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Q3814440 Português
'A periferia nunca deixou de produzir literatura', defende coordenadora das Fábricas de Cultura


Os hábitos de leitura nas periferias da maior metrópole da América do Sul são o foco da pesquisa realizada pela Organização Social Poiesis, que analisou o público das oito unidades das Fábricas de Cultura presentes em São Paulo e apontou que mulheres representam 70% do público leitor.

Para a coordenadora artístico-pedagógica das bibliotecas das Fábricas de Cultura, Ifé Rosa, a literatura sempre esteve presente na comunidade, que não deixou "nenhum preconceito impedir de acessar a literatura".

"Todo esse movimento de literatura mostra que ela, na verdade, foi durante muito tempo vista como algo elitista, como algo para outro tipo de público, mas, enquanto isso, a periferia nunca deixou de produzir literatura, de produzir oralidade ou 'oralituras', expressão usada por Leda Maria Martins. A periferia nunca deixou que nenhum preconceito a impedisse de acessar a literatura, algo tão importante para todo ser humano", disse Ifé em entrevista ao Conexão BdF, da Rádio Brasil de Fato.

A pesquisa avaliou os hábitos de leitura dos frequentadores das bibliotecas das Fábricas de Cultura na Brasilândia, Capão Redondo, Diadema, Iguape, Jaçanã, Jardim São Luís , Osasco e Vila Nova Cachoeirinha. A coordenadora destaca que a literatura sempre esteve presente nas comunidades e que a diversidade de leitura apontada pela pesquisa ajuda a desconstruir preconceitos sobre "quem lê e o que lê".

Os dados indicam que as mulheres foram 70% do total de leitores, porcentagem maior que a média nacional (61%). Para a coordenadora artístico-pedagógica das bibliotecas das Fábricas de Cultura, Ifé Rosa, o protagonismo feminino revela a participação singular das mulheres nas comunidades. "Sabemos o quanto as mulheres têm um papel fundamental nas periferias, não  nas questões do dia a dia, no trato com a própria família , com a comunidade, mas também com a literatura. Ficamos muito felizes em saber que as mulheres estão acessando a literatura, uma literatura diversa que fala tanto diretamente com as realidades delas quanto também com a literatura clássica", contou.

Representatividade

Para a coordenadora, a diversidade de leitura da população periférica — que inclui mangás , clássicos, autores negros e indígenas — mostra que o acesso "às literaturas" precisa ser ampliado, sempre atento ao que o público deseja ler. Ela também ressalta a importância da representatividade e de uma curadoria coletiva.

"Recentemente, Ana Maria Gonçalves — primeira mulher negra a entrar na Academia Brasileira de Letras —, falou algo bem importante: que as pessoas racializadas, negras principalmente, muitas vezes não acessavam a literatura porque não se viam representadas, eram histórias que iam muito além da sua realidade. Quando uma criança, um jovem, um adolescente, uma pessoa trabalhadora consegue acessar uma história em que se sinta representada, essa literatura se aproxima", afirma Ifé.


(Disponível em:
https://www.brasildefato.com.br/2025/08/20/a-periferia-nunca-deixou-de
-produzir-literatura-defende-coordenadora-das-fabricas-de-cultura/.
Acesso em 25 ago. 2025. Adaptado.)
Leia o excerto a seguir e analise as assertivas:
"Para a coordenadora artístico-pedagógica das bibliotecas das Fábricas de Cultura, Ifé Rosa, a literatura sempre esteve presente na comunidade, que não deixou 'nenhum preconceito impedir de acessar a literatura'".

I.O pronome relativo "que" tem como referente "comunidade", podendo ser substituído por "a qual" sem prejuízo na coesão e no sentido do texto.
II.O pronome relativo "que" pode ter dois referentes, sendo eles "coordenadora" e "comunidade". Cabe à pessoa que lê o texto decidir qual referente deixa o texto mais claro.
III.O pronome relativo "que" introduz uma explicação, qualificando a comunidade.
IV.O pronome relativo "que" introduz uma oração restritiva, ou seja, tem-se apenas uma comunidade e essa não deixou o preconceito impedir o acesso à literatura.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3814439 Português
'A periferia nunca deixou de produzir literatura', defende coordenadora das Fábricas de Cultura


Os hábitos de leitura nas periferias da maior metrópole da América do Sul são o foco da pesquisa realizada pela Organização Social Poiesis, que analisou o público das oito unidades das Fábricas de Cultura presentes em São Paulo e apontou que mulheres representam 70% do público leitor.

Para a coordenadora artístico-pedagógica das bibliotecas das Fábricas de Cultura, Ifé Rosa, a literatura sempre esteve presente na comunidade, que não deixou "nenhum preconceito impedir de acessar a literatura".

"Todo esse movimento de literatura mostra que ela, na verdade, foi durante muito tempo vista como algo elitista, como algo para outro tipo de público, mas, enquanto isso, a periferia nunca deixou de produzir literatura, de produzir oralidade ou 'oralituras', expressão usada por Leda Maria Martins. A periferia nunca deixou que nenhum preconceito a impedisse de acessar a literatura, algo tão importante para todo ser humano", disse Ifé em entrevista ao Conexão BdF, da Rádio Brasil de Fato.

A pesquisa avaliou os hábitos de leitura dos frequentadores das bibliotecas das Fábricas de Cultura na Brasilândia, Capão Redondo, Diadema, Iguape, Jaçanã, Jardim São Luís , Osasco e Vila Nova Cachoeirinha. A coordenadora destaca que a literatura sempre esteve presente nas comunidades e que a diversidade de leitura apontada pela pesquisa ajuda a desconstruir preconceitos sobre "quem lê e o que lê".

Os dados indicam que as mulheres foram 70% do total de leitores, porcentagem maior que a média nacional (61%). Para a coordenadora artístico-pedagógica das bibliotecas das Fábricas de Cultura, Ifé Rosa, o protagonismo feminino revela a participação singular das mulheres nas comunidades. "Sabemos o quanto as mulheres têm um papel fundamental nas periferias, não  nas questões do dia a dia, no trato com a própria família , com a comunidade, mas também com a literatura. Ficamos muito felizes em saber que as mulheres estão acessando a literatura, uma literatura diversa que fala tanto diretamente com as realidades delas quanto também com a literatura clássica", contou.

Representatividade

Para a coordenadora, a diversidade de leitura da população periférica — que inclui mangás , clássicos, autores negros e indígenas — mostra que o acesso "às literaturas" precisa ser ampliado, sempre atento ao que o público deseja ler. Ela também ressalta a importância da representatividade e de uma curadoria coletiva.

"Recentemente, Ana Maria Gonçalves — primeira mulher negra a entrar na Academia Brasileira de Letras —, falou algo bem importante: que as pessoas racializadas, negras principalmente, muitas vezes não acessavam a literatura porque não se viam representadas, eram histórias que iam muito além da sua realidade. Quando uma criança, um jovem, um adolescente, uma pessoa trabalhadora consegue acessar uma história em que se sinta representada, essa literatura se aproxima", afirma Ifé.


(Disponível em:
https://www.brasildefato.com.br/2025/08/20/a-periferia-nunca-deixou-de
-produzir-literatura-defende-coordenadora-das-fabricas-de-cultura/.
Acesso em 25 ago. 2025. Adaptado.)
Tendo como referência o trecho a seguir e considerando o texto, é correto afirmar que a palavra preconceito se refere a quê? Assinale a alternativa correta:
"A periferia nunca deixou que nenhum preconceito a impedisse de acessar a literatura, algo tão importante para todo ser humano".
Alternativas
Q3814438 Português
'A periferia nunca deixou de produzir literatura', defende coordenadora das Fábricas de Cultura


Os hábitos de leitura nas periferias da maior metrópole da América do Sul são o foco da pesquisa realizada pela Organização Social Poiesis, que analisou o público das oito unidades das Fábricas de Cultura presentes em São Paulo e apontou que mulheres representam 70% do público leitor.

Para a coordenadora artístico-pedagógica das bibliotecas das Fábricas de Cultura, Ifé Rosa, a literatura sempre esteve presente na comunidade, que não deixou "nenhum preconceito impedir de acessar a literatura".

"Todo esse movimento de literatura mostra que ela, na verdade, foi durante muito tempo vista como algo elitista, como algo para outro tipo de público, mas, enquanto isso, a periferia nunca deixou de produzir literatura, de produzir oralidade ou 'oralituras', expressão usada por Leda Maria Martins. A periferia nunca deixou que nenhum preconceito a impedisse de acessar a literatura, algo tão importante para todo ser humano", disse Ifé em entrevista ao Conexão BdF, da Rádio Brasil de Fato.

A pesquisa avaliou os hábitos de leitura dos frequentadores das bibliotecas das Fábricas de Cultura na Brasilândia, Capão Redondo, Diadema, Iguape, Jaçanã, Jardim São Luís , Osasco e Vila Nova Cachoeirinha. A coordenadora destaca que a literatura sempre esteve presente nas comunidades e que a diversidade de leitura apontada pela pesquisa ajuda a desconstruir preconceitos sobre "quem lê e o que lê".

Os dados indicam que as mulheres foram 70% do total de leitores, porcentagem maior que a média nacional (61%). Para a coordenadora artístico-pedagógica das bibliotecas das Fábricas de Cultura, Ifé Rosa, o protagonismo feminino revela a participação singular das mulheres nas comunidades. "Sabemos o quanto as mulheres têm um papel fundamental nas periferias, não  nas questões do dia a dia, no trato com a própria família , com a comunidade, mas também com a literatura. Ficamos muito felizes em saber que as mulheres estão acessando a literatura, uma literatura diversa que fala tanto diretamente com as realidades delas quanto também com a literatura clássica", contou.

Representatividade

Para a coordenadora, a diversidade de leitura da população periférica — que inclui mangás , clássicos, autores negros e indígenas — mostra que o acesso "às literaturas" precisa ser ampliado, sempre atento ao que o público deseja ler. Ela também ressalta a importância da representatividade e de uma curadoria coletiva.

"Recentemente, Ana Maria Gonçalves — primeira mulher negra a entrar na Academia Brasileira de Letras —, falou algo bem importante: que as pessoas racializadas, negras principalmente, muitas vezes não acessavam a literatura porque não se viam representadas, eram histórias que iam muito além da sua realidade. Quando uma criança, um jovem, um adolescente, uma pessoa trabalhadora consegue acessar uma história em que se sinta representada, essa literatura se aproxima", afirma Ifé.


(Disponível em:
https://www.brasildefato.com.br/2025/08/20/a-periferia-nunca-deixou-de
-produzir-literatura-defende-coordenadora-das-fabricas-de-cultura/.
Acesso em 25 ago. 2025. Adaptado.)
"Sabemos o quanto as mulheres têm um papel fundamental nas periferias, não só nas questões do dia a dia, no trato com a própria família, com a comunidade, mas também com a literatura."
No excerto, as expressões em destaque foram utilizadas para construir um sentido. A relação que elas estabelecem é de:
Alternativas
Q3814437 Português
'A periferia nunca deixou de produzir literatura', defende coordenadora das Fábricas de Cultura


Os hábitos de leitura nas periferias da maior metrópole da América do Sul são o foco da pesquisa realizada pela Organização Social Poiesis, que analisou o público das oito unidades das Fábricas de Cultura presentes em São Paulo e apontou que mulheres representam 70% do público leitor.

Para a coordenadora artístico-pedagógica das bibliotecas das Fábricas de Cultura, Ifé Rosa, a literatura sempre esteve presente na comunidade, que não deixou "nenhum preconceito impedir de acessar a literatura".

"Todo esse movimento de literatura mostra que ela, na verdade, foi durante muito tempo vista como algo elitista, como algo para outro tipo de público, mas, enquanto isso, a periferia nunca deixou de produzir literatura, de produzir oralidade ou 'oralituras', expressão usada por Leda Maria Martins. A periferia nunca deixou que nenhum preconceito a impedisse de acessar a literatura, algo tão importante para todo ser humano", disse Ifé em entrevista ao Conexão BdF, da Rádio Brasil de Fato.

A pesquisa avaliou os hábitos de leitura dos frequentadores das bibliotecas das Fábricas de Cultura na Brasilândia, Capão Redondo, Diadema, Iguape, Jaçanã, Jardim São Luís , Osasco e Vila Nova Cachoeirinha. A coordenadora destaca que a literatura sempre esteve presente nas comunidades e que a diversidade de leitura apontada pela pesquisa ajuda a desconstruir preconceitos sobre "quem lê e o que lê".

Os dados indicam que as mulheres foram 70% do total de leitores, porcentagem maior que a média nacional (61%). Para a coordenadora artístico-pedagógica das bibliotecas das Fábricas de Cultura, Ifé Rosa, o protagonismo feminino revela a participação singular das mulheres nas comunidades. "Sabemos o quanto as mulheres têm um papel fundamental nas periferias, não  nas questões do dia a dia, no trato com a própria família , com a comunidade, mas também com a literatura. Ficamos muito felizes em saber que as mulheres estão acessando a literatura, uma literatura diversa que fala tanto diretamente com as realidades delas quanto também com a literatura clássica", contou.

Representatividade

Para a coordenadora, a diversidade de leitura da população periférica — que inclui mangás , clássicos, autores negros e indígenas — mostra que o acesso "às literaturas" precisa ser ampliado, sempre atento ao que o público deseja ler. Ela também ressalta a importância da representatividade e de uma curadoria coletiva.

"Recentemente, Ana Maria Gonçalves — primeira mulher negra a entrar na Academia Brasileira de Letras —, falou algo bem importante: que as pessoas racializadas, negras principalmente, muitas vezes não acessavam a literatura porque não se viam representadas, eram histórias que iam muito além da sua realidade. Quando uma criança, um jovem, um adolescente, uma pessoa trabalhadora consegue acessar uma história em que se sinta representada, essa literatura se aproxima", afirma Ifé.


(Disponível em:
https://www.brasildefato.com.br/2025/08/20/a-periferia-nunca-deixou-de
-produzir-literatura-defende-coordenadora-das-fabricas-de-cultura/.
Acesso em 25 ago. 2025. Adaptado.)
Há no texto dezessete palavras sublinhadas. Julgue as assertivas a seguir considerando essas palavras e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)Duas palavras acentuadas atendem à regra das palavras oxítonas terminadas em -em.
(__)Quatro palavras acentuadas atendem à regra das palavras paroxítonas terminadas em ditongo oral átono, seja ele crescente ou decrescente.
(__)Seis palavras acentuadas atendem à regra das palavras proparoxítonas.
(__)Uma palavra acentuada atende à regra das palavras oxítonas terminadas em -a/-as.
(__)Três palavras acentuadas atendem às regras das monossílabas tônicas.
(__)Uma palavra acentuada atende à regra dos hiatos.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 
Alternativas
Q3814436 Português
'A periferia nunca deixou de produzir literatura', defende coordenadora das Fábricas de Cultura


Os hábitos de leitura nas periferias da maior metrópole da América do Sul são o foco da pesquisa realizada pela Organização Social Poiesis, que analisou o público das oito unidades das Fábricas de Cultura presentes em São Paulo e apontou que mulheres representam 70% do público leitor.

Para a coordenadora artístico-pedagógica das bibliotecas das Fábricas de Cultura, Ifé Rosa, a literatura sempre esteve presente na comunidade, que não deixou "nenhum preconceito impedir de acessar a literatura".

"Todo esse movimento de literatura mostra que ela, na verdade, foi durante muito tempo vista como algo elitista, como algo para outro tipo de público, mas, enquanto isso, a periferia nunca deixou de produzir literatura, de produzir oralidade ou 'oralituras', expressão usada por Leda Maria Martins. A periferia nunca deixou que nenhum preconceito a impedisse de acessar a literatura, algo tão importante para todo ser humano", disse Ifé em entrevista ao Conexão BdF, da Rádio Brasil de Fato.

A pesquisa avaliou os hábitos de leitura dos frequentadores das bibliotecas das Fábricas de Cultura na Brasilândia, Capão Redondo, Diadema, Iguape, Jaçanã, Jardim São Luís , Osasco e Vila Nova Cachoeirinha. A coordenadora destaca que a literatura sempre esteve presente nas comunidades e que a diversidade de leitura apontada pela pesquisa ajuda a desconstruir preconceitos sobre "quem lê e o que lê".

Os dados indicam que as mulheres foram 70% do total de leitores, porcentagem maior que a média nacional (61%). Para a coordenadora artístico-pedagógica das bibliotecas das Fábricas de Cultura, Ifé Rosa, o protagonismo feminino revela a participação singular das mulheres nas comunidades. "Sabemos o quanto as mulheres têm um papel fundamental nas periferias, não  nas questões do dia a dia, no trato com a própria família , com a comunidade, mas também com a literatura. Ficamos muito felizes em saber que as mulheres estão acessando a literatura, uma literatura diversa que fala tanto diretamente com as realidades delas quanto também com a literatura clássica", contou.

Representatividade

Para a coordenadora, a diversidade de leitura da população periférica — que inclui mangás , clássicos, autores negros e indígenas — mostra que o acesso "às literaturas" precisa ser ampliado, sempre atento ao que o público deseja ler. Ela também ressalta a importância da representatividade e de uma curadoria coletiva.

"Recentemente, Ana Maria Gonçalves — primeira mulher negra a entrar na Academia Brasileira de Letras —, falou algo bem importante: que as pessoas racializadas, negras principalmente, muitas vezes não acessavam a literatura porque não se viam representadas, eram histórias que iam muito além da sua realidade. Quando uma criança, um jovem, um adolescente, uma pessoa trabalhadora consegue acessar uma história em que se sinta representada, essa literatura se aproxima", afirma Ifé.


(Disponível em:
https://www.brasildefato.com.br/2025/08/20/a-periferia-nunca-deixou-de
-produzir-literatura-defende-coordenadora-das-fabricas-de-cultura/.
Acesso em 25 ago. 2025. Adaptado.)
Analise as assertivas que seguem de acordo com o texto:

I.Há na sociedade um preconceito instaurado em relação ao que as pessoas da periferia leem, inclusive, acreditando-se que essas pessoas não gostam de ler.
II.As mulheres da periferia têm papel essencial, que vai desde assuntos cotidianos e corriqueiros, até questões familiares, sociais e literários.
III.O dado de que 70% dos leitores que participaram da pesquisa são mulheres se dá porque é a mulher quem fica em casa, enquanto o homem sai para trabalhar e garantir o sustento. Desse modo, as mulheres têm mais acesso às bibliotecas comunitárias, podendo se dedicar mais à leitura.
IV.A leitura nas periferias transita por variados gêneros literários, o que comprova a importância de ampliar o acesso dessas pessoas a uma literatura diversificada.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3814435 Português
'A periferia nunca deixou de produzir literatura', defende coordenadora das Fábricas de Cultura


Os hábitos de leitura nas periferias da maior metrópole da América do Sul são o foco da pesquisa realizada pela Organização Social Poiesis, que analisou o público das oito unidades das Fábricas de Cultura presentes em São Paulo e apontou que mulheres representam 70% do público leitor.

Para a coordenadora artístico-pedagógica das bibliotecas das Fábricas de Cultura, Ifé Rosa, a literatura sempre esteve presente na comunidade, que não deixou "nenhum preconceito impedir de acessar a literatura".

"Todo esse movimento de literatura mostra que ela, na verdade, foi durante muito tempo vista como algo elitista, como algo para outro tipo de público, mas, enquanto isso, a periferia nunca deixou de produzir literatura, de produzir oralidade ou 'oralituras', expressão usada por Leda Maria Martins. A periferia nunca deixou que nenhum preconceito a impedisse de acessar a literatura, algo tão importante para todo ser humano", disse Ifé em entrevista ao Conexão BdF, da Rádio Brasil de Fato.

A pesquisa avaliou os hábitos de leitura dos frequentadores das bibliotecas das Fábricas de Cultura na Brasilândia, Capão Redondo, Diadema, Iguape, Jaçanã, Jardim São Luís , Osasco e Vila Nova Cachoeirinha. A coordenadora destaca que a literatura sempre esteve presente nas comunidades e que a diversidade de leitura apontada pela pesquisa ajuda a desconstruir preconceitos sobre "quem lê e o que lê".

Os dados indicam que as mulheres foram 70% do total de leitores, porcentagem maior que a média nacional (61%). Para a coordenadora artístico-pedagógica das bibliotecas das Fábricas de Cultura, Ifé Rosa, o protagonismo feminino revela a participação singular das mulheres nas comunidades. "Sabemos o quanto as mulheres têm um papel fundamental nas periferias, não  nas questões do dia a dia, no trato com a própria família , com a comunidade, mas também com a literatura. Ficamos muito felizes em saber que as mulheres estão acessando a literatura, uma literatura diversa que fala tanto diretamente com as realidades delas quanto também com a literatura clássica", contou.

Representatividade

Para a coordenadora, a diversidade de leitura da população periférica — que inclui mangás , clássicos, autores negros e indígenas — mostra que o acesso "às literaturas" precisa ser ampliado, sempre atento ao que o público deseja ler. Ela também ressalta a importância da representatividade e de uma curadoria coletiva.

"Recentemente, Ana Maria Gonçalves — primeira mulher negra a entrar na Academia Brasileira de Letras —, falou algo bem importante: que as pessoas racializadas, negras principalmente, muitas vezes não acessavam a literatura porque não se viam representadas, eram histórias que iam muito além da sua realidade. Quando uma criança, um jovem, um adolescente, uma pessoa trabalhadora consegue acessar uma história em que se sinta representada, essa literatura se aproxima", afirma Ifé.


(Disponível em:
https://www.brasildefato.com.br/2025/08/20/a-periferia-nunca-deixou-de
-produzir-literatura-defende-coordenadora-das-fabricas-de-cultura/.
Acesso em 25 ago. 2025. Adaptado.)
No excerto a seguir, a palavra destacada pode ser substituída, sem prejuízo no sentido, por:
"Para a coordenadora artístico-pedagógica das bibliotecas das Fábricas de Cultura, Ifé Rosa, o protagonismo feminino revela a participação singular das mulheres nas comunidades." 
Alternativas
Q3814434 Português
'A periferia nunca deixou de produzir literatura', defende coordenadora das Fábricas de Cultura


Os hábitos de leitura nas periferias da maior metrópole da América do Sul são o foco da pesquisa realizada pela Organização Social Poiesis, que analisou o público das oito unidades das Fábricas de Cultura presentes em São Paulo e apontou que mulheres representam 70% do público leitor.

Para a coordenadora artístico-pedagógica das bibliotecas das Fábricas de Cultura, Ifé Rosa, a literatura sempre esteve presente na comunidade, que não deixou "nenhum preconceito impedir de acessar a literatura".

"Todo esse movimento de literatura mostra que ela, na verdade, foi durante muito tempo vista como algo elitista, como algo para outro tipo de público, mas, enquanto isso, a periferia nunca deixou de produzir literatura, de produzir oralidade ou 'oralituras', expressão usada por Leda Maria Martins. A periferia nunca deixou que nenhum preconceito a impedisse de acessar a literatura, algo tão importante para todo ser humano", disse Ifé em entrevista ao Conexão BdF, da Rádio Brasil de Fato.

A pesquisa avaliou os hábitos de leitura dos frequentadores das bibliotecas das Fábricas de Cultura na Brasilândia, Capão Redondo, Diadema, Iguape, Jaçanã, Jardim São Luís , Osasco e Vila Nova Cachoeirinha. A coordenadora destaca que a literatura sempre esteve presente nas comunidades e que a diversidade de leitura apontada pela pesquisa ajuda a desconstruir preconceitos sobre "quem lê e o que lê".

Os dados indicam que as mulheres foram 70% do total de leitores, porcentagem maior que a média nacional (61%). Para a coordenadora artístico-pedagógica das bibliotecas das Fábricas de Cultura, Ifé Rosa, o protagonismo feminino revela a participação singular das mulheres nas comunidades. "Sabemos o quanto as mulheres têm um papel fundamental nas periferias, não  nas questões do dia a dia, no trato com a própria família , com a comunidade, mas também com a literatura. Ficamos muito felizes em saber que as mulheres estão acessando a literatura, uma literatura diversa que fala tanto diretamente com as realidades delas quanto também com a literatura clássica", contou.

Representatividade

Para a coordenadora, a diversidade de leitura da população periférica — que inclui mangás , clássicos, autores negros e indígenas — mostra que o acesso "às literaturas" precisa ser ampliado, sempre atento ao que o público deseja ler. Ela também ressalta a importância da representatividade e de uma curadoria coletiva.

"Recentemente, Ana Maria Gonçalves — primeira mulher negra a entrar na Academia Brasileira de Letras —, falou algo bem importante: que as pessoas racializadas, negras principalmente, muitas vezes não acessavam a literatura porque não se viam representadas, eram histórias que iam muito além da sua realidade. Quando uma criança, um jovem, um adolescente, uma pessoa trabalhadora consegue acessar uma história em que se sinta representada, essa literatura se aproxima", afirma Ifé.


(Disponível em:
https://www.brasildefato.com.br/2025/08/20/a-periferia-nunca-deixou-de
-produzir-literatura-defende-coordenadora-das-fabricas-de-cultura/.
Acesso em 25 ago. 2025. Adaptado.)
Considere o excerto que segue e analise as assertivas:

"Para a coordenadora, a diversidade de leitura da população periférica — que inclui mangás, clássicos, autores negros e indígenas — mostra que o acesso 'às literaturas' precisa ser ampliado, sempre atento ao que o público deseja ler".

I.A respeito do uso dos travessões, eles podem ser substituídos por vírgulas sem causar prejuízo na coesão e no sentido do texto.
II.As aspas duplas indicam que o excerto é uma citação direta feita aqui na questão. Logo, a expressão às literaturas que, no texto original, está entre aspas duplas, aparece corretamente, nesta citação, entre aspas simples.
III.A palavra atento concorda com acesso , uma vez que se refere a esta palavra.

É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3814317 Terapia Ocupacional
A ética profissional, como modo de objetivação da vida ética, é um fenômeno historicamente condicionado pela natureza do trabalho em sociedade. Em face da conjuntura contemporânea, a reflexão filosófica e a intervenção política da categoria profissional são cruciais para a superação de tendências que fragilizam o compromisso ético. A respeito das esferas filosófica e política da ética profissional, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:

I.O apelo ao senso comum e o utilitarismo ético, típicos das tendências da sociedade capitalista, fragilizam a ética profissional.


PORQUE

II.A reflexão filosófica e a intervenção política da categoria são os principais caminhos para resgatar os valores genéricos, universalizar a capacidade de escolha consciente e confrontar a alienação e a mercantilização das relações humanas.

A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
Alternativas
Q3814316 Terapia Ocupacional
Considere as afirmativas relacionadas ao uso de órteses e seus objetivos apresentadas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)Favorecer a realização de atividades diárias, como segurar objetos ou realizar movimentos específicos, através do suporte e correção proporcionados.
(__)Reduzir a dor em condições como artrite reumatoide ou tendinite, permitindo que o paciente não atribua mais função ao membro.
(__)Facilitar o processo de reabilitação após cirurgias ou lesões, promovendo a recuperação da função e prevenindo complicações.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta: 
Alternativas
Q3814315 Terapia Ocupacional
A escolha das avaliações corretas de terapia ocupacional durante sua avaliação prepara o cenário para a prática de TO baseada em evidências. Analise as competências apresentadas a seguir:

I.O Denver II é um teste normativo que avalia a capacidade da criança de 0 a 10 anos em realizar atividades, esperadas para a idade, descritas em 125 itens distribuídos em quatro áreas do desenvolvimento infantil: pessoal-social, motor fino-adaptativo, motor grosso e linguagem.
II.Medida de Independência Funcional (MIF), composta por 18 itens que avaliam o domínio motor e cognitivo, agrupados em seis funções: autocuidado, controle de esfíncteres, transferências, locomoção, comunicação e interação social. 
III.A Escala de Impulsividade de Barratt (BIS) é utilizado em pesquisas e ambientes clínicos para avaliar comportamento impulsivo e estresse em adultos.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3814314 Terapia Ocupacional
Sobre a relação entre grupo e terapia ocupacional, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3814313 Terapia Ocupacional
O brincar é um dos focos de intervenção da Terapia Ocupacional. Analise as competências em relação ao brincar apresentadas a seguir:

I.O brincar tem relevância no cotidiano infantil e ressalta a potencialidade de aprendizados e pode ser o meio de a criança se expressar e se apropriar do mundo.
II.A utilização do brincar é tomada como uma ferramenta, porém, não é um meio para se alcançar objetivos de tratamento.
III.O brincar refere-se à participação conjunta em atividades, como favorecedores das experiências de socialização e de interação, inibindo as possibilidades de trocas, vivências e experimentações.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3814312 Terapia Ocupacional
 A presença do Terapeuta Ocupacional no cenário da Atenção Primária à Saúde (APS) é de grande importância para colaborar com o desenvolvimento infantil e facilitar o seu desenvolvimento ________________.
Assinale a alternativa que corretamente preenche a lacuna no excerto: 
Alternativas
Q3814311 Terapia Ocupacional
A terapia ocupacional e a tecnologia assistiva são áreas que se complementam, trabalhando juntas para promover a inclusão e melhorar a qualidade de vida das pessoas. O terapeuta ocupacional precisa seguir algumas etapas:

1.Adaptação. 2.Prescrição. 3.Treinamento. 4.Avaliação.

 A sequência correta em que ocorre esse processo é:
Alternativas
Q3814310 Terapia Ocupacional
 A disciplinarização da especialidade de Contextos Hospitalares ocorreu em julho de 2013, a partir da Resolução n.° 429, que define as áreas de atuação e competências do terapeuta ocupacional especialista em Contextos Hospitalares. A respeito disso, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3814309 Terapia Ocupacional
A Classificação Internacional da Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF) tem como objetivo proporcionar uma linguagem unificada e padronizada, assim como uma estrutura de trabalho para a descrição da saúde e de estados relacionados com a saúde. Em relação a sua aplicação, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3814308 Terapia Ocupacional
Em relação ao plano terapêutico ocupacional, considere as afirmativas a seguir e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)Os treinos de Atividades de Vida Diária são fundamentais para a recuperação do desempenho ocupacional do indivíduo e, de acordo com COFFITO (2014), englobam as capacidades de desempenho, aspectos da mobilidade funcional, cuidados pessoais, comunicação funcional e expressão sexual, sendo de competência multidisciplinar a realização dessa intervenção.
(__)De acordo com a Associação Americana de Terapia Ocupacional (2020), o processo terapêutico se organiza através da avaliação, intervenção e monitoramento de resultados.
(__)A análise de desempenho ocupacional para fundamentar o plano de atendimento é o escopo de todo processo terapêutico ocupacional, visando autonomia, independência e desenvolvimento/recuperação de funcionalidade, entre outros.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3814307 Terapia Ocupacional
Acidentes por quedas impactam na qualidade de vida, autonomia e independência da pessoa idosa, gerando consequências físicas, funcionais e psicossociais, as quais podem levar à dependência funcional, à incapacidade, à hospitalização, à institucionalização e até mesmo ao óbito. Analise as competências referentes à intervenção da terapia ocupacional apresentadas a seguir:

I.A terapia ocupacional oferece suporte para facilitar a recuperação, construir a resiliência e superar barreiras para o desempenho ocupacional.
II.O papel do terapeuta ocupacional se baseia na avaliação e intervenção multidimensional sobre os fatores de risco para quedas e na utilização das intervenções e prevenção disponíveis para melhorar a funcionalidade, acessibilidade e segurança no domicílio.

III.Mudanças de hábitos, intervenções de educação e modificação do ambiente, prescrição de tecnologia assistiva, programa de exercícios e encaminhamentos, são intervenções realizadas pelo terapeuta ocupacional.

É correto o que se afirma em
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Q3814306 Terapia Ocupacional
O modelo da Vigilância da Saúde representa mudança paradigmática em relação ao modelo sanitarista-campanhista tradicional, propondo abordagem integral dos problemas de saúde. Em um contexto de município litorâneo, que enfrenta surtos sazonais de doenças diarreicas agudas durante o verão, a aplicação deste modelo implica:
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Q3814305 Terapia Ocupacional
 A Política Nacional de Atenção Básica incorporou diferentes modalidades de equipes para responder às diversidades territoriais e populacionais brasileiras. Ao encontro disso, em um município litorâneo que apresenta áreas urbanas consolidadas, comunidades quilombolas e população em situação de rua, a organização da atenção básica deve contemplar:
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Respostas
10101: A
10102: C
10103: E
10104: B
10105: C
10106: A
10107: D
10108: C
10109: B
10110: B
10111: A
10112: D
10113: A
10114: D
10115: A
10116: B
10117: B
10118: E
10119: D
10120: B