Foram encontradas 6.435 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3939699 Engenharia Civil
A classificação de agressividade ambiental é um parâmetro relacionado ao ambiente de construção, com impacto direto na definição de valor mínimo de resistência à compressão do concreto (fck), relação água/cimento, espessura mínima de cobrimento e máxima abertura de fissuras. Considerando que um novo prédio da Prefeitura de Arraial do Cabo será construído em área marinha (classe de agressividade III), o projeto de detalhamento de armaduras de pilares deverá indicar um cobrimento nominal mínimo de: 
Alternativas
Q3939698 Engenharia Civil
O desempenho em serviço de estruturas de concreto armado está relacionado ao conforto dos usuários da edificação, bem como à funcionalidade da estrutura. Segundo a NBR 6118, para cumprimento das verificações relativas a estes itens, faz parte da verificação de estruturas específicas de concreto armado a análise dos estados limites de serviços de: 
Alternativas
Q3939697 Engenharia Civil
Considere uma viga de seção retangular bi-engastada nas duas extremidades e, ainda, condições de ligações rígidas (engaste perfeito) a fim de simplificação das análises. Para uma carga uniformemente distribuída sobre e ao longo do seu comprimento, podemos corretamente afirmar que a viga apresentará:
Alternativas
Q3939696 Engenharia Civil
Uma viga de perfil metálico que será utilizada como pilar tem momento de inércia (I) em relação aos seus dois principais eixos ortogonais de seção com valores iguais a X e Y, sendo Y = 3X. O risco de flambagem para este elemento está relacionado: 
Alternativas
Q3939695 Engenharia Civil
Entre os métodos existentes de execução de estaca, um deles utiliza-se de uma sonda ou piteira, incluindo um revestimento de camisa metálica. Ao atingir a profundidade de escavação, realiza-se gradativamente o lançamento e apiloamento do concreto, com a retirada do revestimento, com apoio de um equipamento denominado tripé. Esse processo executivo define a estaca denominada: 
Alternativas
Q3939694 Engenharia Civil
A Prefeitura adquiriu um terreno para a construção de uma creche/escola. O local apresenta o histórico de uso como depósito de produtos de elevado peso específico. Ao verificar as tensões solicitadas de cálculo de fundação do radier considerado no projeto da creche/escola e seus efeitos no solo, o engenheiro projetista detalhou na memória descritiva de cálculo que a concepção da obra prevê a aplicação no solo de tensões efetivas menores do que aquelas que já foi submetido historicamente (OCR >1), tratando-se, no caso, de um solo:
Alternativas
Q3939693 Engenharia Civil
Um determinado ensaio de SPT (Standard Penetration Test) gerou um boletim de sondagem apresentando: uma camada turfosa superficial de 1,5 metro de profundidade; em seguida uma camada de argila, com valores decrescentes de golpes necessários no sentido do aumento da profundidade. Após constatada a espessura de 3 metros desta camada de argila, sob ela identificou-se uma camada areno-siltosa de 5 metros de espessura, com valores de golpes crescentes no sentido de maior profundidade, encerrando-se o ensaio. Totalizou-se no ensaio 9,5 metros de cravação até a sua paralisação. Das informações do boletim de sondagem, é possível afirmar que: 
Alternativas
Q3939692 Engenharia Civil
Acerca de projetos em levantamentos topográficos, quando determinado trecho da topografia de um terreno é representado por curvas aproximadamente ovais e concêntricas, nas quais os valores destacados nas curvas são crescentes em direção ao centro comum das curvas e, ainda, com grande proximidade entre as linhas de curva, indica-se:
Alternativas
Q3939404 Direito Tributário
O Município estabelece em seu Código Tributário normas sobre a imunidade de certas entidades. De acordo com essa lei, a imunidade não se aplica ao patrimônio, à renda e aos serviços que não representem as finalidades essenciais de entidades específicas, indicadas na seguinte alternativa: 
Alternativas
Q3939401 Direito Administrativo
O deslocamento do servidor, a pedido ou ex officio, no âmbito do mesmo quadro, de um órgão para outro, configura a: 
Alternativas
Q3939395 Português
TEXTO: Pode ser doloroso para alguns, mas é hora de reconhecer: a internet Millennial está morta

As formas de expressão, os artefatos digitais e a cultura online associados aos Millennials estão desaparecendo ou perdendo relevância em uma inevitável troca de guarda geracional sobre a relevância do domínio digital; o protagonismo agora é da geração Z


      Em 2026, os membros mais novos da geração Millennial se tornarão trintões. É um marco que sinaliza para os nascidos entre 1981 e 1996 a plenitude da vida adulta. Para alguns deles pode ser doloroso, mas junto desta celebração é chegado também o momento de reconhecer: a “internet Millennial”, tal como a conhecemos nos últimos 25 anos, está morta.

     Isso não significa que as pessoas nesta faixa etária estejam abandonando a rede, ou deixando de se adaptar aos novos formatos e linguagens — elas ainda estão lá, mas algo mudou. As formas de expressão, os artefatos digitais e a cultura online associados aos Millennials estão desaparecendo ou perdendo relevância em uma inevitável troca de guarda geracional sobre a relevância do domínio digital.

     Se você acha que “fds” significa “final de semana” no dialeto atual da internet, ou se acha que o emoji de caveira tem conotação negativa, a sua era de protagonismo na rede passou. Saem os Millenials, entra a geração Z.

      A lista de artefatos digitais dos Millenials que desapareceu ou perdeu relevância é extensa. Ao olhar para os anos 2000, a fila de aposentados inclui Orkut, Fotolog, Flogão, Trama Virtual, MySpace, MSN, Blogger, Google Reader e todos os serviços de compartilhamentos de arquivos. Quando os anos 2010 entram no radar, surgem nomes como BuzzFeed, VICE, Gawker Media, Tumblr e até o “Facebook do velho testamento” (quando a rede de Mark Zuckerberg tinha aspecto mais social). Não dá nem para dizer que os GIFs, os filtros de fotos do Instagram e o Twitter (hoje chamado de X) gozam do mesmo prestígio de outrora.

   Mas não são só os serviços e ferramentas que se tornaram obsoletos: o ambiente que permitia a existência desta internet também já saiu de cena. “Com o avanço das tecnologias e a ascensão das big techs, as pessoas acabaram ficando muito mais acomodadas”, diz Alexandre Inagaki, consultor de redes sociais e pioneiro dos blogs no Brasil. 

    Ele faz referência ao fato de que a estrutura da internet Millennial exigia que os usuários fossem proativos. A rede era aberta e fragmentada em diversos serviços, longe da lógica de plataforma fechada que ganhou força na segunda metade dos anos 2010 com a economia dos apps. Construir e consumir algo naquela época exigia uma certa lógica punk de “faça você mesmo” — é dessa lógica que surge a internet colaborativa, batizada de “web 2.0”.

  O que substitui esse modelo a partir da segunda metade dos anos 2010 é uma estrutura de plataformas controladas por gigantes da tecnologia, que disputam intensamente a atenção dos usuários por meio de algoritmos viciantes. As conexões sociais como mediador da cultura digital perdem protagonismo e a internet se torna mais passiva, com os algoritmos fazendo a entrega dos conteúdos.

   “Acho que fomos roubados. Para um Millennial, dói saber como a internet era e o que ela se tornou. As big techs estão tentando tirar nossa autonomia. Elas querem controlar e filtrar a informação que chega na gente. Querem controlar como a gente consome, procura e busca informação. Isso é um projeto de poder”, afirma Manuela Barem, fundadora e ex-editora chefe do BuzzFeed Brasil. 


Fonte: https://www.estadao.com.br/link/culturadigital/pode-ser-doloroso-para-alguns-mas-e-hora-dereconhecer-a-internet-millennial-esta-morta/. Acesso em 07/01/2026. Excerto. 
No título do texto (“Pode ser doloroso para alguns, mas é hora de reconhecer: a internet Millennial está morta”), os dois-pontos introduzem uma ideia de:
Alternativas
Q3939392 Português
TEXTO: Pode ser doloroso para alguns, mas é hora de reconhecer: a internet Millennial está morta

As formas de expressão, os artefatos digitais e a cultura online associados aos Millennials estão desaparecendo ou perdendo relevância em uma inevitável troca de guarda geracional sobre a relevância do domínio digital; o protagonismo agora é da geração Z


      Em 2026, os membros mais novos da geração Millennial se tornarão trintões. É um marco que sinaliza para os nascidos entre 1981 e 1996 a plenitude da vida adulta. Para alguns deles pode ser doloroso, mas junto desta celebração é chegado também o momento de reconhecer: a “internet Millennial”, tal como a conhecemos nos últimos 25 anos, está morta.

     Isso não significa que as pessoas nesta faixa etária estejam abandonando a rede, ou deixando de se adaptar aos novos formatos e linguagens — elas ainda estão lá, mas algo mudou. As formas de expressão, os artefatos digitais e a cultura online associados aos Millennials estão desaparecendo ou perdendo relevância em uma inevitável troca de guarda geracional sobre a relevância do domínio digital.

     Se você acha que “fds” significa “final de semana” no dialeto atual da internet, ou se acha que o emoji de caveira tem conotação negativa, a sua era de protagonismo na rede passou. Saem os Millenials, entra a geração Z.

      A lista de artefatos digitais dos Millenials que desapareceu ou perdeu relevância é extensa. Ao olhar para os anos 2000, a fila de aposentados inclui Orkut, Fotolog, Flogão, Trama Virtual, MySpace, MSN, Blogger, Google Reader e todos os serviços de compartilhamentos de arquivos. Quando os anos 2010 entram no radar, surgem nomes como BuzzFeed, VICE, Gawker Media, Tumblr e até o “Facebook do velho testamento” (quando a rede de Mark Zuckerberg tinha aspecto mais social). Não dá nem para dizer que os GIFs, os filtros de fotos do Instagram e o Twitter (hoje chamado de X) gozam do mesmo prestígio de outrora.

   Mas não são só os serviços e ferramentas que se tornaram obsoletos: o ambiente que permitia a existência desta internet também já saiu de cena. “Com o avanço das tecnologias e a ascensão das big techs, as pessoas acabaram ficando muito mais acomodadas”, diz Alexandre Inagaki, consultor de redes sociais e pioneiro dos blogs no Brasil. 

    Ele faz referência ao fato de que a estrutura da internet Millennial exigia que os usuários fossem proativos. A rede era aberta e fragmentada em diversos serviços, longe da lógica de plataforma fechada que ganhou força na segunda metade dos anos 2010 com a economia dos apps. Construir e consumir algo naquela época exigia uma certa lógica punk de “faça você mesmo” — é dessa lógica que surge a internet colaborativa, batizada de “web 2.0”.

  O que substitui esse modelo a partir da segunda metade dos anos 2010 é uma estrutura de plataformas controladas por gigantes da tecnologia, que disputam intensamente a atenção dos usuários por meio de algoritmos viciantes. As conexões sociais como mediador da cultura digital perdem protagonismo e a internet se torna mais passiva, com os algoritmos fazendo a entrega dos conteúdos.

   “Acho que fomos roubados. Para um Millennial, dói saber como a internet era e o que ela se tornou. As big techs estão tentando tirar nossa autonomia. Elas querem controlar e filtrar a informação que chega na gente. Querem controlar como a gente consome, procura e busca informação. Isso é um projeto de poder”, afirma Manuela Barem, fundadora e ex-editora chefe do BuzzFeed Brasil. 


Fonte: https://www.estadao.com.br/link/culturadigital/pode-ser-doloroso-para-alguns-mas-e-hora-dereconhecer-a-internet-millennial-esta-morta/. Acesso em 07/01/2026. Excerto. 
No trecho “Isso não significa que as pessoas nesta faixa etária estejam abandonando a rede [...]” (2º parágrafo), o termo em destaque retoma, coesivamente, a:
Alternativas
Q3939391 Português
TEXTO: Pode ser doloroso para alguns, mas é hora de reconhecer: a internet Millennial está morta

As formas de expressão, os artefatos digitais e a cultura online associados aos Millennials estão desaparecendo ou perdendo relevância em uma inevitável troca de guarda geracional sobre a relevância do domínio digital; o protagonismo agora é da geração Z


      Em 2026, os membros mais novos da geração Millennial se tornarão trintões. É um marco que sinaliza para os nascidos entre 1981 e 1996 a plenitude da vida adulta. Para alguns deles pode ser doloroso, mas junto desta celebração é chegado também o momento de reconhecer: a “internet Millennial”, tal como a conhecemos nos últimos 25 anos, está morta.

     Isso não significa que as pessoas nesta faixa etária estejam abandonando a rede, ou deixando de se adaptar aos novos formatos e linguagens — elas ainda estão lá, mas algo mudou. As formas de expressão, os artefatos digitais e a cultura online associados aos Millennials estão desaparecendo ou perdendo relevância em uma inevitável troca de guarda geracional sobre a relevância do domínio digital.

     Se você acha que “fds” significa “final de semana” no dialeto atual da internet, ou se acha que o emoji de caveira tem conotação negativa, a sua era de protagonismo na rede passou. Saem os Millenials, entra a geração Z.

      A lista de artefatos digitais dos Millenials que desapareceu ou perdeu relevância é extensa. Ao olhar para os anos 2000, a fila de aposentados inclui Orkut, Fotolog, Flogão, Trama Virtual, MySpace, MSN, Blogger, Google Reader e todos os serviços de compartilhamentos de arquivos. Quando os anos 2010 entram no radar, surgem nomes como BuzzFeed, VICE, Gawker Media, Tumblr e até o “Facebook do velho testamento” (quando a rede de Mark Zuckerberg tinha aspecto mais social). Não dá nem para dizer que os GIFs, os filtros de fotos do Instagram e o Twitter (hoje chamado de X) gozam do mesmo prestígio de outrora.

   Mas não são só os serviços e ferramentas que se tornaram obsoletos: o ambiente que permitia a existência desta internet também já saiu de cena. “Com o avanço das tecnologias e a ascensão das big techs, as pessoas acabaram ficando muito mais acomodadas”, diz Alexandre Inagaki, consultor de redes sociais e pioneiro dos blogs no Brasil. 

    Ele faz referência ao fato de que a estrutura da internet Millennial exigia que os usuários fossem proativos. A rede era aberta e fragmentada em diversos serviços, longe da lógica de plataforma fechada que ganhou força na segunda metade dos anos 2010 com a economia dos apps. Construir e consumir algo naquela época exigia uma certa lógica punk de “faça você mesmo” — é dessa lógica que surge a internet colaborativa, batizada de “web 2.0”.

  O que substitui esse modelo a partir da segunda metade dos anos 2010 é uma estrutura de plataformas controladas por gigantes da tecnologia, que disputam intensamente a atenção dos usuários por meio de algoritmos viciantes. As conexões sociais como mediador da cultura digital perdem protagonismo e a internet se torna mais passiva, com os algoritmos fazendo a entrega dos conteúdos.

   “Acho que fomos roubados. Para um Millennial, dói saber como a internet era e o que ela se tornou. As big techs estão tentando tirar nossa autonomia. Elas querem controlar e filtrar a informação que chega na gente. Querem controlar como a gente consome, procura e busca informação. Isso é um projeto de poder”, afirma Manuela Barem, fundadora e ex-editora chefe do BuzzFeed Brasil. 


Fonte: https://www.estadao.com.br/link/culturadigital/pode-ser-doloroso-para-alguns-mas-e-hora-dereconhecer-a-internet-millennial-esta-morta/. Acesso em 07/01/2026. Excerto. 
De acordo com o texto, na prática, a ascensão das big techs resulta diretamente em:
Alternativas
Q3939386 Engenharia Ambiental e Sanitária
Os Sistemas de Gestão Ambiental contribuem para a melhoria do desempenho ambiental. Desse modo, podemos afirmar que: 
Alternativas
Q3939385 Direito Ambiental
O licenciamento ambiental constitui instrumento da política ambiental. Sobre este instrumento, é adequado afirmar que: 
Alternativas
Q3939384 Direito Ambiental
A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), instituída pela Lei no 12.305/2010, estabelece princípios de gestão integrada. A alternativa que apresenta uma afirmativa correta acerca da PNRS é a seguinte:
Alternativas
Q3939383 Direito Ambiental
O Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) organiza áreas protegidas. No que diz respeito ao SNUC, é uma afirmativa correta:
Alternativas
Q3939382 Meio Ambiente
A Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA) busca transformação social. Desse modo, podemos afirmar que a PNEA:
Alternativas
Q3939381 Direito Ambiental
A Lei nº 12.651/2012, também conhecida como Código Florestal, estabelece normas gerais para a proteção da vegetação nativa no Brasil. Sobre o tema, é correta a seguinte afirmativa:  
Alternativas
Q3939380 Engenharia Ambiental e Sanitária
Um dos fundamentos nos quais a Política Nacional de Recursos Hídricos está baseada é o seguinte: 
Alternativas
Respostas
901: C
902: B
903: D
904: B
905: D
906: B
907: D
908: A
909: A
910: D
911: A
912: D
913: A
914: C
915: D
916: B
917: A
918: C
919: D
920: C