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Q3290315 Libras
Em uma escola de ensino fundamental, o intérprete de Libras observou dificuldades nos projetos interdisciplinares, pois alguns professores não realizavam planejamento conjunto para alunos surdos. Como o intérprete pode contribuir para a harmonização dessas práticas?
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Q3290314 Libras
O Intérprete de Libras atua como mediador linguístico, promovendo entendimento entre surdos e ouvintes no contexto escolar. Qual a conduta que é compatível com esse papel profissional? 
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Q3290313 Pedagogia
A Lei que oficializa a Libras (Lei nº 10.436/2002) e seu respectivo Decreto (nº 5.626/2005) trazem diretrizes para o uso e difusão da língua de sinais no Brasil. Que disposição está de acordo com os instrumentos legais?
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Q3290312 Libras
Em intervenções pedagógicas, o professor-intérprete de Libras frequentemente trabalha em conjunto com docentes de várias áreas. O que melhor define essa colaboração?
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Q3290311 Libras
As variações linguísticas em Libras ocorrem devido a fatores regionais, geracionais e contextuais. De que forma o professor-intérprete pode lidar com essas variações na prática educacional?
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Q3290310 Pedagogia
A ética profissional no ambiente escolar envolve responsabilidade, neutralidade diante de diferenças e comprometimento com o crescimento dos estudantes. Assinale a alternativa que reflete essa compreensão:
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Q3290309 Libras
A atuação de professores-intérpretes de Libras no contexto educacional implica desafios na mediação de conteúdos. Que atitude condiz com uma prática profissional ética e eficaz? 
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Q3290308 Libras
Em termos de estrutura linguística, a Libras possui características próprias que a diferenciam das línguas orais-auditivas. Qual a opção que descreve adequadamente uma dessas especificidades?
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Q3290307 Pedagogia
A Lei nº 9.394/96 fala sobre os diferentes níveis de ensino e define princípios para a Educação Básica. Qual a opção que combina com o que essa lei defende?
Alternativas
Q3290306 Pedagogia
A educação à distância (EAD) exige adequação tecnológica, estratégias didáticas específicas e suporte contínuo ao estudante em plataformas virtuais. Qual a alternativa que aborda um fator crucial para o êxito nessa modalidade?
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Q3290305 Pedagogia
Em uma escola, a gestão propôs projetos que unem várias disciplinas. Porém, alguns professores afirmaram ter dificuldades práticas e mostraram resistência a mudanças no jeito de ensinar. Como a equipe gestora pode ajudar a superar esses obstáculos e garantir que os projetos sejam aplicados com sucesso? 
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Q3290304 Pedagogia
O planejamento e a organização das atividades de trabalho nas escolas exigem objetivos claros, a distribuição de tarefas e o monitoramento sistemático. Assinale a alternativa compatível com essa prática: 
Alternativas
Q3290303 Pedagogia
A avaliação da aprendizagem prevê procedimentos contínuos, considerando as particularidades de cada turma e o contexto escolar. Identifique a alternativa que expressa essa concepção avaliativa:
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Q3290302 Pedagogia
Atender às pessoas nas escolas exige receptividade, clareza e respeito às necessidades de cada um. Qual alternativa reflete esse jeito de agir?
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Q3290301 Libras
A consolidação da Libras como língua plena e independente envolve aspectos culturais e identitários da comunidade surda. Nesse contexto, como se define a relação entre Libras e língua portuguesa em ambientes bilíngues? 
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Q3290300 Libras
Pesquisas sobre a história da população surda e muda revelam tradições comunitárias, abrangendo valores culturais que repercutem em práticas linguísticas próprias. Assinale a alternativa que reconhece essa herança sociocultural:
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Q3290299 Pedagogia
A Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente), prevê proteção e desenvolvimento integral, orientando ações de diferentes setores e garantindo políticas voltadas ao bem-estar juvenil. Marque a alternativa que combina com o que o Estatuto defende.
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Q3290265 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.


“AS PESSOAS AINDA NÃO FORAM TERMINADAS...”
(Rubens Alves)

      As diferenças entre um sábio e um cientista? São muitas e não posso dizer todas. Só algumas.
      O sábio conhece com a boca, o cientista, com a cabeça. Aquilo que o sábio conhece tem sabor, é comida, conhecimento corporal. O corpo gosta. A palavra “sapio”, em latim, quer dizer “eu degusto”... O sábio é um cozinheiro que faz pratos saborosos com o que a vida oferece. O saber do sábio dá alegria, razões para viver. Já o que o cientista oferece não tem gosto, não mexe com o corpo, não dá razões para viver. O cientista retruca: “Não tem gosto, mas tem poder”... É verdade. O sábio ensina coisas do amor. O cientista, do poder.
      Para o cientista, o silêncio é o espaço da ignorância. Nele não mora saber algum; é um vazio que nada diz. Para o sábio o silêncio é o tempo da escuta, quando se ouve uma melodia que faz chorar, como disse Fernando Pessoa num dos seus poemas. Roland Barthes, já velho, confessou que abandonara os saberes faláveis e se dedicava, no seu momento crepuscular, aos sabores inefáveis.
      Outra diferença é que para ser cientista há de se estudar muito, enquanto para ser sábio não é preciso estudar. Um dos aforismos do Tao-Te-Ching diz o seguinte: “Na busca dos saberes, cada dia alguma coisa é acrescentada. Na busca da sabedoria, cada dia alguma coisa é abandonada”. O cientista soma. O sábio subtrai.
      Riobaldo, ao que me consta, não tinha diploma. E, não obstante, era sábio. Vejam só o que ele disse: “O senhor mire e veja: o mais importante e bonito do mundo é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas — mas que elas vão sempre mudando...”
      É só por causa dessa sabedoria que há educadores. A educação acontece enquanto as pessoas vão mudando, para que não deixem de mudar. Se as pessoas estivessem prontas não haveria lugar para a educação. O educador ajuda os outros a irem mudando no tempo. (...) Parece que, ao nos criar, o Criador cometeu um erro (ou nos pregou uma peça!): deu-nos um DNA incompleto. E porque nosso DNA é incompleto somos condenados a pensar. Pensar para quê? Para inventar a vida! É por isso, porque nosso DNA é incompleto, que inventamos poesia, culinária, música, ciência, arquitetura, jardins, religiões, esses mundos a que se dá o nome de cultura.
      Pra isso existem os educadores: para cumprir o dito do Riobaldo... Uma escola é um caldeirão de bruxas que o educador vai mexendo para “desigualizar” as pessoas e fazer outros mundos nascerem…

(Revista Educação, edição 125)
Na frase: "Aquilo que o sábio conhece tem sabor", qual a classificação da oração em destaque? 
Alternativas
Q3290261 Pedagogia
Leia o texto a seguir para responder a questão.


“AS PESSOAS AINDA NÃO FORAM TERMINADAS...”
(Rubens Alves)

      As diferenças entre um sábio e um cientista? São muitas e não posso dizer todas. Só algumas.
      O sábio conhece com a boca, o cientista, com a cabeça. Aquilo que o sábio conhece tem sabor, é comida, conhecimento corporal. O corpo gosta. A palavra “sapio”, em latim, quer dizer “eu degusto”... O sábio é um cozinheiro que faz pratos saborosos com o que a vida oferece. O saber do sábio dá alegria, razões para viver. Já o que o cientista oferece não tem gosto, não mexe com o corpo, não dá razões para viver. O cientista retruca: “Não tem gosto, mas tem poder”... É verdade. O sábio ensina coisas do amor. O cientista, do poder.
      Para o cientista, o silêncio é o espaço da ignorância. Nele não mora saber algum; é um vazio que nada diz. Para o sábio o silêncio é o tempo da escuta, quando se ouve uma melodia que faz chorar, como disse Fernando Pessoa num dos seus poemas. Roland Barthes, já velho, confessou que abandonara os saberes faláveis e se dedicava, no seu momento crepuscular, aos sabores inefáveis.
      Outra diferença é que para ser cientista há de se estudar muito, enquanto para ser sábio não é preciso estudar. Um dos aforismos do Tao-Te-Ching diz o seguinte: “Na busca dos saberes, cada dia alguma coisa é acrescentada. Na busca da sabedoria, cada dia alguma coisa é abandonada”. O cientista soma. O sábio subtrai.
      Riobaldo, ao que me consta, não tinha diploma. E, não obstante, era sábio. Vejam só o que ele disse: “O senhor mire e veja: o mais importante e bonito do mundo é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas — mas que elas vão sempre mudando...”
      É só por causa dessa sabedoria que há educadores. A educação acontece enquanto as pessoas vão mudando, para que não deixem de mudar. Se as pessoas estivessem prontas não haveria lugar para a educação. O educador ajuda os outros a irem mudando no tempo. (...) Parece que, ao nos criar, o Criador cometeu um erro (ou nos pregou uma peça!): deu-nos um DNA incompleto. E porque nosso DNA é incompleto somos condenados a pensar. Pensar para quê? Para inventar a vida! É por isso, porque nosso DNA é incompleto, que inventamos poesia, culinária, música, ciência, arquitetura, jardins, religiões, esses mundos a que se dá o nome de cultura.
      Pra isso existem os educadores: para cumprir o dito do Riobaldo... Uma escola é um caldeirão de bruxas que o educador vai mexendo para “desigualizar” as pessoas e fazer outros mundos nascerem…

(Revista Educação, edição 125)
De acordo com o texto, qual é o papel da educação no processo de desenvolvimento humano? 
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Q3290259 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.


“AS PESSOAS AINDA NÃO FORAM TERMINADAS...”
(Rubens Alves)

      As diferenças entre um sábio e um cientista? São muitas e não posso dizer todas. Só algumas.
      O sábio conhece com a boca, o cientista, com a cabeça. Aquilo que o sábio conhece tem sabor, é comida, conhecimento corporal. O corpo gosta. A palavra “sapio”, em latim, quer dizer “eu degusto”... O sábio é um cozinheiro que faz pratos saborosos com o que a vida oferece. O saber do sábio dá alegria, razões para viver. Já o que o cientista oferece não tem gosto, não mexe com o corpo, não dá razões para viver. O cientista retruca: “Não tem gosto, mas tem poder”... É verdade. O sábio ensina coisas do amor. O cientista, do poder.
      Para o cientista, o silêncio é o espaço da ignorância. Nele não mora saber algum; é um vazio que nada diz. Para o sábio o silêncio é o tempo da escuta, quando se ouve uma melodia que faz chorar, como disse Fernando Pessoa num dos seus poemas. Roland Barthes, já velho, confessou que abandonara os saberes faláveis e se dedicava, no seu momento crepuscular, aos sabores inefáveis.
      Outra diferença é que para ser cientista há de se estudar muito, enquanto para ser sábio não é preciso estudar. Um dos aforismos do Tao-Te-Ching diz o seguinte: “Na busca dos saberes, cada dia alguma coisa é acrescentada. Na busca da sabedoria, cada dia alguma coisa é abandonada”. O cientista soma. O sábio subtrai.
      Riobaldo, ao que me consta, não tinha diploma. E, não obstante, era sábio. Vejam só o que ele disse: “O senhor mire e veja: o mais importante e bonito do mundo é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas — mas que elas vão sempre mudando...”
      É só por causa dessa sabedoria que há educadores. A educação acontece enquanto as pessoas vão mudando, para que não deixem de mudar. Se as pessoas estivessem prontas não haveria lugar para a educação. O educador ajuda os outros a irem mudando no tempo. (...) Parece que, ao nos criar, o Criador cometeu um erro (ou nos pregou uma peça!): deu-nos um DNA incompleto. E porque nosso DNA é incompleto somos condenados a pensar. Pensar para quê? Para inventar a vida! É por isso, porque nosso DNA é incompleto, que inventamos poesia, culinária, música, ciência, arquitetura, jardins, religiões, esses mundos a que se dá o nome de cultura.
      Pra isso existem os educadores: para cumprir o dito do Riobaldo... Uma escola é um caldeirão de bruxas que o educador vai mexendo para “desigualizar” as pessoas e fazer outros mundos nascerem…

(Revista Educação, edição 125)
O que se pode inferir do texto quando o autor diz: "O saber do sábio dá alegria, razões para viver"? 
Alternativas
Respostas
1761: C
1762: D
1763: C
1764: B
1765: B
1766: D
1767: C
1768: C
1769: A
1770: D
1771: C
1772: B
1773: A
1774: D
1775: B
1776: B
1777: A
1778: B
1779: C
1780: B