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Q3432565 Segurança e Transporte
Sobre a profissão de porteiro é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3432564 Atendimento ao Público
 Ao lidar com visitantes, os porteiros devem: 
Alternativas
Q3432563 Segurança e Transporte
Porteiros são responsáveis por monitorar sistemas de segurança, como câmeras de vigilância, alarmes e sistemas de controle de acesso e, devem identificar qualquer atividade suspeita e agir de acordo com os procedimentos de segurança estabelecidos. Diante disso, é necessário que o porteiro tenha conhecimento sobre:  
Alternativas
Q3432562 Atendimento ao Público
Requisitos que são necessários para desempenhar a função de porteiro:  
Alternativas
Q3432561 Atendimento ao Público
Uma das funções desenvolvidas pelo porteiro é o atendimento ao publico e este deve ser feito respeitando as seguintes regras:
Alternativas
Q3432560 Direito Administrativo

O Decreto nº 1.171 de 1994 assegura que a função publica deve ser tida como exercício profissional e, portanto, não se integra na vida particular de cada servidor publico.  


A afirmação está:  


Alternativas
Q3432559 Direito Administrativo
É vedado ao Servidor Público 
Alternativas
Q3432558 Direito Administrativo
Segundo a legislação vigente, “tratar cuidadosamente os usuários dos serviços aperfeiçoando o processo de comunicado e contato com o publico" é um dos principais deveres do servidor publico. 
A afirmação está: 
Alternativas
Q3432557 Direito Administrativo
O servidor publico estável perdera o cargo: 
Alternativas
Q3432556 Direito Eleitoral
O alistamento eleitoral e o voto são:  
Alternativas
Q3432555 Direito Constitucional
Constituem-se fundamentos da República Federativa do Brasil  
Alternativas
Q3431180 Português

Texto: 


As crianças, as frustrações e o suicídio



        Que atire a primeira pedra quem nunca recebeu ou não foi tocado por um daqueles vídeos com crianças das décadas de 50, 60 e 70 brincando na rua, correndo feito loucas, cheias de hematomas, esfoladas de dar dó, suadas e sujas de dar nojo, mas, como diria minha mãe, “rindo a bandeiras despregadas”. E muitos de nós vivemos essa infância, mas a sensação que temos é a de que, entre aquele tempo e hoje, há a eternidade. Havia disputas acirradas? Sem dúvida. Havia brigas? Muitas. Havia Bullying? Todo o tempo.



        Mas não víamos casos de suicídio entre crianças e adolescentes como vemos hoje. E não estou falando das que têm vidas desoladoras, mas das chamadas “crianças que têm tudo”. É claro que vivíamos situações estressantes, mesmo ______ os pais eram rigorosos demais e até violentos, não nos ouviam porque achavam que criança não tinha que falar, mas obedecer. Muitas de nós sofríamos de depressão e ansiedade, como vemos hoje, mas acredito que essa atividade física ao ar livre, a exposição ao sol, o contato presencial com outras crianças, ajudavam-nos a esquecer, pelo menos por alguns momentos, as agruras da vida.



        Sim, as agruras da vida! ______ está redondamente enganado aquele que pensa que criança que tem “tudo nas mãos”, que “não precisa se preocupar com mais nada além de brincar e estudar”, não tem motivo para se sentir infeliz. As estatísticas estão aí para provar que isso não é verdade, e várias são as causas para ideações e tentativas de suicídio – problemas mentais, como depressão e transtorno de personalidade Bordelense; perda de um ente querido, por morte ou separação; Bullying; abusos sexuais; dificuldades de aprendizagem. E alguns sinais não podem ser ignorados, servindo de alerta, como alterações do apetite e do peso, cansaço excessivo, baixa autoestima, agitação, desânimo, isolamento, irritabilidade, ataques de raiva, comportamentos estranhos como roupas que mais parecem esconderijos.



        Mas uma coisa chama a minha atenção nas crianças e nos adolescentes de hoje, que é o despreparo para lidar com as frustrações, com as decepções. Aquelas crianças de antigamente, às quais só restava obedecer, já tinham um “não” para tudo e tinham que correr atrás do “sim” para qualquer coisa que não fosse acordar, dormir, comer, tomar banho, ir para a escola, fazer as lições. Toda e qualquer coisa que saísse desse script demandava permissão que precisava ser perseguida. Em geral, pedia-se à mãe, que empurrava a responsabilidade para o pai, que a devolvia com um “Se sua mãe disser que pode, tudo bem pra mim”. E lá ia a criaturinha de volta para a mãe, com o coração aos pulos.



        Hoje, a garotada já nasce com um “sim” para tudo. [o]s pais, desejosos de serem “[o]s melhores pais do mundo” e, cá entre nós, morrendo de medo de não [o] serem ou de assim não serem considerados, raramente dizem “não” às suas crias e, quando [o] fazem, diante do espanto e do choque provocado, entram em pânico e voltam atrás nas suas decisões, restabelecendo a calma nas relações. Só que a vida não é feita só de “sins”, mas também de “nãos”. Aliás, bem mais “nãos” do que “sins”. E quando [o] filhote começa a dar [o]s primeiros passos fora da bolha de proteção, [o] bicho pega, não alisa!



        Um exemplo de ambiente que não passa a mão na cabeça de ninguém é o das redes sociais. Mesmo para muitos adultos, é difícil lidar com críticas, até mesmo construtivas. Agora imagine o que é para uma criança ou um adolescente acostumado aos “sins” receber “nãos” ou, o que é pior, ser alvo dos haters, que disseminam o ódio, fazendo comentários maldosos e até absurdos, criminosos. Muitas crianças e adolescentes tiram a própria vida por não suportarem o que lhes é dito pela internet. E a solução não é impedir o uso das redes sociais, ______ elas são uma realidade, são parte da nossa vida.



        Assim, deixo aqui alguns conselhos aos pais que desejam ser os melhores do mundo. Em primeiro lugar, entenda que, em situações ordinárias, todos os pais e todas as mães tentam ser os melhores pais e as melhores mães do mundo, mas todos, sem exceção, falham ______ os consumidores desses esforços, que são os filhos, costumam ter uma noção diferente do pai ou da mãe ideal. Então tente ser o pai que você gostaria de ter tido e vá se adaptando aos seus filhos, aprendendo com eles, com os novos modelos sociais, com os novos tempos. Siga firme e ponha todo o seu amor nesse percurso.



        Em segundo lugar, pense que seus pais provavelmente também desejaram ser os melhores do mundo ou, no mínimo, não cometer os erros cometidos pelos pais deles. Assim, mesmo que você ache que eles não se saíram bem, não cometa o erro de acreditar que eles fizeram tudo errado. Em geral, começamos pensando que eles erraram em tudo, depois começamos a pensar que eles acertaram em algumas coisas e terminamos pensando que eles acertaram muito, às vezes naquilo que abominávamos.



        Em terceiro lugar, seu filho precisa mesmo é ser amado – acolhido, respeitado, ouvido, orientado. Ele precisará ouvir “sins” e “nãos”; precisará ouvir que a vida nem sempre é como a gente quer que ela seja, exigindo de nós resiliência, paciência, perseverança; precisará ouvir de você um pedido de desculpas sempre que você entender que falhou com ele; precisará entender que pais não são super-heróis, apenas seres humanos tentando acertar, que continuam a nos amar mesmo quando erram feio, mesmo quando nós erramos feio.



        E procure se conhecer, observar como você costuma lidar com os “nãos” da vida, como reage diante das frustrações. Você se mantém tranquilo, respira fundo e tenta encontrar uma saída para o problema? Ou você é do tipo que tem um ataque, desconta nos outros, enche a cara ou toma um calmante e fica largado na cama babando? Lembre que os nossos filhos estão sempre de olho em nós, aprendendo com o que falamos, mas, principalmente, com o exemplo que damos. Como dizem, a palavra convence, mas o exemplo arrasta.


SANT’ANA, Maraci. As crianças, as frustrações e o suicídio. Correio Braziliense, 23 de agosto de 2023. Opinião. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/consultoriosentimental/as-criancas-e-as-frustracoes/. Acesso em: 25 jan. 2024. Adaptado. 

Em qual dos trechos abaixo o vocábulo sublinhado “NÃO” se classifica como substantivo? 
Alternativas
Q3431178 Terapia Ocupacional
Assinale a alternativa que apresenta transtornos neuróticos.  
Alternativas
Q3431177 Terapia Ocupacional
 Sobre a história da Terapia Ocupacional, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3431176 Terapia Ocupacional
Para o exercício da Especialidade Profissional em Saúde Mental é necessário o domínio da seguinte grandes áreas de competência: 
Alternativas
Q3431175 Terapia Ocupacional

A terapia ocupacional atua com adolescentes e jovens em cumprimento de medida socioeducativa. O terapeuta ocupacional pode se inserir nos Serviços de Medida Socioeducativa de diversas formas, entre elas:



I. Coordenação do serviço realizando gestão, previsão orçamentária, formação e organização da equipe, supervisão de estágios, articulação interna e externa, reuniões e discussão em planejamento de propostas para acompanhamentos, mediação de conflitos com a rede, suporte e cuidado para a equipe.


II. Trabalha com recursos terapêutico-ocupacionais com objetivo de, além de gerar aproximação e vínculo com os jovens.


III. Traça o perfil socioprofissional e gerencia campanhas assistenciais e de imunização.


IV. Proporciona a ampliação das possibilidades de trajetórias de vida para essa população. 



As afirmativas corretas estão representas em:

Alternativas
Q3431174 Terapia Ocupacional
No atendimento à criança com paralisia cerebral o terapeuta ocupacional pode utilizar vários métodos terapêuticos para suprir as necessidades específicas de cada uma. Dessa forma: 
Alternativas
Q3431173 Terapia Ocupacional

A dor é considerada uma experiência individual desagradável, multidimensional, subjetiva, de alta complexidade e a resposta a esta varia de sujeito para sujeito. Uma das atuações da Terapia Ocupacional na área neuromusculoesquelético é o manejo da dor.


Analise as afirmativas abaixo e assinale a correta.

Alternativas
Q3431172 Terapia Ocupacional
A Síndrome de Down (SD) é a síndrome genética mais frequente associada ao déficit intelectual, a hipotonia interfere diretamente na aquisição de habilidades do desenvolvimento motor da criança com SD. Isso limita as habilidades de coordenação motora, tanto grossa como fina. O terapeuta ocupacional pode avaliar e medir de forma simples a destreza manual de crianças com SD através do (a): 
Alternativas
Q3431171 Terapia Ocupacional
Assinale a alternativa correta sobre a atuação do terapeuta ocupacional em contextos hospitalares. 
Alternativas
Respostas
4001: X
4002: C
4003: B
4004: A
4005: C
4006: A
4007: D
4008: C
4009: B
4010: D
4011: A
4012: X
4013: B
4014: C
4015: A
4016: B
4017: C
4018: D
4019: B
4020: B