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Texto 02
Piada
Não faltam piadas sobre hipotéticos extraterrenos e suas reações às esquisitices humanas. Tipo “o que não diria um marciano, se chegasse aqui e...” Como já se sabe que Marte é um imenso terreno baldio onde não cresce nada, o proverbial homenzinho verde teria que vir de mais longe, mas sua estranheza com a Terra não seria menor. Imagine, por exemplo, um visitante do espaço olhando um mapa do Brasil e, depois, sendo informado de que um dos principais problemas do país é a falta de terras. Nosso homenzinho teria toda razão para rolar pelo chão e dar gargalhadas por todas as bocas.
VERÍSSIMO, Luís F. Novas comédias da vida pública: a versão dos afogados. Porto Alegre: L&PM,
1997. p. 115. (Adaptado)
Analise as afirmativas sobre a coerência e a coesão textual, identificando-as com (V) ou (F) conforme sejam verdadeiras ou falsas.
( ) Coesão é articulação gramatical existente entre as palavras de um texto, de forma a garantir a conexão sequencial.
( ) Coerência é o resultado da articulação das ideias de um texto, que apontam para uma unidade de sentido.
( ) Um texto coerente não contém contradições e suas partes constituem um todo significativo.
( ) Conjunções e preposições contribuem para ligação coesiva entre elementos linguísticos: palavras, orações e períodos.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
Texto 02
Piada
Não faltam piadas sobre hipotéticos extraterrenos e suas reações às esquisitices humanas. Tipo “o que não diria um marciano, se chegasse aqui e...” Como já se sabe que Marte é um imenso terreno baldio onde não cresce nada, o proverbial homenzinho verde teria que vir de mais longe, mas sua estranheza com a Terra não seria menor. Imagine, por exemplo, um visitante do espaço olhando um mapa do Brasil e, depois, sendo informado de que um dos principais problemas do país é a falta de terras. Nosso homenzinho teria toda razão para rolar pelo chão e dar gargalhadas por todas as bocas.
VERÍSSIMO, Luís F. Novas comédias da vida pública: a versão dos afogados. Porto Alegre: L&PM,
1997. p. 115. (Adaptado)
Texto 02
Piada
Não faltam piadas sobre hipotéticos extraterrenos e suas reações às esquisitices humanas. Tipo “o que não diria um marciano, se chegasse aqui e...” Como já se sabe que Marte é um imenso terreno baldio onde não cresce nada, o proverbial homenzinho verde teria que vir de mais longe, mas sua estranheza com a Terra não seria menor. Imagine, por exemplo, um visitante do espaço olhando um mapa do Brasil e, depois, sendo informado de que um dos principais problemas do país é a falta de terras. Nosso homenzinho teria toda razão para rolar pelo chão e dar gargalhadas por todas as bocas.
VERÍSSIMO, Luís F. Novas comédias da vida pública: a versão dos afogados. Porto Alegre: L&PM,
1997. p. 115. (Adaptado)
Texto 02
Piada
Não faltam piadas sobre hipotéticos extraterrenos e suas reações às esquisitices humanas. Tipo “o que não diria um marciano, se chegasse aqui e...” Como já se sabe que Marte é um imenso terreno baldio onde não cresce nada, o proverbial homenzinho verde teria que vir de mais longe, mas sua estranheza com a Terra não seria menor. Imagine, por exemplo, um visitante do espaço olhando um mapa do Brasil e, depois, sendo informado de que um dos principais problemas do país é a falta de terras. Nosso homenzinho teria toda razão para rolar pelo chão e dar gargalhadas por todas as bocas.
VERÍSSIMO, Luís F. Novas comédias da vida pública: a versão dos afogados. Porto Alegre: L&PM,
1997. p. 115. (Adaptado)
“Nosso homenzinho teria toda razão para rolar pelo chão e dar gargalhadas por todas as bocas.
Sobre a articulação das orações do período acima, é CORRETO afirmar:
Texto 02
Piada
Não faltam piadas sobre hipotéticos extraterrenos e suas reações às esquisitices humanas. Tipo “o que não diria um marciano, se chegasse aqui e...” Como já se sabe que Marte é um imenso terreno baldio onde não cresce nada, o proverbial homenzinho verde teria que vir de mais longe, mas sua estranheza com a Terra não seria menor. Imagine, por exemplo, um visitante do espaço olhando um mapa do Brasil e, depois, sendo informado de que um dos principais problemas do país é a falta de terras. Nosso homenzinho teria toda razão para rolar pelo chão e dar gargalhadas por todas as bocas.
VERÍSSIMO, Luís F. Novas comédias da vida pública: a versão dos afogados. Porto Alegre: L&PM,
1997. p. 115. (Adaptado)
Texto 01:
Ética do policial
Hoje, nota-se que muitas pessoas demonstram não ter uma cultura de valores inserida em sua vida, criando situações angustiantes, vividas também por colegas de profissão, familiares e amigos. Esse sentimento não é restrito a uma determinada idade ou sexo; essa “deseducação” é percebida desde a infância e se estende até a adolescência, quando apresenta seu maior pico, e, muitas vezes, se mantém durante a vida adulta. As pessoas agridem o patrimônio público, transferindo a violência presente em seu convívio familiar e social para as coisas que não possuem proprietário visível, comportando-se de maneira inadequada e imprópria. Ao mesmo tempo, observa-se que há uma escassez cada vez maior de afeto, de limites, de direitos e deveres respeitados por parte dos indivíduos na postura de cidadãos.
Percebe-se que alguns valores de suma importância para se viver bem em sociedade vêm sendo esquecidos. O mundo físico e social se complicou muito; todavia, o homem não vive isolado ou num mundo só material, mas, sim, num mundo de convivência, cujos valores precisam ser conhecidos, compreendidos e postos em prática.
Pretende-se evidenciar, também, que a ética profissional em sintonia com a responsabilidade e competência profissional é que permitirão ao profissional da segurança pública em especial ao policial, poder e querer realizar um trabalho realmente comprometido com sua posição social que a sociedade lhe confiou, bem como com a garantia da efetivação dos direitos do povo para a garantia do processo de transformação da sociedade atual. [...]
Fonte: SILVA, Alcionir do Amarante. Ética do policial. TCC Curso de Filosofia UNISUL, 2011.15 p.
(Adaptado).
Sobre as características da Redação Oficial, relacione a 2ª coluna de acordo com a 1ª.
(1) Objetividade
(2) Impessoalidade
(3) Concisão
(4) Clareza
(5) Precisão
( ) Escolha de expressão ou palavra que não confira duplo sentido ao texto
( ) A transparência é requisito do próprio Estado de Direito
( ) Ir diretamente ao assunto que se deseja abordar, sem voltas e sem redundâncias
( ) Transmitir o máximo de informações com o mínimo de palavras
( ) Ser isenta da interferência da individualidade de quem a elabora
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
Texto 01:
Ética do policial
Hoje, nota-se que muitas pessoas demonstram não ter uma cultura de valores inserida em sua vida, criando situações angustiantes, vividas também por colegas de profissão, familiares e amigos. Esse sentimento não é restrito a uma determinada idade ou sexo; essa “deseducação” é percebida desde a infância e se estende até a adolescência, quando apresenta seu maior pico, e, muitas vezes, se mantém durante a vida adulta. As pessoas agridem o patrimônio público, transferindo a violência presente em seu convívio familiar e social para as coisas que não possuem proprietário visível, comportando-se de maneira inadequada e imprópria. Ao mesmo tempo, observa-se que há uma escassez cada vez maior de afeto, de limites, de direitos e deveres respeitados por parte dos indivíduos na postura de cidadãos.
Percebe-se que alguns valores de suma importância para se viver bem em sociedade vêm sendo esquecidos. O mundo físico e social se complicou muito; todavia, o homem não vive isolado ou num mundo só material, mas, sim, num mundo de convivência, cujos valores precisam ser conhecidos, compreendidos e postos em prática.
Pretende-se evidenciar, também, que a ética profissional em sintonia com a responsabilidade e competência profissional é que permitirão ao profissional da segurança pública em especial ao policial, poder e querer realizar um trabalho realmente comprometido com sua posição social que a sociedade lhe confiou, bem como com a garantia da efetivação dos direitos do povo para a garantia do processo de transformação da sociedade atual. [...]
Fonte: SILVA, Alcionir do Amarante. Ética do policial. TCC Curso de Filosofia UNISUL, 2011.15 p.
(Adaptado).
Texto 01:
Ética do policial
Hoje, nota-se que muitas pessoas demonstram não ter uma cultura de valores inserida em sua vida, criando situações angustiantes, vividas também por colegas de profissão, familiares e amigos. Esse sentimento não é restrito a uma determinada idade ou sexo; essa “deseducação” é percebida desde a infância e se estende até a adolescência, quando apresenta seu maior pico, e, muitas vezes, se mantém durante a vida adulta. As pessoas agridem o patrimônio público, transferindo a violência presente em seu convívio familiar e social para as coisas que não possuem proprietário visível, comportando-se de maneira inadequada e imprópria. Ao mesmo tempo, observa-se que há uma escassez cada vez maior de afeto, de limites, de direitos e deveres respeitados por parte dos indivíduos na postura de cidadãos.
Percebe-se que alguns valores de suma importância para se viver bem em sociedade vêm sendo esquecidos. O mundo físico e social se complicou muito; todavia, o homem não vive isolado ou num mundo só material, mas, sim, num mundo de convivência, cujos valores precisam ser conhecidos, compreendidos e postos em prática.
Pretende-se evidenciar, também, que a ética profissional em sintonia com a responsabilidade e competência profissional é que permitirão ao profissional da segurança pública em especial ao policial, poder e querer realizar um trabalho realmente comprometido com sua posição social que a sociedade lhe confiou, bem como com a garantia da efetivação dos direitos do povo para a garantia do processo de transformação da sociedade atual. [...]
Fonte: SILVA, Alcionir do Amarante. Ética do policial. TCC Curso de Filosofia UNISUL, 2011.15 p.
(Adaptado).
Texto 01:
Ética do policial
Hoje, nota-se que muitas pessoas demonstram não ter uma cultura de valores inserida em sua vida, criando situações angustiantes, vividas também por colegas de profissão, familiares e amigos. Esse sentimento não é restrito a uma determinada idade ou sexo; essa “deseducação” é percebida desde a infância e se estende até a adolescência, quando apresenta seu maior pico, e, muitas vezes, se mantém durante a vida adulta. As pessoas agridem o patrimônio público, transferindo a violência presente em seu convívio familiar e social para as coisas que não possuem proprietário visível, comportando-se de maneira inadequada e imprópria. Ao mesmo tempo, observa-se que há uma escassez cada vez maior de afeto, de limites, de direitos e deveres respeitados por parte dos indivíduos na postura de cidadãos.
Percebe-se que alguns valores de suma importância para se viver bem em sociedade vêm sendo esquecidos. O mundo físico e social se complicou muito; todavia, o homem não vive isolado ou num mundo só material, mas, sim, num mundo de convivência, cujos valores precisam ser conhecidos, compreendidos e postos em prática.
Pretende-se evidenciar, também, que a ética profissional em sintonia com a responsabilidade e competência profissional é que permitirão ao profissional da segurança pública em especial ao policial, poder e querer realizar um trabalho realmente comprometido com sua posição social que a sociedade lhe confiou, bem como com a garantia da efetivação dos direitos do povo para a garantia do processo de transformação da sociedade atual. [...]
Fonte: SILVA, Alcionir do Amarante. Ética do policial. TCC Curso de Filosofia UNISUL, 2011.15 p.
(Adaptado).
“O mundo físico e social se complicou muito; todavia, o homem não vive isolado ou num mundo só material, mas, sim, num mundo de convivência, cujos valores precisam ser conhecidos, compreendidos e postos em prática.”
Sobre a pontuação do período acima, NÃO é correto afirmar:
Texto 01:
Ética do policial
Hoje, nota-se que muitas pessoas demonstram não ter uma cultura de valores inserida em sua vida, criando situações angustiantes, vividas também por colegas de profissão, familiares e amigos. Esse sentimento não é restrito a uma determinada idade ou sexo; essa “deseducação” é percebida desde a infância e se estende até a adolescência, quando apresenta seu maior pico, e, muitas vezes, se mantém durante a vida adulta. As pessoas agridem o patrimônio público, transferindo a violência presente em seu convívio familiar e social para as coisas que não possuem proprietário visível, comportando-se de maneira inadequada e imprópria. Ao mesmo tempo, observa-se que há uma escassez cada vez maior de afeto, de limites, de direitos e deveres respeitados por parte dos indivíduos na postura de cidadãos.
Percebe-se que alguns valores de suma importância para se viver bem em sociedade vêm sendo esquecidos. O mundo físico e social se complicou muito; todavia, o homem não vive isolado ou num mundo só material, mas, sim, num mundo de convivência, cujos valores precisam ser conhecidos, compreendidos e postos em prática.
Pretende-se evidenciar, também, que a ética profissional em sintonia com a responsabilidade e competência profissional é que permitirão ao profissional da segurança pública em especial ao policial, poder e querer realizar um trabalho realmente comprometido com sua posição social que a sociedade lhe confiou, bem como com a garantia da efetivação dos direitos do povo para a garantia do processo de transformação da sociedade atual. [...]
Fonte: SILVA, Alcionir do Amarante. Ética do policial. TCC Curso de Filosofia UNISUL, 2011.15 p.
(Adaptado).
“muitas pessoas demonstram não ter uma cultura de valores inserida em sua vida”.
Um dos argumentos que sustentam a afirmativa inicial do autor é:
O cadáver de um animal exibe diversas lesões cutâneas que se aprofundam para os planos subcutâneos e musculatura. Uma destas lesões é linear, bordas regulares, área central em maior profundidade que as margens e com evidentes sinais de hemorragia no local (exemplo 1); outra lesão se apresenta com uma ferida irregular, com laceração da pele e cujas bordas não são reuníveis, há hemorragias adjacentes na forma de sufusões e hematomas (exemplo 2).
A descrição destas feridas permite deduzir que os instrumentos e forças que lhe deram origem podem se associar, respectivamente:
Considere as respectivas descrições abaixo.
Caso 1. Foi atendida no Hospital Veterinário uma cadela, raça Cocker Spaniel Inglês, 10 anos de idade, condição corpórea eutrófica, cuja principal queixa por parte da tutora é de que a cadela se mostrava muito apática, inapetente, bebendo muita água e com aumento na frequência de micção. Ao exame clínico, o animal apresenta mucosas hipocoradas, temperatura corporal de 41ºC (normal de 37,5ºC a 40ºC), FR e BC normais e acentuada distensão abdominal. Um hemograma realizado revela neutrofilia 53.000 mm3 (normal de 3.000 a 11.500 mm3 ). Foi realizada uma ultrassonografia abdominal que mostrou distensão dos cornos uterinos e o preenchimento do útero por material fluido hipoecoico. A proprietária também informa que a cadela nunca esteve prenhe e que, em ao menos duas ocasiões, o médico veterinário de sua preferência aplicou um contraceptivo, de cujo nome ela não lembra. O prontuário do animal mostra um histórico de atendimento médicoveterinário frequente, incluindo vacinas e desverminação.
Caso 2. Um cão, SRD, macho, 6 anos de idade, não castrado, condição corpórea
eutrófica, é atendido com um quadro de epistaxe unilateral (esquerda). O exame
para pesquisa de hematozoários mostra-se negativo. É feita uma citologia exfoliativa do seio nasal. O resultado é o seguinte: células epiteliais de descamação, discreta presença de neutrófilos e ausência de atipias celulares indicativas de lesão
displásica/neoplásica. O tutor refere que o problema começou há alguns dias, que
o animal é alimentado com ração; que apresentava comportamento normal, mas
que desde o início dos sintomas se mostra apático e prostrado, a despeito de defecação e micção normais. O animal vive a maior parte do tempo em um ambiente
domiciliar pavimentado, não há outros animais contactantes, mas tem acesso
eventual à rua. O prontuário do animal mostra um histórico de atendimento médico-veterinário frequente, incluindo vacinas e desverminação.
Considerando estritamente os elementos clínico-laboratoriais descritos acima, a
avaliação em relação a um possível quadro resultante de lesões injuriantes intencionalmente induzidas contra um dos pacientes recai sobre:
Considere as assertivas abaixo sobre os fenômenos cadavéricos:
I. A autólise é o fenômeno de digestão enzimática das células quando ocorre a morte somática. O resfriamento do cadáver em ambiente artificial retarda este processo e, portanto, torna viável o exame necroscópico, mesmo que o exame ocorra dias depois do óbito.
II. A autólise é um sinônimo de putrefação e, uma vez instalada, é irreversível e produz alterações transformativas que inviabilizam a maioria dos exames passíveis de serem realizados em um cadáver fresco.
É CORRETO afirmar:
Na área forense, a identificação de espécies pode ser utilizada em muitas situações, incluindo casos em que a interferência animal em cadáveres possa ser confundida com ferimentos ante mortem e na diferenciação entre restos mortais humanos e não humanos em cenas de crime ou acidentes. Além do mais, alguns tipos de crime dependem da identificação das espécies envolvidas para a sua caracterização, tais como as fraudes em alimentos de origem animal, causadoras de prejuízos econômicos e potenciais danos à saúde da população. Vários estudos mostram que a substituição de peixes e frutos do mar, por exemplo, é bastante comum em várias partes do mundo, inclusive no Brasil. Da mesma forma, crimes como a caça de animais silvestres e o comércio ilegal de suas partes ou subprodutos, potenciais causadores de danos aos ecossistemas naturais, também dependem de exames que assegurem o envolvimento de espécies protegidas para a sua tipificação.
A respeito da genética forense aplicada a exames em animais, é INCORRETO afirmar:
Em relação à identificação de animais silvestres, identifique com V ou F as afirmativas, conforme sejam verdadeiras ou falsas:
( ) No que se refere especificamente à ordem Passeriformes, o código dicotômico para a identificação das espécies ibéricas é útil, mas não inclui as famílias de distribuição neotropical.
( ) Quanto à anatomia das aves, uma pena típica consta de um eixo, dividido em caule ou cálamo e raque. Esse último, em ambos os lados, apresenta uma série de barbas paralelas que constituem o vexilo. Entre essas barbas, estão dispostas as chamadas bárbulas, que permitem manter em posição estável as barbas, dando também forma à pena.
( ) Os ossos esplâncnicos correspondem aos ossos curtos localizados no esqueleto apendicular dos animais.
( ) O Tapirus terrestris, pertencente à ordem Perissodactyla, apresenta três dedos com cascos bastante evidentes nos membros anteriores, e, nos posteriores, há um dedo adicional, de tamanho reduzido.
( ) Em dasipodídeos, o número de cintas móveis pode ser utilizado para auxiliar na identificação da espécie, mas deve ser confrontado com outras características para identificação, como tamanho, formato dos escudos dérmicos, comprimento da cauda e coloração.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
Segundo Tostes e Reis (2017), a Medicina Veterinária Legal consiste nos princípios, conhecimentos, tecnologia e métodos próprios da Medicina Veterinária, somados às ciências afins, aplicados ao esclarecimento de questões judiciais, à formulação de normas e em auxílio ao Direito e à Justiça.
(TOSTES, R. A.; REIS, S. T. J.; CASTILHO, V. V. Tratado de Medicina Veterinária Legal. Cap 1, parte 2, História da Medicina Legal, Curitiba, Medvep, 2017)
A respeito da Medicina Veterinária Legal, é CORRETO afirmar: