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Q1997081 Governança de TI
Princípio do COBIT 5, versão português, que apresenta o mecanismo da cascata de objetivos: 
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Q1997029 Segurança e Saúde no Trabalho
A Norma regulamentadora 10 (NR-10) NÃO é aplicável a instalações elétricas alimentadas por:
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Q1997021 Segurança e Saúde no Trabalho
Segundo a Norma Regulamentadora 10 (NR-10), os procedimentos abaixo permitem considerar desenergizadas as instalações elétricas liberadas para trabalho, EXCETO: 
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Q1996983 Português

Texto II  


Razões da pós-modernidade                                               

Carlos Alberto Sanches, professor, perito e consultor em Redação – [31/03/2014 - 21h06]


                 Foi nos anos 60 que surgiu o que se chama de “pós-modernidade”, na abalizada opinião de Frederic Jameson, como “uma lógica cultural” do capitalismo tardio, filho bastardo do liberalismo dos séculos 18 e 19. O tema é controverso, 28 pois está associado a uma discussão sobre sua emergência funesta no pós-guerra. É que ocorre nesse período um profundo desencanto no homem contemporâneo, especialmente no que toca à diluição e abalo de seus valores axiológicos, como verdade, razão, legitimidade, universalidade, sujeito e progresso etc. Os sonhos se esvaneceram, juntamente com os valores e alicerces da vida: a “estética”, a “ética” e a “ciência”, e as repercussões que isso provocou na produção cultural: literatura, arte, filosofia, arquitetura, economia, moral etc.

              Há, sem dúvida, uma crise cultural que desemboca, talvez, em uma crise de modernidade. Ou a constatação de que, rompida a modernidade, destroçada por guerras devastadoras, produto da “gaia ciência” libertadora, leva a outra ruptura: morreu a pós-modernidade e deixou órfã a cultura contemporânea?

         Seria o caso de se falar em posteridade na pós-modernidade? Max Weber, já no início do século 19, menciona a chegada da modernidade trocada pela “racionalização intelectualista”, que produz o “desencanto do mundo”. Habermas o reinterpreta, dizendo que a civilização se desagrega, especialmente no que toca aos conceitos da verdade, da coerência das leis, da autenticidade do belo, ou seja, como questões de conhecimento...

          Jean Francois Lyotard, em seu livro A condição pós-moderna, de 1979, enfoca a legitimação do conhecimento na cultura contemporânea. Para ele, “o pós-moderno enquanto condição de cultura, nesta era pós-industrial, é marcado pela incredulidade face ao metadiscurso filosófico – metafísico, com suas pretensões atemporais e universalizantes”. É como se disséssemos, fazendo coro, mais tarde, com John Lennon, que “o sonho acabou” (ego trip). A razão, como ponto nevrálgico da cultura moderna, não leva a nada, a não ser à certeza de que o racionalismo iluminista, que vai entronizar a ciência como uma mola propulsora para a criação de uma sociedade justa, valorizadora do indivíduo, vai apenas produzir o desencanto, via progresso e com as suas descobertas, cantadas em prosa e verso, que nos deixaram um legado brutal: as grandes tragédias do século 20: guerras atrozes, a bomba atômica, crise ecológica, a corrida armamentista...

          A frustração é enorme, porque o iluminismo afirmara que somente as luzes da razão poderiam colocar o homem como gerador de sua história. Mas tudo não passou de um sonho, um sonho de verão (parodiando Shakespeare). Habermas coloca nessa época, o século 18, o gatilho que vai acionar essa desilusão da pós-modernidade. A ciência prometia dar segurança ao homem e lhe deu mais desgraças. Entendamos aqui também a racionalidade (o primado da razão cartesiana) 29 como cúmplice dessa falcatrua da modernidade e, portanto, da atual pós-modernidade.

           O mesmo filósofo fala em “desastre da modernidade”, um tipo de doença que produziu uma patologia social chamada de “império da ciência”, despótico e tirânico, que “digere” as esferas estético-expressivas e as religiosas-morais. Harvey põe o dedo na ferida ao dizer que o projeto do Iluminismo já era, na origem, uma “patranha”, na medida em que disparava um discurso redentor para o homem com as luzes da razão, em troca da lenta e gradual perda de sua liberdade.

                     A partir dos anos 50 e, ocorrido agora o definitivo desencanto com a ciência e suas tragédias (algumas delas), pode-se falar em um processo de sua desaceleração. O nosso futuro virou uma incerteza. A razão, além de não nos responder às grandes questões que prometeu responder, engendra novas e terríveis perguntas, que chegam até hoje, vagando sobre a incerteza de nossos precários destinos. Eu falaria, metaforicamente, do homem moderno acorrentado (o Prometeu) ao consumo desenfreado de coisas (res) para compensar suas frustrações e angústias. A vida se tornou absurda e difícil de ser vivida, face a esse “mal-estar” do homem ocidental. Daí surgem as grandes doenças psicossociais de hoje: a frustração, o relativismo e o niilismo, cujas sementes já estavam no bojo do Iluminismo, a face sinistra de sua moeda. Não há mais nenhuma certeza, porque a razão não foi capaz de dar ao homem alguns dos mais gratos dos bens: sua segurança e bem-estar. Não há mais certezas, apenas a percepção de que é preciso repensar criticamente a ciência, que nunca nos ofereceu um caminho para a felicidade, o que provoca um forte movimento de busca de liberdade. O mundo está sem ordem e valores, como disse Dostoievski: “Se Deus não existe, tudo é permitido”.

                 A incerteza do mundo moderno e a impossibilidade de organizar nossas vidas levam Giddens a dizer que “não há nada de misterioso no surgimento dos fundamentalismos, a radicalização para as angústias do homem”. Restou-nos o refúgio nos grandes espetáculos, como os do Coliseu antigo: o pão e o circo, para preencher o vazio da vida.

               Na sua esteira de satanização social, o capitalismo engendra, então, a sociedade de consumo, para levar o cidadão ao ópio do consumo (esquecer-se das desilusões) nas “estações orbitais” dos shoppings, ou templos das compras, onde os bens nos consomem e a produção, sempre crescente, implica a criação em massa (ou em série) de novos consumidores. Temos uma parafernália de bens, mas são em sua maioria coisas inúteis, que a razão / ciência nos deu; mas, em troca, sofremos dos males do século, entre eles a elisão de nossa individualidade. 30 Foi uma troca desvantajosa. É o que Campbell chama do sonho que gera o “signomercadoria”, que nos remete ao antigo sonho do Romantismo, da realização dos ideais.

              Trocamos o orgasmo reprodutor instintivo pelo prazer lúdico-frenético de consumir, sem saber que somos consumidos. Gememos de prazer ao comprar, mas choramos de dor face à nossa solidão, cercados pela panaceia da ciência e da razão, que nos entope de placebos, mas não de remédios para a cura dos males dessa longínqua luz racional, que se acende lá no Iluminismo e que vem, sob outras formas, até hoje. A televisão nos anestesia com a estética da imagem. Para Baudrillard, ela é o nosso mundo, como o mundo saído da tela do grande filme O Vidiota (o alienado no mundo virtual da tevê), cujo magistral intérprete foi Peter Sellers.

               Enquanto nos deleitamos com essa vida esquizofrênica e lúdica, deixamos no caixa do capitalismo tardio (iluminista / racional) o nosso mais precioso bem: a individualidade. Só nos sobrou a estética, segundo Jameson, ou a “colonização pela estética” que afeta diferentes aspectos da cultura, como a estética, a ética, a teórica, além da moral política.

                       A pós-modernidade talvez seja uma reação a esse quadro desolador. Bauman fala em pós-modernidade como a forma atual da modernidade longínqua. Já Giddens fala em modernidade tardia ou “modernidade radicalizada”: a cultura atual. Por certo que a atual discussão sobre o pós-moderno implica um processo de revisão e questionamento desse estado de coisas, em que o homem não passa de um res nulius, como as matronas romanas.

                               A cultura moderna, ou pós-modernista, não tem uma razão para produzir sua autocrítica, mas muitas razões, devido à sua prolongada irracionalidade do “modo de vida global”, segundo Jameson. O que se pode dizer é que não há uma razão, mas muitas razões para reordenar criticamente os descaminhos da pós-modernidade, sem esquecermos que a irracionalidade continua nos rondando.


http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/razoes-da-pos-modernidade8bs4bc7sv5e06z8trfk0pv80e.

Acesso em 21/01/18

Atente para o emprego dos pronomes pessoais oblíquos e a análise apresentada, na sequência. Assinale a opção que traz afirmação INCORRETA:
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Q1996975 Português

Texto I

Do moderno ao pós-moderno

Frei Betto / 14/05/2017 - 06h00

                     A morte da modernidade merece missa de sétimo dia? Os pais da modernidade nos deixaram de herança a confiança nas possibilidades da razão. E nos ensinaram a situar o homem no centro do pensamento e a acreditar que a razão, sem dogmas e donos, construiria uma sociedade livre e justa.
                         Pouco afeitos ao delírio e à poesia, não prestamos atenção à crítica romântica da modernidade – Byron, Rimbaud, Burckhardt, Nietzsche e Jarry. Agora, olhamos em volta e o que vemos? As ruínas do Muro de Berlim, a  Estátua da Liberdade tendo o mesmo efeito no planeta que o Cristo do Corcovado na vida cristã dos cariocas, o desencanto com a política, o ceticismo frente aos valores.
            Somos invadidos pela incerteza, a consciência fragmentária, o sincretismo do olhar, a disseminação, a ruptura e a dispersão. O evento soa mais importante que a história e o detalhe sobrepuja a fundamentação.
                  O pós-moderno aparece na moda, na estética, no estilo de vida. É a cultura de evasão da realidade. De fato, não estamos satisfeitos com a inflação, com a nossa filha gastando mais em pílulas de emagrecimento que em livros, e causanos profunda decepção saber que, neste país, a impunidade é mais forte que a lei. Ainda assim, temos esperança de mudá-lo. Recuamos do social ao privado e, rasgadas as antigas bandeiras, nossos ideais transformam-se em gravatas estampadas. Já não há utopias de um futuro diferente. Hoje, é considerado politicamente incorreto propagar a tese de conquista de uma sociedade onde todos tenham iguais direitos e oportunidades.
                     Agora predominam o efêmero, o individual, o subjetivo e o estético. Que análise de realidade previu a volta da Rússia à sociedade de classes? Resta-nos captar fragmentos do real (e aceitar que o saber é uma construção coletiva). Nosso processo de conhecimento se caracteriza pela indeterminação, descontinuidade e pluralismo.
                 A desconfiança da razão nos impele ao esotérico, ao espiritualismo de consumo imediato, ao hedonismo consumista, em progressiva mimetização generalizada de hábitos e costumes. Estamos em pleno naufrágio ou, como predisse Heidegger, caminhando por veredas perdidas. 
                    Sem o resgate da ética, da cidadania e das esperanças libertárias, e do Estado-síndico dos interesses da maioria, não haverá justiça, exceto aquela que o mais forte faz com as próprias mãos.
               Ingressamos na era da globalização. Graças às redes de computadores, um rapaz de São Paulo pode namorar uma chinesa de Beijing sem que nenhum dos dois saia de casa. Bilhões de dólares são eletronicamente transferidos de um país a outro no jogo da especulação, derivativo de ricos. Caem as fronteiras culturais e econômicas, afrouxam-se as políticas e morais. Prevalece o padrão do mais forte.
                   A globalização tem sombras e luzes. Se de um lado aproxima povos e quebra barreiras de comunicação, de outro ela assume, nas esferas econômica e cultural, o caráter de globocolonização.

(Disponível em: http://hojeemdia.com.br/opini%C3%A3o/colunas/frei-betto-1.334186/domoderno-ao-p%C3%B3s-moderno-1.464377. Acesso 05 jan. 2018) 
Com relação à acentuação gráfica dos itens destacados, avalie as afirmações e assinale a opção que traz uma asserção INCORRETA: 
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Q1996960 Mecânica
Um vaso de pressão cilíndrico tem diâmetro interno de 1,2 m e espessura 12 mm. A pressão interna máxima que ele pode suportar, de modo que a tensão circunferencial máxima seja 140 MPa, é: 
Alternativas
Q1996943 Química

Para uma molécula polimérica linear, o comprimento total da cadeia L depende docomprimento da ligação entre os átomos da cadeia d, do número de ligações namolécula N e do ângulo entre átomos adjacentes na cadeia principal θ, de acordocom:


L = Ndsen (0/2)


Adicionalmente, a distância média de uma extremidade à outra para uma série demoléculas polimérica r é igual a:

r = d√N


Um politetrafluoretileno linear possui um peso molecular numérico médio de500.000 g/mol. Calcule os valores médios de L e r para esse material. 

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Q1996939 Química
Calcule o número de átomos de germânio por cm3 que contém a liga com 60% atômico de Silício. Germânio (Ge) (densidade = 5,32 g/cm3 , e massa atômica do germânio = 72,64 uma) e Silício (Si) (densidade = 2,33 g/cm3 , e massa atômica do silício = 28,09 uma)?
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Q1996769 Sistemas Operacionais
O nome da pasta que o Windows Server 2012 R2 utiliza para armazenar todos os módulos do sistema operacional que ele pode precisar instalar posteriormente é:
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Q1996768 Arquitetura de Computadores

Analise as seguintes afirmativas sobre os tipos de barramentos de um computador:


I – Barramentos PCI e USB são exemplos de barramentos de entrada e saída em um computador.


II – Barramento de Cache é utilizado para acesso à memória estática de alto desempenho localizada próximo ao processador.


III – Barramento de Dados transportam informação da instrução, variável do processamento ou informação de um periférico de entrada ou saída.


Estão CORRETAS as afirmativas:

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Q1996767 Algoritmos e Estrutura de Dados
A estrutura de dados representada por uma lista linear em que todas as inserções são realizadas em um extremo da lista, e todas as retiradas e geralmente os acessos são realizados no outro extremo da lista é: 
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Q1996766 Redes de Computadores

Analise as seguintes afirmativas sobre os protocolos da camada de aplicação:


I – Telnet utiliza por padrão a Porta 23 e possibilita uma conexão entre terminais remotos.


II – SMTP utiliza por padrão a Porta 161 e possibilita o gerenciamento de equipamentos em redes IP.


III – FTP utiliza por padrão a Porta 25 e possibilita a transferência de arquivos.


Está CORRETO apenas o que se afirma em:

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Q1996765 Redes de Computadores

Em relação aos padrões IEEE de redes, correlacione as colunas a seguir:


Padrão                           Descrição

I. 802.11                         ( ) Rede Metropolitana sem Fio

II. 802.16                       ( ) Rede Local sem Fio

III. 802.15                      ( ) Rede Ethernet

IV. 802.3                        ( ) Rede Bluetooth


Está CORRETA a seguinte sequência de respostas:        

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Q1996764 Segurança da Informação
Considerando os tipos de backup que podem ser utilizados em uma organização, todas as afirmativas estão corretas, EXCETO
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Q1996763 Noções de Informática

Analise as seguintes afirmativas sobre as opções de proteção de documentos no Microsoft Word, versão português do Office 2013:

 

Imagem associada para resolução da questão


Estão CORRETAS as afirmativas:

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Q1996762 Banco de Dados

Considere a existência de duas tabelas CARRO e ACESSORIOS em um banco de dados relacional, definidas de acordo com o esquema relacional abaixo: 


CREATE TABLE CARRO (

                codigo int not null PRIMARY KEY,

                 nome varchar(100) not null,

)


CREATE TABLE ACESSORIOS (

              carro int not null,

            acessorio varchar(100) not null, PRIMARY KEY (carro, acessorio),

            FOREIGN KEY (carro) REFERENCES CARRO (codigo)


O comando sintaticamente CORRETO na linguagem SQL de banco de dados (padrão ANSI) para selecionar o nome do carro que não possui acessórios é:

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Q1996761 Noções de Informática
O atalho de teclado do Microsoft Outlook, versão português do Office 2013, utilizado para enviar e receber itens, como mensagens de e-mail, compromissos do calendário e tarefas, em todas as pastas é: 
Alternativas
Q1996760 Noções de Informática

Em relação às opções do grupo “Transição para este Slide” da guia “TRANSIÇÕES” do Microsoft PowerPoint, versão português do Office 2013, correlacione as colunas a seguir: 



Imagem associada para resolução da questão


A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:

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Q1996759 Noções de Informática
Função do Microsoft Excel, versão português do Office 2013, que retorna um número específico de caracteres de uma cadeia de texto, começando na posição especificada, com base no número de caracteres especificado:
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Q1996758 Governança de TI
Interrupção NÃO planejada ou redução da qualidade de um serviço de TI, segundo a ITIL V3 é:
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Respostas
4421: B
4422: D
4423: B
4424: A
4425: C
4426: C
4427: B
4428: A
4429: C
4430: D
4431: C
4432: A
4433: B
4434: D
4435: B
4436: D
4437: C
4438: D
4439: A
4440: B