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Para fgv
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Uma gestante com 37 semanas em acompanhamento ambulatorial de pré-eclâmpsia realiza ultrassonografia obstétrica que evidencia feto com peso estimado no percentil 2, Doppler da artéria umbilical com diástole positiva, porém com índice de pulsatilidade acima do percentil 95 e Doppler do ducto venoso normal.
Levando em consideração que o quadro materno está estável, o mais correto a afirmar é
As gestantes com diabetes aumentam as chances de complicações fetais e neonatais.
Estão entre essas complicações:
Gestante internada para indução do parto. Ao exame físico é encontrada lesão ativa de Herpes genital.
Diante dessa situação, a melhor conduta é
Uma gestante com 34 semanas, sem comorbidades, dá entrada em uma maternidade com queixa de cefaleia. Ao ser examinada, é verificada pressão arterial de 170 x 110mmHg. São solicitados exames laboratoriais que evidenciam níveis elevados das enzimas hepáticas e do LDH e contagem de plaquetas de 90.000/mm3 . Em ultrassonografia é evidenciada ausência de líquido amniótico, peso fetal no percentil 1 e o Doppler da artéria umbilical com diástole zero.
Diante desses achados, das condutas abaixo, a correta é:
Paciente envia o material do seu abortamento para análise, sendo identificado cariótipo 69,XXY.
Com esse achado podemos afirmar que
Uma paciente, primigesta, com gestação gemelar de 38 semanas, sem intercorrências durante o pré-natal, procurou a maternidade com contrações uterinas. Ao exame são identificados os dois fetos vivos com boa vitalidade, estando o primeiro feto mais baixo, em apresentação córmica e o segundo mais próximo do fundo uterino em apresentação pélvica. O colo uterino encontra-se com 2 cm de dilatação e a bolsa amniótica está rota.
Das alternativas abaixo, a melhor conduta quanto ao parto é:
Gestante com 36 semanas dá entrada em serviço de emergência com dor abdominal intensa e sangramento vaginal. Ao exame clínico é encontrada hipertonia uterina e o sangramento vem da cavidade uterina. Não há dilatação cervical. São identificados batimentos cardíacos fetais com desacelerações constantes.
Diante desse caso, a conduta mais adequada além da estabilização clínica materna, é
Uma gestante, assintomática, com 21 semanas realiza ultrassonografia transvaginal que evidencia colo uterino com comprimento de 18mm. Ela tem histórico de duas gestações prévias, ambas terminaram com trabalho de parto espontâneo com 29 semanas.
É correto dizer sobre esse caso:
Uma paciente com diagnóstico de hipertensão arterial pulmonar vai a consulta relatando que deseja engravidar.
Sobre essa condição na gravidez podemos afirmar:
Durante a consulta de pré-natal, uma gestante com 36 semanas coleta material para cultura vaginorretal que vem positiva para Streptococcus agalactiae. Ela tem histórico de alergia a penicilina, sendo considerada de alto risco para anafilaxia.
Sobre a profilaxia durante o trabalho de parto nesse caso, é correto afirmar que
Uma paciente com 7 semanas de gestação vai para uma emergência com queixa de sangramento vaginal. Ao exame clínico é visualizada saída de sangue em moderada quantidade pelo orifício externo do colo. Realizou ultrassonografia transvaginal que evidenciou saco gestacional regular e embrião com atividade cardíaca, compatível com a idade gestacional.
O diagnóstico mais provável nesse quadro é
Uma paciente de 25 anos é atendida por um ginecologista com queixa de dor pélvica, disúria e hematúria macroscópica que surgem apenas no período de fluxo menstrual.
Essas queixas são compatíveis com o seguinte diagnóstico:
Paciente do sexo feminino, com 28 anos, tem histórico de vários episódios de mastite com abscessos drenando espontaneamente na região periareolar, sempre no mesmo local da mama direita. Nunca engravidou, tem diabetes tipo II e é tabagista. Exames de imagem não evidenciam malignidade.
O diagnóstico mais provável é:
Uma mulher com 54 anos, há 5 anos na menopausa, procura atendimento ginecológico com queixa de prurido vulvar intenso. Relata que já procurou diversos serviços, sendo sempre prescritos antifúngicos tópicos, mas sem melhora alguma. Informa que o prurido chega a afetar até o seu sono. No exame ginecológico são encontradas placas hipocrômicas peroladas, bem definidas na vulva e região perianal, fazendo um formato de “8”. É observado desaparecimento dos pequenos e grandes lábios. A mucosa vaginal não tem alterações e não há sinais de corrimento. Foi feita biopsia da área afetada sendo encontrados os seguintes achados:
Epiderme fina e retraída, edema e depósito de fibrina abaixo do epitélio e infiltrado linfocítico na derme. Não foram encontrados sinais de malignidade.
Pensando no diagnóstico mais provável, a melhor opção terapêutica é
Uma paciente que está em investigação para infertilidade realiza histerossapingografia que evidencia fundo da cavidade uterina com contorno duplicado, havendo afastamento entre os cornos uterinos e os óstios tubários. Realiza ressonância nuclear magnética que confirma o achado da cavidade uterina e encontra o contorno externo do útero de aspecto normal.
Esses achados nos exames de imagem são compatíveis com o diagnóstico de:
Uma mulher com diagnóstico de câncer de mama tem os seguintes achados: tumor na mama de 0,5cm, sem extensão para pele ou parede torácica, e ausência de metástases em linfonodos e a distância.
O seu estadiamento pela classificação TNM é:
Uma paciente no menacme realiza ultrassonografia transvaginal que encontra os seguintes achados: Útero globoso, com espessamento miometrial em parede anterior, sombreamento em forma de leque, zona juncional irregular, cistos miometriais com ecogenicidade “em vidro fosco” e estrias lineares ecogênicas. Ovários visualizados de aspecto normal.
Esses achados são sugestivos do seguinte diagnóstico: