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I. É crime matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, exceto com a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente.
II. É crime praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos, com pena de detenção e multa.
III. Quando se tratar de cão ou gato, a pena para maus-tratos é aumentada, além da aplicação de multa e proibição da guarda.
Está correto o que se afirma em
Sobre a eutanásia animal, analise as afirmativas a seguir.
I. A eutanásia animal é um procedimento clínico cuja implementação compete privativamente ao médicoveterinário.
II. A eutanásia é um modo humanitário de induzir a morte do animal, sem dor e com mínimo estresse.
III. A eutanásia para fins didáticos e científicos, no Brasil, é normatizada pelo Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (CONCEA).
Está correto o que se afirma em
As etapas obrigatórias da TNE, conforme o Art. 7º da Resolução, são:
Assinale a afirmativa correta a respeito da relação entre o exame físico e o diagnóstico de alterações nutricionais.
Sobre a dosagem das proteínas séricas como ferramenta diagnóstica, assinale a afirmativa correta.
I. É o melhor método para a avalição nutricional e deve ser indicada nas situações clínicas complexas.
II. Pode ser utilizada para triagem nutricionais de pacientes com doenças mais graves.
III. Tem como fator limitante o estado de hidratação dos pacientes.
IV. Tem boa efetividade no monitoramento das mudanças da composição corporal durante tratamento nutricional.
Estão corretas as afirmativas
Uma avaliação do compartimento muscular é realizada com maior precisão se usarmos a seguinte técnica antropométrica:
Diante do caso clínico apresentado, a melhor opção terapêutica para essa paciente, entre as listadas a seguir, é
No momento, encontra-se assintomática e com exames laboratoriais normais, a se incluir uma dosagem de calprotectina fecal de 25 mcg/g (valor de referência < 50 mcg/g). Ultrassonografia abdominal normal. Nega tabagismo e etilismo. Nega história familiar de câncer colorretal. Realiza colonoscopia a pedido de seu médico assistente, que foi completa, até o íleo distal, com preparo intestinal adequado (Escala de Boston: 9), apresentando remissão endoscópica (subescore endoscópico de Mayo: 0).
Exame histopatológico dos segmentos examinados apresenta apenas atividade inflamatória leve em reto, inespecífica, sem sinais de displasia ou outras informações pertinentes. Demais segmentos com análise histopatológica normal.
Baseado nessas informações, conforme os guidelines da European Crohn’s and Colitis Organisation (ECCO), o tempo adequado de repetição do exame para essa paciente é de
Ao exame, se encontra ictérico +/4, fígado palpado a 2 cm abaixo do RCD, sem ascite ou esplenomegalia. HBsAg positivo, HBeAg negativo, anti-HBe positivo, anti-HBc IgG positivo, anti-HBcIgM negativo, HBV DNA 107 UI/l TGO 150 U/l TGP 120 U/l.
A melhor opção para o quadro do paciente é
O seguinte diagnóstico é o mais provável para o caso:
Na chegada ao pronto-socorro, está pálido, sudorético, com PA: 90 x 60 mmHg, FC: 112 bpm. Revela sensibilidade epigástrica sem sinais de peritonite. A gasometria arterial mostra acidose metabólica leve. No hemograma com hemoglobina inicial: 8,1 g/dL. Foi realizada hidratação vigorosa com cristaloides e iniciado omeprazol EV. Realizou-se uma endoscopia digestiva alta que expõe úlcera duodenal sangrante com vaso visível (classificação de Forrest IIa).
A melhor conduta inicial após a estabilização hemodinâmica será
A melhor conduta respiratória imediata para esse paciente é
Diante desse quadro, a hipótese diagnóstica a ser considerada e a melhor conduta inicial são, respectivamente,
O laboratório inicial revela: glicemia capilar 46 mg/dL; gasometria arterial: pH 7,29 / HCO₃⁻ 17 mEq/L / BE –8 mEq/L; sódio 124 mEq/L, potássio 6,8 mEq/L, Cloro 96 mEq/L; ureia 38 mg/dL, creatinina 0,6 mg/dL; 17‑hidroxiprogesterona sérica colhida 2 horas após admissão: 11 000 ng/dL (VR < 200 ng/dL).
Considerando os achados clínicos e laboratoriais, o diagnóstico mais provável é
A crise convulsiva desta manhã fora em vigência de febre (38,5 °C) de forma tônico-clônico generalizada, com cianose labial transitória durando cerca de 4 minutos. Não há história prévia de convulsões e mãe nega trauma. A gestação fora sem intercorrências, o desenvolvimento neuropsicomotor está adequado para a idade, sem doenças crônicas conhecidas. Vacinação: esquema vacinal incompleto – recebeu as vacinas do 2º e 4º mês de vida, porém não recebeu as doses previstas para 6 meses (incluindo Haemophilus influenzae tipo b e pneumococo).
Não há história familiar de epilepsia, embora o pai relate ter tido convulsões febris na infância. Ao exame a criança está com o estado geral regular, chorosa e irritada alternando com sonolência leve responsiva a estímulos. Temperatura: 38,3 °C; FC: 150 bpm; FR: 34 irpm; SpO₂: 97% em ar ambiente. À exceção da membrana timpânica direita hiperemiada e abaulada, com nível hidroaéreo visível, compatível com otite média purulenta, não há outras alterações semiológicas incluindo o exame neurológico que é compatível com a idade.
Você realiza exames laboratoriais iniciais cujos resultados são: hemograma: Hb 11,5 g/dL; leucócitos 15.800/mm³ (neutrófilos 72%, bastões 5%, linfócitos 20%, monócitos 3%); plaquetas 320.000/mm³ – leucocitose com neutrofilia e discreto desvio à esquerda. Proteína C-reativa (PCR): 8,5 mg/dL (VN < 1,0); Glicemia à admissão: 92 mg/dL. O EAS (urina tipo 1), o Raio X de tórax, os eletrólitos séricos e escórias renais são normais.
A conduta mais adequada neste momento, entre as listadas, é