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Q2056043 Noções de Informática
Analise as afirmativas a seguir sobre o Microsoft Windows 10.
I. O painel de controle é usado para alterar as configurações do Windows. II. A Central de Segurança do Windows Defender oferece um conjunto robusto de recursos de segurança que mantêm o dispositivo seguro. III. O menu Iniciar tem várias opções de personalização, sendo uma delas remover ou editar um bloco fixado.
Estão corretas as afirmativas
Alternativas
Q2056041 Noções de Informática
O Microsoft PowerPoint 2016 possui a funcionalidade de inserir animações em um texto contido em seus slides.
Nesse contexto, são tipos de animações válidas, exceto:
Alternativas
Q2056039 Noções de Informática
Analise as afirmativas a seguir, conforme o cert.br, sobre os cuidados que se deve ter ao manipular arquivos recebidos via e-mail.
I. Deve-se desabilitar no programa leitor de e-mails, a autoexecução de arquivos anexados. II. Duvidar de mensagens recebidas, a não ser que o endereço seja conhecido e registrado em seu catálogo de endereços. III. Deve-se ter cautela ao clicar em links, independentemente da maneira como foram recebidos.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
Alternativas
Q2056038 Português
Leia o trecho a seguir.
[...]
Uma coisa é pôr ideias arranjadas, outra é lidar com país de pessoas, de carne e sangue, de mil-e-tantas misérias... Tanta gente – dá susto de saber – e nenhum se sossega: todos nascendo, crescendo, se casando, querendo colocação de emprego, comida, saúde, riqueza, ser importante, querendo chuva e negócios bons... De sorte que carece de se escolher: ou a gente se tece de viver no safado comum, ou cuida de só religião só. Eu podia ser: padre sacerdote, se não chefe de jagunços; para outras coisas não fui parido.
Guimarães Rosa. Grande Sertão: Veredas. Disponível em: <http://relendorosa.blogspot.com/2010/12/grande-sertaoveredas.html>. Acesso em: 13 fev. 2019. [Fragmento].

A respeito dos artifícios linguísticos empregados por Guimarães Rosa no trecho anterior, analise as afirmativas a seguir.
I. O uso das reticências intenciona mostrar a hesitação e as pausas características da linguagem oral. II. Pela escolha de vocabulário e pela progressão do texto, pode-se afirmar que Rosa pretende representar um registro informal do português brasileiro. III. Os dois-pontos em “eu só podia ser:” anunciam uma enumeração explicativa.
Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q2056037 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

O crime de Brumadinho

O rompimento de mais uma barragem, em Minas Gerais, não é a repetição de uma tragédia, nem de um erro da Vale, terceira maior empresa do país.
É a reincidência de um crime

Reza o ditado popular algo assim: “Ou se aprende no amor ou se aprende na dor”. Mas o Brasil parece não aprender de jeito algum. E quem é “o Brasil”? Neste caso, as autoridades que exercem cargos públicos, os políticos, a Justiça que não pune como deveria. Embora com distintas responsabilidades, há uma cadeia de (ir)responsáveis. O rompimento de mais uma barragem, em Minas Gerais, não é a repetição de uma tragédia, nem de um erro da Vale, terceira maior empresa do país. É a reincidência de um crime; na verdade, de vários crimes. Omissão, ambição, ganância, descaso com a natureza, falta de fiscalização. O preço é a vida humana, sempre em risco.

Nove mortos e mais de três centenas de desaparecidos (enquanto escrevo). Famílias devastadas. Uma comunidade em choque, levada por um mar de lama. Sequelas permanentes para o ecossistema. A comoção diante das cenas de resgate e da dimensão da lama é real, mas passa e, depois, nada acontece. Nada de multas pagas, nada de indenizações, nada de prisões, nada de ajuda real para quem foi afetado. É assim com os atingidos por desastres ambientais, por balas perdidas, por quedas de avião, por incêndio em boate e por aí vai... Impunidade é mais causa do que consequência, pode apostar.

O caso de Mariana só não foi esquecido por quem foi atingido e por quem tenta até hoje fazer justiça à comunidade e reparar os danos ao meio ambiente. O país seguiu sem pagar essa conta, apostando no “esquecimento” a eterna válvula de escape. Depois de Mariana, o que foi feito para evitar novos rompimentos? Quais medidas protetivas foram tomadas para salvaguardar a população e o meio ambiente? Você sabe responder a essa pergunta? Eu não.

Para alguém aprender, é preciso ensinar. O Brasil não aprende porque poucos estão dispostos a educar. Educação exige limite, disciplina, lei, autoridade, seriedade, desprendimento de si próprio para focar no bem comum. Enquanto um cargo público, sobretudo o eletivo, for visto como uma mina de dinheiro e um balcão de negócios, não haverá aprendizado.

Não foi a chuva nem a ira de Deus. Não foram as pessoas que ali trabalham ou que moram em Brumadinho. Se houve negligência, houve culpados, tanto quanto vítimas. O Estado precisa assumir sua responsabilidade, já que a ele compete outorgar, liberar, conceder, fiscalizar. Basta cumprir seu papel. Estamos esperando.

Disponível em: <https://tinyurl.com/yyy8zmd2>.
  Acesso em: 11 fev. 2019 (Adaptação).
Analise a charge a seguir


     Imagem associada para resolução da questão

Em uma análise comparativa com o texto “O crime de Brumadinho”, é correto afirmar que a charge
Alternativas
Q2056036 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

O crime de Brumadinho

O rompimento de mais uma barragem, em Minas Gerais, não é a repetição de uma tragédia, nem de um erro da Vale, terceira maior empresa do país.
É a reincidência de um crime

Reza o ditado popular algo assim: “Ou se aprende no amor ou se aprende na dor”. Mas o Brasil parece não aprender de jeito algum. E quem é “o Brasil”? Neste caso, as autoridades que exercem cargos públicos, os políticos, a Justiça que não pune como deveria. Embora com distintas responsabilidades, há uma cadeia de (ir)responsáveis. O rompimento de mais uma barragem, em Minas Gerais, não é a repetição de uma tragédia, nem de um erro da Vale, terceira maior empresa do país. É a reincidência de um crime; na verdade, de vários crimes. Omissão, ambição, ganância, descaso com a natureza, falta de fiscalização. O preço é a vida humana, sempre em risco.

Nove mortos e mais de três centenas de desaparecidos (enquanto escrevo). Famílias devastadas. Uma comunidade em choque, levada por um mar de lama. Sequelas permanentes para o ecossistema. A comoção diante das cenas de resgate e da dimensão da lama é real, mas passa e, depois, nada acontece. Nada de multas pagas, nada de indenizações, nada de prisões, nada de ajuda real para quem foi afetado. É assim com os atingidos por desastres ambientais, por balas perdidas, por quedas de avião, por incêndio em boate e por aí vai... Impunidade é mais causa do que consequência, pode apostar.

O caso de Mariana só não foi esquecido por quem foi atingido e por quem tenta até hoje fazer justiça à comunidade e reparar os danos ao meio ambiente. O país seguiu sem pagar essa conta, apostando no “esquecimento” a eterna válvula de escape. Depois de Mariana, o que foi feito para evitar novos rompimentos? Quais medidas protetivas foram tomadas para salvaguardar a população e o meio ambiente? Você sabe responder a essa pergunta? Eu não.

Para alguém aprender, é preciso ensinar. O Brasil não aprende porque poucos estão dispostos a educar. Educação exige limite, disciplina, lei, autoridade, seriedade, desprendimento de si próprio para focar no bem comum. Enquanto um cargo público, sobretudo o eletivo, for visto como uma mina de dinheiro e um balcão de negócios, não haverá aprendizado.

Não foi a chuva nem a ira de Deus. Não foram as pessoas que ali trabalham ou que moram em Brumadinho. Se houve negligência, houve culpados, tanto quanto vítimas. O Estado precisa assumir sua responsabilidade, já que a ele compete outorgar, liberar, conceder, fiscalizar. Basta cumprir seu papel. Estamos esperando.

Disponível em: <https://tinyurl.com/yyy8zmd2>.
  Acesso em: 11 fev. 2019 (Adaptação).
Na introdução do texto, o autor utiliza o ditado “Ou se aprende no amor ou se aprende na dor”.
A relação entre o ditado e o ponto de vista que será empregado ao longo do texto está corretamente expressa em:
Alternativas
Q2056035 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

O crime de Brumadinho

O rompimento de mais uma barragem, em Minas Gerais, não é a repetição de uma tragédia, nem de um erro da Vale, terceira maior empresa do país.
É a reincidência de um crime

Reza o ditado popular algo assim: “Ou se aprende no amor ou se aprende na dor”. Mas o Brasil parece não aprender de jeito algum. E quem é “o Brasil”? Neste caso, as autoridades que exercem cargos públicos, os políticos, a Justiça que não pune como deveria. Embora com distintas responsabilidades, há uma cadeia de (ir)responsáveis. O rompimento de mais uma barragem, em Minas Gerais, não é a repetição de uma tragédia, nem de um erro da Vale, terceira maior empresa do país. É a reincidência de um crime; na verdade, de vários crimes. Omissão, ambição, ganância, descaso com a natureza, falta de fiscalização. O preço é a vida humana, sempre em risco.

Nove mortos e mais de três centenas de desaparecidos (enquanto escrevo). Famílias devastadas. Uma comunidade em choque, levada por um mar de lama. Sequelas permanentes para o ecossistema. A comoção diante das cenas de resgate e da dimensão da lama é real, mas passa e, depois, nada acontece. Nada de multas pagas, nada de indenizações, nada de prisões, nada de ajuda real para quem foi afetado. É assim com os atingidos por desastres ambientais, por balas perdidas, por quedas de avião, por incêndio em boate e por aí vai... Impunidade é mais causa do que consequência, pode apostar.

O caso de Mariana só não foi esquecido por quem foi atingido e por quem tenta até hoje fazer justiça à comunidade e reparar os danos ao meio ambiente. O país seguiu sem pagar essa conta, apostando no “esquecimento” a eterna válvula de escape. Depois de Mariana, o que foi feito para evitar novos rompimentos? Quais medidas protetivas foram tomadas para salvaguardar a população e o meio ambiente? Você sabe responder a essa pergunta? Eu não.

Para alguém aprender, é preciso ensinar. O Brasil não aprende porque poucos estão dispostos a educar. Educação exige limite, disciplina, lei, autoridade, seriedade, desprendimento de si próprio para focar no bem comum. Enquanto um cargo público, sobretudo o eletivo, for visto como uma mina de dinheiro e um balcão de negócios, não haverá aprendizado.

Não foi a chuva nem a ira de Deus. Não foram as pessoas que ali trabalham ou que moram em Brumadinho. Se houve negligência, houve culpados, tanto quanto vítimas. O Estado precisa assumir sua responsabilidade, já que a ele compete outorgar, liberar, conceder, fiscalizar. Basta cumprir seu papel. Estamos esperando.

Disponível em: <https://tinyurl.com/yyy8zmd2>.
  Acesso em: 11 fev. 2019 (Adaptação).
Releia este trecho.
“Depois de Mariana, o que foi feito para evitar novos rompimentos? Quais medidas protetivas foram tomadas para salvaguardar a população e o meio ambiente? Você sabe responder a essa pergunta? Eu não.”
Nesse trecho, o autor dirige-se ao seu leitor e se expressa em primeira pessoa.
Sobre o uso desse recurso linguístico, é correto afirmar:
Alternativas
Q2056034 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

O crime de Brumadinho

O rompimento de mais uma barragem, em Minas Gerais, não é a repetição de uma tragédia, nem de um erro da Vale, terceira maior empresa do país.
É a reincidência de um crime

Reza o ditado popular algo assim: “Ou se aprende no amor ou se aprende na dor”. Mas o Brasil parece não aprender de jeito algum. E quem é “o Brasil”? Neste caso, as autoridades que exercem cargos públicos, os políticos, a Justiça que não pune como deveria. Embora com distintas responsabilidades, há uma cadeia de (ir)responsáveis. O rompimento de mais uma barragem, em Minas Gerais, não é a repetição de uma tragédia, nem de um erro da Vale, terceira maior empresa do país. É a reincidência de um crime; na verdade, de vários crimes. Omissão, ambição, ganância, descaso com a natureza, falta de fiscalização. O preço é a vida humana, sempre em risco.

Nove mortos e mais de três centenas de desaparecidos (enquanto escrevo). Famílias devastadas. Uma comunidade em choque, levada por um mar de lama. Sequelas permanentes para o ecossistema. A comoção diante das cenas de resgate e da dimensão da lama é real, mas passa e, depois, nada acontece. Nada de multas pagas, nada de indenizações, nada de prisões, nada de ajuda real para quem foi afetado. É assim com os atingidos por desastres ambientais, por balas perdidas, por quedas de avião, por incêndio em boate e por aí vai... Impunidade é mais causa do que consequência, pode apostar.

O caso de Mariana só não foi esquecido por quem foi atingido e por quem tenta até hoje fazer justiça à comunidade e reparar os danos ao meio ambiente. O país seguiu sem pagar essa conta, apostando no “esquecimento” a eterna válvula de escape. Depois de Mariana, o que foi feito para evitar novos rompimentos? Quais medidas protetivas foram tomadas para salvaguardar a população e o meio ambiente? Você sabe responder a essa pergunta? Eu não.

Para alguém aprender, é preciso ensinar. O Brasil não aprende porque poucos estão dispostos a educar. Educação exige limite, disciplina, lei, autoridade, seriedade, desprendimento de si próprio para focar no bem comum. Enquanto um cargo público, sobretudo o eletivo, for visto como uma mina de dinheiro e um balcão de negócios, não haverá aprendizado.

Não foi a chuva nem a ira de Deus. Não foram as pessoas que ali trabalham ou que moram em Brumadinho. Se houve negligência, houve culpados, tanto quanto vítimas. O Estado precisa assumir sua responsabilidade, já que a ele compete outorgar, liberar, conceder, fiscalizar. Basta cumprir seu papel. Estamos esperando.

Disponível em: <https://tinyurl.com/yyy8zmd2>.
  Acesso em: 11 fev. 2019 (Adaptação).
A ideia central do texto está corretamente expressa em:
Alternativas
Q2056033 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

O crime de Brumadinho

O rompimento de mais uma barragem, em Minas Gerais, não é a repetição de uma tragédia, nem de um erro da Vale, terceira maior empresa do país.
É a reincidência de um crime

Reza o ditado popular algo assim: “Ou se aprende no amor ou se aprende na dor”. Mas o Brasil parece não aprender de jeito algum. E quem é “o Brasil”? Neste caso, as autoridades que exercem cargos públicos, os políticos, a Justiça que não pune como deveria. Embora com distintas responsabilidades, há uma cadeia de (ir)responsáveis. O rompimento de mais uma barragem, em Minas Gerais, não é a repetição de uma tragédia, nem de um erro da Vale, terceira maior empresa do país. É a reincidência de um crime; na verdade, de vários crimes. Omissão, ambição, ganância, descaso com a natureza, falta de fiscalização. O preço é a vida humana, sempre em risco.

Nove mortos e mais de três centenas de desaparecidos (enquanto escrevo). Famílias devastadas. Uma comunidade em choque, levada por um mar de lama. Sequelas permanentes para o ecossistema. A comoção diante das cenas de resgate e da dimensão da lama é real, mas passa e, depois, nada acontece. Nada de multas pagas, nada de indenizações, nada de prisões, nada de ajuda real para quem foi afetado. É assim com os atingidos por desastres ambientais, por balas perdidas, por quedas de avião, por incêndio em boate e por aí vai... Impunidade é mais causa do que consequência, pode apostar.

O caso de Mariana só não foi esquecido por quem foi atingido e por quem tenta até hoje fazer justiça à comunidade e reparar os danos ao meio ambiente. O país seguiu sem pagar essa conta, apostando no “esquecimento” a eterna válvula de escape. Depois de Mariana, o que foi feito para evitar novos rompimentos? Quais medidas protetivas foram tomadas para salvaguardar a população e o meio ambiente? Você sabe responder a essa pergunta? Eu não.

Para alguém aprender, é preciso ensinar. O Brasil não aprende porque poucos estão dispostos a educar. Educação exige limite, disciplina, lei, autoridade, seriedade, desprendimento de si próprio para focar no bem comum. Enquanto um cargo público, sobretudo o eletivo, for visto como uma mina de dinheiro e um balcão de negócios, não haverá aprendizado.

Não foi a chuva nem a ira de Deus. Não foram as pessoas que ali trabalham ou que moram em Brumadinho. Se houve negligência, houve culpados, tanto quanto vítimas. O Estado precisa assumir sua responsabilidade, já que a ele compete outorgar, liberar, conceder, fiscalizar. Basta cumprir seu papel. Estamos esperando.

Disponível em: <https://tinyurl.com/yyy8zmd2>.
  Acesso em: 11 fev. 2019 (Adaptação).
O título do texto (“O crime de Brumadinho”), ao se referir ao acontecido como ‘crime’, apresenta ao leitor o posicionamento do autor acerca do rompimento da barragem da mineradora Vale na cidade de Brumadinho.
Isto pode ser percebido porque
Alternativas
Q2056032 Português
Analise a charge a seguir.

Imagem associada para resolução da questão
Analise as afirmativas sobre o comentário do primeiro personagem no primeiro quadrinho a respeito do nome do amigo.
I. O personagem compara a sonoridade do nome Osmar com a sonoridade de “Os mar”. II. O personagem faz comentários sobre o erro de concordância verbal existente no jogo sonoro entre “Osmar” e “Os mar”. III. Em “Os mar” o artigo não concorda com o substantivo ao qual ele se refere.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):
Alternativas
Q2056031 Português
Leia o poema a seguir.
[...]
De Itabira trouxe prendas diversas que ora te ofereço: esta pedra de ferro, futuro aço do Brasil, este São Benedito do velho santeiro Alfredo Duval; este couro de anta, estendido no sofá da sala de visitas; este orgulho, esta cabeça baixa...
Tive ouro, tive gado, tive fazendas. Hoje sou funcionário público. Itabira é apenas uma fotografia na parede. Mas como dói!
Carlos Drummond de Andrade – Confidência do Itabirano. Disponível em: <https://tinyurl.com/y6ajc5pk>.  Acesso em: 13 fev. 2019. 

Sobre a acentuação das palavras empregadas no poema de Drummond, analise as afirmativas a seguir.
I. “São” segue as regras de acentuação das palavras paroxítonas. II. “sofá” e “dói” seguem as regras de acentuação das palavras dissílabas. III. “público” é acentuado segundo as regras de acentuação das palavras proparaxítonas.
Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q2056030 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

Romance em doze linhas

Quanto tempo falta pra gente se ver hoje
Quanto tempo falta pra gente se ver logo
Quanto tempo falta pra gente se ver todo dia
Quanto tempo falta pra gente se ver pra sempre
Quanto tempo falta pra gente se ver dia sim dia não
Quanto tempo falta pra gente se ver às vezes
Quanto tempo falta pra gente se ver cada vez menos
Quanto tempo falta pra gente não querer se ver
Quanto tempo falta pra gente não querer se ver nunca mais
Quanto tempo falta pra gente se ver e fingir que não se viu
Quanto tempo falta pra gente se ver e não se reconhecer
Quanto tempo falta pra gente se ver e nem lembrar que um dia se conheceu


Bruna Beber. Disponível em: <https://tinyurl.com/y2983cgf>.
Acesso em: 12 fev. 2019.
Em “Romance em doze linhas”, há uma repetição intencional de sentenças com pequenas modificações, que levam à progressão da ideia do texto.
Nesse sentido, em “Quanto tempo falta pra gente se ver às vezes”, o termo sublinhado classifica-se como
Alternativas
Q2056029 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

Romance em doze linhas

Quanto tempo falta pra gente se ver hoje
Quanto tempo falta pra gente se ver logo
Quanto tempo falta pra gente se ver todo dia
Quanto tempo falta pra gente se ver pra sempre
Quanto tempo falta pra gente se ver dia sim dia não
Quanto tempo falta pra gente se ver às vezes
Quanto tempo falta pra gente se ver cada vez menos
Quanto tempo falta pra gente não querer se ver
Quanto tempo falta pra gente não querer se ver nunca mais
Quanto tempo falta pra gente se ver e fingir que não se viu
Quanto tempo falta pra gente se ver e não se reconhecer
Quanto tempo falta pra gente se ver e nem lembrar que um dia se conheceu


Bruna Beber. Disponível em: <https://tinyurl.com/y2983cgf>.
Acesso em: 12 fev. 2019.
A respeito da classificação desse texto, analise as afirmativas a seguir.
I. Trata-se de um romance curto, como afirma o título. II. Trata-se de um poema que conta uma história. III. O título do texto remete, entre outros, ao caráter narrativo do romance.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
Alternativas
Q2034578 Relações Públicas
Uma das responsabilidades do gestor de comunicação organizacional é tratar a comunicação sob uma perspectiva abrangente e gerar consciência e competência comunicativas em todas as áreas da organização.
Sobre a gestão da comunicação, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q2034576 Relações Públicas
Sobre a gestão de crises, analise as afimativas a seguir.
I. Não existem organizações imunes às crises; portanto, elas devem estar empenhadas em preveni-las e capacitadas para gerenciá-las quando ocorrerem. II. Um competente projeto de gestão de crises deve incorporar complexos e refinados processos de planejamento, que privilegiem a prevenção e o esclarecimento de crises, e um sistema de comunicação ágil e transparente, que promova a circulação ampla das informações. III. Com um trabalho preventivo de comunicação, é possível mapear todas as possibilidades de crise em uma organização.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
Alternativas
Q2034573 Relações Públicas
O planejamento estratégico (PE), quando bem formulado, pode trazer grandes melhorias para o processo administrativo / organizacional, sendo aplicável em qualquer tipo de organização. Além disso, é uma excelente forma de fundamentação e subsídios para um posterior planejamento de relações públicas.
Sobre o PE, é incorreto afirmar:
Alternativas
Q2034572 Relações Públicas
A interação entre públicos e organizações está condicionada à visibilidade na rede. A visibilidade inicial proposta pelo consumidor transforma-se numa interação dentro das possibilidades da rede social. Esta é uma das características da comunicação em rede, se comparada à comunicação tradicional. Esses processos de visibilidade e interação eram restritos antes do advento da internet, pois sujeitos e organizações tinham menos possibilidades de contato. Entretanto, mesmo quando esse relacionamento era estabelecido, ele se dava apenas entre as duas instâncias, não sendo público para os demais.
Com base na situação descrita, avalie as proposições a seguir e a relação proposta entre elas.
I. As organizações sempre puderam tornar suas ações visíveis por meios tradicionais de comunicação. Com a gama de possibilidades que a internet trouxe, principalmente no que se refere à participação dos públicos nos processos de comunicação, a visibilidade ganhou outra dimensão e passou a proporcionar interação, que, quando bem-feita, gera, consequentemente, visibilidade. Em outras palavras, os públicos, na medida em que se manifestam e interagem com organizações, aumentam a visibilidade das empresas.
PORQUE
II. por meio da visibilidade proporcionada pela rede, os sujeitos conferem sentidos às organizações, os quais se convertem em valores, como autoridade e reputação, e passam a ser buscados por todas elas. Por isso, é preciso refletir não apenas sobre a transposição de ações de um meio para outro, mas também sobre como as características da internet influenciam nas rotinas de comunicação de sujeitos, meios e organizações.
Sobre o contexto apresentado, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2034571 Relações Públicas
A gestão das relações com os stakeholders deve considerar que as organizações e seus públicos estratégicos interagem dinamicamente e negociam constantemente, buscando um equilíbrio. Essa relação, portanto, não é estabelecida pelas partes diretamente envolvidas nessa interação (organizações e stakeholders), sofre a interferência do mercado, da cultura e, ainda, pode ser mediada pela imprensa também refém dos mesmos fatores condicionantes.
Com base na situação descrita, avalie as proposições a seguir e a relação proposta entre elas.
I. O relacionamento com a imprensa sempre foi entendido como indispensável para criar e consolidar a imagem e a reputação das organizações. Porém, o contexto atual em que se inserem as organizações – globalização, boom das redes sociais, concorrência predatória, politização das relações comerciais, etc. – e a própria imprensa, com a consolidação do formato digital de divulgação de informações e a grande segmentação, modificaram-se, de forma drástica, nas duas últimas décadas. Assim, as estratégias de interação entre os dois lados não são mais adequadas ou suficientes, uma vez que essa alteração define uma nova lógica de relacionamento.
PORQUE
II. a imprensa tem perdido, substancialmente, peso e importância como mediadora das relações entre as organizações e os demais stakeholders. A comunicação virtual tem permitido que as empresas potencializem canais alternativos para a interação com seus públicos de interesse. Dessa forma, a imprensa não se constitui mais como a única nem como a mais eficiente instância de mediação.
Sobre o contexto apresentado, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2034570 Relações Públicas
Sobre a gestão de marketing, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q2034569 Relações Públicas
Sobre o panorama da comunicação organizacional, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.
( ) O termo comunicação organizacional é relativamente antigo e remonta à década de 1950. ( ) Alguns autores e entidades entendem que o termo comunicação organizacional é sinônimo da expressão comunicação empresarial.
( ) A comunicação organizacional é uma disciplina que estuda de que forma se processa o fenômeno da comunicação nas organizações, considerando o contexto da sociedade global. Ela analisa o sistema, o funcionamento e o processo de comunicação entre a organização e seus públicos. ( ) A comunicação organizacional e as relações públicas atuam no mesmo espaço, com conceitos distintos, porém, com fins semelhantes: a criação e a manutenção de comunicação de um sistema de comunicação excelente para as organizações.
Assinale a sequência correta:
Alternativas
Respostas
10701: D
10702: D
10703: B
10704: C
10705: B
10706: C
10707: D
10708: A
10709: C
10710: C
10711: D
10712: A
10713: C
10714: A
10715: C
10716: A
10717: B
10718: C
10719: C
10720: D