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Fonte: SANTOS, Émina. A educação como direito social e a escola como espaço protetivo de direitos: uma análise à luz da legis lação educacional brasileira. Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 45, 2019.
Pode-se destacar, nesse raciocínio, que:
I. Visa promover a formação de sujeitos para a defesa e proteção da dignidade humana, para a democracia e a cultura da paz.
II. A escola adquire uma função fundamental na construção de uma cultura de respeito aos direitos da pessoa humana em sua essência.
III. Considera a multilateralidade de demandas formativas, desejos, valores éticos, estéticos, morais, culturais e todos os demais saberes que constituem a condição humana.
IV. Atravessa os processos de socialização cultural, o processo formal de ensino, as práticas educativas e o currículo escolar, exigindo formação e capacitação de todos os atores escolares.
Estão CORRETAS:
I. Melhorar o desempenho no IDEB e no PISA, com isso definindo a qualidade de educação.
II. Flexibilizar o currículo de forma a facilitar as escolhas das disciplinas em que os jovens das classes populares teriam menor dificuldade.
III. Desenvolver habilidades e competências que atalhassem o ingresso no mercado de trabalho, formal ou informal.
IV. Proporcionar ocupações que viessem a gerar renda por meio do ensino de empreendedorismo.
Fonte: MOTTA, Vânia Cardoso da; FRIGOTTO, Gaudêncio. Por que a urgência da reforma do ensino médio? Medida Provisória nº 746/2016 (Lei nº 13.415/2017). Educação & Sociedade, Campinas, v. 38, n. 139, p. 343-362, abr./jun. 2017..
Estão CORRETAS:
I. Promoção de metodologias investigativas no processo de ensino e aprendizagem;
II. Conexão dos processos de ensino e aprendizagem com a vida comunitária e social em cada território;
III. Reconhecimento do trabalho em detrimento de seu caráter formativo;
IV. Articulação entre os diferentes saberes com base nas áreas do conhecimento e, quando for o caso, no currículo da formação técnica e profissional.
Fonte: BRASIL. Diário Oficial da União, Brasília, DF, n. 147, Seção 1, p. 5, 1º ago. 2024.
Estão CORRETAS:
Fonte: AGUIAR, Maria da Conceição Carrilho de. Um olhar sobre desafios da gestão didático-pedagógica no Ensino Superior. Revista Pro-Posições, Campinas, v. 27, n. 3, p. 197-214, dez. 2016.
De acordo com os estudos de Aguiar (2016), considere as assertivas:
I. O reconhecimento do caráter multidimensional do trabalho administrativo na efetivação de uma postura democrática.
II. A criação de políticas e programas de formação, a melhoria das condições do trabalho docente e uma outra organização do trabalho pedagógico.
III. O entendimento da docência não como aplicação de técnicas, nem como imitação automática de métodos, e sim como um ato pedagógico crítico, voltado para a aprendizagem dos estudantes e dos docentes.
IV. A concepção de um conhecimento sobre gestão que possibilite a reflexão sobre a cultura, sobre as experiências cotidianas e sobre a realidade nacional.
Estão CORRETAS:
Fonte: LIBÂNEO. J. C. Políticas educacionais no Brasil: desfiguramento da escola e do conhecimento escolar. Cadernos de Pesquisa v.46 n.159 p.38-62 jan./mar. 2016.
Em relação à afirmativa do referido autor, assinale as assertivas VERDADEIRAS com V e as FALSAS com F:
I. ( ) Há consenso na área da educação acerca dos objetivos e funções da escola, repercutindo em diversos significados de qualidade de ensino.
II. ( ) Em se tratando das políticas oficiais, pesquisas demostram que as políticas educacionais aplicadas às escolas nas últimas décadas têm sido influenciadas por orientações dos organismos internacionais, as quais produzem um impacto considerável nas concepções de escola e conhecimento escolar e na formulação de currículos.
III. ( ) As práticas ligadas aos embates teóricos no campo das ciências humanas e da educação em relação a objetivos da escola, formas de organização e gestão e do processo de ensino-aprendizagem, estão vinculadas a interesses de grupos e às relações de poder em âmbitos internacional e nacional.
IV. ( ) A crítica feita às políticas educacionais se refere ao fato de reduzirem a escola a mero lugar de acolhimento e integração social, limitando seu papel ao cuidado e atendimento à diversidade social dos alunos.
Marque a sequência CORRETA:
Fonte: ANDES-SN. Proposta do ANDES-SN para a universidade brasileira. 4. ed. Brasília: Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior, 2013.
Considere as assertivas acerca do princípio da indissociabilidade supracitado:
I. Contempla o compromisso dessa instituição com a construção e divulgação do saber científico de modo crítico e em diálogo com a sociedade.
II. Deve ser compreendido como um princípio pedagógico, que envolve a articulação/integração entre o eixo das práticas pedagógicas, projetos e ações, como atividade fim.
III. Vincula-se à garantia de qualidade na formação universitária, seja na modalidade presencial ou a distância.
IV. Visa atender a suas relações sociais, promovendo a autorreflexão crítica, a emancipação teórica e prática dos estudantes e o significado social do trabalho acadêmico.
Estão CORRETAS:
I. Aprender a cooperar e a atuar em rede.
II. Aprender a viver a escola como uma comunidade educativa, negociando e conduzindo projetos. III. Aprender conhecimentos e competências de análise, sem intervenção nos sistemas.
IV. Aprender a dialogar com a sociedade, como profissionais que colocam sua especialidade a serviço do debate sobre as políticas educacionais.
V. Aprender a sentir-se membro de uma verdadeira profissão e responsável por ela.
Fonte: PERRENOUD, Philippe. Formar professores em contextos sociais em mudança: prática reflexiva e participação crítica. Revista Brasileira de Educação, Rio de Janeiro, n. 12, p. 5-13, set./dez. 1999.
Estão CORRETAS:
Fonte: NÓVOA, António. Os professores e a sua formação num tempo de metamorfose da escola. Educação & Realidade, Porto Alegre, v. 44, n. 3, 2019.
Sobre o que o autor preconiza, assinale a assertiva INCORRETA:
Fonte: SOBRINHO, J. A. da S. Democratização, qualidade e crise da educação superior: faces da exclusão e limites da inclusão. Educação & Sociedade, Campinas, v. 31, n. 113, p. 1223-1245, set./dez. 2010.
De acordo com Sobrinho (2010), assinale as assertivas VERDADEIRAS com V e as FALSAS com F:
I. ( ) As políticas públicas de "democratização" da educação superior devem propiciar mais e melhores oportunidades de acesso, mas sempre assegurando boas condições de permanência do estudante nos cursos;
II. ( ) A "democratização" da educação superior não se esgota na questão da expansão do acesso e permanência; deveria estender-se aos currículos, à gestão e à democracia interna, efetivamente vivida nos distintos momentos e diferentes estruturas institucionais;
III. ( ) A qualidade da educação superior não pode ser construída isoladamente, mas sim em conjunto com todo o sistema educativo e de ciência e tecnologia;
IV. ( ) Transformações radicais na educação superior se separam de mudanças estruturais da sociedade humana, para as quais deverá concorrer a recuperação de valores fundamentais.
Marque a sequência CORRETA:
I. Repensar outros objetivos para a educação;
II. Requerer outra forma escolar com repercussões para as formas de avaliação;
III. Conhecer a realidade e dominar o conteúdo das ciências;
IV. Visar às novas funções formuladas na ótica daqueles que desejam transformar a atual sociedade.
Fonte: FREITAS, Luiz Carlos de. Avaliação: para além da "forma escola", Educação: Teoria e Prática - v. 20, n.35, jul.-dez.-2010, p. 89-99.
Na perspectiva do referido autor, estão CORRETAS:
Leia o texto abaixo com atenção.

Cinco poemas de Torquato Neto. Disponível em https://ermiracultura.com.br/2023/08/20/cinco-poemas-de-torquato-neto/ Acesso em: 10 de maio de 2025.
O poema de Torquato Neto, como sua obra de modo geral, foi visto como um manifesto contra o que considerava um conservadorismo atávico presente na sociedade brasileira. Nele, podemos perceber críticas sociais e políticas, mas também a experimentação, o arriscar, o novo que, pode-se dizer, manifestava-se em diversos segmentos culturais e artísticos daquele momento.
Com base no acima exposto, assinale a alternativa que corresponde ao movimento cultural e musical ao qual pertenceu Torquato Neto:
"Brancos, pardos, negros livres e escravos sucedem-se nessa denúncia, usando a oração da estrela para sujeitar vontades, benzendo para abrandar o coração dos brancos, rezando a santo Antônio para achar coisas perdidas, e, para tal, medindo com um cordão a porta por onde um escravo fugira; ou ainda orando para estancar sangue; havia os que recitavam mandinga para ser valente, e as que curavam a 'madre´ ou o sapinho da boca com benzeduras."
MOTT, Luiz. Cotidiano e vivência religiosa. Entre a capela e o calundu. In: SOUZA, Laura de Mello e (Orga.). História da vida privada no Brasil. Vol.1. São Paulo: Cia das Letras, 1997, p.195.
A partir da leitura do texto acima e dos seus conhecimentos sobre o assunto, assinale a resposta CORRETA:
Sobre o assunto, assinale a alternativa CORRETA:
"Morgana deu uma gargalhada. Eles vão à noite, seu idiota, e cultuam nus sua Deusa imunda. Homens e mulheres juntos, suando como suínos! Acha que não sei? Eu, que fui uma daquelas pecadoras? Você acha, Derfel, que sabe mais do que eu sobre os cultos pagãos? [...] Ela mergulhou os dedos na tigela de água e fez de novo o sinal da cruz, deixando uma gota de água benta na testa da máscara. [...] Não insisti na discussão. As diferentes crenças sempre se insultavam mutuamente assim. Muitos pagãos acusavam os cristãos de comportamento semelhante no que era chamado 'festas do amor´, e muitas pessoas do campo acredita - vam que os cristãos sequestravam e matavam crianças."
CORNWELLL, Bernard. As crônicas de Arthur, vol. 2: o inimigo de Deus. Rio de Janeiro: 2015, p.295.
A obra ficcional acima se passa na Inglaterra da alta idade média, durante o longo processo de invasão dos saxões naquela ilha. Um dos aspectos perceptíveis é a presença do cristianismo e de outras crenças entre os diferentes povos que ocupavam este território. Sobre este assunto, assinale a alternativa CORRETA:
"Aristóteles inicia sua famosa discussão da escravidão com a afirmação de que, "sem o necessário, nem a vida nem a boa vida é possível". Ser um senhor de escravos é a forma humana de assenhorar-se da necessidade e, portanto, não é para physin, contra a natureza; a própria vida o exige. Portanto, os camponeses, que suprem as coisas necessárias à vida, são classificados, tanto por Platão como por Aristóteles, na mesma categoria que os escravos".
ARENDT, Hannah. A condição humana. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2010, p. 103.
Sobre a Polis clássica grega, é CORRETO afirmar:
"Existem diferentes aspectos a serem considerados na conformação política e econômica que foi implan - tada na Amazônia durante a Ditadura Militar sob a supervisão do Conselho de Segurança Nacional e que fez da política de integração nacional (materializada no PIN) um fenômeno completamente diferenciado dos já apresentados no passado. Um dos mais importantes é o intenso processo de reterritorialização dos espaços amazônicos, que se deu com a seleção de áreas específicas relacionadas a certas atividades econômicas, segundo a ótica dos órgãos e instituições governamentais. Estes tiveram como objetivo realizar ações econômicas e estratégicas que instituíram eixos econômicos, abrindo caminho para as aplicações do capital nacional e estrangeiro, estimulados pelos incentivos fiscais e financeiros do Estado ditatorial. Tais investimentos foram direcionados sobretudo a projetos agropecuários, minerais e àqueles denominados de "colonização", tiveram impactos econômicos, sociais e culturais desestruturadores da vida dos povos indígenas e populações tradicionais, ribeirinhos, posseiros, seringueiros, pescadores artesanais e quilombolas de toda a Amazônia, sem contar as imensas áreas desflorestadas para receber tais projetos. Em outras palavras, ao analisar as políticas públicas que se ampararam em instituições e empresas estatais, em leis, decretos e dispositivos políticos associados às práticas discursivas que elegeram problemas e soluções para a Amazônia, devemos levar em conta as engrenagens políticas e tecnológicas de poder que constituíram o ato de governar, isto é, que constituíram as bases da própria governabilidade."
JOANONI NETO, Vitale. Notícias de um Brasil Distante: golpe e ditadura em Mato Grosso e seu entorno, no sul da Amazônia brasileira. Estudos Históricos Rio de Janeiro, vol 37, nº 82, 2024, p.16-7.
A partir da leitura, é possível afirmar que:
I. Uma melhor compreensão da ditadura precisa levar em consideração seus impactos mais alargados, sob o risco de não conseguirmos uma análise mais completa do projeto de nação que se tentou implantar a partir do golpe militar de 1964.
II. O Golpe militar e a Ditadura mantiveram as políticas de integração desenvolvidas desde os primeiros governos republicanos, interiorizando os aparelhos de governo e buscando soluções para o país que respeitassem os direitos dos povos da floresta.
III. A preocupação dos governos militares durante a ditadura, após o golpe de 1964, voltou-se para os grandes centros urbanos nacionais e pontos específicos da fronteira, evitando riscos de invasões estrangeiras. Os estados das regiões Norte e Centro-Oeste estiveram isentos dessas influências.
IV. Para entendermos a matriz de desenvolvimento vigente na Amazônia brasileira no século XXI, é preciso considerar as políticas iniciadas nos anos 1960, impostas aos povos da floresta e responsáveis pela centralidade apresentada pela Amazônia atualmente.
Estão CORRETAS as afirmativas:
"Não sei como melhor declarar o fim a que se endereçou a vinda da religião da Companhia de Jesus à Nova Espanha, se não com as palavras da Bulas dos Sumos Pontífices e Vigários de Cristo na terra, em que a estabeleceram e conformaram para o bem de todo o universo mundo, declarando juntamente nelas os mistérios apostólicos por meio dos quais esta sagrada Religião havia de ganhar inúmeras almas para Deus".
Pérez de Rivas, 1896. In: REIS, Anderson Roberti dos. República letrada: Jesuítas e bom governo no México (séculos XVI-XVIII), Curitiba: Prismas, 2018, p.113 - traduzido do original em espanhol.
A presença da Companhia de Jesus foi importante nas colônias ibéricas da América. Como podemos verificar no texto acima, citado por Reis (2018), passados séculos de sua chegada à Nova Espanha, essa presença era tratada pelos Cronistas da própria ordem como positiva. Dentre as razões que motivaram a sua vinda às colônias espanholas, temos como afirmativa CORRETA que:
"Vivendo quatrocentos anos no litoral vastíssimo, em que palejam reflexos da vida civilizada, tivemos de improviso, como herança inesperada, a República. Ascendemos, de chofre, arrebatados na caudal dos ideais modernos, deixando na penumbra secular em que jazem, no âma go do país, um terço da nossa gente. Iludidos por uma civilização de empréstimo; respigando, em faina cega de copistas, tudo o que de melhor existe nos códigos orgânicos de outras nações, tornamos, revolucionariamente, fugindo ao transigir mais ligeiro com as exigências da nossa própria nacionalidade, mais fundo o contraste entre o nosso modo de viver e o daqueles rudes patrícios mais estrangeiros nesta terra do que os imigrantes da Europa. Porque não no-los separa um mar, separam-no-los três séculos..." (sic).
CUNHA, Euclides. Os sertões. São Paulo: Nova cultural, 2003, p.127.
Marque (V) para VERDADEIRO e (F) para FALSO.
( ) A obra de Euclides da Cunha é um grito de indignação contra a opressão, a ignorância e a violência cometidas contra o povo sertanejo, ao mesmo tempo em que busca dar visibilidade e voz a uma parcela esquecida do Brasil, revelando as profundas fraturas existentes na construção da identidade nacional.
( ) A obra é uma crítica ferrenha à maneira como grupos católicos conservadores atacaram a República, fato que conduziu à campanha contra Canudos. Cunha descreve a violência desmedida do exército republicano e de monarquistas, apresentando os sertanejos como fanáticos e inimigos da nação.
( ) Cunha denuncia a profunda ignorância e o desprezo das elites litorâneas em relação ao sertão e ao seu povo. Ele expõe a falta de compreensão da realidade sertaneja, marcada pela seca, isolamento e costumes próprios, contrastando-a com a visão idealizada e ufanista do Brasil propagada no litoral.
( ) Cunha foi para Canudos como jornalista. Apesar disso, sua obra critica implicitamente a forma como a imprensa da época, produzida e voltada para os interesses dos centros urbanos, tratou de forma sensacionalista e contribuiu para a demonização dos sertanejos de Canudos e para a escalada do conflito.
Assinale a sequência CORRETA:
"O aumento da oferta de mão de obra africana na Amazônia não motivou uma transição da escravidão indígena para a africana. Pouco adiantaram os sermões, as condenações das ações criminosas e pecaminosas contra os 'filhos das matas´, e muito menos a legislação que desencorajava a escravidão indígena. [...] Pacificar, civilizar, domesticar os silvícolas arredios são ações que ainda fazem parte dos discursos e práticas daqueles que buscam consolidar a ocupação da 'última fronteira´. O nativo continua a ser o Outro. Na Amazônia, diferente do ocorrido em São Paulo, os tejupares não cederam lugar às senzalas. Negros da terra, e negros da África, compartilharam o mundo do trabalho."
FUNES, Eurípedes A. Nasci nas matas, nunca tive senhor. Fortaleza: Plebeu Gabinete de Leitura, 2023, p.88.
A partir da leitura do texto acima, analise as afirmativas abaixo:
I. A escravização do africano no território ocupado pelo império português nas terras conquistadas a partir do século XVI não ocorreu de forma simultânea, nem igual. Ao Norte, por exemplo, dadas as particularidades locais, escravizados de além-mar ou autóctones foram usados indistintamente.
II. A legislação do império português sobre o uso de mão de obra escrava na sua colônia no chamado Novo Mundo era omissa em relação aos povos passíveis de escravização e, em razão disso, tanto os nativos da África quanto os nativos locais foram submetidos a esse regime de trabalho.
III. A escravização de pessoas na colônia portuguesa no chamado Novo Mundo foi cuidadosamente controlada, seja por razões econômicas, seja por interesses políticos, e permitiu que esse comércio ocorresse apenas quando voltado para o uso dessa mão de obra em atividades econômicas como a produção agroindustrial.
IV. A Igreja Católica, aliada do império português por meio de dispositivos como o Patronato Régio, buscou inibir o uso da mão de obra do nativo das terras do chamado Novo Mundo e defendeu o uso do escravizado africano e, portanto, o comércio ultramarino, lucrativo para a coroa portuguesa.
Estão CORRETAS as afirmativas:
"Há um traço fundamental na história indígena do rio Amazonas, cuja percepção é necessária ao entendimento do passado e do presente da região. É um fenômeno demográfico e cultural de longa duração que acompanha os primeiros duzentos anos da ocupação europeia e que irá resultar, em meados do século XVIII, numa realidade etnográfica substancialmente distinta da que havia sido observada pelos primeiros exploradores quinhentistas."
PORRO, Antônio. In: CUNHA, Manoela Carneiro da. História dos Índios no Brasil. São Paulo: Cia. das Letras, 1992, p.175.
Após a leitura, assinale a alternativa CORRETA.
O "fenômeno demográfico e cultural" mencionado no texto acima, relaciona-se: