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Q3775721 Raciocínio Lógico
Considere as seguintes afirmações verdadeiras:
I – Em todos os fins de semana, Fernando ou vai ao cinema ou vai ao clube nadar.
II – No último fim de semana, Fernando ficou molhado.
Com base nessas informações, é CORRETO concluir que nesse fim de semana: 
Alternativas
Q3775720 Raciocínio Lógico
Ana, Bernardo, Camila e Daniel são quatro alunos de uma mesma turma em uma escola em Candeias.
Sabe-se que dois deles colaram na prova de Matemática. Eles fizeram as seguintes declarações:
               • Ana disse que o Bernardo tinha colado na prova de Matemática.
       • Bernardo disse que a Ana e a Camila tinham colado na prova de Matemática.
       • Camila disse que a Ana e o Daniel colaram na prova de Matemática.
       • Daniel disse que ou a Ana ou a Camila tinha colado na prova de Matemática.

Além disso, as pessoas que colaram na prova mentiram enquanto as pessoas que não colaram na prova disseram a verdade.

Com base nessas informações, é CORRETO afirmar que 
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Q3775719 Matemática
Considere dois números naturais de dois algarismos cada um. Sabe-se que a soma desses números é tal que a soma das unidades é 11 e que, ao somarmos os algarismos das dezenas, não ocorre o “vai um”.
Com base nessas informações, é CORRETO afirmar que o valor máximo da diferença entre dois desses números é 
Alternativas
Q3775718 Matemática
Em uma fábrica há dois tipos de máquinas: as do Tipo A e as do Tipo B. Sabe-se que a quantidade de produtos manufaturados produzidos por 8 máquinas do Tipo A com 5 máquinas do Tipo B, durante 3 dias, é igual à quantidade de produtos manufaturados produzidos por 4 máquinas do tipo A com 4 máquinas do tipo B, durante 5 dias.
Com a base nessas informações, é CORRETO afirmar que a máquina do Tipo A é 
Alternativas
Q3775717 Português
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Natália Beauty 


    Cada vez que uma criança cresce sem sequer o incentivo de abrir um livro, cometemos uma negligência intelectual grave. A formação de leitores não é detalhe de política pública: é o alicerce de qualquer nação que deseja pensar por conta própria. No entanto, no mundo digital de hoje, parece mais fácil aceitar memes rasos, vídeos curtos e feeds infinitos do que exigir que mentes jovens sejam alimentadas por literatura, imaginação e pensamento crítico. É a cultura do fast food mental, e estamos servindo porções generosas.

    A leitura nunca foi mero passatempo. Ela molda o cérebro, fortalece sinapses, amplia vocabulário, constrói empatia, estrutura pensamento abstrato e disciplina a reflexão. Um adolescente que lê aprende a adiar a gratificação imediata para imaginar futuros possíveis. Quem não lê, em contrapartida, ergue muros internos, se torna refém do óbvio e presa fácil da manipulação.

    Sabemos que a leitura desde a infância é um escudo contra a manipulação. Crianças alfabetizadas em histórias, poesia e imaginação se tornam adultos mais críticos e menos suscetíveis à histeria das redes. Mas quem está garantindo esse direito? Onde estão as bibliotecas escolares dignas desse nome? Quantas escolas têm professores com tempo e formação para ensinar amor aos livros, e não apenas "resumo para a prova"?

    A verdade é dura e o fracasso é institucional. Orçamentos minguados, currículos burocráticos e salários indignos tornam a literatura um luxo dentro da sala de aula. A ausência de política de leitura revela prioridades: o espetáculo vale mais que o pensamento.

    Do lado de casa, a responsabilidade também é nossa. Muitos pais entregam tablets antes de oferecer livros e ainda culpam a "falta de interesse" dos filhos. Mas desinteresse não nasce do acaso, ele é cultivado quando a leitura não foi um gesto de afeto. Criança que vê o livro como castigo aprende a rejeitálo. A escola que trata literatura como obrigação mata o prazer que poderia salvar gerações.

     Nem tecnologia é desculpa. E-books e audiobooks são aliados, mas não substituem o ritual de folhear, reler, pausar, refletir. O cheiro do papel, o peso do livro, o silêncio da leitura, tudo isso constrói presença mental. Leitura digital sem profundidade vira rolagem automática, não experiência cognitiva.

    Se quisermos reverter esse cenário, precisamos de um pacto nacional pela leitura. Gestores públicos devem criar leis que garantam verba mínima para bibliotecas municipais, rankings de leitura por cidade, bibliotecas móveis e parcerias com editoras para baratear o acesso. Empresas podem promover clubes de leitura, incentivar funcionários e comunidades. Cada cidadão pode doar livros, ler para uma criança, criar acervos comunitários. Pequenos gestos geram grandes resistências.

    Uma sociedade que não lê entrega sua opinião a quem grita mais alto e seu destino a quem manipula. Se queremos líderes que pensem, precisamos formar leitores que questionem. Leitura não é privilégio, é sobrevivência democrática.

    Sem livros, o pensamento murcha. Sem leitores, a nação adoece. Cultivar leitores é plantar pensadores e essa, talvez, seja a única rebelião que ainda vale a pena.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/natalia-beauty/2025/10/ler-e-resistencia-e-precisamos-ensinar-isso-desde-cedo.shtml Acesso: 14 out. 2025 (Adaptado) 
Em: “A ausência de política de leitura revela prioridades: o espetáculo vale mais que o pensamento.”, a função dos dois pontos é introduzir 
Alternativas
Q3775716 Português
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Natália Beauty 


    Cada vez que uma criança cresce sem sequer o incentivo de abrir um livro, cometemos uma negligência intelectual grave. A formação de leitores não é detalhe de política pública: é o alicerce de qualquer nação que deseja pensar por conta própria. No entanto, no mundo digital de hoje, parece mais fácil aceitar memes rasos, vídeos curtos e feeds infinitos do que exigir que mentes jovens sejam alimentadas por literatura, imaginação e pensamento crítico. É a cultura do fast food mental, e estamos servindo porções generosas.

    A leitura nunca foi mero passatempo. Ela molda o cérebro, fortalece sinapses, amplia vocabulário, constrói empatia, estrutura pensamento abstrato e disciplina a reflexão. Um adolescente que lê aprende a adiar a gratificação imediata para imaginar futuros possíveis. Quem não lê, em contrapartida, ergue muros internos, se torna refém do óbvio e presa fácil da manipulação.

    Sabemos que a leitura desde a infância é um escudo contra a manipulação. Crianças alfabetizadas em histórias, poesia e imaginação se tornam adultos mais críticos e menos suscetíveis à histeria das redes. Mas quem está garantindo esse direito? Onde estão as bibliotecas escolares dignas desse nome? Quantas escolas têm professores com tempo e formação para ensinar amor aos livros, e não apenas "resumo para a prova"?

    A verdade é dura e o fracasso é institucional. Orçamentos minguados, currículos burocráticos e salários indignos tornam a literatura um luxo dentro da sala de aula. A ausência de política de leitura revela prioridades: o espetáculo vale mais que o pensamento.

    Do lado de casa, a responsabilidade também é nossa. Muitos pais entregam tablets antes de oferecer livros e ainda culpam a "falta de interesse" dos filhos. Mas desinteresse não nasce do acaso, ele é cultivado quando a leitura não foi um gesto de afeto. Criança que vê o livro como castigo aprende a rejeitálo. A escola que trata literatura como obrigação mata o prazer que poderia salvar gerações.

     Nem tecnologia é desculpa. E-books e audiobooks são aliados, mas não substituem o ritual de folhear, reler, pausar, refletir. O cheiro do papel, o peso do livro, o silêncio da leitura, tudo isso constrói presença mental. Leitura digital sem profundidade vira rolagem automática, não experiência cognitiva.

    Se quisermos reverter esse cenário, precisamos de um pacto nacional pela leitura. Gestores públicos devem criar leis que garantam verba mínima para bibliotecas municipais, rankings de leitura por cidade, bibliotecas móveis e parcerias com editoras para baratear o acesso. Empresas podem promover clubes de leitura, incentivar funcionários e comunidades. Cada cidadão pode doar livros, ler para uma criança, criar acervos comunitários. Pequenos gestos geram grandes resistências.

    Uma sociedade que não lê entrega sua opinião a quem grita mais alto e seu destino a quem manipula. Se queremos líderes que pensem, precisamos formar leitores que questionem. Leitura não é privilégio, é sobrevivência democrática.

    Sem livros, o pensamento murcha. Sem leitores, a nação adoece. Cultivar leitores é plantar pensadores e essa, talvez, seja a única rebelião que ainda vale a pena.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/natalia-beauty/2025/10/ler-e-resistencia-e-precisamos-ensinar-isso-desde-cedo.shtml Acesso: 14 out. 2025 (Adaptado) 
Em: “Mas desinteresse não nasce do acaso, ele é cultivado quando a leitura não foi um gesto de afeto.”, o verbo “foi” está flexionado no 
Alternativas
Q3775715 Português
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Natália Beauty 


    Cada vez que uma criança cresce sem sequer o incentivo de abrir um livro, cometemos uma negligência intelectual grave. A formação de leitores não é detalhe de política pública: é o alicerce de qualquer nação que deseja pensar por conta própria. No entanto, no mundo digital de hoje, parece mais fácil aceitar memes rasos, vídeos curtos e feeds infinitos do que exigir que mentes jovens sejam alimentadas por literatura, imaginação e pensamento crítico. É a cultura do fast food mental, e estamos servindo porções generosas.

    A leitura nunca foi mero passatempo. Ela molda o cérebro, fortalece sinapses, amplia vocabulário, constrói empatia, estrutura pensamento abstrato e disciplina a reflexão. Um adolescente que lê aprende a adiar a gratificação imediata para imaginar futuros possíveis. Quem não lê, em contrapartida, ergue muros internos, se torna refém do óbvio e presa fácil da manipulação.

    Sabemos que a leitura desde a infância é um escudo contra a manipulação. Crianças alfabetizadas em histórias, poesia e imaginação se tornam adultos mais críticos e menos suscetíveis à histeria das redes. Mas quem está garantindo esse direito? Onde estão as bibliotecas escolares dignas desse nome? Quantas escolas têm professores com tempo e formação para ensinar amor aos livros, e não apenas "resumo para a prova"?

    A verdade é dura e o fracasso é institucional. Orçamentos minguados, currículos burocráticos e salários indignos tornam a literatura um luxo dentro da sala de aula. A ausência de política de leitura revela prioridades: o espetáculo vale mais que o pensamento.

    Do lado de casa, a responsabilidade também é nossa. Muitos pais entregam tablets antes de oferecer livros e ainda culpam a "falta de interesse" dos filhos. Mas desinteresse não nasce do acaso, ele é cultivado quando a leitura não foi um gesto de afeto. Criança que vê o livro como castigo aprende a rejeitálo. A escola que trata literatura como obrigação mata o prazer que poderia salvar gerações.

     Nem tecnologia é desculpa. E-books e audiobooks são aliados, mas não substituem o ritual de folhear, reler, pausar, refletir. O cheiro do papel, o peso do livro, o silêncio da leitura, tudo isso constrói presença mental. Leitura digital sem profundidade vira rolagem automática, não experiência cognitiva.

    Se quisermos reverter esse cenário, precisamos de um pacto nacional pela leitura. Gestores públicos devem criar leis que garantam verba mínima para bibliotecas municipais, rankings de leitura por cidade, bibliotecas móveis e parcerias com editoras para baratear o acesso. Empresas podem promover clubes de leitura, incentivar funcionários e comunidades. Cada cidadão pode doar livros, ler para uma criança, criar acervos comunitários. Pequenos gestos geram grandes resistências.

    Uma sociedade que não lê entrega sua opinião a quem grita mais alto e seu destino a quem manipula. Se queremos líderes que pensem, precisamos formar leitores que questionem. Leitura não é privilégio, é sobrevivência democrática.

    Sem livros, o pensamento murcha. Sem leitores, a nação adoece. Cultivar leitores é plantar pensadores e essa, talvez, seja a única rebelião que ainda vale a pena.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/natalia-beauty/2025/10/ler-e-resistencia-e-precisamos-ensinar-isso-desde-cedo.shtml Acesso: 14 out. 2025 (Adaptado) 
Em: “Sem livros, o pensamento murcha. Sem leitores, a nação adoece.”, há um exemplo de 
Alternativas
Q3775714 Português
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Natália Beauty 


    Cada vez que uma criança cresce sem sequer o incentivo de abrir um livro, cometemos uma negligência intelectual grave. A formação de leitores não é detalhe de política pública: é o alicerce de qualquer nação que deseja pensar por conta própria. No entanto, no mundo digital de hoje, parece mais fácil aceitar memes rasos, vídeos curtos e feeds infinitos do que exigir que mentes jovens sejam alimentadas por literatura, imaginação e pensamento crítico. É a cultura do fast food mental, e estamos servindo porções generosas.

    A leitura nunca foi mero passatempo. Ela molda o cérebro, fortalece sinapses, amplia vocabulário, constrói empatia, estrutura pensamento abstrato e disciplina a reflexão. Um adolescente que lê aprende a adiar a gratificação imediata para imaginar futuros possíveis. Quem não lê, em contrapartida, ergue muros internos, se torna refém do óbvio e presa fácil da manipulação.

    Sabemos que a leitura desde a infância é um escudo contra a manipulação. Crianças alfabetizadas em histórias, poesia e imaginação se tornam adultos mais críticos e menos suscetíveis à histeria das redes. Mas quem está garantindo esse direito? Onde estão as bibliotecas escolares dignas desse nome? Quantas escolas têm professores com tempo e formação para ensinar amor aos livros, e não apenas "resumo para a prova"?

    A verdade é dura e o fracasso é institucional. Orçamentos minguados, currículos burocráticos e salários indignos tornam a literatura um luxo dentro da sala de aula. A ausência de política de leitura revela prioridades: o espetáculo vale mais que o pensamento.

    Do lado de casa, a responsabilidade também é nossa. Muitos pais entregam tablets antes de oferecer livros e ainda culpam a "falta de interesse" dos filhos. Mas desinteresse não nasce do acaso, ele é cultivado quando a leitura não foi um gesto de afeto. Criança que vê o livro como castigo aprende a rejeitálo. A escola que trata literatura como obrigação mata o prazer que poderia salvar gerações.

     Nem tecnologia é desculpa. E-books e audiobooks são aliados, mas não substituem o ritual de folhear, reler, pausar, refletir. O cheiro do papel, o peso do livro, o silêncio da leitura, tudo isso constrói presença mental. Leitura digital sem profundidade vira rolagem automática, não experiência cognitiva.

    Se quisermos reverter esse cenário, precisamos de um pacto nacional pela leitura. Gestores públicos devem criar leis que garantam verba mínima para bibliotecas municipais, rankings de leitura por cidade, bibliotecas móveis e parcerias com editoras para baratear o acesso. Empresas podem promover clubes de leitura, incentivar funcionários e comunidades. Cada cidadão pode doar livros, ler para uma criança, criar acervos comunitários. Pequenos gestos geram grandes resistências.

    Uma sociedade que não lê entrega sua opinião a quem grita mais alto e seu destino a quem manipula. Se queremos líderes que pensem, precisamos formar leitores que questionem. Leitura não é privilégio, é sobrevivência democrática.

    Sem livros, o pensamento murcha. Sem leitores, a nação adoece. Cultivar leitores é plantar pensadores e essa, talvez, seja a única rebelião que ainda vale a pena.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/natalia-beauty/2025/10/ler-e-resistencia-e-precisamos-ensinar-isso-desde-cedo.shtml Acesso: 14 out. 2025 (Adaptado) 
A substituição dos articuladores sintáticos destacados está corretamente identificada entre parênteses, EXCETO em: 
Alternativas
Q3775713 Português
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Natália Beauty 


    Cada vez que uma criança cresce sem sequer o incentivo de abrir um livro, cometemos uma negligência intelectual grave. A formação de leitores não é detalhe de política pública: é o alicerce de qualquer nação que deseja pensar por conta própria. No entanto, no mundo digital de hoje, parece mais fácil aceitar memes rasos, vídeos curtos e feeds infinitos do que exigir que mentes jovens sejam alimentadas por literatura, imaginação e pensamento crítico. É a cultura do fast food mental, e estamos servindo porções generosas.

    A leitura nunca foi mero passatempo. Ela molda o cérebro, fortalece sinapses, amplia vocabulário, constrói empatia, estrutura pensamento abstrato e disciplina a reflexão. Um adolescente que lê aprende a adiar a gratificação imediata para imaginar futuros possíveis. Quem não lê, em contrapartida, ergue muros internos, se torna refém do óbvio e presa fácil da manipulação.

    Sabemos que a leitura desde a infância é um escudo contra a manipulação. Crianças alfabetizadas em histórias, poesia e imaginação se tornam adultos mais críticos e menos suscetíveis à histeria das redes. Mas quem está garantindo esse direito? Onde estão as bibliotecas escolares dignas desse nome? Quantas escolas têm professores com tempo e formação para ensinar amor aos livros, e não apenas "resumo para a prova"?

    A verdade é dura e o fracasso é institucional. Orçamentos minguados, currículos burocráticos e salários indignos tornam a literatura um luxo dentro da sala de aula. A ausência de política de leitura revela prioridades: o espetáculo vale mais que o pensamento.

    Do lado de casa, a responsabilidade também é nossa. Muitos pais entregam tablets antes de oferecer livros e ainda culpam a "falta de interesse" dos filhos. Mas desinteresse não nasce do acaso, ele é cultivado quando a leitura não foi um gesto de afeto. Criança que vê o livro como castigo aprende a rejeitálo. A escola que trata literatura como obrigação mata o prazer que poderia salvar gerações.

     Nem tecnologia é desculpa. E-books e audiobooks são aliados, mas não substituem o ritual de folhear, reler, pausar, refletir. O cheiro do papel, o peso do livro, o silêncio da leitura, tudo isso constrói presença mental. Leitura digital sem profundidade vira rolagem automática, não experiência cognitiva.

    Se quisermos reverter esse cenário, precisamos de um pacto nacional pela leitura. Gestores públicos devem criar leis que garantam verba mínima para bibliotecas municipais, rankings de leitura por cidade, bibliotecas móveis e parcerias com editoras para baratear o acesso. Empresas podem promover clubes de leitura, incentivar funcionários e comunidades. Cada cidadão pode doar livros, ler para uma criança, criar acervos comunitários. Pequenos gestos geram grandes resistências.

    Uma sociedade que não lê entrega sua opinião a quem grita mais alto e seu destino a quem manipula. Se queremos líderes que pensem, precisamos formar leitores que questionem. Leitura não é privilégio, é sobrevivência democrática.

    Sem livros, o pensamento murcha. Sem leitores, a nação adoece. Cultivar leitores é plantar pensadores e essa, talvez, seja a única rebelião que ainda vale a pena.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/natalia-beauty/2025/10/ler-e-resistencia-e-precisamos-ensinar-isso-desde-cedo.shtml Acesso: 14 out. 2025 (Adaptado) 
Em: “Um adolescente que lê aprende a adiar a gratificação imediata para imaginar futuros possíveis.”, a oração destacada é classificada como subordinada 
Alternativas
Q3775712 Português
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Natália Beauty 


    Cada vez que uma criança cresce sem sequer o incentivo de abrir um livro, cometemos uma negligência intelectual grave. A formação de leitores não é detalhe de política pública: é o alicerce de qualquer nação que deseja pensar por conta própria. No entanto, no mundo digital de hoje, parece mais fácil aceitar memes rasos, vídeos curtos e feeds infinitos do que exigir que mentes jovens sejam alimentadas por literatura, imaginação e pensamento crítico. É a cultura do fast food mental, e estamos servindo porções generosas.

    A leitura nunca foi mero passatempo. Ela molda o cérebro, fortalece sinapses, amplia vocabulário, constrói empatia, estrutura pensamento abstrato e disciplina a reflexão. Um adolescente que lê aprende a adiar a gratificação imediata para imaginar futuros possíveis. Quem não lê, em contrapartida, ergue muros internos, se torna refém do óbvio e presa fácil da manipulação.

    Sabemos que a leitura desde a infância é um escudo contra a manipulação. Crianças alfabetizadas em histórias, poesia e imaginação se tornam adultos mais críticos e menos suscetíveis à histeria das redes. Mas quem está garantindo esse direito? Onde estão as bibliotecas escolares dignas desse nome? Quantas escolas têm professores com tempo e formação para ensinar amor aos livros, e não apenas "resumo para a prova"?

    A verdade é dura e o fracasso é institucional. Orçamentos minguados, currículos burocráticos e salários indignos tornam a literatura um luxo dentro da sala de aula. A ausência de política de leitura revela prioridades: o espetáculo vale mais que o pensamento.

    Do lado de casa, a responsabilidade também é nossa. Muitos pais entregam tablets antes de oferecer livros e ainda culpam a "falta de interesse" dos filhos. Mas desinteresse não nasce do acaso, ele é cultivado quando a leitura não foi um gesto de afeto. Criança que vê o livro como castigo aprende a rejeitálo. A escola que trata literatura como obrigação mata o prazer que poderia salvar gerações.

     Nem tecnologia é desculpa. E-books e audiobooks são aliados, mas não substituem o ritual de folhear, reler, pausar, refletir. O cheiro do papel, o peso do livro, o silêncio da leitura, tudo isso constrói presença mental. Leitura digital sem profundidade vira rolagem automática, não experiência cognitiva.

    Se quisermos reverter esse cenário, precisamos de um pacto nacional pela leitura. Gestores públicos devem criar leis que garantam verba mínima para bibliotecas municipais, rankings de leitura por cidade, bibliotecas móveis e parcerias com editoras para baratear o acesso. Empresas podem promover clubes de leitura, incentivar funcionários e comunidades. Cada cidadão pode doar livros, ler para uma criança, criar acervos comunitários. Pequenos gestos geram grandes resistências.

    Uma sociedade que não lê entrega sua opinião a quem grita mais alto e seu destino a quem manipula. Se queremos líderes que pensem, precisamos formar leitores que questionem. Leitura não é privilégio, é sobrevivência democrática.

    Sem livros, o pensamento murcha. Sem leitores, a nação adoece. Cultivar leitores é plantar pensadores e essa, talvez, seja a única rebelião que ainda vale a pena.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/natalia-beauty/2025/10/ler-e-resistencia-e-precisamos-ensinar-isso-desde-cedo.shtml Acesso: 14 out. 2025 (Adaptado) 
No trecho “A leitura nunca foi mero passatempo”, o termo “mero” tem sentido de 
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Q3775711 Português
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Natália Beauty 


    Cada vez que uma criança cresce sem sequer o incentivo de abrir um livro, cometemos uma negligência intelectual grave. A formação de leitores não é detalhe de política pública: é o alicerce de qualquer nação que deseja pensar por conta própria. No entanto, no mundo digital de hoje, parece mais fácil aceitar memes rasos, vídeos curtos e feeds infinitos do que exigir que mentes jovens sejam alimentadas por literatura, imaginação e pensamento crítico. É a cultura do fast food mental, e estamos servindo porções generosas.

    A leitura nunca foi mero passatempo. Ela molda o cérebro, fortalece sinapses, amplia vocabulário, constrói empatia, estrutura pensamento abstrato e disciplina a reflexão. Um adolescente que lê aprende a adiar a gratificação imediata para imaginar futuros possíveis. Quem não lê, em contrapartida, ergue muros internos, se torna refém do óbvio e presa fácil da manipulação.

    Sabemos que a leitura desde a infância é um escudo contra a manipulação. Crianças alfabetizadas em histórias, poesia e imaginação se tornam adultos mais críticos e menos suscetíveis à histeria das redes. Mas quem está garantindo esse direito? Onde estão as bibliotecas escolares dignas desse nome? Quantas escolas têm professores com tempo e formação para ensinar amor aos livros, e não apenas "resumo para a prova"?

    A verdade é dura e o fracasso é institucional. Orçamentos minguados, currículos burocráticos e salários indignos tornam a literatura um luxo dentro da sala de aula. A ausência de política de leitura revela prioridades: o espetáculo vale mais que o pensamento.

    Do lado de casa, a responsabilidade também é nossa. Muitos pais entregam tablets antes de oferecer livros e ainda culpam a "falta de interesse" dos filhos. Mas desinteresse não nasce do acaso, ele é cultivado quando a leitura não foi um gesto de afeto. Criança que vê o livro como castigo aprende a rejeitálo. A escola que trata literatura como obrigação mata o prazer que poderia salvar gerações.

     Nem tecnologia é desculpa. E-books e audiobooks são aliados, mas não substituem o ritual de folhear, reler, pausar, refletir. O cheiro do papel, o peso do livro, o silêncio da leitura, tudo isso constrói presença mental. Leitura digital sem profundidade vira rolagem automática, não experiência cognitiva.

    Se quisermos reverter esse cenário, precisamos de um pacto nacional pela leitura. Gestores públicos devem criar leis que garantam verba mínima para bibliotecas municipais, rankings de leitura por cidade, bibliotecas móveis e parcerias com editoras para baratear o acesso. Empresas podem promover clubes de leitura, incentivar funcionários e comunidades. Cada cidadão pode doar livros, ler para uma criança, criar acervos comunitários. Pequenos gestos geram grandes resistências.

    Uma sociedade que não lê entrega sua opinião a quem grita mais alto e seu destino a quem manipula. Se queremos líderes que pensem, precisamos formar leitores que questionem. Leitura não é privilégio, é sobrevivência democrática.

    Sem livros, o pensamento murcha. Sem leitores, a nação adoece. Cultivar leitores é plantar pensadores e essa, talvez, seja a única rebelião que ainda vale a pena.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/natalia-beauty/2025/10/ler-e-resistencia-e-precisamos-ensinar-isso-desde-cedo.shtml Acesso: 14 out. 2025 (Adaptado) 
O principal argumento defendido pela autora, ao longo do texto, é 
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Natália Beauty 


    Cada vez que uma criança cresce sem sequer o incentivo de abrir um livro, cometemos uma negligência intelectual grave. A formação de leitores não é detalhe de política pública: é o alicerce de qualquer nação que deseja pensar por conta própria. No entanto, no mundo digital de hoje, parece mais fácil aceitar memes rasos, vídeos curtos e feeds infinitos do que exigir que mentes jovens sejam alimentadas por literatura, imaginação e pensamento crítico. É a cultura do fast food mental, e estamos servindo porções generosas.

    A leitura nunca foi mero passatempo. Ela molda o cérebro, fortalece sinapses, amplia vocabulário, constrói empatia, estrutura pensamento abstrato e disciplina a reflexão. Um adolescente que lê aprende a adiar a gratificação imediata para imaginar futuros possíveis. Quem não lê, em contrapartida, ergue muros internos, se torna refém do óbvio e presa fácil da manipulação.

    Sabemos que a leitura desde a infância é um escudo contra a manipulação. Crianças alfabetizadas em histórias, poesia e imaginação se tornam adultos mais críticos e menos suscetíveis à histeria das redes. Mas quem está garantindo esse direito? Onde estão as bibliotecas escolares dignas desse nome? Quantas escolas têm professores com tempo e formação para ensinar amor aos livros, e não apenas "resumo para a prova"?

    A verdade é dura e o fracasso é institucional. Orçamentos minguados, currículos burocráticos e salários indignos tornam a literatura um luxo dentro da sala de aula. A ausência de política de leitura revela prioridades: o espetáculo vale mais que o pensamento.

    Do lado de casa, a responsabilidade também é nossa. Muitos pais entregam tablets antes de oferecer livros e ainda culpam a "falta de interesse" dos filhos. Mas desinteresse não nasce do acaso, ele é cultivado quando a leitura não foi um gesto de afeto. Criança que vê o livro como castigo aprende a rejeitálo. A escola que trata literatura como obrigação mata o prazer que poderia salvar gerações.

     Nem tecnologia é desculpa. E-books e audiobooks são aliados, mas não substituem o ritual de folhear, reler, pausar, refletir. O cheiro do papel, o peso do livro, o silêncio da leitura, tudo isso constrói presença mental. Leitura digital sem profundidade vira rolagem automática, não experiência cognitiva.

    Se quisermos reverter esse cenário, precisamos de um pacto nacional pela leitura. Gestores públicos devem criar leis que garantam verba mínima para bibliotecas municipais, rankings de leitura por cidade, bibliotecas móveis e parcerias com editoras para baratear o acesso. Empresas podem promover clubes de leitura, incentivar funcionários e comunidades. Cada cidadão pode doar livros, ler para uma criança, criar acervos comunitários. Pequenos gestos geram grandes resistências.

    Uma sociedade que não lê entrega sua opinião a quem grita mais alto e seu destino a quem manipula. Se queremos líderes que pensem, precisamos formar leitores que questionem. Leitura não é privilégio, é sobrevivência democrática.

    Sem livros, o pensamento murcha. Sem leitores, a nação adoece. Cultivar leitores é plantar pensadores e essa, talvez, seja a única rebelião que ainda vale a pena.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/natalia-beauty/2025/10/ler-e-resistencia-e-precisamos-ensinar-isso-desde-cedo.shtml Acesso: 14 out. 2025 (Adaptado) 
A expressão “fast food mental” sugere que
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Q3775709 Português
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    Cada vez que uma criança cresce sem sequer o incentivo de abrir um livro, cometemos uma negligência intelectual grave. A formação de leitores não é detalhe de política pública: é o alicerce de qualquer nação que deseja pensar por conta própria. No entanto, no mundo digital de hoje, parece mais fácil aceitar memes rasos, vídeos curtos e feeds infinitos do que exigir que mentes jovens sejam alimentadas por literatura, imaginação e pensamento crítico. É a cultura do fast food mental, e estamos servindo porções generosas.

    A leitura nunca foi mero passatempo. Ela molda o cérebro, fortalece sinapses, amplia vocabulário, constrói empatia, estrutura pensamento abstrato e disciplina a reflexão. Um adolescente que lê aprende a adiar a gratificação imediata para imaginar futuros possíveis. Quem não lê, em contrapartida, ergue muros internos, se torna refém do óbvio e presa fácil da manipulação.

    Sabemos que a leitura desde a infância é um escudo contra a manipulação. Crianças alfabetizadas em histórias, poesia e imaginação se tornam adultos mais críticos e menos suscetíveis à histeria das redes. Mas quem está garantindo esse direito? Onde estão as bibliotecas escolares dignas desse nome? Quantas escolas têm professores com tempo e formação para ensinar amor aos livros, e não apenas "resumo para a prova"?

    A verdade é dura e o fracasso é institucional. Orçamentos minguados, currículos burocráticos e salários indignos tornam a literatura um luxo dentro da sala de aula. A ausência de política de leitura revela prioridades: o espetáculo vale mais que o pensamento.

    Do lado de casa, a responsabilidade também é nossa. Muitos pais entregam tablets antes de oferecer livros e ainda culpam a "falta de interesse" dos filhos. Mas desinteresse não nasce do acaso, ele é cultivado quando a leitura não foi um gesto de afeto. Criança que vê o livro como castigo aprende a rejeitálo. A escola que trata literatura como obrigação mata o prazer que poderia salvar gerações.

     Nem tecnologia é desculpa. E-books e audiobooks são aliados, mas não substituem o ritual de folhear, reler, pausar, refletir. O cheiro do papel, o peso do livro, o silêncio da leitura, tudo isso constrói presença mental. Leitura digital sem profundidade vira rolagem automática, não experiência cognitiva.

    Se quisermos reverter esse cenário, precisamos de um pacto nacional pela leitura. Gestores públicos devem criar leis que garantam verba mínima para bibliotecas municipais, rankings de leitura por cidade, bibliotecas móveis e parcerias com editoras para baratear o acesso. Empresas podem promover clubes de leitura, incentivar funcionários e comunidades. Cada cidadão pode doar livros, ler para uma criança, criar acervos comunitários. Pequenos gestos geram grandes resistências.

    Uma sociedade que não lê entrega sua opinião a quem grita mais alto e seu destino a quem manipula. Se queremos líderes que pensem, precisamos formar leitores que questionem. Leitura não é privilégio, é sobrevivência democrática.

    Sem livros, o pensamento murcha. Sem leitores, a nação adoece. Cultivar leitores é plantar pensadores e essa, talvez, seja a única rebelião que ainda vale a pena.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/natalia-beauty/2025/10/ler-e-resistencia-e-precisamos-ensinar-isso-desde-cedo.shtml Acesso: 14 out. 2025 (Adaptado) 
A autora do texto inclui o interlocutor em suas reflexões, EXCETO em: 
Alternativas
Q3775708 Português
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Natália Beauty 


    Cada vez que uma criança cresce sem sequer o incentivo de abrir um livro, cometemos uma negligência intelectual grave. A formação de leitores não é detalhe de política pública: é o alicerce de qualquer nação que deseja pensar por conta própria. No entanto, no mundo digital de hoje, parece mais fácil aceitar memes rasos, vídeos curtos e feeds infinitos do que exigir que mentes jovens sejam alimentadas por literatura, imaginação e pensamento crítico. É a cultura do fast food mental, e estamos servindo porções generosas.

    A leitura nunca foi mero passatempo. Ela molda o cérebro, fortalece sinapses, amplia vocabulário, constrói empatia, estrutura pensamento abstrato e disciplina a reflexão. Um adolescente que lê aprende a adiar a gratificação imediata para imaginar futuros possíveis. Quem não lê, em contrapartida, ergue muros internos, se torna refém do óbvio e presa fácil da manipulação.

    Sabemos que a leitura desde a infância é um escudo contra a manipulação. Crianças alfabetizadas em histórias, poesia e imaginação se tornam adultos mais críticos e menos suscetíveis à histeria das redes. Mas quem está garantindo esse direito? Onde estão as bibliotecas escolares dignas desse nome? Quantas escolas têm professores com tempo e formação para ensinar amor aos livros, e não apenas "resumo para a prova"?

    A verdade é dura e o fracasso é institucional. Orçamentos minguados, currículos burocráticos e salários indignos tornam a literatura um luxo dentro da sala de aula. A ausência de política de leitura revela prioridades: o espetáculo vale mais que o pensamento.

    Do lado de casa, a responsabilidade também é nossa. Muitos pais entregam tablets antes de oferecer livros e ainda culpam a "falta de interesse" dos filhos. Mas desinteresse não nasce do acaso, ele é cultivado quando a leitura não foi um gesto de afeto. Criança que vê o livro como castigo aprende a rejeitálo. A escola que trata literatura como obrigação mata o prazer que poderia salvar gerações.

     Nem tecnologia é desculpa. E-books e audiobooks são aliados, mas não substituem o ritual de folhear, reler, pausar, refletir. O cheiro do papel, o peso do livro, o silêncio da leitura, tudo isso constrói presença mental. Leitura digital sem profundidade vira rolagem automática, não experiência cognitiva.

    Se quisermos reverter esse cenário, precisamos de um pacto nacional pela leitura. Gestores públicos devem criar leis que garantam verba mínima para bibliotecas municipais, rankings de leitura por cidade, bibliotecas móveis e parcerias com editoras para baratear o acesso. Empresas podem promover clubes de leitura, incentivar funcionários e comunidades. Cada cidadão pode doar livros, ler para uma criança, criar acervos comunitários. Pequenos gestos geram grandes resistências.

    Uma sociedade que não lê entrega sua opinião a quem grita mais alto e seu destino a quem manipula. Se queremos líderes que pensem, precisamos formar leitores que questionem. Leitura não é privilégio, é sobrevivência democrática.

    Sem livros, o pensamento murcha. Sem leitores, a nação adoece. Cultivar leitores é plantar pensadores e essa, talvez, seja a única rebelião que ainda vale a pena.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/natalia-beauty/2025/10/ler-e-resistencia-e-precisamos-ensinar-isso-desde-cedo.shtml Acesso: 14 out. 2025 (Adaptado) 
São títulos possíveis para o texto, EXCETO: 
Alternativas
Q3767006 Direitos Humanos
As principais características ou especificidades dos direitos humanos foram estabelecidas com a proclamação da Declaração Universal dos Direitos Humanos em 1948 e consolidadas na II Conferência Mundial de Direitos Humanos, realizada em Viena, em 1993. De acordo com André de Carvalho Ramos, todas as alternativas abaixo definem adequadamente as especificidades dos direitos humanos, EXCETO:
Alternativas
Q3767005 Direitos Humanos
De acordo com o Decreto nº 10.932/2022, que promulgou a Convenção Interamericana contra o Racismo, a Discriminação Racial e Formas Correlatas de Intolerância, e o Decreto nº 6.949/2009, que promulgou a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
I - A Convenção promulgada pelo Decreto nº 6.949/2009 estabelece que os Estados-partes devem assegurar o direito à educação das pessoas com deficiência, determinando, para tanto, a obrigatoriedade de matrícula exclusiva em escolas especiais quando necessário para seu bem-estar.
II - Ambos os decretos possuem status de lei ordinária no ordenamento jurídico brasileiro, podendo ser alterados ou revogados por nova legislação infraconstitucional.
III - O Decreto nº 6.949/2009 internalizou no Brasil um tratado internacional que, em razão do quórum de aprovação pelo Congresso Nacional, foi equiparado às emendas constitucionais.
IV - A Convenção promulgada pelo Decreto nº 10.932/2022 define que Racismo é qualquer preferência, distinção, exclusão ou restrição baseada, de modo concomitante, em dois ou mais critérios dispostos no Artigo 1.1 da referida convenção, ou outros reconhecidos em instrumentos internacionais, cujo objetivo ou resultado seja anular ou restringir o reconhecimento, gozo ou exercício, em condições de igualdade, de um ou mais direitos humanos e liberdades fundamentais consagrados nos instrumentos internacionais aplicáveis aos Estados-partes.
V - A Convenção promulgada pelo Decreto nº 10.932/2022 define que Discriminação Racial é qualquer distinção, exclusão, restrição ou preferência, em qualquer área da vida pública ou privada, cujo propósito ou efeito seja anular ou restringir o reconhecimento, gozo ou exercício, em condições de igualdade, de um ou mais direitos humanos e liberdades fundamentais.
Marque a opção que apresenta as assertivas CORRETAS:
Alternativas
Q3767004 Direito do Consumidor
Em uma rede de supermercados de grande porte, Cacilda adquiriu uma bandeja de iogurtes industrializados para o consumo de sua prole. Ao chegar em casa, lamentavelmente, notou que algumas unidades estavam vencidas e outras apresentavam, nitidamente, conteúdo líquido inferior ao indicado na embalagem. Ao retornar ao supermercado, a gerente afirmou que a loja não tinha obrigação de devolver o dinheiro, tampouco realizar trocas e que poderia apenas oferecer, a título de graciosidade, um desconto na próxima compra, conforme a política da empresa.
Em conformidade com o Código de Proteção ao consumidor, analise o caso hipotético e assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3767003 Direito do Consumidor
João, tendo em vista o seu quadro clínico sensível, precisou contratar os serviços médicos de um hospital particular em sua cidade para fins de uma cirurgia de urgência. Após a cirurgia, sobreveio um verdadeiro “calvário” na vida de João, por conta do fato de que o hospital cobrou valores excessivos por materiais não discriminados em orçamento prévio e, ainda, recusou-se a entregar nota fiscal detalhada, o que revoltou João, encorajando-o a reclamar imediatamente. Todavia, o hospital alegou que “complicações médicas justificam naturalmente a realização de cobranças extras. Nesse sentido, o hospital recomendou que João, caso não estivesse satisfeito, procurasse os seus direitos”.
Isso posto, em conformidade com o Código de Proteção ao Consumidor vigente, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3767002 Direito Tributário
Dentre as competências estabelecidas constitucionalmente aos municípios, pode-se destacar:
“Art. 30. Compete aos Municípios:
I - legislar sobre assuntos de interesse local;
[...]
III - instituir e arrecadar os tributos de sua competência, bem como aplicar suas rendas, sem prejuízo da obrigatoriedade de prestar contas e publicar balancetes nos prazos fixados em lei;
[...]
VIII - promover, no que couber, adequado ordenamento territorial, mediante planejamento e controle do uso, do parcelamento e da ocupação do solo urbano;
[...]” (Constituição de 1988) 
Diante de tais competências, o Município detém o poder de fiscalizar as atividades urbanas concernentes à localização de estabelecimentos comerciais, industriais e de prestação de serviços, bem como sobre o seu funcionamento em observância à legislação municipal e às posturas municipais relativas à segurança, à ordem e à tranquilidade públicas.
Tendo em vista o poder de fiscalizar, o Município pode, através de lei municipal, instituir: 
Alternativas
Q3767001 Direito Tributário

O Município BETA lavrou auto de infração contra a empresa Clínica ABCD Ltda., exigindo o pagamento do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza – ISSQN referente aos exercícios de 2016 a 2018, com lançamento efetuado em setembro de 2024. A empresa foi regularmente notificada em outubro de 2024, ocasião em que apresentou impugnação administrativa alegando a prescrição do crédito tributário.


Considerando a regulamentação da decadência e da prescrição tributárias, assinale a alternativa CORRETA: 

Alternativas
Respostas
241: C
242: B
243: C
244: C
245: D
246: D
247: C
248: B
249: B
250: D
251: A
252: C
253: A
254: A
255: D
256: C
257: A
258: B
259: C
260: D