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Q4275830 Pedagogia
Um professor de Biologia deseja tornar sua aula expositiva sobre o ciclo da água mais interativa, promovendo a participação ativa dos alunos. Ele pretende utilizar uma apresentação de slides integrada a uma ferramenta que permita: i) envio de respostas pelos alunos em tempo real por meio de dispositivos móveis; ii) visualização imediata e consolidada dos resultados no projetor; iii) dinâmica interativa e engajadora durante a aula. Qual tipo de ferramenta educacional é mais adequado para essa finalidade?
Alternativas
Q4275820 Direito Administrativo
Em reunião formativa sobre boas práticas institucionais, docentes do Instituto Federal Gama discutem sobre como realizar um efetivo acolhimento em situações de assédio ou discriminação. Com base na Portaria MGI 6.719, de 2024, o acolhimento será realizado mediante atendimento humanizado regido pelas seguintes orientações, exceto

Fonte: BRASIL. Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos. Portaria MGI nº 6.719, de 13 de setembro de 2024. Institui o Plano Federal de Prevenção e Enfrentamento do Assédio e da Discriminação na Administração Pública Federal Direta, suas Autarquias e Fundações. Diário Oficial da União: seção 1, Brasília, DF, 1 out. 2024. Disponível em: https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-mgi-n- -6.719-de-13-de-setembro-de-2024-587538760. Acesso em: 26 abr. 2026. 
Alternativas
Q4275818 Direitos Humanos
Uma professora de Educação Básica, Técnica e Tecnológica, ao discutir direitos fundamentais com sua turma, afirma que a educação é um direito humano e deve ser garantida pelo Estado. De acordo com o artigo 26 da Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948), é correto afirmar que:

Fonte: ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS (ONU). Declaração Universal dos Direitos Humanos: adotada e proclamada pela Assembleia Geral das Nações Unidas (Resolução 217 A (IIi), de 10 de dezembro de 1948). Paris: ONU, 1948. Disponível em: https://brasil.un.org/pt-br/ 91601-declara%C3%A7%C3%A3o-universal-dos-direitos-humanos. Acesso em: 24 abr. 2026.
Alternativas
Q4275810 Português
O texto a seguir serve de base para responder à questão.

Q10.png (570×346)

Analise as alternativas e marque aquela que considera melhor a relação entre oralidade e escrita:
Alternativas
Q4275809 Português
O texto a seguir serve de base para responder à questão.

Q9.png (580×382)

Na fala da personagem à direita — “Ele deve estar ligado no 'módulo adolescente" - a expressão "módulo adolescente" é usada em:
Alternativas
Q4275808 Português
O texto a seguir serve de base para responder à questão.


QUAIS SÃO OS DESAFIOS DA EDUCAÇÃO DIGITAL NO BRASIL?


    A revolução tecnológica trouxe um impacto significativo no setor educacional. Se, por um lado, há muitos benefícios, é preciso estar atento também aos desafios da transformação digital na educação.

     Você vai descobrir, a seguir, quais são as principais dificuldades enfrentadas durante o processo de modernização de uma escola. Vamos mostrar, ainda, como preparar professores e estudantes para a adoção das tecnologias e metodologias digitais.


Entendendo os desafios da educação digital no Brasil


    Promover a educação digital não se trata simplesmente de garantir que todos tenham acesso à internet e a recursos tecnológicos.

    Esse tipo de ensino tem como objetivo preparar os estudantes para utilizar a internet e as ferramentas tecnológicas a fim de agregar conhecimentos aos alunos e também gerar dados para que os gestores e professores atuem de forma mais estratégica.

    É este um dos principais motivos de a educação digital ainda enfrentar tantos desafios no Brasil: é necessário contar com ferramentas adequadas, desenvolver treinamentos e destacar a importância do digital para a educação. Quando esses aspectos estão em falta, acabam ocorrendo problemas de acessibilidade, engajamento e falhas no processo de ensino-aprendizagem.


Superando os desafios da educação digital

Desenvolva treinamentos


    Professores e estudantes precisam estar confortáveis com as ferramentas e plataformas que serão utilizadas. Afinal, sem a compreensão necessária sobre o funcionamento dos recursos, o engajamento e rendimento podem cair. Procure também por equipamentos e soluções de fácil manuseio e que tenham um suporte à disposição para quando surgir dúvidas.

    Além do treinamento prático, é necessário orientar o professor na mudança de mentalidade quanto à educação digital. Afinal, muitos ainda levantam barreiras quanto a esse tipo de ensino.


Engajamento dos alunos com as novas tecnologias


    A atual geração de estudantes já nasceu habituada à presença das novas tecnologias, mas isso não quer dizer que seja fácil engajar os alunos nos processos de transformação digital na educação.

     Uma grande dificuldade enfrentada pelos educadores é conseguir atrair a atenção dos estudantes. Aqui, entram em ação os professores, comunicando adequadamente os limites para o uso dos dispositivos em sala de aula.

    Cabe também ao educador a tarefa de preparar esses estudantes para lidar e interpretar criticamente as informações obtidas na internet. Nesse ponto, pode ser incluído o uso de ferramentas de letramento digital, por exemplo.

     O engajamento dos alunos depende, ainda, do uso de metodologias de ensino adequadas, que os ajudem a assumir o protagonismo no processo de ensino-aprendizagem.

    À medida que eles reconhecem esse novo papel e aprendem a desenvolver a autonomia, eles se mostram mais participativos e colaborativos com professores e colegas.


Auxilie a melhoria da acessibilidade 


    Outro desafio da educação digital no Brasil diz respeito à acessibilidade, que abrange tanto as dificuldades relacionadas ao acesso à rede e a dispositivos tecnológicos quanto aquelas enfrentadas por pessoas com deficiência.

    Para começar a enfrentar esses desafios, é necessário procurar por soluções tecnológicas adequadas e disponibilizar conteúdos em diferentes formatos.


Sala de aula como local de troca 


    Dessa forma, em estudos orientados, o aluno pode explicitar o que aprendeu com seus acessos à rede e dialogar com os colegas que também pesquisaram o assunto predeterminado. Caberá ao professor mediar essa troca de informações e promover o aprofundamento das discussões.

    Práticas como essas possibilitam a construção do pensamento crítico coletivo por meio da interação dos discursos, do diálogo que produz conhecimento.


Conhecendo os benefícios da Educação Digital

Dados para tomada de decisão mais assertiva


    Investindo em uma educação digital, com a utilização de boas ferramentas, é possível gerar dados sobre o ensino da sua instituição. Você conseguirá entender, por exemplo, como está o rendimento dos alunos, quais suas dificuldades, qual tipo de conteúdo tem tido melhor resultado.

    Essas informações são fundamentais para uma atuação mais estratégica por parte de gestores e docentes.


Inovação na educação


    O desenvolvimento da educação digital, a partir da utilização de ferramentas tecnológicas, novas metodologias, conteúdos multiformatos, dentre outros, garante que a instituição leve inovação para o processo de ensino-aprendizagem.

    Essa perspectiva é fundamental para que a IES se mantenha à frente do mercado, contando com estudantes engajados e docentes preparados e comprometidos.


Ensino personalizado 


    A personalização do ensino é uma tendência e uma grande vantagem da educação digital. O aluno se torna cada vez mais protagonista em seu processo de aprendizagem, o que impacta diretamente na experiência do estudante.

     Com o uso das tecnologias adequadas, é possível ter um olhar mais atento para a situação de cada aluno e assim formar profissionais mais preparados para o mercado de trabalho!


Disponível em: https://www.estudiosite.com.br/site/educacao-a-distancia/Quais-são-os-desafios-da-educação-digital-no-Brasil. Acesso em: 12 set. 2025. 
Analise o período: "À medida que eles reconhecem esse novo papel e aprendem a desenvolver a autonomia, eles se mostram mais participativos e colaborativos com professores e colegas."

Assinale a alternativa correta quanto à ortografia, à acentuação e à pontuação:
Alternativas
Q4275705 Espanhol

Texto III




Fuente: ECOBUS. "10 Mandamientos Sostenibles". [Infografía]. Mejoramos el mundo. Disponible en redes sociales y plataformas educativas. https://www.facebook.com/ecobusplayasperu/posts/los-10-mandamientos-sostenibles-son-simples-acciones-que-puedes- -empezar-a-involu/208107628086587/. Acceso el: 27 abr. 2026.

Al diseñar una secuencia didáctica con el texto III, un profesor de español de educación primaria explora el tiempo verbal predominante en la infografía como elemento significativo para la construcción de sentido, vinculando los campos semánticos y discursivos que moviliza el género multimodal con una perspectiva sociocultural y comunicativa en la enseñanza de una segunda lengua. Por lo tanto, señala la opción que presente la secuencia metodológica más coherente:

Fuente: LUZ, F.S., de Castro, A. P., & BARROS, A. das G. M. M. (2026). ProfedELE: um recurso digital para o ensino-aprendizagem de Espanhol como língua adicional. Revista Educar Mais, 10, 1-16. Disponible en: https://periodicos.ifsul.edu.br/index.php/educarmais/article/ view/4287 . Acceso el: 29 abr. 2026.
MESQUITA NETO, José Rodrigues de; DA SILVA, Marta Jussara Frutuoso. Espanhol como língua adicional: um reflexo do ensino no Brasil. Tutóia: Diálogos, 2021. E-book (380 p.). Disponible en: https://editoradialogos.com/ebooks/espanhol-como-lingua-adicional-um-reflexo- -do-ensino-no-brasil/. Acceso el: 29 abr. 2026.
Alternativas
Q4275704 Pedagogia

Texto III




Fuente: ECOBUS. "10 Mandamientos Sostenibles". [Infografía]. Mejoramos el mundo. Disponible en redes sociales y plataformas educativas. https://www.facebook.com/ecobusplayasperu/posts/los-10-mandamientos-sostenibles-son-simples-acciones-que-puedes- -empezar-a-involu/208107628086587/. Acceso el: 27 abr. 2026.

Para el uso del texto III en las clases de español, en consonancia con los supuestos teórico-metodológicos del Enfoque Comunicativo y las aportaciones de los estudios sobre multimodalidad, analiza e indica la opción en la que el uso de este tipo de material en la educación básica se ajusta a las perspectivas mencionadas.

Fuente: RIBEIRO, Ana Elisa. Multimodalidade, textos e tecnologias: provocações para a sala de aula. 1. Ed. São Paulo: Parábola, 2021.
FREITAS, M.S.; ORTALE, F.L (Orgs.). Estudos de abordagem no ensino de línguas e formação docente. Campinas, SP: Pontes Editores, 2020.
Alternativas
Q4275703 Pedagogia

Texto II




Fonte: Viñeta “Los deberes, de Francesco Tonucci (Frato), 1940, publicação original: Roma, 1968. Disponível em: http://macarena-formacinparaeltrabajo.blogspot.com/2011/07/el-error-como-base-de-la-ensenanaza.html. Acceso el: 29 abr. 2026.

Un profesor de español utilizará el texto II como material de referencia para elaborar una secuencia didáctica destinada a una clase de secundaria integrada, compuesta por alumnos con diferentes perfiles socioculturales y cognitivos, entre los que se incluyen dos estudiantes, uno con dislexia y otro sordo. Teniendo en cuenta los aspectos teóricos y pedagógicos, marca la afirmación que describe la secuencia didáctica más adecuada para este contexto.

Fuente: DA SILVA, Caroline Veloso; CAIADO, Katia Regina Moreno. O professor de língua espanhola em contexto de educação inclusiva: desafios e perspectivas no ensino para deficientes visuais. Educação e Fronteiras, Dourados, v. 5, n. 14, p. 109-124, 2016. Disponible en: https://ojs. ufgd.edu.br/index.php/educacao/article/view/3777. Acceso el: 29 abr. 2026.
RETORTA, M.S., & TONELLI, J.R.A. (2023). O ensino de línguas adicionais para alunos com dificuldades específicas de aprendizagem: desafios e possibilidades de engajamento. Raído, 17 (44), 63-82. Disponible en: https://ojs.ufgd.edu.br/Raido/article/view/17042 . Acceso el: 29 abr. 2026.
Alternativas
Q4275702 Espanhol

Texto II




Fonte: Viñeta “Los deberes, de Francesco Tonucci (Frato), 1940, publicação original: Roma, 1968. Disponível em: http://macarena-formacinparaeltrabajo.blogspot.com/2011/07/el-error-como-base-de-la-ensenanaza.html. Acceso el: 29 abr. 2026.

En el texto II, «Los deberes», se observa un error en el uso del verbo de la estructura gramatical. Teniendo en cuenta los fundamentos del Enfoque Comunicativo, los principios de las prácticas evaluativas e inclusivas y las orientaciones para la enseñanza del español en la educación básica, analiza y señala la actuación pedagógica más adecuada ante la incorrección lingüística que se refleja en la viñeta.

Fuente: DUTRA, Eduardo de Oliveira; SIMIONI, Taise. O ensino do espanhol: caminhos e perspectivas. Pontes Editores, 2017.
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular: Brasília: MEC, 2018.
Alternativas
Q4275701 Pedagogia
Texto I


España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo: 6 de cada 10 séniors denuncian que las políticas públicas no se ajustan a sus necesidades


La evaluación indica que las políticas y leyes tratan de forma homogénea al colectivo, lo que es percibido como una forma de discriminación

Más de la mitad de los mayores de 45 años sufren edadismo laboral: "Necesitamos gente más activa"


Patricia Martín

Madrid10 MAR 2026 11:00

Actualizada 10 MAR 2026 12:23


España se ha convertido en el primer país de la UE en validar la escala de edadismo desarrollada por la Organización Mundial de la Salud (OMS), en colaboración con la Universidad de Edimburgo y destinada a medir, con varios instrumentos, los estereotipos, prejuicios y discriminación por razones de edad que sufren las personas mayores. La herramienta, que ya ha sido aplicada en Moldavia, Libia, Líbano y Colombia, analiza el edadismo en sus tres manifestaciones: autoinfligido, interpersonal e institucional y su relación con la salud, el bienestar y la soledad, con el fin de ofrecer una medición rigurosa y estandarizada.

El resultado es que en España existe edadismo de forma transversal, con discriminaciones que atraviesan todas las clases sociales y contextos, por lo que no se trata de "casos aislados". El análisis precisa que el edadismo presenta niveles bajos y moderados, si bien el principal foco del problema está en el ámbito institucional, donde existen leyes y políticas relacionadas con la sanidad, las pensiones, la vivienda o los servicios sociales que no se adecúan a la población mayor. Así, el 62% de los mayores considera que las políticas públicas no responden adecuadamente a sus necesidades. Y una amplia mayoría percibe que les tratan como un grupo homogéneo, cuando no lo es.

España es un país muy longevo y, en estos momentos, existen casi 10 millones de personas mayores de 65 años, lo que representa el 20,4% de la población, con una esperanza de vida de 84,1 años, de las más altas del mundo. Se trata, por tanto, de un grupo muy heterogéneo, con personas con buena salud, muchos de ellos aún en activo, mientras que a partir de los 80 se incrementa las situaciones de enfermedad y dependencia, pero también con diversidad de situaciones.

Sin embargo, según señala la escala de edadismo, los medios de comunicación suelen reflejar a los séniors como personas frágiles, dependientes o aisladas, "invisibilizando su diversidad y sus contribuciones sociales".

Efectos clínicos y emocionales

Pese a ello, en términos generales, los mayores de 65 años suelen estar orgullosos de su edad, su trayectoria vital y sus logros, aunque el edadismo afecta a la autoestima, la salud y el bienestar de las personas que lo sufren. Así, el estudio detecta que quienes padecen más discriminación por edad tiene peor estado de salud, más soledad y menor satisfacción con la vida, por lo que se trata de una problemática que tiene efectos clínicos y emocionales. De ahí que el estudio, desarrollado por el Observatorio del Edadismo de HelpAge International España con la financiación del Instituto de Mayores y Servicios Sociales (Imserso), proponga que las administraciones lo traten como un "problema de salud pública".


Fuente: MARTÍN, Patricia. España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo... El Periódico, Madrid, 10 mar. 2026. Disponible en: https://www.elperiodico.com/es/sociedad/20260310/espana-valida-escala-edadismo-mayores-127734812. Acceso el: 27 abr. 2026.
En el contexto pedagógico de enseñanza de español como lengua adicional, un profesor o profesora reflexiona sobre el texto I “España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo: 6 de cada 10 séniors denuncian que las políticas públicas no se ajustan a sus necesidades”, que pone de relieve que la población de edad avanzada constituye un segmento demográficamente heterogéneo, con características biopsicosociales peculiares que son ignoradas por las políticas públicas de carácter uniformizador. El/La docente comprometido/a con una educación inclusiva y atento/a a los procesos de adquisición de una lengua adicional en la educación básica debe:  

Fuente: PRATA, Andréa Moreno N.; LESSA, Angela B.C.T. Espanhol como língua estrangeira em uma escola inclusiva: A atividade social na educação inclusiva. Novas Edições Acadêmicas, 2015.
Alternativas
Q4275700 Pedagogia
Texto I


España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo: 6 de cada 10 séniors denuncian que las políticas públicas no se ajustan a sus necesidades


La evaluación indica que las políticas y leyes tratan de forma homogénea al colectivo, lo que es percibido como una forma de discriminación

Más de la mitad de los mayores de 45 años sufren edadismo laboral: "Necesitamos gente más activa"


Patricia Martín

Madrid10 MAR 2026 11:00

Actualizada 10 MAR 2026 12:23


España se ha convertido en el primer país de la UE en validar la escala de edadismo desarrollada por la Organización Mundial de la Salud (OMS), en colaboración con la Universidad de Edimburgo y destinada a medir, con varios instrumentos, los estereotipos, prejuicios y discriminación por razones de edad que sufren las personas mayores. La herramienta, que ya ha sido aplicada en Moldavia, Libia, Líbano y Colombia, analiza el edadismo en sus tres manifestaciones: autoinfligido, interpersonal e institucional y su relación con la salud, el bienestar y la soledad, con el fin de ofrecer una medición rigurosa y estandarizada.

El resultado es que en España existe edadismo de forma transversal, con discriminaciones que atraviesan todas las clases sociales y contextos, por lo que no se trata de "casos aislados". El análisis precisa que el edadismo presenta niveles bajos y moderados, si bien el principal foco del problema está en el ámbito institucional, donde existen leyes y políticas relacionadas con la sanidad, las pensiones, la vivienda o los servicios sociales que no se adecúan a la población mayor. Así, el 62% de los mayores considera que las políticas públicas no responden adecuadamente a sus necesidades. Y una amplia mayoría percibe que les tratan como un grupo homogéneo, cuando no lo es.

España es un país muy longevo y, en estos momentos, existen casi 10 millones de personas mayores de 65 años, lo que representa el 20,4% de la población, con una esperanza de vida de 84,1 años, de las más altas del mundo. Se trata, por tanto, de un grupo muy heterogéneo, con personas con buena salud, muchos de ellos aún en activo, mientras que a partir de los 80 se incrementa las situaciones de enfermedad y dependencia, pero también con diversidad de situaciones.

Sin embargo, según señala la escala de edadismo, los medios de comunicación suelen reflejar a los séniors como personas frágiles, dependientes o aisladas, "invisibilizando su diversidad y sus contribuciones sociales".

Efectos clínicos y emocionales

Pese a ello, en términos generales, los mayores de 65 años suelen estar orgullosos de su edad, su trayectoria vital y sus logros, aunque el edadismo afecta a la autoestima, la salud y el bienestar de las personas que lo sufren. Así, el estudio detecta que quienes padecen más discriminación por edad tiene peor estado de salud, más soledad y menor satisfacción con la vida, por lo que se trata de una problemática que tiene efectos clínicos y emocionales. De ahí que el estudio, desarrollado por el Observatorio del Edadismo de HelpAge International España con la financiación del Instituto de Mayores y Servicios Sociales (Imserso), proponga que las administraciones lo traten como un "problema de salud pública".


Fuente: MARTÍN, Patricia. España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo... El Periódico, Madrid, 10 mar. 2026. Disponible en: https://www.elperiodico.com/es/sociedad/20260310/espana-valida-escala-edadismo-mayores-127734812. Acceso el: 27 abr. 2026.
Para un grupo heterogéneo de secundaria, de nivel intermedio, teniendo como apoyo el texto I, “España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo: ....”, el(la) profesor(a) articula lectura y producción oral con el objetivo de desarrollar la competencia discursiva. Analiza las alternativas e indica las decisiones pedagógicas más adecuadas para la propuesta:

I. De manera clara y objetiva, corregir de inmediato los errores morfológicos y sintácticos que cometa el estudiante durante la exposición oral, evitando que estos errores se arraiguen.
II. Como forma de retroalimentación correctiva, reformular y pedir a los estudiantes que aclaren sobre los errores, negociando el significado sin interrumpir el proceso comunicativo, son estrategias que se consideran adecuadas para la adquisición de la L2.
III. Tras la fase de preparación, proponer una producción oral, que tenga en cuenta el vocabulario temático del texto, siempre y cuando en la evaluación priorice la fluidez y la adecuación pragmática.
IV. El enfoque más eficaz es dar prioridad a la homogeneización del grupo, dividiéndolo por nivel de dominio, y evitar proponer actividades que superen el nivel lingüístico de los estudiantes.

Fuente: ALMEIDA FILHO, J. C. P. Dimensões comunicativas no ensino de línguas, 1993. CANALE, M., SWAIN, M. Theoretical bases of communicative approaches to second language teaching and testing, 1980.

Las afirmaciones correctas se encuentran en:
Alternativas
Q4275699 Pedagogia
Texto I


España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo: 6 de cada 10 séniors denuncian que las políticas públicas no se ajustan a sus necesidades


La evaluación indica que las políticas y leyes tratan de forma homogénea al colectivo, lo que es percibido como una forma de discriminación

Más de la mitad de los mayores de 45 años sufren edadismo laboral: "Necesitamos gente más activa"


Patricia Martín

Madrid10 MAR 2026 11:00

Actualizada 10 MAR 2026 12:23


España se ha convertido en el primer país de la UE en validar la escala de edadismo desarrollada por la Organización Mundial de la Salud (OMS), en colaboración con la Universidad de Edimburgo y destinada a medir, con varios instrumentos, los estereotipos, prejuicios y discriminación por razones de edad que sufren las personas mayores. La herramienta, que ya ha sido aplicada en Moldavia, Libia, Líbano y Colombia, analiza el edadismo en sus tres manifestaciones: autoinfligido, interpersonal e institucional y su relación con la salud, el bienestar y la soledad, con el fin de ofrecer una medición rigurosa y estandarizada.

El resultado es que en España existe edadismo de forma transversal, con discriminaciones que atraviesan todas las clases sociales y contextos, por lo que no se trata de "casos aislados". El análisis precisa que el edadismo presenta niveles bajos y moderados, si bien el principal foco del problema está en el ámbito institucional, donde existen leyes y políticas relacionadas con la sanidad, las pensiones, la vivienda o los servicios sociales que no se adecúan a la población mayor. Así, el 62% de los mayores considera que las políticas públicas no responden adecuadamente a sus necesidades. Y una amplia mayoría percibe que les tratan como un grupo homogéneo, cuando no lo es.

España es un país muy longevo y, en estos momentos, existen casi 10 millones de personas mayores de 65 años, lo que representa el 20,4% de la población, con una esperanza de vida de 84,1 años, de las más altas del mundo. Se trata, por tanto, de un grupo muy heterogéneo, con personas con buena salud, muchos de ellos aún en activo, mientras que a partir de los 80 se incrementa las situaciones de enfermedad y dependencia, pero también con diversidad de situaciones.

Sin embargo, según señala la escala de edadismo, los medios de comunicación suelen reflejar a los séniors como personas frágiles, dependientes o aisladas, "invisibilizando su diversidad y sus contribuciones sociales".

Efectos clínicos y emocionales

Pese a ello, en términos generales, los mayores de 65 años suelen estar orgullosos de su edad, su trayectoria vital y sus logros, aunque el edadismo afecta a la autoestima, la salud y el bienestar de las personas que lo sufren. Así, el estudio detecta que quienes padecen más discriminación por edad tiene peor estado de salud, más soledad y menor satisfacción con la vida, por lo que se trata de una problemática que tiene efectos clínicos y emocionales. De ahí que el estudio, desarrollado por el Observatorio del Edadismo de HelpAge International España con la financiación del Instituto de Mayores y Servicios Sociales (Imserso), proponga que las administraciones lo traten como un "problema de salud pública".


Fuente: MARTÍN, Patricia. España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo... El Periódico, Madrid, 10 mar. 2026. Disponible en: https://www.elperiodico.com/es/sociedad/20260310/espana-valida-escala-edadismo-mayores-127734812. Acceso el: 27 abr. 2026.
Basándose en el Enfoque Comunicativo, un(a) profesor(a) de español de educación básica organiza una secuencia didáctica a partir del texto 1, destacando la expresión de que las personas mayores de España constituyen “un grupo muy heterogéneo”. Marca la alternativa que, en teoría, sea la más indicada para la enseñanza del español como L2.
Alternativas
Q4275698 Pedagogia
Texto I


España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo: 6 de cada 10 séniors denuncian que las políticas públicas no se ajustan a sus necesidades


La evaluación indica que las políticas y leyes tratan de forma homogénea al colectivo, lo que es percibido como una forma de discriminación

Más de la mitad de los mayores de 45 años sufren edadismo laboral: "Necesitamos gente más activa"


Patricia Martín

Madrid10 MAR 2026 11:00

Actualizada 10 MAR 2026 12:23


España se ha convertido en el primer país de la UE en validar la escala de edadismo desarrollada por la Organización Mundial de la Salud (OMS), en colaboración con la Universidad de Edimburgo y destinada a medir, con varios instrumentos, los estereotipos, prejuicios y discriminación por razones de edad que sufren las personas mayores. La herramienta, que ya ha sido aplicada en Moldavia, Libia, Líbano y Colombia, analiza el edadismo en sus tres manifestaciones: autoinfligido, interpersonal e institucional y su relación con la salud, el bienestar y la soledad, con el fin de ofrecer una medición rigurosa y estandarizada.

El resultado es que en España existe edadismo de forma transversal, con discriminaciones que atraviesan todas las clases sociales y contextos, por lo que no se trata de "casos aislados". El análisis precisa que el edadismo presenta niveles bajos y moderados, si bien el principal foco del problema está en el ámbito institucional, donde existen leyes y políticas relacionadas con la sanidad, las pensiones, la vivienda o los servicios sociales que no se adecúan a la población mayor. Así, el 62% de los mayores considera que las políticas públicas no responden adecuadamente a sus necesidades. Y una amplia mayoría percibe que les tratan como un grupo homogéneo, cuando no lo es.

España es un país muy longevo y, en estos momentos, existen casi 10 millones de personas mayores de 65 años, lo que representa el 20,4% de la población, con una esperanza de vida de 84,1 años, de las más altas del mundo. Se trata, por tanto, de un grupo muy heterogéneo, con personas con buena salud, muchos de ellos aún en activo, mientras que a partir de los 80 se incrementa las situaciones de enfermedad y dependencia, pero también con diversidad de situaciones.

Sin embargo, según señala la escala de edadismo, los medios de comunicación suelen reflejar a los séniors como personas frágiles, dependientes o aisladas, "invisibilizando su diversidad y sus contribuciones sociales".

Efectos clínicos y emocionales

Pese a ello, en términos generales, los mayores de 65 años suelen estar orgullosos de su edad, su trayectoria vital y sus logros, aunque el edadismo afecta a la autoestima, la salud y el bienestar de las personas que lo sufren. Así, el estudio detecta que quienes padecen más discriminación por edad tiene peor estado de salud, más soledad y menor satisfacción con la vida, por lo que se trata de una problemática que tiene efectos clínicos y emocionales. De ahí que el estudio, desarrollado por el Observatorio del Edadismo de HelpAge International España con la financiación del Instituto de Mayores y Servicios Sociales (Imserso), proponga que las administraciones lo traten como un "problema de salud pública".


Fuente: MARTÍN, Patricia. España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo... El Periódico, Madrid, 10 mar. 2026. Disponible en: https://www.elperiodico.com/es/sociedad/20260310/espana-valida-escala-edadismo-mayores-127734812. Acceso el: 27 abr. 2026.
En una práctica de lectura con estudiantes de secundaria de nivel A1, un(a) profesor(a) de español organiza sus clases teniendo en cuenta el texto I, con énfasis a las palabras específicas “edadismo”, “autoinfligido”, “institucional” y “estandarizada”. Elige la alternativa que describa la forma más adecuada de abordar el léxico seleccionado, basándose en las Orientaciones Curriculares para la Educación Secundaria:

Fonte: PAIVA, Vera Lúcia Menezes de Oliveira. Aquisição de Segunda Língua, São Paulo: Parábola, 2020. CONSELHO DA EUROPA. Marco Común Europeo de Referencia para las Lenguas: Aprendizaje, Enseñanza, Evaluación. Tradução: Instituto Cervantes. Madrid: Secretaría General Técnica del MECD, Anaya e Instituto Cervantes, 2002.
Alternativas
Q4275697 Espanhol
Texto I


España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo: 6 de cada 10 séniors denuncian que las políticas públicas no se ajustan a sus necesidades


La evaluación indica que las políticas y leyes tratan de forma homogénea al colectivo, lo que es percibido como una forma de discriminación

Más de la mitad de los mayores de 45 años sufren edadismo laboral: "Necesitamos gente más activa"


Patricia Martín

Madrid10 MAR 2026 11:00

Actualizada 10 MAR 2026 12:23


España se ha convertido en el primer país de la UE en validar la escala de edadismo desarrollada por la Organización Mundial de la Salud (OMS), en colaboración con la Universidad de Edimburgo y destinada a medir, con varios instrumentos, los estereotipos, prejuicios y discriminación por razones de edad que sufren las personas mayores. La herramienta, que ya ha sido aplicada en Moldavia, Libia, Líbano y Colombia, analiza el edadismo en sus tres manifestaciones: autoinfligido, interpersonal e institucional y su relación con la salud, el bienestar y la soledad, con el fin de ofrecer una medición rigurosa y estandarizada.

El resultado es que en España existe edadismo de forma transversal, con discriminaciones que atraviesan todas las clases sociales y contextos, por lo que no se trata de "casos aislados". El análisis precisa que el edadismo presenta niveles bajos y moderados, si bien el principal foco del problema está en el ámbito institucional, donde existen leyes y políticas relacionadas con la sanidad, las pensiones, la vivienda o los servicios sociales que no se adecúan a la población mayor. Así, el 62% de los mayores considera que las políticas públicas no responden adecuadamente a sus necesidades. Y una amplia mayoría percibe que les tratan como un grupo homogéneo, cuando no lo es.

España es un país muy longevo y, en estos momentos, existen casi 10 millones de personas mayores de 65 años, lo que representa el 20,4% de la población, con una esperanza de vida de 84,1 años, de las más altas del mundo. Se trata, por tanto, de un grupo muy heterogéneo, con personas con buena salud, muchos de ellos aún en activo, mientras que a partir de los 80 se incrementa las situaciones de enfermedad y dependencia, pero también con diversidad de situaciones.

Sin embargo, según señala la escala de edadismo, los medios de comunicación suelen reflejar a los séniors como personas frágiles, dependientes o aisladas, "invisibilizando su diversidad y sus contribuciones sociales".

Efectos clínicos y emocionales

Pese a ello, en términos generales, los mayores de 65 años suelen estar orgullosos de su edad, su trayectoria vital y sus logros, aunque el edadismo afecta a la autoestima, la salud y el bienestar de las personas que lo sufren. Así, el estudio detecta que quienes padecen más discriminación por edad tiene peor estado de salud, más soledad y menor satisfacción con la vida, por lo que se trata de una problemática que tiene efectos clínicos y emocionales. De ahí que el estudio, desarrollado por el Observatorio del Edadismo de HelpAge International España con la financiación del Instituto de Mayores y Servicios Sociales (Imserso), proponga que las administraciones lo traten como un "problema de salud pública".


Fuente: MARTÍN, Patricia. España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo... El Periódico, Madrid, 10 mar. 2026. Disponible en: https://www.elperiodico.com/es/sociedad/20260310/espana-valida-escala-edadismo-mayores-127734812. Acceso el: 27 abr. 2026.
Observa los elementos resaltados en el extracto del texto I, "El resultado es que en España existe edadismo de forma transversal, con discriminaciones que atraviesan todas las clases sociales y contextos, por lo que no se trata de 'casos aislados'. Marca la alternativa que expone el análisis correcto de los sentidos presentados.
Alternativas
Q4275696 Espanhol
Texto I


España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo: 6 de cada 10 séniors denuncian que las políticas públicas no se ajustan a sus necesidades


La evaluación indica que las políticas y leyes tratan de forma homogénea al colectivo, lo que es percibido como una forma de discriminación

Más de la mitad de los mayores de 45 años sufren edadismo laboral: "Necesitamos gente más activa"


Patricia Martín

Madrid10 MAR 2026 11:00

Actualizada 10 MAR 2026 12:23


España se ha convertido en el primer país de la UE en validar la escala de edadismo desarrollada por la Organización Mundial de la Salud (OMS), en colaboración con la Universidad de Edimburgo y destinada a medir, con varios instrumentos, los estereotipos, prejuicios y discriminación por razones de edad que sufren las personas mayores. La herramienta, que ya ha sido aplicada en Moldavia, Libia, Líbano y Colombia, analiza el edadismo en sus tres manifestaciones: autoinfligido, interpersonal e institucional y su relación con la salud, el bienestar y la soledad, con el fin de ofrecer una medición rigurosa y estandarizada.

El resultado es que en España existe edadismo de forma transversal, con discriminaciones que atraviesan todas las clases sociales y contextos, por lo que no se trata de "casos aislados". El análisis precisa que el edadismo presenta niveles bajos y moderados, si bien el principal foco del problema está en el ámbito institucional, donde existen leyes y políticas relacionadas con la sanidad, las pensiones, la vivienda o los servicios sociales que no se adecúan a la población mayor. Así, el 62% de los mayores considera que las políticas públicas no responden adecuadamente a sus necesidades. Y una amplia mayoría percibe que les tratan como un grupo homogéneo, cuando no lo es.

España es un país muy longevo y, en estos momentos, existen casi 10 millones de personas mayores de 65 años, lo que representa el 20,4% de la población, con una esperanza de vida de 84,1 años, de las más altas del mundo. Se trata, por tanto, de un grupo muy heterogéneo, con personas con buena salud, muchos de ellos aún en activo, mientras que a partir de los 80 se incrementa las situaciones de enfermedad y dependencia, pero también con diversidad de situaciones.

Sin embargo, según señala la escala de edadismo, los medios de comunicación suelen reflejar a los séniors como personas frágiles, dependientes o aisladas, "invisibilizando su diversidad y sus contribuciones sociales".

Efectos clínicos y emocionales

Pese a ello, en términos generales, los mayores de 65 años suelen estar orgullosos de su edad, su trayectoria vital y sus logros, aunque el edadismo afecta a la autoestima, la salud y el bienestar de las personas que lo sufren. Así, el estudio detecta que quienes padecen más discriminación por edad tiene peor estado de salud, más soledad y menor satisfacción con la vida, por lo que se trata de una problemática que tiene efectos clínicos y emocionales. De ahí que el estudio, desarrollado por el Observatorio del Edadismo de HelpAge International España con la financiación del Instituto de Mayores y Servicios Sociales (Imserso), proponga que las administraciones lo traten como un "problema de salud pública".


Fuente: MARTÍN, Patricia. España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo... El Periódico, Madrid, 10 mar. 2026. Disponible en: https://www.elperiodico.com/es/sociedad/20260310/espana-valida-escala-edadismo-mayores-127734812. Acceso el: 27 abr. 2026.
El Texto I “España se erige en el primer país de la UE que mide el edadismo…”, está organizado de una manera específica que determina la discursividad del texto en la L2. Considerando la función social y la estructura textual, señala la alternativa correcta.

Fuente: Marcuschi, L. A. Produção Textual, Análise de Gêneros e Compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008.
Alternativas
Q4275695 Pedagogia
En el IFMT, los cursos técnicos se integran con el bachillerato. El profesorado se guía, entre otros aspectos, por el Proyecto Pedagógico del Curso (PPC). Tomando como ejemplo el PPC del Curso Técnico en Inteligencia Artificial del campus de Barra do Garças, a partir de 2025:
- El componente curricular de Biología, en segundo curso, incluye la siguiente indicación de integración: «(...) Lengua Extranjera – Español: Estudio y análisis de textos y artículos de divulgación científica en lengua extranjera – Español» (p. 55);
- El componente curricular de Geografía, en segundo curso, incluye la siguiente indicación de integración: «(...) Lengua Extranjera – Español: Panorama turístico y cultural de los países que tienen el español como lengua oficial, así como las variaciones lingüísticas de estos territorios» (p. 59). - El componente de Lengua Extranjera – Español, en el segundo año, con una carga de trabajo de 68 horas, tiene el siguiente programa: “Presentaciones, saludos y despedidas: Escenario turístico y cultural de países que tienen el español como idioma oficial, así como las variaciones lingüísticas de estos territorios; Alfabeto español y pronunciación de las letras; Principales categorías gramaticales necesarias para la producción escrita y oral; Nociones verbales: distinción y comparación entre tiempos y modos; Vocabulario básico variado: cuerpo humano, horas, ropa, familia, meses, estaciones, comida, marcadores temporales, palabras heterosemánticas, heterogenéricas y heterotónicas; Vocabulario específico: términos técnicos relacionados con el curso; Vocabulario relacionado con Temas Transversales: temas como diversidad lingüística y cultural, literatura, consumo responsable, medio ambiente y ciudadanía, trato con clientes en transacciones comerciales relacionadas con el curso técnico en cuestión, Lectura y comprensión de textos de diversos géneros, incluyendo preguntas de los exámenes ENEM, Producción escrita en la lengua meta, Comprensión auditiva y expresión oral.” (págs. 61-62)
     Entre las páginas 62 y 63, se indican los componentes curriculares de Historia, Geografía, Biología y Lengua Portuguesa como posibles opciones de integración.
Considerando este contexto, analice las siguientes afirmaciones:

I. Con una carga de trabajo anual reducida, resulta contraproducente conciliar satisfactoriamente la planificación del propio componente curricular con las demandas de otros docentes con objetivos diferentes.
II. Si bien el curso es integrado, resulta inviable trabajar con docentes de otros componentes curriculares, ya que las habilidades que se trabajan difieren de la secuencia prevista para el desarrollo del programa específico de enseñanza del idioma.
III. El programa de Lengua Española incluye vocabulario y gramática, pero no se limita a la enseñanza funcional, permitiendo el análisis de temas y el estudio aplicado de géneros discursivos y textuales.
IV. Mediante la propuesta de los componentes curriculares destacados, se puede verificar el carácter interdisciplinario que los caracteriza, de modo que el profesor de Lengua Española pueda movilizar las habilidades y conocimientos del alumnado de este componente para trabajar conceptos de otras áreas.
V. La lectura y comprensión de textos en español pueden utilizarse pedagógicamente para el tipo de enseñanza y aprendizaje que se espera de las instituciones federales.

La alternativa que presenta únicamente información correcta es:

Fuente: Projeto Pedagógico do curso. IFMT Barra do Garças. 2025. Disponible en:https://drive.google.com/file/d/1L4UzhB2b5Mue3ipuwubHdKHDoukI88sU/view Acceso el 24 de abril de 2026.
Alternativas
Q4275694 Pedagogia
Con el Proyecto de Ley 5.230/2023, que modificó la Ley 13.415/2017, - Reforma de la Educación Secundaria [en Brasil] - la Lengua Española dejó de ser una asignatura obligatoria y pasó a ser optativa, lo que supuso su eliminación del currículo en muchos centros educativos públicos y privados. En consecuencia, el Programa Nacional de Libros Didácticos (PNLD) dejó de ofrecer libros de esta asignatura en su catálogo.
      En el PNLD de 2026, se reincorporó la oferta de libros de Lengua Española. Esta reintroducción, desde la perspectiva de la integración sudamericana y el derecho a la diversidad lingüística, representa

Fuente: Nota pública sobre a retirada do espanhol do currículo do Ensino Médio. ABRALIN. Publicado el 25 de julio de 2024. Disponible en https://abralin.org/nota-publica-sobre-a-retirada-do-espanhol-do-curriculo-do-ensino-medio/. Acceso el 23 de abril de 2026
Alternativas
Q4275693 Espanhol
Considere el siguiente fragmento.

“El spanglish refleja el desafío que enfrenta la población hispana al someterse al uso obligatorio del inglés sin renunciar a sus raíces y lograr una asimilación cultural completa. Si bien las estadísticas destacan la adopción generalizada del inglés entre generaciones de inmigrantes, la diversidad lingüística representa una fusión necesaria para su supervivencia y participación en los ámbitos social, laboral y académico. El spanglish no es solo un fenómeno lingüístico, sino también el resultado de complejos factores históricos, sociales, políticos y, sobre todo, económicos.”

De acuerdo con el texto, el surgimiento y uso del Spanglish entre la populación hispana en Estados Unidos se debe:

Fuente: VETTORASSI, Andréa; LOSCHA, Victor Gustavo Mota; BADIM, Alexandre de Araújo. Spanglish: reflexões sobre a expressão linguística hispânica de resistência aos símbolos linguísticos estadunidenses. DELTA 41 (2). Apr-Jun 2025. Disponible en https://revistas.pucsp. br/delta/article/view/70501. Acceso el 2 de mayo de 2026. (Original en Lengua Portuguesa. Traducido a la Lengua Española para esta evaluación).
Alternativas
Q4275692 Espanhol
Lea el siguiente texto, del género discursivo poema.

Niña huérfana

Cartel de la escuela primaria
sobre el mostrador.

Sola,
moja el pan en el tazón,

sola,
riega la albahaca

y va a la escuela.

Considerando las estrategias de lectura en español y el reconocimiento de varios elementos gramaticales, analice las siguientes afirmaciones sobre el poema del autor argentino Alejandro Cesario (1967 - ...) e identifique la incorrecta.

Fuente: 8 poemas de Alejandro Cesario. Revista Acrobata. https://revistaacrobata.com.br/florianomartin/atlas-lirico-da-america-hispanica/8-poemas-de-alejandro-cesario-argentina-1967/ Publicado el 20 de abril de 2026. Acceso el 23 de abril de 2026. (Traducido a la Lengua Española para fines de esta evaluación.)
Alternativas
Respostas
181: C
182: D
183: E
184: E
185: B
186: E
187: C
188: C
189: D
190: E
191: B
192: D
193: D
194: A
195: E
196: C
197: E
198: A
199: E
200: B