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Q3168766 Segurança e Saúde no Trabalho
Em um treinamento para os membros da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio (CIPA) sobre a montagem do Mapa de Riscos Ocupacionais, o Técnico em Segurança do Trabalho explicou e exemplificou todos os grupos de riscos, com suas respectivas cores para a representação gráfica do mapa. Ao encontro disso, assinale, a seguir, a afirmativa que apresenta única e exclusivamente Riscos de Acidentes (grupo de riscos de cor azul no Mapa de Ocupacionais): 
Alternativas
Q3168765 Segurança e Saúde no Trabalho
 O desafio que se coloca atualmente para aqueles que defendem a integridade física e a saúde dos trabalhadores é exatamente dominar os diferentes riscos nos locais de trabalho. Torna-se necessário, portanto, aos técnicos de segurança conhecer e aplicar adequadamente as ferramentas da prevenção que se constituem em verdadeiros "obstáculos" aos acidentes e doenças laborais. As investigações e análises dos acidentes de trabalho são o primeiro passo para compreender as causas efetivas que motivam as perdas humanas e materiais. A partir daí, aplicando-se os conhecimentos acidentários historicamente acumulados, será possível operar os sistemas, especialmente os produtivos, dentro das faixas de segurança aceitáveis, permitindo o convívio das pessoas com os riscos, que previamente conhecidos, serão eliminados ou controlados. Uma das técnicas de identificação de perigos e operabilidade usada em Análises de Riscos consiste em detectar desvios de variáveis de processo em relação a valores estabelecidos como normais. O principal objetivo são os sistemas e o foco são os desvios das variáveis de processo.

Assinale a alternativa correta quanto à ferramenta de investigação e análise riscos e de investigação de acidentes anteriormente citada:
Alternativas
Q3168764 Segurança e Saúde no Trabalho
A prefeitura de um município do estado de Santa Catarina está se preparando para fazer as adequações preconizadas pela Norma Regulamentadora NR 17 (Ergonomia) do Ministério do Trabalho e, para tanto, solicitou informações ao SESMT (Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho). Um Técnico em Segurança do Trabalho foi então encarregado de fazer um compilado com as principais informações e apresentá-las à gestão superior do município.

Considere as asserções abaixo, relativas aos aspectos contidos na NR 17:

I.A avaliação ergonômica preliminar das situações de trabalho deve ser realizada sempre por meio de abordagens quantitativas, independente do risco e dos requisitos legais, a fim de identificar os perigos e produzir informações para o planejamento das medidas de prevenção necessárias.
II.Os resultados da avaliação ergonômica preliminar devem integrar o inventário de riscos do PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos).
III.O relatório da Análise Ergonômica do Trabalho (AET), quando realizada, deve ficar à disposição na organização pelo prazo de 20 (vinte) anos.
IV.Os superiores hierárquicos diretos dos trabalhadores devem ser orientados para buscar estimular o tratamento justo e respeitoso nas relações pessoais no ambiente de trabalho

Em relação ao conteúdo da Norma Regulamentadora NR 17 sobre ergonomia, é correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3168763 Segurança e Saúde no Trabalho
Uma empresa recebeu uma notificação informando que receberia a visita de um Auditor Fiscal do Trabalho para averiguação de condições de iminente risco na obra de ampliação da sua área de produção. Diante disso, o Técnico em Segurança foi chamado para tirar algumas dúvidas da administração superior da organização quanto à visita. O Técnico então esclareceu que a Norma Regulamentadora NR 3, do Ministério do Trabalho, estabelece as diretrizes para caracterização do grave risco e os requisitos técnicos objetivos de embargo e interdição. Ao avaliar os riscos, o Auditor Fiscal do Trabalho deve considerar a consequência e a probabilidade separadamente, devendo fazer a classificação da consequência e da probabilidade de forma fundamentada.

Isso posto, avalie as asserções a seguir, com base nos preceitos contidos na referida Norma Regulamentadora:

I.A interdição implica a paralisação parcial ou total da obra.
II.O embargo implica a paralisação parcial ou total da atividade, da máquina ou equipamento, do setor de serviço ou do estabelecimento.
III.Em uma probabilidade de ocorrência de um risco, classificada como "possível", as medidas de prevenção apresentam desvios ou problemas significativos. Não há garantias de que as medidas sejam mantidas. Uma consequência talvez aconteça, com possibilidade de que se efetive como concebível.
IV.Em uma probabilidade de ocorrência de um risco, classificada como "remota", as medidas de prevenção são adequadas, mas com pequenos desvios. Ainda que em funcionamento, não há garantias de que sejam mantidas sempre ou a longo prazo. Uma consequência é pouco provável que aconteça, quase improvável.
V. Em uma probabilidade de ocorrência de um risco, classificada como "provável", as medidas de prevenção são inexistentes ou reconhecidamente inadequadas. Uma consequência é esperada, com grande probabilidade de que aconteça ou se realize.

Em relação ao conteúdo da Norma Regulamentadora NR 3, é correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3168762 Segurança e Saúde no Trabalho
O paradigma cultural predominante no Brasil em relação à Segurança e Saúde no Trabalho baseia-se na visão de que o sistema técnico é confiável e o ser humano constitui o elo frágil da corrente. As falhas humanas são consideradas decorrentes de fatores individuais e do desrespeito às normas prescritas, fruto de decisões "conscientes" dos trabalhadores. Nesse contexto, as medidas adotadas quase sempre se resumem a punições e a treinamentos. A realidade brasileira, em termos de Segurança e Saúde no Trabalho, é extremamente heterogênea. Gera desde eventos adversos de diagnóstico evidente até situações complexas que demandam estudos aprofundados. A necessidade de não se ter ideias preconcebidas sobre os processos, equipamentos, pessoas envolvidas e outros aspectos, pois podem cegar os analistas sobre as reais circunstâncias envolvidas no evento. Acreditar que se sabe tudo implica no comprometimento da análise e investigação dos acidentes de trabalho. Relacione os conceitos da primeira coluna com as respectivas situações da segunda coluna:

Primeira coluna: conceito
1. Acidente de Trabalho.
2. Incidente.
3. Circunstância Indesejada.

Segunda coluna: situação
(__)Andaime cai próximo a um trabalhador que consegue sair a tempo e não sofre lesão.
(__)Andaime cai sobre a perna de um trabalhador que sofre fratura da tíbia.
(__)Trabalhar em andaime fixado inadequadamente (instável).

Assinale a opção que indica a relação correta entre as colunas:
Alternativas
Q3168761 Conhecimentos Gerais
A necessidade de atualização profissional constante tem sido intensificada pela transformação digital. Sobre este cenário, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3168759 Conhecimentos Gerais
O conceito de economia circular tem ganhado relevância no contexto da sustentabilidade. Sobre este modelo econômico, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3168755 Português
"As batidas na porta ecoaram como um prenúncio de samba. O coração de Ana Davenga naquela quase meia-noite, tão aflito, apaziguou um pouco. Tudo era paz então, uma relativa paz. Deu um salto da cama e abriu a porta. Todos entraram, menos o seu. Os homens cercaram Ana Davenga. As mulheres ouvindo o movimento vindo do barraco de Ana foram também. De repente, naquele minúsculo espaço coube o mundo. Ana Davenga reconhecera a batida. Ela não havia confundido a senha. O toque prenúncio de samba ou de macumba estava a dizer que tudo estava bem. Tudo paz, na medida do possível. Um toque diferente, de batidas apressadas, dizia de algo mau, ruim, danoso no ar. O toque que ela ouvira antes não prenunciava desgraça alguma. Se era assim, onde andava o seu, já que os das outras estavam ali? Por onde andava o seu homem? Por que Davenga não estava ali?"

No trecho do conto "Ana Davenga", de Conceição Evaristo, é possível afirmar que:

(__)As batidas na porta representavam um código que podia indicar, a depender do ritmo e quantidade de batidas, algo bom ou ruim, servindo de mensagem para Ana Davenga.
(__)Em "Todos entraram, menos o seu", temos um problema de referenciação, não sendo possível identificar a quem se refere o pronome "seu".
(__)Em "As batidas na porta ecoaram como um prenúncio de samba", temos uma comparação entre o ritmo das batidas e as batidas de uma roda de samba.

Marcando V, para verdadeiras, e F, para falsas, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3168752 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Itamar Vieira Junior e Doramar : sobre uma épica dos excluídos


Wander Melo Miranda


A primeira impressão que se tem de Doramar ou a odisseia , de Itamar Vieira Junior, não é apenas o título inusitado e instigante, mas a de que todas as personagens, geralmente mulheres, "respiram terra, cheiram terra, são terra". A força telúrica do livro vem, pois, da simbiose perfeita entre elementos da natureza e do feminino, ligados a uma ancestralidade que o autor faz questão de afirmar na dedicatória do livro às "mulheres, maternas, ancestrais" e na epígrafe tomada de empréstimo ao poeta sírio Adonis, com a qual se identifica: "Nasci numa aldeia/ pequena, reclusa como o útero/ e ainda não saí dela".

Não se espere, por isso, uma guinada regionalista da narrativa à maneira do romance brasileiro de 1930, mesmo porque pouquíssimas vezes há localizações geográficas precisas — quase sempre feitas apenas uma só vez: Brasil, Salvador, Dakar — e nenhum apelo a vocabulário e sintaxe locais ou regionais. A aposta de Vieira Junior é outra, refinada e inovadora no contexto atual, em que o tema urbano predomina. Vale-se do problema fundiário e da questão escravocrata, que nos assolam desde que o colonizador aqui chegou, para traçar o amplo arco de desolação que acompanha historicamente os deserdados da terra, em geral afrodescendentes e indígenas, fazendo ressoar uma voz que "atroa na noite da memória".

Walter Benjamim opõe a História contínua do vencedor (branco, acrescente-se) à tradição descontínua do vencido em busca da sua própria história. Vieira Junior a transforma na narrativa meio épica, meio lírica das vicissitudes de personagens rumo à liberdade perdida na travessia do mar que traz "os nossos para morrer de maus tratos e trabalho", como diz o "nós" que narra Farol das almas e outras histórias e faz delas expressão de uma comunidade de destino. Ou então pode ser a voz solitária de Alma, no texto homônimo, escravizada que mata os senhores de engenho falidos, foge e se livra de vez da violência extrema sofrida, não sem antes enfrentar obstáculos sem fim, os quais supera com força e persistência incomuns, instigada pelo desejo do "acalanto de um lugar onde exista a liberdade".

Por sua vez, Doramar, ao sair para a rua, se depara com um "cão moribundo encolhido de morte" e se vê lançada — numa identificação inconsciente com o animal — a uma sorte de epifania às avessas das donas-de-casa de Clarice Lispector, escritora presente numa frase do texto.

Mas a vez agora não é a da patroa da zona sul carioca, mas a da "empregada doméstica cansada de seu trabalho". A imagem do cão e seu desamparo, que é também o dela, desencadeia a revisita ao passado miserável que se mistura com o presente e dá à personagem — dor, amar, mar, ar: "cabe um mar inteiro em seu nome" — consciência do seu lugar subalterno na história que se conta e, enfim, a leva "ao encontro consigo mesma", num final surpreendente, como nos melhores contos clariceanos.

Como toda narrativa épica que se preza — uma épica dos excluídos, vale destacar —, peripécias, acontecimentos singulares, aventuras extraordinárias adquirem um tom fabular e encantatório que não diminui o viés participante dos textos, antes o ressalta, retomando, assim, a natureza ancestral das narrativas orais de onde parecem provir. É o caso, por exemplo, de O espírito aboni das coisas , que mistura palavras da língua jarawara com o português, para narrar o périplo de Tokowisa em busca das folhas e frutos da palmeira de abatosi para curar sua mulher Yanice, grávida. Ou então, em O que queima , onde Som-de-Pé se sente morrer com as árvores, plantas e bichos. 

Apesar das dificuldades que enfrentam ou justamente por conta delas, cada uma das personagens de Vieira Junior é movida pela "vontade de ser livre", mesmo se essa vontade resulte em condenação à morte, caso do poeta preso na Ilha do Medo, líder de um movimento contra a ordem repressora e que aglutina todos aqueles que fazem "de seus caminhos uma trilha para a libertação dos outros", como está dito em A oração do carrasco . Não é outro o desejo das imigrantes de Meu mar (fé) , seja a mulher que vem de Dakar para a Bahia no contêiner de um cargueiro com um filho no ventre e na viagem perde o marido, seja a haitiana que com ela divide o trabalho de vendedora ambulante, vivendo ambas no estreito limite entre "fecundar a América" e "perecer na América".

Todas essas histórias encontram, enfim, seu desfecho ou suplemento no "manto da apresentação" de Arthur Bispo do Rosário, comovente encerramento do belo livro. A agulha que borda a palavra — do artista, do escritor, do afrodescendente — vem de "tempos imemoriais" e tece "um novo mundo para maravilhar o homem". Domada como um "cavalo arisco", ela, a palavra, pulsa viva no livro-manto que lhe devolve o fascínio original e apocalíptico ao anunciar rosianamente "o beco para a liberdade se fazer".

(In: Suplemento Pernambuco, julho de 2021. Disponível em: http://www.letras.ufmg.br/literafro/resenhas/ficcao/1593-itamar-vieira-ju nior-e-doramar-sobre-uma-epica-dos-excluidos. Acesso em 11 nov. 2024. Adaptado.)
Pelo contexto, no trecho "atroa na noite da memória", a palavra destacada pode ser substituída, sem prejuízo no sentido, por:
Alternativas
Q3168748 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Itamar Vieira Junior e Doramar : sobre uma épica dos excluídos


Wander Melo Miranda


A primeira impressão que se tem de Doramar ou a odisseia , de Itamar Vieira Junior, não é apenas o título inusitado e instigante, mas a de que todas as personagens, geralmente mulheres, "respiram terra, cheiram terra, são terra". A força telúrica do livro vem, pois, da simbiose perfeita entre elementos da natureza e do feminino, ligados a uma ancestralidade que o autor faz questão de afirmar na dedicatória do livro às "mulheres, maternas, ancestrais" e na epígrafe tomada de empréstimo ao poeta sírio Adonis, com a qual se identifica: "Nasci numa aldeia/ pequena, reclusa como o útero/ e ainda não saí dela".

Não se espere, por isso, uma guinada regionalista da narrativa à maneira do romance brasileiro de 1930, mesmo porque pouquíssimas vezes há localizações geográficas precisas — quase sempre feitas apenas uma só vez: Brasil, Salvador, Dakar — e nenhum apelo a vocabulário e sintaxe locais ou regionais. A aposta de Vieira Junior é outra, refinada e inovadora no contexto atual, em que o tema urbano predomina. Vale-se do problema fundiário e da questão escravocrata, que nos assolam desde que o colonizador aqui chegou, para traçar o amplo arco de desolação que acompanha historicamente os deserdados da terra, em geral afrodescendentes e indígenas, fazendo ressoar uma voz que "atroa na noite da memória".

Walter Benjamim opõe a História contínua do vencedor (branco, acrescente-se) à tradição descontínua do vencido em busca da sua própria história. Vieira Junior a transforma na narrativa meio épica, meio lírica das vicissitudes de personagens rumo à liberdade perdida na travessia do mar que traz "os nossos para morrer de maus tratos e trabalho", como diz o "nós" que narra Farol das almas e outras histórias e faz delas expressão de uma comunidade de destino. Ou então pode ser a voz solitária de Alma, no texto homônimo, escravizada que mata os senhores de engenho falidos, foge e se livra de vez da violência extrema sofrida, não sem antes enfrentar obstáculos sem fim, os quais supera com força e persistência incomuns, instigada pelo desejo do "acalanto de um lugar onde exista a liberdade".

Por sua vez, Doramar, ao sair para a rua, se depara com um "cão moribundo encolhido de morte" e se vê lançada — numa identificação inconsciente com o animal — a uma sorte de epifania às avessas das donas-de-casa de Clarice Lispector, escritora presente numa frase do texto.

Mas a vez agora não é a da patroa da zona sul carioca, mas a da "empregada doméstica cansada de seu trabalho". A imagem do cão e seu desamparo, que é também o dela, desencadeia a revisita ao passado miserável que se mistura com o presente e dá à personagem — dor, amar, mar, ar: "cabe um mar inteiro em seu nome" — consciência do seu lugar subalterno na história que se conta e, enfim, a leva "ao encontro consigo mesma", num final surpreendente, como nos melhores contos clariceanos.

Como toda narrativa épica que se preza — uma épica dos excluídos, vale destacar —, peripécias, acontecimentos singulares, aventuras extraordinárias adquirem um tom fabular e encantatório que não diminui o viés participante dos textos, antes o ressalta, retomando, assim, a natureza ancestral das narrativas orais de onde parecem provir. É o caso, por exemplo, de O espírito aboni das coisas , que mistura palavras da língua jarawara com o português, para narrar o périplo de Tokowisa em busca das folhas e frutos da palmeira de abatosi para curar sua mulher Yanice, grávida. Ou então, em O que queima , onde Som-de-Pé se sente morrer com as árvores, plantas e bichos. 

Apesar das dificuldades que enfrentam ou justamente por conta delas, cada uma das personagens de Vieira Junior é movida pela "vontade de ser livre", mesmo se essa vontade resulte em condenação à morte, caso do poeta preso na Ilha do Medo, líder de um movimento contra a ordem repressora e que aglutina todos aqueles que fazem "de seus caminhos uma trilha para a libertação dos outros", como está dito em A oração do carrasco . Não é outro o desejo das imigrantes de Meu mar (fé) , seja a mulher que vem de Dakar para a Bahia no contêiner de um cargueiro com um filho no ventre e na viagem perde o marido, seja a haitiana que com ela divide o trabalho de vendedora ambulante, vivendo ambas no estreito limite entre "fecundar a América" e "perecer na América".

Todas essas histórias encontram, enfim, seu desfecho ou suplemento no "manto da apresentação" de Arthur Bispo do Rosário, comovente encerramento do belo livro. A agulha que borda a palavra — do artista, do escritor, do afrodescendente — vem de "tempos imemoriais" e tece "um novo mundo para maravilhar o homem". Domada como um "cavalo arisco", ela, a palavra, pulsa viva no livro-manto que lhe devolve o fascínio original e apocalíptico ao anunciar rosianamente "o beco para a liberdade se fazer".

(In: Suplemento Pernambuco, julho de 2021. Disponível em: http://www.letras.ufmg.br/literafro/resenhas/ficcao/1593-itamar-vieira-ju nior-e-doramar-sobre-uma-epica-dos-excluidos. Acesso em 11 nov. 2024. Adaptado.)
Leia o trecho e analise as proposições, marcando V, para as verdadeiras, e F, para as falsas.

"Não se espere, por isso, uma guinada regionalista da narrativa à maneira do romance brasileiro de 1930, mesmo porque pouquíssimas vezes há localizações geográficas precisas — quase sempre feitas apenas uma só vez: Brasil, Salvador, Dakar — e nenhum apelo a vocabulário e sintaxe locais ou regionais. A aposta de Vieira Junior é outra, refinada e inovadora no contexto atual, em que o tema urbano predomina. Vale-se do problema fundiário e da questão escravocrata, que nos assolam desde que o colonizador aqui chegou, para traçar o amplo arco de desolação que acompanha historicamente os deserdados da terra, em geral afrodescendentes e indígenas, fazendo ressoar uma voz que "atroa na noite da memória".

(__)A expressão que inicia o parágrafo introduz uma avaliação negativa da obra.
(__)Ao dizer que Itamar Vieira Junior fez uma aposta ao escrever Doramar ou A Odisseia , o autor desse texto deixa claro que Vieira Junior escolheu um outro caminho que não o óbvio e/ou convencional para a escrita de seus contos.
(__)Pode-se inferir que o "problema fundiário" e a "questão escravocrata" são temas históricos e contemporâneos trabalhados por Vieira Junior em seus contos. 

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3168744 Pedagogia
O ODS 4 da Agenda 2030 enfatiza:
Alternativas
Q3168743 Pedagogia
O Programa de Formação Continuada da Rede Municipal de Timbó enfatiza o desenvolvimento das competências socioemocionais. Ao identificar que um grupo apresenta diferentes níveis de autorregulação emocional, você, como secretário(a) de escola, atento(a) às demandas da gestão, indica que a intervenção mais adequada seria:
Alternativas
Q3168742 Administração de Recursos Materiais
Para uma gestão eficiente dos recursos materiais da escola, a secretaria deve:
Alternativas
Q3168741 Pedagogia
A coordenação pedagógica de Timbó solicitou a reformulação das práticas recreativas. Considerando as metodologias ativas e a aprendizagem experiencial, o planejamento deve priorizar:
Alternativas
Q3168740 Secretariado
Qual das alternativas a seguir representa uma das principais funções do(a) secretário(a) escolar?
Alternativas
Q3168739 Secretariado
Qual das alternativas abaixo descreve corretamente a atuação do(a) secretário(a) escolar em reuniões colegiadas?
Alternativas
Q3168738 Redação Oficial
Na Secretaria Escolar de Timbó, a elaboração de relatórios e o envio de correspondências oficiais devem:
Alternativas
Q3168737 Pedagogia
O uso de sistemas online pela secretaria escolar permite:
Alternativas
Q3168736 Pedagogia
Uma prática eficiente na gestão de pessoas na secretaria escolar inclui:
Alternativas
Q3168735 Pedagogia
O novo centro recreativo de Timbó implementará ambientes transformáveis. Considerando princípios de neuroarquitetura e aprendizagem ativa, o(a) secretário(a) escolar deve priorizar:
Alternativas
Respostas
14641: E
14642: C
14643: D
14644: A
14645: A
14646: E
14647: E
14648: E
14649: C
14650: C
14651: C
14652: A
14653: E
14654: D
14655: B
14656: E
14657: A
14658: A
14659: E
14660: A