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Q687628 Pedagogia
Há práticas pedagógicas que estimulam a construção da autonomia. I. Solicitar a colaboração das crianças na arrumação da sala de aula; II. Solicitar que os alunos selecionem os livros que desejam ler; III. Demonstrar como os alunos devem resolver as adições; IV. Incentivar que os alunos mostrem como fazem para aprender; V. Fazer exposição sobre a forma como deve ser escrito um texto
Professores que acreditam que a autonomia está na base da aprendizagem, desenvolvem práticas como as descritas nas afirmativas
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Q687627 Conhecimentos Gerais
Tabela 1– Número de Matrículas no ensino fundamental Brasil – Região NE – Bahia - Salvador – 2014 Imagem associada para resolução da questão
A tabela 1 mostra dados do Censo Escolar de 2014 referentes ao número de matrículas. As variáveis selecionadas na tabela foram Região, unidade federativa e
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Q687594 Português
As comunicações que partem dos órgãos públicos federais devem ser compreendidas por todo e qualquer cidadão brasileiro. Para atingir esse objetivo, há que evitar o uso de uma linguagem restrita a determinados grupos. Não há dúvida que um texto marcado por expressões de circulação restrita, como a gíria, os regionalismos vocabulares ou o jargão técnico, tem sua compreensão dificultada. (Manual de Redação da Presidência da República) Sobre o trecho transcrito acima é correto afirmar que seu terceiro período tem uma oração
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Q687588 Português
As alternativas abaixo mostram uma notícia publicada no Jornal do Commercio de 01/05/2015 transcrita com pontuações diferentes. Qual a única transcrição que está rigorosamente correta quanto ao uso dos sinais de pontuação?
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Q687585 Português
Retrato da 'velha Bahia mundana'
    O professor e mestre Cid Teixeira diz que a literatura na Bahia é também feita por obras de autores desconhecidos do grande público e que atuam como formiguinhas editando seus próprios livros, quase sempre com tiragem que variam entre 500 e 1000 exemplares, com esforço próprio e ajuda de alguma empresa. A maioria das monografias sobre a vida dos municípios baianos foi produzida desta forma.
    A propósito, chega em nossas mãos e à leitura uma dessas obras, escrita por José Grimaldi Mariano, intitulada "Histórias ao Pé da Letra" com ilustrações de Simanca, Cau e Reinaldo, selo da editora Ponto & Vírgula, 125 páginas. São crônicas do cotidiano escritas por um funcionário de A Tarde, o qual tem grande parte de sua vida dedicada profissionalmente a este jornal de longo curso, com muitas histórias, pois, centenário essa 'folha' já comemorou.
    E Grimandi – assim é mais conhecido – traz aos leitores muitas dessas histórias em crônicas tecidas sem o pendor literário de um profissional, pero, de grande valia. Ou como diria o mestre Cid: – São exatamente essas pequenas histórias, os causos, o dia a dia de episódios da Bahia que compõem o cenário de nossa literatura que, infelizmente, não conta com circuitos literários, editoras de maior porte, feiras permanentes e assim por diante.
   Vê-se, pois, que José Grimaldi deve ter passado pelos mesmos problemas de centenas de outras pessoas que desejam publicar um livro, possuem escritos na gaveta, mas, não têm como fazê-lo. Felizmente, Grimaldi fez e sua obra é deliciosa, singela, de uma sinceridade sem par. O autor usa uma linguagem coloquial, caseira – como deve ser a boa crônica – descrevendo os cenários e os episódios com os personagens usando as palavras que vivenciavam em seus diálogos. (...) É um painel da 'velha Bahia mundana' com papos sobre o mercado publicitário, jornalismo, música, futebol, vida alheia, a mulherada, à boa mesa e assim por seguinte.
    Há quem entenda que a crônica é um dos campos da literatura mais fáceis de ser praticado. É possível. De fato, a ficção é mais complicada, mais tensa. Mas a crônica quando posta dessa forma, sem rebuscamento de linguagem, tratando o cotidiano de uma cidade é perfeita, maravilhosa. São pequenos detalhes da vida que compõem "Histórias ao Pé da Letra". Fácil de ser lido, agradável, pitoresco, um retrato fiel de parte da Bahia.
(Fonte: http://www.bahiaja.com.br/rosadelima/literatura/coluna/2015/06/07/rosa-de-lima-comenta-historias-ao-pe-da-letra-de-j-grimaldi-mariano,4458,0.html) - adaptado
O autor do livro abordado na crônica é apresentado como
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Q687584 Português
Retrato da 'velha Bahia mundana'
    O professor e mestre Cid Teixeira diz que a literatura na Bahia é também feita por obras de autores desconhecidos do grande público e que atuam como formiguinhas editando seus próprios livros, quase sempre com tiragem que variam entre 500 e 1000 exemplares, com esforço próprio e ajuda de alguma empresa. A maioria das monografias sobre a vida dos municípios baianos foi produzida desta forma.
    A propósito, chega em nossas mãos e à leitura uma dessas obras, escrita por José Grimaldi Mariano, intitulada "Histórias ao Pé da Letra" com ilustrações de Simanca, Cau e Reinaldo, selo da editora Ponto & Vírgula, 125 páginas. São crônicas do cotidiano escritas por um funcionário de A Tarde, o qual tem grande parte de sua vida dedicada profissionalmente a este jornal de longo curso, com muitas histórias, pois, centenário essa 'folha' já comemorou.
    E Grimandi – assim é mais conhecido – traz aos leitores muitas dessas histórias em crônicas tecidas sem o pendor literário de um profissional, pero, de grande valia. Ou como diria o mestre Cid: – São exatamente essas pequenas histórias, os causos, o dia a dia de episódios da Bahia que compõem o cenário de nossa literatura que, infelizmente, não conta com circuitos literários, editoras de maior porte, feiras permanentes e assim por diante.
   Vê-se, pois, que José Grimaldi deve ter passado pelos mesmos problemas de centenas de outras pessoas que desejam publicar um livro, possuem escritos na gaveta, mas, não têm como fazê-lo. Felizmente, Grimaldi fez e sua obra é deliciosa, singela, de uma sinceridade sem par. O autor usa uma linguagem coloquial, caseira – como deve ser a boa crônica – descrevendo os cenários e os episódios com os personagens usando as palavras que vivenciavam em seus diálogos. (...) É um painel da 'velha Bahia mundana' com papos sobre o mercado publicitário, jornalismo, música, futebol, vida alheia, a mulherada, à boa mesa e assim por seguinte.
    Há quem entenda que a crônica é um dos campos da literatura mais fáceis de ser praticado. É possível. De fato, a ficção é mais complicada, mais tensa. Mas a crônica quando posta dessa forma, sem rebuscamento de linguagem, tratando o cotidiano de uma cidade é perfeita, maravilhosa. São pequenos detalhes da vida que compõem "Histórias ao Pé da Letra". Fácil de ser lido, agradável, pitoresco, um retrato fiel de parte da Bahia.
(Fonte: http://www.bahiaja.com.br/rosadelima/literatura/coluna/2015/06/07/rosa-de-lima-comenta-historias-ao-pe-da-letra-de-j-grimaldi-mariano,4458,0.html) - adaptado
A cronista, no início de seu texto, cita a opinião de um professor de Literatura, segundo o qual
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Q687583 Português
Retrato da 'velha Bahia mundana'
    O professor e mestre Cid Teixeira diz que a literatura na Bahia é também feita por obras de autores desconhecidos do grande público e que atuam como formiguinhas editando seus próprios livros, quase sempre com tiragem que variam entre 500 e 1000 exemplares, com esforço próprio e ajuda de alguma empresa. A maioria das monografias sobre a vida dos municípios baianos foi produzida desta forma.
    A propósito, chega em nossas mãos e à leitura uma dessas obras, escrita por José Grimaldi Mariano, intitulada "Histórias ao Pé da Letra" com ilustrações de Simanca, Cau e Reinaldo, selo da editora Ponto & Vírgula, 125 páginas. São crônicas do cotidiano escritas por um funcionário de A Tarde, o qual tem grande parte de sua vida dedicada profissionalmente a este jornal de longo curso, com muitas histórias, pois, centenário essa 'folha' já comemorou.
    E Grimandi – assim é mais conhecido – traz aos leitores muitas dessas histórias em crônicas tecidas sem o pendor literário de um profissional, pero, de grande valia. Ou como diria o mestre Cid: – São exatamente essas pequenas histórias, os causos, o dia a dia de episódios da Bahia que compõem o cenário de nossa literatura que, infelizmente, não conta com circuitos literários, editoras de maior porte, feiras permanentes e assim por diante.
   Vê-se, pois, que José Grimaldi deve ter passado pelos mesmos problemas de centenas de outras pessoas que desejam publicar um livro, possuem escritos na gaveta, mas, não têm como fazê-lo. Felizmente, Grimaldi fez e sua obra é deliciosa, singela, de uma sinceridade sem par. O autor usa uma linguagem coloquial, caseira – como deve ser a boa crônica – descrevendo os cenários e os episódios com os personagens usando as palavras que vivenciavam em seus diálogos. (...) É um painel da 'velha Bahia mundana' com papos sobre o mercado publicitário, jornalismo, música, futebol, vida alheia, a mulherada, à boa mesa e assim por seguinte.
    Há quem entenda que a crônica é um dos campos da literatura mais fáceis de ser praticado. É possível. De fato, a ficção é mais complicada, mais tensa. Mas a crônica quando posta dessa forma, sem rebuscamento de linguagem, tratando o cotidiano de uma cidade é perfeita, maravilhosa. São pequenos detalhes da vida que compõem "Histórias ao Pé da Letra". Fácil de ser lido, agradável, pitoresco, um retrato fiel de parte da Bahia.
(Fonte: http://www.bahiaja.com.br/rosadelima/literatura/coluna/2015/06/07/rosa-de-lima-comenta-historias-ao-pe-da-letra-de-j-grimaldi-mariano,4458,0.html) - adaptado
O terceiro e o quarto parágrafo terminam, respectivamente, com as expressões “assim por diante” e “assim por seguinte”. Sobre ambas, pode-se garantir que
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Q687582 Português
Retrato da 'velha Bahia mundana'
    O professor e mestre Cid Teixeira diz que a literatura na Bahia é também feita por obras de autores desconhecidos do grande público e que atuam como formiguinhas editando seus próprios livros, quase sempre com tiragem que variam entre 500 e 1000 exemplares, com esforço próprio e ajuda de alguma empresa. A maioria das monografias sobre a vida dos municípios baianos foi produzida desta forma.
    A propósito, chega em nossas mãos e à leitura uma dessas obras, escrita por José Grimaldi Mariano, intitulada "Histórias ao Pé da Letra" com ilustrações de Simanca, Cau e Reinaldo, selo da editora Ponto & Vírgula, 125 páginas. São crônicas do cotidiano escritas por um funcionário de A Tarde, o qual tem grande parte de sua vida dedicada profissionalmente a este jornal de longo curso, com muitas histórias, pois, centenário essa 'folha' já comemorou.
    E Grimandi – assim é mais conhecido – traz aos leitores muitas dessas histórias em crônicas tecidas sem o pendor literário de um profissional, pero, de grande valia. Ou como diria o mestre Cid: – São exatamente essas pequenas histórias, os causos, o dia a dia de episódios da Bahia que compõem o cenário de nossa literatura que, infelizmente, não conta com circuitos literários, editoras de maior porte, feiras permanentes e assim por diante.
   Vê-se, pois, que José Grimaldi deve ter passado pelos mesmos problemas de centenas de outras pessoas que desejam publicar um livro, possuem escritos na gaveta, mas, não têm como fazê-lo. Felizmente, Grimaldi fez e sua obra é deliciosa, singela, de uma sinceridade sem par. O autor usa uma linguagem coloquial, caseira – como deve ser a boa crônica – descrevendo os cenários e os episódios com os personagens usando as palavras que vivenciavam em seus diálogos. (...) É um painel da 'velha Bahia mundana' com papos sobre o mercado publicitário, jornalismo, música, futebol, vida alheia, a mulherada, à boa mesa e assim por seguinte.
    Há quem entenda que a crônica é um dos campos da literatura mais fáceis de ser praticado. É possível. De fato, a ficção é mais complicada, mais tensa. Mas a crônica quando posta dessa forma, sem rebuscamento de linguagem, tratando o cotidiano de uma cidade é perfeita, maravilhosa. São pequenos detalhes da vida que compõem "Histórias ao Pé da Letra". Fácil de ser lido, agradável, pitoresco, um retrato fiel de parte da Bahia.
(Fonte: http://www.bahiaja.com.br/rosadelima/literatura/coluna/2015/06/07/rosa-de-lima-comenta-historias-ao-pe-da-letra-de-j-grimaldi-mariano,4458,0.html) - adaptado
Depreende-se da leitura atenta do texto que a autora considera que as boas crônicas
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Q683927 Pedagogia
Os coordenadores de um curso técnico de uma IFES entendem que uma de suas funções é cuidar da formação continuada dos professores. Para tal, decidem que para o novo ano letivo, utilizarão os ambientes virtuais para a formação, posto que o clássico modelo de reuniões extras, fora da carga horária do professor, está cada vez mais difícil de realizar. Eles entenderam que os ambientes de aprendizagem cooperativa apoiados por computadores podem ser uma opção interessante, pois são ambientes que:
I. possibilitam a produção de conhecimentos compartilhados; II. criam situações possíveis no mundo real; III. Incentivam aprendizagens individuais de caráter behaviorista; IV. oportunizam processos de tarefas em grupo; V. facilitam a construção do conhecimento de uma única perspectiva.
São corretas apenas as afirmativas
Alternativas
Q683926 Pedagogia
Segundo o art. 9º inciso IV da LDB 9394/96, traçar um conjunto de diretrizes capazes de nortear os currículos e os seus conteúdos mínimos para a educação infantil, ensino fundamental e ensino médio é da incumbência de
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Q683925 Pedagogia
Um professor utiliza uma metodologia que tem como objetivos fazer com que os estudantes trabalhem em grupos, sejam responsáveis por sua própria aprendizagem, raciocinem a fim de adquirir estratégias cognitivas de ordem superior, pesquisem e iniciem seus estudos a partir de situações concretas do seu cotidiano. A didática desse professor baseia-se em metodologia que tem como foco
Alternativas
Q683924 Pedagogia

        

 

A imagem acima reflete um estilo de gestão de conflitos. Podemos entender que no caso acima, o estilo utilizado pelo chefe relaciona-se ao conceito de
Alternativas
Q683923 Pedagogia

Analise os itens a seguir:


1. Refletir os processos de ensino e escolaridade;

2. Basear-se em um amplo conjunto de dados;

3. Estimular o fluxo de informações em todas as direções;

4. Desenvolver as avaliações docentes;

5. Melhorar a compreensão da organização e suas práticas;

6. Considerar a realidade educativa da faculdade;

7. Ser compartilhada com toda a comunidade educativa: técnicos, professores, coordenadores e alunos.


Estas são características de uma avaliação

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Q683922 Pedagogia
Os docentes de uma IFES, na abertura do ano letivo, em colegiado, discutem acerca de suas concepções teórico-metodológicas e acolhem a avaliação discente, na qual os estudantes sinalizam que os professores dão tratamentos didáticos às disciplinas de maneira muito diferenciada uns dos outros. Para que os estudantes não vivenciam práticas de sala de aula muito díspares, decidem dar uma maior atenção ao planejamento mensal das atividades didáticas, uma vez que
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Q683921 Pedagogia
A professora Fátima do curso de Design de Móveis e Interiores do Instituto Federal do Pará estabelece, na sala de aula, uma relação dialógica com seus alunos, sem compreendê-los como uma “tábula rasa” ou um “recipiente” a ser preenchido de informações a serem memorizadas. Cotidianamente, em seu planejamento, propõe atividades que mobilizam os conhecimentos prévios dos estudantes, reconhecendo-os como importantes ferramentas de contextualização. Reconhece o erro como sendo fecundo e positivo, um elemento fundamental à produção de conhecimento pelo ser humano.
Essa professora tem uma prática em sala de aula fundamentada na concepção de ensino-aprendizagem de perspectiva
Alternativas
Q683920 Pedagogia
O Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) consiste num documento em que se definem a missão da instituição de ensino superior e as estratégias para atingir suas metas e objetivos.
O PDI deve abranger um período de
Alternativas
Q683919 Pedagogia

De acordo com o gráfico abaixo se pode concluir que


Imagem associada para resolução da questão

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Q683918 Pedagogia
As dinâmicas, em um trabalho de comportamento grupal e intergrupal, ocupam um importante papel porque ajudam a solucionar os conflitos cognitivos e afetivos. Além desse objetivo, as dinâmicas propõem, EXCETO:
Alternativas
Q683917 Pedagogia
“Há variadas formas de se elaborar instrumentos. Eles podem ser trabalhos, provas, testes, relatórios, interpretações, questionários etc., referenciados nos programas gerais de ensino existentes para as redes escolares e que definem objetivos e conteúdos para uma determinada etapa ou ano de escolaridade, ou podem ser referenciados no conhecimento que o professor tem do real estágio de desenvolvimento de seus alunos e do percurso que fizeram na aprendizagem.” (Indagações sobre o currículo, V. 5, MEC) 

A elaboração de um instrumento de avaliação deverá levar em consideração alguns aspectos importantes: 

1. a linguagem utilizada;
2. a contextualização do que se avalia;
3. o conteúdo significativo;
4. a coerência com os propósitos do ensino;
5. a exploração da capacidade de leitura, escrita e raciocínio.
Em relação à contextualização, diz-se que
Alternativas
Q683916 Pedagogia
Todo processo ou metodologia de avaliação implica traçar objetivos e selecionar conteúdos que serão avaliados. Para poder avaliar os conteúdos ou objetivos alcançados pelos alunos é necessário também estabelecer
Alternativas
Respostas
4941: A
4942: C
4943: E
4944: E
4945: A
4946: D
4947: A
4948: B
4949: B
4950: D
4951: E
4952: D
4953: B
4954: A
4955: D
4956: A
4957: C
4958: B
4959: C
4960: D