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Homem de 25 anos, previamente hígido, nota um aumento indolor e progressivo do volume do testículo direito há 3 meses. Ao exame físico, palpa-se uma massa firme, não dolorosa, que não transilumina. O ultrassom escrotal confirma a presença de uma massa sólida intratesticular. Os marcadores tumorais (alfafetoproteína, beta-HCG e DHL) estão elevados.
A conduta cirúrgica inicial e padrão-ouro para o diagnóstico e tratamento primário desta massa testicular sólida é a(o)
Paciente do sexo feminino, 42 anos, com história de esclerose múltipla, apresenta queixas de urgência miccional, incontinência urinária de urgência e sensação de esvaziamento incompleto da bexiga. O estudo urodinâmico revela hiperatividade do detrusor e baixa complacência vesical.
O principal objetivo do tratamento inicial da bexiga neurogênica neste caso de hiperatividade do detrusor é
Paciente do sexo masculino, 72 anos, tabagista de longa data, procura o urologista devido a um episódio de hematúria macroscópica indolor e isolada. Nega disúria ou sintomas irritativos.
O exame diagnóstico de maior prioridade para investigar a causa da hematúria neste paciente de alto risco para câncer de bexiga é a
Homem de 28 anos, casado, procura avaliação por infertilidade primária (casal tentando engravidar há 2 anos). Ao exame físico, é detectada uma massa de veias dilatadas no cordão espermático esquerdo, palpável em repouso (grau III), descrita como "saco de vermes". O espermograma revela oligoastenozoospermia.
A principal indicação para o tratamento cirúrgico (correção) da varicocele neste paciente é
Adolescente de 14 anos é trazido à emergência com dor escrotal súbita e intensa há 4 horas, acompanhada de náuseas e vômitos. Ao exame físico, o testículo esquerdo está edemaciado, horizontalizado e muito doloroso à palpação. O reflexo cremastérico está ausente no lado afetado.
A conduta imediata mais crucial para este paciente, considerando a alta suspeita de torção testicular é
Paciente do sexo masculino, 55 anos, diabético e hipertenso, queixa-se de dificuldade em obter e manter ereções satisfatórias para a relação sexual há 1 ano. Nega alterações de libido. O exame físico e laboratorial (incluindo testosterona) são normais, exceto pelos achados relacionados às comorbidades.
A terapia farmacológica de primeira linha mais indicada para o tratamento da disfunção erétil neste paciente é
Paciente do sexo masculino, 30 anos, vítima de acidente automobilístico (trauma contuso). Está hemodinamicamente estável. Apresenta dor no flanco esquerdo e hematúria macroscópica. O exame físico revela equimose no flanco.
O exame de imagem inicial mais indicado para estadiar a lesão renal neste paciente hemodinamicamente estável com suspeita de trauma renal é a
Paciente do sexo feminino, 24 anos, previamente hígida, apresenta disúria (dor ao urinar), polaciúria (aumento da frequência urinária) e urgência miccional há 2 dias. Nega febre, dor lombar ou náuseas. A urinálise mostra piúria e nitrito positivo.
O tratamento antibiótico empírico de primeira linha mais recomendado para esta cistite não complicada é
Paciente do sexo feminino, 35 anos, apresenta dor lombar súbita e intensa, em cólica, que irradia para a região inguinal. Relata náuseas e vômitos. A urinálise mostra hematúria microscópica. A suspeita clínica é de cólica renal por litíase.
O exame de imagem de escolha para confirmar o diagnóstico de litíase urinária e avaliar a presença de obstrução em um paciente com cólica renal aguda é a
Um homem assintomático de 52 anos, negro, com histórico familiar de câncer de próstata (pai diagnosticado aos 60 anos), procura o urologista para iniciar o rastreamento.
As diretrizes atualmente vigentes, indicam que isso seja feito aos
Paciente do sexo masculino, 65 anos, procura atendimento com queixa de jato urinário fraco, hesitação e noctúria (acordar 3 vezes à noite para urinar) há cerca de 6 meses. O escore IPSS (International Prostate Symptom Score) é de 18 (moderado). O toque retal revela próstata aumentada, de consistência fibroelástica, sem nódulos suspeitos. O PSA total é de 2,5, ng/mL.
A conduta inicial mais apropriada para esse paciente, de acordo com as diretrizes baseadas no Campbell-Walsh é
Uma gestante com 33 semanas vai a uma maternidade com quadro de sangramento vaginal de grande volume. Nega dor abdominal ou outras queixas. Relata que ultrassonografia morfológica de 1º trimestre relatou “placenta baixa”. Ao exame físico é identificado tônus uterino normal, sem contrações e o exame especular identifica sangramento saindo pelo orifício cervical. A cardiotocografia está normal.
Dentre as alternativas abaixo, a que melhor descreve a propedêutica adicional adequada é:
Durante o trabalho de parto de uma gestante com 38 semanas é observado o sinal de Bandl-Frommel. No seu histórico, tem diabetes gestacional sem controle adequado.
Esse sinal tem como significado clínico
Uma paciente, com atraso menstrual de 7 semanas, é atendida em uma emergência com quadro de sangramento vaginal volumoso. Ao exame é identificado sangramento de origem uterina, com saída de imagens vesiculares. Realiza dosagem de beta-HCG quantitativo, cujo resultado é 900.000 mUI/mL. Realiza ultrassonografia que evidencia útero preenchido por conteúdo heterogêneo, com vesículas anecóicas. Os ovários estão aumentados de volume com imagens císticas volumosas.
Diante desses achados, o diagnóstico mais provável é
Uma paciente encontra-se na 28ª semana de uma gravidez gemelar monocoriônica diamniótica. Uma ultrassonografia evidencia que o feto 1 está com peso estimado no percentil 44, tem normodramnia e o seu Doppler está normal. O feto 2 tem peso estimado no percentil 2, tem normodramnia e o Doppler da artéria umbilical tem padrão cíclico de diástole zero e reversa.
O diagnóstico dessa paciente é
Uma gestante com 17 semanas, ao iniciar o pré-natal, traz exames laboratoriais com resultado positivo para o teste rápido para sífilis e VDRL 1:128. Ela nega histórico prévio de sífilis.
Nesse caso está indicado
Uma gestante com 37 semanas em acompanhamento ambulatorial de pré-eclâmpsia realiza ultrassonografia obstétrica que evidencia feto com peso estimado no percentil 2, Doppler da artéria umbilical com diástole positiva, porém com índice de pulsatilidade acima do percentil 95 e Doppler do ducto venoso normal.
Levando em consideração que o quadro materno está estável, o mais correto a afirmar é