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Texto: O rádio não morre, se reinventa sempre. A importância do rádio na vida dos brasileiros (Joel Silva)
Mesmo com o avanço da internet, do “streaming” e das redes sociais, o bom e velho rádio continua presente na rotina de milhões de brasileiros. Ele está no carro, no celular, no fone de ouvido de quem trabalha, na cozinha de casa e até na palma da mão com os aplicativos. O rádio resiste porque se adapta.
Segundo dados da Kantar IBOPE Media, o rádio atinge 83% da população das grandes cidades brasileiras. Isso significa que, mesmo com tantas plataformas digitais disponíveis, o rádio permanece como um dos meios mais acessados no dia a dia. Os ouvintes escutam, em média, quatro horas de rádio por dia, especialmente no trânsito e no trabalho.
Além de ser popular, o rádio é confiável. Pesquisas apontam que o brasileiro confia mais no que ouve no rádio do que em redes sociais. A informação é percebida como mais séria, responsável e verificada. Isso fortalece o papel do rádio como canal de prestação de serviço e de jornalismo local.
Diferente de outras mídias nacionais, o rádio se destaca pela proximidade com as comunidades. Ele informa sobre a escola do bairro, a chuva que derrubou árvores, a ação da prefeitura na rua do ouvinte. É esse senso de pertencimento que faz com que muitos brasileiros se sintam representados no rádio.
Hoje, o rádio está nas plataformas digitais, nos aplicativos, em vídeo nas redes sociais e até com participação ao vivo pelo WhatsApp. Isso prova que o formato pode evoluir sem perder sua essência: ser direto, acessível e confiável. O futuro do rádio está na convergência. Quem souber integrar conteúdo, agilidade e presença digital vai continuar falando no ouvido e no coração do povo.
E aqui vai um recado aos políticos: o rádio também é, politicamente, o veículo mais democrático durante as eleições. É de fácil acesso, está em todos os lugares e não exige que o cidadão pare o que está fazendo para prestar atenção. Todo mundo ouve, todo mundo alcança. Em tempos de campanhas cada vez mais caras e distantes do povo, o rádio continua sendo o canal que fala direto com o eleitor. Ignorar o rádio é desperdiçar a chance de ser ouvido por quem realmente decide o jogo: o povo.
Mais do que um meio de comunicação, o rádio é uma companhia diária para milhões de brasileiros. Ele informa, emociona, diverte e conecta. E enquanto houver gente querendo ser ouvida, vai ter alguém do outro lado do rádio para escutar.
Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/[...]/2025/08/1056515-oradio-nao-morre-se-reinventa-sempre-a-importanciado-radio-na-vida-dos-brasileiros.html. Acesso em 12/08/2025
Texto: O rádio não morre, se reinventa sempre. A importância do rádio na vida dos brasileiros (Joel Silva)
Mesmo com o avanço da internet, do “streaming” e das redes sociais, o bom e velho rádio continua presente na rotina de milhões de brasileiros. Ele está no carro, no celular, no fone de ouvido de quem trabalha, na cozinha de casa e até na palma da mão com os aplicativos. O rádio resiste porque se adapta.
Segundo dados da Kantar IBOPE Media, o rádio atinge 83% da população das grandes cidades brasileiras. Isso significa que, mesmo com tantas plataformas digitais disponíveis, o rádio permanece como um dos meios mais acessados no dia a dia. Os ouvintes escutam, em média, quatro horas de rádio por dia, especialmente no trânsito e no trabalho.
Além de ser popular, o rádio é confiável. Pesquisas apontam que o brasileiro confia mais no que ouve no rádio do que em redes sociais. A informação é percebida como mais séria, responsável e verificada. Isso fortalece o papel do rádio como canal de prestação de serviço e de jornalismo local.
Diferente de outras mídias nacionais, o rádio se destaca pela proximidade com as comunidades. Ele informa sobre a escola do bairro, a chuva que derrubou árvores, a ação da prefeitura na rua do ouvinte. É esse senso de pertencimento que faz com que muitos brasileiros se sintam representados no rádio.
Hoje, o rádio está nas plataformas digitais, nos aplicativos, em vídeo nas redes sociais e até com participação ao vivo pelo WhatsApp. Isso prova que o formato pode evoluir sem perder sua essência: ser direto, acessível e confiável. O futuro do rádio está na convergência. Quem souber integrar conteúdo, agilidade e presença digital vai continuar falando no ouvido e no coração do povo.
E aqui vai um recado aos políticos: o rádio também é, politicamente, o veículo mais democrático durante as eleições. É de fácil acesso, está em todos os lugares e não exige que o cidadão pare o que está fazendo para prestar atenção. Todo mundo ouve, todo mundo alcança. Em tempos de campanhas cada vez mais caras e distantes do povo, o rádio continua sendo o canal que fala direto com o eleitor. Ignorar o rádio é desperdiçar a chance de ser ouvido por quem realmente decide o jogo: o povo.
Mais do que um meio de comunicação, o rádio é uma companhia diária para milhões de brasileiros. Ele informa, emociona, diverte e conecta. E enquanto houver gente querendo ser ouvida, vai ter alguém do outro lado do rádio para escutar.
Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/[...]/2025/08/1056515-oradio-nao-morre-se-reinventa-sempre-a-importanciado-radio-na-vida-dos-brasileiros.html. Acesso em 12/08/2025
Texto: O rádio não morre, se reinventa sempre. A importância do rádio na vida dos brasileiros (Joel Silva)
Mesmo com o avanço da internet, do “streaming” e das redes sociais, o bom e velho rádio continua presente na rotina de milhões de brasileiros. Ele está no carro, no celular, no fone de ouvido de quem trabalha, na cozinha de casa e até na palma da mão com os aplicativos. O rádio resiste porque se adapta.
Segundo dados da Kantar IBOPE Media, o rádio atinge 83% da população das grandes cidades brasileiras. Isso significa que, mesmo com tantas plataformas digitais disponíveis, o rádio permanece como um dos meios mais acessados no dia a dia. Os ouvintes escutam, em média, quatro horas de rádio por dia, especialmente no trânsito e no trabalho.
Além de ser popular, o rádio é confiável. Pesquisas apontam que o brasileiro confia mais no que ouve no rádio do que em redes sociais. A informação é percebida como mais séria, responsável e verificada. Isso fortalece o papel do rádio como canal de prestação de serviço e de jornalismo local.
Diferente de outras mídias nacionais, o rádio se destaca pela proximidade com as comunidades. Ele informa sobre a escola do bairro, a chuva que derrubou árvores, a ação da prefeitura na rua do ouvinte. É esse senso de pertencimento que faz com que muitos brasileiros se sintam representados no rádio.
Hoje, o rádio está nas plataformas digitais, nos aplicativos, em vídeo nas redes sociais e até com participação ao vivo pelo WhatsApp. Isso prova que o formato pode evoluir sem perder sua essência: ser direto, acessível e confiável. O futuro do rádio está na convergência. Quem souber integrar conteúdo, agilidade e presença digital vai continuar falando no ouvido e no coração do povo.
E aqui vai um recado aos políticos: o rádio também é, politicamente, o veículo mais democrático durante as eleições. É de fácil acesso, está em todos os lugares e não exige que o cidadão pare o que está fazendo para prestar atenção. Todo mundo ouve, todo mundo alcança. Em tempos de campanhas cada vez mais caras e distantes do povo, o rádio continua sendo o canal que fala direto com o eleitor. Ignorar o rádio é desperdiçar a chance de ser ouvido por quem realmente decide o jogo: o povo.
Mais do que um meio de comunicação, o rádio é uma companhia diária para milhões de brasileiros. Ele informa, emociona, diverte e conecta. E enquanto houver gente querendo ser ouvida, vai ter alguém do outro lado do rádio para escutar.
Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/[...]/2025/08/1056515-oradio-nao-morre-se-reinventa-sempre-a-importanciado-radio-na-vida-dos-brasileiros.html. Acesso em 12/08/2025
Texto: O rádio não morre, se reinventa sempre. A importância do rádio na vida dos brasileiros (Joel Silva)
Mesmo com o avanço da internet, do “streaming” e das redes sociais, o bom e velho rádio continua presente na rotina de milhões de brasileiros. Ele está no carro, no celular, no fone de ouvido de quem trabalha, na cozinha de casa e até na palma da mão com os aplicativos. O rádio resiste porque se adapta.
Segundo dados da Kantar IBOPE Media, o rádio atinge 83% da população das grandes cidades brasileiras. Isso significa que, mesmo com tantas plataformas digitais disponíveis, o rádio permanece como um dos meios mais acessados no dia a dia. Os ouvintes escutam, em média, quatro horas de rádio por dia, especialmente no trânsito e no trabalho.
Além de ser popular, o rádio é confiável. Pesquisas apontam que o brasileiro confia mais no que ouve no rádio do que em redes sociais. A informação é percebida como mais séria, responsável e verificada. Isso fortalece o papel do rádio como canal de prestação de serviço e de jornalismo local.
Diferente de outras mídias nacionais, o rádio se destaca pela proximidade com as comunidades. Ele informa sobre a escola do bairro, a chuva que derrubou árvores, a ação da prefeitura na rua do ouvinte. É esse senso de pertencimento que faz com que muitos brasileiros se sintam representados no rádio.
Hoje, o rádio está nas plataformas digitais, nos aplicativos, em vídeo nas redes sociais e até com participação ao vivo pelo WhatsApp. Isso prova que o formato pode evoluir sem perder sua essência: ser direto, acessível e confiável. O futuro do rádio está na convergência. Quem souber integrar conteúdo, agilidade e presença digital vai continuar falando no ouvido e no coração do povo.
E aqui vai um recado aos políticos: o rádio também é, politicamente, o veículo mais democrático durante as eleições. É de fácil acesso, está em todos os lugares e não exige que o cidadão pare o que está fazendo para prestar atenção. Todo mundo ouve, todo mundo alcança. Em tempos de campanhas cada vez mais caras e distantes do povo, o rádio continua sendo o canal que fala direto com o eleitor. Ignorar o rádio é desperdiçar a chance de ser ouvido por quem realmente decide o jogo: o povo.
Mais do que um meio de comunicação, o rádio é uma companhia diária para milhões de brasileiros. Ele informa, emociona, diverte e conecta. E enquanto houver gente querendo ser ouvida, vai ter alguém do outro lado do rádio para escutar.
Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/[...]/2025/08/1056515-oradio-nao-morre-se-reinventa-sempre-a-importanciado-radio-na-vida-dos-brasileiros.html. Acesso em 12/08/2025
Texto: O rádio não morre, se reinventa sempre. A importância do rádio na vida dos brasileiros (Joel Silva)
Mesmo com o avanço da internet, do “streaming” e das redes sociais, o bom e velho rádio continua presente na rotina de milhões de brasileiros. Ele está no carro, no celular, no fone de ouvido de quem trabalha, na cozinha de casa e até na palma da mão com os aplicativos. O rádio resiste porque se adapta.
Segundo dados da Kantar IBOPE Media, o rádio atinge 83% da população das grandes cidades brasileiras. Isso significa que, mesmo com tantas plataformas digitais disponíveis, o rádio permanece como um dos meios mais acessados no dia a dia. Os ouvintes escutam, em média, quatro horas de rádio por dia, especialmente no trânsito e no trabalho.
Além de ser popular, o rádio é confiável. Pesquisas apontam que o brasileiro confia mais no que ouve no rádio do que em redes sociais. A informação é percebida como mais séria, responsável e verificada. Isso fortalece o papel do rádio como canal de prestação de serviço e de jornalismo local.
Diferente de outras mídias nacionais, o rádio se destaca pela proximidade com as comunidades. Ele informa sobre a escola do bairro, a chuva que derrubou árvores, a ação da prefeitura na rua do ouvinte. É esse senso de pertencimento que faz com que muitos brasileiros se sintam representados no rádio.
Hoje, o rádio está nas plataformas digitais, nos aplicativos, em vídeo nas redes sociais e até com participação ao vivo pelo WhatsApp. Isso prova que o formato pode evoluir sem perder sua essência: ser direto, acessível e confiável. O futuro do rádio está na convergência. Quem souber integrar conteúdo, agilidade e presença digital vai continuar falando no ouvido e no coração do povo.
E aqui vai um recado aos políticos: o rádio também é, politicamente, o veículo mais democrático durante as eleições. É de fácil acesso, está em todos os lugares e não exige que o cidadão pare o que está fazendo para prestar atenção. Todo mundo ouve, todo mundo alcança. Em tempos de campanhas cada vez mais caras e distantes do povo, o rádio continua sendo o canal que fala direto com o eleitor. Ignorar o rádio é desperdiçar a chance de ser ouvido por quem realmente decide o jogo: o povo.
Mais do que um meio de comunicação, o rádio é uma companhia diária para milhões de brasileiros. Ele informa, emociona, diverte e conecta. E enquanto houver gente querendo ser ouvida, vai ter alguém do outro lado do rádio para escutar.
Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/[...]/2025/08/1056515-oradio-nao-morre-se-reinventa-sempre-a-importanciado-radio-na-vida-dos-brasileiros.html. Acesso em 12/08/2025
Texto: O rádio não morre, se reinventa sempre. A importância do rádio na vida dos brasileiros (Joel Silva)
Mesmo com o avanço da internet, do “streaming” e das redes sociais, o bom e velho rádio continua presente na rotina de milhões de brasileiros. Ele está no carro, no celular, no fone de ouvido de quem trabalha, na cozinha de casa e até na palma da mão com os aplicativos. O rádio resiste porque se adapta.
Segundo dados da Kantar IBOPE Media, o rádio atinge 83% da população das grandes cidades brasileiras. Isso significa que, mesmo com tantas plataformas digitais disponíveis, o rádio permanece como um dos meios mais acessados no dia a dia. Os ouvintes escutam, em média, quatro horas de rádio por dia, especialmente no trânsito e no trabalho.
Além de ser popular, o rádio é confiável. Pesquisas apontam que o brasileiro confia mais no que ouve no rádio do que em redes sociais. A informação é percebida como mais séria, responsável e verificada. Isso fortalece o papel do rádio como canal de prestação de serviço e de jornalismo local.
Diferente de outras mídias nacionais, o rádio se destaca pela proximidade com as comunidades. Ele informa sobre a escola do bairro, a chuva que derrubou árvores, a ação da prefeitura na rua do ouvinte. É esse senso de pertencimento que faz com que muitos brasileiros se sintam representados no rádio.
Hoje, o rádio está nas plataformas digitais, nos aplicativos, em vídeo nas redes sociais e até com participação ao vivo pelo WhatsApp. Isso prova que o formato pode evoluir sem perder sua essência: ser direto, acessível e confiável. O futuro do rádio está na convergência. Quem souber integrar conteúdo, agilidade e presença digital vai continuar falando no ouvido e no coração do povo.
E aqui vai um recado aos políticos: o rádio também é, politicamente, o veículo mais democrático durante as eleições. É de fácil acesso, está em todos os lugares e não exige que o cidadão pare o que está fazendo para prestar atenção. Todo mundo ouve, todo mundo alcança. Em tempos de campanhas cada vez mais caras e distantes do povo, o rádio continua sendo o canal que fala direto com o eleitor. Ignorar o rádio é desperdiçar a chance de ser ouvido por quem realmente decide o jogo: o povo.
Mais do que um meio de comunicação, o rádio é uma companhia diária para milhões de brasileiros. Ele informa, emociona, diverte e conecta. E enquanto houver gente querendo ser ouvida, vai ter alguém do outro lado do rádio para escutar.
Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/[...]/2025/08/1056515-oradio-nao-morre-se-reinventa-sempre-a-importanciado-radio-na-vida-dos-brasileiros.html. Acesso em 12/08/2025
Texto: O rádio não morre, se reinventa sempre. A importância do rádio na vida dos brasileiros (Joel Silva)
Mesmo com o avanço da internet, do “streaming” e das redes sociais, o bom e velho rádio continua presente na rotina de milhões de brasileiros. Ele está no carro, no celular, no fone de ouvido de quem trabalha, na cozinha de casa e até na palma da mão com os aplicativos. O rádio resiste porque se adapta.
Segundo dados da Kantar IBOPE Media, o rádio atinge 83% da população das grandes cidades brasileiras. Isso significa que, mesmo com tantas plataformas digitais disponíveis, o rádio permanece como um dos meios mais acessados no dia a dia. Os ouvintes escutam, em média, quatro horas de rádio por dia, especialmente no trânsito e no trabalho.
Além de ser popular, o rádio é confiável. Pesquisas apontam que o brasileiro confia mais no que ouve no rádio do que em redes sociais. A informação é percebida como mais séria, responsável e verificada. Isso fortalece o papel do rádio como canal de prestação de serviço e de jornalismo local.
Diferente de outras mídias nacionais, o rádio se destaca pela proximidade com as comunidades. Ele informa sobre a escola do bairro, a chuva que derrubou árvores, a ação da prefeitura na rua do ouvinte. É esse senso de pertencimento que faz com que muitos brasileiros se sintam representados no rádio.
Hoje, o rádio está nas plataformas digitais, nos aplicativos, em vídeo nas redes sociais e até com participação ao vivo pelo WhatsApp. Isso prova que o formato pode evoluir sem perder sua essência: ser direto, acessível e confiável. O futuro do rádio está na convergência. Quem souber integrar conteúdo, agilidade e presença digital vai continuar falando no ouvido e no coração do povo.
E aqui vai um recado aos políticos: o rádio também é, politicamente, o veículo mais democrático durante as eleições. É de fácil acesso, está em todos os lugares e não exige que o cidadão pare o que está fazendo para prestar atenção. Todo mundo ouve, todo mundo alcança. Em tempos de campanhas cada vez mais caras e distantes do povo, o rádio continua sendo o canal que fala direto com o eleitor. Ignorar o rádio é desperdiçar a chance de ser ouvido por quem realmente decide o jogo: o povo.
Mais do que um meio de comunicação, o rádio é uma companhia diária para milhões de brasileiros. Ele informa, emociona, diverte e conecta. E enquanto houver gente querendo ser ouvida, vai ter alguém do outro lado do rádio para escutar.
Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/[...]/2025/08/1056515-oradio-nao-morre-se-reinventa-sempre-a-importanciado-radio-na-vida-dos-brasileiros.html. Acesso em 12/08/2025
Texto: O rádio não morre, se reinventa sempre. A importância do rádio na vida dos brasileiros (Joel Silva)
Mesmo com o avanço da internet, do “streaming” e das redes sociais, o bom e velho rádio continua presente na rotina de milhões de brasileiros. Ele está no carro, no celular, no fone de ouvido de quem trabalha, na cozinha de casa e até na palma da mão com os aplicativos. O rádio resiste porque se adapta.
Segundo dados da Kantar IBOPE Media, o rádio atinge 83% da população das grandes cidades brasileiras. Isso significa que, mesmo com tantas plataformas digitais disponíveis, o rádio permanece como um dos meios mais acessados no dia a dia. Os ouvintes escutam, em média, quatro horas de rádio por dia, especialmente no trânsito e no trabalho.
Além de ser popular, o rádio é confiável. Pesquisas apontam que o brasileiro confia mais no que ouve no rádio do que em redes sociais. A informação é percebida como mais séria, responsável e verificada. Isso fortalece o papel do rádio como canal de prestação de serviço e de jornalismo local.
Diferente de outras mídias nacionais, o rádio se destaca pela proximidade com as comunidades. Ele informa sobre a escola do bairro, a chuva que derrubou árvores, a ação da prefeitura na rua do ouvinte. É esse senso de pertencimento que faz com que muitos brasileiros se sintam representados no rádio.
Hoje, o rádio está nas plataformas digitais, nos aplicativos, em vídeo nas redes sociais e até com participação ao vivo pelo WhatsApp. Isso prova que o formato pode evoluir sem perder sua essência: ser direto, acessível e confiável. O futuro do rádio está na convergência. Quem souber integrar conteúdo, agilidade e presença digital vai continuar falando no ouvido e no coração do povo.
E aqui vai um recado aos políticos: o rádio também é, politicamente, o veículo mais democrático durante as eleições. É de fácil acesso, está em todos os lugares e não exige que o cidadão pare o que está fazendo para prestar atenção. Todo mundo ouve, todo mundo alcança. Em tempos de campanhas cada vez mais caras e distantes do povo, o rádio continua sendo o canal que fala direto com o eleitor. Ignorar o rádio é desperdiçar a chance de ser ouvido por quem realmente decide o jogo: o povo.
Mais do que um meio de comunicação, o rádio é uma companhia diária para milhões de brasileiros. Ele informa, emociona, diverte e conecta. E enquanto houver gente querendo ser ouvida, vai ter alguém do outro lado do rádio para escutar.
Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/[...]/2025/08/1056515-oradio-nao-morre-se-reinventa-sempre-a-importanciado-radio-na-vida-dos-brasileiros.html. Acesso em 12/08/2025
Texto: O rádio não morre, se reinventa sempre. A importância do rádio na vida dos brasileiros (Joel Silva)
Mesmo com o avanço da internet, do “streaming” e das redes sociais, o bom e velho rádio continua presente na rotina de milhões de brasileiros. Ele está no carro, no celular, no fone de ouvido de quem trabalha, na cozinha de casa e até na palma da mão com os aplicativos. O rádio resiste porque se adapta.
Segundo dados da Kantar IBOPE Media, o rádio atinge 83% da população das grandes cidades brasileiras. Isso significa que, mesmo com tantas plataformas digitais disponíveis, o rádio permanece como um dos meios mais acessados no dia a dia. Os ouvintes escutam, em média, quatro horas de rádio por dia, especialmente no trânsito e no trabalho.
Além de ser popular, o rádio é confiável. Pesquisas apontam que o brasileiro confia mais no que ouve no rádio do que em redes sociais. A informação é percebida como mais séria, responsável e verificada. Isso fortalece o papel do rádio como canal de prestação de serviço e de jornalismo local.
Diferente de outras mídias nacionais, o rádio se destaca pela proximidade com as comunidades. Ele informa sobre a escola do bairro, a chuva que derrubou árvores, a ação da prefeitura na rua do ouvinte. É esse senso de pertencimento que faz com que muitos brasileiros se sintam representados no rádio.
Hoje, o rádio está nas plataformas digitais, nos aplicativos, em vídeo nas redes sociais e até com participação ao vivo pelo WhatsApp. Isso prova que o formato pode evoluir sem perder sua essência: ser direto, acessível e confiável. O futuro do rádio está na convergência. Quem souber integrar conteúdo, agilidade e presença digital vai continuar falando no ouvido e no coração do povo.
E aqui vai um recado aos políticos: o rádio também é, politicamente, o veículo mais democrático durante as eleições. É de fácil acesso, está em todos os lugares e não exige que o cidadão pare o que está fazendo para prestar atenção. Todo mundo ouve, todo mundo alcança. Em tempos de campanhas cada vez mais caras e distantes do povo, o rádio continua sendo o canal que fala direto com o eleitor. Ignorar o rádio é desperdiçar a chance de ser ouvido por quem realmente decide o jogo: o povo.
Mais do que um meio de comunicação, o rádio é uma companhia diária para milhões de brasileiros. Ele informa, emociona, diverte e conecta. E enquanto houver gente querendo ser ouvida, vai ter alguém do outro lado do rádio para escutar.
Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/[...]/2025/08/1056515-oradio-nao-morre-se-reinventa-sempre-a-importanciado-radio-na-vida-dos-brasileiros.html. Acesso em 12/08/2025
Texto: O rádio não morre, se reinventa sempre. A importância do rádio na vida dos brasileiros (Joel Silva)
Mesmo com o avanço da internet, do “streaming” e das redes sociais, o bom e velho rádio continua presente na rotina de milhões de brasileiros. Ele está no carro, no celular, no fone de ouvido de quem trabalha, na cozinha de casa e até na palma da mão com os aplicativos. O rádio resiste porque se adapta.
Segundo dados da Kantar IBOPE Media, o rádio atinge 83% da população das grandes cidades brasileiras. Isso significa que, mesmo com tantas plataformas digitais disponíveis, o rádio permanece como um dos meios mais acessados no dia a dia. Os ouvintes escutam, em média, quatro horas de rádio por dia, especialmente no trânsito e no trabalho.
Além de ser popular, o rádio é confiável. Pesquisas apontam que o brasileiro confia mais no que ouve no rádio do que em redes sociais. A informação é percebida como mais séria, responsável e verificada. Isso fortalece o papel do rádio como canal de prestação de serviço e de jornalismo local.
Diferente de outras mídias nacionais, o rádio se destaca pela proximidade com as comunidades. Ele informa sobre a escola do bairro, a chuva que derrubou árvores, a ação da prefeitura na rua do ouvinte. É esse senso de pertencimento que faz com que muitos brasileiros se sintam representados no rádio.
Hoje, o rádio está nas plataformas digitais, nos aplicativos, em vídeo nas redes sociais e até com participação ao vivo pelo WhatsApp. Isso prova que o formato pode evoluir sem perder sua essência: ser direto, acessível e confiável. O futuro do rádio está na convergência. Quem souber integrar conteúdo, agilidade e presença digital vai continuar falando no ouvido e no coração do povo.
E aqui vai um recado aos políticos: o rádio também é, politicamente, o veículo mais democrático durante as eleições. É de fácil acesso, está em todos os lugares e não exige que o cidadão pare o que está fazendo para prestar atenção. Todo mundo ouve, todo mundo alcança. Em tempos de campanhas cada vez mais caras e distantes do povo, o rádio continua sendo o canal que fala direto com o eleitor. Ignorar o rádio é desperdiçar a chance de ser ouvido por quem realmente decide o jogo: o povo.
Mais do que um meio de comunicação, o rádio é uma companhia diária para milhões de brasileiros. Ele informa, emociona, diverte e conecta. E enquanto houver gente querendo ser ouvida, vai ter alguém do outro lado do rádio para escutar.
Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/[...]/2025/08/1056515-oradio-nao-morre-se-reinventa-sempre-a-importanciado-radio-na-vida-dos-brasileiros.html. Acesso em 12/08/2025
“Valorizar os profissionais do magistério das redes públicas de educação básica de forma a equiparar seu rendimento médio ao dos demais profissionais com escolaridade equivalente, até o final do sexto ano de vigência deste PME.” (Meta 17 do Plano Municipal de Educação do Município de Arraial do Cabo. Texto adaptado)
Uma estratégia da Meta 17 está corretamente apresentada na seguinte alternativa: