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Q3394288 Radiologia
Na produção de raios X em um tubo de raios X convencional, diversos fenômenos físicos contribuem para a formação do espectro de raios X final. Considerando o processo de interação dos elétrons acelerados com o material do ânodo, assinale a alternativa que descreve corretamente o mecanismo predominante responsável pela produção da maioria dos raios X em um tubo de raios X e o impacto da energia dos elétrons incidentes nesse processo: 
Alternativas
Q3394287 Radiologia
Em um gerador de raios X, a qualidade e a quantidade do feixe de raios X produzido podem ser ajustadas por meio de parâmetros controláveis no equipamento. Considerando os princípios de operação de um gerador de raios X moderno, assinale a alternativa que descreve corretamente a influência da tensão (kV) e da corrente (mA) no espectro de energia dos raios X produzidos, assim como na dose de radiação entregue ao paciente:
Alternativas
Q3394286 Radiologia

Considerando os princípios físicos que regem a produção dos raios X e sua interação com a matéria, avalie a seguinte situação:


Um feixe de raios X incide sobre um alvo composto por um material de número atômico elevado. Ao interagir com os elétrons dos átomos do alvo, são produzidos raios X secundários e um espectro de emissão característico. Este fenômeno é fundamental para a aplicação dos raios X em diagnósticos médicos e análises materiais.


Com base nesse cenário, assinale a alternativa que descreve corretamente a relação entre o número atômico do material do alvo e a eficiência na produção de raios X, assim como as propriedades dos raios X produzidos:

Alternativas
Q3394285 Radiologia
Na obtenção de imagens radiográficas de alta qualidade, a manipulação precisa de vários elementos do sistema de imagem é crucial. Considerando os avanços tecnológicos e as práticas de otimização da qualidade da imagem em radiologia, assinale a alternativa que descreve corretamente a combinação de técnicas e ajustes que, ao serem aplicados simultaneamente, maximizam a resolução da imagem, o contraste e minimizam a dose de radiação ao paciente:
Alternativas
Q3394280 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina

Segundo a lei complementar n.° 97/2009, que dispõe sobre a criação do plano de carreira, cargos e vencimentos dos servidores públicos do Poder Executivo do município de Bombinhas, em seu art. 3°, a carreira dos servidores públicos municipais de Bombinhas tem como princípios básicos:


I. Organização técnica e administrativa do trabalho.


II. Racionalização da estrutura de cargos e carreiras.


III.Qualificação profissional e valorização profissional.


É correto o que se afirmar em:

Alternativas
Q3394269 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


 Vacinas inversas: esperança contra doenças

autoimunes


Muitas vacinas simulam uma infecção natural e estimulam o sistema imunitário a gerar as respostas necessárias para evitar a infecção por agentes patogênicos de tipo selvagem e, possivelmente, a ocorrência de doenças. Nesse processo, alguns componentes do patógeno invasor são reconhecidos como estranhos e marcados para eliminação e/ou processamento por mecanismos específicos, que permitem o desenvolvimento de uma resposta imune de memória de longa duração e eficaz, que protegerá contra novas infecções no futuro.


No entanto, surpreendentemente, o sistema imunitário também pode atacar células, tecidos e órgãos saudáveis do próprio hospedeiro, processo este conhecido como autoimunidade, que resulta em uma variedade de patogenias. Estima-se que 7% da população mundial viva com algum tipo de autoimunidade. Mas como fazer para frear esse ataque do sistema imunitário ao próprio organismo em indivíduos com doenças autoimunes em curso? Existem mecanismos comuns relacionados à geração de respostas autoimunes dirigidas a diferentes órgãos, tecidos e células?


No entanto, surpreendentemente, o sistema imunitário também pode atacar células, tecidos e órgãos saudáveis do próprio hospedeiro, processo este conhecido como autoimunidade, que resulta em uma variedade de patogenias. Estima-se que 7% da população mundial viva com algum tipo de autoimunidade. Mas como fazer para frear esse ataque do sistema imunitário ao próprio organismo em indivíduos com doenças autoimunes em curso? Existem mecanismos comuns relacionados à geração de respostas autoimunes dirigidas a diferentes órgãos, tecidos e células?


A resposta para essas perguntas pode estar em uma nova estratégia de desenvolvimento de vacinas, concebida por Andrew Tremain e colaboradores e publicada em setembro de 2023 na Nature Biomedical Engineering . Trata-se de uma vacina inversa. Ou seja, em vez de gerar uma memória de longo prazo que vai estimular uma resposta imunitária robusta a partir do reconhecimento de componentes de um patógeno invasor − como acontece com as vacinas tradicionais −, ela remove a memória do sistema imunitário em relação a uma molécula de proteína do próprio corpo que é incorretamente reconhecida como estranha por células de defesa (linfócitos T).


Para criar a vacina, a equipe acoplou a molécula N-acetilgalactosamina (pGal) a proteínas (chamadas de antígenos) responsáveis por provocar a reação do sistema imunitário contra determinados órgãos, tecidos ou células do próprio corpo. A molécula pGal marca essas proteínas e sinaliza que elas não devem ser identificadas como estranhas ao organismo, gerando tolerância imunológica específica.


Existem diferentes antígenos associados às doenças autoimunes. Por exemplo, na esclerose múltipla − doença autoimune que afeta o sistema nervoso −, os linfócitos T reagem à mielina, que forma a camada proteica protetora que fica ao redor dos nervos. Já no caso da doença de Crohn, as células T têm como alvo a parte inferior do intestino delgado. A ideia é que a molécula pGal possa ser ligada a qualquer proteína antigênica do corpo para direcionar o sistema imunológico a tolerá-la, atenuando ou eliminando a resposta imune contra essa proteína.

Em estudos com modelos experimentais (ratos e macacos), os pesquisadores demonstraram que as vacinas inversas poderiam efetivamente interromper a reação autoimune associada a uma doença semelhante à esclerose múltipla, atestando que doenças autoimunes em curso poderiam ser reduzidas e/ou curadas após imunização com vacina inversa.


É importante destacar que um ensaio inicial de fase I, para avaliar a segurança da abordagem da vacina inversa, já foi realizado em pessoas com doença celíaca, e outros ensaios de segurança em humanos com esclerose múltipla estão em andamento, todos com o apoio da empresa farmacêutica Anokion S/A.


Espera-se que a vacina inversa seja mais eficaz no tratamento das doenças autoimunes do que os métodos usados hoje em dia, que são principalmente direcionados para enfraquecer o sistema imunitário e restringir a resposta imunológica, deixando os pacientes suscetíveis a infecções e efeitos colaterais.


Retirado e adaptado de: GALLER, Ricardo. Vacinas inversas: esperança contra doenças autoimunes. Ciência hoje.

Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/vacinas-inversas-esperanca-contra-doe ncas-autoimunes/ Acesso em: 12 mar., 2024. 

Assinale a alternativa que apresenta a correta definição do gênero ao qual pertence o texto lido:
Alternativas
Q3394268 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


 Vacinas inversas: esperança contra doenças

autoimunes


Muitas vacinas simulam uma infecção natural e estimulam o sistema imunitário a gerar as respostas necessárias para evitar a infecção por agentes patogênicos de tipo selvagem e, possivelmente, a ocorrência de doenças. Nesse processo, alguns componentes do patógeno invasor são reconhecidos como estranhos e marcados para eliminação e/ou processamento por mecanismos específicos, que permitem o desenvolvimento de uma resposta imune de memória de longa duração e eficaz, que protegerá contra novas infecções no futuro.


No entanto, surpreendentemente, o sistema imunitário também pode atacar células, tecidos e órgãos saudáveis do próprio hospedeiro, processo este conhecido como autoimunidade, que resulta em uma variedade de patogenias. Estima-se que 7% da população mundial viva com algum tipo de autoimunidade. Mas como fazer para frear esse ataque do sistema imunitário ao próprio organismo em indivíduos com doenças autoimunes em curso? Existem mecanismos comuns relacionados à geração de respostas autoimunes dirigidas a diferentes órgãos, tecidos e células?


No entanto, surpreendentemente, o sistema imunitário também pode atacar células, tecidos e órgãos saudáveis do próprio hospedeiro, processo este conhecido como autoimunidade, que resulta em uma variedade de patogenias. Estima-se que 7% da população mundial viva com algum tipo de autoimunidade. Mas como fazer para frear esse ataque do sistema imunitário ao próprio organismo em indivíduos com doenças autoimunes em curso? Existem mecanismos comuns relacionados à geração de respostas autoimunes dirigidas a diferentes órgãos, tecidos e células?


A resposta para essas perguntas pode estar em uma nova estratégia de desenvolvimento de vacinas, concebida por Andrew Tremain e colaboradores e publicada em setembro de 2023 na Nature Biomedical Engineering . Trata-se de uma vacina inversa. Ou seja, em vez de gerar uma memória de longo prazo que vai estimular uma resposta imunitária robusta a partir do reconhecimento de componentes de um patógeno invasor − como acontece com as vacinas tradicionais −, ela remove a memória do sistema imunitário em relação a uma molécula de proteína do próprio corpo que é incorretamente reconhecida como estranha por células de defesa (linfócitos T).


Para criar a vacina, a equipe acoplou a molécula N-acetilgalactosamina (pGal) a proteínas (chamadas de antígenos) responsáveis por provocar a reação do sistema imunitário contra determinados órgãos, tecidos ou células do próprio corpo. A molécula pGal marca essas proteínas e sinaliza que elas não devem ser identificadas como estranhas ao organismo, gerando tolerância imunológica específica.


Existem diferentes antígenos associados às doenças autoimunes. Por exemplo, na esclerose múltipla − doença autoimune que afeta o sistema nervoso −, os linfócitos T reagem à mielina, que forma a camada proteica protetora que fica ao redor dos nervos. Já no caso da doença de Crohn, as células T têm como alvo a parte inferior do intestino delgado. A ideia é que a molécula pGal possa ser ligada a qualquer proteína antigênica do corpo para direcionar o sistema imunológico a tolerá-la, atenuando ou eliminando a resposta imune contra essa proteína.

Em estudos com modelos experimentais (ratos e macacos), os pesquisadores demonstraram que as vacinas inversas poderiam efetivamente interromper a reação autoimune associada a uma doença semelhante à esclerose múltipla, atestando que doenças autoimunes em curso poderiam ser reduzidas e/ou curadas após imunização com vacina inversa.


É importante destacar que um ensaio inicial de fase I, para avaliar a segurança da abordagem da vacina inversa, já foi realizado em pessoas com doença celíaca, e outros ensaios de segurança em humanos com esclerose múltipla estão em andamento, todos com o apoio da empresa farmacêutica Anokion S/A.


Espera-se que a vacina inversa seja mais eficaz no tratamento das doenças autoimunes do que os métodos usados hoje em dia, que são principalmente direcionados para enfraquecer o sistema imunitário e restringir a resposta imunológica, deixando os pacientes suscetíveis a infecções e efeitos colaterais.


Retirado e adaptado de: GALLER, Ricardo. Vacinas inversas: esperança contra doenças autoimunes. Ciência hoje.

Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/vacinas-inversas-esperanca-contra-doe ncas-autoimunes/ Acesso em: 12 mar., 2024. 

Analise o trecho a seguir, retirado do texto:


No entanto , surpreendentemente, o sistema imunitário também pode atacar células, tecidos e órgãos saudáveis do próprio hospedeiro, processo este conhecido como autoimunidade, que resulta em uma variedade de patogenias. Assinale a alternativa que poderia substituir o conectivo em destaque sem prejuízo de valor:

Alternativas
Q3394265 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


 Vacinas inversas: esperança contra doenças

autoimunes


Muitas vacinas simulam uma infecção natural e estimulam o sistema imunitário a gerar as respostas necessárias para evitar a infecção por agentes patogênicos de tipo selvagem e, possivelmente, a ocorrência de doenças. Nesse processo, alguns componentes do patógeno invasor são reconhecidos como estranhos e marcados para eliminação e/ou processamento por mecanismos específicos, que permitem o desenvolvimento de uma resposta imune de memória de longa duração e eficaz, que protegerá contra novas infecções no futuro.


No entanto, surpreendentemente, o sistema imunitário também pode atacar células, tecidos e órgãos saudáveis do próprio hospedeiro, processo este conhecido como autoimunidade, que resulta em uma variedade de patogenias. Estima-se que 7% da população mundial viva com algum tipo de autoimunidade. Mas como fazer para frear esse ataque do sistema imunitário ao próprio organismo em indivíduos com doenças autoimunes em curso? Existem mecanismos comuns relacionados à geração de respostas autoimunes dirigidas a diferentes órgãos, tecidos e células?


No entanto, surpreendentemente, o sistema imunitário também pode atacar células, tecidos e órgãos saudáveis do próprio hospedeiro, processo este conhecido como autoimunidade, que resulta em uma variedade de patogenias. Estima-se que 7% da população mundial viva com algum tipo de autoimunidade. Mas como fazer para frear esse ataque do sistema imunitário ao próprio organismo em indivíduos com doenças autoimunes em curso? Existem mecanismos comuns relacionados à geração de respostas autoimunes dirigidas a diferentes órgãos, tecidos e células?


A resposta para essas perguntas pode estar em uma nova estratégia de desenvolvimento de vacinas, concebida por Andrew Tremain e colaboradores e publicada em setembro de 2023 na Nature Biomedical Engineering . Trata-se de uma vacina inversa. Ou seja, em vez de gerar uma memória de longo prazo que vai estimular uma resposta imunitária robusta a partir do reconhecimento de componentes de um patógeno invasor − como acontece com as vacinas tradicionais −, ela remove a memória do sistema imunitário em relação a uma molécula de proteína do próprio corpo que é incorretamente reconhecida como estranha por células de defesa (linfócitos T).


Para criar a vacina, a equipe acoplou a molécula N-acetilgalactosamina (pGal) a proteínas (chamadas de antígenos) responsáveis por provocar a reação do sistema imunitário contra determinados órgãos, tecidos ou células do próprio corpo. A molécula pGal marca essas proteínas e sinaliza que elas não devem ser identificadas como estranhas ao organismo, gerando tolerância imunológica específica.


Existem diferentes antígenos associados às doenças autoimunes. Por exemplo, na esclerose múltipla − doença autoimune que afeta o sistema nervoso −, os linfócitos T reagem à mielina, que forma a camada proteica protetora que fica ao redor dos nervos. Já no caso da doença de Crohn, as células T têm como alvo a parte inferior do intestino delgado. A ideia é que a molécula pGal possa ser ligada a qualquer proteína antigênica do corpo para direcionar o sistema imunológico a tolerá-la, atenuando ou eliminando a resposta imune contra essa proteína.

Em estudos com modelos experimentais (ratos e macacos), os pesquisadores demonstraram que as vacinas inversas poderiam efetivamente interromper a reação autoimune associada a uma doença semelhante à esclerose múltipla, atestando que doenças autoimunes em curso poderiam ser reduzidas e/ou curadas após imunização com vacina inversa.


É importante destacar que um ensaio inicial de fase I, para avaliar a segurança da abordagem da vacina inversa, já foi realizado em pessoas com doença celíaca, e outros ensaios de segurança em humanos com esclerose múltipla estão em andamento, todos com o apoio da empresa farmacêutica Anokion S/A.


Espera-se que a vacina inversa seja mais eficaz no tratamento das doenças autoimunes do que os métodos usados hoje em dia, que são principalmente direcionados para enfraquecer o sistema imunitário e restringir a resposta imunológica, deixando os pacientes suscetíveis a infecções e efeitos colaterais.


Retirado e adaptado de: GALLER, Ricardo. Vacinas inversas: esperança contra doenças autoimunes. Ciência hoje.

Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/vacinas-inversas-esperanca-contra-doe ncas-autoimunes/ Acesso em: 12 mar., 2024. 

Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona processos de formação de palavras a seus exemplos retirados do texto:


Primeira coluna: processo de formação


(1) Derivação sufixal.


(2) Derivação prefixal.


(3) Derivação prefixal e sufixal.


Segunda coluna: exemplo


(__) autoimune


(__) imunológica


(__) pesquisadores


(__) incorretamente


(__) imunitário


Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:

Alternativas
Q3394259 História
Sobre os eventos que antecederam a Primeira Guerra Mundial, registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)A competição por territórios ultramarinos e a expansão imperialista intensificaram as rivalidades entre as potências europeias. A busca por novos mercados e recursos naturais levou a conflitos coloniais, especialmente na África e na Ásia, aumentando as tensões entre as nações europeias.

(__)A Grande Depressão teve impactos devastadores na economia global, exacerbando as condições econômicas precárias na Alemanha e em outras partes do mundo. O desemprego em massa e a instabilidade econômica criaram um terreno fértil para o surgimento de regimes autoritários que prometiam restauração econômica e nacionalismo.

(__)As potências europeias, principalmente o Reino Unido e a França, inicialmente adotaram uma política de apaziguamento em relação à Alemanha, permitindo a anexação de territórios (como a remilitarização da Renânia e a anexação da Áustria e dos Sudetos na Tchecoslováquia) na esperança de evitar outro grande conflito.


Assinale a alternativa com a sequência correta:
Alternativas
Q3394258 Geografia
Acerca da Teoria do Push-Pull, analise os itens a seguir:

I- A teoria, no contexto das migrações internacionais, é um modelo explicativo que busca entender os motivos que levam as pessoas a migrar de um lugar para outro.

II- A teoria está equipada para explicar fenômenos naturais como tempestades, secas, ou padrões climáticos, bem como as interações ecológicas entre diferentes espécies e seus habitats.

III- A disponibilidade de empregos, frequentemente com salários mais altos ou melhores condições de trabalho, é um forte fator de atração o qual é analisado pela teoria.


É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3394257 Geografia
Assinale a alternativa que apresenta o fenômeno amplamente considerado pelos cientistas como um dos principais indicadores da mudança climática global, observável através de mudanças na geografia física da Terra:
Alternativas
Q3394256 Geografia
O conceito de "território" na Geografia é frequentemente associado:
Alternativas
Q3394255 Geografia
Considerando o desenvolvimento da epistemologia geográfica, assinale a alternativa que apresenta a abordagem metodológica que enfatiza a análise das estruturas espaciais por meio de modelos matemáticos e estatísticos, buscando padrões e regularidades na distribuição dos fenômenos geográficos:
Alternativas
Q3394254 Geografia
A transição demográfica é um modelo que descreve mudanças nas taxas de natalidade e mortalidade ao longo do tempo em uma sociedade. Assinale a alternativa que apresenta a fase da transição demográfica caracterizada por altas taxas de natalidade e altas taxas de mortalidade, resultando em crescimento populacional lento:
Alternativas
Q3394253 Geografia
Assinale a alternativa que apresenta a teoria geopolítica que defende a ideia de que o controle da Eurásia é a chave para a dominação global, enfatizando a importância estratégica dessa região para o poder mundial:
Alternativas
Q3394252 Geografia
Sobre os critérios utilizados para identificar um hotspot de biodiversidade, analise os itens a seguir:

I. Apresentar uma elevada taxa de mudança climática prevista para as próximas décadas.
II. Ter perdido pelo menos 70% de sua vegetação original.
III. Ter 30% ou menos de sua área original em condições naturais ou pouco modificadas.

É critério para identificar um hotspot de biodiversidade o que se afirma em:
Alternativas
Q3394251 Geografia
Na teoria dos lugares centrais de Walter Christaller, a principal função dos lugares centrais dentro de uma região hierarquizada é: 
Alternativas
Q3394250 Geografia
Assinale a alternativa que apresenta a principal evidência que suporta a teoria das placas tectônicas:
Alternativas
Q3394222 Segurança e Transporte
Na função de motorista socorrista, a habilidade de dirigir de forma segura e efetiva sob pressão é crucial. Isso não apenas garante a segurança do motorista, dos passageiros e de outros usuários da estrada, mas também a eficiência e a rapidez na resposta a situações de emergência. Considerando esses aspectos, assinale a alternativa correta sobre a importância da prática da direção defensiva para um motorista socorrista:
Alternativas
Q3394219 Legislação de Trânsito
Sobre as regras de circulação e conduta previstas no Código de Trânsito Brasileiro, é correto afirmar que:
Alternativas
Respostas
12221: E
12222: E
12223: C
12224: A
12225: C
12226: D
12227: B
12228: D
12229: E
12230: C
12231: E
12232: E
12233: B
12234: C
12235: D
12236: A
12237: C
12238: D
12239: A
12240: C