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Para exibir uma barra de ferramentas dessas, pode-se seguir os seguintes passos:
Com base na figura abaixo, identifique os itens do Microsoft Excel XP.
Os itens indicados por 1, 2 e 3 são, respectivamente,
Assinale a alternativa CORRETA em relação à regência verbal.
“Só uma coisa me entristece
O beijo de amor que não roubei
A jura secreta que não fiz
A briga de amor que não causei
Nada do que posso me alucina
Tanto quanto o que não fiz
Nada que eu quero me suprime.”
(Abel Silva)
Em relação ao trecho do poema acima, assinale a alternativa CORRETA.
Assinale a alternativa em que a retirada da(s) vírgula(s) altera o sentido da frase.
“___ cada dia, a sociedade está ficando mais exigente, por isso ______ jovens devem ficar atentas ___ oportunidades do mercado de trabalho.”
Em relação ao uso do sinal de crase, assinale a alternativa que preenche CORRETAMENTE as lacunas do período acima.
Observe a frase abaixo:
Aquele parlamentar inescrupuloso volta e meia dá o ar da graça.
A expressão destacada pode ser substituída, sem prejuízo no sentido da frase, por
“O ex-presidiário precisa trabalhar bastante para integrar-se à sociedade _________ passará a viver.”
Assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE a frase, de acordo com a regência do verbo.
Com base no texto abaixo, responda às questões de 01 a 04.
- _____O instituto da imunidade parlamentar é oriundo
- do direito britânico. Remonta à necessidade de se
- armar o Legislativo contra o autoritarismo dos
- monarcas. É consagrado até hoje em países
- democráticos de todo o mundo. Mas a questão é
- tratada, na maioria deles, de forma um pouco diferente
- da brasileira.
- _____Na Inglaterra, berço da imunidade parlamentar,
- assim como na França, o privilégio é concedido de
- forma discreta. A isenção de prisão só é cabível
- quando os congressistas estão em sessão, ou seja,
- durante três ou quatro meses por ano. Nesse período,
- a ação penal pública fica suspensa. Não existe
- imunidade quando se trata de flagrante delito.
- _____Nos Estados Unidos, a imunidade parlamentar
- não funciona durante o recesso do Congresso e
- também não vale para os casos de traição, falta grave
- ou alteração da paz. Em Portugal, a Constituição de
- 1976 manteve a imunidade material dos parlamentares,
- ao impedir a prisão sem prévia autorização do
- Congresso.
- _____A Alemanha também assegura a imunidade
- parlamentar, mas não torna os deputados isentos de
- processos que envolvam crime de ofensa. Se um
- deputado ofender alguém em uma entrevista, pode ser
- processado pela vítima, sem prévia autorização do
- Poder Legislativo. Em Costa Rica, democracia da
- América Central, a Constituição permite que um
- deputado renuncie a sua prerrogativa de imunidade.
- Essa renúncia não é permitida no Brasil.
(Visão – 10/2007)
Considere as afirmações abaixo:
I. Na Inglaterra, bem como na França, o privilégio é concedido de forma discreta.
II. Mas a questão é tratada de forma diferente da brasileira.
III. Os congressistas podem ser presos, contanto que não estejam em recesso.
Assinale a opção VERDADEIRA.
Com base no texto abaixo, responda às questões de 01 a 04.
- _____O instituto da imunidade parlamentar é oriundo
- do direito britânico. Remonta à necessidade de se
- armar o Legislativo contra o autoritarismo dos
- monarcas. É consagrado até hoje em países
- democráticos de todo o mundo. Mas a questão é
- tratada, na maioria deles, de forma um pouco diferente
- da brasileira.
- _____Na Inglaterra, berço da imunidade parlamentar,
- assim como na França, o privilégio é concedido de
- forma discreta. A isenção de prisão só é cabível
- quando os congressistas estão em sessão, ou seja,
- durante três ou quatro meses por ano. Nesse período,
- a ação penal pública fica suspensa. Não existe
- imunidade quando se trata de flagrante delito.
- _____Nos Estados Unidos, a imunidade parlamentar
- não funciona durante o recesso do Congresso e
- também não vale para os casos de traição, falta grave
- ou alteração da paz. Em Portugal, a Constituição de
- 1976 manteve a imunidade material dos parlamentares,
- ao impedir a prisão sem prévia autorização do
- Congresso.
- _____A Alemanha também assegura a imunidade
- parlamentar, mas não torna os deputados isentos de
- processos que envolvam crime de ofensa. Se um
- deputado ofender alguém em uma entrevista, pode ser
- processado pela vítima, sem prévia autorização do
- Poder Legislativo. Em Costa Rica, democracia da
- América Central, a Constituição permite que um
- deputado renuncie a sua prerrogativa de imunidade.
- Essa renúncia não é permitida no Brasil.
(Visão – 10/2007)
Em “Se um deputado ofender alguém em uma entrevista...” (linha 24), o vocábulo destacado estabelece, na oração, uma relação de
Com base no texto abaixo, responda às questões de 01 a 04.
- _____O instituto da imunidade parlamentar é oriundo
- do direito britânico. Remonta à necessidade de se
- armar o Legislativo contra o autoritarismo dos
- monarcas. É consagrado até hoje em países
- democráticos de todo o mundo. Mas a questão é
- tratada, na maioria deles, de forma um pouco diferente
- da brasileira.
- _____Na Inglaterra, berço da imunidade parlamentar,
- assim como na França, o privilégio é concedido de
- forma discreta. A isenção de prisão só é cabível
- quando os congressistas estão em sessão, ou seja,
- durante três ou quatro meses por ano. Nesse período,
- a ação penal pública fica suspensa. Não existe
- imunidade quando se trata de flagrante delito.
- _____Nos Estados Unidos, a imunidade parlamentar
- não funciona durante o recesso do Congresso e
- também não vale para os casos de traição, falta grave
- ou alteração da paz. Em Portugal, a Constituição de
- 1976 manteve a imunidade material dos parlamentares,
- ao impedir a prisão sem prévia autorização do
- Congresso.
- _____A Alemanha também assegura a imunidade
- parlamentar, mas não torna os deputados isentos de
- processos que envolvam crime de ofensa. Se um
- deputado ofender alguém em uma entrevista, pode ser
- processado pela vítima, sem prévia autorização do
- Poder Legislativo. Em Costa Rica, democracia da
- América Central, a Constituição permite que um
- deputado renuncie a sua prerrogativa de imunidade.
- Essa renúncia não é permitida no Brasil.
(Visão – 10/2007)
Com base no texto, assinale a alternativa CORRETA.
Com base no texto abaixo, responda às questões de 01 a 04.
- _____O instituto da imunidade parlamentar é oriundo
- do direito britânico. Remonta à necessidade de se
- armar o Legislativo contra o autoritarismo dos
- monarcas. É consagrado até hoje em países
- democráticos de todo o mundo. Mas a questão é
- tratada, na maioria deles, de forma um pouco diferente
- da brasileira.
- _____Na Inglaterra, berço da imunidade parlamentar,
- assim como na França, o privilégio é concedido de
- forma discreta. A isenção de prisão só é cabível
- quando os congressistas estão em sessão, ou seja,
- durante três ou quatro meses por ano. Nesse período,
- a ação penal pública fica suspensa. Não existe
- imunidade quando se trata de flagrante delito.
- _____Nos Estados Unidos, a imunidade parlamentar
- não funciona durante o recesso do Congresso e
- também não vale para os casos de traição, falta grave
- ou alteração da paz. Em Portugal, a Constituição de
- 1976 manteve a imunidade material dos parlamentares,
- ao impedir a prisão sem prévia autorização do
- Congresso.
- _____A Alemanha também assegura a imunidade
- parlamentar, mas não torna os deputados isentos de
- processos que envolvam crime de ofensa. Se um
- deputado ofender alguém em uma entrevista, pode ser
- processado pela vítima, sem prévia autorização do
- Poder Legislativo. Em Costa Rica, democracia da
- América Central, a Constituição permite que um
- deputado renuncie a sua prerrogativa de imunidade.
- Essa renúncia não é permitida no Brasil.
(Visão – 10/2007)
Julgue Verdadeiro (V) ou Falso (F) os itens a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
I. Na Inglaterra, a imunidade parlamentar limita-se a três ou quatro meses por ano.
II. Na França, não existe imunidade parlamentar para um congressista preso em flagrante delito.
III. Em Portugal, para que um deputado ou senador seja preso, é necessária a prévia autorização do Congresso.
IV. Nos Estados Unidos, um parlamentar que tenha cometido traição, só pode ser processado durante o recesso do Congresso.
V. A imunidade parlamentar originou-se na Inglaterra com o objetivo de proteger o Legislativo do autoritarismo dos primeiros-ministros.
Considerando o que preconiza os Parâmetros Curriculares Nacionais, em relação ao ensino da Língua Portuguesa, qual a opção CORRETA?
O texto C servirá de referência para responder às questões de 42 a 49.
TEXTO C A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados deu um passo atrás há uma semana. O grupo aprovou por unanimidade o projeto que pretende banir o uso de palavras estrangeiras em anúncios publicitários, meios de comunicação, documentos oficiais, letreiros de lojas e restaurantes. Caso o projeto se tome lei, quem for comprar um mouse para computador terá de procurar na prateleira por um “rato”. Aliás, ao comprar o próprio computador, terá de pedir ao lojista por um “ordenador”. Não se poderá mais promover shows, e sim apresentações musicais... e por aí afora. O projeto, que já passou pelo Senado, será agora encaminhado à votação no plenário da Câmara. Caso ele seja aprovado, o Congresso terá deflagrado um retrocesso sem precedentes na história da língua portuguesa. O projeto se baseia na premissa desmiolada de que o português estaria ameaçado pela invasão de termos em inglês usados pela população, principalmente aqueles trazidos pelas novidades tecnológicas. A percepção de que a língua de Camões estaria perdendo a guerra contra um ataque incessante de estrangeirismo é equivocada e despreza a natureza dos idiomas. (Rafael Corrêa e Vanessa Vieira-Revista Veja, 26 de dezembro de 2007). |
“O projeto se baseia na premissa...”
Com relação ao verbo destacado, também está correta a forma verbal usada na frase:
O texto C servirá de referência para responder às questões de 42 a 49.
TEXTO C A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados deu um passo atrás há uma semana. O grupo aprovou por unanimidade o projeto que pretende banir o uso de palavras estrangeiras em anúncios publicitários, meios de comunicação, documentos oficiais, letreiros de lojas e restaurantes. Caso o projeto se tome lei, quem for comprar um mouse para computador terá de procurar na prateleira por um “rato”. Aliás, ao comprar o próprio computador, terá de pedir ao lojista por um “ordenador”. Não se poderá mais promover shows, e sim apresentações musicais... e por aí afora. O projeto, que já passou pelo Senado, será agora encaminhado à votação no plenário da Câmara. Caso ele seja aprovado, o Congresso terá deflagrado um retrocesso sem precedentes na história da língua portuguesa. O projeto se baseia na premissa desmiolada de que o português estaria ameaçado pela invasão de termos em inglês usados pela população, principalmente aqueles trazidos pelas novidades tecnológicas. A percepção de que a língua de Camões estaria perdendo a guerra contra um ataque incessante de estrangeirismo é equivocada e despreza a natureza dos idiomas. (Rafael Corrêa e Vanessa Vieira-Revista Veja, 26 de dezembro de 2007). |
Na linguagem do texto “rato” e “ordenador”
O texto C servirá de referência para responder às questões de 42 a 49.
TEXTO C A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados deu um passo atrás há uma semana. O grupo aprovou por unanimidade o projeto que pretende banir o uso de palavras estrangeiras em anúncios publicitários, meios de comunicação, documentos oficiais, letreiros de lojas e restaurantes. Caso o projeto se tome lei, quem for comprar um mouse para computador terá de procurar na prateleira por um “rato”. Aliás, ao comprar o próprio computador, terá de pedir ao lojista por um “ordenador”. Não se poderá mais promover shows, e sim apresentações musicais... e por aí afora. O projeto, que já passou pelo Senado, será agora encaminhado à votação no plenário da Câmara. Caso ele seja aprovado, o Congresso terá deflagrado um retrocesso sem precedentes na história da língua portuguesa. O projeto se baseia na premissa desmiolada de que o português estaria ameaçado pela invasão de termos em inglês usados pela população, principalmente aqueles trazidos pelas novidades tecnológicas. A percepção de que a língua de Camões estaria perdendo a guerra contra um ataque incessante de estrangeirismo é equivocada e despreza a natureza dos idiomas. (Rafael Corrêa e Vanessa Vieira-Revista Veja, 26 de dezembro de 2007). |
Considerando que os sinais de pontuação são recursos gramaticais ou estilísticos, analise as seguintes passagens do texto.
I. que pretende banir o uso de palavras estrangeiras em anúncios publicitários, meios de comunicação, documentos oficiais, letreiros de lojas e restaurantes.”
II. “Caso o projeto se tome lei, quem for comprar um mouse...”
III. “Não se poderá mais promover shows, e sim apresentações musicais...”
Pode-se AFIRMAR:
O texto C servirá de referência para responder às questões de 42 a 49.
TEXTO C A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados deu um passo atrás há uma semana. O grupo aprovou por unanimidade o projeto que pretende banir o uso de palavras estrangeiras em anúncios publicitários, meios de comunicação, documentos oficiais, letreiros de lojas e restaurantes. Caso o projeto se tome lei, quem for comprar um mouse para computador terá de procurar na prateleira por um “rato”. Aliás, ao comprar o próprio computador, terá de pedir ao lojista por um “ordenador”. Não se poderá mais promover shows, e sim apresentações musicais... e por aí afora. O projeto, que já passou pelo Senado, será agora encaminhado à votação no plenário da Câmara. Caso ele seja aprovado, o Congresso terá deflagrado um retrocesso sem precedentes na história da língua portuguesa. O projeto se baseia na premissa desmiolada de que o português estaria ameaçado pela invasão de termos em inglês usados pela população, principalmente aqueles trazidos pelas novidades tecnológicas. A percepção de que a língua de Camões estaria perdendo a guerra contra um ataque incessante de estrangeirismo é equivocada e despreza a natureza dos idiomas. (Rafael Corrêa e Vanessa Vieira-Revista Veja, 26 de dezembro de 2007). |
Em relação à forma nominal do verbo destacado em “Aliás, ao comprar o próprio computador...”, assinale a opção CORRETA.
O texto C servirá de referência para responder às questões de 42 a 49.
TEXTO C A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados deu um passo atrás há uma semana. O grupo aprovou por unanimidade o projeto que pretende banir o uso de palavras estrangeiras em anúncios publicitários, meios de comunicação, documentos oficiais, letreiros de lojas e restaurantes. Caso o projeto se tome lei, quem for comprar um mouse para computador terá de procurar na prateleira por um “rato”. Aliás, ao comprar o próprio computador, terá de pedir ao lojista por um “ordenador”. Não se poderá mais promover shows, e sim apresentações musicais... e por aí afora. O projeto, que já passou pelo Senado, será agora encaminhado à votação no plenário da Câmara. Caso ele seja aprovado, o Congresso terá deflagrado um retrocesso sem precedentes na história da língua portuguesa. O projeto se baseia na premissa desmiolada de que o português estaria ameaçado pela invasão de termos em inglês usados pela população, principalmente aqueles trazidos pelas novidades tecnológicas. A percepção de que a língua de Camões estaria perdendo a guerra contra um ataque incessante de estrangeirismo é equivocada e despreza a natureza dos idiomas. (Rafael Corrêa e Vanessa Vieira-Revista Veja, 26 de dezembro de 2007). |
Considerando o contexto, sejam os fragmentos:
“Caso o projeto se torne lei...”
“Caso ele seja aprovado...”
Os conteúdos dessas orações funcionam como
O texto C servirá de referência para responder às questões de 42 a 49.
TEXTO C A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados deu um passo atrás há uma semana. O grupo aprovou por unanimidade o projeto que pretende banir o uso de palavras estrangeiras em anúncios publicitários, meios de comunicação, documentos oficiais, letreiros de lojas e restaurantes. Caso o projeto se tome lei, quem for comprar um mouse para computador terá de procurar na prateleira por um “rato”. Aliás, ao comprar o próprio computador, terá de pedir ao lojista por um “ordenador”. Não se poderá mais promover shows, e sim apresentações musicais... e por aí afora. O projeto, que já passou pelo Senado, será agora encaminhado à votação no plenário da Câmara. Caso ele seja aprovado, o Congresso terá deflagrado um retrocesso sem precedentes na história da língua portuguesa. O projeto se baseia na premissa desmiolada de que o português estaria ameaçado pela invasão de termos em inglês usados pela população, principalmente aqueles trazidos pelas novidades tecnológicas. A percepção de que a língua de Camões estaria perdendo a guerra contra um ataque incessante de estrangeirismo é equivocada e despreza a natureza dos idiomas. (Rafael Corrêa e Vanessa Vieira-Revista Veja, 26 de dezembro de 2007). |
Leia o excerto a seguir:
“Aliás, ao comprar o próprio computador, terá de pedir ao lojista por um “ordenador”.
Considerando o contexto, preserva-se o sentido da frase no texto, se a palavra em destaque for substituída por
O texto C servirá de referência para responder às questões de 42 a 49.
TEXTO C A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados deu um passo atrás há uma semana. O grupo aprovou por unanimidade o projeto que pretende banir o uso de palavras estrangeiras em anúncios publicitários, meios de comunicação, documentos oficiais, letreiros de lojas e restaurantes. Caso o projeto se tome lei, quem for comprar um mouse para computador terá de procurar na prateleira por um “rato”. Aliás, ao comprar o próprio computador, terá de pedir ao lojista por um “ordenador”. Não se poderá mais promover shows, e sim apresentações musicais... e por aí afora. O projeto, que já passou pelo Senado, será agora encaminhado à votação no plenário da Câmara. Caso ele seja aprovado, o Congresso terá deflagrado um retrocesso sem precedentes na história da língua portuguesa. O projeto se baseia na premissa desmiolada de que o português estaria ameaçado pela invasão de termos em inglês usados pela população, principalmente aqueles trazidos pelas novidades tecnológicas. A percepção de que a língua de Camões estaria perdendo a guerra contra um ataque incessante de estrangeirismo é equivocada e despreza a natureza dos idiomas. (Rafael Corrêa e Vanessa Vieira-Revista Veja, 26 de dezembro de 2007). |
Das palavras citadas abaixo, dois substantivos caracterizam, no texto, o assunto discutido. Identifique-os.