Questões de Concurso Para fgv

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Q3719567 Medicina
Homem, 50 anos, fadiga, astenia, artralgias, impotência sexual, insuficiência pancreática e escurecimento da pele. EDA exibe varizes de esôfago. Laboratório exibe elevação do ferro e da ferritina. Iniciadas flebotomias terapêuticas.
O marcador mais sensível para essa condição é 
Alternativas
Q3719561 Medicina
Paciente feminina, 26 anos, apresenta fadiga crônica, desconforto abdominal pós-prandial e episódios esporádicos de diarreia, sem perda ponderal significativa. Tem histórico de anemia ferropriva refratária a suplementação oral.
Exames recentes mostram:

– Hemograma: anemia ferropriva.
– Sorologias: anticorpos transglutaminase tecidual IgA e antiendomísio IgA negativos, mas paciente possui deficiência seletiva de IgA documentada.
– Endoscopia digestiva alta: mucosa duodenal levemente irregular, pregas parcialmente achatadas, sem erosões visíveis.
– Biópsia duodenal: linfocitose intraepitelial discreta, hiperplasia das criptas, atrofia vilosa parcial em algumas áreas.


Considerando o caso clínico, a conduta diagnóstica mais adequada é 
Alternativas
Q3719555 Medicina
Uma mulher de 47 anos foi internada para investigação de vários episódios de palidez e cianose seguidos de hiperemia das mãos. Vinha queixando-se, nos últimos oito meses, de dores nos punhos, tornozelos, joelhos e cotovelos e mãos inchadas. Referia também queimação retroesternal e sensação de “parada do alimento no esôfago”.
Ao exame: paciente hipocorada +/4, eupneica, presença de telangectasias na face e discreta microstomia. Havia edema das mãos e alterações da pigmentação da pele (lesões tipo vitiligo). Uma endoscopia realizada há 3 meses demonstrou erosões confluentes a partir do 1/3 distral do esôfago com discreta redução da luz do órgão. A paciente começou a fazer uso de ranitidina com melhora temporária do seu quadro clínico.
Assinale a opção que seria mais compatível com a manometria esofagena desse paciente.
Alternativas
Q3719551 Patologia
Paciente, 78 anos, natural do Rio de Janeiro, apresenta dificuldade de deglutição. Endoscopia digestiva alta sem alteração estruturais. Exame baritado do esôfago revela ondas terciárias, aperistalse e redução do relaxamento do EEI com as deglutições.
Esse relato indica
Alternativas
Q3719549 Medicina
Uma paciente de 62 anos, com histórico de dores abdominais recorrentes nos últimos 6 meses, é submetida a uma íleo-colonoscopia completa.
O exame revela a presença de múltiplos divertículos (mais de 15) no cólon sigmoide, descendente, transverso e ascendente. Além disso, o endoscopista descreve espasticidade em cólon sigmoide, associada a eritema e edema na mucosa adjacente de alguns óstios diverticulares. Também se observam algumas áreas de erosão esparsas. Não há sinais de sangramento ativo, perfuração ou fístulas.
Com base nesses achados e na Classificação DICA (Diverticular Inflammation and Complication Assessment), o estadiamento correto para essa paciente é
Alternativas
Q3719547 Medicina
Paciente de 55 anos, sexo masculino, procura atendimento com queixas de disfagia progressiva para sólidos e líquidos há 5 anos, regurgitação alimentar noturna e perda de peso significativa.
A manometria esofágica de alta resolução revela aperistalse no corpo do esôfago e relaxamento incompleto do esfíncter esofágico inferior (EEI). A radiografia contrastada de esôfago, estômago e duodeno evidencia uma grande dilatação esofágica, com calibre superior igual a 8 cm e sem tortuosidades.
Com base no quadro clínico e nos achados radiológicos, a classificação de Rezende para o caso descrito é 
Alternativas
Q3719544 Patologia
Mulher, 65 anos, atendida na emergência com dor torácica e episódios de disfagia intermitente. Esofagograma realizado no dia seguinte mostra divertículo esofageano nos 5 cm distais do esôfago. Manometria revela ondas peristáticas de elevada amplitude em esôfago distal (média igual ou superior a 180 mm Hg) e relaxamento normal do EEI.
O diagnóstico mais provável para a clínica apresentada pela paciente é 
Alternativas
Q3719539 Medicina
Paciente, 35 anos, chega à emergência após episódio de hematêmese e melena. Endoscopia digestiva alta revela úlcera duodenal com sangramento ativo em gotejamento.
A classificação de Forrest para esse paciente é
Alternativas
Q3719538 Medicina
O Helicobater pylori é um patógeno relacionado a várias doenças do aparelho digestivo.
Em relação à sua epidemiologia, à patogenicidade e ao tratamento segundo os consensos de Maastrich VI e Kyoto, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3719537 Medicina
A doença de Wilson é uma doença autossômica recessiva rara causada por mutações genéticas, levando ao acúmulo anormal de cobre no fígado, cérebro, córnea e outros órgãos.
Assinale a opção, entre as abaixo, mais compatível com esse diagnóstico. 
Alternativas
Q3719457 Medicina
A lamotrigina é uma droga utilizada como estabilizadora de humor e anticonvulsivante que tem como característica a baixa toxicidade.
O aumento da dose deve ser feito de forma lenta e gradual para evitar
Alternativas
Q3719454 Medicina
Um jovem de 25 anos dá entrada em UPA com quadro de forte dor lombar e vômitos. Ele apresenta cálculos renais por oxalato de cálcio com crises esporádicas de cólica nefrética.
Em relação às nefrolitíases, é correto afirmar que
Alternativas
Q3719453 Medicina
Um paciente de 45 anos portador de insuficiência renal crônica em tratamento conservador sentiu mal estar geral e procurou uma unidade de emergência. A dosagem sérica de potássio em sangue colhido no momento foi de 6,5 mEq/L. O ECG apresentou alteração que é comum nos quadros de hipercalemia moderada e grave.
A alteração esperada é a(o)
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Q3719450 Medicina
Paciente masculino, 78 anos, procurou o cardiologista com queixas de dispneia progressiva aos esforços há 2 anos, que agora o impede de caminhar mais de um quarteirão. Relata episódios recentes de tontura e quase desmaio durante atividades mais intensas, além de dor torácica opressiva ao subir escadas, que alivia com repouso.
Ao exame físico, apresenta pulsos periféricos de amplitude diminuída e ascenso lento (pulsus parvus et tardus). O ictus cordis é palpável no 6º espaço intercostal esquerdo, linha axilar média, com características propulsivas e sustentadas. Há frêmito sistólico palpável no 2º espaço intercostal direito, junto ao esterno. À ausculta cardíaca, as bulhas são rítmicas, a 2ª bulha (B2) apresenta componente aórtico (A2) hipofonético. É audível uma quarta bulha (B4), em ápice cardíaco. Presente sopro sistólico ejetivo (crescendo-decrescendo) de alta intensidade (Grau IV/VI), com pico mesossistólico, mais audível na borda esternal direita alta (2º espaço intercostal) e em foco aórtico acessório (3º espaço intercostal esquerdo), com irradiação nítida para as carótidas e para o ápice (fenômeno de Gallavardin). O sopro diminui discretamente de intensidade à manobra de Valsalva.
O diagnóstico cardiovascular mais provável para esse paciente é
Alternativas
Q3719447 Medicina
Paciente feminina, 28 anos, usuária de lentes de contato de uso prolongado, procurou o pronto-socorro com dor ocular intensa, de início súbito, no olho esquerdo, progressiva, não aliviada por analgésicos e que a impedia de dormir. Relatou que não consegue manter o olho esquerdo aberto devido a uma sensação de “algo no olho”, além de marcada sensibilidade à luz (fotofobia). Há 24 horas, percebeu vermelhidão intensa e diminuição da acuidade visual no olho afetado, com secreção purulenta esverdeada.
Ao exame clínico, o olho esquerdo apresentava hiperemia mais acentuada ao redor da córnea (ciliary flush), pupila miótica e um ponto branco opaco visível na córnea. O reflexo pupilar no olho esquerdo estava diminuído. No olho direito não havia alterações.
O provável diagnóstico e a conduta mais apropriada para a paciente são
Alternativas
Q3719444 Medicina
Paciente masculino, 68 anos, com histórico de doença arterial coronariana, hipertensão e dislipidemia foi submetido, há cinco dias, a uma cineangiografia coronariana diagnóstica devido à dor torácica anginosa. Desde então, começou a apresentar fraqueza progressiva, dor abdominal difusa e uma redução significativa do volume urinário.
No exame físico, estava afebril, com pressão arterial de 130/70 mmHg, mas apresentava livedo reticular extenso em ambas as pernas e plantas dos pés com arroxeamento dos dedos do pé direito, além de pulsos distais palpáveis. Os exames laboratoriais revelaram elevação progressiva da creatinina sérica (de 1,2 mg/dL para 3,8 mg/dL), leucocitose de 14.500/mm³ (com 6% de eosinófilos) e hipocomplementemia (C3 e C4 reduzidos). A urina tipo I mostrava cilindros granulosos e alguns eosinófilos.
Diante do quadro clínico e dos achados laboratoriais descritos, a conduta diagnóstica e/ou terapêutica mais apropriada é
Alternativas
Q3719443 Medicina
Paciente feminina de 20 anos, HIV positiva em uso de terapia antirretroviral (CD4 e carga viral não disponíveis), foi admitida com tumoração em região cervical e submandibular esquerda de início há 7 dias, acompanhada de febre não aferida, prostração, dificuldade de deglutição progressiva e trismo intenso, impedindo abertura oral em mais 1 cm. Relata histórico de fratura de dente recente na região mandibular esquerda.
Ao exame físico, apresenta-se taquicárdica (FC 110 bpm), febril (Tax: 38,8 oC), com massa endurecida, dolorosa e quente na região afetada, e dor à mobilização lateral do pescoço. Exames laboratoriais de urgência demonstram leucocitose de 18.000/mm³ com desvio à esquerda (85% neutrófilos) e Proteína C Reativa (PCR) de 150 mg/L.
Na conduta diagnóstica e terapêutica inicial para esse quadro, é apropriada a seguinte conduta:
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Q3719442 Medicina
Mulher de 58 anos foi internada para investigação de paraplegia em 72 horas de evolução, associada à perda urinária. Apresentava histórico de câncer de mama em tratamento quimioterápico por doença metastática óssea e pleural. Relatou febre de 38,5 oC na véspera e cansaço há 5 dias.
O exame físico demonstrava nível sensitivo em altura da 4ª vértebra torácica, redução da sensibilidade vibratória e propioceptiva e paraparesia espástica com sinais piramidais em ambos os membros inferiores. Havia dor em palpação de coluna torácica alta e presença de massa em topografia pélvica. Ao realizar a passagem de cateter vesical de demora, percebeu-se saída de aproximadamente 1 L de urina turva. O exame laboratorial de urgência demonstrou anemia normocítica e normocrômica, leucocitose com desvio e PCR ultrassensível elevada. Não havia alterações na bioquímica como disfunção renal ou hepática. Foram coletadas hemoculturas, pesquisa de elementos anormais urinários e urinocultura.

Sobre a abordagem desse quadro, é correto afirmar que 
Alternativas
Q3719440 Medicina
Um homem de 72 anos foi internado por desidratação e perda ponderal significativa nas últimas semanas.
No contexto da investigação, observou-se apatia e redução global da atividade motora. O paciente permanecia vígil, sem delírios ou alucinações evidentes, mas com marcada passividade frente a comandos simples. Em alguns momentos, recusava-se a se mover ou a realizar funções básicas, como fechar os olhos ou ajustar a respiração voluntariamente. Mantinha posturas rígidas por longos períodos e exibia aumento difuso do tônus muscular.
Em dias anteriores, foram observados episódios de ecolalia e ecopraxia. Os exames laboratoriais iniciais (hemograma, eletrólitos, função hepática e renal) estavam dentro da normalidade.
Considerando o quadro descrito, a conduta mais apropriada inclui
Alternativas
Q3719439 Medicina
Um paciente de 56 anos foi atendido em ambulatório especializado em hipertensão resistente. Faz uso regular de anlodipino 5 mg duas vezes ao dia, losartana 50 mg duas vezes ao dia e hidroclorotiazida 25 mg uma vez ao dia. É portador de diabetes tipo 2 em uso de metformina 2 g/dia, com HbA₁c de 7,2%. Mudanças no estilo de vida foram implementadas gradativamente. Ao exame, ictus propulsivo no 5º espaço intercostal esquerdo; pressão arterial em repouso de 150 × 90 mmHg e frequência cardíaca de 89 bpm. O eletrocardiograma sugeria hipertrofia ventricular esquerda; relação albumina/creatinina urinária de 200 mg/g e TFG estimada de 90 mL/min/1,73 m². A MAPA revelou valores normais nas médias de vigília, 24 horas e sono.
Diante do caso apresentado, a conduta mais apropriada é
Alternativas
Respostas
18361: D
18362: E
18363: C
18364: B
18365: D
18366: C
18367: D
18368: B
18369: A
18370: B
18371: E
18372: D
18373: E
18374: E
18375: A
18376: E
18377: D
18378: D
18379: C
18380: E