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Q4037087 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O atendimento ao público é uma fonte de inspiração 



Eu estava tranquilamente registrando as compras de uma senhora que estava acompanhada de uma moça, provavelmente sua filha. Cada uma tinha uma sacola e, conforme eu passava os produtos, elas iam embalando.


Em certo momento, a senhora me disse:


"Não precisa ter pressa, viu? Eu vou guardar as coisas no meu ritmo!"


Respondi: "Desculpe?"


E ela repetiu: "Não precisa ter pressa, eu vou arrumar as coisas no meu ritmo, tudo bem?"


Eu disse: "Tudo bem."


Ela, em tom altivo, respondeu: "Obrigada!"


Ora, uma coisa que eu sempre procuro fazer é registrar as compras de acordo com o ritmo do cliente. Nunca fui de passar os produtos apressadamente ou jogá-los, porque, quando fazem isso comigo (e há lugares que fazem), eu não gosto — e acredito que ninguém goste. Acelero um pouco apenas quando percebo que o cliente está com pressa e acompanha meu ritmo.


Mas, enfim, aquela senhora provavelmente já tinha saído de casa de mau humor e acabou descontando em mim. Paciência!



Texto Adaptado

A partir do texto, pode-se afirmar que a situação narrada permite uma reflexão sobre a dinâmica das relações humanas em contextos de atendimento ao público. Nesse sentido, a ideia central subjacente ao relato é a de que:
Alternativas
Q4037086 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



A Importância da Comunicação Saudável em nossas Relações Sociais



A comunicação desde o período primitivo é um veículo de informação que permite ao ser humano interagir com a natureza e seu habitat através dos símbolos, gravuras, signos e outras formas de linguagem, que vem se desenvolvendo ao longo dos séculos.


A linguagem possibilita a partilha, a informação, a orientação e o conhecimento sobre diversos saberes em nossa relação com o mundo. O desenvolvimento das relações sociais só foi possível porque a linguagem contribuiu com este processo, tornando a sociedade comunicativa por meio do acesso ao conhecimento.


Em pleno século XXI, vivenciamos a era da comunicação tecnológica, que revolucionou o mundo por meio da globalização, impactando a economia, a política, a cultura e o espaço geográfico.


Diante dessa nova forma de se conectar com o mundo, é perceptível que a linguagem tecnológica como comunicação modificou os processos das relações sociais, trazendo novas formas de interação em sociedade, por meio das redes sociais, internet e computadores programados para a realização de tarefas e mecanismos de informação.


A falha da comunicação pode causar diversos danos à sociedade se não for bem trabalhada com o intuito da cooperação e colaboração, podendo gerar conflitos. Estabelecer uma comunicação saudável em nossas relações nos conecta a laços de afetividade, amizade e familiaridade, pois a comunicação bem-sucedida traz qualidade de vida e percepções mais compreensivas sobre a sociedade e o mundo.


Dessa forma, quando nos comunicamos com o outro, carregamos a responsabilidade de respeitar o direito à vida, direito de se expressar, falar e do contraditório, com a consciência de que a linguagem que expressamos não possa trazer prejuízos à saúde do outro.



Texto Adaptado 

Leia o trecho abaixo, retirado do texto "A Importância da Comunicação Saudável em nossas Relações Sociais":



"Em pleno século XXI, vivenciamos a era da comunicação tecnológica, que revolucionou o mundo por meio da globalização, impactando a economia, a política, a cultura e o espaço geográfico."



Com base nas regras de pontuação da norma culta, assinale a alternativa correta quanto ao uso das vírgulas. 

Alternativas
Q4037085 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



A Importância da Comunicação Saudável em nossas Relações Sociais



A comunicação desde o período primitivo é um veículo de informação que permite ao ser humano interagir com a natureza e seu habitat através dos símbolos, gravuras, signos e outras formas de linguagem, que vem se desenvolvendo ao longo dos séculos.


A linguagem possibilita a partilha, a informação, a orientação e o conhecimento sobre diversos saberes em nossa relação com o mundo. O desenvolvimento das relações sociais só foi possível porque a linguagem contribuiu com este processo, tornando a sociedade comunicativa por meio do acesso ao conhecimento.


Em pleno século XXI, vivenciamos a era da comunicação tecnológica, que revolucionou o mundo por meio da globalização, impactando a economia, a política, a cultura e o espaço geográfico.


Diante dessa nova forma de se conectar com o mundo, é perceptível que a linguagem tecnológica como comunicação modificou os processos das relações sociais, trazendo novas formas de interação em sociedade, por meio das redes sociais, internet e computadores programados para a realização de tarefas e mecanismos de informação.


A falha da comunicação pode causar diversos danos à sociedade se não for bem trabalhada com o intuito da cooperação e colaboração, podendo gerar conflitos. Estabelecer uma comunicação saudável em nossas relações nos conecta a laços de afetividade, amizade e familiaridade, pois a comunicação bem-sucedida traz qualidade de vida e percepções mais compreensivas sobre a sociedade e o mundo.


Dessa forma, quando nos comunicamos com o outro, carregamos a responsabilidade de respeitar o direito à vida, direito de se expressar, falar e do contraditório, com a consciência de que a linguagem que expressamos não possa trazer prejuízos à saúde do outro.



Texto Adaptado 

A palavra "bem-sucedida" está corretamente grafada com hífen, pois ele é empregado nos compostos formados pelos advérbios "bem" e "mal", quando estes formam com o elemento que lhes segue uma unidade sintagmática e semântica e tal elemento começa por vogal ou h.

Nesse contexto, analise as afirmações seguintes, referentes às regras de uso desse sinal gráfico, conforme o Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.

I. Emprega-se o hífen nas palavras compostas que designam espécies botânicas e zoológicas, estejam ou não ligadas por preposição ou qualquer outro elemento.
II. Emprega-se o hífen nas formações com os prefixos tônicos acentuados graficamente pós-, pré- e próquando o segundo elemento tem vida à parte.
III. Emprega-se o hífen nas formações em que o prefixo ou pseudoprefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por vogal diferente.

Com relação às afirmações apresentadas, está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4037084 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



A Importância da Comunicação Saudável em nossas Relações Sociais



A comunicação desde o período primitivo é um veículo de informação que permite ao ser humano interagir com a natureza e seu habitat através dos símbolos, gravuras, signos e outras formas de linguagem, que vem se desenvolvendo ao longo dos séculos.


A linguagem possibilita a partilha, a informação, a orientação e o conhecimento sobre diversos saberes em nossa relação com o mundo. O desenvolvimento das relações sociais só foi possível porque a linguagem contribuiu com este processo, tornando a sociedade comunicativa por meio do acesso ao conhecimento.


Em pleno século XXI, vivenciamos a era da comunicação tecnológica, que revolucionou o mundo por meio da globalização, impactando a economia, a política, a cultura e o espaço geográfico.


Diante dessa nova forma de se conectar com o mundo, é perceptível que a linguagem tecnológica como comunicação modificou os processos das relações sociais, trazendo novas formas de interação em sociedade, por meio das redes sociais, internet e computadores programados para a realização de tarefas e mecanismos de informação.


A falha da comunicação pode causar diversos danos à sociedade se não for bem trabalhada com o intuito da cooperação e colaboração, podendo gerar conflitos. Estabelecer uma comunicação saudável em nossas relações nos conecta a laços de afetividade, amizade e familiaridade, pois a comunicação bem-sucedida traz qualidade de vida e percepções mais compreensivas sobre a sociedade e o mundo.


Dessa forma, quando nos comunicamos com o outro, carregamos a responsabilidade de respeitar o direito à vida, direito de se expressar, falar e do contraditório, com a consciência de que a linguagem que expressamos não possa trazer prejuízos à saúde do outro.



Texto Adaptado 

Considerando o texto "A Importância da Comunicação Saudável em nossas Relações Sociais", assinale a alternativa que caracteriza o tipo e o gênero textual predominantes, bem como a função discursiva que os sustenta.
Alternativas
Q4037083 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



A Importância da Comunicação Saudável em nossas Relações Sociais



A comunicação desde o período primitivo é um veículo de informação que permite ao ser humano interagir com a natureza e seu habitat através dos símbolos, gravuras, signos e outras formas de linguagem, que vem se desenvolvendo ao longo dos séculos.


A linguagem possibilita a partilha, a informação, a orientação e o conhecimento sobre diversos saberes em nossa relação com o mundo. O desenvolvimento das relações sociais só foi possível porque a linguagem contribuiu com este processo, tornando a sociedade comunicativa por meio do acesso ao conhecimento.


Em pleno século XXI, vivenciamos a era da comunicação tecnológica, que revolucionou o mundo por meio da globalização, impactando a economia, a política, a cultura e o espaço geográfico.


Diante dessa nova forma de se conectar com o mundo, é perceptível que a linguagem tecnológica como comunicação modificou os processos das relações sociais, trazendo novas formas de interação em sociedade, por meio das redes sociais, internet e computadores programados para a realização de tarefas e mecanismos de informação.


A falha da comunicação pode causar diversos danos à sociedade se não for bem trabalhada com o intuito da cooperação e colaboração, podendo gerar conflitos. Estabelecer uma comunicação saudável em nossas relações nos conecta a laços de afetividade, amizade e familiaridade, pois a comunicação bem-sucedida traz qualidade de vida e percepções mais compreensivas sobre a sociedade e o mundo.


Dessa forma, quando nos comunicamos com o outro, carregamos a responsabilidade de respeitar o direito à vida, direito de se expressar, falar e do contraditório, com a consciência de que a linguagem que expressamos não possa trazer prejuízos à saúde do outro.



Texto Adaptado 

Com base no texto "A Importância da Comunicação Saudável em nossas Relações Sociais", é correto afirmar que o autor concebe a comunicação como um:
Alternativas
Q4037082 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



A Importância da Comunicação Saudável em nossas Relações Sociais



A comunicação desde o período primitivo é um veículo de informação que permite ao ser humano interagir com a natureza e seu habitat através dos símbolos, gravuras, signos e outras formas de linguagem, que vem se desenvolvendo ao longo dos séculos.


A linguagem possibilita a partilha, a informação, a orientação e o conhecimento sobre diversos saberes em nossa relação com o mundo. O desenvolvimento das relações sociais só foi possível porque a linguagem contribuiu com este processo, tornando a sociedade comunicativa por meio do acesso ao conhecimento.


Em pleno século XXI, vivenciamos a era da comunicação tecnológica, que revolucionou o mundo por meio da globalização, impactando a economia, a política, a cultura e o espaço geográfico.


Diante dessa nova forma de se conectar com o mundo, é perceptível que a linguagem tecnológica como comunicação modificou os processos das relações sociais, trazendo novas formas de interação em sociedade, por meio das redes sociais, internet e computadores programados para a realização de tarefas e mecanismos de informação.


A falha da comunicação pode causar diversos danos à sociedade se não for bem trabalhada com o intuito da cooperação e colaboração, podendo gerar conflitos. Estabelecer uma comunicação saudável em nossas relações nos conecta a laços de afetividade, amizade e familiaridade, pois a comunicação bem-sucedida traz qualidade de vida e percepções mais compreensivas sobre a sociedade e o mundo.


Dessa forma, quando nos comunicamos com o outro, carregamos a responsabilidade de respeitar o direito à vida, direito de se expressar, falar e do contraditório, com a consciência de que a linguagem que expressamos não possa trazer prejuízos à saúde do outro.



Texto Adaptado 

No último parágrafo, ao afirmar que "carregamos a responsabilidade de respeitar o direito à vida, direito de se expressar, falar e do contraditório", o texto propõe uma concepção de linguagem que: 
Alternativas
Q3776662 História e Geografia de Estados e Municípios
Arapiraca foi elevada à condição de cidade no ano de:
Alternativas
Q3776641 Português

Texto I


I.A., uma inteligência que não pensa. Já pensou nisso?


Por Raphael Conceição



    O assombroso avanço tecnológico dos diversos modelos de linguagem existentes no mundo de hoje deixa à margem um debate importante acerca do que se convencionou denominar “Inteligência Artificial”.

    A discussão que tenho proposto em inúmeras palestras, oficinas e workshops sobre o tema trata de uma região que figura entre a imprecisão e o engano do uso do termo “inteligência” para um tipo de tecnologia que não pensa, não intui, não dispõe de consciência e, se tanto, simula a atividade cerebral humana.    

    É indubitável que os bots que conversam de maneira tão natural com as pessoas transmitem uma sensação de proximidade.

    Meu ponto, porém, é que essa “pessoalidade”, por assim dizer, é tão legítima quanto a “mágica” de um ilusionista que prende nossa atenção em uma de suas mãos enquanto, com a outra, realiza processos cujo resultado nos encantará com lenços que lhe saem da boca ou uma carta de baralho rasgada que volta a aparecer em um dos bolsos de seu fraque.

    É divertido ver, admito. Mas não é mágica. Assim como conversar com um sistema também me entretém. Mas não é conversa. Sob essa ótica, desmistificamos questões que inclusive atrapalham as pessoas a usufruírem mais e melhor da tecnologia de que hoje dispomos.

    Quando nos damos conta de que tudo aquilo que perguntamos, demandamos ou pesquisamos, cujas respostas nos chegam em segundos de maneira impressionante, decorre de uma precisão estatística, matemática e padronizada, compreendemos melhor que o caminho a trilhar não é um embate IA x Humano, e sim um viés em que a dita Inteligência Artificial potencializa o que nós, pessoas, somos.

    Se de melhor ou pior, bom, o critério e a decisão ficam à nossa conta.

    De todo modo, medos de que as máquinas algum dia se revoltem contra nós como nas telas de cinema – ou no streaming que parece adivinhar a melhor série que combina com o meu perfil – podem ser minimizados quando aceitamos a IA tal qual ela é: poderosa em cálculo e correlação, mas desprovida de consciência ou compreensão semântica.

    A máquina avança pela nossa real inteligência e nos ajuda a automatizar tarefas repetitivas, calcular cenários em dimensões e magnitudes que há pouco pareciam impossíveis e até mesmo predizer possibilidades com alta taxa de acertos. Tudo isso sem tirar nem ameaçar o papel que nos cumpre: decisores sobre qual impacto queremos que a IA tenha em nossas vidas. 

    A TV interferiu no rádio. O digital no impresso. O CD no vinil. A IA, claro, vai transformar muitos aspectos da nossa vida, e nossa relação com ela moldará nosso futuro.

    A pergunta que não quer calar (Como?), porém, não deve ser direcionada ao ChatGPT ou correlatos. Quem vai respondê-la seremos nós, enquanto sociedade, dentro das classes, castas e divisões a que nos submetemos (ou impomos).

    Quem sabe a gente não escolhe usar a tecnologia para um futuro mais inclusivo e menos desigual. Se é possível sonhar? Eu creio que sim.

    Mas esse papo é para um próximo texto.

    Um abraço, enter, e até lá.



Fonte:

https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2025/10/1057 224-i-a-uma-inteligencia-que-nao-pensa-ja-pensounisso.html. Acesso em 31/10/2025. Excerto 

No trecho “Meu ponto, porém, é que essa 'pessoalidade', por assim dizer, é tão legítima quanto a 'mágica' de um ilusionista” (4º parágrafo), o uso das vírgulas em torno da expressão “por assim dizer” tem a função de:
Alternativas
Q3776637 Português

Texto I


I.A., uma inteligência que não pensa. Já pensou nisso?


Por Raphael Conceição



    O assombroso avanço tecnológico dos diversos modelos de linguagem existentes no mundo de hoje deixa à margem um debate importante acerca do que se convencionou denominar “Inteligência Artificial”.

    A discussão que tenho proposto em inúmeras palestras, oficinas e workshops sobre o tema trata de uma região que figura entre a imprecisão e o engano do uso do termo “inteligência” para um tipo de tecnologia que não pensa, não intui, não dispõe de consciência e, se tanto, simula a atividade cerebral humana.    

    É indubitável que os bots que conversam de maneira tão natural com as pessoas transmitem uma sensação de proximidade.

    Meu ponto, porém, é que essa “pessoalidade”, por assim dizer, é tão legítima quanto a “mágica” de um ilusionista que prende nossa atenção em uma de suas mãos enquanto, com a outra, realiza processos cujo resultado nos encantará com lenços que lhe saem da boca ou uma carta de baralho rasgada que volta a aparecer em um dos bolsos de seu fraque.

    É divertido ver, admito. Mas não é mágica. Assim como conversar com um sistema também me entretém. Mas não é conversa. Sob essa ótica, desmistificamos questões que inclusive atrapalham as pessoas a usufruírem mais e melhor da tecnologia de que hoje dispomos.

    Quando nos damos conta de que tudo aquilo que perguntamos, demandamos ou pesquisamos, cujas respostas nos chegam em segundos de maneira impressionante, decorre de uma precisão estatística, matemática e padronizada, compreendemos melhor que o caminho a trilhar não é um embate IA x Humano, e sim um viés em que a dita Inteligência Artificial potencializa o que nós, pessoas, somos.

    Se de melhor ou pior, bom, o critério e a decisão ficam à nossa conta.

    De todo modo, medos de que as máquinas algum dia se revoltem contra nós como nas telas de cinema – ou no streaming que parece adivinhar a melhor série que combina com o meu perfil – podem ser minimizados quando aceitamos a IA tal qual ela é: poderosa em cálculo e correlação, mas desprovida de consciência ou compreensão semântica.

    A máquina avança pela nossa real inteligência e nos ajuda a automatizar tarefas repetitivas, calcular cenários em dimensões e magnitudes que há pouco pareciam impossíveis e até mesmo predizer possibilidades com alta taxa de acertos. Tudo isso sem tirar nem ameaçar o papel que nos cumpre: decisores sobre qual impacto queremos que a IA tenha em nossas vidas. 

    A TV interferiu no rádio. O digital no impresso. O CD no vinil. A IA, claro, vai transformar muitos aspectos da nossa vida, e nossa relação com ela moldará nosso futuro.

    A pergunta que não quer calar (Como?), porém, não deve ser direcionada ao ChatGPT ou correlatos. Quem vai respondê-la seremos nós, enquanto sociedade, dentro das classes, castas e divisões a que nos submetemos (ou impomos).

    Quem sabe a gente não escolhe usar a tecnologia para um futuro mais inclusivo e menos desigual. Se é possível sonhar? Eu creio que sim.

    Mas esse papo é para um próximo texto.

    Um abraço, enter, e até lá.



Fonte:

https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2025/10/1057 224-i-a-uma-inteligencia-que-nao-pensa-ja-pensounisso.html. Acesso em 31/10/2025. Excerto 

No trecho “[...] quando aceitamos a IA qual ela é: poderosa em cálculo e correlação, mas desprovida de consciência ou compreensão semântica” (8º parágrafo), o verbo em destaque apresenta um valor semântico que:  
Alternativas
Q3776634 Português

Texto I


I.A., uma inteligência que não pensa. Já pensou nisso?


Por Raphael Conceição



    O assombroso avanço tecnológico dos diversos modelos de linguagem existentes no mundo de hoje deixa à margem um debate importante acerca do que se convencionou denominar “Inteligência Artificial”.

    A discussão que tenho proposto em inúmeras palestras, oficinas e workshops sobre o tema trata de uma região que figura entre a imprecisão e o engano do uso do termo “inteligência” para um tipo de tecnologia que não pensa, não intui, não dispõe de consciência e, se tanto, simula a atividade cerebral humana.    

    É indubitável que os bots que conversam de maneira tão natural com as pessoas transmitem uma sensação de proximidade.

    Meu ponto, porém, é que essa “pessoalidade”, por assim dizer, é tão legítima quanto a “mágica” de um ilusionista que prende nossa atenção em uma de suas mãos enquanto, com a outra, realiza processos cujo resultado nos encantará com lenços que lhe saem da boca ou uma carta de baralho rasgada que volta a aparecer em um dos bolsos de seu fraque.

    É divertido ver, admito. Mas não é mágica. Assim como conversar com um sistema também me entretém. Mas não é conversa. Sob essa ótica, desmistificamos questões que inclusive atrapalham as pessoas a usufruírem mais e melhor da tecnologia de que hoje dispomos.

    Quando nos damos conta de que tudo aquilo que perguntamos, demandamos ou pesquisamos, cujas respostas nos chegam em segundos de maneira impressionante, decorre de uma precisão estatística, matemática e padronizada, compreendemos melhor que o caminho a trilhar não é um embate IA x Humano, e sim um viés em que a dita Inteligência Artificial potencializa o que nós, pessoas, somos.

    Se de melhor ou pior, bom, o critério e a decisão ficam à nossa conta.

    De todo modo, medos de que as máquinas algum dia se revoltem contra nós como nas telas de cinema – ou no streaming que parece adivinhar a melhor série que combina com o meu perfil – podem ser minimizados quando aceitamos a IA tal qual ela é: poderosa em cálculo e correlação, mas desprovida de consciência ou compreensão semântica.

    A máquina avança pela nossa real inteligência e nos ajuda a automatizar tarefas repetitivas, calcular cenários em dimensões e magnitudes que há pouco pareciam impossíveis e até mesmo predizer possibilidades com alta taxa de acertos. Tudo isso sem tirar nem ameaçar o papel que nos cumpre: decisores sobre qual impacto queremos que a IA tenha em nossas vidas. 

    A TV interferiu no rádio. O digital no impresso. O CD no vinil. A IA, claro, vai transformar muitos aspectos da nossa vida, e nossa relação com ela moldará nosso futuro.

    A pergunta que não quer calar (Como?), porém, não deve ser direcionada ao ChatGPT ou correlatos. Quem vai respondê-la seremos nós, enquanto sociedade, dentro das classes, castas e divisões a que nos submetemos (ou impomos).

    Quem sabe a gente não escolhe usar a tecnologia para um futuro mais inclusivo e menos desigual. Se é possível sonhar? Eu creio que sim.

    Mas esse papo é para um próximo texto.

    Um abraço, enter, e até lá.



Fonte:

https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2025/10/1057 224-i-a-uma-inteligencia-que-nao-pensa-ja-pensounisso.html. Acesso em 31/10/2025. Excerto 

"Se é possível sonhar? Eu creio que sim" (12º parágrafo).
Nesse trecho, o autor utiliza um recurso discursivo específico, com o objetivo de: 
Alternativas
Q3776633 Português

Texto I


I.A., uma inteligência que não pensa. Já pensou nisso?


Por Raphael Conceição



    O assombroso avanço tecnológico dos diversos modelos de linguagem existentes no mundo de hoje deixa à margem um debate importante acerca do que se convencionou denominar “Inteligência Artificial”.

    A discussão que tenho proposto em inúmeras palestras, oficinas e workshops sobre o tema trata de uma região que figura entre a imprecisão e o engano do uso do termo “inteligência” para um tipo de tecnologia que não pensa, não intui, não dispõe de consciência e, se tanto, simula a atividade cerebral humana.    

    É indubitável que os bots que conversam de maneira tão natural com as pessoas transmitem uma sensação de proximidade.

    Meu ponto, porém, é que essa “pessoalidade”, por assim dizer, é tão legítima quanto a “mágica” de um ilusionista que prende nossa atenção em uma de suas mãos enquanto, com a outra, realiza processos cujo resultado nos encantará com lenços que lhe saem da boca ou uma carta de baralho rasgada que volta a aparecer em um dos bolsos de seu fraque.

    É divertido ver, admito. Mas não é mágica. Assim como conversar com um sistema também me entretém. Mas não é conversa. Sob essa ótica, desmistificamos questões que inclusive atrapalham as pessoas a usufruírem mais e melhor da tecnologia de que hoje dispomos.

    Quando nos damos conta de que tudo aquilo que perguntamos, demandamos ou pesquisamos, cujas respostas nos chegam em segundos de maneira impressionante, decorre de uma precisão estatística, matemática e padronizada, compreendemos melhor que o caminho a trilhar não é um embate IA x Humano, e sim um viés em que a dita Inteligência Artificial potencializa o que nós, pessoas, somos.

    Se de melhor ou pior, bom, o critério e a decisão ficam à nossa conta.

    De todo modo, medos de que as máquinas algum dia se revoltem contra nós como nas telas de cinema – ou no streaming que parece adivinhar a melhor série que combina com o meu perfil – podem ser minimizados quando aceitamos a IA tal qual ela é: poderosa em cálculo e correlação, mas desprovida de consciência ou compreensão semântica.

    A máquina avança pela nossa real inteligência e nos ajuda a automatizar tarefas repetitivas, calcular cenários em dimensões e magnitudes que há pouco pareciam impossíveis e até mesmo predizer possibilidades com alta taxa de acertos. Tudo isso sem tirar nem ameaçar o papel que nos cumpre: decisores sobre qual impacto queremos que a IA tenha em nossas vidas. 

    A TV interferiu no rádio. O digital no impresso. O CD no vinil. A IA, claro, vai transformar muitos aspectos da nossa vida, e nossa relação com ela moldará nosso futuro.

    A pergunta que não quer calar (Como?), porém, não deve ser direcionada ao ChatGPT ou correlatos. Quem vai respondê-la seremos nós, enquanto sociedade, dentro das classes, castas e divisões a que nos submetemos (ou impomos).

    Quem sabe a gente não escolhe usar a tecnologia para um futuro mais inclusivo e menos desigual. Se é possível sonhar? Eu creio que sim.

    Mas esse papo é para um próximo texto.

    Um abraço, enter, e até lá.



Fonte:

https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2025/10/1057 224-i-a-uma-inteligencia-que-nao-pensa-ja-pensounisso.html. Acesso em 31/10/2025. Excerto 

O autor critica o termo "inteligência artificial" principalmente por considerar que:  
Alternativas
Q3776632 Matemática

Durante a construção de uma piscina circular no sítio da família Ferreira, foi projetado uma espécie de tanque em formato de cilindro reto, com altura de 2,5 metros e raio de 2,5 metros. Para impermeabilizar toda a superfície interna (laterais, base e topo), o custo é de R$ 60,00 por metro quadrado.


O valor total a ser gasto com o revestimento interno será igual a:

Alternativas
Q3776631 Matemática

Uma cooperativa de agricultores familiares do Estado do Espírito Santo comercializa, entre outros, dois importantes produtos: café em grão e feijão. Cada tonelada de café gera um lucro de R$ 500,00, e, cada tonelada de feijão, um lucro de R$ 300,00. O lucro total obtido no mês foi de R$ 9.600,00, sendo que a quantidade total de toneladas vendidas foi 24.

A quantidade de toneladas de café vendidas corresponde a:

Alternativas
Q3776630 Matemática
Obedecendo à lei que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência, um condomínio contratou uma empresa de construção. Na elaboração da planta, a rampa de acesso foi projetada com uma inclinação de θ graus. Com isso, o engenheiro Luiz determinou que o seno do ângulo θ é igual a 3/5. Então, o cosseno duplo desse ângulo, cos (2θ), corresponde a:
Alternativas
Q3776629 Matemática

Durante uma missão de mapeamento topográfico, um drone segue um perfil de altitude descrito pela função


h(x) = −x² + 6x − 5


em que h(x) representa a altitude (em metros) em função da distância horizontal x (em quilômetros) percorrida pela aeronave. O trecho em que a reta tangente ao perfil é horizontal corresponde à abscissa x igual a:  

Alternativas
Q3776628 Matemática

Numa fundação de apoio à pesquisa, o ecólogo Xavier analisa o crescimento de uma população de bactérias cujo comportamento, após certo tempo t (em horas), é descrito pela função  



Imagem associada para resolução da questão



onde P(t) representa o índice de crescimento relativo.


No instante t = 7, o valor do índice de crescimento é igual a:

Alternativas
Q3776627 Matemática

Em um grande hospital, 120 funcionários responderam a uma pesquisa sobre como chegam ao trabalho. Dos participantes, 30 utilizam transporte público, 40 vão de bicicleta e o restante utiliza carro particular. A probabilidade de que, escolhendo-se aleatoriamente um funcionário, ele não utilize transporte público é:

Alternativas
Q3776626 Matemática

Mariana é engenheira de produto em uma empresa de cosméticos e precisa calcular a quantidade de gel para encher novos recipientes cilíndricos para sabonetes líquidos. Cada frasco terá 7 cm de diâmetro e 15 cm de altura.

Considerando π=3,14, o volume aproximado de gel necessário para encher cada frasco é:  

Alternativas
Q3776625 Matemática Financeira

Gabriela, investidora iniciante, aplicou R$ 7.200,00 em um fundo de capitalização que oferece juros compostos de 6% ao mês. Ela planeja manter o investimento por 8 meses sem realizar resgates intermediários. O montante aproximado acumulado ao final desse período é:  

Alternativas
Q3776624 Matemática

Felipe, dono de uma pequena fábrica de cerâmicas decorativas, deseja planejar a produção semanal de peças para maximizar o lucro da empresa. Ele constatou que o lucro semanal L(x), em centenas de reais, em função do número de peças x produzidas, representado pela função:



L(x) = −3x² + 54x − 180



Logo, o número de peças que garante o lucro máximo semanal é:  

Alternativas
Respostas
1801: B
1802: C
1803: D
1804: C
1805: A
1806: D
1807: C
1808: C
1809: C
1810: D
1811: C
1812: C
1813: C
1814: D
1815: A
1816: D
1817: B
1818: A
1819: D
1820: B