Questões de Concurso
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Uma pesquisa foi feita com 65 pessoas de diferentes idades, a fim de determinar qual ferramenta os entrevistados utilizavam para realizar pesquisas no dia a dia. As opções eram: celular, computador ou nenhum desses dois aparelhos. O gráfico a seguir apresenta as respostas obtidas.

Quantos entrevistados utilizam o celular como uma ferramenta de pesquisa?
José tem o número 3 como seu número da sorte. Por essa razão, ao criar as senhas de atendimento da sua padaria, utilizou, sequencialmente, apenas números terminados em 3. Dessa forma, a primeira senha chamada é a de número 3, a segunda é a de número 13, a terceira é a de número 23, e assim por diante, até que se finde o dia e as senhas sejam renovadas. Camila, uma cliente da padaria, aguarda o atendimento na fila, e sua senha é a de número 153.
Nesse dia, quantas pessoas serão atendidas antes de Camila?
Um fazendeiro armazena os grãos de suas plantações em containers. Cada container tem forma de bloco retangular, com dimensões 6 m × 5 m × 2 m.

Assim, a capacidade de cada container é de
Ana queria trocar sua geladeira e, para isso, escolheu o modelo que desejava e passou a acompanhar a tendência dos preços, até que estivesse pronta para efetuar a compra. Em setembro do último ano, essa geladeira custava R$ 5 400. No fim novembro, esse modelo entrou em oferta, apresentando um desconto de 10% em relação aos preços registrados em setembro.
Com o desconto, no fim de novembro, o preço dessa geladeira passou a ser de
A fim de padronizar o número de estudantes por sala nas escolas públicas de seu estado, um deputado elaborou um projeto de lei que previa que a área das salas de aula correspondesse a, no mínimo, 1,50 m2 (um e meio metro quadrado) por aluno. Além disso, o projeto propunha que para as salas de aula do Ensino Médio o número máximo de alunos fosse de 35 estudantes por sala.
ALESP. Projeto de Lei nº 1037 /2003. Disponível em: https://www. al.sp.gov.br/propositura/?id=201086. Acesso em: 11 fev. 2024 (adaptado).
Nas condições propostas pelo projeto, as salas de Ensino Médio do estado deveriam ter uma área correspondente a, no mínimo,
Uma pessoa decide pintar uma das paredes de sua sala de estar de amarelo, a fim de trazer mais cor para o ambiente. A parede que será pintada é retangular, com dimensões de 2,5 m × 3,0 m, e, como a tinta é de uma cor forte, ela passará uma única demão.
Sendo assim, essa pessoa deverá pintar uma área de
Uma universidade faz uso da política de ações afirmativas, reservando anualmente 20% de suas vagas para ingressantes autodeclarados pretos e pardos que optem pelo sistema de cotas. No último ano, o processo seletivo contava, ao todo, com 3 300 vagas para ingressantes.
Quantos candidatos autodeclarados pretos e pardos ingressaram na universidade por meio do sistema de cotas nesse ano, considerando o percentual de 20%?
Carlos comprou um pequeno terreno e precisa cercá-lo. Para isso, ele utilizará uma cerca cujo custo é de R$ 5,00 por metro. A figura a seguir apresenta a forma do terreno:

Quanto Carlos gastará para cercar seu terreno?
INSTRUÇÃO: Leia o texto I para responder à questão.
TEXTO I
A roda da escravidão da felicidade virtual

Na era digital, as redes sociais tornaram-se o palco onde muitos de nós encenam nossas vidas, dançando ao ritmo das curtidas e validações virtuais. Contudo, por trás da fachada de felicidade e sucesso, a roda da escravidão moderna está em pleno movimento, aprisionando muitos em uma busca incessante por uma validação que muitas vezes é ilusória.
Ao explorar as vidas aparentemente perfeitas que permeiam nossos feeds, é fácil cair na armadilha da comparação. A tirania dos valores “exibidos” nas redes sociais impõe padrões inatingíveis, criando uma ilusão de felicidade que obscurece a realidade complexa e multifacetada da experiência humana.
A busca incessante pela validação virtual cria uma dinâmica paradoxal. A roda da escravidão digital gira, e indivíduos se encontram cada vez mais distantes de suas próprias verdades, submersos na ilusão de que a aceitação on-line equivale à validação pessoal. O preço pago por essa busca desenfreada é a perda da percepção de individualidade; à medida que nos moldamos para atender a padrões externos, muitas vezes em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência.
A sociedade contemporânea – marcada pela constante exposição nas redes sociais – propaga essa narrativa de sucesso e felicidade que muitas vezes é desconectada da realidade. A pressão para “parecer feliz, parecer bem-sucedido” alimenta essa roda da ilusão, levando à exaustão emocional e à deterioração da saúde mental.
A reinvenção necessária não reside na perpetuação dessa farsa digital, mas na redescoberta da verdadeira autenticidade. É hora de desconectar-se da tirania da validação virtual e reconectar-se consigo mesmo. Ao invés de se perder nas imagens retocadas e narrativas cuidadosamente construídas, busque a essência de sua própria jornada.
Reverter esse ciclo demanda consciência, aceitação, ações conscientes para cultivar uma presença digital que reflita a verdadeira complexidade e autenticidade da experiência humana, promovendo a valorização do indivíduo para além das métricas virtuais.
Para se libertar, é necessário buscar o autoconhecimento. Ao explorar as dinâmicas familiares, sociais e culturais que moldam nossas crenças e comportamentos, é possível desatar as correntes invisíveis desta roda da escravidão digital. Através do autodesenvolvimento, é possível reconectar-se consigo mesmo.
Nas palavras de Carl Jung, “quem olha para fora sonha, quem olha para dentro acorda”. A jornada interior nos desperta para a verdadeira essência, permitindo-nos desafiar padrões prejudiciais e construir uma narrativa pessoal mais autêntica, tornando-nos livres e felizes.
ARAGÃO, Alessandra. A roda da escravidão da felicidade virtual. Estado de Minas, 21 dez. 2023 (adaptado).
Releia o trecho do texto I a seguir.
“O preço pago por essa busca desenfreada é a perda da percepção de individualidade; à medida que nos moldamos para atender a padrões externos, muitas vezes, em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência.”
Com base na passagem transcrita do texto I, complete as lacunas sobre a análise sintática a seguir.
O período é composto por __________. A oração “muitas vezes em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência.” possui sujeito __________ e predicado __________. Em “para atender a padrões externos”, o termo destacado exerce a função de __________.
Assinale a sequência que preenche correta e respectivamente as lacunas do trecho.
INSTRUÇÃO: Leia o texto I para responder à questão.
TEXTO I
A roda da escravidão da felicidade virtual

Na era digital, as redes sociais tornaram-se o palco onde muitos de nós encenam nossas vidas, dançando ao ritmo das curtidas e validações virtuais. Contudo, por trás da fachada de felicidade e sucesso, a roda da escravidão moderna está em pleno movimento, aprisionando muitos em uma busca incessante por uma validação que muitas vezes é ilusória.
Ao explorar as vidas aparentemente perfeitas que permeiam nossos feeds, é fácil cair na armadilha da comparação. A tirania dos valores “exibidos” nas redes sociais impõe padrões inatingíveis, criando uma ilusão de felicidade que obscurece a realidade complexa e multifacetada da experiência humana.
A busca incessante pela validação virtual cria uma dinâmica paradoxal. A roda da escravidão digital gira, e indivíduos se encontram cada vez mais distantes de suas próprias verdades, submersos na ilusão de que a aceitação on-line equivale à validação pessoal. O preço pago por essa busca desenfreada é a perda da percepção de individualidade; à medida que nos moldamos para atender a padrões externos, muitas vezes em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência.
A sociedade contemporânea – marcada pela constante exposição nas redes sociais – propaga essa narrativa de sucesso e felicidade que muitas vezes é desconectada da realidade. A pressão para “parecer feliz, parecer bem-sucedido” alimenta essa roda da ilusão, levando à exaustão emocional e à deterioração da saúde mental.
A reinvenção necessária não reside na perpetuação dessa farsa digital, mas na redescoberta da verdadeira autenticidade. É hora de desconectar-se da tirania da validação virtual e reconectar-se consigo mesmo. Ao invés de se perder nas imagens retocadas e narrativas cuidadosamente construídas, busque a essência de sua própria jornada.
Reverter esse ciclo demanda consciência, aceitação, ações conscientes para cultivar uma presença digital que reflita a verdadeira complexidade e autenticidade da experiência humana, promovendo a valorização do indivíduo para além das métricas virtuais.
Para se libertar, é necessário buscar o autoconhecimento. Ao explorar as dinâmicas familiares, sociais e culturais que moldam nossas crenças e comportamentos, é possível desatar as correntes invisíveis desta roda da escravidão digital. Através do autodesenvolvimento, é possível reconectar-se consigo mesmo.
Nas palavras de Carl Jung, “quem olha para fora sonha, quem olha para dentro acorda”. A jornada interior nos desperta para a verdadeira essência, permitindo-nos desafiar padrões prejudiciais e construir uma narrativa pessoal mais autêntica, tornando-nos livres e felizes.
ARAGÃO, Alessandra. A roda da escravidão da felicidade virtual. Estado de Minas, 21 dez. 2023 (adaptado).
INSTRUÇÃO: Releia, a seguir, o trecho do texto I e o texto III para responder à questão.
TRECHO DO TEXTO I
“Ao explorar as vidas aparentemente perfeitas que permeiam nossos feeds, é fácil cair na armadilha da comparação. A tirania dos valores “exibidos” nas redes sociais impõe padrões inatingíveis, criando uma ilusão de felicidade que obscurece a realidade complexa e multifacetada da experiência humana.”
TEXTO III

Disponível em: https://www.facebook.com/oficialbellafalconi/ photos/a.327611534043057/1403343673136499/?type=3. Acesso em: 25 jan. 2024.
Sobre os aspectos gramaticais e linguísticos, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.
( ) Considerando as variações linguísticas, a denominada variação situacional se faz presente no texto III e constitui um recurso de persuasão empregado cujo objetivo é aproximar o emissor do receptor.
( ) Considerando sua classificação morfológica, o termo “perfeitas”, no contexto apresentado em cada um dos dois textos, indica uma característica do substantivo a que esse termo se refere, respectivamente.
( ) Considerando a classe gramatical, os conectores destacados no trecho do texto I são conjunções, assim como em “que eu construí pra mim”, no texto III.
Assinale a sequência correta.
INSTRUÇÃO: Leia o texto I para responder à questão.
TEXTO I
A roda da escravidão da felicidade virtual

Na era digital, as redes sociais tornaram-se o palco onde muitos de nós encenam nossas vidas, dançando ao ritmo das curtidas e validações virtuais. Contudo, por trás da fachada de felicidade e sucesso, a roda da escravidão moderna está em pleno movimento, aprisionando muitos em uma busca incessante por uma validação que muitas vezes é ilusória.
Ao explorar as vidas aparentemente perfeitas que permeiam nossos feeds, é fácil cair na armadilha da comparação. A tirania dos valores “exibidos” nas redes sociais impõe padrões inatingíveis, criando uma ilusão de felicidade que obscurece a realidade complexa e multifacetada da experiência humana.
A busca incessante pela validação virtual cria uma dinâmica paradoxal. A roda da escravidão digital gira, e indivíduos se encontram cada vez mais distantes de suas próprias verdades, submersos na ilusão de que a aceitação on-line equivale à validação pessoal. O preço pago por essa busca desenfreada é a perda da percepção de individualidade; à medida que nos moldamos para atender a padrões externos, muitas vezes em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência.
A sociedade contemporânea – marcada pela constante exposição nas redes sociais – propaga essa narrativa de sucesso e felicidade que muitas vezes é desconectada da realidade. A pressão para “parecer feliz, parecer bem-sucedido” alimenta essa roda da ilusão, levando à exaustão emocional e à deterioração da saúde mental.
A reinvenção necessária não reside na perpetuação dessa farsa digital, mas na redescoberta da verdadeira autenticidade. É hora de desconectar-se da tirania da validação virtual e reconectar-se consigo mesmo. Ao invés de se perder nas imagens retocadas e narrativas cuidadosamente construídas, busque a essência de sua própria jornada.
Reverter esse ciclo demanda consciência, aceitação, ações conscientes para cultivar uma presença digital que reflita a verdadeira complexidade e autenticidade da experiência humana, promovendo a valorização do indivíduo para além das métricas virtuais.
Para se libertar, é necessário buscar o autoconhecimento. Ao explorar as dinâmicas familiares, sociais e culturais que moldam nossas crenças e comportamentos, é possível desatar as correntes invisíveis desta roda da escravidão digital. Através do autodesenvolvimento, é possível reconectar-se consigo mesmo.
Nas palavras de Carl Jung, “quem olha para fora sonha, quem olha para dentro acorda”. A jornada interior nos desperta para a verdadeira essência, permitindo-nos desafiar padrões prejudiciais e construir uma narrativa pessoal mais autêntica, tornando-nos livres e felizes.
ARAGÃO, Alessandra. A roda da escravidão da felicidade virtual. Estado de Minas, 21 dez. 2023 (adaptado).
“[...] para cultivar uma presença digital que reflita a verdadeira complexidade e autenticidade da experiência humana, promovendo a valorização do indivíduo para além das métricas virtuais.”
Sobre os aspectos fonéticos e ortográficos, analise as afirmativas a seguir.
I. As palavras “indivíduo” e “métricas” são proparoxítonas, com acentuação tônica na antepenúltima sílaba.
II. Os termos “uma”, “do” e “que” são monossílabos átonos proferidos de forma fraca e nunca são acentuados.
III. Os substantivos “autenticidade” e “complexidade” foram escritos incorretamente devido a erros de digitação.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
INSTRUÇÃO: Leia o texto I para responder à questão.
TEXTO I
A roda da escravidão da felicidade virtual

Na era digital, as redes sociais tornaram-se o palco onde muitos de nós encenam nossas vidas, dançando ao ritmo das curtidas e validações virtuais. Contudo, por trás da fachada de felicidade e sucesso, a roda da escravidão moderna está em pleno movimento, aprisionando muitos em uma busca incessante por uma validação que muitas vezes é ilusória.
Ao explorar as vidas aparentemente perfeitas que permeiam nossos feeds, é fácil cair na armadilha da comparação. A tirania dos valores “exibidos” nas redes sociais impõe padrões inatingíveis, criando uma ilusão de felicidade que obscurece a realidade complexa e multifacetada da experiência humana.
A busca incessante pela validação virtual cria uma dinâmica paradoxal. A roda da escravidão digital gira, e indivíduos se encontram cada vez mais distantes de suas próprias verdades, submersos na ilusão de que a aceitação on-line equivale à validação pessoal. O preço pago por essa busca desenfreada é a perda da percepção de individualidade; à medida que nos moldamos para atender a padrões externos, muitas vezes em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência.
A sociedade contemporânea – marcada pela constante exposição nas redes sociais – propaga essa narrativa de sucesso e felicidade que muitas vezes é desconectada da realidade. A pressão para “parecer feliz, parecer bem-sucedido” alimenta essa roda da ilusão, levando à exaustão emocional e à deterioração da saúde mental.
A reinvenção necessária não reside na perpetuação dessa farsa digital, mas na redescoberta da verdadeira autenticidade. É hora de desconectar-se da tirania da validação virtual e reconectar-se consigo mesmo. Ao invés de se perder nas imagens retocadas e narrativas cuidadosamente construídas, busque a essência de sua própria jornada.
Reverter esse ciclo demanda consciência, aceitação, ações conscientes para cultivar uma presença digital que reflita a verdadeira complexidade e autenticidade da experiência humana, promovendo a valorização do indivíduo para além das métricas virtuais.
Para se libertar, é necessário buscar o autoconhecimento. Ao explorar as dinâmicas familiares, sociais e culturais que moldam nossas crenças e comportamentos, é possível desatar as correntes invisíveis desta roda da escravidão digital. Através do autodesenvolvimento, é possível reconectar-se consigo mesmo.
Nas palavras de Carl Jung, “quem olha para fora sonha, quem olha para dentro acorda”. A jornada interior nos desperta para a verdadeira essência, permitindo-nos desafiar padrões prejudiciais e construir uma narrativa pessoal mais autêntica, tornando-nos livres e felizes.
ARAGÃO, Alessandra. A roda da escravidão da felicidade virtual. Estado de Minas, 21 dez. 2023 (adaptado).
INSTRUÇÃO: Releia, a seguir, o trecho do texto I e o texto II para responder à questão.
TRECHO DO TEXTO I
“Ao invés de se perder nas imagens retocadas e narrativas cuidadosamente construídas, busque a essência de sua própria jornada.”
TEXTO II

Disponível em: https://digofreitas.com/hq/outros-63-voce/. Acesso em: 25 jan. 2024.
Tanto no trecho do texto I quanto no texto II, identifica-se a função conativa ou apelativa da linguagem, especificamente pelo(a)
INSTRUÇÃO: Leia o texto I para responder à questão.
TEXTO I
A roda da escravidão da felicidade virtual

Na era digital, as redes sociais tornaram-se o palco onde muitos de nós encenam nossas vidas, dançando ao ritmo das curtidas e validações virtuais. Contudo, por trás da fachada de felicidade e sucesso, a roda da escravidão moderna está em pleno movimento, aprisionando muitos em uma busca incessante por uma validação que muitas vezes é ilusória.
Ao explorar as vidas aparentemente perfeitas que permeiam nossos feeds, é fácil cair na armadilha da comparação. A tirania dos valores “exibidos” nas redes sociais impõe padrões inatingíveis, criando uma ilusão de felicidade que obscurece a realidade complexa e multifacetada da experiência humana.
A busca incessante pela validação virtual cria uma dinâmica paradoxal. A roda da escravidão digital gira, e indivíduos se encontram cada vez mais distantes de suas próprias verdades, submersos na ilusão de que a aceitação on-line equivale à validação pessoal. O preço pago por essa busca desenfreada é a perda da percepção de individualidade; à medida que nos moldamos para atender a padrões externos, muitas vezes em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência.
A sociedade contemporânea – marcada pela constante exposição nas redes sociais – propaga essa narrativa de sucesso e felicidade que muitas vezes é desconectada da realidade. A pressão para “parecer feliz, parecer bem-sucedido” alimenta essa roda da ilusão, levando à exaustão emocional e à deterioração da saúde mental.
A reinvenção necessária não reside na perpetuação dessa farsa digital, mas na redescoberta da verdadeira autenticidade. É hora de desconectar-se da tirania da validação virtual e reconectar-se consigo mesmo. Ao invés de se perder nas imagens retocadas e narrativas cuidadosamente construídas, busque a essência de sua própria jornada.
Reverter esse ciclo demanda consciência, aceitação, ações conscientes para cultivar uma presença digital que reflita a verdadeira complexidade e autenticidade da experiência humana, promovendo a valorização do indivíduo para além das métricas virtuais.
Para se libertar, é necessário buscar o autoconhecimento. Ao explorar as dinâmicas familiares, sociais e culturais que moldam nossas crenças e comportamentos, é possível desatar as correntes invisíveis desta roda da escravidão digital. Através do autodesenvolvimento, é possível reconectar-se consigo mesmo.
Nas palavras de Carl Jung, “quem olha para fora sonha, quem olha para dentro acorda”. A jornada interior nos desperta para a verdadeira essência, permitindo-nos desafiar padrões prejudiciais e construir uma narrativa pessoal mais autêntica, tornando-nos livres e felizes.
ARAGÃO, Alessandra. A roda da escravidão da felicidade virtual. Estado de Minas, 21 dez. 2023 (adaptado).
Sobre os aspectos gramaticais presentes no texto I, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.
( ) Em “Ao explorar as dinâmicas familiares, sociais e culturais [...].”, as convenções da norma-padrão da língua portuguesa exigem o emprego da crase em “às dinâmicas”.
( ) No trecho “Para se libertar, é necessário buscar o autoconhecimento.”, é indiferente, ou seja, facultativa a colocação do pronome antes ou depois do verbo.
( ) Na frase “[...] perpetuação dessa farsa digital [...].”, a expressão destacada complementa o sentido do substantivo a que se refere, indicando uma relação de regência nominal.
Assinale a sequência correta.
INSTRUÇÃO: Leia o texto I para responder à questão.
TEXTO I
A roda da escravidão da felicidade virtual

Na era digital, as redes sociais tornaram-se o palco onde muitos de nós encenam nossas vidas, dançando ao ritmo das curtidas e validações virtuais. Contudo, por trás da fachada de felicidade e sucesso, a roda da escravidão moderna está em pleno movimento, aprisionando muitos em uma busca incessante por uma validação que muitas vezes é ilusória.
Ao explorar as vidas aparentemente perfeitas que permeiam nossos feeds, é fácil cair na armadilha da comparação. A tirania dos valores “exibidos” nas redes sociais impõe padrões inatingíveis, criando uma ilusão de felicidade que obscurece a realidade complexa e multifacetada da experiência humana.
A busca incessante pela validação virtual cria uma dinâmica paradoxal. A roda da escravidão digital gira, e indivíduos se encontram cada vez mais distantes de suas próprias verdades, submersos na ilusão de que a aceitação on-line equivale à validação pessoal. O preço pago por essa busca desenfreada é a perda da percepção de individualidade; à medida que nos moldamos para atender a padrões externos, muitas vezes em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência.
A sociedade contemporânea – marcada pela constante exposição nas redes sociais – propaga essa narrativa de sucesso e felicidade que muitas vezes é desconectada da realidade. A pressão para “parecer feliz, parecer bem-sucedido” alimenta essa roda da ilusão, levando à exaustão emocional e à deterioração da saúde mental.
A reinvenção necessária não reside na perpetuação dessa farsa digital, mas na redescoberta da verdadeira autenticidade. É hora de desconectar-se da tirania da validação virtual e reconectar-se consigo mesmo. Ao invés de se perder nas imagens retocadas e narrativas cuidadosamente construídas, busque a essência de sua própria jornada.
Reverter esse ciclo demanda consciência, aceitação, ações conscientes para cultivar uma presença digital que reflita a verdadeira complexidade e autenticidade da experiência humana, promovendo a valorização do indivíduo para além das métricas virtuais.
Para se libertar, é necessário buscar o autoconhecimento. Ao explorar as dinâmicas familiares, sociais e culturais que moldam nossas crenças e comportamentos, é possível desatar as correntes invisíveis desta roda da escravidão digital. Através do autodesenvolvimento, é possível reconectar-se consigo mesmo.
Nas palavras de Carl Jung, “quem olha para fora sonha, quem olha para dentro acorda”. A jornada interior nos desperta para a verdadeira essência, permitindo-nos desafiar padrões prejudiciais e construir uma narrativa pessoal mais autêntica, tornando-nos livres e felizes.
ARAGÃO, Alessandra. A roda da escravidão da felicidade virtual. Estado de Minas, 21 dez. 2023 (adaptado).
Releia o trecho do texto I a seguir.
“A sociedade contemporânea – marcada pela constante exposição nas redes sociais – propaga essa narrativa de sucesso e felicidade que, muitas vezes, é desconectada da realidade. A pressão para “parecer feliz, parecer bem-sucedido” alimenta essa roda da ilusão, levando à exaustão emocional e à deterioração da saúde mental.”
Acerca dos sinais de pontuação nesse trecho, analise as afirmativas a seguir.
I. Os travessões, se substituídos por vírgulas, prejudicam o sentido pretendido.
II. As aspas em “parecer feliz, parecer bem-sucedido” sugerem breve hesitação.
III. As vírgulas em “muitas vezes”, caso retiradas, mantêm a continuidade da frase.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
INSTRUÇÃO: Leia o texto I para responder à questão.
TEXTO I
A roda da escravidão da felicidade virtual

Na era digital, as redes sociais tornaram-se o palco onde muitos de nós encenam nossas vidas, dançando ao ritmo das curtidas e validações virtuais. Contudo, por trás da fachada de felicidade e sucesso, a roda da escravidão moderna está em pleno movimento, aprisionando muitos em uma busca incessante por uma validação que muitas vezes é ilusória.
Ao explorar as vidas aparentemente perfeitas que permeiam nossos feeds, é fácil cair na armadilha da comparação. A tirania dos valores “exibidos” nas redes sociais impõe padrões inatingíveis, criando uma ilusão de felicidade que obscurece a realidade complexa e multifacetada da experiência humana.
A busca incessante pela validação virtual cria uma dinâmica paradoxal. A roda da escravidão digital gira, e indivíduos se encontram cada vez mais distantes de suas próprias verdades, submersos na ilusão de que a aceitação on-line equivale à validação pessoal. O preço pago por essa busca desenfreada é a perda da percepção de individualidade; à medida que nos moldamos para atender a padrões externos, muitas vezes em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência.
A sociedade contemporânea – marcada pela constante exposição nas redes sociais – propaga essa narrativa de sucesso e felicidade que muitas vezes é desconectada da realidade. A pressão para “parecer feliz, parecer bem-sucedido” alimenta essa roda da ilusão, levando à exaustão emocional e à deterioração da saúde mental.
A reinvenção necessária não reside na perpetuação dessa farsa digital, mas na redescoberta da verdadeira autenticidade. É hora de desconectar-se da tirania da validação virtual e reconectar-se consigo mesmo. Ao invés de se perder nas imagens retocadas e narrativas cuidadosamente construídas, busque a essência de sua própria jornada.
Reverter esse ciclo demanda consciência, aceitação, ações conscientes para cultivar uma presença digital que reflita a verdadeira complexidade e autenticidade da experiência humana, promovendo a valorização do indivíduo para além das métricas virtuais.
Para se libertar, é necessário buscar o autoconhecimento. Ao explorar as dinâmicas familiares, sociais e culturais que moldam nossas crenças e comportamentos, é possível desatar as correntes invisíveis desta roda da escravidão digital. Através do autodesenvolvimento, é possível reconectar-se consigo mesmo.
Nas palavras de Carl Jung, “quem olha para fora sonha, quem olha para dentro acorda”. A jornada interior nos desperta para a verdadeira essência, permitindo-nos desafiar padrões prejudiciais e construir uma narrativa pessoal mais autêntica, tornando-nos livres e felizes.
ARAGÃO, Alessandra. A roda da escravidão da felicidade virtual. Estado de Minas, 21 dez. 2023 (adaptado).
INSTRUÇÃO: Leia o texto I para responder à questão.
TEXTO I
A roda da escravidão da felicidade virtual

Na era digital, as redes sociais tornaram-se o palco onde muitos de nós encenam nossas vidas, dançando ao ritmo das curtidas e validações virtuais. Contudo, por trás da fachada de felicidade e sucesso, a roda da escravidão moderna está em pleno movimento, aprisionando muitos em uma busca incessante por uma validação que muitas vezes é ilusória.
Ao explorar as vidas aparentemente perfeitas que permeiam nossos feeds, é fácil cair na armadilha da comparação. A tirania dos valores “exibidos” nas redes sociais impõe padrões inatingíveis, criando uma ilusão de felicidade que obscurece a realidade complexa e multifacetada da experiência humana.
A busca incessante pela validação virtual cria uma dinâmica paradoxal. A roda da escravidão digital gira, e indivíduos se encontram cada vez mais distantes de suas próprias verdades, submersos na ilusão de que a aceitação on-line equivale à validação pessoal. O preço pago por essa busca desenfreada é a perda da percepção de individualidade; à medida que nos moldamos para atender a padrões externos, muitas vezes em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência.
A sociedade contemporânea – marcada pela constante exposição nas redes sociais – propaga essa narrativa de sucesso e felicidade que muitas vezes é desconectada da realidade. A pressão para “parecer feliz, parecer bem-sucedido” alimenta essa roda da ilusão, levando à exaustão emocional e à deterioração da saúde mental.
A reinvenção necessária não reside na perpetuação dessa farsa digital, mas na redescoberta da verdadeira autenticidade. É hora de desconectar-se da tirania da validação virtual e reconectar-se consigo mesmo. Ao invés de se perder nas imagens retocadas e narrativas cuidadosamente construídas, busque a essência de sua própria jornada.
Reverter esse ciclo demanda consciência, aceitação, ações conscientes para cultivar uma presença digital que reflita a verdadeira complexidade e autenticidade da experiência humana, promovendo a valorização do indivíduo para além das métricas virtuais.
Para se libertar, é necessário buscar o autoconhecimento. Ao explorar as dinâmicas familiares, sociais e culturais que moldam nossas crenças e comportamentos, é possível desatar as correntes invisíveis desta roda da escravidão digital. Através do autodesenvolvimento, é possível reconectar-se consigo mesmo.
Nas palavras de Carl Jung, “quem olha para fora sonha, quem olha para dentro acorda”. A jornada interior nos desperta para a verdadeira essência, permitindo-nos desafiar padrões prejudiciais e construir uma narrativa pessoal mais autêntica, tornando-nos livres e felizes.
ARAGÃO, Alessandra. A roda da escravidão da felicidade virtual. Estado de Minas, 21 dez. 2023 (adaptado).
Na Língua Portuguesa, as palavras podem apresentar significados diferentes, dependendo de como estão dispostas dentro da frase e do contexto. Na frase do texto I “[...] perdemos nossa verdadeira essência.”, a palavra em destaque refere-se à própria existência, a tudo que constitui a natureza de um ser. No entanto, em outros contextos, por exemplo, pode ser empregada no sentido de “perfume”, “cheiro”, “fragrância”.
A esse fato linguístico dá-se o nome de
INSTRUÇÃO: Leia o texto I para responder à questão.
TEXTO I
A roda da escravidão da felicidade virtual

Na era digital, as redes sociais tornaram-se o palco onde muitos de nós encenam nossas vidas, dançando ao ritmo das curtidas e validações virtuais. Contudo, por trás da fachada de felicidade e sucesso, a roda da escravidão moderna está em pleno movimento, aprisionando muitos em uma busca incessante por uma validação que muitas vezes é ilusória.
Ao explorar as vidas aparentemente perfeitas que permeiam nossos feeds, é fácil cair na armadilha da comparação. A tirania dos valores “exibidos” nas redes sociais impõe padrões inatingíveis, criando uma ilusão de felicidade que obscurece a realidade complexa e multifacetada da experiência humana.
A busca incessante pela validação virtual cria uma dinâmica paradoxal. A roda da escravidão digital gira, e indivíduos se encontram cada vez mais distantes de suas próprias verdades, submersos na ilusão de que a aceitação on-line equivale à validação pessoal. O preço pago por essa busca desenfreada é a perda da percepção de individualidade; à medida que nos moldamos para atender a padrões externos, muitas vezes em detrimento de nossa autenticidade, perdemos nossa verdadeira essência.
A sociedade contemporânea – marcada pela constante exposição nas redes sociais – propaga essa narrativa de sucesso e felicidade que muitas vezes é desconectada da realidade. A pressão para “parecer feliz, parecer bem-sucedido” alimenta essa roda da ilusão, levando à exaustão emocional e à deterioração da saúde mental.
A reinvenção necessária não reside na perpetuação dessa farsa digital, mas na redescoberta da verdadeira autenticidade. É hora de desconectar-se da tirania da validação virtual e reconectar-se consigo mesmo. Ao invés de se perder nas imagens retocadas e narrativas cuidadosamente construídas, busque a essência de sua própria jornada.
Reverter esse ciclo demanda consciência, aceitação, ações conscientes para cultivar uma presença digital que reflita a verdadeira complexidade e autenticidade da experiência humana, promovendo a valorização do indivíduo para além das métricas virtuais.
Para se libertar, é necessário buscar o autoconhecimento. Ao explorar as dinâmicas familiares, sociais e culturais que moldam nossas crenças e comportamentos, é possível desatar as correntes invisíveis desta roda da escravidão digital. Através do autodesenvolvimento, é possível reconectar-se consigo mesmo.
Nas palavras de Carl Jung, “quem olha para fora sonha, quem olha para dentro acorda”. A jornada interior nos desperta para a verdadeira essência, permitindo-nos desafiar padrões prejudiciais e construir uma narrativa pessoal mais autêntica, tornando-nos livres e felizes.
ARAGÃO, Alessandra. A roda da escravidão da felicidade virtual. Estado de Minas, 21 dez. 2023 (adaptado).
Sobre o texto I, analise as afirmativas a seguir.
I. Os elementos verbais tornam possível o que se deseja comunicar; caso a imagem que encabeça o texto fosse dispensada, seu sentido e objetivo não seriam prejudicados.
II. A intertextualidade explícita se faz presente no último parágrafo pela reprodução parcial do texto fonte, com a transcrição exata do que foi dito, seguida de identificação.
III. O termo destacado em “A busca incessante pela validação virtual cria uma dinâmica paradoxal.”, considerando o contexto apresentado, sugere uma situação contraditória.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
Minas Gerais se prepara para enfrentar segundo ano epidêmico para dengue e chikungunya
Disponível em: https://www.saude.mg.gov.br/component/ search/?all=Boletim+Epidemiol%C3%B3gico+de+ Monitoramento+dos+casos+de+Dengue%2C+Chikungunya +e+Zika+V%C3%ADrus&area=all#:~:text=Historicamente% 2C%20Minas%20Gerais%20tem%20um,um%20%C3% B3bito%20confirmado%20no%20estado. Acesso em: 30 jan. 2024.
A dengue e a chikungunya são enfermidades transmitidas por meio de
[...] levantamento do INCA aponta ainda que os cânceres mais incidentes em 2023, no estado (Minas Gerais), excluindo o de pele não melanoma (26.010 casos), serão os de próstata (7.970) e mama feminina (7.670).
Disponível em: https://www.em.com.br/app/noticia/saude-e-bemviver/2023/02/02/interna_bem_viver,1452332/minas-gerais-e-osegundo-estado-do-brasil-com-mais-casos-de-cancer-em-2023. shtml#google_vignette. Acesso em: 30 jan. 2024.
As campanhas do Ministério da Saúde para conscientizar a população da necessidade de combater esses dois tipos de cânceres são, respectivamente,