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Q3724814 Medicina
Homem de 57 anos, com câncer de próstata metastático e internado por fratura de fêmur, desenvolve dispneia súbita e taquicardia. A angiotomografia confirma TEP bilateral. Inicia-se heparina não fracionada intravenosa, mas no dia seguinte o paciente apresenta sangramento ativo digestivo com queda acentuada do hematócrito, necessitando suspensão da anticoagulação.

Diante desse quadro, a conduta mais apropriada para prevenção de novos eventos tromboembólicos é
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Q3724813 Medicina
Um homem de 51 anos, hipertenso e com fibrilação atrial, foi internado por TEP maciço confirmado por angio-TC. Recebeu trombólise com fibrinolítico intravenoso e, após estabilização hemodinâmica, iniciou anticoagulação com heparina não fracionada. No 2º dia de internação, apresenta queda de hematócrito, PA 92/60 mmHg e dor abdominal difusa. O exame físico revela sensibilidade à palpação do flanco direito e hemorragia em parede abdominal inferior.

A complicação mais provável associada ao tratamento instituído é
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Q3724812 Medicina
Paciente do sexo feminino, 71 anos, com antecedente de hipertensão e obesidade, é admitida por dispneia súbita, dor torácica e síncope. Exame físico revela PA de 82/56 mmHg, FC de 128 bpm e turgência jugular. ECG mostra taquicardia sinusal. Ecocardiograma à beira-leito revela dilatação de ventrículo direito e hipocinesia do septo interventricular. Tomografia de tórax confirma tromboembolismo pulmonar maciço.

A conduta terapêutica de escolha para essa paciente, neste momento, é
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Q3724811 Medicina
Homem de 36 anos, previamente hígido, é admitido com queixa súbita de dor torácica pleurítica e dispneia intensa após uma viagem de 12 horas de ônibus. Ao exame, apresenta frequência cardíaca de 118 bpm, saturação de O₂ em 89% em ar ambiente, frequência respiratória de 26 irpm e pressão arterial de 128/82 mmHg. O ECG revelava taquicardia sinusal. Radiografia de tórax sem alterações significativas. Escore de Wells é calculado em 6,5 pontos.

A conduta diagnóstica mais apropriada neste momento é
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Q3724810 Medicina
Um paciente de 80 anos com uma lesão descrita pela TC de tórax como sólida, espiculada, medindo cerca de 3,5 cm de diâmetro e localizada no LSE, foi submetido a uma punção transparietal que revelou adenocarcinoma. A TC também evidenciava um linfonodo proeminente de 2 cm na cadeia 7, que necessitava investigação diagnóstica complementar para se estabelecer uma conduta propedêutica correta.

A cadeia linfonodal que representa esse linfonodo e o exame que pode ser indicado para realizar o diagnóstico são
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Q3724809 Medicina
Sobre os distúrbios vasculares congênitos, observamos uma síndrome associada a um pulmão direito hipoplásico, com drenagem da veia pulmonar para a veia cava inferior, cuja correção obrigatoriamente se dá com suporte cardiopulmonar extracorpóreo, por meio da confecção de uma anastomose entre a veia pulmonar e o átrio esquerdo.

Esse texto se refere à síndrome de
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Q3724808 Medicina
Com relação às malformações broncopulmonares congênitas, é correto afirmar sobre o enfisema lobar congênito que
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Q3724807 Medicina
Várias anormalidades pulmonares congênitas podem ocorrer como consequência de distúrbios na embriogênese.

Sobre essas patologias, é correto afirmar que a 
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Q3724766 Medicina
Mulher de 55 anos, G4P4, com história de sangramento vaginal irregular e dor pélvica há 4 meses.
Ao exame especular, lesão exofítica visível no colo uterino com sangramento ao toque. Toque vaginal revela extensão da lesão para o terço inferior da vagina e fixação à parede pélvica esquerda. Urografia excretora evidencia hidronefrose à esquerda. Tomografia computadorizada sem sinais de metástases à distância. Biópsia confirma carcinoma epidermoide invasivo.

Com base nas informações clínicas e no estadiamento FIGO 2018, o estadiamento mais adequado é o
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Q3724765 Medicina
Mulher de 28 anos, previamente hígida, procura atendimento por lesão indolor em vulva, percebida há aproximadamente 10 dias. Refere relação sexual desprotegida com parceiro eventual há cerca de três semanas. Nega corrimento, febre ou prurido.
Ao exame ginecológico, observa-se úlcera única de aproximadamente 1,5 cm em pequeno lábio esquerdo, de bordas endurecidas, base limpa e fundo avermelhado. Linfonodos inguinais bilaterais aumentados, firmes, indolores e não aderidos. Refere ausência de dor local.

O diagnóstico mais provável e a conduta terapêutica inicial recomendada são
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Q3724764 Medicina
Mulher de 66 anos, G5P5, sexualmente ativa, procura avaliação ginecológica por sensação de peso vaginal, exteriorização de abaulamento ao esforço e incontinência urinária aos esforços. Ao exame ginecológico com manobra de Valsalva, observam-se os seguintes parâmetros do sistema POP-Q: Aa em +2, Ba em +3, ponto C em +2, D em +1, Ap em –1, Bp em 0, e comprimento vaginal total (TVL) de 8 cm. Genitália externa sem atrofia significativa.

Com base no exame físico, assinale a classificação mais compatível com os achados descritos. 
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Q3724763 Medicina
Mulher de 39 anos, G3P3, procura atendimento por amenorreia secundária há 3 anos e fadiga progressiva. Relata que, após o último parto, apresentou hemorragia puerperal grave com necessidade de transfusão sanguínea. Desde então, não voltou a menstruar, não apresentou lactação e vem notando ressecamento vaginal e queda de cabelos. Ao exame: PA 94/62 mmHg, FC 96 bpm, pele seca, genitália externa atrófica, mamas hipotróficas. IMC: 23 kg/m².
Exames laboratoriais:

• TSH: 0,1 µUI/mL;
• T4 livre: 0,4 ng/dL;
• FSH: 2,1 mUI/mL;
• LH: 1,9 mUI/mL;
• Cortisol matinal: 4,1 µg/dL;
• Prolactina: 2,1 ng/mL.

O diagnóstico mais provável frente ao quadro clínico e laboratorial é
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Q3724760 Medicina
Paciente de 24 anos, G0P0, previamente hígida, procura atendimento com dor pélvica em baixo ventre há 5 dias, de intensidade progressiva, associada a corrimento vaginal purulento e febre não aferida. Refere também dispareunia e disúria.
Ao exame físico: dor à palpação hipogástrica e à mobilização uterina, toque vaginal com dor à palpação de anexos. Sinais vitais: temperatura axilar de 38,3 oC, frequência cardíaca de 114 bpm e pressão arterial de 90/60 mmHg. Laboratório com leucocitose e PCR elevada. Ultrassonografia transvaginal evidencia imagem cística complexa em anexo direito, com conteúdo espesso e septações finas, medindo 5,5 cm.

A conduta inicial mais adequada é
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Q3724759 Medicina
Mulher de 26 anos, nuligesta, sexualmente ativa, comparece para exame ginecológico de rotina. Refere ciclos menstruais regulares, sem queixas geniturinárias.
Ao exame especular, observa-se pequena lesão esbranquiçada, translúcida, elevada, medindo cerca de 4 mm, em região do colo uterino, sem sinais de inflamação, sangramento ou lesões acetobrancas. Colpocitologia e teste de HPV realizados há 8 meses foram normais.

A conduta mais apropriada diante desse achado é
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Q3724758 Medicina
Mulher de 68 anos comparece ao consultório por prurido vulvar crônico, de longa data, associado à ardência e sensação de queimação. Refere falha terapêutica com antifúngicos tópicos.

Ao exame físico, observa-se lesão única em grande lábio direito, de bordas irregulares, superfície eritematosa com áreas esbranquiçadas, descamativas e discretamente infiltradas, medindo cerca de 2,5 cm, sem ulceração. Realizada biópsia com diagnóstico histopatológico de lesão intraepitelial escamosa de alto grau (HSIL), sem sinais de invasão.

A colpocitologia e a colposcopia foram normais. A conduta inicial mais adequada para essa paciente é
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Q3724757 Medicina
Paciente de 26 anos, nuligesta, comparece para investigação de infertilidade primária. Relata ciclos regulares, sem dismenorreia significativa. Nega comorbidades. Exame físico sem alterações. A histerossalpingografia revelou cavidade endometrial com contornos regulares, mas com falha de enchimento linear no terço superior, trompas visualizadas com Cotté positivo. Solicitada ressonância magnética pélvica, que evidenciou útero único com reentrância endometrial medindo 18 mm e ângulo de 60 e sem duplicidade de colo ou vagina.

Asinale a opção que apresenta a malformação uterina mais provável e a conduta adequada. 
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Q3724756 Medicina
Mulher de 29 anos, G0P0, procura atendimento por dor crônica na região vulvar com início há cerca de 6 meses. Relata sensação de ardência e queimação na entrada vaginal, piorando com uso de roupas justas, longos períodos sentada e durante o contato sexual. Nega corrimentos, infecções prévias recentes ou uso de medicamentos locais. Já utilizou antifúngicos e antibióticos sem melhora.
Ao exame físico, não há lesões aparentes em vulva ou vagina, mas há dor referida à pressão leve com cotonete no vestíbulo vulvar posterior. Os exames laboratoriais e culturas estão normais. Refere impacto significativo em sua vida sexual e emocional.

Nesse caso, a conduta inicial mais adequada é 
Alternativas
Q3724755 Medicina
Mulher de 42 anos, G2P2, comparece ao consultório com queixa de sangramento uterino aumentado e dor pélvica cíclica progressiva nos últimos 10 meses. Refere prejuízo na qualidade de vida, mas nega desejo gestacional atual. Ao exame ginecológico, útero globoso e sensível à palpação.
Ultrassonografia transvaginal evidenciou útero aumentado, com zona juncional espessada, contornos irregulares da junção endométrio-miométrio, presença de cistos miometriais anecóicos medindo até 6 mm e padrão de heterogeneidade difusa do miométrio posterior.

Considerando o quadro clínico e os achados de imagem, a conduta inicial mais adequada é
Alternativas
Q3724753 Medicina
Mulher de 51 anos, G2P2, comparece ao ambulatório de ginecologia com queixa de ondas de calor intensas, insônia e irritabilidade há 8 meses. Refere menopausa há 1 ano. Nega história de câncer pessoal ou familiar, trombose, hipertensão ou tabagismo. Está com IMC de 24 kg/m², pressão arterial de 110/70 mmHg, exames laboratoriais e de imagem recentes sem alterações. Deseja iniciar tratamento para melhora dos sintomas vasomotores, pois afirma que sua qualidade de vida tem sido comprometida.

A conduta mais apropriada para essa paciente é
Alternativas
Q3724752 Medicina
Mulher de 30 anos, G1P1, procura avaliação ginecológica com queixa de dor mamária bilateral há cerca de 4 meses. Relata que a dor é do tipo peso e aumento de sensibilidade nas mamas, com piora evidente nos dias que antecedem a menstruação e melhora espontânea após o início do sangramento. Não observa nódulos ou secreção mamilar. Nega febre, trauma local ou uso de medicamentos hormonais. Ao exame físico, as mamas apresentam simetria, sem nódulos palpáveis, sem sinais inflamatórios ou alterações cutâneas.

Nesse caso, o diagnóstico clínico mais provável é
Alternativas
Respostas
16381: C
16382: B
16383: C
16384: D
16385: A
16386: C
16387: A
16388: C
16389: D
16390: B
16391: A
16392: D
16393: D
16394: B
16395: A
16396: E
16397: C
16398: D
16399: C
16400: E