.

( ) fechar laterais.

( ) fazer barra de manga e corpo.


A sequência correta dessa numeração é:

Alternativas
Q2062294 Vestuário, Moda e Estilismo
Com relação à função da ficha técnica, NÃO é correto o que se afirma em:
Alternativas
Q2062293 Vestuário, Moda e Estilismo
Em relação aos tipos de acabamentos com tecidos, NÃO está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q2062292 Vestuário, Moda e Estilismo
Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre os diversos tipos pontos e classes de pontos.
( ) O ponto classe 100 é formado por uma ou mais linhas aparentes apenas em um lado do tecido. Geralmente, é utilizado para fazer ponto invisível.
( ) O ponto classe 200 é conhecido por ser formado manualmente por uma ou mais linhas, e hoje é possível produzir esse tipo de ponto em máquinas.
( ) O ponto classe 300 é formado por uma ou mais agulhas que se entrelaçam; uma linha da agulha, ao ser introduzida no tecido, encontra a bobina e estas se interligam formando o ponto por meio de uma lançadeira que se encontra na parte inferior.
( ) O ponto classe 100 é também conhecido como ponto falso que ocorre quando a agulha não apanha a linha da lançadeira, provocando defeito e enfraquecimento da costura.
( ) O ponto classe 200 é conhecido por linhas de pontos presos.

De acordo com as afirmações, a sequência correta é:  
Alternativas
Q2062291 Vestuário, Moda e Estilismo

As imagens a seguir representam tecnicamente diferentes tipos de pontos de costura e tecidos.

Imagem associada para resolução da questão


A sequência que apresenta a correspondência correta entre a imagem e sua classificação é:  

Alternativas
Q2062290 Vestuário, Moda e Estilismo
Para Araújo (1996), a parte essencial de qualquer máquina de costura é a agulha ou as agulhas. Existem diferentes tipos de agulhas próprias para máquinas industriais ou domésticas, que se adequam a um trabalho específico.
Preencha as lacunas do texto a seguir, a respeito dos tipos de agulhas e sua aplicação.
I - Agulha de ponta ________________: indicada para fibras fechadas como lycra e tecidos finos, como seda, chiffon ou nylon.
II - Agulha de ponta ________________: indicada para tecidos pesados de fibras densas e traçados apertados, como a sarja de algodão.
III - Agulha de ponta ________________: indicada para fibras fechadas, médias e grossas, como o brim.
A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é: 
Alternativas
Q2062289 Vestuário, Moda e Estilismo
O segmento de moda apresenta muitas variações nos tipos de maquinário em função dos diferentes tipos de peças que podem ser produzidas, que requerem equipamentos que atendam às especificidades da matéria-prima, assim como a definição das linhas e agulhas a serem utilizadas.
Considerando-se essa questão, relacione os tipos de máquinas às suas respectivas funções. 
TIPOS DE MÁQUINAS
1 - Galoneira 2 - Overloque 3 - Interloque 4 - Reta industrial 5 - Pespontadeira ou duas agulhas
FUNÇÕES
( ) Utilizada para agilizar os processos de confecção, pois permite obter o ponto da máquina reta e o ponto da overloque ao mesmo tempo.
( ) É utilizada para fazer pesponto duplo ou triplo em artigos jeans e em outros tecidos com a mesma característica.
( ) Empregada para dar acabamento em peças feitas em tecido plano para evitar que desfiem. É utilizada, também, na costura de peças em malha.
( ) É empregada na confecção da maioria das peças do vestuário. Além de costurar reto e ter a função de unir as partes de uma peça, conta com uma variedade de acessórios, que lhe permitem a função de colocar viés, vivo, elástico e zíper nas peças.
( ) Utilizada para fazer acabamento em artigos de malha de qualquer segmento, é muito usada na fabricação de lingerie.
A sequência correta dessa associação é: 


Alternativas
Q2062288 Vestuário, Moda e Estilismo
Numere as tarefas a seguir, que descrevem corretamente a sequência operacional de montagem de uma saia evasê assimétrica, por meio do método de corte e ampliação do molde de uma saia reta, do primeiro ao último.
( ) Marque linhas de corte, de tamanhos iguais, em uma das metades do molde da saia.
( ) Divida o molde básico em duas partes iguais, da bainha à cintura.
( ) Corte as linhas, da bainha à cintura.
( ) Abra os cortes com espaçamentos iguais entre os recortes, para gerar volume.
A sequência correta dessa numeração é:
Alternativas
Q2062287 Vestuário, Moda e Estilismo

Analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.


I - De acordo com Baxter (2000, p. 243), “(…) o protótipo significa, literalmente, ‘o primeiro de um tipo’”. Por essa razão, a sua construção é sempre indispensável e este, obrigatoriamente, deve ser construído com os mesmos materiais e com as mesmas funcionalidades do produto final


PORQUE,


II - no projeto de produto, o protótipo diz respeito tanto à representação física do produto que será produzido industrialmente quanto àquela construída com o objetivo de realizar testes físicos.


Sobre as asserções, é correto afirmar que:

Alternativas
Q2062286 Vestuário, Moda e Estilismo
A respeito do processo de modelagem e suas etapas, NÃO está correto afirmar que:
Alternativas
Q2062285 Vestuário, Moda e Estilismo
Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F), o que se afirma sobre a modelagem tridimensional e seus diferentes métodos. ( ) A modelagem tridimensional, que consiste em moldar o corpo na forma de 3D, pode utilizar diferentes tipos de material, como tecido, papel ou materiais alternativos.
( ) A metodologia da prova da roupa significa cortar e costurar a peça em tecido original e uma pessoa veste a peça; por meio de alfinetes, delimita-se a forma do corpo, que servirá de base para a produção em série.
( ) No método que utiliza manequim de prova delimitado com linhas de construção do corpo, molda-se o corpo com o tecido, fixando com alfinetes em cima das linhas demarcadas no busto técnico, para alcançar a forma do modelo desejado.
( ) Na modelagem tridimensional direta no corpo humano molda-se uma peça de vestuário diretamente sobre o corpo humano.
( ) Ao adotar a técnica da modelagem tridimensional no manequim de prova, o estilista insere e posiciona o tecido segundo sua inspiração, isto é, ele cria e molda suas roupas de modo mais livre, de acordo com a sua imaginação.
Segundo as afirmações, a sequência correta é:
Alternativas
Q2062284 Vestuário, Moda e Estilismo
Para mudar uma pence já existente em uma peça, de um lugar para outro, é preciso indicar o local de transferência da nova pence.
Para realizar este processo é necessário fazer a seguinte operação: 
Alternativas
Respostas
3001: B
3002: C
3003: D
3004: A
3005: D
3006: B
3007: D
3008: C
3009: A
3010: E
3011: B
3012: C
3013: C
3014: A
3015: B
3016: A
3017: B
3018: E
3019: D
3020: C