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Q3289563 Português
Covardia em escolas

E quando a violência ocorre justamente na escola, cometida por quem deveria proteger os alunos? Neste mês, dois casos estarrecedores vieram a público.

    A escola é parte fundamental da rede de proteção de crianças e adolescentes contra a violência. Para além da sua atividade original, funciona como um canal de denúncia de abusos físicos, psicológicos e sexuais, seja porque meninos e meninas se sentem mais seguros para revelar a um educador o que estão sofrendo, seja porque os profissionais de ensino podem perceber VESTÍGIOS / VESTÍJIOS de que algo está errado. E como a imensa maioria das agressões ocorre na casa das vítimas — praticadas pela própria família —, por vezes, é na escola que elas conseguem o socorro para livrá-las dos MAUS-TRATOS / MAUS TRATOS.
    Mas, e quando a violência ocorre justamente na escola, cometida por quem deveria proteger os alunos? Neste mês, dois casos estarrecedores vieram a público. E revoltam pela covardia, contra VUNERÁVEIS / VULNERÁVEIS que, de tão tenra idade, não conseguiam contar em casa a dor e a humilhação a que eram submetidos.
Em Osasco (SP), a dona de uma creche particular foi gravada dando sucessivos tapas no rosto de um menino de 2 anos e sacudindo-o para forçá-lo a tomar uma vitamina durante o horário de lanche. Uma ex-funcionária fez o vídeo e denunciou.
    Em Duque de Caxias (RJ), o algoz também foi um dono de colégio infantil. A gravação mostra a agressão a um menino de 4 anos. Ele dá um puxão forte no braço do garotinho, que cai. Em seguida, o suspende e o coloca contra a parede. Depois, o sacode várias vezes e o joga no chão. A mãe recebeu as imagens de um perfil fake (falso). Ela disse que notava marcas no filho e que ele chorava e pedia para não voltar à escola.
    Covardias assim atingem também pais ou responsáveis. Quando mandamos meninos e meninas para um estabelecimento de ensino, acreditamos que eles estarão num local seguro, onde receberão orientações para seu crescimento pessoal e serão respeitados.
    Graças às denúncias, a polícia chegou a esses dois abusadores. Não fosse isso, certamente seguiriam a torturar crianças. Esperamos que a Justiça os faça pagar exemplarmente pelo crime covarde.
    Crianças e adolescentes sendo machucados é um problema público, diz respeito a todos nós. E a denúncia tem a capacidade de livrá-los do sofrimento. Se souber ou desconfiar de maus-tratos / maus tratos, não deixe de agir. Denuncie. Isso pode fazer toda a diferença na vida de quem não consegue se defender sozinho.

BARBOSA, Cida. Covardia em escolas. Correio Braziliense, 20 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7 065508-covardia-em-escolas.html. Acesso em: 22 fev. 2025. Adaptado para esta avaliação. 
O vocábulo “algoz” sublinhado no quarto parágrafo do texto é, no contexto, sinônimo de
Alternativas
Q3289562 Português
Covardia em escolas

E quando a violência ocorre justamente na escola, cometida por quem deveria proteger os alunos? Neste mês, dois casos estarrecedores vieram a público.

    A escola é parte fundamental da rede de proteção de crianças e adolescentes contra a violência. Para além da sua atividade original, funciona como um canal de denúncia de abusos físicos, psicológicos e sexuais, seja porque meninos e meninas se sentem mais seguros para revelar a um educador o que estão sofrendo, seja porque os profissionais de ensino podem perceber VESTÍGIOS / VESTÍJIOS de que algo está errado. E como a imensa maioria das agressões ocorre na casa das vítimas — praticadas pela própria família —, por vezes, é na escola que elas conseguem o socorro para livrá-las dos MAUS-TRATOS / MAUS TRATOS.
    Mas, e quando a violência ocorre justamente na escola, cometida por quem deveria proteger os alunos? Neste mês, dois casos estarrecedores vieram a público. E revoltam pela covardia, contra VUNERÁVEIS / VULNERÁVEIS que, de tão tenra idade, não conseguiam contar em casa a dor e a humilhação a que eram submetidos.
Em Osasco (SP), a dona de uma creche particular foi gravada dando sucessivos tapas no rosto de um menino de 2 anos e sacudindo-o para forçá-lo a tomar uma vitamina durante o horário de lanche. Uma ex-funcionária fez o vídeo e denunciou.
    Em Duque de Caxias (RJ), o algoz também foi um dono de colégio infantil. A gravação mostra a agressão a um menino de 4 anos. Ele dá um puxão forte no braço do garotinho, que cai. Em seguida, o suspende e o coloca contra a parede. Depois, o sacode várias vezes e o joga no chão. A mãe recebeu as imagens de um perfil fake (falso). Ela disse que notava marcas no filho e que ele chorava e pedia para não voltar à escola.
    Covardias assim atingem também pais ou responsáveis. Quando mandamos meninos e meninas para um estabelecimento de ensino, acreditamos que eles estarão num local seguro, onde receberão orientações para seu crescimento pessoal e serão respeitados.
    Graças às denúncias, a polícia chegou a esses dois abusadores. Não fosse isso, certamente seguiriam a torturar crianças. Esperamos que a Justiça os faça pagar exemplarmente pelo crime covarde.
    Crianças e adolescentes sendo machucados é um problema público, diz respeito a todos nós. E a denúncia tem a capacidade de livrá-los do sofrimento. Se souber ou desconfiar de maus-tratos / maus tratos, não deixe de agir. Denuncie. Isso pode fazer toda a diferença na vida de quem não consegue se defender sozinho.

BARBOSA, Cida. Covardia em escolas. Correio Braziliense, 20 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7 065508-covardia-em-escolas.html. Acesso em: 22 fev. 2025. Adaptado para esta avaliação. 
O período que abre o último parágrafo do artigo (em destaque com um grifo) é coordenado assindético. Caso suas orações precisem de ser conectadas por uma conjunção, qual das opções abaixo é a mais adequada para o contexto? 
Alternativas
Q3289561 Português
Covardia em escolas

E quando a violência ocorre justamente na escola, cometida por quem deveria proteger os alunos? Neste mês, dois casos estarrecedores vieram a público.

    A escola é parte fundamental da rede de proteção de crianças e adolescentes contra a violência. Para além da sua atividade original, funciona como um canal de denúncia de abusos físicos, psicológicos e sexuais, seja porque meninos e meninas se sentem mais seguros para revelar a um educador o que estão sofrendo, seja porque os profissionais de ensino podem perceber VESTÍGIOS / VESTÍJIOS de que algo está errado. E como a imensa maioria das agressões ocorre na casa das vítimas — praticadas pela própria família —, por vezes, é na escola que elas conseguem o socorro para livrá-las dos MAUS-TRATOS / MAUS TRATOS.
    Mas, e quando a violência ocorre justamente na escola, cometida por quem deveria proteger os alunos? Neste mês, dois casos estarrecedores vieram a público. E revoltam pela covardia, contra VUNERÁVEIS / VULNERÁVEIS que, de tão tenra idade, não conseguiam contar em casa a dor e a humilhação a que eram submetidos.
Em Osasco (SP), a dona de uma creche particular foi gravada dando sucessivos tapas no rosto de um menino de 2 anos e sacudindo-o para forçá-lo a tomar uma vitamina durante o horário de lanche. Uma ex-funcionária fez o vídeo e denunciou.
    Em Duque de Caxias (RJ), o algoz também foi um dono de colégio infantil. A gravação mostra a agressão a um menino de 4 anos. Ele dá um puxão forte no braço do garotinho, que cai. Em seguida, o suspende e o coloca contra a parede. Depois, o sacode várias vezes e o joga no chão. A mãe recebeu as imagens de um perfil fake (falso). Ela disse que notava marcas no filho e que ele chorava e pedia para não voltar à escola.
    Covardias assim atingem também pais ou responsáveis. Quando mandamos meninos e meninas para um estabelecimento de ensino, acreditamos que eles estarão num local seguro, onde receberão orientações para seu crescimento pessoal e serão respeitados.
    Graças às denúncias, a polícia chegou a esses dois abusadores. Não fosse isso, certamente seguiriam a torturar crianças. Esperamos que a Justiça os faça pagar exemplarmente pelo crime covarde.
    Crianças e adolescentes sendo machucados é um problema público, diz respeito a todos nós. E a denúncia tem a capacidade de livrá-los do sofrimento. Se souber ou desconfiar de maus-tratos / maus tratos, não deixe de agir. Denuncie. Isso pode fazer toda a diferença na vida de quem não consegue se defender sozinho.

BARBOSA, Cida. Covardia em escolas. Correio Braziliense, 20 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7 065508-covardia-em-escolas.html. Acesso em: 22 fev. 2025. Adaptado para esta avaliação. 
Nos primeiros parágrafos do texto, há três pares de palavras destacados em letras maiúsculas. Identifique, em meio a cada um desses pares, a forma que está corretamente escrita, segundo a ortografia oficial da língua portuguesa.
Alternativas
Q3289560 Português
Covardia em escolas

E quando a violência ocorre justamente na escola, cometida por quem deveria proteger os alunos? Neste mês, dois casos estarrecedores vieram a público.

    A escola é parte fundamental da rede de proteção de crianças e adolescentes contra a violência. Para além da sua atividade original, funciona como um canal de denúncia de abusos físicos, psicológicos e sexuais, seja porque meninos e meninas se sentem mais seguros para revelar a um educador o que estão sofrendo, seja porque os profissionais de ensino podem perceber VESTÍGIOS / VESTÍJIOS de que algo está errado. E como a imensa maioria das agressões ocorre na casa das vítimas — praticadas pela própria família —, por vezes, é na escola que elas conseguem o socorro para livrá-las dos MAUS-TRATOS / MAUS TRATOS.
    Mas, e quando a violência ocorre justamente na escola, cometida por quem deveria proteger os alunos? Neste mês, dois casos estarrecedores vieram a público. E revoltam pela covardia, contra VUNERÁVEIS / VULNERÁVEIS que, de tão tenra idade, não conseguiam contar em casa a dor e a humilhação a que eram submetidos.
Em Osasco (SP), a dona de uma creche particular foi gravada dando sucessivos tapas no rosto de um menino de 2 anos e sacudindo-o para forçá-lo a tomar uma vitamina durante o horário de lanche. Uma ex-funcionária fez o vídeo e denunciou.
    Em Duque de Caxias (RJ), o algoz também foi um dono de colégio infantil. A gravação mostra a agressão a um menino de 4 anos. Ele dá um puxão forte no braço do garotinho, que cai. Em seguida, o suspende e o coloca contra a parede. Depois, o sacode várias vezes e o joga no chão. A mãe recebeu as imagens de um perfil fake (falso). Ela disse que notava marcas no filho e que ele chorava e pedia para não voltar à escola.
    Covardias assim atingem também pais ou responsáveis. Quando mandamos meninos e meninas para um estabelecimento de ensino, acreditamos que eles estarão num local seguro, onde receberão orientações para seu crescimento pessoal e serão respeitados.
    Graças às denúncias, a polícia chegou a esses dois abusadores. Não fosse isso, certamente seguiriam a torturar crianças. Esperamos que a Justiça os faça pagar exemplarmente pelo crime covarde.
    Crianças e adolescentes sendo machucados é um problema público, diz respeito a todos nós. E a denúncia tem a capacidade de livrá-los do sofrimento. Se souber ou desconfiar de maus-tratos / maus tratos, não deixe de agir. Denuncie. Isso pode fazer toda a diferença na vida de quem não consegue se defender sozinho.

BARBOSA, Cida. Covardia em escolas. Correio Braziliense, 20 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7 065508-covardia-em-escolas.html. Acesso em: 22 fev. 2025. Adaptado para esta avaliação. 
A expressão “tenra idade”, utilizada no segundo parágrafo do texto, significa 
Alternativas
Q3289559 Português
Covardia em escolas

E quando a violência ocorre justamente na escola, cometida por quem deveria proteger os alunos? Neste mês, dois casos estarrecedores vieram a público.

    A escola é parte fundamental da rede de proteção de crianças e adolescentes contra a violência. Para além da sua atividade original, funciona como um canal de denúncia de abusos físicos, psicológicos e sexuais, seja porque meninos e meninas se sentem mais seguros para revelar a um educador o que estão sofrendo, seja porque os profissionais de ensino podem perceber VESTÍGIOS / VESTÍJIOS de que algo está errado. E como a imensa maioria das agressões ocorre na casa das vítimas — praticadas pela própria família —, por vezes, é na escola que elas conseguem o socorro para livrá-las dos MAUS-TRATOS / MAUS TRATOS.
    Mas, e quando a violência ocorre justamente na escola, cometida por quem deveria proteger os alunos? Neste mês, dois casos estarrecedores vieram a público. E revoltam pela covardia, contra VUNERÁVEIS / VULNERÁVEIS que, de tão tenra idade, não conseguiam contar em casa a dor e a humilhação a que eram submetidos.
Em Osasco (SP), a dona de uma creche particular foi gravada dando sucessivos tapas no rosto de um menino de 2 anos e sacudindo-o para forçá-lo a tomar uma vitamina durante o horário de lanche. Uma ex-funcionária fez o vídeo e denunciou.
    Em Duque de Caxias (RJ), o algoz também foi um dono de colégio infantil. A gravação mostra a agressão a um menino de 4 anos. Ele dá um puxão forte no braço do garotinho, que cai. Em seguida, o suspende e o coloca contra a parede. Depois, o sacode várias vezes e o joga no chão. A mãe recebeu as imagens de um perfil fake (falso). Ela disse que notava marcas no filho e que ele chorava e pedia para não voltar à escola.
    Covardias assim atingem também pais ou responsáveis. Quando mandamos meninos e meninas para um estabelecimento de ensino, acreditamos que eles estarão num local seguro, onde receberão orientações para seu crescimento pessoal e serão respeitados.
    Graças às denúncias, a polícia chegou a esses dois abusadores. Não fosse isso, certamente seguiriam a torturar crianças. Esperamos que a Justiça os faça pagar exemplarmente pelo crime covarde.
    Crianças e adolescentes sendo machucados é um problema público, diz respeito a todos nós. E a denúncia tem a capacidade de livrá-los do sofrimento. Se souber ou desconfiar de maus-tratos / maus tratos, não deixe de agir. Denuncie. Isso pode fazer toda a diferença na vida de quem não consegue se defender sozinho.

BARBOSA, Cida. Covardia em escolas. Correio Braziliense, 20 de fevereiro de 2025. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2025/02/7 065508-covardia-em-escolas.html. Acesso em: 22 fev. 2025. Adaptado para esta avaliação. 
Qual dos tópicos a seguir NÃO tem relação direta com a temática tratada no artigo de opinião apresentado?
Alternativas
Q3284968 Biologia
Segundo a Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM), Buriti Bravo possui uma vegetação de transição onde são encontradas várias espécies: babaçuais densos e puros, cerrados, matas de galeria ou ciliares e uma vegetação composta de mata seca denominada "carrasco". Apesar dessa rica característica, segundo o próprio IBGE, o município ainda possui um bioma predominante, que é o(a): 
Alternativas
Q3284967 História e Geografia de Estados e Municípios
Um riacho é um pequeno curso de água doce que flui de forma contínua ou intermitente, geralmente menos profundo e mais estreito que um rio. Rico em recursos hídricos, o município de Buriti Bravo possui diversos riachos em seu território. Qual das alternativas abaixo NÃO indica um desses riachos?
Alternativas
Q3284966 História e Geografia de Estados e Municípios
Qual das afirmações abaixo reflete corretamente as primeiras décadas após o povoamento de Buriti Bravo?
Alternativas
Q3284965 Matemática
Julgue os itens seguintes em verdadeiro ou falso:

1 – ( ) A média aritmética dos divisores positivos de 24 é um divisor de 36.
2 – ( ) A quantidade de divisores positivos de 120 é 50% menor que a quantidade de divisores positivos de 240.
4 – ( ) Em 15 meses um capital aplicado a juro composto de 5% ao mês duplica de valor. (Se necessário, utilize log 2 = 0,3 e log 1,05 = 0,02).
8 – ( ) Se o ponto P = (5, 8) pertence ao gráfico da função f(x) = 2x−T , então f(2T) é um quadrado perfeito.
16 – ( ) O circuncentro de um triângulo é sempre interno ao triângulo.

O somatório dos itens verdadeiros é igual a:
Alternativas
Q3284964 Matemática
Se 3cosx + senx = −1, então tgx é igual a:
Alternativas
Q3284963 Matemática
Qual o valor de (1 + i)2024 , onde i = √−1?
Alternativas
Q3284962 Matemática
Sobre o número 324 − 1 é correto afirmar que:
Alternativas
Q3284961 Matemática
Diagonal de um polígono é um segmento de reta que liga dois vértices não consecutivos desse polígono, por exemplo, um triângulo não possui diagonal, mas um quadrilátero tem duas diagonais. Quantas diagonais de um icoságono regular não passam pelo seu centro? 
Alternativas
Q3284960 Raciocínio Lógico
O conjunto A é formado pelos números pares compreendidos entre √5 e √500. Quantos subconjuntos de A tem exatamente 3 elementos?
Alternativas
Q3284959 Matemática
Em Matemática, tabelas de números organizados em linhas e colunas recebe o nome de matrizes. Os números que formam a matriz são chamados elementos da matriz. Se Q31.png (65×33)  é a inversa de A = Q31_2.png (49×29) então a soma dos elementos da matriz B é igual a: 
Alternativas
Q3284958 Matemática
Determinantes são números associados a matrizes quadradas e são úteis na resolução e discussão de sistemas lineares. O determinante seguinte é igual a: 

Q30.png (220×58)
Alternativas
Q3284957 Matemática
Quantas soluções inteiras e positivas tem a inequação x2 + 2x − 120 < 0 ?
Alternativas
Q3284956 Matemática
O menor caminho (distância) de um ponto a uma reta é a medida do caminho perpendicular desse ponto à reta. Qual a distância do ponto P = (3,4) à reta de equação 6x − 8y + 5 = 0 ? 
Alternativas
Q3284955 Matemática
Seja X um número natural tal que X = 959595...95N, possui 95 algarismos e é múltiplo de 3. Qual o menor valor da soma dos algarismos de X? 
Alternativas
Q3284954 Matemática
Qual o resto da divisão de P(x) = x100 − 2x51 + 1 por x2 − 1 ?
Alternativas
Respostas
741: E
742: C
743: A
744: D
745: D
746: D
747: E
748: C
749: A
750: E
751: E
752: A
753: D
754: C
755: B
756: B
757: E
758: D
759: C
760: A