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Q3926780 Medicina
Homem de 67 anos procura o pronto atendimento devido a dois episódios de evacuação de fezes enegrecidas nas últimas 24 horas. Relata discreta náusea e sensação de fraqueza, sem dor abdominal ou hematêmese. Tem histórico de hipertensão arterial e osteoartrose, em uso de losartana e anti-inflamatório não esteroide de forma intermitente. Nega história prévia de anemia.
Ao exame físico: paciente em bom estado geral, consciente, hidratado, pressão arterial 122/76 mmHg, frequência cardíaca 98 bpm, sem sinais de hipotensão ortostática. Abdome flácido, indolor, sem visceromegalias. Toque retal revela fezes escurecidas e pastosas. Hemoglobina atual: 8,5 g/dL (prévia há 3 meses: 13,2 g/dL), ureia 58 mg/dL, creatinina 0,9 mg/dL, tempo de protrombina normal.

Considerando o quadro clínico e o manejo inicial apropriado da hemorragia digestiva em paciente hemodinamicamente estável, a conduta mais adequada é
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Q3926779 Medicina
Homem de 58 anos, previamente hipertenso e dislipidêmico, é encaminhado para avaliação cardiológica após diagnóstico recente de fibrilação atrial persistente detectada em exame de rotina. Relata episódios prévios de palpitações leves, mas atualmente encontra-se assintomático, negando dispneia, tontura ou dor torácica. Usa losartana 50 mg/dia e atorvastatina 20 mg/dia. Nega tabagismo, etilismo, diabetes ou cardiopatia estrutural prévia.
Ao exame físico: frequência cardíaca 92 bpm, pressão arterial 126/78 mmHg, ritmo irregular, sem sopros.
Ecocardiograma transtorácico: átrio esquerdo 38 mm, fração de ejeção 62%, sem valvopatias significativas. Função tireoidiana, renal e eletrolítica normais. ECG confirma fibrilação atrial com resposta ventricular média de 90 bpm.
Considerando o quadro clínico e os achados complementares, a conduta inicial mais apropriada no manejo da fibrilação atrial, entre controle de ritmo e controle de frequência, é 
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Q3926778 Medicina
Mulher de 63 anos comparece à consulta de cardiologia para avaliação de palpitações intermitentes. Relata episódios recorrentes de palpitações irregulares nos últimos dois anos, com duração variável entre 30 minutos e 4 horas, ocorrendo mensalmente.
Durante alguns episódios, realizou eletrocardiograma que documentou fibrilação atrial. Possui smartwatch que registrou múltiplos episódios de frequência cardíaca irregular acima de 120 bpm, durando entre 45 minutos e 5 horas, totalizando aproximadamente 6% do tempo monitorado no último mês.
Antecedentes: hipertensão arterial sistêmica controlada com losartana 50 mg/dia, obesidade grau I (IMC 32 kg/m²). Nega diabetes, dislipidemia, insuficiência cardíaca, tabagismo, doença vascular ou eventos tromboembólicos prévios. Não apresenta sangramentos prévios nem contraindicações à anticoagulação.
Exame físico: frequência cardíaca 76 bpm, ritmo regular; pressão arterial 128/82 mmHg. Exames complementares: eletrocardiograma atual em ritmo sinusal; ecocardiograma transtorácico com átrio esquerdo 32 mL/m² (VR até 34), fração de ejeção 62%, sem valvopatias significativas. Calculados os escores: CHA₂DS₂-VASc = 1 ponto (hipertensão) e HAS-BLED = 1 ponto (hipertensão controlada).

Considerando os achados clínicos e os escores de risco apresentados, a conduta mais apropriada em relação à anticoagulação oral é 
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Q3926775 Medicina
Um paciente de 60 anos, com hipertensão arterial de longa data, diabetes mellitus tipo 2 e doença renal crônica (TFG estimada de 45 mL/min), está em tratamento há mais de um ano e relata seguir rigorosamente a prescrição. Seu regime anti-hipertensivo atual, utilizado nas doses máximas toleradas, consiste em

• Losartana (100 mg/dia);
• Anlodipino (10 mg/dia);
• Hidroclorotiazida (25 mg/dia).
A média das três últimas aferições da Pressão Arterial (PA) no consultório, registradas em visitas separadas nos últimos 6 meses, foi de 158 x 98 mmHg.

De acordo com a Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial - 2025, a primeira conduta diante da suspeita de hipertensão resistente neste paciente é
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Q3926774 Medicina
Paciente de 52 anos, sexo masculino, procura consulta ambulatorial para avaliação de rotina. Nega comorbidades prévias e uso de medicações. Refere pai hipertenso e avô paterno com história de infarto agudo do miocárdio aos 58 anos. Nega tabagismo, consome bebidas alcoólicas socialmente.
Ao exame físico: peso 88 kg, altura 1,75 m, IMC 28,7 kg/m2 . Aferição da pressão arterial no consultório, após repouso de 5 minutos, com esfigmomanômetro automático de braço validado, em três medidas com intervalo de 1 minuto: 148/94 mmHg, 146/92 mmHg e 144/90 mmHg. Frequência cardíaca 76 bpm. Ausculta cardiopulmonar sem alterações. Pulsos periféricos palpáveis e simétricos. Exames laboratoriais: glicemia de jejum 102 mg/dL, hemoglobina glicada 5,6%, creatinina 1,0 mg/dL, clearance de creatinina estimado 85 mL/min/1,73m2, potássio 4,2 mEq/L, colesterol total 210 mg/dL, LDL 140 mg/dL, HDL 42 mg/dL, triglicerídeos 160 mg/dL, ácido úrico 6,8 mg/dL. Eletrocardiograma: ritmo sinusal, sem alterações.
De acordo com a Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial 2025, a conduta apropriada para confirmação diagnóstica e avaliação complementar inclui
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Q3926770 Medicina
Mulher de 65 anos foi internada na enfermaria de clínica médica para investigação de colúria, acolia fecal e icterícia iniciados há 10 dias. O quadro evoluiu progressivamente, sem dor abdominal e sem febre. Possui antecedente de câncer de cólon tratado cirurgicamente há dois anos, com recidiva e metástases hepáticas diagnosticadas há seis meses. Ao exame físico, encontra-se desnutrida, ictérica e com aumento do volume abdominal.
Exames laboratoriais:

• Hemoglobina: 10,2 g/dL; leucócitos: 6.500/mm³; plaquetas: 180.000/mm³.
• AST (TGO): 180 U/L; ALT (TGP): 150 U/L; fosfatase alcalina: 980 U/L; GGT: 740 U/L.
• Bilirrubina total: 18 mg/dL (direta 15 mg/dL); albumina: 2,5 g/dL; INR: 1,6.
• Ultrassonografia abdominal: fígado aumentado e heterogêneo, com múltiplas lesões hiperecogênicas, dilatação das vias biliares intra-hepáticas, ascite moderada e linfonodos periportais aumentados.

Com base nos dados clínicos, laboratoriais e de imagem apresentados, o diagnóstico mais provável para a icterícia observada é 
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Q3926768 Medicina
Homem de 55 anos, hipertenso recém-diagnosticado, comparece à primeira consulta de seguimento após confirmação de pressão arterial média de 148 x 94 mmHg em duas visitas distintas. É ex-tabagista, com circunferência abdominal aumentada, e refere dieta rica em sódio.
Durante a consulta, o médico discute os exames laboratoriais necessários para a avaliação inicial do quadro.
De acordo com as diretrizes Brasileira de Hipertensão Arterial (2025), Europeia (ESC 2024) e Americana (AHA/ACC 2025), a avaliação inicial completa do paciente hipertenso é
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Q3926767 Medicina
Homem de 58 anos, diabético tipo 2 há 10 anos, dislipidêmico e ex-tabagista, comparece para reavaliação de pressão arterial. Relata boa adesão às medidas não farmacológicas, com redução de sal na dieta, perda ponderal de 3 kg e prática regular de atividade física. Apresenta as seguintes médias de pressão arterial em consultório: 135 x 85 mmHg em duas consultas distintas, com intervalo de 3 meses entre elas. Exames recentes mostram TFG estimada de 70 mL/min/1,73m², microalbuminúria positiva e LDL de 115 mg/dL.

De acordo com as diretrizes Brasileira de Hipertensão Arterial (2025), Europeia (ESC 2024) e Americana (AHA/ACC 2025), a conduta mais apropriada neste momento é
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Q3926765 Medicina
Paciente feminina, 45 anos, procura a clínica de reumatologia com queixa de fadiga crônica, mialgias difusas, artralgias persistentes em joelhos e mãos, transtornos neuropsiquiátricos e febre baixa intermitente há oito meses.
A investigação laboratorial revela elevação da proteína c reativa, velocidade de hemossedimentação e fator antinuclear (FAN) positivo (padrão pontilhado fino, título1/320), sem preencher critérios diagnósticos para doença autoimune clássica (como lúpus ou artrite reumatoide).
A paciente relata que se submeteu, há um ano, a um procedimento estético injetável para preenchimento glúteo com “substância modeladora” de origem não especificada. A biópsia do local da injeção mostrou inflamação granulomatosa crônica com histiócitos espumosos e material oleoso livre.
O residente de reumatologia dá a seguinte interpretação correta a respeito do diagnóstico mais provável e da conduta de tratamento inicial:
Alternativas
Q3926764 Medicina
Paciente masculino, 65 anos, diabético tipo 2 e com história de colecistectomia prévia, é admitido com febre intermitente (picos de 39,5 graus Celsius) e calafrios há dez dias. Relata dor constante no hipocôndrio direito, associada a náuseas e perda de peso. Ao exame, está febril, com sensibilidade e hepatomegalia no quadrante superior direito.
Os exames laboratoriais de admissão mostram:

• hemograma: leucocitose de 18.000 por milímetro cúbico, com desvio à esquerda; anemia discreta.
• bioquímica: proteína c reativa 250 mg/L; fosfatase alcalina e gama glutamil transferase três vezes o limite superior da normalidade.
• tomografia computadorizada do abdome: lesão multiloculada de no lobo direito do fígado, com realce periférico em anel após a administração de contraste intravenoso.

O residente de clínica médica, ao analisar os achados, chega à seguinte conclusão correta a respeito do diagnóstico mais provável e a da conduta terapêutica de urgência:
Alternativas
Q3926763 Medicina
Paciente masculino, 72 anos, comparece à consulta com queixa de fraqueza, cansaço progressivo e dispneia leve aos esforços há vários meses. Nega sangramentos evidentes, mas relata perda de peso não intencional nos últimos seis meses. O hemograma revela anemia microcítica e hipocrômica (hemoglobina 8,0 g/dL; VCM 70 fL; HCM 20 pg).
Valores de Referência Laboratorial:

• ferritina sérica: 20 a 250 ng/mL;
• ferro sérico: 60 a 170 microg/dL;
• capacidade total de ligação do ferro (tibc): 250 a 450 microg/dL;
• índice de saturação de transferrina (ist): 20 a 50%;
• contagem de reticulócitos: 0,5 a 2,0%.

O residente de clínica médica, ciente dos principais exames solicitados, fez a seguinte interpretação correta para o quadro descrito:
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Q3926762 Medicina
Paciente feminina, 48 anos, é admitida na emergência com quadro de fraqueza progressiva, fadiga e icterícia há três dias. Nega sangramentos ou comorbidades conhecidas. Ao exame físico, apresenta-se pálida, ictérica (2+/4+), com taquicardia e esplenomegalia discreta.
Os resultados dos exames laboratoriais mostram:

• Hemograma: hemoglobina 6,5 g/dL; volume corpuscular médio (vcm) 95 fL; contagem de reticulócitos corrigida para anemia 5%; plaquetas e leucócitos normais.
• Bioquímica: bilirrubina total 4,0 mg/dL (bilirrubina indireta 3,5 mg/dL); desidrogenase lática (LDH) 800 U/L; haptoglobina indetectável no soro.

Diante desse quadro clínico e laboratorial, o próximo passo para confirmar a etiologia dessa condição é realizar
Alternativas
Q3926761 Medicina
Paciente feminina, 60 anos, transplantada renal em uso de imunossupressores, é internada com quadro de febre e dor intensa na região torácica. Ao exame físico, apresenta lesões vesiculares agrupadas em base eritematosa, distribuídas em um dermátomo (lesão unilateral e localizada), compatíveis com herpes zoster.
A paciente reside em enfermaria compartilhada com outros pacientes transplantados. A equipe de saúde, incluindo um residente sem histórico de vacinação ou varicela prévia, está prestando assistência.
Com base nas normas de controle de infecção hospitalar e nas características da doença em paciente imunossuprimido, a respeito da conduta de isolamento e das precauções mais adequadas para a paciente e o residente, é correto afirmar que
Alternativas
Q3926759 Medicina
Paciente masculino, 45 anos, é trazido à emergência por familiares com rebaixamento do nível de consciência, dor abdominal intensa, náuseas e vômitos persistentes. Ele estava participando de uma festa na noite anterior e ingeriu uma quantidade não especificada de bebida alcoólica artesanal. Ao exame, apresenta-se torporoso, taquipneico e com relato de dificuldade visual (“visão turva”). Os resultados dos exames laboratoriais iniciais são:

• Gasometria Arterial: pH 6,95; pCO2 15 mmHg; Bicarbonato (HCO3) 5 mEq/L.
• Bioquímica Sérica: Sódio 140 mEq/L; Potássio 4,0 mEq/L; Cloro 100 mEq/L; Glicemia 110 mg/dL; Ureia 40 mg/dL; Creatinina 1,0 mg/dL.
• Osmolalidade Sérica Calculada: 295 mOsm/kg. Diante do quadro clínico, assinale a afirmativa correta em relação ao diagnóstico provável e à conduta terapêutica de urgência a ser instituída.
Alternativas
Q3926758 Medicina
Paciente masculino, 70 anos, com história de insuficiência cardíaca e diabetes, é admitido na emergência com quadro de tosse, febre há quatro dias e dispneia progressiva. Uma radiografia de tórax confirma a presença de derrame pleural à esquerda, sendo realizada toracocentese. Os resultados bioquímicos e citológicos do líquido pleural e do soro são:

• Soro: Proteína Total 6,0 g/dL; Desidrogenase Lática (LDH) 200 U/L.
• Líquido Pleural: Proteína Total 3,5 g/dL; Desidrogenase Lática (LDH) 150 U/L; Glicose 40 mg/dL; Contagem de Leucócitos 10.000 por milímetro cúbico (com predominância de neutrófilos); pH 7,20.

Diante da análise do caso, a correta classificação do derrame, segundo os critérios de Light, e a principal hipótese diagnóstica que justifica os achados são
Alternativas
Q3926757 Medicina
Paciente masculino, 55 anos, diabético e hipertenso, comparece à emergência referindo dor torácica intensa, em aperto, com irradiação para o membro superior esquerdo, iniciada há 40 minutos. Ao exame físico, apresenta-se pálido, sudoreico e com pressão arterial de 100 por 60 mmHg. O eletrocardiograma (ECG) inicial revela supradesnivelamento do segmento ST de 3 mm em derivações V2 a V4. O tempo estimado até a chegada ao laboratório de hemodinâmica é de 15 minutos.

Diante deste quadro clínico, a conduta terapêutica imediata mais apropriada é
Alternativas
Q3926756 Medicina
Paciente masculino, 62 anos, tabagista e com história de emagrecimento nos últimos 5 meses, é internado com febre, tosse produtiva e dispneia progressiva. A radiografia de tórax e a tomografia computadorizada revelam uma consolidação densa no lobo superior direito e atelectasia associada, além de uma massa hilar volumosa que causa estenose brônquica completa. A antibioticoterapia empírica, iniciada há 72 horas, não resultou em melhora clínica significativa.

Diante deste quadro clínico e da falha no tratamento antimicrobiano inicial, o manuseio determinante para a resolução do quadro é
Alternativas
Q3926755 Medicina
Paciente de 68 anos, com câncer de pulmão avançado e metástases ósseas, utiliza morfina oral de liberação controlada há 6 meses para dor crônica, com dose atual de 200 mg/dia. Nas últimas duas semanas, a dor (EVA 9/10) se intensificou, mas o paciente a descreve agora como "queimante" e "espalhada" para além da área das metástases. Além disso, ele relata hipersensibilidade ao toque na pele (alodínia). O aumento da dose de resgate de morfina não alivia, e em alguns momentos, parece piorar o quadro. O paciente está hemodinamicamente estável e a investigação por imagem não detectou nova progressão da doença que justifique a nova dor.
Diante deste quadro clínico, a conduta terapêutica mais apropriada seria
Alternativas
Q3926754 Medicina
Paciente masculino, 65 anos, é internado com queixa de parestesia nas extremidades e ataxia progressiva. Há histórico de anemia há 15 anos, inicialmente tratada com ferro oral, mas que evoluiu para anemia macrocítica com Hb 9,0 g/dL, VCM 115 fL e Vitamina B12 sérica indetectável. Uma endoscopia digestiva alta prévia revelou atrofia glandular e palidez da mucosa gástrica, com biópsia mapeada mostrando perda das células parietais no corpo e fundo gástrico. Exames complementares confirmam hipergastrinemia e a presença de anticorpos anti-fator intrínseco.

Com base no caso clínico, a conduta indispensável para o manejo contínuo desse paciente é
Alternativas
Q3926752 Medicina
Paciente masculino, 25 anos, procura atendimento com queixa de dor na região epigástrica, saciedade precoce e plenitude pós-prandial, sintomas recorrentes há três meses. Nega perda de peso, disfagia, vômitos ou história familiar de câncer gástrico. O paciente já realizou a pesquisa de Helicobacter pylori por teste respiratório com ureia C13, cujo resultado foi negativo.

Considerando a alta suspeita de dispepsia funcional, a conduta terapêutica mais apropriada a ser instituída neste momento é
Alternativas
Respostas
5541: A
5542: B
5543: D
5544: E
5545: A
5546: B
5547: E
5548: E
5549: C
5550: D
5551: A
5552: A
5553: B
5554: C
5555: D
5556: C
5557: A
5558: C
5559: D
5560: C