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Q1164255 Pedagogia

”Ocorre na prática real guiada pelos esquemas teóricos e práticos do professor, que se concretiza nas tarefas acadêmicas, as quais, como elementos básicos, sustentam o que é a ação pedagógica, que podemos notar o significado real do que são as propostas curriculares.”


Desta forma, Sacristán (2000) esclarece o significado do seguinte nível ou fase de objetivação do currículo:

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Q1164254 Pedagogia
Segundo a pedagogia crítica de Paulo Freire (1996), “ensinar não se esgota no ‘tratamento’ do objeto ou do conteúdo, superficialmente feito, mas se alonga à produção de condições em que aprender criticamente é possível”. Faz parte das condições em que aprender criticamente é possível, o pressupostodequenas condiçõesde verdadeira aprendizagem:
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Q1164253 Português

TEXTO 1


Num artigo sobre tema educativo, Ivan Aguirra Izar, gerente da Editora Moderna (SP), diz o seguinte: “Nos últimos meses, dediquei-me a buscar respostas para um questionamento particular: o que é, de fato, uma educação que dá resultado? Foram alguns livros, vários artigos, dezenas de sites de referência, milhares de respostas em enquetes e um montão de fóruns de discussão na Internet. O melhor caminho encontrei nas palavras despretensiosas de um adolescente: ‘educação que dá resultado é aquela que faz sentido para mim, para meus colegas e para meus professores. É aquela que a gente leva para toda a vida’”. 

No segmento “Nos últimos meses, dediquei-me a buscar respostas para um questionamento particular”, a relação entre “respostas” e “questionamento” só não se repete em:
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Q1164252 Português

TEXTO 1


Num artigo sobre tema educativo, Ivan Aguirra Izar, gerente da Editora Moderna (SP), diz o seguinte: “Nos últimos meses, dediquei-me a buscar respostas para um questionamento particular: o que é, de fato, uma educação que dá resultado? Foram alguns livros, vários artigos, dezenas de sites de referência, milhares de respostas em enquetes e um montão de fóruns de discussão na Internet. O melhor caminho encontrei nas palavras despretensiosas de um adolescente: ‘educação que dá resultado é aquela que faz sentido para mim, para meus colegas e para meus professores. É aquela que a gente leva para toda a vida’”. 

“Foram alguns livros, vários artigos, dezenas de sites de referência, milhares de respostas em enquetes e um montão de fóruns de discussão na Internet”.


Entre os termos alusivos a quantidades acima há uma marca comum, que é:

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Q1164251 Português

TEXTO 1


Num artigo sobre tema educativo, Ivan Aguirra Izar, gerente da Editora Moderna (SP), diz o seguinte: “Nos últimos meses, dediquei-me a buscar respostas para um questionamento particular: o que é, de fato, uma educação que dá resultado? Foram alguns livros, vários artigos, dezenas de sites de referência, milhares de respostas em enquetes e um montão de fóruns de discussão na Internet. O melhor caminho encontrei nas palavras despretensiosas de um adolescente: ‘educação que dá resultado é aquela que faz sentido para mim, para meus colegas e para meus professores. É aquela que a gente leva para toda a vida’”. 

A expressão “Nos últimos meses” dá uma noção de tempo não especificamente determinada, como também ocorre com a expressão:
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Q1164250 Português

No para-choque de um caminhão estava escrito o seguinte:

“Quem não bica morre na casca”.


Nesse caso, a qualidade valorizada no ser humano é:

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Q1164249 Português

Um comediante americano disse certa vez que “O segredo de um bom sermão é ter um bom começo, um bom fim e ter ambos o mais perto possível”.


Nesse caso, a maior qualidade de um bom sermão é:

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Q1164248 Português
Um adesivo colado a um carro dizia: “Eu acredito na vida antes da morte”. O humorismo das palavras do adesivo se explica pela:
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Q1164247 Português

Observem a seguinte frase humorística de Emo Philips: “Quantas pessoas aqui têm poderes de telecinésia? Levantem minha mão”.


Deduz-se da frase que o vocábulo “telecinésia” se refere a quem tem poderes de:

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Q1164246 Português

Observe a seguinte frase, de autor anônimo: “Procura-se telepata. Você sabe como se inscrever”.


Sobre a compreensão da mensagem da frase, a afirmativa correta é:

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Q1164245 Português

Um dicionário de citações mostrava o seguinte pensamento de Napoleão Bonaparte: “Religião é um excelente meio de manter as pessoas comuns calmas”.


A inadequação da forma de escrever esse pensamento está em:

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Q1164244 Português
Charles Baudelaire disse certa vez que “O truque mais esperto do Diabo é convencer-nos de que ele não existe”. O modo de reescrever-se essa frase que mostra correção gramatical e respeito ao sentido original é:
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Q765311 Pedagogia
Emilia Ferreiro se tornou uma espécie de referência para o ensino brasileiro e seu nome passou a ser ligado ao construtivismo, campo de estudo inaugurado pelas descobertas a que chegou o biólogo suíço Jean Piaget (1896-1980) na investigação dos processos de aquisição e elaboração de conhecimento pela criança - ou seja, de que modo ela aprende. As pesquisas de Emilia Ferreiro, que estudou e trabalhou com Piaget, concentram o foco nos mecanismos cognitivos relacionados à leitura e à escrita. Disponível em:http://novaescola.org.br/conteudo/338/emilia-ferreiro-estudiosa-que-revolucionou-alfabetizacao. Acesso em: 20 out. 2016. A partir das produções teóricas de Emilia Ferreiro, é possível compreender a escrita infantil. Com base no referencial de Emília Ferreiro, está CORRETA a afirmação contemplada na seguinte alternativa:
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Q765310 Português
Atualmente, Ana Maria Machado, atuando como escritora há mais de quarenta anos, ocupa a cadeira número um da Academia Brasileira de Letras. Sua biografia nos informa o seguinte: Uma das coisas que dão mais alegria à Ana é ficar sabendo das atividades feitas com as histórias dela nas escolas pelo mundo afora. Principalmente quando são as turmas de alfabetização, tendo os primeiros contatos com a leitura através da “Coleção Mico Maneco” Ana Maria sempre lembra que começou a escrever essas histórias para ajudar seu filho a aprender a ler, quando moravam longe do Brasil e ele estava sendo alfabetizado em outra língua. Agora, ela fica feliz em ver que, além de ter dado certo com ele, funciona até hoje com muita gente mais. Disponível em:http://www.anamariamachado.com/curiosidades. Acesso em: 15 out.2016. Os métodos de alfabetização que partem do texto para posterior análise das partes (frases, palavras, sílabas e fonemas) são conhecidos como
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Q765309 História
MAR PORTUGUÊS
Fernando Pessoa
Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, tantas mães choraram
Quantos filhos em vão rezaram
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!

Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor
Deus ao mar o perigo e o abismo deu.
Mas nele espelhou o céu.

O texto de Fernando Pessoa aborda questões relativas à angústia vivida pelo povo diante da partida de navegadores. Relatos históricos nos informam que a travessia do Oceano Atlântico também foi realizada por populações originárias do continente africano, em condições desumanas, trazidas para compor o contingente de trabalhadores nas lavouras de cana de açúcar e café. s embarcações utilizadas para esse transporte ficaram conhecidas como
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Q765308 Português
MAR PORTUGUÊS
Fernando Pessoa
Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, tantas mães choraram
Quantos filhos em vão rezaram
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!

Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor
Deus ao mar o perigo e o abismo deu.
Mas nele espelhou o céu.

No texto, Fernando Pessoa aborda o sofrimento do povo português diante das incertezas geradas pela exploração dos mares durante o período das grandes navegações. Logo, a informação INCORRETA está contemplada em
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Q765307 Português
MAR PORTUGUÊS
Fernando Pessoa
Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, tantas mães choraram
Quantos filhos em vão rezaram
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!

Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor
Deus ao mar o perigo e o abismo deu.
Mas nele espelhou o céu.

Esse texto de Fernando Pessoa constitui-se num .............., organizado em ....................... e ....................... Assim, a alternativa que completa essas lacunas de forma CORRETA é a seguinte:
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Q765306 Pedagogia
Desde o começo, sempre, lá estava a ideologia. E sempre tem estado presente. Muitas vezes, o autor nem tem consciência dela, e o leitor comum não percebe. Mas nem por isso ela deixa de ser no texto, latente, como uma espécie de lapso freudiano, que desmascara os motivos inconscientes. Ou talvez mais como um lapso junguiano, já que é cultural e revela maneiras coletivas de pensar, apontando também para os arquétipos.
Alem do mais, a ideologia de um livro também reflete o conjunto de crenças e opiniões da cultura da época em que o autor vive. Até recentemente, não se suspeitava da força desse processo. Na verdade, ele só se tornou evidente há muito pouco tempo, depois do desenvolvimento da psicanálise, do refinamento da crítica textual, do afloramento do orgulho cultural dos povos e pessoas longamente oprimidos, e do aumento de sensibilidade solidária em relação aos outros, trazido pelos anos 60, com seu despertar em favor dos direitos das minorias ou de maiorias fracas, sem voz. Em outras palavras, foi apenas depois de campanhas pelos direitos civis, depois do feminismo, depois da luta dos negros contra o preconceito e a discriminação, depois da consciência anti-imperialista, depois do movimento verde e de tantas outras conquistas ideológicas recentes que se tornou evidente que, durante muito tempo, os livros didáticos infantis vinham moldando os jovens para agirem segundo padrões de comportamento que, frequentemente, eram inadequados, injustos, imorais e agressivos à dignidade humana.
Dou um exemplo concreto. Sempre gostei muito dos contos das Mil e uma noites, entre as minhas histórias favoritas desde que eu era pequena. Não foi escrito para crianças, é claro, e é uma dessas obras de adultos que as crianças adotaram. Li e reli essas histórias muitas vezes, umas mais do que as outras, mas, de qualquer modo, repetidamente com prazer e encantamento. Mas por uma ou outra razão, nunca as tinha relido depois de adulta. Há dois anos, quando finalmente mergulhei nessa releitura, fiquei estarrecida com o conteúdo racista e sexista da obra. Mas será que o livro tinha mudado? Evidentemente, não. Quem mudou fui eu. E só mudei porque a sociedade mudou. Mas, provavelmente, quando alguém de cultura africana leu esse livro antes, à luz do tratamento vergonhoso que foi inflingido a seu povo durante séculos, com a sensibilidade apurada pela dor que essa consciência lhe trazia, sem dúvida, detectou com repugnância e revolta os trechos sobre os escravos negros que eu não conseguia suportar agora em minha releitura. Mas no meu país, tão devedor à cultura africana havia poucos negros que soubessem ler e tivessem condições de ter acesso a esses livros. E, mesmo que alguns lá chegassem, ainda era menor o número dos que poderiam verbalizar sua crítica por escrito e conseguir que ela fosse publicada, de modo que pudessem mostrar aos outros leitores a profundidade dos preconceitos que jaziam sob a superfície de um clássico desse porte. Igualmente acintoso, aliás, é o tratamento dado por ele às mulheres e nós líamos sem reparar e sem protestar. Foi preciso que o mundo vivesse uma revolução de consciência, para que eu conseguisse abrir os olhos e enxergasse tudo isso, envergonhada de minha cegueira anterior.
Quero apenas levantar alguns pontos de natureza mais geral sobre todo esse processo. O primeiro é que já vimos, e repito apenas para recordar e resumir: não existe objeto escrito que seja ideologicamente inocente. Não dá para esquecer isso.
O segundo é o seguinte: os livros para crianças são especialmente suscetíveis de serem fortemente usados como veículo de mensagens ideológicas, porque as crianças não podem se defender, como já dissemos. Mas também porque, tradicionalmente, esses livros vivem num mundo muito promíscuo, onde são facilmente tocados e molestados por coisas que não podem ser confundidas com literatura.
MACHADO. Ana Maria. Ideologia e livro infantil. Contracorrente Conversas sobre leitura e política, São Paulo: Ática. (Texto apresentado no Congresso do IBBY em Sevilla.) 
No texto lido, Machado indica duas posturas acerca da leitura dos contos Mil e uma noites: a primeira, sobre as suas impressões de infância e a segunda, a sua perspectiva como leitora depois de adulta. O trecho que não aborda a ideia de transformação de ideias e posicionamentos vividos por Machado está contemplado em
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Q765305 Pedagogia
Desde o começo, sempre, lá estava a ideologia. E sempre tem estado presente. Muitas vezes, o autor nem tem consciência dela, e o leitor comum não percebe. Mas nem por isso ela deixa de ser no texto, latente, como uma espécie de lapso freudiano, que desmascara os motivos inconscientes. Ou talvez mais como um lapso junguiano, já que é cultural e revela maneiras coletivas de pensar, apontando também para os arquétipos.
Alem do mais, a ideologia de um livro também reflete o conjunto de crenças e opiniões da cultura da época em que o autor vive. Até recentemente, não se suspeitava da força desse processo. Na verdade, ele só se tornou evidente há muito pouco tempo, depois do desenvolvimento da psicanálise, do refinamento da crítica textual, do afloramento do orgulho cultural dos povos e pessoas longamente oprimidos, e do aumento de sensibilidade solidária em relação aos outros, trazido pelos anos 60, com seu despertar em favor dos direitos das minorias ou de maiorias fracas, sem voz. Em outras palavras, foi apenas depois de campanhas pelos direitos civis, depois do feminismo, depois da luta dos negros contra o preconceito e a discriminação, depois da consciência anti-imperialista, depois do movimento verde e de tantas outras conquistas ideológicas recentes que se tornou evidente que, durante muito tempo, os livros didáticos infantis vinham moldando os jovens para agirem segundo padrões de comportamento que, frequentemente, eram inadequados, injustos, imorais e agressivos à dignidade humana.
Dou um exemplo concreto. Sempre gostei muito dos contos das Mil e uma noites, entre as minhas histórias favoritas desde que eu era pequena. Não foi escrito para crianças, é claro, e é uma dessas obras de adultos que as crianças adotaram. Li e reli essas histórias muitas vezes, umas mais do que as outras, mas, de qualquer modo, repetidamente com prazer e encantamento. Mas por uma ou outra razão, nunca as tinha relido depois de adulta. Há dois anos, quando finalmente mergulhei nessa releitura, fiquei estarrecida com o conteúdo racista e sexista da obra. Mas será que o livro tinha mudado? Evidentemente, não. Quem mudou fui eu. E só mudei porque a sociedade mudou. Mas, provavelmente, quando alguém de cultura africana leu esse livro antes, à luz do tratamento vergonhoso que foi inflingido a seu povo durante séculos, com a sensibilidade apurada pela dor que essa consciência lhe trazia, sem dúvida, detectou com repugnância e revolta os trechos sobre os escravos negros que eu não conseguia suportar agora em minha releitura. Mas no meu país, tão devedor à cultura africana havia poucos negros que soubessem ler e tivessem condições de ter acesso a esses livros. E, mesmo que alguns lá chegassem, ainda era menor o número dos que poderiam verbalizar sua crítica por escrito e conseguir que ela fosse publicada, de modo que pudessem mostrar aos outros leitores a profundidade dos preconceitos que jaziam sob a superfície de um clássico desse porte. Igualmente acintoso, aliás, é o tratamento dado por ele às mulheres e nós líamos sem reparar e sem protestar. Foi preciso que o mundo vivesse uma revolução de consciência, para que eu conseguisse abrir os olhos e enxergasse tudo isso, envergonhada de minha cegueira anterior.
Quero apenas levantar alguns pontos de natureza mais geral sobre todo esse processo. O primeiro é que já vimos, e repito apenas para recordar e resumir: não existe objeto escrito que seja ideologicamente inocente. Não dá para esquecer isso.
O segundo é o seguinte: os livros para crianças são especialmente suscetíveis de serem fortemente usados como veículo de mensagens ideológicas, porque as crianças não podem se defender, como já dissemos. Mas também porque, tradicionalmente, esses livros vivem num mundo muito promíscuo, onde são facilmente tocados e molestados por coisas que não podem ser confundidas com literatura.
MACHADO. Ana Maria. Ideologia e livro infantil. Contracorrente Conversas sobre leitura e política, São Paulo: Ática. (Texto apresentado no Congresso do IBBY em Sevilla.) 
No segundo parágrafo, a autora indica que foram abertas novas possibilidades, em favor das maiorias fracas, após os anos 60. Dentre as diretrizes educacionais a seguir, a que melhor expressa a valorização da diversidade de referências na formação da cultura brasileira é a
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Q765304 Pedagogia
Quanto à abordagem de diferentes tipos de texto pela escola, a orientação dos Parâmetros Curriculares Nacionais (Ciências Naturais, p. 124) indica a necessidade de que sejam trabalhados textos informativos desde os anos iniciais do ensino fundamental. A afirmação que diverge dessa orientação dos Parâmetros Curriculares Nacionais está contemplada na seguinte alternativa :
Alternativas
Respostas
3621: C
3622: A
3623: E
3624: B
3625: D
3626: A
3627: C
3628: C
3629: A
3630: B
3631: E
3632: D
3633: A
3634: D
3635: D
3636: C
3637: B
3638: A
3639: B
3640: C