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Para ibam
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As recentes abordagens historiográficas sobre os processos que levaram à Independência do Brasil, sobretudo no caso da guerra pela Independência na Bahia (1822 - 1823), além de questionarem a narrativa tradicional e centralizadora da Independência do Brasil, destacam multiplicidade de percepções acerca do processo emancipatório Brasileiro dentro de cada região do país.
Em diálogo com a história social e com estudos sobre cultura política, esse episódio passou a ser interpretado como um:
Tendo em vista o trecho acima, é possível afirmar que a historiografia vem buscando reinterpretar a noção de “resistências escrava” no contexto da escravidão colonial brasileira como:
"[...] o que não se perdoa a Hitler não é o crime em si, o crime contra o homem, não é a humilhação do homem em si, é o crime contra o homem branco, a humilhação do homem branco e o ter aplicado à Europa processos colonialistas a que até aqui só os árabes da Argélia, os 'coolies' da Índia e os negros de África estavam subordinados (CÉSAIRE, 2020).”
Com base no trecho acima e na historiografia pertinente sobre o tema, pode-se afirmar que:
Acerca da Nakba, está correta a seguinte afirmativa:
Sobre as relações entre sociedade, economia e natureza nas sociedades africanas tradicionais, é possível afirmar que:
O positivismo histórico postula que o historiador deve ser imparcial, atribuindo à História o status de ciência empírica, capaz de reproduzir a verdade objetiva do passado, desde que o pesquisador eliminasse suas emoções e juízos de valor. Contudo, correntes posteriores, como o caso da Escola dos Annales, elaboram uma outra noção de história pautada no que Bloch chamou de “a ciência dos homens no tempo”.
Parte dessa mudança pode ser percebida através da seguinte noção:
Entre os anos de 2003 e 2008, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN) foi alterada pelas Leis nº 10.639/2003 e nº 11.645/2008. Tais Leis reelaboram as bases curriculares, tornando obrigatório o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira, Africana e Indígena. A partir de 2012, com a promulgação das ações afirmativas para pessoas pretas, pardas, quilombolas e indígenas, e a democratização do acesso ao ensino superior, houve também um movimento de aumento na releitura de fontes históricas e elaboração de um maior volume de matéria historiográfica sobre temas e sujeitos outrora invisibilizados pela historiografia.
Esse movimento de releitura historiográfica buscou novas possibilidades teóricas e metodológicas para a sua escrita e investigação histórica, dentre as quais se pode destacar:
Situado na Praça Luiz Pereira Lima, abriga amplo acervo do escultor e estudioso José Gomes Pereira. Inaugurada em 2009, a instituição também possui vasto material histórico da formação, avanço e desenvolvimento da cidade de Arapiraca ao longo de seus anos, com fatos importantes e registros fotográficos raros.
Esse ponto turístico da cidade de Arapiraca-AL é:
A professora Rita, integrante do Magistério Público Municipal de Arapiraca, leciona em regime de 20 horas semanais. Em determinado mês, deixou de ministrar duas horas-aula e uma hora-atividade sem justificativa.
Diante dessas informações, pode-se afirmar: