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I. O trecho sublinhado em “basta uma chamada de vídeo para tirar a tarefa da frente” está corretamente substituído do seguinte modo: “tirar-lhe”.
II. Em “a aceleração tecnológica levou aos grilhões da hiperconectividade, que demandam sempre nosso engajamento e mais trabalho”, a supressão da vírgula altera o sentido do trecho.
III. Sem prejuízo para o sentido, o trecho “um pano de fundo que sustenta a virtualidade das relações” está corretamente reescrito da seguinte forma: um pano de fundo no qual se sustenta relações virtuais.
Está correto o que se afirma apenas em
Leia a letra da canção “Novo mundo”, de Arnaldo Antunes, para responder à questão.

ANTUNES, Arnaldo. Disponível em:
https://www.vagalume.com.br/arnaldo-antunes/novo-mundo-citacaomundanoh-part-vandal.html
Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/ Nau_dos_insensatos. Adaptado.
Considerando a alegoria destacada no texto, observa-se no verso “e a nau da insensatez sem freio avança”, sobretudo:
Leia a letra da canção “Novo mundo”, de Arnaldo Antunes, para responder à questão.

ANTUNES, Arnaldo. Disponível em:
https://www.vagalume.com.br/arnaldo-antunes/novo-mundo-citacaomundanoh-part-vandal.html




Sírio Possenti. Por que (não) ensinar gramática na escola, p. 87-88.
Partindo do que diz Possenti, diante do uso da variante não padrão da concordância nominal (do tipo “os menino”) na redação de um estudante do Fundamental I, é coerente fazer o seguinte raciocínio:
Alcir Pécora. Problemas de redação. São Paulo: Martins Fontes, 2011, p.71.
Diante da tarefa, o estudante José formulou o seguinte texto:
O que ocorreria se os cientistas se deixassem influenciar por tudo que ocorre, e se passa?
Como devolutiva adequada para o texto, o professor Gabriel deve ressaltar a José que é preciso atentar para um problema de
Alcançar níveis mais amplos de compreensão leitora e produção textual demanda propor situações de fala, escuta, leitura e escrita em interações e a análise das relações que nelas se dão.
A metalinguagem tem o seu lugar no ensino, porém não há sentido em aprender Língua Portuguesa por meio das nomenclaturas e classificações, sem espaço para as reflexões acerca do uso dos diferentes recursos expressivos e seus possíveis efeitos”.
GARCIA, Mariana Guerato e SISLA, Heloisa Chalmers. Atividades epilinguísticas e práticas pedagógicas. Educ. Puc. [online]. 2020, vol.25 [citado 2025-05-03], e204904. Disponível em: <http://educa.fcc.org.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1519- 39932020000100301&lng=pt&nrm=iso>. ISSN 2318-0870. https://doi.org/10.24220/2318-0870v25e2020a4904.
Partindo das ideias presentes no texto, uma professora de português concluiu que, no planejamento das aulas voltadas para a compreensão leitora e produção textual, será necessário
I. desenvolver atividades que permitam a reflexão sobre a língua em situações reais de comunicação.
II. priorizar o ensino da gramática normativa para garantir o domínio das regras linguísticas.
III. criar sequências didáticas que incluam o preenchimento de lacunas e a escrita de frases incorretas na lousa para que os estudantes as corrijam.
As atividades que se adequam ao que propõe o texto estão em:
Tendo em vista o tópico “elementos da narrativa”, entre as atividades da sequência didática, é relevante que a professora Marilda se detenha na questão
Disponível na página do Facebook do autor.
Para dar sequência à análise do poema, o(a) professor(a) de português apresentou a tirinha de André Dahmer, que se mostrou adequada para reforçar o estudo da seguinte figura de pensamento, também presente no poema: