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Q3514420 Farmácia

Considerando-se os tópicos de farmacoepidemiologia, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo corretamente:


_________ é definida como a existência de mecanismos farmacológicos ou patológicos conhecidos que possam explicar a hipótese que está sendo testada. 

Alternativas
Q3514419 Farmácia
Em relação as Boas Praticas de Fabricação de Produtos Farmacêuticos (BPF) é correto afirmar, EXCETO: 
Alternativas
Q3514418 Farmácia
Considerando-se o Código de Processo Ético da Profissão Farmacêutica, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência\a correta;  
( )Os custos necessários a realização dos trabalhos da Comissão de Ética deverão ser arcados pelo Conselho Federal de Farmácia, incluindo o pagamento de gratificação aos seus membros.
( ) Compete ao Conselho Regional de Farmácia processar e julgar em primeira instancia os profissionais sob sua jurisdição e seus membros colegiados, inclusive gestores e conselheiros, observado o principio da segregação.
( ) O indiciado ou seu procurador constituido não podera ter acesso ao processo, enquanto a apuragdo nao for encerrada.  
Alternativas
Q3514417 Farmácia
Em relação ao código de ética da profissão farmacêutica é CORRETO afirmar:  
Alternativas
Q3514416 Farmácia
Dentre as alternativas a seguir, assinale o medicamento que, para sua dispensação, é exigido a retenção da Notificação de Receita B: 
Alternativas
Q3514415 Farmácia
Em relação à Portaria 344/98, assinale dentre as alternativas a seguir, as listas as quais pertencem respectivamente Amissulprida e Loperamida 
Alternativas
Q3514414 Farmácia
Considerando-se os parâmetros farmacológicos dos medicamentos, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo corretamente:
Dois produtos farmacêuticos são considerados _______________ entre si quando as porcentagens e amplitudes de biodisponibilidade do ingrediente ativo dos dois produtos não são significativamente diferentes sob condições experimentais adequadas. 
Alternativas
Q3514413 Farmácia
Considerando-se o estudo dos conceitos em farmacocinética, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, ap6s, assinalar a alternativa que apresenta a sequência correta:
( ) Volume de distribuição não se refere necessariamente a um volume fisiológico determinável, mas simplesmente ao volume de liquido que seria necessário para conter todo o fármaco presente no corpo, na mesma concentração mensurada no sangue ou no plasma. 
( )A depuração renal de um fármaco resulta no seu aparecimento na urina.
( )Os fármacos hidrossolúveis não são facilmente eliminados pelos rins até que sejam metabolizados em compostos mais apolares. 
Alternativas
Q3514412 Farmácia
É um anti-inflamatório não-esteroidal 
Alternativas
Q3514411 Farmácia
Considerando-se as características farmacocinéticas do captopril, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo corretamente:
O Propranolol é _____________ e sofre absorção quase completa por administração oral. Muito do fármaco é metabolizado pelo fígado na primeira passagem pela circulação portal; somente cerca de 25% alcança a circulação sistémica.
Alternativas
Q3514410 Farmácia
Em relação à Farmacoterapia utilizada nos casos de gota, pode-se afirmar corretamente: 
Alternativas
Q3514409 Farmácia
Em relação aos Agentes Antifúngicos, é CORRETO afirmar:
Alternativas
Q3514407 Farmácia
Assinale dentre as alternativas a seguir, o fármaco pertencente ao mesmo grupo farmacológico de Aripiprazol 
Alternativas
Q3514406 Farmácia
Sobre os fármacos Retinóides, é correto afirmar, EXCETO:
Alternativas
Q3514405 Farmácia
 Assinale dentre as alternativas a seguir, o fármaco agonista dos receptores GABAB:  
Alternativas
Q3514404 Farmácia
Considerando-se o mecanismo de ação dos agentes anti-hipertensivos, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo corretamente:
é um fármaco anti-hipertensivo de ação central. É metabolizado no cérebro, e acredita-se que esse composto seja capaz de ativar os receptores alfa-2 centrais e reduzir a pressão arterial de modo semelhante ao mecanismo da clonidina. 
Alternativas
Q3514403 Farmácia

Considerando-se o mecanismo de ação dos fármacos, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência correta:


( ) Memantina é um antagonista não competitivo do receptor de glutamato tipo NMDA.

( ) Olopatadina atua como antagonista de histamina H1 tópico, estabilizando mastócitos e ações anti-inflamatórias.

( ) Montelucaste atua como anti-histamínico de terceira geração, apresentando fraca seletividade para o receptor H1 de histamina. 

Alternativas
Q3509194 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


Dinheiro na mão é vendaval

Notas e moedas sumiram de nossas vidas - e ninguém percebeu.


Walcyr Carrasco



    Outro dia eu resolvi ir a um restaurante no Rio de Janeiro, localizado em um bairro da Zona Sul, tradicional e elegante. Vesti uma roupa especial para a ocasido, passei um bom perfume, peguei a carteira com meus cartões, apesar de usar mais os virtuais hoje em dia. Empoderado e bem acompanhado, entrei no local, certo de que faria uma deliciosa refeição. Pedi uma mesa para dois. Quando sentamos, o garçom nos trouxe o menu. E perguntou: "Já conhecem o restaurante?”. Respondi: “Não, mas já há algum tempo queria conhecer". Ele disse : "Só quero adiantar que não trabalhamos com cartões." Sorri e disse: “Tudo bem, eu fago um Pix." AÍ ele frisou: “S6 aceitamos pagamento em cash." Meu mundo desmoronou. Ele nos acompanhou até a saida. Logo ao lado havia outro restaurante. Entramos. A mesma cena se repetiu. Surpreso, soube que os dois eram do mesmo dono. Questionei como isso era possivel nos dias atuais. Há muito tempo não passava por uma situagao assim. O segundo gargom explicou que os dois restaurantes eram frequentados por clientes antigos e fiéis, que ja conheciam as normas e sempre estavam preparados. Realmente, observei e o restaurante estava longe de parecer vazio. Corremos para um food truck, e nos resolvemos.

    Refleti que de fato eu utilizo cada vez menos dinheiro em papel ou moeda, assim como todos os meus amigos e conhecidos. Antes eu sempre tinha um trocado. Separava o dinheiro do restaurante, do táxi, da gorjeta. Sempre tinha uma bolsinha para as moedas. Hoje, basicamente, eu preciso do meu celular. Carro é por aplicativo, reservas on-line, restaurantes pagos por aproximação do celular. E a gorjeta? 0 exército de profissionais que dependia de gorjetas dançou, porque ninguém mais anda com dinheiro vivo. A não ser que se dé a gorjeta também no cartão. Mas o mundo avançou tanto na seara digital que, há pouco tempo, na entrada do Aeroporto Santos Dumont, um senhor me estendeu a mão pedindo uma ajuda. Respondi que não tinha dinheiro em mãos. "Aceito Pix", ele respondeu. Para um amigo que queria um queijo coalho na Praia de Ipanema e estava desprevenido, a vendedora propôs, mostrando um cartão: "Aponta seu celular pra esse QR code que o pagamento vai cair direto na minha conta.” Minha reflexologista anda com uma maquininha de cobrança no próprio celular. Mas dinheiro virou algo simbólico. Obsoleto. Mesmo os grandes bancos se resolvem com cifras digitais. Imagine se todos os correntistas de qualquer banco exigirem, no mesmo dia, retirar tudo em dinheiro. O banco entra em colapso.

    As cédulas coloridas, as moedas desenhadas, o cheirinho da grana, tudo isso tornou-se raro. Uma mala cheia de dinheiro vivo hoje em dia é suspeita. No mínimo, vão achar que é propina de politico. Ou algum pagamento questionável, que alguém recebe e não declara. Outro dia vi a clássica imagem de Tio Patinhas nadando em dinheiro. Hoje em dia seria impossível. O próprio Tio Patinhas teria seus apps. A canção de Paulinho da Viola intitulada Pecado Capital diz que dinheiro na mão é vendaval na vida de um sonhador. Foi premonitéria. O vendaval já passou. Dinheiro na mão? Ninguém tem mais.



Publicado em VEJA de 1° de margo de 2024, edição n° 2882.


"[...] porque ninguém mais anda com dinheiro vivo." 2°§


A alteração correta da frase acima é:  

Alternativas
Q3509193 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


Dinheiro na mão é vendaval

Notas e moedas sumiram de nossas vidas - e ninguém percebeu.


Walcyr Carrasco



    Outro dia eu resolvi ir a um restaurante no Rio de Janeiro, localizado em um bairro da Zona Sul, tradicional e elegante. Vesti uma roupa especial para a ocasido, passei um bom perfume, peguei a carteira com meus cartões, apesar de usar mais os virtuais hoje em dia. Empoderado e bem acompanhado, entrei no local, certo de que faria uma deliciosa refeição. Pedi uma mesa para dois. Quando sentamos, o garçom nos trouxe o menu. E perguntou: "Já conhecem o restaurante?”. Respondi: “Não, mas já há algum tempo queria conhecer". Ele disse : "Só quero adiantar que não trabalhamos com cartões." Sorri e disse: “Tudo bem, eu fago um Pix." AÍ ele frisou: “S6 aceitamos pagamento em cash." Meu mundo desmoronou. Ele nos acompanhou até a saida. Logo ao lado havia outro restaurante. Entramos. A mesma cena se repetiu. Surpreso, soube que os dois eram do mesmo dono. Questionei como isso era possivel nos dias atuais. Há muito tempo não passava por uma situagao assim. O segundo gargom explicou que os dois restaurantes eram frequentados por clientes antigos e fiéis, que ja conheciam as normas e sempre estavam preparados. Realmente, observei e o restaurante estava longe de parecer vazio. Corremos para um food truck, e nos resolvemos.

    Refleti que de fato eu utilizo cada vez menos dinheiro em papel ou moeda, assim como todos os meus amigos e conhecidos. Antes eu sempre tinha um trocado. Separava o dinheiro do restaurante, do táxi, da gorjeta. Sempre tinha uma bolsinha para as moedas. Hoje, basicamente, eu preciso do meu celular. Carro é por aplicativo, reservas on-line, restaurantes pagos por aproximação do celular. E a gorjeta? 0 exército de profissionais que dependia de gorjetas dançou, porque ninguém mais anda com dinheiro vivo. A não ser que se dé a gorjeta também no cartão. Mas o mundo avançou tanto na seara digital que, há pouco tempo, na entrada do Aeroporto Santos Dumont, um senhor me estendeu a mão pedindo uma ajuda. Respondi que não tinha dinheiro em mãos. "Aceito Pix", ele respondeu. Para um amigo que queria um queijo coalho na Praia de Ipanema e estava desprevenido, a vendedora propôs, mostrando um cartão: "Aponta seu celular pra esse QR code que o pagamento vai cair direto na minha conta.” Minha reflexologista anda com uma maquininha de cobrança no próprio celular. Mas dinheiro virou algo simbólico. Obsoleto. Mesmo os grandes bancos se resolvem com cifras digitais. Imagine se todos os correntistas de qualquer banco exigirem, no mesmo dia, retirar tudo em dinheiro. O banco entra em colapso.

    As cédulas coloridas, as moedas desenhadas, o cheirinho da grana, tudo isso tornou-se raro. Uma mala cheia de dinheiro vivo hoje em dia é suspeita. No mínimo, vão achar que é propina de politico. Ou algum pagamento questionável, que alguém recebe e não declara. Outro dia vi a clássica imagem de Tio Patinhas nadando em dinheiro. Hoje em dia seria impossível. O próprio Tio Patinhas teria seus apps. A canção de Paulinho da Viola intitulada Pecado Capital diz que dinheiro na mão é vendaval na vida de um sonhador. Foi premonitéria. O vendaval já passou. Dinheiro na mão? Ninguém tem mais.



Publicado em VEJA de 1° de margo de 2024, edição n° 2882.


"Outro dia vi a clássica imagem de Tio Patinhas nadando em dinheiro.” 3°§


A conjugação do verbo destacado, na terceira pessoa do plural do presente do indicativo, é: 

Alternativas
Q3509191 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


Dinheiro na mão é vendaval

Notas e moedas sumiram de nossas vidas - e ninguém percebeu.


Walcyr Carrasco



    Outro dia eu resolvi ir a um restaurante no Rio de Janeiro, localizado em um bairro da Zona Sul, tradicional e elegante. Vesti uma roupa especial para a ocasido, passei um bom perfume, peguei a carteira com meus cartões, apesar de usar mais os virtuais hoje em dia. Empoderado e bem acompanhado, entrei no local, certo de que faria uma deliciosa refeição. Pedi uma mesa para dois. Quando sentamos, o garçom nos trouxe o menu. E perguntou: "Já conhecem o restaurante?”. Respondi: “Não, mas já há algum tempo queria conhecer". Ele disse : "Só quero adiantar que não trabalhamos com cartões." Sorri e disse: “Tudo bem, eu fago um Pix." AÍ ele frisou: “S6 aceitamos pagamento em cash." Meu mundo desmoronou. Ele nos acompanhou até a saida. Logo ao lado havia outro restaurante. Entramos. A mesma cena se repetiu. Surpreso, soube que os dois eram do mesmo dono. Questionei como isso era possivel nos dias atuais. Há muito tempo não passava por uma situagao assim. O segundo gargom explicou que os dois restaurantes eram frequentados por clientes antigos e fiéis, que ja conheciam as normas e sempre estavam preparados. Realmente, observei e o restaurante estava longe de parecer vazio. Corremos para um food truck, e nos resolvemos.

    Refleti que de fato eu utilizo cada vez menos dinheiro em papel ou moeda, assim como todos os meus amigos e conhecidos. Antes eu sempre tinha um trocado. Separava o dinheiro do restaurante, do táxi, da gorjeta. Sempre tinha uma bolsinha para as moedas. Hoje, basicamente, eu preciso do meu celular. Carro é por aplicativo, reservas on-line, restaurantes pagos por aproximação do celular. E a gorjeta? 0 exército de profissionais que dependia de gorjetas dançou, porque ninguém mais anda com dinheiro vivo. A não ser que se dé a gorjeta também no cartão. Mas o mundo avançou tanto na seara digital que, há pouco tempo, na entrada do Aeroporto Santos Dumont, um senhor me estendeu a mão pedindo uma ajuda. Respondi que não tinha dinheiro em mãos. "Aceito Pix", ele respondeu. Para um amigo que queria um queijo coalho na Praia de Ipanema e estava desprevenido, a vendedora propôs, mostrando um cartão: "Aponta seu celular pra esse QR code que o pagamento vai cair direto na minha conta.” Minha reflexologista anda com uma maquininha de cobrança no próprio celular. Mas dinheiro virou algo simbólico. Obsoleto. Mesmo os grandes bancos se resolvem com cifras digitais. Imagine se todos os correntistas de qualquer banco exigirem, no mesmo dia, retirar tudo em dinheiro. O banco entra em colapso.

    As cédulas coloridas, as moedas desenhadas, o cheirinho da grana, tudo isso tornou-se raro. Uma mala cheia de dinheiro vivo hoje em dia é suspeita. No mínimo, vão achar que é propina de politico. Ou algum pagamento questionável, que alguém recebe e não declara. Outro dia vi a clássica imagem de Tio Patinhas nadando em dinheiro. Hoje em dia seria impossível. O próprio Tio Patinhas teria seus apps. A canção de Paulinho da Viola intitulada Pecado Capital diz que dinheiro na mão é vendaval na vida de um sonhador. Foi premonitéria. O vendaval já passou. Dinheiro na mão? Ninguém tem mais.



Publicado em VEJA de 1° de margo de 2024, edição n° 2882.


"Vesti uma roupa especial para a ocasião, passei um bom perfume, peguei a carteira com meus cartões, apesar de usar mais os virtuais hoje em dia." 1°§


As duas primeiras virgulas nesse trecho separam: 

Alternativas
Respostas
2621: D
2622: B
2623: A
2624: D
2625: B
2626: C
2627: B
2628: D
2629: A
2630: B
2631: A
2632: D
2633: B
2634: A
2635: C
2636: C
2637: B
2638: A
2639: C
2640: A