Questões de Concurso
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I- Para a perspectiva do liberalismo clássico, um contingente da população fica excluído do mercado de trabalho, e ao não poder vender sua força de trabalho, não tem fonte de renda que lhe permita adquirir no mercado bens e serviços. Para enfrentar esse hiato, o Estado deve passar a intervir em dois sentidos: responder a algumas necessidades carências/demandas dessa população carente; e criar as condições para a produção e para o consumo, incentivando a uma contenção do desemprego ou a uma transferência de renda. II- Para o Keynesianismo, a miséria, a pobreza e todas as manifestações delas são fenômenos autônomos e de responsabilidade individual ou coletiva dos setores por elas atingidos, suas causas estariam vinculadas a um déficit educativo, a um problema de planejamento orçamentário familiar. Assim, esse flagelo é visto como problemas de ordem moral-comportamental (mal-gasto de recursos, tendência ao ócio, alcoolismo, vadiagem). III- No capitalismo monopolista do Estado de Bem-Estar a “questão social” passa a ser como que internalizada na ordem social. Não mais como um problema meramente oriundo do indivíduo, mas como consequência do ainda insuficiente desenvolvimento social e econômico. Assim, a “questão social” passa de ser um “caso de polícia” para a esfera da política (de uma “política” reduzida à gestão administrativa dos “problemas sociais” e seu enfrentamento institucional), passa a ser tratada de forma segmentada, mas sistemática, mediante as políticas sociais estatais. IV- A estratégia neoliberal orienta-se numa tripla ação. Por um lado, a ação estatal, as políticas sociais do Estado, orientadas para a população mais pobre (cidadão usuário); ações focalizadas, precarizadas, regionalizadas e passíveis de clientelismo. Por outro lado, a ação mercantil, desenvolvida pela empresa capitalista, dirigida à população consumidora, com capacidade de compra (cidadão cliente), tornando os serviços sociais mercadorias lucrativas. Finalmente, a ação do chamado “terceiro setor”, ou da chamada sociedade civil (organizada ou não), orientada para a população não atendida nos casos anteriores, desenvolvendo uma intervenção filantrópica.
Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
Caso: Sou advogado, tenho 45 anos, separado e tenho dois filhos. Usei álcool pela primeira vez aos 12 anos (...). Assim que entrei na faculdade, após as aulas, eu e meus colegas nos reuníamos e bebíamos até altas horas. No início era apenas às sextas-feiras, depois, todo dia. A sensação de relaxamento e de descontração era ótima. Aos 25 anos, depois de uma decepção amorosa,passei a beber diariamente. Quando eu me casei eu já bebia bastante e isso foi deixando-a muito incomodada. Hoje em dia só bebo pinga. A minha vida hoje se restringe ao álcool. Deixei de trabalhar. A “caninha” não me sai da cabeça. Parece que tenho um “encosto” que me faz beber, parece que já não sou dono de mim mesmo. Estou hoje aqui, com vocês, não conheço ninguém e vocês não me conhecem. Estou há dois dias sem beber, sem dormir, com o corpo todo tremendo e, às vezes, parece que tem uns bichos percorrendo o meu corpo. Por vezes, perco a noção do tempo e de onde estou. Acho que o álcool está me fazendo falta...(FONTE: aberta.senad.gov.br).
Caso: Sou advogado, tenho 45 anos, separado e tenho dois filhos. Usei álcool pela primeira vez aos 12 anos (...). Assim que entrei na faculdade, após as aulas, eu e meus colegas nos reuníamos e bebíamos até altas horas. No início era apenas às sextas-feiras, depois, todo dia. A sensação de relaxamento e de descontração era ótima. Aos 25 anos, depois de uma decepção amorosa,passei a beber diariamente. Quando eu me casei eu já bebia bastante e isso foi deixando-a muito incomodada. Hoje em dia só bebo pinga. A minha vida hoje se restringe ao álcool. Deixei de trabalhar. A “caninha” não me sai da cabeça. Parece que tenho um “encosto” que me faz beber, parece que já não sou dono de mim mesmo. Estou hoje aqui, com vocês, não conheço ninguém e vocês não me conhecem. Estou há dois dias sem beber, sem dormir, com o corpo todo tremendo e, às vezes, parece que tem uns bichos percorrendo o meu corpo. Por vezes, perco a noção do tempo e de onde estou. Acho que o álcool está me fazendo falta...(FONTE: aberta.senad.gov.br).
Caso: Sou advogado, tenho 45 anos, separado e tenho dois filhos. Usei álcool pela primeira vez aos 12 anos (...). Assim que entrei na faculdade, após as aulas, eu e meus colegas nos reuníamos e bebíamos até altas horas. No início era apenas às sextas-feiras, depois, todo dia. A sensação de relaxamento e de descontração era ótima. Aos 25 anos, depois de uma decepção amorosa,passei a beber diariamente. Quando eu me casei eu já bebia bastante e isso foi deixando-a muito incomodada. Hoje em dia só bebo pinga. A minha vida hoje se restringe ao álcool. Deixei de trabalhar. A “caninha” não me sai da cabeça. Parece que tenho um “encosto” que me faz beber, parece que já não sou dono de mim mesmo. Estou hoje aqui, com vocês, não conheço ninguém e vocês não me conhecem. Estou há dois dias sem beber, sem dormir, com o corpo todo tremendo e, às vezes, parece que tem uns bichos percorrendo o meu corpo. Por vezes, perco a noção do tempo e de onde estou. Acho que o álcool está me fazendo falta...(FONTE: aberta.senad.gov.br).