Questões de Concurso Para fgv

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Q3728247 Medicina
Mulher de 59 anos, com história de epigastralgia crônica e uso intermitente de IBP, relata dor em queimação após refeições e náuseas persistentes. Foi submetida a três endoscopias nos últimos 12 meses, todas revelando úlcera gástrica antral de bordas regulares, sempre com biópsias negativas para malignidade. Realizou erradicação para H. pylori e segue com uso contínuo de IBP, mas sem melhora clínica. O último exame mostrou a mesma úlcera, com sinais de fibrose e estenose de antro.

Nesse caso, a conduta cirúrgica mais apropriada será
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Q3728246 Medicina
Na emergência do hospital, um homem de 45 anos, tabagista e etilista, com história prévia de dor epigástrica crônica, dá entrada no pronto-socorro com dor abdominal súbita, intensa, de início há 3 horas, com irradiação para dorso e rigidez abdominal.
Ele refere náuseas e dispneia leve. Ao exame, encontra-se taquicárdico (FC 112 bpm), com abdome em tábua e sinais de peritonite difusa. Uma rotina de abdome agudo mostra ar livre subdiafragmático.

O diagnóstico mais provável e a conduta imediata a ser tomada são
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Q3728245 Medicina
Homem de 58 anos, previamente hígido, foi diagnosticado com adenocarcinoma gástrico tipo intestinal localizado no corpo médio do estômago, sem invasão da cárdia ou do piloro.
A ecoendoscopia revelou invasão até a subserosa (T3), com linfonodos locorregionais aumentados (N1). A tomografia não evidenciou metástases à distância. O paciente está em bom estado clínico geral e sem comorbidades.

A melhor opção de tratamento, para esse paciente, será
Alternativas
Q3728244 Medicina
Uma paciente de 67 anos, tabagista, revela queixas de epigastralgia, plenitude pós-prandial e náuseas há cerca de 3 meses, além de perda ponderal de 6 kg. Nega vômitos ou hematêmese.
Ao exame físico, encontra-se emagrecida, sem visceromegalias ou linfadenopatia palpável. Endoscopia digestiva alta revelou lesão ulcerovegetante em antro gástrico, e a biópsia confirmou adenocarcinoma gástrico bem diferenciado. Os exames laboratoriais mostraram anemia ferropriva.

Diante desse quadro clínico, a sequência correta para o estadiamento e a definição do tratamento será
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Q3728243 Medicina
Um paciente de 59 anos, previamente hígido, tem diagnóstico confirmado de adenocarcinoma de esôfago distal (junção esofagogástrica tipo I), bem diferenciado, com 4 cm de extensão. Apresenta disfagia leve, sem metástases à distância.

A ultrassonografia endoscópica revelou T3N1M0, mas o PET-CT não mostrou lesões fora da região. Está em bom estado geral, com função pulmonar e cardiovascular preservadas.

Portanto, o melhor tratamento para esse paciente será
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Q3728242 Medicina
Mulher de 68 anos com dor em fossa ilíaca esquerda (FIE), febre (38,5 oC) e leucocitose. História de diverticulose conhecida. TC de abdome mostra espessamento de parede do sigmoide com inflamação pericólica (estágio Hinchey Ia).

Nesse caso, a conduta inicial é 
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Q3728241 Medicina
Homem de 22 anos apresenta dor em fossa ilíaca direita (FID) há 18 horas, associada a náuseas e anorexia.
Ao exame: sinal de Blumberg positivo, leucocitose (14.000/mm³) e PCR elevado. Ultrassom abdominal mostra imagem em alvo em fossa ilíaca direita.

A conduta mais adequada é
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Q3728240 Medicina
Paciente com apendicite aguda recusa cirurgia por medo de complicações. Está lúcido e orientado.

Nesse caso, a conduta ética adequada é
Alternativas
Q3728239 Medicina
Em pacientes com mais de 5 anos de história de refluxo, são fatores de risco para esôfago de Barrett que indicam uma endoscopia de controle
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Q3728237 Medicina
Um paciente se apresenta para avaliação de doença do refluxo gastroesofageano.

Nesse caso, são considerados sintomas de alarme
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Q3728236 Medicina
Médico clínico encaminha um paciente de 64 anos, etilista e tabagista de longa data, que procura atendimento com disfagia progressiva há 3 meses, inicialmente para sólidos e agora também para líquidos. O paciente refere perda ponderal de 8 kg, regurgitação frequente e episódios de dor retroesternal leve.
Ao exame físico, está emagrecido, sem linfadenomegalias periféricas. Endoscopia digestiva alta mostra lesão ulcerada e estenosante em terço médio do esôfago. Uma biópsia confirmou um carcinoma escamoso moderadamente diferenciado.

Nesse caso, a conduta mais adequada para o estadiamento e o planejamento terapêutico será
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Q3728235 Medicina
Mulher de 60 anos, com diagnóstico confirmado de megaesôfago chagásico tipo IV, apresenta disfagia severa para líquidos e sólidos, regurgitação noturna e broncoaspiração recorrente. Fez tratamento clínico e dilatações sem sucesso. A manometria revelou ausência completa de peristalse e hipertonia do esfíncter esofágico inferior (EEI). O esofagograma mostra dilatação esofágica >10 cm com retardo no esvaziamento e eixo esofágico tortuoso. Está em bom estado clínico geral e sem contraindicações cirúrgicas.

Nesse caso, a melhor opção terapêutica é
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Q3728234 Medicina
Paciente de 52 anos, sexo masculino, natural do interior de Minas Geraisrelata disfagia progressiva para sólidos e líquidos há 1 ano, perda de 10 kg no período, regurgitação frequente de alimentos não digeridos e sensação de “bolo parado” retroesternal, mas nega pirose. Refere episódios noturnos de tosse e engasgos.
Ao exame físico geral, está emagrecido, mas sem alterações significativas. Uma endoscopia digestiva alta mostra esôfago dilatado, com retenção de alimentos e resistência na transposição do esfíncter inferior. Realizada esofagografia com bário que mostra imagem em “bico de pássaro” e grande dilatação esofágica.
Diante desse caso clínico, o diagnóstico mais provável e o exame complementar mais adequado para confirmação e classificação são
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Q3728233 Medicina
Homem de 48 anos, previamente saudável, procura atendimento com quadro de dor abdominal intermitente há duas semanas, tipo cólica, em quadrante superior direito, acompanhada de episódios de náuseas, distensão abdominal e emagrecimento de 4 kg no período. Refere evacuações diminuídas, mas nega sangramentos.
Ao exame físico, apresenta distensão abdominal, ruídos hidroaéreos aumentados e massa móvel e dolorosa palpável em mesogástrio. Exames laboratoriais mostram anemia leve normocítica. Uma tomografia de abdome contrastada evidencia uma lesão em “alvo” (target sign) no jejuno proximal com espessamento parietal focal. Não há pneumoperitônio ou líquido livre.

Com base nesse caso clínico, o diagnóstico mais provável e a melhor conduta terapêutica são
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Q3728232 Medicina
Uma mulher de 68 anos, com história de diverticulose conhecida, dá entrada no pronto-socorro com dor abdominal no quadrante inferior esquerdo há 5 dias, febre e sensação de distensão. Está em uso de antibiótico oral iniciado por médico generalista, sem melhora. Ao exame físico, encontra-se febril (38,4 oC), com dor intensa em FIE e massa dolorosa palpável. Abdome com peristalse diminuída, sem sinais de peritonite generalizada. Tomografia de abdome evidencia espessamento do cólon sigmoide e coleção pericólica com gás de 6 cm, sem líquido livre difuso.

Com base na classificação de Hinchey, o estadiamento e a melhor conduta, nesse caso, são
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Q3728231 Medicina
Homem de 64 anos, hipertenso e ex-tabagista, procura atendimento com queixa de dor abdominal há dois dias, localizada no quadrante inferior esquerdo, de início insidioso, associada à febre de 38,5 oC, náuseas e episódios de diarreia aquosa. Relata que o quadro vem piorando progressivamente.
Ao exame físico, encontra-se em bom estado geral, mas febril e com dor à palpação profunda do quadrante inferior esquerdo, sem sinais de irritação peritoneal difusa. A ausculta apresenta ruídos hidroaéreos discretamente diminuídos. Os exames laboratoriais mostram leucocitose com desvio à esquerda e PCR elevada. Ultrassonografia abdominal foi inconclusiva.

Diante desse quadro clínico o diagnóstico mais provável e a melhor conduta inicial são
Alternativas
Q3727980 Medicina
Lactente, 10 meses de idade, é trazido ao pronto-socorro com história de convulsão na manhã do atendimento. A mãe relata história de febre há cerca de 2 dias (até 39 oC), associada a irritabilidade e redução do apetite. Fora avaliado no dia anterior, recebendo diagnóstico de otite média aguda à direita e iniciando amoxicilina (está em uso há cerca de 24 horas) e antipiréticos.
A crise convulsiva desta manhã fora em vigência de febre (38,5 oC) de forma tônico-clônico generalizada, com cianose labial transitória durando cerca de 4 minutos. Não há história prévia de convulsões e mãe nega trauma. A gestação fora sem intercorrências, o desenvolvimento neuropsicomotor está adequado para a idade, sem doenças crônicas conhecidas. Vacinação: esquema vacinal incompleto – recebeu as vacinas do 2º e 4º mês de vida, porém não recebeu as doses previstas para 6 meses (incluindo Haemophilus influenzae tipo b e pneumococo).
Não há história familiar de epilepsia, embora o pai relate ter tido convulsões febris na infância. Ao exame a criança está com o estado geral regular, chorosa e irritada alternando com sonolência leve responsiva a estímulos. Temperatura: 38,3 C; FC: 150 bpm; FR: 34 irpm; SpO₂: 97% em ar ambiente. À exceção da membrana timpânica direita hiperemiada e abaulada, com nível hidroaéreo visível, compatível com otite média purulenta, não há outras alterações semiológicas incluindo o exame neurológico que é compatível com a idade.
Você realiza exames laboratoriais iniciais cujos resultados são: hemograma: Hb 11,5 g/dL; leucócitos 15.800/mm³ (neutrófilos 72%, bastões 5%, linfócitos 20%, monócitos 3%); plaquetas 320.000/mm³ – leucocitose com neutrofilia e discreto desvio à esquerda. Proteína C-reativa (PCR): 8,5 mg/dL (VN < 1,0); Glicemia à admissão: 92 mg/dL. O EAS (urina tipo 1), o Raio X de tórax, os eletrólitos séricos e escórias renais são normais.

A conduta mais adequada neste momento, entre as listadas, é
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Q3727962 Medicina
Lactente, 50 dias, é trazido ao ambulatório de puericultura por estar amarelado desde o quinto dia de vida. Nasceu a termo, parto normal, com peso adequado e usa leite materno exclusivo.
Ao exame físico, bom ganho ponderal, icterícia, hipocolia e colúria, hepatomegalia de consistência firme às custas do lobo esquerdo proeminente. Exames laboratoriais mostram elevação de bilirrubina conjugada (>1 mg/dL) e a ultrassonografia abdominal revela vesícula biliar contraída e não visualização do ducto colédoco e sinal do “cordão triangular”.

O passo seguinte em relação à confirmação da principal hipótese diagnóstica é realizar
Alternativas
Q3727955 Medicina
Lactente de 1 ano, apresenta lesões cutâneas intensamente pruriginosas com pápulas eritematosas em face, couro cabeludo e superfícies extensoras de extremidades, de início há aproximadamente um mês. A lesão polpa região de fraldas. O prurido piora à noite e quando faz uso de leite de vaca.

A hipótese diagnóstica para o caso é 
Alternativas
Q3727953 Medicina
Escolar de 7 anos, menina, em tratamento profilático de asma com corticoide inalatório, chega à emergência com exacerbação da doença. É medicada com broncodilatador de curta ação, por via inalatória, de 20 em 20 minutos durante uma hora e corticoide sistêmico por via oral. Apresenta melhora e recebe alta hospitalar.

A prescrição para o domicílio deverá ser feita com
Alternativas
Respostas
15201: A
15202: B
15203: D
15204: E
15205: C
15206: C
15207: D
15208: B
15209: E
15210: B
15211: C
15212: D
15213: E
15214: B
15215: B
15216: C
15217: A
15218: D
15219: A
15220: C