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Q3244391 Conhecimentos de Serviços Gerais
A construção civil, um palco de desafios e superação, exige do profissional não apenas conhecimento técnico, mas também a capacidade de solucionar problemas e improvisar com criatividade.
Em uma obra, o pedreiro se depara com a necessidade de improvisar um suporte para uma laje pré-moldada, enquanto aguarda a chegada do material adequado. Utilizando apenas madeiras disponíveis no canteiro, qual a estrutura mais segura e eficiente que ele pode construir para garantir a sustentação da laje?
Alternativas
Q3244390 Conhecimentos de Serviços Gerais
Para se determinar a quantidade exata de concreto necessária para preencher as sapatas de uma fundação, considerando que as sapatas possuem dimensões variadas e formatos irregulares, qual o método mais preciso para calcular o volume de concreto necessário, considerando a complexidade do projeto?
Alternativas
Q3244389 Engenharia Civil
A argamassa, elemento fundamental na união de tijolos e blocos, desempenha um papel crucial na solidez e durabilidade das construções.
Em uma obra, o pedreiro precisa preparar uma argamassa para assentar tijolos a vista. O engenheiro responsável especificou a proporção de 1:4 (cimento:areia) para a mistura. Sabendo que o pedreiro necessita de 1m³ de argamassa, qual a quantidade correta de cimento e areia que ele deve utilizar, considerando que o volume do cimento é desprezível em relação ao volume da areia? 
Alternativas
Q3244377 Português
Discrepâncias no volante


Minha esposa é um espetáculo no volante. Não tenho como me comparar com ela. Beatriz é capaz de ir de ré por muitas quadras. Estaciona em lugares apertados e improváveis. Não dá voltas à toa. Não tem medo da plateia no meio-fio.

Curiosamente, ela precisou fazer três vezes o exame de direção para obter a CNH. Foi reprovada nas duas primeiras tentativas por algumas distrações das quais ela nunca ficou sabendo. Pode ter sido qualquer detalhe − um amigo, Rodrigo, esqueceu de fechar o visor do capacete na moto e repetiu a prova.

Eu sou um motorista medíocre, não do tipo que acumula 40 pontos de infrações por ano, mas dirijo com limitações. Não me engano achando que velocidade é virtude. Eu me estendo na barra da direção como um gafanhoto, como se estivesse em carro-choque. Freio de modo abrupto no sinal vermelho.

Pois é, espantosamente, passei de primeira no exame de direção. A vida nem sempre é justa. Há justificativas racionais para o desequilíbrio, ou para a minha sorte azarada, ou para o seu azar sortudo.

Existe o impacto da quantidade de aulas práticas. Eu fiz o mínimo de aulas previsto: 20. Como acabei aprovado de cara, eu me acomodei no básico. Beatriz realizou 40 aulas, num investimento maior de prevenção.

A diferença etária também pesa. Fui tirar a carteira aos 25 anos, ela aos 18 anos. Não consegui internalizar o carro como a extensão do meu corpo. Quanto mais cedo você aprende a dirigir, mais apurado será o senso de proporção e de pertencimento mecânico.

Beatriz já entrou no universo das rodas com a idade mínima. O retrovisor é parte natural do seu globo ocular. Ela não hesita, conhece os dispositivos eletrônicos por impulso automático. Não sofre nenhum distanciamento com o para-brisa. Suas decisões são intuitivas e orgânicas.

Não se trata, portanto, de nenhum demérito ser reprovado no exame de direção. É tão somente resultado do nervosismo paralisante. Talvez a reincidência seja um feliz aperfeiçoamento, e você possa assim se tornar o melhor motorista da família.

Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado


https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2025/1/10/discre pancias-no-volante 
Considere os elementos apresentados no texto para identificar a autopercepção do narrador quanto à sua competência como motorista, avaliando suas limitações, experiências e comparações com Beatriz. Sobre o ponto de vista do narrador em relação à sua própria habilidade de direção, analise as afirmativas abaixo e escolha a alternativa que melhor reflete sua visão.
Alternativas
Q3244376 Português
Discrepâncias no volante


Minha esposa é um espetáculo no volante. Não tenho como me comparar com ela. Beatriz é capaz de ir de ré por muitas quadras. Estaciona em lugares apertados e improváveis. Não dá voltas à toa. Não tem medo da plateia no meio-fio.

Curiosamente, ela precisou fazer três vezes o exame de direção para obter a CNH. Foi reprovada nas duas primeiras tentativas por algumas distrações das quais ela nunca ficou sabendo. Pode ter sido qualquer detalhe − um amigo, Rodrigo, esqueceu de fechar o visor do capacete na moto e repetiu a prova.

Eu sou um motorista medíocre, não do tipo que acumula 40 pontos de infrações por ano, mas dirijo com limitações. Não me engano achando que velocidade é virtude. Eu me estendo na barra da direção como um gafanhoto, como se estivesse em carro-choque. Freio de modo abrupto no sinal vermelho.

Pois é, espantosamente, passei de primeira no exame de direção. A vida nem sempre é justa. Há justificativas racionais para o desequilíbrio, ou para a minha sorte azarada, ou para o seu azar sortudo.

Existe o impacto da quantidade de aulas práticas. Eu fiz o mínimo de aulas previsto: 20. Como acabei aprovado de cara, eu me acomodei no básico. Beatriz realizou 40 aulas, num investimento maior de prevenção.

A diferença etária também pesa. Fui tirar a carteira aos 25 anos, ela aos 18 anos. Não consegui internalizar o carro como a extensão do meu corpo. Quanto mais cedo você aprende a dirigir, mais apurado será o senso de proporção e de pertencimento mecânico.

Beatriz já entrou no universo das rodas com a idade mínima. O retrovisor é parte natural do seu globo ocular. Ela não hesita, conhece os dispositivos eletrônicos por impulso automático. Não sofre nenhum distanciamento com o para-brisa. Suas decisões são intuitivas e orgânicas.

Não se trata, portanto, de nenhum demérito ser reprovado no exame de direção. É tão somente resultado do nervosismo paralisante. Talvez a reincidência seja um feliz aperfeiçoamento, e você possa assim se tornar o melhor motorista da família.

Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado


https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2025/1/10/discre pancias-no-volante 
Analise como o nervosismo afetou Beatriz durante as primeiras tentativas de obter a CNH e como isso pode ser interpretado à luz de teorias psicológicas sobre ansiedade em situações de avaliação.
Alternativas
Q3244375 Português
Discrepâncias no volante


Minha esposa é um espetáculo no volante. Não tenho como me comparar com ela. Beatriz é capaz de ir de ré por muitas quadras. Estaciona em lugares apertados e improváveis. Não dá voltas à toa. Não tem medo da plateia no meio-fio.

Curiosamente, ela precisou fazer três vezes o exame de direção para obter a CNH. Foi reprovada nas duas primeiras tentativas por algumas distrações das quais ela nunca ficou sabendo. Pode ter sido qualquer detalhe − um amigo, Rodrigo, esqueceu de fechar o visor do capacete na moto e repetiu a prova.

Eu sou um motorista medíocre, não do tipo que acumula 40 pontos de infrações por ano, mas dirijo com limitações. Não me engano achando que velocidade é virtude. Eu me estendo na barra da direção como um gafanhoto, como se estivesse em carro-choque. Freio de modo abrupto no sinal vermelho.

Pois é, espantosamente, passei de primeira no exame de direção. A vida nem sempre é justa. Há justificativas racionais para o desequilíbrio, ou para a minha sorte azarada, ou para o seu azar sortudo.

Existe o impacto da quantidade de aulas práticas. Eu fiz o mínimo de aulas previsto: 20. Como acabei aprovado de cara, eu me acomodei no básico. Beatriz realizou 40 aulas, num investimento maior de prevenção.

A diferença etária também pesa. Fui tirar a carteira aos 25 anos, ela aos 18 anos. Não consegui internalizar o carro como a extensão do meu corpo. Quanto mais cedo você aprende a dirigir, mais apurado será o senso de proporção e de pertencimento mecânico.

Beatriz já entrou no universo das rodas com a idade mínima. O retrovisor é parte natural do seu globo ocular. Ela não hesita, conhece os dispositivos eletrônicos por impulso automático. Não sofre nenhum distanciamento com o para-brisa. Suas decisões são intuitivas e orgânicas.

Não se trata, portanto, de nenhum demérito ser reprovado no exame de direção. É tão somente resultado do nervosismo paralisante. Talvez a reincidência seja um feliz aperfeiçoamento, e você possa assim se tornar o melhor motorista da família.

Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado


https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2025/1/10/discre pancias-no-volante 
No trecho "Há justificativas racionais para o desequilíbrio, ou para a minha sorte azarada, ou para o seu azar sortudo", o verbo "haver" foi utilizado no sentido de "existir". Sobre a concordância verbal nesse caso, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3244374 Português
Discrepâncias no volante


Minha esposa é um espetáculo no volante. Não tenho como me comparar com ela. Beatriz é capaz de ir de ré por muitas quadras. Estaciona em lugares apertados e improváveis. Não dá voltas à toa. Não tem medo da plateia no meio-fio.

Curiosamente, ela precisou fazer três vezes o exame de direção para obter a CNH. Foi reprovada nas duas primeiras tentativas por algumas distrações das quais ela nunca ficou sabendo. Pode ter sido qualquer detalhe − um amigo, Rodrigo, esqueceu de fechar o visor do capacete na moto e repetiu a prova.

Eu sou um motorista medíocre, não do tipo que acumula 40 pontos de infrações por ano, mas dirijo com limitações. Não me engano achando que velocidade é virtude. Eu me estendo na barra da direção como um gafanhoto, como se estivesse em carro-choque. Freio de modo abrupto no sinal vermelho.

Pois é, espantosamente, passei de primeira no exame de direção. A vida nem sempre é justa. Há justificativas racionais para o desequilíbrio, ou para a minha sorte azarada, ou para o seu azar sortudo.

Existe o impacto da quantidade de aulas práticas. Eu fiz o mínimo de aulas previsto: 20. Como acabei aprovado de cara, eu me acomodei no básico. Beatriz realizou 40 aulas, num investimento maior de prevenção.

A diferença etária também pesa. Fui tirar a carteira aos 25 anos, ela aos 18 anos. Não consegui internalizar o carro como a extensão do meu corpo. Quanto mais cedo você aprende a dirigir, mais apurado será o senso de proporção e de pertencimento mecânico.

Beatriz já entrou no universo das rodas com a idade mínima. O retrovisor é parte natural do seu globo ocular. Ela não hesita, conhece os dispositivos eletrônicos por impulso automático. Não sofre nenhum distanciamento com o para-brisa. Suas decisões são intuitivas e orgânicas.

Não se trata, portanto, de nenhum demérito ser reprovado no exame de direção. É tão somente resultado do nervosismo paralisante. Talvez a reincidência seja um feliz aperfeiçoamento, e você possa assim se tornar o melhor motorista da família.

Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado


https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2025/1/10/discre pancias-no-volante 
No trecho "Não se trata, portanto, de nenhum demérito ser reprovado no exame de direção.", a partícula "se" desempenha um papel específico na estrutura sintática da oração. Assinale a alternativa que identifica corretamente a classificação e a função sintática do "se" nesse contexto.
Alternativas
Q3244373 Português
Discrepâncias no volante


Minha esposa é um espetáculo no volante. Não tenho como me comparar com ela. Beatriz é capaz de ir de ré por muitas quadras. Estaciona em lugares apertados e improváveis. Não dá voltas à toa. Não tem medo da plateia no meio-fio.

Curiosamente, ela precisou fazer três vezes o exame de direção para obter a CNH. Foi reprovada nas duas primeiras tentativas por algumas distrações das quais ela nunca ficou sabendo. Pode ter sido qualquer detalhe − um amigo, Rodrigo, esqueceu de fechar o visor do capacete na moto e repetiu a prova.

Eu sou um motorista medíocre, não do tipo que acumula 40 pontos de infrações por ano, mas dirijo com limitações. Não me engano achando que velocidade é virtude. Eu me estendo na barra da direção como um gafanhoto, como se estivesse em carro-choque. Freio de modo abrupto no sinal vermelho.

Pois é, espantosamente, passei de primeira no exame de direção. A vida nem sempre é justa. Há justificativas racionais para o desequilíbrio, ou para a minha sorte azarada, ou para o seu azar sortudo.

Existe o impacto da quantidade de aulas práticas. Eu fiz o mínimo de aulas previsto: 20. Como acabei aprovado de cara, eu me acomodei no básico. Beatriz realizou 40 aulas, num investimento maior de prevenção.

A diferença etária também pesa. Fui tirar a carteira aos 25 anos, ela aos 18 anos. Não consegui internalizar o carro como a extensão do meu corpo. Quanto mais cedo você aprende a dirigir, mais apurado será o senso de proporção e de pertencimento mecânico.

Beatriz já entrou no universo das rodas com a idade mínima. O retrovisor é parte natural do seu globo ocular. Ela não hesita, conhece os dispositivos eletrônicos por impulso automático. Não sofre nenhum distanciamento com o para-brisa. Suas decisões são intuitivas e orgânicas.

Não se trata, portanto, de nenhum demérito ser reprovado no exame de direção. É tão somente resultado do nervosismo paralisante. Talvez a reincidência seja um feliz aperfeiçoamento, e você possa assim se tornar o melhor motorista da família.

Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado


https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2025/1/10/discre pancias-no-volante 
Assinale a alternativa que apresenta a justificativa da acentuação da palavra MEDÍOCRE em "Eu sou um motorista medíocre, não do tipo que acumula 40 pontos de infrações por ano, mas dirijo com limitações". 
Alternativas
Q3244370 Português
Discrepâncias no volante


Minha esposa é um espetáculo no volante. Não tenho como me comparar com ela. Beatriz é capaz de ir de ré por muitas quadras. Estaciona em lugares apertados e improváveis. Não dá voltas à toa. Não tem medo da plateia no meio-fio.

Curiosamente, ela precisou fazer três vezes o exame de direção para obter a CNH. Foi reprovada nas duas primeiras tentativas por algumas distrações das quais ela nunca ficou sabendo. Pode ter sido qualquer detalhe − um amigo, Rodrigo, esqueceu de fechar o visor do capacete na moto e repetiu a prova.

Eu sou um motorista medíocre, não do tipo que acumula 40 pontos de infrações por ano, mas dirijo com limitações. Não me engano achando que velocidade é virtude. Eu me estendo na barra da direção como um gafanhoto, como se estivesse em carro-choque. Freio de modo abrupto no sinal vermelho.

Pois é, espantosamente, passei de primeira no exame de direção. A vida nem sempre é justa. Há justificativas racionais para o desequilíbrio, ou para a minha sorte azarada, ou para o seu azar sortudo.

Existe o impacto da quantidade de aulas práticas. Eu fiz o mínimo de aulas previsto: 20. Como acabei aprovado de cara, eu me acomodei no básico. Beatriz realizou 40 aulas, num investimento maior de prevenção.

A diferença etária também pesa. Fui tirar a carteira aos 25 anos, ela aos 18 anos. Não consegui internalizar o carro como a extensão do meu corpo. Quanto mais cedo você aprende a dirigir, mais apurado será o senso de proporção e de pertencimento mecânico.

Beatriz já entrou no universo das rodas com a idade mínima. O retrovisor é parte natural do seu globo ocular. Ela não hesita, conhece os dispositivos eletrônicos por impulso automático. Não sofre nenhum distanciamento com o para-brisa. Suas decisões são intuitivas e orgânicas.

Não se trata, portanto, de nenhum demérito ser reprovado no exame de direção. É tão somente resultado do nervosismo paralisante. Talvez a reincidência seja um feliz aperfeiçoamento, e você possa assim se tornar o melhor motorista da família.

Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado


https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2025/1/10/discre pancias-no-volante 
No trecho "Não me engano achando que velocidade é virtude", a palavra "que" desempenha um papel fundamental na construção do sentido da frase. Assinale a alternativa que indica corretamente a classe gramatical do termo "que" e a função que ele exerce nesse contexto.
Alternativas
Q3244369 Português
Discrepâncias no volante


Minha esposa é um espetáculo no volante. Não tenho como me comparar com ela. Beatriz é capaz de ir de ré por muitas quadras. Estaciona em lugares apertados e improváveis. Não dá voltas à toa. Não tem medo da plateia no meio-fio.

Curiosamente, ela precisou fazer três vezes o exame de direção para obter a CNH. Foi reprovada nas duas primeiras tentativas por algumas distrações das quais ela nunca ficou sabendo. Pode ter sido qualquer detalhe − um amigo, Rodrigo, esqueceu de fechar o visor do capacete na moto e repetiu a prova.

Eu sou um motorista medíocre, não do tipo que acumula 40 pontos de infrações por ano, mas dirijo com limitações. Não me engano achando que velocidade é virtude. Eu me estendo na barra da direção como um gafanhoto, como se estivesse em carro-choque. Freio de modo abrupto no sinal vermelho.

Pois é, espantosamente, passei de primeira no exame de direção. A vida nem sempre é justa. Há justificativas racionais para o desequilíbrio, ou para a minha sorte azarada, ou para o seu azar sortudo.

Existe o impacto da quantidade de aulas práticas. Eu fiz o mínimo de aulas previsto: 20. Como acabei aprovado de cara, eu me acomodei no básico. Beatriz realizou 40 aulas, num investimento maior de prevenção.

A diferença etária também pesa. Fui tirar a carteira aos 25 anos, ela aos 18 anos. Não consegui internalizar o carro como a extensão do meu corpo. Quanto mais cedo você aprende a dirigir, mais apurado será o senso de proporção e de pertencimento mecânico.

Beatriz já entrou no universo das rodas com a idade mínima. O retrovisor é parte natural do seu globo ocular. Ela não hesita, conhece os dispositivos eletrônicos por impulso automático. Não sofre nenhum distanciamento com o para-brisa. Suas decisões são intuitivas e orgânicas.

Não se trata, portanto, de nenhum demérito ser reprovado no exame de direção. É tão somente resultado do nervosismo paralisante. Talvez a reincidência seja um feliz aperfeiçoamento, e você possa assim se tornar o melhor motorista da família.

Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado


https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2025/1/10/discre pancias-no-volante 
No trecho "Não sofre nenhum distanciamento com o para-brisa", a palavra "para-brisa" está grafada em conformidade com as regras da ortografia oficial. Sobre o uso correto do termo, analise as seguintes afirmativas. 
Alternativas
Q3244338 Medicina
Sobre as imagens a seguir: assinale a alternativa correspondente à classificação de Bosniak para cada imagem.

I. Q40__.png (348×196)

II. Q40_2.png (349×320)

III. Q40_3.png (350×272)

IV. Q40_4.png (349×308)




Alternativas
Q3244337 Medicina
Um paciente apresenta em tomografia contrastada uma lesão renal cística complexa com múltiplos septos finos, paredes minimamente espessas e pequenas calcificações nodulares. A lesão mede 3,5 cm de diâmetro e está localizada totalmente dentro do parênquima renal. Após a administração de contraste, não há realce mensurável da parede ou dos septos. Qual é a classificação de Bosniak mais adequada para essa lesão?
Alternativas
Q3244336 Medicina
Lucas, 8 anos, é levado à consulta pelos pais devido a episódios de perda de urina na cama à noite, enquanto dorme. O paciente apresenta desenvolvimento físico e desempenho escolar adequados. Durante a anamnese, não relata constipação nem sintomas miccionais diurnos. Costuma urinar a cada 2-4 horas durante o dia e apresentou 10 episódios de perda urinária noturna nas últimas 30 noites. Sobre este caso clínico, qual é a alternativa incorreta?
Alternativas
Q3244335 Medicina
Rogério, 74 anos, vem para consulta de rotina com o urologista. Refere que sua micção sempre foi satisfatória e não apresenta queixas significativas. Relata noctúria 2-3 vezes por noite, mas não considera isso incômodo. Faz uso de tansulosina 0,4mg/dia e dutasterida 0,5mg/dia há 3 anos. Ao exame físico, próstata de 55g, fibroelástica, sem nódulos ao toque retal (TR). PSA de 2,8 ng/mL estável nos últimos dois anos. Urina 1 sem alterações. Ultrassonografia mostra próstata de 65g, índice de protrusão prostática (IPP) de 1,8 cm, bexiga com paredes espessadas e sem divertículos. Realizou fluxometria com os seguintes resultados:

Q37.png (364×186)

À respeito do caso, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3244334 Medicina
Um menino de 8 anos apresenta testículo não palpável na bolsa escrotal. Qual a conduta recomendada de acordo com as diretrizes da EAU?
Alternativas
Q3244333 Medicina
Paciente masculino, 32 anos, procura atendimento urológico com queixa de ejaculação precoce. Refere que o problema ocorre desde o início de sua vida sexual e causa grande frustração e constrangimento, impactando negativamente seu relacionamento. Ele estima que o tempo de latência ejaculatória intravaginal (IELT) seja em torno de 1 minuto.

Considerando o caso clínico descrito e as diretrizes da European Association of Urology (EAU) para o manejo da ejaculação precoce, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q3244332 Medicina
João, 55 anos, procura o urologista referindo dificuldade em obter e manter ereções satisfatórias para uma atividade sexual completa, com início há cerca de 6 meses. Ele é tabagista, sedentário, possui hipertensão arterial controlada com medicação e relata grande estresse no trabalho. Nega histórico de diabetes, doenças cardíacas ou uso de outras medicações.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3244331 Medicina
João, 30 anos, vítima de colisão automobilística, apresenta dor intensa e aumento abrupto do volume escrotal. Ao exame físico, observa-se hemiescroto direito aumentado, doloroso à palpação e com equimose generalizada. A ultrassonografia escrotal demonstra hematoma no hemiescroto direito de 65cm³, sem evidências claras de ruptura da túnica albugínea e com bom fluxo ao Doppler. O testículo esquerdo apresenta-se normal, com volume de 16cm³ e fluxo preservado ao Doppler. Qual é a conduta recomendada, com base no guideline da EAU?
Alternativas
Q3244330 Medicina
Uma paciente de 50 anos, com incontinência urinária de esforço, foi submetida à colocação de sling suburetral sintético há 5 anos. Ela relata que, após um período de melhora, os sintomas retornaram há cerca de 6 meses, com perda involuntária de urina ao tossir e praticar exercícios físicos.

Qual a conduta mais adequada para essa paciente?
Alternativas
Q3244329 Medicina
Qual das seguintes medidas profiláticas para infecção do trato urinário (ITU) não é recomendada pela EAU para pacientes submetidos a biópsia de próstata transretal?
Alternativas
Respostas
3901: C
3902: B
3903: B
3904: C
3905: C
3906: A
3907: D
3908: A
3909: C
3910: D
3911: E
3912: A
3913: C
3914: D
3915: B
3916: D
3917: A
3918: C
3919: D
3920: A