Questões de Concurso Para fgv

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Q4314865 Medicina
Menina, branca, 7 anos e 4 meses, está na consulta com a avó que notou, há 3 meses, um botão mamário bilateral e discreta sensibilidade local, sem outras queixas. Bom estado geral, frequenta escola e não há evidência de forte exposição a disruptores endócrinos.

Ao exame: peso no P85, estatura no P95 para a idade (acima do alvo genético que é de 1,58 m); PA normal, sem acne, sem pelos pubianos ou axilares; botão mamário palpável sob a aréola bilateralmente, sem nódulos suspeitos. Idade óssea (radiografia dos punhos) de 9 anos. Ultrassonografia pélvica: útero com comprimento de 3,8 cm, ovários com volume de 2,1 mL bilateralmente com pequenos folículos.

Com base nesses dados, nos critérios de desenvolvimento e no estadiamento de Tanner, assinale a opção correta.
Alternativas
Q4314863 Medicina
Adolescente, 15 anos, previamente hígido, residente em área endêmica de esquistossomose, é internado por suspeita de Doença de Wilson (DW). Ele apresenta aumento progressivo do volume abdominal há quatro meses, perda ponderal discreta e fadiga.

Ao exame: orientado, consciente, ascite volumosa, circulação colateral discreta, baço a 5 cm do rebordo costal esquerdo. Pressão arterial normal. Laboratório: Hemoglobina 12,4 g/dL; Plaquetas: 82.000/mm³; aspartato aminotransferase (AST) 76 U/L; alanina aminotransferase (ALT) 62 U/L; gama glutamiltransferase (GGT) 38 U/L; Bilirrubina total 1,5 mg/dL; Albumina 3,1 g/dL; INR 1,4. Paracentese - amostra: gradiente soro-ascite de albumina (SAAG) 1,7 g/dL; proteína no líquido ascítico 2,8 g/dL.

Ultrassonografia abdominal com doppler: hipertensão portal; esplenomegalia; fluxo portal preservado; fígado discretamente heterogêneo, sem sinais típicos de cirrose.

Para diferenciar DW da esquistossomose hepatoesplênica, assinale a afirmativa com melhor correlação entre os dados do caso, hipótese e eventual conduta.
Alternativas
Q4314861 Medicina
Menino, 7 anos, hígido, residente em área endêmica para dengue está febril (acima de 39 oC) há 4 dias, tendo cedido espontaneamente há 8 horas. A criança está com dor abdominal intensa e contínua e apresentou dois episódios de vômitos nas últimas 3 horas.

Exame físico: consciente, discreta letargia, mucosas hipocoradas (+/4+), PA 90×60 mmHg, FC 118 bpm, tempo de enchimento capilar 3 segundos, fígado a 3 cm do rebordo costal direito, doloroso. Exames laboratoriais: plaquetas 68.000/mm³, hematócrito 48% (basal era 38%), leucócitos 2.800/mm³, aspartato aminotransferase de 180 U/L. O NS1 - antígeno não estrutural 1 do vírus da dengue - é reagente.

De acordo com as evidências e as diretrizes do Ministério da Saúde do Brasil, trata-se de dengue
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Q4314860 Medicina
Lactente, sexo masculino, 7 meses de idade, ultrassonografia morfológica fetal sem anormalidades, febril (38,8 oC), apresentou exame da urina, por cateterismo vesical, com esterase leucocitária positiva, nitrito positivo e bacterioscopia (Gram) com bacilos gram-negativos. Uma amostra foi encaminhada para cultura e prescrito cefalexina. A cultura depois revelou Proteus mirabilis 80.000 UFC/mL.

De acordo com as recomendações atuais da Sociedade Brasileira de Pediatria, assinale a opção correta a respeito da análise do caso e da respectiva conduta.
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Q4314858 Medicina
Recém-nascido, 35 semanas, pequeno para a idade gestacional, admitido na UTIN com 12 horas de vida, com desconforto respiratório leve e tremores finos de extremidades e glicemia capilar 28 mg/dL. Prescrita dieta zero, bolus de glicose a 10% (2 mL/kg) na veia periférica e hidratação venosa com taxa de infusão de glicose (TIG) de 6 mg/kg/min. Após duas reavaliações a cada 30 minutos, a glicemia capilar estava entre 34 mg/dL e 36 mg/dL, com letargia moderada e hipotonia.

Diante do quadro e conforme as diretrizes para hipoglicemia, preconizadas pela Sociedade Brasileira de Pediatria, a conduta é 
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Q4314853 Medicina

Recém-nascido com 38 semanas de idade gestacional apresenta, durante o exame na sala de parto, lesão cutânea na região lombar com exposição de tecido neural e saída de líquor. O exame neurológico apresenta-se com paraplegia flácida para os membros inferiores e ausência de reflexos profundos. Ultrassonografia transfontanela evidenciou presença de ventriculomegalia.

Considerando o diagnóstico de mielomeningocele, sua associação mais frequente é com
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Q4314852 Medicina
Menina, 7 anos, apresenta febre há 48 horas, evoluindo com cefaleia frontal, náuseas, vômitos e fotofobia. Ao exame físico, encontra-se em regular estado geral, com rigidez de nuca. Foi submetida à punção lombar, e a avaliação liquórica foi sugestiva de meningoencefalite viral.

Diante desse quadro, os seguintes achados laboratoriais são esperados no líquor:
Alternativas
Q4314850 Medicina
Lactente masculino, 12 meses, com febre há 24 horas sem outros sintomas associados, é admitido na emergência com crise convulsiva tônico-clônico generalizada em vigência de febre, de início há 7 minutos. Nega episódios prévios semelhantes.

A terapia medicamentosa de escolha para a crise convulsiva, nesse caso, além das medidas de suporte, inclui 
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Q4314847 Medicina
Menina, 2 anos, previamente hígida, apresenta início súbito de petéquias e púrpuras generalizadas. Apresentou infecção viral uma semana antes dos sintomas.

O exame físico está normal, exceto pelas petéquias e púrpuras disseminadas pelo corpo. Não há esplenomegalia, linfadenopatias e nem palidez. O hemograma evidencia contagem de plaquetas = 10.000/µL. Não há anemia e os leucócitos estão normais.

A hipótese diagnóstica mais provável é 
Alternativas
Q4314841 Medicina
Mãe traz seus dois filhos do sexo masculino (de 8 e 13 anos) para avaliação pediátrica. Refere que está muito preocupada porque ambos engordaram muito no último ano, se alimentam muito mal, não fazem atividades físicas e passam cerca de 5 horas por dia na frente das telas. A mãe diz querer solicitar exames de sangue, pois tem histórico familiar de diabetes tipo 2.

Os dados antropométricos e de alteração do exame físico das crianças estão a seguir.

Filho 8 anos: 36kg; 1,31 m; (valor de referência IMC: Z+1 ≥ 17; Z+2 ≥ 19,5; Z+3 ≥ 23); PA 118 X 80 (valores referência: P90 = 110 x 71; P95= 114 X 74).
Filho 13 anos: 60 kg; 1,65 m; (valor de referência IMC: Z+1 ≥ 21; Z+2 ≥ 25; Z+3 ≥ 31,5); PA 126 X 78 (valores referência: P90 = 124 x 76; P95 = 128 X 80).

Sobre a avaliação e a conduta dos menores, é correto afirmar, de acordo com a SBP, que
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Q4314828 Medicina
Paciente de três anos, sexo feminino, sem comorbidades, é levada para avaliação de emergência pela mãe com história de dor de garganta e febre há sete dias. No quarto dia de doença, a mãe iniciou tratamento com amoxicilina-clavulanato empiricamente, pois já havia usado outras vezes em casos de faringite, mas o quadro não melhorou.

Ao exame físico, nota-se faringoamigdalite exsudativa, linfonodomegalia cervical posterior bilateral discreta, fígado palpável a 2 cm do rebordo costal direito e baço palpável a 2 cm do rebordo costal esquerdo.

Quanto à investigação diagnóstica, é correto afirmar que
Alternativas
Q4314826 Medicina
Paciente de 11 anos, sexo masculino, estudante do ensino fundamental, procura atendimento por aumento doloroso da região parotídea direita há dois dias, associado a febre baixa e mal-estar. Diante da suspeita clínica e da confirmação de outros dois casos semelhantes na mesma escola, a direção solicita orientação de um médico infectologista sobre as medidas de controle e prevenção da doença entre os alunos.

Com relação ao caso, é correto afirmar que
Alternativas
Q4314825 Medicina
Uma criança de quatro anos, sexo masculino, é levada ao consultório do pediatra com lesões nas pernas. A mãe relata que as lesões surgiram há três dias, que coçam, e que outras crianças na colônia de férias estão com lesões similares. Ao exame físico, o médico identificou duas lesões compatíveis com impetigo. Sabe-se que o impetigo é uma infecção de pele tradicionalmente causada por Streptococcus pyogenes, mas que também pode ter o Staphylococcus aureus como agente causador, de forma independente ou em coinfecção.

Quanto ao impetigo causado por S. pyogenes, é correto afirmar que 
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Q4314822 Medicina
Paciente de 34 anos, sexo masculino, desempregado, residente em São Paulo, é trazido ao pronto-socorro pela irmã devido a quadro de confusão mental progressiva. Segundo ela, o paciente vinha queixando-se de cefaleia e dificuldade para deambular há 12 dias. Hoje, apresentou um episódio de abalos generalizados e, desde então, parece não reconhecer os familiares. A acompanhante refere ainda perda ponderal importante nos últimos seis meses. Nega uso de medicamentos contínuos.

Ao exame físico, o paciente apresenta-se em regular estado geral, emagrecido, afebril, desorientado no tempo e no espaço (Glasgow 13), hemiparético à direita, sem rigidez de nuca e sem papiledema à fundoscopia ocular. Observam-se placas esbranquiçadas removíveis em língua e palato. Foram realizados dois testes rápidos para HIV, ambos reagentes.

Sobre o caso apresentado e sua principal hipótese diagnóstica, é correto afirmar que
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Q4314819 Saúde Pública
Três pacientes procuram uma Unidade Básica de Saúde para orientação sobre vacinação contra o papilomavírus humano (HPV):

Paciente 1 (P1): 14 anos, sexo masculino, previamente hígido, nunca recebeu vacina contra HPV.
Paciente 2 (P2): 10 anos, sexo feminino, previamente hígida, recebeu uma dose da vacina HPV quadrivalente há sete meses.
Paciente 3 (P3): 29 anos, sexo masculino, pessoa vivendo com HIV (CD4 = 360 células/mm³), nunca recebeu vacina contra HPV.

Segundo as recomendações vigentes do Programa Nacional de Imunizações (PNI), a conduta mais adequada para cada paciente, em relação à vacina de HPV, é: 
Alternativas
Q4314816 Medicina
Em abril de 2025, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou o Alerta de Risco GVIMS/GGTES/Dire3/Anvisa nº 01/2025, alertando os laboratórios de microbiologia e os serviços de saúde para a necessidade de intensificar a vigilância dos casos suspeitos de Candida auris. Na ocasião, 114 casos já tinham sido notificados no Brasil, distribuídos em diferentes surtos hospitalares.

Sobre esse fungo emergente, é correto afirmar que
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Q4314815 Medicina
Um homem de 52 anos deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento com história de febre alta (39,1 °C), tosse com expectoração purulenta, astenia e dispneia progressiva há cinco dias. Ao exame físico na admissão: encontra-se em grave estado geral, prostrado, taquipneico (FR: 32 irpm), febril (38,8 °C), confuso e desorientado (Glasgow 13), PA: 85/50 mmHg (persistindo com PAM inferior a 65 mmHg após expansão volêmica inicial e necessitando do suporte de noradrenalina), FC: 118 bpm e SpO₂: 82% em ar ambiente. À ausculta pulmonar: murmúrio vesicular abolido com macicez à percussão no hemitórax direito e estertores crepitantes no hemitórax esquerdo.

Exames laboratoriais de entrada: leucocitose expressiva com desvio à esquerda (22.000/mm³ com 14% de bastões), PCR: 240 mg/L, ureia: 64 mg/dL, potássio: 3,19 mEq/L e hemoglobina: 10,4 g/dL. A gasometria arterial colhida na admissão em ar ambiente revelou: pH: 7,36; pCO 26,9 mmHg; pO: 48,7 mmHg; HCO3: 14,9 mmol/L; BE: -9,2 mmol/L; sO2: 82,2% e Lactato sérico: 4,44 mmol/L, configurando insuficiência respiratória hipoxêmica grave associada a choque séptico.

Observe as imagens radiográficas e tomográficas de tórax do paciente obtidas na admissão, antes da realização da intubação orotraqueal (IOT), apresentadas a seguir:

Q20.png (565×472)

As imagens demonstram extensa consolidação parenquimatosa/alveolar no pulmão direito, associada à importante redução volumétrica ipsilateral (atelectasia associada), além de infiltrados alveolo-intersticiais multifocais no pulmão contralateral.

Devido ao rebaixamento do nível de consciência e à exaustão respiratória, o paciente foi subsequentemente submetido à intubação orotraquial (IOT) e transferido para a UTI. Após acoplamento à ventilação mecânica invasiva com PEEP de 8 cmH₂O e FiO₂ de 50%, a nova gasometria arterial revelou PaO₂: 80 mmHg (relação PaO₂/FiO₂ = 160). A avaliação ecocardiográfica à beira do leito (POCUS) e a monitorização hemodinâmica descartaram sinais de insuficiência cardíaca congestiva ou sobrecarga volêmica.

Considerando o quadro de Pneumonia Adquirida na Comunidade (PAC) Grave em Choque Séptico, complicada com Síndrome do Desconforto Respiratório Agudo (SDRA), assinale a conduta inicial mais adequada segundo as diretrizes vigentes (ATS/IDSA, Surviving Sepsis Campaign e ARDSNet).
Alternativas
Q4314814 Medicina
Um homem de 48 anos foi encaminhado para um centro de referência para tuberculose com história de tosse produtiva há quatro meses, episódios recorrentes de hemoptise, febre vespertina diária, sudorese noturna e perda ponderal de 14 kg. Relata histórico de dois tratamentos anteriores incompletos para tuberculose (TB) pulmonar, com abandono do esquema terapêutico em ambas as ocasiões. O paciente é HIV negativo e nega outras comorbidades. Morador de rua.

A baciloscopia do escarro revela bacilos álcool-ácido resistentes (BAAR +++) e o Teste Rápido Molecular para Tuberculose (TRM-TB) confirma a presença do complexo Mycobacterium tuberculosis com detecção de resistência à rifampicina.
Observe as imagens radiográficas e tomográficas de tórax do paciente apresentadas a seguir:

Os exames evidenciam extensa doença fibrocavitária bilateral, caracterizada por múltiplas cavidades de paredes espessas em ápices e terços médios, acompanhadas de retração pleuroparenquimatosa e disseminação broncogênica por inúmeros nódulos centrolobulares e micronódulos em ambos os pulmões.

Considerando o Manual de Recomendações para o Controle da Tuberculose no Brasil e as Notas Técnicas atualizadas do Ministério da Saúde para o tratamento da Tuberculose Resistente/Multirresistente (TB-RR/TB-MDR), assinale a conduta inicial mais adequada.
Alternativas
Q4314812 Medicina
O vírus linfotrópico de células T humanas (HTLV-1/2) é um retrovírus prevalente no Brasil, capaz de originar manifestações inflamatórias crônicas severas e neoplasias hematológicas de curso agressivo. Dada a ausência de terapias antirretrovirais capazes de erradicar a infecção ou de reverter danos teciduais consolidados, a abordagem médica fundamenta-se no rastreamento de complicações, na prevenção da transmissão interpessoal e no manejo focado nas particularidades de cada síndrome clínica.

Considere o seguinte caso: Uma mulher de 42 anos, previamente hígida, procura a Unidade Básica de Saúde para apresentar exames de rotina. Entre os achados, destaca-se sorologia ELISA positiva para HTLV-1, confirmada posteriormente por ensaio de Imunoblot. A paciente nega queixas urinárias, parestesias, fraqueza em membros inferiores ou lesões cutâneas. Ao exame físico, apresenta-se assintomática, com exame neurológico normal (força muscular preservada e reflexos miotáticos fisiológicos) e sem linfonodomegalias. Questionada sobre o seu histórico parasitológico, relata que nunca realizou investigação para estrongiloidíase. Está preocupada quanto ao risco de transmissão e às opções de tratamento para o vírus.

Considerando o Guia de Manejo Clínico da Infecção pelo HTLV e as diretrizes do Ministério da Saúde, assinale a afirmativa correta. 
Alternativas
Q4314811 Medicina
Q16.png (472×491)
A doença dos legionários é uma forma grave de pneumonia provocada por bactérias do gênero Legionella (especialmente a Legionella pneumophila), cuja proliferação ocorre em sistemas artificiais de água, tais como torres de resfriamento de ar-condicionado central, redes hidráulicas e fontes ornamentais. Surtos urbanos recentes reforçam a importância do diagnóstico precoce dessa infecção atípica, que apresenta elevada taxa de letalidade em populações vulneráveis, exigindo do médico o reconhecimento de seus marcadores clínicos, epidemiológicos e laboratoriais na emergência.

Considere o seguinte cenário: Um homem de 68 anos de idade, fumante crônico e portador de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), dá entrada no Pronto-Socorro com história de febre alta (39,2 °C), tosse, dispneia e prostração há 4 dias. A esposa relata que o paciente apresentou múltiplos episódios de diarreia aquosa e náuseas nos últimos dois dias e, nas últimas 12 horas, evoluiu com sonolência e desorientação temporoespacial. A investigação epidemiológica revela que o paciente reside em um complexo residencial que teve sua torre de resfriamento interditada para desinfecção devido a um surto comunitário de pneumonia atípica.

Ao exame físico na admissão:
Sinais Vitais: PA: 110/70 mmHg; FC: 84 bpm (dissociação pulso-temperatura / Sinal de Faget); FR: 28 irpm; SpO₂: 89% em ar ambiente; Temperatura: 39,1 °C.
Exame Neurológico: Letárgico, confuso, sem sinais de irritação meningea.
Aparelho Respiratório: Estertores crepitantes focais em terço inferior do hemitórax direito.
Exames Laboratoriais:
Sódio sérico (Na+ ): 126 mEq/L (Hiponatremia)
Leucograma: 16.500/mm³ (com desvio à esquerda)
Transaminases (AST/ALT) e CPK: Moderadamente elevadas
Radiografia de Tórax: Infiltrado alveolar denso em lobo inferior direito.

Tendo em vista as características da Legionella pneumophila, o diagnóstico laboratorial e a conduta terapêutica recomendada, é correto afirmar que
Alternativas
Respostas
1061: E
1062: C
1063: D
1064: A
1065: B
1066: C
1067: A
1068: A
1069: E
1070: D
1071: D
1072: D
1073: E
1074: C
1075: A
1076: C
1077: D
1078: E
1079: B
1080: B