Questões de Concurso Para instituto unifil

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Q2264065 Atualidades
Em junho de 2023, cinco pessoas morreram dentro de um submersível que implodiu no Oceano Atlântico Norte durante um mergulho até os destroços de um navio muito conhecido, chamado
Alternativas
Q2264064 Noções de Informática
São pequenos arquivos armazenados no computador ou dispositivo do usuário quando se visita um site. Esses arquivos contêm informações que são enviadas de volta ao site de origem durante a navegação subsequente, permitindo que o site reconheça o usuário e proporcione uma melhor experiência de navegação. Assim, com base nessas informações, assinale a alternativa correta com o nome desses arquivos. 
Alternativas
Q2264063 Noções de Informática
O Windows 10 é um sistema operacional versátil com recursos avançados, interface amigável e ampla compatibilidade, proporcionando uma experiência moderna e eficiente para os usuários. Sendo assim, assinale a alternativa que apresenta um recurso que foi lançado no Windows 10.
Alternativas
Q2264062 Matemática
Um paciente está realizando um tratamento de saúde com dois remédios, um que deve ser tomado a cada 6 horas e outro que deve ser tomado a cada 8 horas. Sabendo que ele tomou os dois remédios juntos às 14h, quando ele deverá tomar novamente os remédios simultaneamente?  
Alternativas
Q2264061 Matemática
Um supermercado realizou uma pesquisa de opinião sobre o consumo de duas marcas de arroz. Foram consultados 300 clientes sobre a preferência de uso das marcas A e B. Sabendo que 20% dos clientes usam as duas marcas, 30% usam apenas o arroz da marca A e 25% utilizam o arroz da marca B, qual o total de clientes que não consomem arroz das marcas A e B?  
Alternativas
Q2264060 Português
Leia o texto para responder a questão.



Tumor cerebral: após décadas sem novidade, surge um
tratamento promissor

Por Lúcia Helena – Colunista de VivaBem


   
     Há uns dois anos, quando participava de um congresso europeu, a oncologista clínica Helena Rodrigues de Andrade, do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, se dirigiu ansiosa a uma aula que prometia mostrar estudos sobre imunoterapia para tratar câncer de cérebro. Na ocasião, pensava: "Meu Deus, o que foi que eu perdi?!".
        Isso porque, apesar de cuidar de pacientes com tumores cerebrais no dia a dia, ela não sabia o que seria anunciado ali. "Mas a primeira coisa que disseram foi: 'todos os trabalhos que vamos discutir foram negativos'" Ou seja, deram em nada.
    Essa experiência só reforçou uma impressão da médica gaúcha: "A neuroncologia é o patinho feio da oncologia, uma subespecialidade praticada por um número pequeno de colegas dedicados a esses tumores malignos que representam apenas 1% de todos os cânceres em adultos".
        A arma mais moderna com a qual esses oncologistas contavam até este ano de 2023 era a mesmíssima que tinham começado a usar ainda em 2001 para casos que eles chamam de alto grau, isto é, para tumores mais avançados. Portanto, já se iam 22 anos sem novidade alguma. "Nesse período, tudo o que tentamos não teve resposta", lamenta a médica.
        Isso explica o entusiasmo de todos quando o encontro anual da Asco (American Society of Clinical Oncology), que aconteceu no mês passado em Chicago, nos Estados Unidos, deixou para a sua sessão plenária os resultados do estudo INDIGO, já em fase 3, isto é, quando uma droga está na reta final, a um pulinho de chegar aos pacientes. E ela, no caso, não é um quimioterápico, nem sequer um imunoterápico para o câncer cerebral.
        Trata-se do vorasidenibe, medicamento que mira em mutações de dois genes, o IDH1 e o IDH2, e que, como uma boa terapia-alvo, consegue acertá-las em cheio, evitando a progressão do tumor por um tempo razoável.
         Que os resultados deveriam ser bastante promissores, isso todo mundo já intuía antes mesmo de o neuroncologista Ingo Mellinghoff, do Memorial Sloan Kettering Cancer Center, em Nova York, subir no palco da Asco.
        Vale uma explicação: a organização do evento deixa para apresentar em sua sessão plenária apenas estudos com maior potencial de impacto no tratamento do câncer. E, neste ano, abriu com o INDIGO.  
        Não à toa, quando cheguei para a cobertura desse encontro de mais de 40 mil oncologistas e saí perguntando o que, na opinião deles, eu não poderia perder de jeito algum, não importava se era um especialista em câncer urológico, de mama ou de pele — achavam em coro que, como eles próprios, eu deveria assistir ao que estaria acontecendo com o tratamento do câncer de cérebro.  
        Tudo indicava, diziam, que na tal sessão plenária viria coisa boa. E veio. Mas é preciso entender para quem é a novidade e o que ela realmente significa — adianto que não se traduz em cura e que não é para qualquer paciente. Ainda assim, mereceu os aplausos da plateia superlotada da plenária.
[...] 


Disponível em https://www.uol.com.br/vivabem/colunas/lucia-helena/2023/07/04/tumor-cerebral-apos-decadas-sem-novidade-surge-um-tratamento-promissor.htm

No quinto parágrafo, o pronome “isso” retoma
Alternativas
Q2264059 Português
Leia o texto para responder a questão.



Tumor cerebral: após décadas sem novidade, surge um
tratamento promissor

Por Lúcia Helena – Colunista de VivaBem


   
     Há uns dois anos, quando participava de um congresso europeu, a oncologista clínica Helena Rodrigues de Andrade, do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, se dirigiu ansiosa a uma aula que prometia mostrar estudos sobre imunoterapia para tratar câncer de cérebro. Na ocasião, pensava: "Meu Deus, o que foi que eu perdi?!".
        Isso porque, apesar de cuidar de pacientes com tumores cerebrais no dia a dia, ela não sabia o que seria anunciado ali. "Mas a primeira coisa que disseram foi: 'todos os trabalhos que vamos discutir foram negativos'" Ou seja, deram em nada.
    Essa experiência só reforçou uma impressão da médica gaúcha: "A neuroncologia é o patinho feio da oncologia, uma subespecialidade praticada por um número pequeno de colegas dedicados a esses tumores malignos que representam apenas 1% de todos os cânceres em adultos".
        A arma mais moderna com a qual esses oncologistas contavam até este ano de 2023 era a mesmíssima que tinham começado a usar ainda em 2001 para casos que eles chamam de alto grau, isto é, para tumores mais avançados. Portanto, já se iam 22 anos sem novidade alguma. "Nesse período, tudo o que tentamos não teve resposta", lamenta a médica.
        Isso explica o entusiasmo de todos quando o encontro anual da Asco (American Society of Clinical Oncology), que aconteceu no mês passado em Chicago, nos Estados Unidos, deixou para a sua sessão plenária os resultados do estudo INDIGO, já em fase 3, isto é, quando uma droga está na reta final, a um pulinho de chegar aos pacientes. E ela, no caso, não é um quimioterápico, nem sequer um imunoterápico para o câncer cerebral.
        Trata-se do vorasidenibe, medicamento que mira em mutações de dois genes, o IDH1 e o IDH2, e que, como uma boa terapia-alvo, consegue acertá-las em cheio, evitando a progressão do tumor por um tempo razoável.
         Que os resultados deveriam ser bastante promissores, isso todo mundo já intuía antes mesmo de o neuroncologista Ingo Mellinghoff, do Memorial Sloan Kettering Cancer Center, em Nova York, subir no palco da Asco.
        Vale uma explicação: a organização do evento deixa para apresentar em sua sessão plenária apenas estudos com maior potencial de impacto no tratamento do câncer. E, neste ano, abriu com o INDIGO.  
        Não à toa, quando cheguei para a cobertura desse encontro de mais de 40 mil oncologistas e saí perguntando o que, na opinião deles, eu não poderia perder de jeito algum, não importava se era um especialista em câncer urológico, de mama ou de pele — achavam em coro que, como eles próprios, eu deveria assistir ao que estaria acontecendo com o tratamento do câncer de cérebro.  
        Tudo indicava, diziam, que na tal sessão plenária viria coisa boa. E veio. Mas é preciso entender para quem é a novidade e o que ela realmente significa — adianto que não se traduz em cura e que não é para qualquer paciente. Ainda assim, mereceu os aplausos da plateia superlotada da plenária.
[...] 


Disponível em https://www.uol.com.br/vivabem/colunas/lucia-helena/2023/07/04/tumor-cerebral-apos-decadas-sem-novidade-surge-um-tratamento-promissor.htm

Analise: “Há uns dois anos, quando participava de um congresso europeu” e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2264058 Português
Leia o texto para responder a questão.



Tumor cerebral: após décadas sem novidade, surge um
tratamento promissor

Por Lúcia Helena – Colunista de VivaBem


   
     Há uns dois anos, quando participava de um congresso europeu, a oncologista clínica Helena Rodrigues de Andrade, do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, se dirigiu ansiosa a uma aula que prometia mostrar estudos sobre imunoterapia para tratar câncer de cérebro. Na ocasião, pensava: "Meu Deus, o que foi que eu perdi?!".
        Isso porque, apesar de cuidar de pacientes com tumores cerebrais no dia a dia, ela não sabia o que seria anunciado ali. "Mas a primeira coisa que disseram foi: 'todos os trabalhos que vamos discutir foram negativos'" Ou seja, deram em nada.
    Essa experiência só reforçou uma impressão da médica gaúcha: "A neuroncologia é o patinho feio da oncologia, uma subespecialidade praticada por um número pequeno de colegas dedicados a esses tumores malignos que representam apenas 1% de todos os cânceres em adultos".
        A arma mais moderna com a qual esses oncologistas contavam até este ano de 2023 era a mesmíssima que tinham começado a usar ainda em 2001 para casos que eles chamam de alto grau, isto é, para tumores mais avançados. Portanto, já se iam 22 anos sem novidade alguma. "Nesse período, tudo o que tentamos não teve resposta", lamenta a médica.
        Isso explica o entusiasmo de todos quando o encontro anual da Asco (American Society of Clinical Oncology), que aconteceu no mês passado em Chicago, nos Estados Unidos, deixou para a sua sessão plenária os resultados do estudo INDIGO, já em fase 3, isto é, quando uma droga está na reta final, a um pulinho de chegar aos pacientes. E ela, no caso, não é um quimioterápico, nem sequer um imunoterápico para o câncer cerebral.
        Trata-se do vorasidenibe, medicamento que mira em mutações de dois genes, o IDH1 e o IDH2, e que, como uma boa terapia-alvo, consegue acertá-las em cheio, evitando a progressão do tumor por um tempo razoável.
         Que os resultados deveriam ser bastante promissores, isso todo mundo já intuía antes mesmo de o neuroncologista Ingo Mellinghoff, do Memorial Sloan Kettering Cancer Center, em Nova York, subir no palco da Asco.
        Vale uma explicação: a organização do evento deixa para apresentar em sua sessão plenária apenas estudos com maior potencial de impacto no tratamento do câncer. E, neste ano, abriu com o INDIGO.  
        Não à toa, quando cheguei para a cobertura desse encontro de mais de 40 mil oncologistas e saí perguntando o que, na opinião deles, eu não poderia perder de jeito algum, não importava se era um especialista em câncer urológico, de mama ou de pele — achavam em coro que, como eles próprios, eu deveria assistir ao que estaria acontecendo com o tratamento do câncer de cérebro.  
        Tudo indicava, diziam, que na tal sessão plenária viria coisa boa. E veio. Mas é preciso entender para quem é a novidade e o que ela realmente significa — adianto que não se traduz em cura e que não é para qualquer paciente. Ainda assim, mereceu os aplausos da plateia superlotada da plenária.
[...] 


Disponível em https://www.uol.com.br/vivabem/colunas/lucia-helena/2023/07/04/tumor-cerebral-apos-decadas-sem-novidade-surge-um-tratamento-promissor.htm

De acordo com o texto, é possível afirmar que
Alternativas
Q4148416 Engenharia Mecânica
Os principais atributos do orçamento são:
Alternativas
Q4148415 Gerência de Projetos
O processo de controle de projetos envolve a coleta de dados regular sobre o desempenho do projeto, a comparação do desempenho real com o planejado e a aplicação de ações corretivas se o desempenho real estiver abaixo do planejado. Assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4148414 Gerência de Projetos
De forma genérica, pode-se afirmar que a gestão de projetos envolve primeiro o estabelecimento de um plano e depois a implementação deste. Analise as assertivas e assinale a alternativa correta.

I. A definição do objetivo do projeto deve ser clara e acordada entre o cliente e a pessoas ou organização que conduzirá o projeto.
II. Uma estrutura analítica de projeto (EAP) é uma árvore hierárquica de elementos ou itens de trabalho realizados ou produzidos pela equipe durante o projeto.
III. O diagrama de rede mostra a sequência necessária e as interdependências das atividades para atingir o objetivo do projeto.
IV. Quanto aos recursos pode-se afirmar que seu uso ocorrerá de acordo com a atividade realizada, não interferindo prazo estimado para o projeto.
V. O escopo do projeto, a estimativa de duração das atividades e a atribuição de recursos por atividade podem ser ajustados até que se obtenha um planobase viável e realista. 
Alternativas
Q4148413 Gerência de Projetos
Dependendo do projeto e do setor, a equipe do projeto pode precisar ter um conhecimento prático de processos de controle estatístico para avaliar os dados contidos nas saídas de Controlar a Qualidade. Sobre o gerenciamento da qualidade do projeto, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.

I. O custo da qualidade (CDQ) inclui todos os custos incorridos durante a vida do produto através de investimentos na prevenção do não cumprimento dos requisitos, na avaliação do produto ou serviço quanto ao cumprimento dos requisitos, e ao não cumprimento dos requisitos.
II. O ciclo planejar-fazer-verificar-agir (PDCA) é a base para a melhoria da qualidade, conforme definida por Shewhart e modificada por Ishikawa.
III. Dependendo do projeto e do setor, a equipe do projeto pode precisar ter um conhecimento prático de processos de controle estatístico para avaliar os dados contidos nas saídas de Controlar a Qualidade, devendo conhecer, portanto, as diferenças entre: prevenção e inspeção; amostragem de atributos e amostragem de variáveis; tolerâncias e limites de controle.
IV. O gerente do projeto e a equipe de gerenciamento do projeto são responsáveis por administrar as compensações associadas à entrega dos níveis requeridos de qualidade e grau. Embora um nível de qualidade que não cumpra os requisitos de qualidade seja sempre um problema, um produto de baixo grau pode não ser. 
Alternativas
Q4148412 Engenharia de Qualidade
Atividades de gestão da qualidade no ciclo de vida do produto podem ser agrupadas em dois níveis de gestão: Nível estratégico e Nível operacional. Analise as assertivas e assinale a alternativa correta.

I. Nível estratégico: a gestão estratégica da qualidade se integra e é direcionada pela estratégica do negócio; Nível operacional: a gestão da qualidade se integra com as atividades de gestão dos processos de realização do produto.
II. O Diagrama Pareto tem o objetivo de compreender a relação ação – benefício, ou seja, prioriza a ação que trará o melhor resultado.
III. Benchmarking: método de melhoria baseado na avaliação e comparação com boas práticas externas e posterior incorporação dessas práticas.
IV. Análise do Modo e do Efeito da Falha (FMEA): método usado nas etapas de engenharia de produto e processo, para priorizar e sistematizar a eliminação de falhas de produto ou processo que comprometam o atendimento de requisitos.
V. Sistemas de Medição de Desempenho (SMD): refere-se não a um método em particular, mas a teoria de medição de desempenho que deu origem a vários métodos de gestão por medição de desempenho. 
Alternativas
Q4148411 Engenharia Mecânica
A operação mais eficiente de um sistema de expansão indireta é obtida por meio de automação do sistema. Cada sensor tem uma função específica. Assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4148410 Engenharia de Automação
A qualidade de um produto, entre outros parâmetros, está ligada ao controle automatizado dos equipamentos e processos aplicados na obtenção do produto desejado. Sobre o erro da variável do processo em relação ao valor desejado em controle de processo, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.

I. O controlador Proporcional, Integral e Derivativo (PID) gera a sua saída proporcionalmente ao erro, bem como também proporcionalmente à integral e à derivada do erro.
II. O controlador Proporcional e Integral (PI) gera a sua saída proporcionalmente ao erro e proporcionalmente à integral do erro, não aceitando assim um erro em regime permanente.
III. O controlador proporcional (P) gera a sua saída proporcionalmente ao erro e este erro é em regime permanente.
IV. A ação integral nos controladores quando aplicada conjuntamente com a ação proporcional, converge o erro em regime permanente. 
Alternativas
Q4148409 Engenharia Mecânica
Termopar é um sensor montado a partir de um par de fios e aplicado na medição de temperatura. Sobre termopar, analise as assertivas e assinale a alternativa que apresenta as incorretas.

I. A tensão gerada em um circuito de termopar é devida ao efeito Seebeck.
II. O par de fios utilizados na fabricação de um termopar é de materiais diferentes.
III. O efeito Peltier presente em um circuito de termopar ocorre quando há adição de calor ao circuito.
IV. Em um circuito de termopar estão presentes os efeitos termoelétricos Seebeck, Peltier e Thompson.
V. A tensão gerada em um circuito de termopar é uma função linear da variação de temperatura.
Alternativas
Q4148408 Engenharia Mecânica
A Norma Regulamentadora NR 18 estabelece diretrizes que visam à segurança do trabalhador na indústria da construção civil. Sobre Plano de Gerenciamento de Risco (PGR), estipulado na NR 18, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4148407 Engenharia Mecânica
Plano de Manutenção, Operação e Controle (PMOC) de sistemas de ar-condicionado e climatização vão além do planejamento dos equipamentos e instalações. Deve garantir a qualidade do ar interior. Sobre a etapa de higienização de um PMOC, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4148406 Engenharia Mecânica
O foco de uma manutenção é manter o funcionamento regular e permanente de equipamento/sistema/processo/instalações. Relacione o tipo de falha com a sua característica e assinale a alternativa com a sequência correta.

1. Falha crítica.
2. Falha aleatória.
3. Falha relevante.
4. Falha catastrófica.

( ) Qualquer falha cuja causa ou mecanismo faça com que seu instante de ocorrência se torne imprevisível, a não ser no sentido probabilístico ou estatístico.
( ) Falha repentina que resulta na incapacidade completa de um item desempenhar todas as funções requeridas.
( ) Falha que deve ser considerada na interpretação dos resultados operacionais ou de ensaios, ou no cálculo do valor de uma medida de confiabilidade.
( ) Falha que provavelmente resultará em condições perigosas e inseguras para pessoas, danos materiais significativos ou outras consequências inaceitáveis. 
Alternativas
Q4148405 Engenharia Mecânica
A técnica conhecida como CPM (Método do Caminho Crítico) é muito aplicada em gerenciamento de manutenção. Dois conceitos básicos da técnica são a Atividade e o Evento. Sobre estes conceitos, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
2241: C
2242: A
2243: B
2244: E
2245: A
2246: C
2247: E
2248: A
2249: C
2250: A
2251: D
2252: C
2253: D
2254: B
2255: B
2256: B
2257: C
2258: D
2259: A
2260: B