Questões de Concurso Comentadas para ufma

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Ano: 2022 Banca: UFMA Órgão: UFMA Prova: UFMA - 2022 - UFMA - Administrador |
Q1914955 Noções de Informática
As duas imagens a seguir mostram o menu Editar de um famoso editor de texto e planilha eletrônica online. Sobre a funcionalidade desse menu, identifique a alternativa correta.

Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFMA Órgão: UFMA Prova: UFMA - 2022 - UFMA - Administrador |
Q1914954 Noções de Informática
Richard Stallman é o criador da Free Software Foundation (FSF), que é contra softwares proprietários, aqueles programas que não permitem aos usuários alterar seu código-fonte para modificação. Um contraponto a softwares proprietários são os softwares livres. Sobre tal tema, identifique a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFMA Órgão: UFMA Prova: UFMA - 2022 - UFMA - Administrador |
Q1914953 Noções de Informática
No ambiente de trabalho, é comum fazer uso de ferramentas de edição de texto, planilhas e apresentação de slides. Qual das alternativas está correta?
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFMA Órgão: UFMA Prova: UFMA - 2022 - UFMA - Administrador |
Q1914952 Noções de Informática
Com relação à segurança da informação, qual alternativa a seguir está correta?
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFMA Órgão: UFMA Prova: UFMA - 2022 - UFMA - Administrador |
Q1914951 Noções de Informática
Com relação aos conceitos básicos de redes de computadores, suas ferramentas e aplicativos, qual alternativa está correta?
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFMA Órgão: UFMA Prova: UFMA - 2022 - UFMA - Administrador |
Q1914950 Noções de Informática
A área de tecnologia da informação (ou TI) pode ser vista como um conjunto de atividades e soluções providas por recursos de computação, que visam à produção, ao armazenamento, à transmissão, ao acesso, à segurança e ao uso das informações. Com relação à tecnologia da informação, qual alternativa abaixo está correta?
Alternativas
Q1914946 Legislação Federal
Diva foi aprovada no concurso para a Carreira de Magistério Superior, com lotação no Departamento de Direito. Nomeada e empossada, assinou termo em que consta o regime de trabalho de 40 (quarenta) horas semanais, em tempo integral, com dedicação exclusiva às atividades de ensino, pesquisa, extensão e gestão institucional. Ocorre que Diva está em dúvidas acerca de quais atividades pode desempenhar, uma vez que o regime de trabalho consiste, portanto, em dedicação exclusiva à instituição. Considerando a situação hipotética e o disposto na Lei nº 12.772/2012 e alterações, avalie os itens a seguir:

I. O docente em regime de dedicação exclusiva pode receber retribuição pecuniária por bolsa de ensino, pesquisa, extensão ou estímulo à inovação paga por agência oficial de fomento, por fundação de apoio devidamente credenciada por IFE ou por organismo internacional amparado por ato, tratado ou convenção internacional.
II. O docente em regime de dedicação exclusiva pode receber retribuição pecuniária, na forma de pro labore ou cachê, pago diretamente por ente distinto da IFE, pela participação habitual, rotineira em semanal por palestras, conferências, atividades artísticas e culturais relacionadas à área de atuação dela, desde que não exceda 30 (trinta) horas mensais.
III. O docente em regime de dedicação exclusiva pode participar de comissões julgadoras ou verificadoras relacionadas ao ensino, pesquisa ou extensão, vedada a percepção de retribuição.
IV. O docente em regime de dedicação exclusiva pode receber retribuição pecuniária, em caráter eventual: por trabalho prestado no âmbito de projetos institucionais de ensino, pesquisa e extensão, bem como por colaboração esporádica de natureza científica ou tecnológica em assuntos de especialidade do docente, inclusive em polos de inovação tecnológica, devidamente autorizada pela IFE de acordo com suas regras que não podem exceder, no entanto, computadas isoladamente ou em conjunto, a 8 (oito) horas semanais ou a 416 (quatrocentas e dezesseis) horas anuais.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1914942 Direito Constitucional
José, policial militar, teve que comparecer ao apartamento de Maria, professora da Universidade Federal do Maranhão, para cumprir uma diligência. À luz dos direitos e garantias fundamentais da Constituição Federal, José:
Alternativas
Q1914941 Legislação Federal
Amanda, integrante da Carreira do Magistério Superior da Universidade Federal do Maranhão em regime de dedicação exclusiva, poderá perceber a seguinte vantagem:
Alternativas
Q1914939 Português
Assinale a opção que preenche corretamente as lacunas da frase:
Naquele teste só _______ questões muito _________. 
Alternativas
Q1914938 Português
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas da sentença:
Daqui ____ pouco, Ana chegará ____ Itália, sonho esperado ____ muito tempo, que finalmente passará ____ ser realizado.
Alternativas
Q1914937 Português
Qual inadequação gramatical foi cometida em: “Os ataques visam fábricas e suprimentos.” 
Alternativas
Q1914936 Português
Assinale a alternativa correta quanto à concordância verbal.
Alternativas
Q1914935 Português
Observe as orações:
Pedro, o vizinho te chama.
Pedro, o vizinho, te chama.

Os termos destacados classificam-se sintaticamente em:
Alternativas
Q1914934 Português
Marque a opção em que as palavras levam acento pela mesma razão.
Alternativas
Q1914933 Português
Nas orações: “Beto estudou muito e foi reprovado. Beto estudou muito e foi aprovado.” A conjunção e tem, respectivamente, valor: 
Alternativas
Q1914932 Português
Na guerra, se proteger de ataque hacker também é
uma forma de salvar vidas.

Alessandra Montini
01/05/2022 - 04h00 

   No célebre livro "A Arte da Guerra", de Sun Tzu, um dos principais trechos afirma que a "suprema arte da guerra é derrotar o inimigo sem lutar". Ou seja, em muitos casos é preferível evitar o confronto direto a buscar outros métodos para superar os problemas/adversários. 
   Essa máxima foi escrita no século IV antes de Cristo, mas continua válida mesmo em tempos de aceleração digital. Afinal, se grande parte das relações sociais já acontecem virtualmente, era inevitável que a guerra e os confrontos militares seguissem pelo mesmo caminho.
   O conflito entre Ucrânia e Rússia, que se arrasta desde fevereiro, é apenas o exemplo mais recente de como a guerra pode se desenrolar na esfera digital. Bancos estatais ucranianos e o próprio Ministério da Defesa sofreram ataques cibernéticos, principalmente no início da invasão.
   Ataques DDoS (negação de serviço) são constantes em serviços essenciais numa tentativa de paralisá-los para prejudicar a população local, para dificultar a comunicação e até mesmo para evitar possíveis reações militares.
  Em tempos de guerra, uma das principais medidas adotadas é atacar pontos estratégicos do adversário, atualmente, isso envolve também o ambiente digital.
   Como os dados são o "novo petróleo" e servem de matéria-prima para soluções e aplicações tecnológicas que moldam nossas vidas, é evidente que se tornam em alvo mais visado. Em bombardeios "reais", os ataques visam fábricas e suprimentos; nos "virtuais", os bombardeios buscam inutilizar aquilo que facilita o dia a dia das pessoas e empresas.
   A segurança cibernética, portanto, assume o protagonismo não apenas em tempos de paz, mas sobretudo em situações de guerra.
   Proteger as informações digitais é uma estratégia necessária para preservar a vida "real" da população.
   Já imaginou se o inimigo tivesse acesso a todos os hábitos dos civis, incluindo informações médicas e transações financeiras? Pois é, o prejuízo poderia ser incalculável.
[...]
  Nos últimos anos, ficou claro para todos que as guerras sempre contam com derramamento de sangue, mas que agora também envolvem a troca de bytes e não apenas de tiros.
   Só no Brasil, o medo de ataques fez com que 83% das empresas gastassem mais com ferramentas desse tipo, de acordo com a pesquisa PwC Digital Trust Insights 2022. Isso antes mesmo de um conflito armado irromper no leste europeu e colocar o mundo de sobreaviso.
  Diante da aceleração digital, provocada pela pandemia de covid-19, e da própria evolução da tecnologia em diferentes setores, cedo ou tarde a segurança cibernética assumiria o controle no debate público. 
   O que o confronto entre Rússia e Ucrânia fez foi apenas reforçar a importância e necessidade do assunto. Porque a proteção dos dados digitais revelou-se imprescindível quando tudo está em paz; mas é literalmente uma questão de sobrevivência em tempos de guerra.

(Veja mais em https://www.uol.com.br/tilt/colunas /alessandramontini/2022/05/01/seguranca-cibernetica-internet-guerra-digital-governos-empresa-ucrania.htm? cmpid=copiaecolaeja)
No período: “O que o confronto entre Rússia e Ucrânia fez foi apenas reforçar a importância e necessidade do assunto”, o vocábulo assunto faz referência a: 
Alternativas
Q1914931 Português
Na guerra, se proteger de ataque hacker também é
uma forma de salvar vidas.

Alessandra Montini
01/05/2022 - 04h00 

   No célebre livro "A Arte da Guerra", de Sun Tzu, um dos principais trechos afirma que a "suprema arte da guerra é derrotar o inimigo sem lutar". Ou seja, em muitos casos é preferível evitar o confronto direto a buscar outros métodos para superar os problemas/adversários. 
   Essa máxima foi escrita no século IV antes de Cristo, mas continua válida mesmo em tempos de aceleração digital. Afinal, se grande parte das relações sociais já acontecem virtualmente, era inevitável que a guerra e os confrontos militares seguissem pelo mesmo caminho.
   O conflito entre Ucrânia e Rússia, que se arrasta desde fevereiro, é apenas o exemplo mais recente de como a guerra pode se desenrolar na esfera digital. Bancos estatais ucranianos e o próprio Ministério da Defesa sofreram ataques cibernéticos, principalmente no início da invasão.
   Ataques DDoS (negação de serviço) são constantes em serviços essenciais numa tentativa de paralisá-los para prejudicar a população local, para dificultar a comunicação e até mesmo para evitar possíveis reações militares.
  Em tempos de guerra, uma das principais medidas adotadas é atacar pontos estratégicos do adversário, atualmente, isso envolve também o ambiente digital.
   Como os dados são o "novo petróleo" e servem de matéria-prima para soluções e aplicações tecnológicas que moldam nossas vidas, é evidente que se tornam em alvo mais visado. Em bombardeios "reais", os ataques visam fábricas e suprimentos; nos "virtuais", os bombardeios buscam inutilizar aquilo que facilita o dia a dia das pessoas e empresas.
   A segurança cibernética, portanto, assume o protagonismo não apenas em tempos de paz, mas sobretudo em situações de guerra.
   Proteger as informações digitais é uma estratégia necessária para preservar a vida "real" da população.
   Já imaginou se o inimigo tivesse acesso a todos os hábitos dos civis, incluindo informações médicas e transações financeiras? Pois é, o prejuízo poderia ser incalculável.
[...]
  Nos últimos anos, ficou claro para todos que as guerras sempre contam com derramamento de sangue, mas que agora também envolvem a troca de bytes e não apenas de tiros.
   Só no Brasil, o medo de ataques fez com que 83% das empresas gastassem mais com ferramentas desse tipo, de acordo com a pesquisa PwC Digital Trust Insights 2022. Isso antes mesmo de um conflito armado irromper no leste europeu e colocar o mundo de sobreaviso.
  Diante da aceleração digital, provocada pela pandemia de covid-19, e da própria evolução da tecnologia em diferentes setores, cedo ou tarde a segurança cibernética assumiria o controle no debate público. 
   O que o confronto entre Rússia e Ucrânia fez foi apenas reforçar a importância e necessidade do assunto. Porque a proteção dos dados digitais revelou-se imprescindível quando tudo está em paz; mas é literalmente uma questão de sobrevivência em tempos de guerra.

(Veja mais em https://www.uol.com.br/tilt/colunas /alessandramontini/2022/05/01/seguranca-cibernetica-internet-guerra-digital-governos-empresa-ucrania.htm? cmpid=copiaecolaeja)
A leitura do texto, em especial sua conclusão, permite-nos deduzir que:
Alternativas
Q1914930 Português
Na guerra, se proteger de ataque hacker também é
uma forma de salvar vidas.

Alessandra Montini
01/05/2022 - 04h00 

   No célebre livro "A Arte da Guerra", de Sun Tzu, um dos principais trechos afirma que a "suprema arte da guerra é derrotar o inimigo sem lutar". Ou seja, em muitos casos é preferível evitar o confronto direto a buscar outros métodos para superar os problemas/adversários. 
   Essa máxima foi escrita no século IV antes de Cristo, mas continua válida mesmo em tempos de aceleração digital. Afinal, se grande parte das relações sociais já acontecem virtualmente, era inevitável que a guerra e os confrontos militares seguissem pelo mesmo caminho.
   O conflito entre Ucrânia e Rússia, que se arrasta desde fevereiro, é apenas o exemplo mais recente de como a guerra pode se desenrolar na esfera digital. Bancos estatais ucranianos e o próprio Ministério da Defesa sofreram ataques cibernéticos, principalmente no início da invasão.
   Ataques DDoS (negação de serviço) são constantes em serviços essenciais numa tentativa de paralisá-los para prejudicar a população local, para dificultar a comunicação e até mesmo para evitar possíveis reações militares.
  Em tempos de guerra, uma das principais medidas adotadas é atacar pontos estratégicos do adversário, atualmente, isso envolve também o ambiente digital.
   Como os dados são o "novo petróleo" e servem de matéria-prima para soluções e aplicações tecnológicas que moldam nossas vidas, é evidente que se tornam em alvo mais visado. Em bombardeios "reais", os ataques visam fábricas e suprimentos; nos "virtuais", os bombardeios buscam inutilizar aquilo que facilita o dia a dia das pessoas e empresas.
   A segurança cibernética, portanto, assume o protagonismo não apenas em tempos de paz, mas sobretudo em situações de guerra.
   Proteger as informações digitais é uma estratégia necessária para preservar a vida "real" da população.
   Já imaginou se o inimigo tivesse acesso a todos os hábitos dos civis, incluindo informações médicas e transações financeiras? Pois é, o prejuízo poderia ser incalculável.
[...]
  Nos últimos anos, ficou claro para todos que as guerras sempre contam com derramamento de sangue, mas que agora também envolvem a troca de bytes e não apenas de tiros.
   Só no Brasil, o medo de ataques fez com que 83% das empresas gastassem mais com ferramentas desse tipo, de acordo com a pesquisa PwC Digital Trust Insights 2022. Isso antes mesmo de um conflito armado irromper no leste europeu e colocar o mundo de sobreaviso.
  Diante da aceleração digital, provocada pela pandemia de covid-19, e da própria evolução da tecnologia em diferentes setores, cedo ou tarde a segurança cibernética assumiria o controle no debate público. 
   O que o confronto entre Rússia e Ucrânia fez foi apenas reforçar a importância e necessidade do assunto. Porque a proteção dos dados digitais revelou-se imprescindível quando tudo está em paz; mas é literalmente uma questão de sobrevivência em tempos de guerra.

(Veja mais em https://www.uol.com.br/tilt/colunas /alessandramontini/2022/05/01/seguranca-cibernetica-internet-guerra-digital-governos-empresa-ucrania.htm? cmpid=copiaecolaeja)
Segundo o texto:
Alternativas
Q2215974 Medicina
Quanto à Síndrome Inflamatória Multissistêmica (SIM-P) pós COVID-19, é correto afirmar: 
Alternativas
Respostas
721: E
722: B
723: E
724: A
725: E
726: C
727: B
728: A
729: C
730: C
731: A
732: D
733: E
734: B
735: E
736: C
737: A
738: B
739: D
740: A