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Q3960126 Português
Texto 01


Ser perfeccionista é bom ou ruim?


         O perfeccionismo tem uma ótima reputação. Em entrevistas de emprego, é uma das respostas mais comuns para transformar a temida pergunta "Qual é sua fraqueza?" em uma autovalorização disfarçada.

       Para muitos, se trata de buscar excelência ou trabalhar incansavelmente para atingir o melhor resultado. Mas o que acontece quando essas expectativas elevadas, e às vezes implacáveis, acabam atrapalhando o próprio progresso?

      No trabalho, sente-se a pressão: "Sei que posso errar sem perder o emprego, mas tenho constantemente a sensação de estar a um passo de ser demitida".

      Essa ansiedade é comum entre os perfeccionistas, explica a psicóloga da saúde Sula Windgassen. No podcast Complex, da BBC Sounds, ela afirma: "A baixa autoestima tende a andar de mãos dadas com o perfeccionismo porque existe esse medo de falhar".

  Esse medo de errar frequentemente alimenta a procrastinação. O perfeccionismo pode estar ligado à personalidade, mas também é influenciado por experiências na infância, pela escola e pelas expectativas dos pais, que moldam o que cada um considera "bom o suficiente".

    Embora o perfeccionismo não seja um diagnóstico clínico, seus efeitos são muito reais — provocando ansiedade, cansaço e até sintomas físicos ligados ao estresse, como queda na imunidade. Especialistas dizem, no entanto, que é possível que se quebre o ciclo. Windgassen recomenda iniciar o que é conhecido em psicologia como um "experimento comportamental".

      Ele começa por se questionar o que acha que acontecerá se o resultado não for perfeito, anotando as previsões e, sem seguida, testá-las na prática.

      O resultado foi tão ruim quanto imaginava? Que aspectos positivos surgiram dessa nova abordagem? Talvez, por exemplo, conseguir dormir às 22h em vez de 1h, e se sentir mais descansado. Nem todo perfeccionismo é prejudicial. Uma forma, chamada de perfectionistic striving (busca perfeccionista, em tradução livre), foca-se em estabelecer metas pessoais ambiciosas.
 
  Quando essas metas podem ser ajustadas conforme mudanças de circunstâncias, causam menos estresse e tendem a gerar resultados positivos, como um atleta que diminui o treinamento durante uma lesão.


Texto de Hannah Karpel (adaptado de BBC NEWS BRASIL), publicado em 20 de novembro de 2025. Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2025/11/ acesso em 25 de nov. 2025




Texto 02







Tirinha de Caco Galhardo, disponível em
https://cartum.folha.uol.com.br/, acesso em 24 de novembro
de 2025.

A tirinha explora um efeito humorístico baseado na quebra de expectativa em relação às qualidades esperadas para um cargo de chefia. Assim, o mecanismo predominante de humor
Alternativas
Q3960125 Português
Texto 01


Ser perfeccionista é bom ou ruim?


         O perfeccionismo tem uma ótima reputação. Em entrevistas de emprego, é uma das respostas mais comuns para transformar a temida pergunta "Qual é sua fraqueza?" em uma autovalorização disfarçada.

       Para muitos, se trata de buscar excelência ou trabalhar incansavelmente para atingir o melhor resultado. Mas o que acontece quando essas expectativas elevadas, e às vezes implacáveis, acabam atrapalhando o próprio progresso?

      No trabalho, sente-se a pressão: "Sei que posso errar sem perder o emprego, mas tenho constantemente a sensação de estar a um passo de ser demitida".

      Essa ansiedade é comum entre os perfeccionistas, explica a psicóloga da saúde Sula Windgassen. No podcast Complex, da BBC Sounds, ela afirma: "A baixa autoestima tende a andar de mãos dadas com o perfeccionismo porque existe esse medo de falhar".

  Esse medo de errar frequentemente alimenta a procrastinação. O perfeccionismo pode estar ligado à personalidade, mas também é influenciado por experiências na infância, pela escola e pelas expectativas dos pais, que moldam o que cada um considera "bom o suficiente".

    Embora o perfeccionismo não seja um diagnóstico clínico, seus efeitos são muito reais — provocando ansiedade, cansaço e até sintomas físicos ligados ao estresse, como queda na imunidade. Especialistas dizem, no entanto, que é possível que se quebre o ciclo. Windgassen recomenda iniciar o que é conhecido em psicologia como um "experimento comportamental".

      Ele começa por se questionar o que acha que acontecerá se o resultado não for perfeito, anotando as previsões e, sem seguida, testá-las na prática.

      O resultado foi tão ruim quanto imaginava? Que aspectos positivos surgiram dessa nova abordagem? Talvez, por exemplo, conseguir dormir às 22h em vez de 1h, e se sentir mais descansado. Nem todo perfeccionismo é prejudicial. Uma forma, chamada de perfectionistic striving (busca perfeccionista, em tradução livre), foca-se em estabelecer metas pessoais ambiciosas.
 
  Quando essas metas podem ser ajustadas conforme mudanças de circunstâncias, causam menos estresse e tendem a gerar resultados positivos, como um atleta que diminui o treinamento durante uma lesão.


Texto de Hannah Karpel (adaptado de BBC NEWS BRASIL), publicado em 20 de novembro de 2025. Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2025/11/ acesso em 25 de nov. 2025




Texto 02







Tirinha de Caco Galhardo, disponível em
https://cartum.folha.uol.com.br/, acesso em 24 de novembro
de 2025.

Levando-se em consideração a temática do texto 1, o texto 2 apresenta, na fala do personagem entrevistado ao cargo, um comportamento abordado no texto 1. Assim, um traço característico desse candidato está relacionado, corretamente, à(ao)
Alternativas
Q3960124 Português
Texto 01


Ser perfeccionista é bom ou ruim?


         O perfeccionismo tem uma ótima reputação. Em entrevistas de emprego, é uma das respostas mais comuns para transformar a temida pergunta "Qual é sua fraqueza?" em uma autovalorização disfarçada.

       Para muitos, se trata de buscar excelência ou trabalhar incansavelmente para atingir o melhor resultado. Mas o que acontece quando essas expectativas elevadas, e às vezes implacáveis, acabam atrapalhando o próprio progresso?

      No trabalho, sente-se a pressão: "Sei que posso errar sem perder o emprego, mas tenho constantemente a sensação de estar a um passo de ser demitida".

      Essa ansiedade é comum entre os perfeccionistas, explica a psicóloga da saúde Sula Windgassen. No podcast Complex, da BBC Sounds, ela afirma: "A baixa autoestima tende a andar de mãos dadas com o perfeccionismo porque existe esse medo de falhar".

  Esse medo de errar frequentemente alimenta a procrastinação. O perfeccionismo pode estar ligado à personalidade, mas também é influenciado por experiências na infância, pela escola e pelas expectativas dos pais, que moldam o que cada um considera "bom o suficiente".

    Embora o perfeccionismo não seja um diagnóstico clínico, seus efeitos são muito reais — provocando ansiedade, cansaço e até sintomas físicos ligados ao estresse, como queda na imunidade. Especialistas dizem, no entanto, que é possível que se quebre o ciclo. Windgassen recomenda iniciar o que é conhecido em psicologia como um "experimento comportamental".

      Ele começa por se questionar o que acha que acontecerá se o resultado não for perfeito, anotando as previsões e, sem seguida, testá-las na prática.

      O resultado foi tão ruim quanto imaginava? Que aspectos positivos surgiram dessa nova abordagem? Talvez, por exemplo, conseguir dormir às 22h em vez de 1h, e se sentir mais descansado. Nem todo perfeccionismo é prejudicial. Uma forma, chamada de perfectionistic striving (busca perfeccionista, em tradução livre), foca-se em estabelecer metas pessoais ambiciosas.
 
  Quando essas metas podem ser ajustadas conforme mudanças de circunstâncias, causam menos estresse e tendem a gerar resultados positivos, como um atleta que diminui o treinamento durante uma lesão.


Texto de Hannah Karpel (adaptado de BBC NEWS BRASIL), publicado em 20 de novembro de 2025. Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2025/11/ acesso em 25 de nov. 2025




Texto 02







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de 2025.

O pronome pessoal oblíquo átono apresenta a mesma função sintática que apresenta no excerto selecionado: “No trabalho, sente-se a pressão”, em 
Alternativas
Q3960123 Português
Texto 01


Ser perfeccionista é bom ou ruim?


         O perfeccionismo tem uma ótima reputação. Em entrevistas de emprego, é uma das respostas mais comuns para transformar a temida pergunta "Qual é sua fraqueza?" em uma autovalorização disfarçada.

       Para muitos, se trata de buscar excelência ou trabalhar incansavelmente para atingir o melhor resultado. Mas o que acontece quando essas expectativas elevadas, e às vezes implacáveis, acabam atrapalhando o próprio progresso?

      No trabalho, sente-se a pressão: "Sei que posso errar sem perder o emprego, mas tenho constantemente a sensação de estar a um passo de ser demitida".

      Essa ansiedade é comum entre os perfeccionistas, explica a psicóloga da saúde Sula Windgassen. No podcast Complex, da BBC Sounds, ela afirma: "A baixa autoestima tende a andar de mãos dadas com o perfeccionismo porque existe esse medo de falhar".

  Esse medo de errar frequentemente alimenta a procrastinação. O perfeccionismo pode estar ligado à personalidade, mas também é influenciado por experiências na infância, pela escola e pelas expectativas dos pais, que moldam o que cada um considera "bom o suficiente".

    Embora o perfeccionismo não seja um diagnóstico clínico, seus efeitos são muito reais — provocando ansiedade, cansaço e até sintomas físicos ligados ao estresse, como queda na imunidade. Especialistas dizem, no entanto, que é possível que se quebre o ciclo. Windgassen recomenda iniciar o que é conhecido em psicologia como um "experimento comportamental".

      Ele começa por se questionar o que acha que acontecerá se o resultado não for perfeito, anotando as previsões e, sem seguida, testá-las na prática.

      O resultado foi tão ruim quanto imaginava? Que aspectos positivos surgiram dessa nova abordagem? Talvez, por exemplo, conseguir dormir às 22h em vez de 1h, e se sentir mais descansado. Nem todo perfeccionismo é prejudicial. Uma forma, chamada de perfectionistic striving (busca perfeccionista, em tradução livre), foca-se em estabelecer metas pessoais ambiciosas.
 
  Quando essas metas podem ser ajustadas conforme mudanças de circunstâncias, causam menos estresse e tendem a gerar resultados positivos, como um atleta que diminui o treinamento durante uma lesão.


Texto de Hannah Karpel (adaptado de BBC NEWS BRASIL), publicado em 20 de novembro de 2025. Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2025/11/ acesso em 25 de nov. 2025




Texto 02







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No que diz respeito a semântica da língua portuguesa, o termo destacado em “Esse medo de errar frequentemente alimenta a procrastinação.” Apresenta relação sinonímia com o termo
Alternativas
Q3960122 Português
Texto 01


Ser perfeccionista é bom ou ruim?


         O perfeccionismo tem uma ótima reputação. Em entrevistas de emprego, é uma das respostas mais comuns para transformar a temida pergunta "Qual é sua fraqueza?" em uma autovalorização disfarçada.

       Para muitos, se trata de buscar excelência ou trabalhar incansavelmente para atingir o melhor resultado. Mas o que acontece quando essas expectativas elevadas, e às vezes implacáveis, acabam atrapalhando o próprio progresso?

      No trabalho, sente-se a pressão: "Sei que posso errar sem perder o emprego, mas tenho constantemente a sensação de estar a um passo de ser demitida".

      Essa ansiedade é comum entre os perfeccionistas, explica a psicóloga da saúde Sula Windgassen. No podcast Complex, da BBC Sounds, ela afirma: "A baixa autoestima tende a andar de mãos dadas com o perfeccionismo porque existe esse medo de falhar".

  Esse medo de errar frequentemente alimenta a procrastinação. O perfeccionismo pode estar ligado à personalidade, mas também é influenciado por experiências na infância, pela escola e pelas expectativas dos pais, que moldam o que cada um considera "bom o suficiente".

    Embora o perfeccionismo não seja um diagnóstico clínico, seus efeitos são muito reais — provocando ansiedade, cansaço e até sintomas físicos ligados ao estresse, como queda na imunidade. Especialistas dizem, no entanto, que é possível que se quebre o ciclo. Windgassen recomenda iniciar o que é conhecido em psicologia como um "experimento comportamental".

      Ele começa por se questionar o que acha que acontecerá se o resultado não for perfeito, anotando as previsões e, sem seguida, testá-las na prática.

      O resultado foi tão ruim quanto imaginava? Que aspectos positivos surgiram dessa nova abordagem? Talvez, por exemplo, conseguir dormir às 22h em vez de 1h, e se sentir mais descansado. Nem todo perfeccionismo é prejudicial. Uma forma, chamada de perfectionistic striving (busca perfeccionista, em tradução livre), foca-se em estabelecer metas pessoais ambiciosas.
 
  Quando essas metas podem ser ajustadas conforme mudanças de circunstâncias, causam menos estresse e tendem a gerar resultados positivos, como um atleta que diminui o treinamento durante uma lesão.


Texto de Hannah Karpel (adaptado de BBC NEWS BRASIL), publicado em 20 de novembro de 2025. Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2025/11/ acesso em 25 de nov. 2025




Texto 02







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de 2025.

Em: “O perfeccionismo pode estar ligado à personalidade, mas também é influenciado por experiências na infância, pela escola e pelas expectativas dos pais”. O uso do sinal indicador de crase foi empregado com a mesma finalidade do empregado na alternativa:
Alternativas
Q3960121 Português
Texto 01


Ser perfeccionista é bom ou ruim?


         O perfeccionismo tem uma ótima reputação. Em entrevistas de emprego, é uma das respostas mais comuns para transformar a temida pergunta "Qual é sua fraqueza?" em uma autovalorização disfarçada.

       Para muitos, se trata de buscar excelência ou trabalhar incansavelmente para atingir o melhor resultado. Mas o que acontece quando essas expectativas elevadas, e às vezes implacáveis, acabam atrapalhando o próprio progresso?

      No trabalho, sente-se a pressão: "Sei que posso errar sem perder o emprego, mas tenho constantemente a sensação de estar a um passo de ser demitida".

      Essa ansiedade é comum entre os perfeccionistas, explica a psicóloga da saúde Sula Windgassen. No podcast Complex, da BBC Sounds, ela afirma: "A baixa autoestima tende a andar de mãos dadas com o perfeccionismo porque existe esse medo de falhar".

  Esse medo de errar frequentemente alimenta a procrastinação. O perfeccionismo pode estar ligado à personalidade, mas também é influenciado por experiências na infância, pela escola e pelas expectativas dos pais, que moldam o que cada um considera "bom o suficiente".

    Embora o perfeccionismo não seja um diagnóstico clínico, seus efeitos são muito reais — provocando ansiedade, cansaço e até sintomas físicos ligados ao estresse, como queda na imunidade. Especialistas dizem, no entanto, que é possível que se quebre o ciclo. Windgassen recomenda iniciar o que é conhecido em psicologia como um "experimento comportamental".

      Ele começa por se questionar o que acha que acontecerá se o resultado não for perfeito, anotando as previsões e, sem seguida, testá-las na prática.

      O resultado foi tão ruim quanto imaginava? Que aspectos positivos surgiram dessa nova abordagem? Talvez, por exemplo, conseguir dormir às 22h em vez de 1h, e se sentir mais descansado. Nem todo perfeccionismo é prejudicial. Uma forma, chamada de perfectionistic striving (busca perfeccionista, em tradução livre), foca-se em estabelecer metas pessoais ambiciosas.
 
  Quando essas metas podem ser ajustadas conforme mudanças de circunstâncias, causam menos estresse e tendem a gerar resultados positivos, como um atleta que diminui o treinamento durante uma lesão.


Texto de Hannah Karpel (adaptado de BBC NEWS BRASIL), publicado em 20 de novembro de 2025. Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2025/11/ acesso em 25 de nov. 2025




Texto 02







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O excerto final, que faz uma referência ao perfectionistic striving, modifica a compreensão do leitor sobre o tema, uma vez que
Alternativas
Q3960120 Português
Texto 01


Ser perfeccionista é bom ou ruim?


         O perfeccionismo tem uma ótima reputação. Em entrevistas de emprego, é uma das respostas mais comuns para transformar a temida pergunta "Qual é sua fraqueza?" em uma autovalorização disfarçada.

       Para muitos, se trata de buscar excelência ou trabalhar incansavelmente para atingir o melhor resultado. Mas o que acontece quando essas expectativas elevadas, e às vezes implacáveis, acabam atrapalhando o próprio progresso?

      No trabalho, sente-se a pressão: "Sei que posso errar sem perder o emprego, mas tenho constantemente a sensação de estar a um passo de ser demitida".

      Essa ansiedade é comum entre os perfeccionistas, explica a psicóloga da saúde Sula Windgassen. No podcast Complex, da BBC Sounds, ela afirma: "A baixa autoestima tende a andar de mãos dadas com o perfeccionismo porque existe esse medo de falhar".

  Esse medo de errar frequentemente alimenta a procrastinação. O perfeccionismo pode estar ligado à personalidade, mas também é influenciado por experiências na infância, pela escola e pelas expectativas dos pais, que moldam o que cada um considera "bom o suficiente".

    Embora o perfeccionismo não seja um diagnóstico clínico, seus efeitos são muito reais — provocando ansiedade, cansaço e até sintomas físicos ligados ao estresse, como queda na imunidade. Especialistas dizem, no entanto, que é possível que se quebre o ciclo. Windgassen recomenda iniciar o que é conhecido em psicologia como um "experimento comportamental".

      Ele começa por se questionar o que acha que acontecerá se o resultado não for perfeito, anotando as previsões e, sem seguida, testá-las na prática.

      O resultado foi tão ruim quanto imaginava? Que aspectos positivos surgiram dessa nova abordagem? Talvez, por exemplo, conseguir dormir às 22h em vez de 1h, e se sentir mais descansado. Nem todo perfeccionismo é prejudicial. Uma forma, chamada de perfectionistic striving (busca perfeccionista, em tradução livre), foca-se em estabelecer metas pessoais ambiciosas.
 
  Quando essas metas podem ser ajustadas conforme mudanças de circunstâncias, causam menos estresse e tendem a gerar resultados positivos, como um atleta que diminui o treinamento durante uma lesão.


Texto de Hannah Karpel (adaptado de BBC NEWS BRASIL), publicado em 20 de novembro de 2025. Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2025/11/ acesso em 25 de nov. 2025




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No uso do discurso de autoridade da psicóloga Sula Windgassen, há o objetivo textual de contribuir para 
Alternativas
Q3960119 Português
Texto 01


Ser perfeccionista é bom ou ruim?


         O perfeccionismo tem uma ótima reputação. Em entrevistas de emprego, é uma das respostas mais comuns para transformar a temida pergunta "Qual é sua fraqueza?" em uma autovalorização disfarçada.

       Para muitos, se trata de buscar excelência ou trabalhar incansavelmente para atingir o melhor resultado. Mas o que acontece quando essas expectativas elevadas, e às vezes implacáveis, acabam atrapalhando o próprio progresso?

      No trabalho, sente-se a pressão: "Sei que posso errar sem perder o emprego, mas tenho constantemente a sensação de estar a um passo de ser demitida".

      Essa ansiedade é comum entre os perfeccionistas, explica a psicóloga da saúde Sula Windgassen. No podcast Complex, da BBC Sounds, ela afirma: "A baixa autoestima tende a andar de mãos dadas com o perfeccionismo porque existe esse medo de falhar".

  Esse medo de errar frequentemente alimenta a procrastinação. O perfeccionismo pode estar ligado à personalidade, mas também é influenciado por experiências na infância, pela escola e pelas expectativas dos pais, que moldam o que cada um considera "bom o suficiente".

    Embora o perfeccionismo não seja um diagnóstico clínico, seus efeitos são muito reais — provocando ansiedade, cansaço e até sintomas físicos ligados ao estresse, como queda na imunidade. Especialistas dizem, no entanto, que é possível que se quebre o ciclo. Windgassen recomenda iniciar o que é conhecido em psicologia como um "experimento comportamental".

      Ele começa por se questionar o que acha que acontecerá se o resultado não for perfeito, anotando as previsões e, sem seguida, testá-las na prática.

      O resultado foi tão ruim quanto imaginava? Que aspectos positivos surgiram dessa nova abordagem? Talvez, por exemplo, conseguir dormir às 22h em vez de 1h, e se sentir mais descansado. Nem todo perfeccionismo é prejudicial. Uma forma, chamada de perfectionistic striving (busca perfeccionista, em tradução livre), foca-se em estabelecer metas pessoais ambiciosas.
 
  Quando essas metas podem ser ajustadas conforme mudanças de circunstâncias, causam menos estresse e tendem a gerar resultados positivos, como um atleta que diminui o treinamento durante uma lesão.


Texto de Hannah Karpel (adaptado de BBC NEWS BRASIL), publicado em 20 de novembro de 2025. Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2025/11/ acesso em 25 de nov. 2025




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de 2025.

A forma como o perfeccionismo é descrito no texto remete a uma crítica implícita a um padrão cultural amplamente difundido na sociedade contemporânea. Essa crítica se manifesta principalmente porque o perfeccionismo é considerado um(uma)
Alternativas
Q3960118 Português
Texto 01


Ser perfeccionista é bom ou ruim?


         O perfeccionismo tem uma ótima reputação. Em entrevistas de emprego, é uma das respostas mais comuns para transformar a temida pergunta "Qual é sua fraqueza?" em uma autovalorização disfarçada.

       Para muitos, se trata de buscar excelência ou trabalhar incansavelmente para atingir o melhor resultado. Mas o que acontece quando essas expectativas elevadas, e às vezes implacáveis, acabam atrapalhando o próprio progresso?

      No trabalho, sente-se a pressão: "Sei que posso errar sem perder o emprego, mas tenho constantemente a sensação de estar a um passo de ser demitida".

      Essa ansiedade é comum entre os perfeccionistas, explica a psicóloga da saúde Sula Windgassen. No podcast Complex, da BBC Sounds, ela afirma: "A baixa autoestima tende a andar de mãos dadas com o perfeccionismo porque existe esse medo de falhar".

  Esse medo de errar frequentemente alimenta a procrastinação. O perfeccionismo pode estar ligado à personalidade, mas também é influenciado por experiências na infância, pela escola e pelas expectativas dos pais, que moldam o que cada um considera "bom o suficiente".

    Embora o perfeccionismo não seja um diagnóstico clínico, seus efeitos são muito reais — provocando ansiedade, cansaço e até sintomas físicos ligados ao estresse, como queda na imunidade. Especialistas dizem, no entanto, que é possível que se quebre o ciclo. Windgassen recomenda iniciar o que é conhecido em psicologia como um "experimento comportamental".

      Ele começa por se questionar o que acha que acontecerá se o resultado não for perfeito, anotando as previsões e, sem seguida, testá-las na prática.

      O resultado foi tão ruim quanto imaginava? Que aspectos positivos surgiram dessa nova abordagem? Talvez, por exemplo, conseguir dormir às 22h em vez de 1h, e se sentir mais descansado. Nem todo perfeccionismo é prejudicial. Uma forma, chamada de perfectionistic striving (busca perfeccionista, em tradução livre), foca-se em estabelecer metas pessoais ambiciosas.
 
  Quando essas metas podem ser ajustadas conforme mudanças de circunstâncias, causam menos estresse e tendem a gerar resultados positivos, como um atleta que diminui o treinamento durante uma lesão.


Texto de Hannah Karpel (adaptado de BBC NEWS BRASIL), publicado em 20 de novembro de 2025. Disponível em https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2025/11/ acesso em 25 de nov. 2025




Texto 02







Tirinha de Caco Galhardo, disponível em
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de 2025.

No primeiro parágrafo do texto, como estratégia argumentativa, a autora emprega uma relação de intertextualidade explícita, na expressão apresentada entre aspas. Essa relação de intertextualidade relaciona-se com os contextos de 
Alternativas
Q3743140 História e Geografia de Estados e Municípios
Dados do Censo 2022 sobre religiões e cultos foram divulgados neste mês de junho de 2025 pelo IBGE, revelando que aproximadamente 83% da população de Aroazes é católica. Assim, a religiosidade é um dos pilares fundamentais da cultura local, expressando-se por meio de rituais, festas, símbolos, crenças e manifestações artísticas que atravessam gerações e moldam identidades coletivas. Nesse sentido, o(a) padroeiro(a) do município é: 
Alternativas
Q3743139 Conhecimentos Gerais
O trecho a seguir faz parte do hino de Aroazes.

“Aroazes é um torrão de encanto
É um recanto, todo cercado de serra
A linda margem do rio ________ que é muito bonito
E enriquece a terra”

A palavra que completa corretamente a lacuna é: 
Alternativas
Q3743138 História e Geografia de Estados e Municípios
Sobre o município de Aroazes-PI, analise os itens a seguir:

I. O início do povoamento da área onde hoje está localizado o município de Aroazes-PI foi feita pelos jesuítas, com a finalidade de catequizar os habitantes da região.
II. A Cavalgada da Missão em Aroazes é uma manifestação cultural e religiosa que remonta ao período colonial e tem como propósito resgatar a história do primeiro aldeamento jesuítico na região, cuja origem remonta à missão do Padre Gabriel Malagrida.
III. A Fazenda Serra Negra, fundada no século XVIII, é um marco histórico e cultural do Piauí, cuja área ocupa principalmente a divisa entre os municípios de Aroazes e Santa Cruz dos Milagres. O casarão colonial, com muros de pedra de larga espessura, vários cômodos e cobertura em carnaúba, permanece hoje como testemunho da arquitetura rural piauiense. A fazenda faz parte de um grande latifúndio, o qual tem cerca de 198 mil hectares de terras.

Está(ão) correta(s):
Alternativas
Q3743137 Pedagogia
Ao aprofundar o estudo de dislexia, um psicopedagogo verifica sinais persistentes de dificuldade na identificação de palavras e associação de sons às letras. É a condução que reflete uma abordagem sistemática desse transtorno:
Alternativas
Q3743136 Pedagogia
A elaboração de um relatório escolar efetivo requer análise minuciosa do desempenho do aluno, articulando observações e registros ao longo do período letivo. Marque a prática que demonstra essa elaboração. 
Alternativas
Q3743135 Pedagogia
A Psicopedagogia integra saberes da Psicologia, Pedagogia e Neurociências para compreender e intervir nos processos de aprendizagem. Assinale a alternativa que exemplifica corretamente essa articulação teórica na prática profissional.
Alternativas
Q3743134 Pedagogia
Problemas na aquisição ou na expressão da linguagem podem impactar o desenvolvimento global da criança. É uma intervenção correta:
Alternativas
Q3743133 Pedagogia
Os transtornos específicos de aprendizagem, tais como Dislexia, Discalculia e Disgrafia, podem acarretar obstáculos relevantes no percurso escolar. Marque a conduta correta. 
Alternativas
Q3743132 Pedagogia
A construção do raciocínio lógico-matemático na escola requer propostas que articulem conceitos numéricos e a aplicação prática desses conteúdos. Assinale a iniciativa que exemplifica essa estratégia.
Alternativas
Q3743131 Pedagogia
O desenvolvimento da leitura e da escrita envolve interação entre maturidade cognitiva, percepção simbólica e prática social. Reflete essa compreensão no processo de alfabetização:
Alternativas
Q3743130 Pedagogia
Em um projeto de reforço escolar, o psicopedagogo utiliza jogos e atividades lúdicas como estratégias de mediação. Assinale a alternativa que representa uma aplicação adequada desse recurso na promoção da aprendizagem.
Alternativas
Respostas
421: C
422: B
423: D
424: A
425: E
426: B
427: D
428: A
429: C
430: A
431: C
432: E
433: C
434: E
435: D
436: A
437: B
438: E
439: D
440: B