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Q400602 Português
A partir da leitura do texto 3 e 4 é CORRETO dizermos que:
Alternativas
Q400601 Português
De acordo as charges acima podemos INFERIR que:
Alternativas
Q400600 Português
Recorte 2

Tiririca, o candidato que não lê

Vários indícios sugerem que Tiririca não sabe ler nem escrever. A Constituição proíbe candidatos analfabetos

De acordo com a Constituição, os analfabetos são inelegíveis e, portanto, não podem se candidatar e receber votos. Por lei, os candidatos são obrigados a apresentar à Justiça Eleitoral um comprovante de escolaridade. Na ausência de comprovante devem demonstrar capacidade de ler e escrever. Para registrar sua candidatura a deputado federal, Tiririca apresentou ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de São Paulo uma declaração em que ele afirma que sabe ler e escrever. Essa de claração, segundo as normas legais, deve ser escrita de próprio punho. Mas Tiririca, de fato, sabe ler e escrever? A suspeita é que não. Vários indícios permitem levantar essa de confiança.

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Segundo o texto exposto acima podemos INFERIR que:
Alternativas
Q400599 Português
Recorte 2

Tiririca, o candidato que não lê

Vários indícios sugerem que Tiririca não sabe ler nem escrever. A Constituição proíbe candidatos analfabetos

De acordo com a Constituição, os analfabetos são inelegíveis e, portanto, não podem se candidatar e receber votos. Por lei, os candidatos são obrigados a apresentar à Justiça Eleitoral um comprovante de escolaridade. Na ausência de comprovante devem demonstrar capacidade de ler e escrever. Para registrar sua candidatura a deputado federal, Tiririca apresentou ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de São Paulo uma declaração em que ele afirma que sabe ler e escrever. Essa de claração, segundo as normas legais, deve ser escrita de próprio punho. Mas Tiririca, de fato, sabe ler e escrever? A suspeita é que não. Vários indícios permitem levantar essa de confiança.

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Identifique a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q400598 Português
O Brasil merecia mais, mas terá de optar entre o candidato da fita-crepe e a da bexiga d'água

Só tenho medo da falseta, mas adoro a Julieta, como adoro a Papai do Céu. Quero seu amor, minha santinha, mas só não quero que me faça de bolinha de papel. Tiro você do emprego, dou-lhe amor e sossego, vou ao banco e tiro para você gastar. Posso, Julieta, lhe mostrar a caderneta se você duvidar...

O samba “Bolinha de papel”, composto pelo mineiro Geraldo Pereira e imortalizado por João Gilberto, bem que poderia ser a trilha sonora do enlace definitivo entre José Serra e Dilma Rousseff no dia 31 de outubro. Na festa de Halloween, os dois fariam um favor ao País se renunciassem à disputa presidencial em nome de um sentimento maior: o amor que os une. Serra e Dilma são almas gêmeas, filhotinhos de 1964, que resistiram à ditadura e nos fizeram respirar novamente o ar da liberdade - sem eles, o que seria de nós, afinal? Depois do exílio e da luta armada, poderiam se sacrificar mais uma vez em nome da Nação, dando-nos uma liberdade ainda mais preciosa: a de não votar no meio de um feriadão que já prenuncia altas temperaturas - não apenas políticas, mas, sobretudo, meteorológicas.

O Brasil de hoje, visto de fora, vive um momento único. É o país dos 7,5% de crescimento, do pleno emprego e que está no topo da lista dos investidores internacionais. Visto de dentro, é o país da mesquinharia política, da podridão eleitoral, das pequenas trapaças, das grandes armações e do vale-tudo em nome do poder. Um país onde os eleitores, ainda obrigados a votar em pleno século XXI, terão de optar entre o candidato da bolinha de papel e da fita crepe comparado ao goleiro Rojas pelo presidente Lula, árbitro da nossa democracia - e a candidata que se esquivou de uma bexiga d’água, com agilidade felina. O que deve ter aprendido nos tempos em que jogava queimada no liceu de Belo Horizonte.

Assim como no samba de 1945, os dois candidatos também adoram a Papai do Céu. São neocristãos, neopentecostais, neomuçulmanos, neotudo. Também podem se dar ao luxo de não mais trabalhar. Juntos, devem ter arrecadado mais de R$ 300 milhões - e sempre existem as sobras de campanha, bem anotadas nas cadernetinhas dos tesoureiros. Onde poderiam passar a lua de mel? Por que não na própria Lua, onde a Nasa, na semana passada, revelou a existência de grandes depósitos de água? O suficiente para abastecer futuras colônias humanas, onde Serra e Dilma, dois carolas criacionistas, poderiam brincar de Adão e Eva.

O Brasil merecia mais. Poderia ser o país da tolerância, da mobilidade social e do desenvolvimento sustentável, mas terá que votar por exclusão no dia 31. Não no melhor, mas no menos pior. Amassaram o meu país. Transformaram - no numa bolinha de papel.

Marque a alternativa INCORRETA de acordo com a tansitividade verbal.
Alternativas
Q400597 Português
O Brasil merecia mais, mas terá de optar entre o candidato da fita-crepe e a da bexiga d'água

Só tenho medo da falseta, mas adoro a Julieta, como adoro a Papai do Céu. Quero seu amor, minha santinha, mas só não quero que me faça de bolinha de papel. Tiro você do emprego, dou-lhe amor e sossego, vou ao banco e tiro para você gastar. Posso, Julieta, lhe mostrar a caderneta se você duvidar...

O samba “Bolinha de papel”, composto pelo mineiro Geraldo Pereira e imortalizado por João Gilberto, bem que poderia ser a trilha sonora do enlace definitivo entre José Serra e Dilma Rousseff no dia 31 de outubro. Na festa de Halloween, os dois fariam um favor ao País se renunciassem à disputa presidencial em nome de um sentimento maior: o amor que os une. Serra e Dilma são almas gêmeas, filhotinhos de 1964, que resistiram à ditadura e nos fizeram respirar novamente o ar da liberdade - sem eles, o que seria de nós, afinal? Depois do exílio e da luta armada, poderiam se sacrificar mais uma vez em nome da Nação, dando-nos uma liberdade ainda mais preciosa: a de não votar no meio de um feriadão que já prenuncia altas temperaturas - não apenas políticas, mas, sobretudo, meteorológicas.

O Brasil de hoje, visto de fora, vive um momento único. É o país dos 7,5% de crescimento, do pleno emprego e que está no topo da lista dos investidores internacionais. Visto de dentro, é o país da mesquinharia política, da podridão eleitoral, das pequenas trapaças, das grandes armações e do vale-tudo em nome do poder. Um país onde os eleitores, ainda obrigados a votar em pleno século XXI, terão de optar entre o candidato da bolinha de papel e da fita crepe comparado ao goleiro Rojas pelo presidente Lula, árbitro da nossa democracia - e a candidata que se esquivou de uma bexiga d’água, com agilidade felina. O que deve ter aprendido nos tempos em que jogava queimada no liceu de Belo Horizonte.

Assim como no samba de 1945, os dois candidatos também adoram a Papai do Céu. São neocristãos, neopentecostais, neomuçulmanos, neotudo. Também podem se dar ao luxo de não mais trabalhar. Juntos, devem ter arrecadado mais de R$ 300 milhões - e sempre existem as sobras de campanha, bem anotadas nas cadernetinhas dos tesoureiros. Onde poderiam passar a lua de mel? Por que não na própria Lua, onde a Nasa, na semana passada, revelou a existência de grandes depósitos de água? O suficiente para abastecer futuras colônias humanas, onde Serra e Dilma, dois carolas criacionistas, poderiam brincar de Adão e Eva.

O Brasil merecia mais. Poderia ser o país da tolerância, da mobilidade social e do desenvolvimento sustentável, mas terá que votar por exclusão no dia 31. Não no melhor, mas no menos pior. Amassaram o meu país. Transformaram - no numa bolinha de papel.

No texto 1, o autor mostra a visão religiosa dos candidatos à Presidência da República. Podemos dizer que no recorte abaixo se sobressaem as seguintes características.

TRECHO:

“Assim como no samba de 1945, os dois candidatos também adoram a Papai do Céu. São neocristãos, neopentecostais, neomuçulmanos, neotudo. Também podem se dar ao luxo de não mais trabalhar.”

I. O autor mostra o lado religioso dos candidatos.
II. Ele concorda com a versatilidade dos candidatos
III. O termo “neo” mostra como os candidatos aderiram a todos os gostos para agradar aos eleitores
IV. O fragmento retoma o samba bolinha de papel, (épigrafe do texto) e mostra como os candidatos são versáteis ao se nomearem adeptos a todas as crenças.
V . Destaca as religiões tradicionais como forma de adesão ao governo.

São verdadeiras:
Alternativas
Q400596 Português
O Brasil merecia mais, mas terá de optar entre o candidato da fita-crepe e a da bexiga d'água

Só tenho medo da falseta, mas adoro a Julieta, como adoro a Papai do Céu. Quero seu amor, minha santinha, mas só não quero que me faça de bolinha de papel. Tiro você do emprego, dou-lhe amor e sossego, vou ao banco e tiro para você gastar. Posso, Julieta, lhe mostrar a caderneta se você duvidar...

O samba “Bolinha de papel”, composto pelo mineiro Geraldo Pereira e imortalizado por João Gilberto, bem que poderia ser a trilha sonora do enlace definitivo entre José Serra e Dilma Rousseff no dia 31 de outubro. Na festa de Halloween, os dois fariam um favor ao País se renunciassem à disputa presidencial em nome de um sentimento maior: o amor que os une. Serra e Dilma são almas gêmeas, filhotinhos de 1964, que resistiram à ditadura e nos fizeram respirar novamente o ar da liberdade - sem eles, o que seria de nós, afinal? Depois do exílio e da luta armada, poderiam se sacrificar mais uma vez em nome da Nação, dando-nos uma liberdade ainda mais preciosa: a de não votar no meio de um feriadão que já prenuncia altas temperaturas - não apenas políticas, mas, sobretudo, meteorológicas.

O Brasil de hoje, visto de fora, vive um momento único. É o país dos 7,5% de crescimento, do pleno emprego e que está no topo da lista dos investidores internacionais. Visto de dentro, é o país da mesquinharia política, da podridão eleitoral, das pequenas trapaças, das grandes armações e do vale-tudo em nome do poder. Um país onde os eleitores, ainda obrigados a votar em pleno século XXI, terão de optar entre o candidato da bolinha de papel e da fita crepe comparado ao goleiro Rojas pelo presidente Lula, árbitro da nossa democracia - e a candidata que se esquivou de uma bexiga d’água, com agilidade felina. O que deve ter aprendido nos tempos em que jogava queimada no liceu de Belo Horizonte.

Assim como no samba de 1945, os dois candidatos também adoram a Papai do Céu. São neocristãos, neopentecostais, neomuçulmanos, neotudo. Também podem se dar ao luxo de não mais trabalhar. Juntos, devem ter arrecadado mais de R$ 300 milhões - e sempre existem as sobras de campanha, bem anotadas nas cadernetinhas dos tesoureiros. Onde poderiam passar a lua de mel? Por que não na própria Lua, onde a Nasa, na semana passada, revelou a existência de grandes depósitos de água? O suficiente para abastecer futuras colônias humanas, onde Serra e Dilma, dois carolas criacionistas, poderiam brincar de Adão e Eva.

O Brasil merecia mais. Poderia ser o país da tolerância, da mobilidade social e do desenvolvimento sustentável, mas terá que votar por exclusão no dia 31. Não no melhor, mas no menos pior. Amassaram o meu país. Transformaram - no numa bolinha de papel.

A partir da leitura realizada no texto podemos dizer que o autor sugere que:
Alternativas
Q400595 Português
O Brasil merecia mais, mas terá de optar entre o candidato da fita-crepe e a da bexiga d'água

Só tenho medo da falseta, mas adoro a Julieta, como adoro a Papai do Céu. Quero seu amor, minha santinha, mas só não quero que me faça de bolinha de papel. Tiro você do emprego, dou-lhe amor e sossego, vou ao banco e tiro para você gastar. Posso, Julieta, lhe mostrar a caderneta se você duvidar...

O samba “Bolinha de papel”, composto pelo mineiro Geraldo Pereira e imortalizado por João Gilberto, bem que poderia ser a trilha sonora do enlace definitivo entre José Serra e Dilma Rousseff no dia 31 de outubro. Na festa de Halloween, os dois fariam um favor ao País se renunciassem à disputa presidencial em nome de um sentimento maior: o amor que os une. Serra e Dilma são almas gêmeas, filhotinhos de 1964, que resistiram à ditadura e nos fizeram respirar novamente o ar da liberdade - sem eles, o que seria de nós, afinal? Depois do exílio e da luta armada, poderiam se sacrificar mais uma vez em nome da Nação, dando-nos uma liberdade ainda mais preciosa: a de não votar no meio de um feriadão que já prenuncia altas temperaturas - não apenas políticas, mas, sobretudo, meteorológicas.

O Brasil de hoje, visto de fora, vive um momento único. É o país dos 7,5% de crescimento, do pleno emprego e que está no topo da lista dos investidores internacionais. Visto de dentro, é o país da mesquinharia política, da podridão eleitoral, das pequenas trapaças, das grandes armações e do vale-tudo em nome do poder. Um país onde os eleitores, ainda obrigados a votar em pleno século XXI, terão de optar entre o candidato da bolinha de papel e da fita crepe comparado ao goleiro Rojas pelo presidente Lula, árbitro da nossa democracia - e a candidata que se esquivou de uma bexiga d’água, com agilidade felina. O que deve ter aprendido nos tempos em que jogava queimada no liceu de Belo Horizonte.

Assim como no samba de 1945, os dois candidatos também adoram a Papai do Céu. São neocristãos, neopentecostais, neomuçulmanos, neotudo. Também podem se dar ao luxo de não mais trabalhar. Juntos, devem ter arrecadado mais de R$ 300 milhões - e sempre existem as sobras de campanha, bem anotadas nas cadernetinhas dos tesoureiros. Onde poderiam passar a lua de mel? Por que não na própria Lua, onde a Nasa, na semana passada, revelou a existência de grandes depósitos de água? O suficiente para abastecer futuras colônias humanas, onde Serra e Dilma, dois carolas criacionistas, poderiam brincar de Adão e Eva.

O Brasil merecia mais. Poderia ser o país da tolerância, da mobilidade social e do desenvolvimento sustentável, mas terá que votar por exclusão no dia 31. Não no melhor, mas no menos pior. Amassaram o meu país. Transformaram - no numa bolinha de papel.

Leia o fragmento abaixo e marque as alternativas com V (verdadeiro) ou F (falso).

Fragmento:

Só tenho medo da falseta,mas adoro a Julieta, como
adoro a Papai do Céu. Quero seu amor, minha santinha, mas
só não quero que me faça de bolinha de papel. Tiro você do
emprego, dou-lhe amor e sossego, vou ao banco e tiro tudo
para você gastar. Posso, lhe mostrar a caderneta se
você duvidar..."


( ) Na primeira linha temos respectivamente conjunção aditiva, comparativa e um pronome possessivo.

( ) Na 2ª linha, temos respectivamente conjunções adversativas, comparativa e pronome possessivo.

( ) Na 2ª linha temos um próclise verbal

( ) 3ª e 4ª linha temos “lhe" como valor pronominal. (ambos são ênclise verbal)

( ) o “se" presente na última linha é um índice de indeterminação do sujeito.
Alternativas
Q400594 Português
O Brasil merecia mais, mas terá de optar entre o candidato da fita-crepe e a da bexiga d'água

Só tenho medo da falseta, mas adoro a Julieta, como adoro a Papai do Céu. Quero seu amor, minha santinha, mas só não quero que me faça de bolinha de papel. Tiro você do emprego, dou-lhe amor e sossego, vou ao banco e tiro para você gastar. Posso, Julieta, lhe mostrar a caderneta se você duvidar...

O samba “Bolinha de papel”, composto pelo mineiro Geraldo Pereira e imortalizado por João Gilberto, bem que poderia ser a trilha sonora do enlace definitivo entre José Serra e Dilma Rousseff no dia 31 de outubro. Na festa de Halloween, os dois fariam um favor ao País se renunciassem à disputa presidencial em nome de um sentimento maior: o amor que os une. Serra e Dilma são almas gêmeas, filhotinhos de 1964, que resistiram à ditadura e nos fizeram respirar novamente o ar da liberdade - sem eles, o que seria de nós, afinal? Depois do exílio e da luta armada, poderiam se sacrificar mais uma vez em nome da Nação, dando-nos uma liberdade ainda mais preciosa: a de não votar no meio de um feriadão que já prenuncia altas temperaturas - não apenas políticas, mas, sobretudo, meteorológicas.

O Brasil de hoje, visto de fora, vive um momento único. É o país dos 7,5% de crescimento, do pleno emprego e que está no topo da lista dos investidores internacionais. Visto de dentro, é o país da mesquinharia política, da podridão eleitoral, das pequenas trapaças, das grandes armações e do vale-tudo em nome do poder. Um país onde os eleitores, ainda obrigados a votar em pleno século XXI, terão de optar entre o candidato da bolinha de papel e da fita crepe comparado ao goleiro Rojas pelo presidente Lula, árbitro da nossa democracia - e a candidata que se esquivou de uma bexiga d’água, com agilidade felina. O que deve ter aprendido nos tempos em que jogava queimada no liceu de Belo Horizonte.

Assim como no samba de 1945, os dois candidatos também adoram a Papai do Céu. São neocristãos, neopentecostais, neomuçulmanos, neotudo. Também podem se dar ao luxo de não mais trabalhar. Juntos, devem ter arrecadado mais de R$ 300 milhões - e sempre existem as sobras de campanha, bem anotadas nas cadernetinhas dos tesoureiros. Onde poderiam passar a lua de mel? Por que não na própria Lua, onde a Nasa, na semana passada, revelou a existência de grandes depósitos de água? O suficiente para abastecer futuras colônias humanas, onde Serra e Dilma, dois carolas criacionistas, poderiam brincar de Adão e Eva.

O Brasil merecia mais. Poderia ser o país da tolerância, da mobilidade social e do desenvolvimento sustentável, mas terá que votar por exclusão no dia 31. Não no melhor, mas no menos pior. Amassaram o meu país. Transformaram - no numa bolinha de papel.

A partir do “O Brasil merecia mais , mas terá de optar entre o candidato da fita-crepe e a da bexiga d'água" marque a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: ADVISE Órgão: SESC-SE Prova: ADVISE - 2010 - SESC-SE - Biblioteconomista |
Q54511 Biblioteconomia
Considerando que o objetivo de qualquer sistema de recuperação da informação(SRI) é o uso e que, nesse contexto, a usabilidade diz respeito ao "grau com que usuários específicos podem alcançar metas específicas em determinado ambiente, com eficácia, eficiência, comodidade e de maneira aceitável" (BOOTH, 1989), as categorias de usuários usadas como estereótipos para faixas de experiência com sistemas de acesso público são:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: ADVISE Órgão: SESC-SE Prova: ADVISE - 2010 - SESC-SE - Biblioteconomista |
Q54510 Biblioteconomia
Considere os seguintes cabeçalhos para entidades coletivas:

I. Brasil. Coordenação Nacional do Ensino Agropecuário.

II. Bahia. Liceu Salesiano de Salvador.

III. Brasil. Ministério da Educação. Universidade Federal de Sergipe.

IV. CNPq.

V. Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.

VI. Coordenação Nacional do Ensino Agropecuário (Brasil).

VII. Instituto de Pesquisas da Marinha.

VIII. Instituto de Pesquisas da Marinha (Brasil).

IX. Liceu Salesiano de Salvador (Bahia).

X. Universidade Federal de Sergipe.

Estão corretos SOMENTE os cabeçalhos indicados em:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: ADVISE Órgão: SESC-SE Prova: ADVISE - 2010 - SESC-SE - Biblioteconomista |
Q54509 Biblioteconomia
Considere o texto:

Imagem 009.jpg

A proposição é ratificada pelo seguinte ponto de vista:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: ADVISE Órgão: SESC-SE Prova: ADVISE - 2010 - SESC-SE - Biblioteconomista |
Q54508 Biblioteconomia
Uma das preocupações de bibliotecários que gerenciam informações na Web é a quebra de vínculos de endereços de páginas que, embora organizadas e atualizadas, são removidas subitamente. Nessas circunstâncias, os bibliotecários recorrem a softwares específicos para o acompanhamento de alterações e notificação de mudanças. Tais procedimentos objetivam a qualidade das informações disponibilizadas para o usuário, fundamentada no critério da:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: ADVISE Órgão: SESC-SE Prova: ADVISE - 2010 - SESC-SE - Biblioteconomista |
Q54507 Biblioteconomia
Os sistemas de automação de Unidades de Informação objetivam a manutenção, o desenvolvimento e o controle do acervo. Nesse sentido, assinale a opção CORRETA:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: ADVISE Órgão: SESC-SE Prova: ADVISE - 2010 - SESC-SE - Biblioteconomista |
Q54506 Biblioteconomia
Um bibliotecário apresentou ao chefe da biblioteca do SESC um projeto de verificação da necessidade de todos os serviços da biblioteca, antes que fossem prestados. O bibliotecário-chefe indagou, então, sobre qual seria a justificativa para avaliar, por exemplo, a necessidade do serviço de referência se, em princípio, este serviço é essencial e se coaduna com os objetivos e a política de qualquer biblioteca. O questionamento levou à imediata reconsideração do projeto de avaliação indiscriminada da necessidade de serviços, à luz do princípio administrativo da:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: ADVISE Órgão: SESC-SE Prova: ADVISE - 2010 - SESC-SE - Biblioteconomista |
Q54505 Biblioteconomia
Assinale a afirmação correta, relativa à área de responsabilidade, de acordo com o Código de Catalogação Anglo-americano (AACR-2R) em vigor.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: ADVISE Órgão: SESC-SE Prova: ADVISE - 2010 - SESC-SE - Biblioteconomista |
Q54504 Biblioteconomia
A pesquisa, alicerçada em catálogos e bibliografias de âmbitos nacional e internacional e o modo eficaz de localizar e obter documentos pertinentes requerem uma estrutura sistêmica de ações planejadas e articuladas, que envolvem especialistas e usuários. Essa estrutura, que implica a padronização internacional, a cooperação recíproca entre países e o desenvolvimento de redes de informação automatizadas, considera cada catálogo e cada bibliografia local como elemento potencial para a implementação, em nível nacional e universal, do sistema de:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: ADVISE Órgão: SESC-SE Prova: ADVISE - 2010 - SESC-SE - Biblioteconomista |
Q54503 Biblioteconomia
O Código de Ética Profissional estabelece que o bibliotecário deve, em relação aos usuários e clientes, observar as seguintes condutas:

I. aplicar todo zelo e recursos ao seu alcance, não se recusando a prestar assistência profissional, salvo por relevante motivo.

II. tratar usuários e clientes com respeito e urbanidade.

III. orientar a técnica da pesquisa e a normalização do trabalho intelectual de acordo com suas competências.

IV. evitar comentários desabonadores sobre a atuação profissional.

Das condutas citadas:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: ADVISE Órgão: SESC-SE Prova: ADVISE - 2010 - SESC-SE - Biblioteconomista |
Q54502 Biblioteconomia
São instrumentos auxiliares do processo de indexação:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: ADVISE Órgão: SESC-SE Prova: ADVISE - 2010 - SESC-SE - Biblioteconomista |
Q54501 Biblioteconomia
Na indexação, a preocupação que os bibliotecários devem ter em saber para que tipo de usuário estão fazendo a indexação chama-se:
Alternativas
Respostas
5281: E
5282: D
5283: D
5284: B
5285: E
5286: B
5287: E
5288: C
5289: C
5290: D
5291: A
5292: A
5293: B
5294: E
5295: B
5296: C
5297: C
5298: B
5299: E
5300: C