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De acordo com as diretrizes vigentes (SBPT), o esquema antibiótico empírico inicial mais adequado é
Ao exame físico, está com confusão mental, desorientada no tempo e no espaço e com frequência cardíaca de 98 bpm e pressão arterial de 125 x 80 mmHg. A radiografia do tórax mostra consolidação no lobo médio e os exames laboratoriais mostram ureia de 24 mg/dL.
Considerando o score CURB-65, a pontuação da paciente e a conduta recomendada são, respectivamente,
Pelos critérios de classificação do Gold, o grupo e o tratamento farmacológico preferenciais São:
Mesmo com o tratamento administrado, ela apresentou, nos últimos 12 meses, três exacerbações tratadas com corticosteroide oral.
Exames laboratoriais mostram: IgE total de 180 UI/mL, eosinófilos sanguíneos de 450 células/mL e teste cutâneo (prick test) positivo para poeira domiciliar.
Com o objetivo de iniciar uma terapia biológica alvo com base fenótipo inflamatório predominante, o imunobiológico mais adequado, pela diretriz vigente, é
Pelas diretrizes do Gold, o seguinte achado a espirometria confirma o diagnóstico de DPOC:
A hipótese diagnóstica e a conduta inicial mais eficaz são
Pelas recomendações da Sociedade de Pneumologia e Tisiologia para oxigenoterapia domiciliar prolongada, com base nos critérios gasométricos, a indicação de oxigenoterapia domiciliar é:
pH: 7,21; pCO2: 28mmHg; HCO3: 11mEq/L.
O diagnóstico do distúrbio ácido-base primário desse pacienteé:
O seguinte critério anatômico deve ser usado para confirmar se a radiografia está bem inspirada evitando falso positivo:
Após a estabilização inicial, a conduta definitiva mais adequada é
Diante da suspeita de mesotelioma pleural maligno, a conduta mais adequada é
Nesse contexto, a conduta inicial mais adequada será
A radiografia de tórax após a drenagem demonstra persistência de pneumotórax ex vacuo e reexpansão incompleta do pulmão, apesar da adequada drenagem da cavidade pleural. Após controle dos sintomas, a equipe assistente passa a discutir a melhor estratégia para prevenção da recorrência do derrame pleural.
Nesse contexto, o principal fator associado ao insucesso da pleurodese química é
Caso 1: Mulher de 28 anos apresenta dor discreta e aumento de volume na parede torácica posterior. A tomografia computadorizada demonstra lesão expansiva intramedular envolvendo o arco posterior da sétima costela, com adelgaçamento da cortical, limites bem definidos e aspecto homogêneo em “vidro fosco”, sem reação periosteal ou invasão de partes moles.
Caso 2: Homem de 22 anos refere aumento progressivo de uma massa endurecida na parede torácica anterior desde a adolescência. A tomografia evidencia lesão exofítica pediculada originada da face externa da quarta costela, apresentando continuidade entre a cortical e a medular da lesão com o osso de origem, sem sinais de destruição cortical.
Caso 3: Adolescente de 17 anos apresenta dor progressiva e aumento de volume na parede torácica lateral. A tomografia revela lesão expansiva, insuflativa, multiloculada, predominantemente lítica, com adelgaçamento cortical e múltiplos níveis líquido-líquido em seu interior, sem evidências de metástases.
Com base nas características clínico-radiológicas apresentadas, os diagnósticos mais prováveis dos casos 1, 2 e 3 são, respectivamente,
Nesse contexto, a conduta mais adequada consiste em
O cirurgião classificou a deformidade como pectus excavatum, a qual consiste em
Ao exame físico, observa-se projeção anterior do gládio com preservação do alinhamento do manúbrio. Não há escoliose significativa nem outras malformações associadas.
Com base nessas características anatômicas, essa deformidade é classificada como pectus carinatum condrogladiolar porque consiste em
A conduta imediata mais apropriada para controlar temporariamente a hemorragia é