Questões de Concurso Comentadas para fcm

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Q2570254 Português

PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES DE 7 A 10, LEIA UM TRECHO DA ENTREVISTA “O PAPEL DAS CIDADÃS NA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL: NOVAS PERSPECTIVAS E ABORDAGENS PARA PENSARMOS O PAPEL DAS MULHERES NO BlCENTENÁRIO DA INDEPENDÊNCIA”, CONCEDIDA PELA DRA. ANDREA SLEMIAN (DOUTORA EM HISTÓRIA PELA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO E PROFESSORA DO DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA DA UNIFESP) A WEDERSON DE SOUZA GOMES. O TRECHO DA ENTREVISTA SEGUE COM AS LINHAS NUMERADAS.


  1. O bicentenário da Independência do Brasil tem
  2. evidenciado a participação das mulheres no con-
  3. texto da separação política entre os reinos de
  4. Brasil e Portugal. Qual a sua visão sobre a his-
  5. toriografia acerca da participação das mulheres
  6. naquele contexto?
  7. [ANDREA SLEMIAN] O bicentenário tem produ-
  8. zido alterações na historiografia da independên-
  9. cia e também algumas alterações na memória
  10. oficial da independência. Uma memória que é
  11. bastante sedimentada, que, inclusive, foi recria-
  12. da em alguns momentos da história, mas sempre
  13. marcada por uma leitura oficial e oficiosa que se
  14. alicerça na ausência de um processo revolucio-
  15. nário, bem como da participação popular, re
  16. forçando que a ruptura foi uma alternativa con-
  17. servadora. O tema das mulheres tem ganhado
  18. protagonismo na produção historiográfica e as
  19. releituras das independências, as novas formas
  20. de compreensão do processo, têm evidenciado
  21. a participação de diferentes partes do corpo so-
  22. cial, tais como mulheres, afrodescendentes e in-
  23. dígenas. Isso é facilmente percebido nas chama-
  24. das que envolvem o bicentenário, cujo material
  25. de divulgação busca explicitar outras nuances.
  26. Títulos como ‘outros 200’, ‘outra independência’,
  27. ‘independências’ e ‘decolonização’ são exemplos
  28. das novas abordagens sobre o tema.
  29. A valorização do papel das mulheres no contexto
  30. da independência se insere nessa ampla conjun-
  31. tura de transformações e questionamentos acer-
  32. ca da narrativa oficial que se consolidou no ima-
  33. ginário social brasileiro. De certa forma, o tema
  34. Independência do Brasil não fala apenas sobre o
  35. passado da nação, fala do também do nosso pre-
  36. sente enquanto nação, da constituição do Estado
  37. do Brasil e todas as questões concernentes que
  38. atravessam esse complexo debate.


GOMES, W.S. O papel das cidadãs na Independência do Brasil: novas perspectivas e abordagens para pensarmos o papel das mulheres no bicentenário da Independência [online]. SciELO em Perspectiva: Humanas, 2022.


Disponível em: https://humanas.blog.scielo.org/blog/2022/09/15/o-papel-das-cidadas-na-independencia-do-brasil/ [Adaptado]

LEIA O SEGUINTE FRAGMENTO EXTRAÍDO DO TEXTO PARA RESPONDER À QUESTÃO 10:


“O tema das mulheres tem (1) ganhado protagonismo na produção historiográfica e as releituras das independências, as novas formas de compreensão do processo, têm (2) evidenciado a participação de diferentes partes do corpo social, tais como mulheres, afrodescendentes (3) e indígenas (4)”.


Marque a alternativa que apresenta justificativa coerente com o uso da norma-padrão:

Alternativas
Q2570253 Português

PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES DE 7 A 10, LEIA UM TRECHO DA ENTREVISTA “O PAPEL DAS CIDADÃS NA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL: NOVAS PERSPECTIVAS E ABORDAGENS PARA PENSARMOS O PAPEL DAS MULHERES NO BlCENTENÁRIO DA INDEPENDÊNCIA”, CONCEDIDA PELA DRA. ANDREA SLEMIAN (DOUTORA EM HISTÓRIA PELA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO E PROFESSORA DO DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA DA UNIFESP) A WEDERSON DE SOUZA GOMES. O TRECHO DA ENTREVISTA SEGUE COM AS LINHAS NUMERADAS.


  1. O bicentenário da Independência do Brasil tem
  2. evidenciado a participação das mulheres no con-
  3. texto da separação política entre os reinos de
  4. Brasil e Portugal. Qual a sua visão sobre a his-
  5. toriografia acerca da participação das mulheres
  6. naquele contexto?
  7. [ANDREA SLEMIAN] O bicentenário tem produ-
  8. zido alterações na historiografia da independên-
  9. cia e também algumas alterações na memória
  10. oficial da independência. Uma memória que é
  11. bastante sedimentada, que, inclusive, foi recria-
  12. da em alguns momentos da história, mas sempre
  13. marcada por uma leitura oficial e oficiosa que se
  14. alicerça na ausência de um processo revolucio-
  15. nário, bem como da participação popular, re
  16. forçando que a ruptura foi uma alternativa con-
  17. servadora. O tema das mulheres tem ganhado
  18. protagonismo na produção historiográfica e as
  19. releituras das independências, as novas formas
  20. de compreensão do processo, têm evidenciado
  21. a participação de diferentes partes do corpo so-
  22. cial, tais como mulheres, afrodescendentes e in-
  23. dígenas. Isso é facilmente percebido nas chama-
  24. das que envolvem o bicentenário, cujo material
  25. de divulgação busca explicitar outras nuances.
  26. Títulos como ‘outros 200’, ‘outra independência’,
  27. ‘independências’ e ‘decolonização’ são exemplos
  28. das novas abordagens sobre o tema.
  29. A valorização do papel das mulheres no contexto
  30. da independência se insere nessa ampla conjun-
  31. tura de transformações e questionamentos acer-
  32. ca da narrativa oficial que se consolidou no ima-
  33. ginário social brasileiro. De certa forma, o tema
  34. Independência do Brasil não fala apenas sobre o
  35. passado da nação, fala do também do nosso pre-
  36. sente enquanto nação, da constituição do Estado
  37. do Brasil e todas as questões concernentes que
  38. atravessam esse complexo debate.


GOMES, W.S. O papel das cidadãs na Independência do Brasil: novas perspectivas e abordagens para pensarmos o papel das mulheres no bicentenário da Independência [online]. SciELO em Perspectiva: Humanas, 2022.


Disponível em: https://humanas.blog.scielo.org/blog/2022/09/15/o-papel-das-cidadas-na-independencia-do-brasil/ [Adaptado]

No trecho “Isso é facilmente percebido nas chamadas que envolvem o bicentenário, cujo material de divulgação busca explicitar outras nuances” (linhas de 23 a 25), o termo

Alternativas
Q2570252 Português

PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES DE 7 A 10, LEIA UM TRECHO DA ENTREVISTA “O PAPEL DAS CIDADÃS NA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL: NOVAS PERSPECTIVAS E ABORDAGENS PARA PENSARMOS O PAPEL DAS MULHERES NO BlCENTENÁRIO DA INDEPENDÊNCIA”, CONCEDIDA PELA DRA. ANDREA SLEMIAN (DOUTORA EM HISTÓRIA PELA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO E PROFESSORA DO DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA DA UNIFESP) A WEDERSON DE SOUZA GOMES. O TRECHO DA ENTREVISTA SEGUE COM AS LINHAS NUMERADAS.


  1. O bicentenário da Independência do Brasil tem
  2. evidenciado a participação das mulheres no con-
  3. texto da separação política entre os reinos de
  4. Brasil e Portugal. Qual a sua visão sobre a his-
  5. toriografia acerca da participação das mulheres
  6. naquele contexto?
  7. [ANDREA SLEMIAN] O bicentenário tem produ-
  8. zido alterações na historiografia da independên-
  9. cia e também algumas alterações na memória
  10. oficial da independência. Uma memória que é
  11. bastante sedimentada, que, inclusive, foi recria-
  12. da em alguns momentos da história, mas sempre
  13. marcada por uma leitura oficial e oficiosa que se
  14. alicerça na ausência de um processo revolucio-
  15. nário, bem como da participação popular, re
  16. forçando que a ruptura foi uma alternativa con-
  17. servadora. O tema das mulheres tem ganhado
  18. protagonismo na produção historiográfica e as
  19. releituras das independências, as novas formas
  20. de compreensão do processo, têm evidenciado
  21. a participação de diferentes partes do corpo so-
  22. cial, tais como mulheres, afrodescendentes e in-
  23. dígenas. Isso é facilmente percebido nas chama-
  24. das que envolvem o bicentenário, cujo material
  25. de divulgação busca explicitar outras nuances.
  26. Títulos como ‘outros 200’, ‘outra independência’,
  27. ‘independências’ e ‘decolonização’ são exemplos
  28. das novas abordagens sobre o tema.
  29. A valorização do papel das mulheres no contexto
  30. da independência se insere nessa ampla conjun-
  31. tura de transformações e questionamentos acer-
  32. ca da narrativa oficial que se consolidou no ima-
  33. ginário social brasileiro. De certa forma, o tema
  34. Independência do Brasil não fala apenas sobre o
  35. passado da nação, fala do também do nosso pre-
  36. sente enquanto nação, da constituição do Estado
  37. do Brasil e todas as questões concernentes que
  38. atravessam esse complexo debate.


GOMES, W.S. O papel das cidadãs na Independência do Brasil: novas perspectivas e abordagens para pensarmos o papel das mulheres no bicentenário da Independência [online]. SciELO em Perspectiva: Humanas, 2022.


Disponível em: https://humanas.blog.scielo.org/blog/2022/09/15/o-papel-das-cidadas-na-independencia-do-brasil/ [Adaptado]

“Uma memória que (1) é bastante sedimentada, que (2), inclusive, foi recriada em alguns momentos da história, mas sempre marcada por uma leitura oficial e oficiosa que (3) se alicerça na ausência de um processo revolucionário, bem como da participação popular, reforçando que (4) a ruptura foi uma alternativa conservadora”.


No trecho, a palavra ‘que’ aparece como pronome relativo nas seguintes indicações numéricas, EXCETO em

Alternativas
Q2570251 Português

PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES DE 7 A 10, LEIA UM TRECHO DA ENTREVISTA “O PAPEL DAS CIDADÃS NA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL: NOVAS PERSPECTIVAS E ABORDAGENS PARA PENSARMOS O PAPEL DAS MULHERES NO BlCENTENÁRIO DA INDEPENDÊNCIA”, CONCEDIDA PELA DRA. ANDREA SLEMIAN (DOUTORA EM HISTÓRIA PELA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO E PROFESSORA DO DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA DA UNIFESP) A WEDERSON DE SOUZA GOMES. O TRECHO DA ENTREVISTA SEGUE COM AS LINHAS NUMERADAS.


  1. O bicentenário da Independência do Brasil tem
  2. evidenciado a participação das mulheres no con-
  3. texto da separação política entre os reinos de
  4. Brasil e Portugal. Qual a sua visão sobre a his-
  5. toriografia acerca da participação das mulheres
  6. naquele contexto?
  7. [ANDREA SLEMIAN] O bicentenário tem produ-
  8. zido alterações na historiografia da independên-
  9. cia e também algumas alterações na memória
  10. oficial da independência. Uma memória que é
  11. bastante sedimentada, que, inclusive, foi recria-
  12. da em alguns momentos da história, mas sempre
  13. marcada por uma leitura oficial e oficiosa que se
  14. alicerça na ausência de um processo revolucio-
  15. nário, bem como da participação popular, re
  16. forçando que a ruptura foi uma alternativa con-
  17. servadora. O tema das mulheres tem ganhado
  18. protagonismo na produção historiográfica e as
  19. releituras das independências, as novas formas
  20. de compreensão do processo, têm evidenciado
  21. a participação de diferentes partes do corpo so-
  22. cial, tais como mulheres, afrodescendentes e in-
  23. dígenas. Isso é facilmente percebido nas chama-
  24. das que envolvem o bicentenário, cujo material
  25. de divulgação busca explicitar outras nuances.
  26. Títulos como ‘outros 200’, ‘outra independência’,
  27. ‘independências’ e ‘decolonização’ são exemplos
  28. das novas abordagens sobre o tema.
  29. A valorização do papel das mulheres no contexto
  30. da independência se insere nessa ampla conjun-
  31. tura de transformações e questionamentos acer-
  32. ca da narrativa oficial que se consolidou no ima-
  33. ginário social brasileiro. De certa forma, o tema
  34. Independência do Brasil não fala apenas sobre o
  35. passado da nação, fala do também do nosso pre-
  36. sente enquanto nação, da constituição do Estado
  37. do Brasil e todas as questões concernentes que
  38. atravessam esse complexo debate.


GOMES, W.S. O papel das cidadãs na Independência do Brasil: novas perspectivas e abordagens para pensarmos o papel das mulheres no bicentenário da Independência [online]. SciELO em Perspectiva: Humanas, 2022.


Disponível em: https://humanas.blog.scielo.org/blog/2022/09/15/o-papel-das-cidadas-na-independencia-do-brasil/ [Adaptado]

Com base na interpretação do texto e em suas condições de produção, marque a alternativa INCORRETA.

Alternativas
Q2570247 Português

LEIA O FRAGMENTO DE TEXTO A SEGUIR. AS QUESTÕES 1, 2 E 3 REFEREM-SE A ELE.


Mês da Mulher: STF derruba uso de tese de legítima defesa da honra para crimes de feminicídio


Em março de 2021, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, que a tese da “legítima defesa da honra” contraria os princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana e da proteção à vida e da igualdade de gênero. Por isso, ela não pode ser usada em nenhuma fase do processo penal nem durante o julgamento perante o Tribunal do Júri, sob pena de nulidade.

A decisão, tomada em sessão virtual, referendou liminar deferida pelo ministro Dias Toffoli na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 779, O caso foi liberado recentemente para julgamento definitivo, mas ainda não há previsão de data.

Tese

Atese da “legítima defesa da honra” era utilizada em casos de feminicídio ou agressões contra mulher para justificar o comportamento do acusado. O argumento era de que o assassinato ou a agressão eram aceitáveis quando a vítima tivesse cometido adultério, pois essa conduta supostamente feriria a honra do agressor.

Na ação, o Partido Democrático Trabalhista (PDT) sustenta que Tribunais de Justiça ora validam, ora anulam vereditos do Tribunal do Júri em que réus processados por feminicídio são absolvidos com base na tese. Argumenta, ainda, que a prática passa a mensagem de que é legítimo absolver réus que comprovadamente praticam feminicídio com base nesse fundamento. Por isso, pede que a Corte interprete dispositivos do Código Penal e do Código de Processo Penal para afastar a tese jurídica da legítima defesa da honra.


Disponível em: <https://portal.stfjus.br/noticias/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=503655&ori=1>.

No trecho, a expressão “princípios constitucionais” pode ser substituída por

Alternativas
Q2570246 Direito Penal

LEIA O FRAGMENTO DE TEXTO A SEGUIR. AS QUESTÕES 1, 2 E 3 REFEREM-SE A ELE.


Mês da Mulher: STF derruba uso de tese de legítima defesa da honra para crimes de feminicídio


Em março de 2021, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, que a tese da “legítima defesa da honra” contraria os princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana e da proteção à vida e da igualdade de gênero. Por isso, ela não pode ser usada em nenhuma fase do processo penal nem durante o julgamento perante o Tribunal do Júri, sob pena de nulidade.

A decisão, tomada em sessão virtual, referendou liminar deferida pelo ministro Dias Toffoli na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 779, O caso foi liberado recentemente para julgamento definitivo, mas ainda não há previsão de data.

Tese

Atese da “legítima defesa da honra” era utilizada em casos de feminicídio ou agressões contra mulher para justificar o comportamento do acusado. O argumento era de que o assassinato ou a agressão eram aceitáveis quando a vítima tivesse cometido adultério, pois essa conduta supostamente feriria a honra do agressor.

Na ação, o Partido Democrático Trabalhista (PDT) sustenta que Tribunais de Justiça ora validam, ora anulam vereditos do Tribunal do Júri em que réus processados por feminicídio são absolvidos com base na tese. Argumenta, ainda, que a prática passa a mensagem de que é legítimo absolver réus que comprovadamente praticam feminicídio com base nesse fundamento. Por isso, pede que a Corte interprete dispositivos do Código Penal e do Código de Processo Penal para afastar a tese jurídica da legítima defesa da honra.


Disponível em: <https://portal.stfjus.br/noticias/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=503655&ori=1>.

Com base no trecho que versa sobre a tese da “legítima defesa da honra”, é correto afirmar que(,)

Alternativas
Q2570245 Português

LEIA O FRAGMENTO DE TEXTO A SEGUIR. AS QUESTÕES 1, 2 E 3 REFEREM-SE A ELE.


Mês da Mulher: STF derruba uso de tese de legítima defesa da honra para crimes de feminicídio


Em março de 2021, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, que a tese da “legítima defesa da honra” contraria os princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana e da proteção à vida e da igualdade de gênero. Por isso, ela não pode ser usada em nenhuma fase do processo penal nem durante o julgamento perante o Tribunal do Júri, sob pena de nulidade.

A decisão, tomada em sessão virtual, referendou liminar deferida pelo ministro Dias Toffoli na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 779, O caso foi liberado recentemente para julgamento definitivo, mas ainda não há previsão de data.

Tese

Atese da “legítima defesa da honra” era utilizada em casos de feminicídio ou agressões contra mulher para justificar o comportamento do acusado. O argumento era de que o assassinato ou a agressão eram aceitáveis quando a vítima tivesse cometido adultério, pois essa conduta supostamente feriria a honra do agressor.

Na ação, o Partido Democrático Trabalhista (PDT) sustenta que Tribunais de Justiça ora validam, ora anulam vereditos do Tribunal do Júri em que réus processados por feminicídio são absolvidos com base na tese. Argumenta, ainda, que a prática passa a mensagem de que é legítimo absolver réus que comprovadamente praticam feminicídio com base nesse fundamento. Por isso, pede que a Corte interprete dispositivos do Código Penal e do Código de Processo Penal para afastar a tese jurídica da legítima defesa da honra.


Disponível em: <https://portal.stfjus.br/noticias/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=503655&ori=1>.

No fragmento: “A decisão, tomada em sessão virtual, referendou a liminar deferida pelo ministro Dias Toffoli na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 779”, o uso da vírgula está

Alternativas
Q2506446 Pedagogia
Analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.

I - A educação crítica é de suma importância, pois promove a educação para a cidadania e para a justiça social, considerando o fazer do professor na criação de pedagogias capazes de produzir identidades, relações sociais e valores morais que possam levar a menos injustiça e à repetição de episódios históricos traumáticos

PORQUE

II - a educação crítica só é possível se nos dedicarmos a um processo de pensamento decolonial, de maneira que estejamos inseridos em uma sociedade em que nossas escolhas e ações nos levem a viver bem com os outros, entendendo essa forma de viver como mais importante do que viver melhor do que os outros.

Sobre as asserções é correto afirmar que
Alternativas
Q2506445 Inglês
Ao abordar a “opção decolonial” no ensino de línguas, Kumaravadivelu (2016, p.82 apud Jucá, 2021, p. 119) afirma que “a única opção significativa para a comunidade subalterna é a opção decolonial”.

A “opção decolonial” implica nos
Alternativas
Q2506444 Inglês
A colonização do Brasil, as perspectivas educacionais dos missionários jesuítas (vindos juntamente com o colonizador) e as ações autoritárias do período da ditadura militar no Brasil são apontadas por Monte Mór (2013) como fortes influências da história política do Brasil sobre a educação nacional. A colonização, a educação jesuíta e o regime militar teriam influenciado, inclusive, o currículo escolar e a formação de professores, interferindo no desenvolvimento da agência por parte de professores e alunos, o que teria, por fim, comprometido a prática de uma cidadania ativa, engajada em ação social e política.

JUCÁ, Leina. Formação inicial de professores brasileiros de inglês: resistir, reexistir, coexistir. In: Érika Amâncio Caetano. (Org.). Pós-memória e decolonialidade no ensino de línguas no Brasil: as origens do status quo. 1ed. São Carlos - SP: Pedro e João Editores, 2021, v. 1, p. 110

Sobre o termo "agência" é INCORRETO afirmar que
Alternativas
Q2506443 História
Segundo Saviani (2011 apud Jucá, 2021, p. 105), com a chegada dos portugueses e a consequente colonização das novas terras, o Brasil iniciou um processo de integração à civilização ocidental e cristã, no qual estavam envolvidos três aspectos:

[...] [a] colonização propriamente dita, ou seja, a posse e exploração da terra subjugando os seus habitantes (os íncolas); a educação enquanto aculturação, isto é, a inculcação nos colonizados das práticas, técnicas, símbolos e valores próprios dos colonizadores; e a catequese entendida como difusão e conversão dos colonizados à religião dos colonizadores (Saviani, 2011, p. 29).

A partir desse excerto é correto afirmar que
Alternativas
Q2506442 Inglês
Segundo a professora e pesquisadora Jucá (2021), discorrer sobre o professor brasileiro de língua estrangeira – nesse caso, de língua inglesa ou, simplesmente, de inglês – pressupõe, inevitavelmente, considerar, ainda hoje, o status desse professor como falante não-nativo da língua que ensina. Jucá aborda essa discussão usando o advérbio de tempo “ainda” fazendo referência a Kumaravadivelu (2016) o qual levanta críticas sobre a aparente resistência contínua daquilo que é comumente conhecido como a ideologia do falante nativo ou o mito do falante nativo. Esse fenômeno persiste, mesmo diante de inúmeros estudos, pesquisas, debates, publicações de artigos e livros, que abordam a posição de submissão na qual essa proposição coloca os professores denominados não-nativos.

Com base no exposto, avalie o que se afirma.

I - Kumaravadivelu (2016) discorre sobre as formas de desvalorização e inferioridade imputadas à carreira do professor de inglês mundo afora onde os espaços de ensino de língua inglesa se revelam (re)ocupados pelo assim chamado nativo ou falante nativo, apesar dos muitos esforços empreendidos para a ocupação desses espaços por meio da criação de políticas e programas locais de ensino e de formação de professores de língua inglesa.
II - Dentre os recursos usados para a manutenção da marginalização do professor não-nativo, Kumaravadivelu (2016) aponta, dentro do campo educacional, aspectos como: os planejamentos curriculares, a elaboração de materiais, os métodos de ensino, os testes padronizados e a formação docente, frisando, no entanto, os métodos e materiais produzidos em países do centro como os meios principais de administração e manutenção da marginalização e os principais responsáveis por impulsionar a estrutura de poder hegemônico.
III - O que fica evidente é uma recente valorização e um reconhecimento do professor não-nativo de língua inglesa, já que este exerce a profissão em seu próprio país, geograficamente distante daquele do falante nativo. Essa valorização do professor não-nativo se dá, segundo Kumaravadivelu, não de forma sutil e subliminar, mas de forma aberta e direta.

Está correto apenas o que se afirma em 
Alternativas
Q2506441 Inglês
Sobre o uso de ferramentas digitais por aprendizes e professores de inglês no Brasil (Gomes Junior, Silva, Paiva, 2022), é correto afirmar que os
Alternativas
Q2506440 Pedagogia
Considero que, no Brasil, os computadores só começaram a se integrar ao ensino no final dos anos 90 com a chegada da rede mundial de computadores às escolas. A nova tecnologia foi recebida com muita desconfiança e até mesmo resistência por parte de colegas e administrações escolares. Nas escolas, a tecnologia se integrou facilmente nas administrações e nas bibliotecas, mas causava temor e estranheza aos pedagogos e professores. Houve até casos de proibição por parte das direções quando alguém ousava ministrar conteúdos on-line. (Paiva, 2019, p.7)

O excerto narra as primeiras experiências, no Brasil, com o uso dos computadores no ensino.

Sobre o exposto, Paiva (2019) sugere aos professores que
Alternativas
Q2506439 Inglês
Considerando-se a aplicação dos pressupostos que regem a pedagogia dos multiletramentos (Cazden et al, 2021), observa-se que o projeto é organizado em torno de quatro fatores principais.

Associe corretamente alguns desses conceitos/fatores ao seu respectivo significado.

CONCEITOS/FATORES
1 – Prática Situada
2 – Enquadramento Crítico
3 – Prática Transformada

SIGNIFICADOS
( ) Define-se como prática de desnaturalização e estranhamento dos objetos de aprendizagem com potencial criativo de aplicação.
( ) Refere-se a um intenso investimento na experiência e emprego dos discursos à disposição.
( ) Considera a efetiva demonstração da capacidade de produção de designs e ações permeadas por valores e objetivos específicos.

A sequência correta para essa associação é:
Alternativas
Q2506438 Português
“As narrativas são responsáveis por estabelecer as regras que permitem o convívio e as relações sociais, o que significa que nós, como indivíduos, estamos ligados uns aos outros e também aos contextos a que pertencemos e em que atuamos.” (Mattos; Coura, 2021, p. 190)

Avalie o que se afirma sobre o significado e o impacto das narrativas.

I - Apesar de desempenharem papel crucial nas relações entre o presente e o passado, as narrativas não são capazes de moldar nossa vida e nosso modo de estar no mundo.
II - As narrativas distanciam-se do conceito de memória coletiva justamente porque são ligadas a eventos traumáticos acontecidos no passado.
III - As narrativas colonizam a mente e operam a partir do controle ideológico e social do ser e do saber.
IV - As narrativas podem ser potentes ferramentas para a conscientização e a transformação do ser e do saber.

Está correto apenas o que se afirma em
Alternativas
Q2506437 Inglês
Analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.

I - A identidade atual dos professores de línguas no Brasil recebeu influências diretas das experiências vivenciadas no período de colonização e da ditadura militar.

E, POR ISSO,

II - a preservação da memória coletiva pode funcionar como importante ferramenta educacional uma vez que concorre para a formação da cidadania.

Sobre as asserções, é correto afirmar que
Alternativas
Q2506436 Pedagogia
O contato com novos modos de pensar e agir surge então como uma oportunidade para os alunos refletirem sobre suas próprias histórias e práticas, instigando a construção de uma nova identidade profissional, pautada pelo pensamento crítico.

(Leite, Patrícia Mara de Carvalho Costa; Oliveira, Felipe de Souza. Língua, cultura e discurso em debate na formação inicial de professores em letras/ inglês. In: Érika Amâncio Caetano. (Org.). Pós-memória e decolonialidade no ensino de línguas no Brasil: as origens do status quo. 1ed. São Carlos - SP: Pedro e João Editores, 2021, v.1, p.90)

Preencha corretamente as lacunas do texto a seguir quanto à questão da formação e identidade do professor de línguas. Atenção: cada palavra indicada pode aparecer uma ou mais vezes ou não aparecer.

Sobre a questão da _____i____ do professor de línguas podemos afirmar que esta guarda relação direta do legado _____ii____ em nosso país, pré-determinando condutas e forjando, na área da linguística aplicada, o conceito de _____iii____. Dessa forma, devido a uma formação outrora autoritária e acrítica, percebe-se que o ensino de línguas colabora para um certo favorecimento hegemônico dos países do norte ocidental em detrimento das culturas locais.

PALAVRAS:
agência - colonial - pós-memória - identidade - crítico - status quo

A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é:
Alternativas
Q2506435 Pedagogia
Vygotsky (1978, 1987), que certamente apoiou a colaboração na prática como alicerce da aprendizagem, também argumentou que certas formas de Instrução Aberta eram necessárias para suplementar a imersão (aquisição), se quiséssemos que os alunos desenvolvessem consciência e controle do que adquiriram. (Cazden, 2021, p. 52).

A esse respeito, é correto afirmar que a noção de Instrução Aberta, aqui, significa
Alternativas
Q2506434 Inglês
Considerando-se os vários significados da noção de pluralismo que, conforme assinala Cazden (2021), permeiam a proposta de uma pedagogia dos multiletramentos, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma.

( ) A epistemologia do pluralismo busca possibilitar aos sujeitos acesso a símbolos de sucesso, reconhecimento e poder.

( ) O desenvolvimento do pluralismo democrático não deve ser incompatível à promoção de habilidades com vistas ao acesso dos estudantes às necessidades e linguagens do mercado de trabalho.

( ) A noção de pluralismo cidadão remete à valorização e adoção de modelos culturais e linguísticos que operam como base para uma sociedade forte e coesa.

( ) O pluralismo democrático e a eficiência econômica representam pilares antagônicos no que tange ao design de futuros sociais.

De acordo com as afirmações, a sequência correta é: 
Alternativas
Respostas
1061: A
1062: C
1063: D
1064: B
1065: B
1066: D
1067: B
1068: D
1069: A
1070: D
1071: A
1072: B
1073: A
1074: C
1075: D
1076: A
1077: D
1078: D
1079: C
1080: A