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Q3892558 Engenharia Ambiental e Sanitária
É CORRETO afirmar que a Demanda Bioquímica de Oxigênio correspondente ao oxigênio consumido na degradação da matéria orgânica presente no esgoto a uma temperatura de 20ºC durante: 
Alternativas
Q3892557 Engenharia Ambiental e Sanitária
É CORRETO afirmar que compete ao responsável pelo fornecimento de água para consumo humano por meio de veículo transportador, assegurar que a água fornecida contenha um teor mínimo de cloro residual livre de:
Alternativas
Q3892556 Engenharia Ambiental e Sanitária
Em relação as fossas sépticas, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3892555 Engenharia Ambiental e Sanitária
A escolha da técnica para captação de água superficial vai ser diretamente influenciada pelas características do manancial em termos de nível, quantidade e qualidade de água e da sua variabilidade durante o ano (HELLER & PÁDUA, 2006). Assinale a alternativa CORRETA que corresponde a um dispositivo usualmente empregado para a captação em lagos e represas, que é uma estrutura fechada que contém em sua parede diversas entradas para a água localizadas em profundidades diferentes.
Alternativas
Q3892553 Engenharia Ambiental e Sanitária
Os efluentes somente podem ser lançados direta ou indiretamente nos corpos de água interiores, lagunas, estuários e na beira-mar quando obedecidas às condições previstas nas normas federais e como concentrações máximas dos seguintes parâmetros em miligramas por litro, além de outros a serem estabelecidos, considerando essas concentrações, assinale a alternativa CORRETA que corresponde a concentração máxima para cádmio total.
Alternativas
Q3892552 Engenharia Ambiental e Sanitária
Coagulantes são as substâncias químicas utilizadas para neutralizar a carga superficial das partículas que conferem turbidez e cor à água, de forma a possibilitar a sua remoção durante as etapas posteriores do tratamento (MS, 2020). Assinale a alternativa CORRETA que corresponde a um exemplo de coagulante. 
Alternativas
Q3892551 Engenharia Ambiental e Sanitária
Em relação as características físicas do esgoto, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3892550 Engenharia Ambiental e Sanitária
Em relação a Calha Parshall, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3892549 Engenharia Ambiental e Sanitária
Assinale a alternativa CORRETA que corresponde ao valor máximo de determinado poluente que o corpo hídrico pode receber, sem comprometer a qualidade da água e seus usos determinados pela classe de enquadramento. 
Alternativas
Q3892547 Engenharia Ambiental e Sanitária
É CORRETO afirmar que para aterros com impermeabilização através de manta plástica sintética, a distância do lençol freático à manta não poderá ser inferior a: 
Alternativas
Q3892521 Português

A atenção extra na hora de prescrever e 'orientar o uso adequado desses remédios' tem a ver com o risco de abuso, tolerância e dependência.



O termo destacado na frase trata-se de uma oração subordinada:

Alternativas
Q3892520 Português

Desde o tempo de xamãs e curandeiros, as pessoas têm uma demanda por produtos que aliviem 'a dor', auxiliem na interação social, facilitem 'o sono' ou aplaquem 'a ansiedade'.



Substituindo os termos destacados por seus respectivos pronomes pessoais oblíquos, tem-se:

Alternativas
Q3892519 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Os alertas sobre uso contínuo de remédio para emergência



Disponíveis nas farmácias desde os anos 1960, os benzodiazepínicos — classe de drogas da qual fazem parte o clonazepam, o diazepam e o lorazepam, por exemplo — surgiram como uma esperança de tratar ansiedade, fobia social, epilepsia, entre outros quadros psiquiátricos, com menos risco de efeitos colaterais graves.


Passadas algumas décadas, porém, a prática mostrou que o uso dessas medicações, das quais o Rivotril é a marca comercial mais famosa, requer alguns cuidados básicos.


O principal deles está em limitar o consumo desses comprimidos a períodos mais curtos, de poucos dias, ou apenas em situações de emergência, segundo especialistas.


"Em suma, os benzodiazepínicos não são nem venenos, nem panaceias universais", resume o psiquiatra Márcio Bernik, coordenador do Programa de Transtornos de Ansiedade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.


A atenção extra na hora de prescrever e orientar o uso adequado desses remédios tem a ver com o risco de abuso, tolerância e dependência.


Se Rivotril e outros remédios do grupo são tomados de forma contínua, por várias semanas, meses ou até anos, o paciente precisará de doses cada vez maiores para obter o mesmo efeito, além de criar um perigoso vínculo emocional entre a melhora dos sintomas e a necessidade de se medicar com frequência.


Procurada pela reportagem, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que mais de 65 milhões de unidades de clonazepam (Rivotril) foram vendidas no Brasil em 2022.


Bernik lembra que, ao longo da História, a humanidade sempre buscou e usou substâncias com efeito sedativo.


"Desde o tempo de xamãs e curandeiros, as pessoas têm uma demanda por produtos que aliviem a dor, auxiliem na interação social, facilitem o sono ou aplaquem a ansiedade."


Durante boa parte dos séculos XIX e XX, os principais ansiolíticos disponíveis eram os barbitúricos — o antigo gardenal talvez seja o representante mais conhecido dessa classe.


"Esses medicamentos eram consumidos em excesso, mesmo numa época em que já se sabia que eles estavam relacionados a envenenamento e alto risco de morte", lembra o psiquiatra.


Uma das vítimas do abuso de barbitúricos foi a atriz e modelo americana Marilyn Monroe.


O desenvolvimento e a popularização dos benzodiazepínicos a partir dos anos 1960, então, representou um grande alívio. "O principal aspecto positivo desses remédios é a segurança, ainda mais quando os resultados deles são comparados aos barbitúricos", diz Bernik.


Mas como essa classe de ansiolíticos funciona? O farmacêutico André Bacchi, professor da Universidade Federal de Rondonópolis, no Mato Grosso, explica que os neurônios funcionam por meio de impulsos elétricos e é justamente na brecha entre uma célula nervosa e outra que esses fármacos agem.


"Nesse espaço entre os neurônios, conhecido como fenda sináptica, os sinais elétricos são transformados em sinais químicos, mediados por neurotransmissores", aponta ele.


De forma geral, essas substâncias produzidas pelo organismo têm dois efeitos principais: algumas geram excitação e estímulo, enquanto outras funcionam como inibidores e redutores da atividade cerebral. 



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cglene4kvjxo. Adaptado.

Outros remédios do grupo são tomados de forma contínua, por várias semanas, meses ou até anos; o paciente precisará de doses cada vez maiores para obter o mesmo efeito, além de criar um perigoso vínculo emocional.



De acordo com as regras de acentuação gráfica: 

Alternativas
Q3892518 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Os alertas sobre uso contínuo de remédio para emergência



Disponíveis nas farmácias desde os anos 1960, os benzodiazepínicos — classe de drogas da qual fazem parte o clonazepam, o diazepam e o lorazepam, por exemplo — surgiram como uma esperança de tratar ansiedade, fobia social, epilepsia, entre outros quadros psiquiátricos, com menos risco de efeitos colaterais graves.


Passadas algumas décadas, porém, a prática mostrou que o uso dessas medicações, das quais o Rivotril é a marca comercial mais famosa, requer alguns cuidados básicos.


O principal deles está em limitar o consumo desses comprimidos a períodos mais curtos, de poucos dias, ou apenas em situações de emergência, segundo especialistas.


"Em suma, os benzodiazepínicos não são nem venenos, nem panaceias universais", resume o psiquiatra Márcio Bernik, coordenador do Programa de Transtornos de Ansiedade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.


A atenção extra na hora de prescrever e orientar o uso adequado desses remédios tem a ver com o risco de abuso, tolerância e dependência.


Se Rivotril e outros remédios do grupo são tomados de forma contínua, por várias semanas, meses ou até anos, o paciente precisará de doses cada vez maiores para obter o mesmo efeito, além de criar um perigoso vínculo emocional entre a melhora dos sintomas e a necessidade de se medicar com frequência.


Procurada pela reportagem, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que mais de 65 milhões de unidades de clonazepam (Rivotril) foram vendidas no Brasil em 2022.


Bernik lembra que, ao longo da História, a humanidade sempre buscou e usou substâncias com efeito sedativo.


"Desde o tempo de xamãs e curandeiros, as pessoas têm uma demanda por produtos que aliviem a dor, auxiliem na interação social, facilitem o sono ou aplaquem a ansiedade."


Durante boa parte dos séculos XIX e XX, os principais ansiolíticos disponíveis eram os barbitúricos — o antigo gardenal talvez seja o representante mais conhecido dessa classe.


"Esses medicamentos eram consumidos em excesso, mesmo numa época em que já se sabia que eles estavam relacionados a envenenamento e alto risco de morte", lembra o psiquiatra.


Uma das vítimas do abuso de barbitúricos foi a atriz e modelo americana Marilyn Monroe.


O desenvolvimento e a popularização dos benzodiazepínicos a partir dos anos 1960, então, representou um grande alívio. "O principal aspecto positivo desses remédios é a segurança, ainda mais quando os resultados deles são comparados aos barbitúricos", diz Bernik.


Mas como essa classe de ansiolíticos funciona? O farmacêutico André Bacchi, professor da Universidade Federal de Rondonópolis, no Mato Grosso, explica que os neurônios funcionam por meio de impulsos elétricos e é justamente na brecha entre uma célula nervosa e outra que esses fármacos agem.


"Nesse espaço entre os neurônios, conhecido como fenda sináptica, os sinais elétricos são transformados em sinais químicos, mediados por neurotransmissores", aponta ele.


De forma geral, essas substâncias produzidas pelo organismo têm dois efeitos principais: algumas geram excitação e estímulo, enquanto outras funcionam como inibidores e redutores da atividade cerebral. 



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cglene4kvjxo. Adaptado.

Em suma, os benzodiazepínicos não são nem venenos, nem panaceias universais.



Em relação ao sujeito, é correto afirmar que:

Alternativas
Q3892515 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Os alertas sobre uso contínuo de remédio para emergência



Disponíveis nas farmácias desde os anos 1960, os benzodiazepínicos — classe de drogas da qual fazem parte o clonazepam, o diazepam e o lorazepam, por exemplo — surgiram como uma esperança de tratar ansiedade, fobia social, epilepsia, entre outros quadros psiquiátricos, com menos risco de efeitos colaterais graves.


Passadas algumas décadas, porém, a prática mostrou que o uso dessas medicações, das quais o Rivotril é a marca comercial mais famosa, requer alguns cuidados básicos.


O principal deles está em limitar o consumo desses comprimidos a períodos mais curtos, de poucos dias, ou apenas em situações de emergência, segundo especialistas.


"Em suma, os benzodiazepínicos não são nem venenos, nem panaceias universais", resume o psiquiatra Márcio Bernik, coordenador do Programa de Transtornos de Ansiedade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.


A atenção extra na hora de prescrever e orientar o uso adequado desses remédios tem a ver com o risco de abuso, tolerância e dependência.


Se Rivotril e outros remédios do grupo são tomados de forma contínua, por várias semanas, meses ou até anos, o paciente precisará de doses cada vez maiores para obter o mesmo efeito, além de criar um perigoso vínculo emocional entre a melhora dos sintomas e a necessidade de se medicar com frequência.


Procurada pela reportagem, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que mais de 65 milhões de unidades de clonazepam (Rivotril) foram vendidas no Brasil em 2022.


Bernik lembra que, ao longo da História, a humanidade sempre buscou e usou substâncias com efeito sedativo.


"Desde o tempo de xamãs e curandeiros, as pessoas têm uma demanda por produtos que aliviem a dor, auxiliem na interação social, facilitem o sono ou aplaquem a ansiedade."


Durante boa parte dos séculos XIX e XX, os principais ansiolíticos disponíveis eram os barbitúricos — o antigo gardenal talvez seja o representante mais conhecido dessa classe.


"Esses medicamentos eram consumidos em excesso, mesmo numa época em que já se sabia que eles estavam relacionados a envenenamento e alto risco de morte", lembra o psiquiatra.


Uma das vítimas do abuso de barbitúricos foi a atriz e modelo americana Marilyn Monroe.


O desenvolvimento e a popularização dos benzodiazepínicos a partir dos anos 1960, então, representou um grande alívio. "O principal aspecto positivo desses remédios é a segurança, ainda mais quando os resultados deles são comparados aos barbitúricos", diz Bernik.


Mas como essa classe de ansiolíticos funciona? O farmacêutico André Bacchi, professor da Universidade Federal de Rondonópolis, no Mato Grosso, explica que os neurônios funcionam por meio de impulsos elétricos e é justamente na brecha entre uma célula nervosa e outra que esses fármacos agem.


"Nesse espaço entre os neurônios, conhecido como fenda sináptica, os sinais elétricos são transformados em sinais químicos, mediados por neurotransmissores", aponta ele.


De forma geral, essas substâncias produzidas pelo organismo têm dois efeitos principais: algumas geram excitação e estímulo, enquanto outras funcionam como inibidores e redutores da atividade cerebral. 



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cglene4kvjxo. Adaptado.

Nas farmácias desde os anos 1960, os benzodiazepínicos surgiram como uma esperança na cura de ansiedade, fobia social, epilepsia, entre outros quadros psiquiátricos, com menos risco de efeitos colaterais graves.



Sintaticamente, o predicado da oração é:

Alternativas
Q3892514 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Os alertas sobre uso contínuo de remédio para emergência



Disponíveis nas farmácias desde os anos 1960, os benzodiazepínicos — classe de drogas da qual fazem parte o clonazepam, o diazepam e o lorazepam, por exemplo — surgiram como uma esperança de tratar ansiedade, fobia social, epilepsia, entre outros quadros psiquiátricos, com menos risco de efeitos colaterais graves.


Passadas algumas décadas, porém, a prática mostrou que o uso dessas medicações, das quais o Rivotril é a marca comercial mais famosa, requer alguns cuidados básicos.


O principal deles está em limitar o consumo desses comprimidos a períodos mais curtos, de poucos dias, ou apenas em situações de emergência, segundo especialistas.


"Em suma, os benzodiazepínicos não são nem venenos, nem panaceias universais", resume o psiquiatra Márcio Bernik, coordenador do Programa de Transtornos de Ansiedade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.


A atenção extra na hora de prescrever e orientar o uso adequado desses remédios tem a ver com o risco de abuso, tolerância e dependência.


Se Rivotril e outros remédios do grupo são tomados de forma contínua, por várias semanas, meses ou até anos, o paciente precisará de doses cada vez maiores para obter o mesmo efeito, além de criar um perigoso vínculo emocional entre a melhora dos sintomas e a necessidade de se medicar com frequência.


Procurada pela reportagem, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que mais de 65 milhões de unidades de clonazepam (Rivotril) foram vendidas no Brasil em 2022.


Bernik lembra que, ao longo da História, a humanidade sempre buscou e usou substâncias com efeito sedativo.


"Desde o tempo de xamãs e curandeiros, as pessoas têm uma demanda por produtos que aliviem a dor, auxiliem na interação social, facilitem o sono ou aplaquem a ansiedade."


Durante boa parte dos séculos XIX e XX, os principais ansiolíticos disponíveis eram os barbitúricos — o antigo gardenal talvez seja o representante mais conhecido dessa classe.


"Esses medicamentos eram consumidos em excesso, mesmo numa época em que já se sabia que eles estavam relacionados a envenenamento e alto risco de morte", lembra o psiquiatra.


Uma das vítimas do abuso de barbitúricos foi a atriz e modelo americana Marilyn Monroe.


O desenvolvimento e a popularização dos benzodiazepínicos a partir dos anos 1960, então, representou um grande alívio. "O principal aspecto positivo desses remédios é a segurança, ainda mais quando os resultados deles são comparados aos barbitúricos", diz Bernik.


Mas como essa classe de ansiolíticos funciona? O farmacêutico André Bacchi, professor da Universidade Federal de Rondonópolis, no Mato Grosso, explica que os neurônios funcionam por meio de impulsos elétricos e é justamente na brecha entre uma célula nervosa e outra que esses fármacos agem.


"Nesse espaço entre os neurônios, conhecido como fenda sináptica, os sinais elétricos são transformados em sinais químicos, mediados por neurotransmissores", aponta ele.


De forma geral, essas substâncias produzidas pelo organismo têm dois efeitos principais: algumas geram excitação e estímulo, enquanto outras funcionam como inibidores e redutores da atividade cerebral. 



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cglene4kvjxo. Adaptado.

Esses medicamentos eram consumidos em excesso, mesmo numa época em que já se sabia que eles estavam relacionados a envenenamento e alto risco de morte", lembra o psiquiatra.



A frase apresentada trata-se de um período: 

Alternativas
Q3892513 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Os alertas sobre uso contínuo de remédio para emergência



Disponíveis nas farmácias desde os anos 1960, os benzodiazepínicos — classe de drogas da qual fazem parte o clonazepam, o diazepam e o lorazepam, por exemplo — surgiram como uma esperança de tratar ansiedade, fobia social, epilepsia, entre outros quadros psiquiátricos, com menos risco de efeitos colaterais graves.


Passadas algumas décadas, porém, a prática mostrou que o uso dessas medicações, das quais o Rivotril é a marca comercial mais famosa, requer alguns cuidados básicos.


O principal deles está em limitar o consumo desses comprimidos a períodos mais curtos, de poucos dias, ou apenas em situações de emergência, segundo especialistas.


"Em suma, os benzodiazepínicos não são nem venenos, nem panaceias universais", resume o psiquiatra Márcio Bernik, coordenador do Programa de Transtornos de Ansiedade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.


A atenção extra na hora de prescrever e orientar o uso adequado desses remédios tem a ver com o risco de abuso, tolerância e dependência.


Se Rivotril e outros remédios do grupo são tomados de forma contínua, por várias semanas, meses ou até anos, o paciente precisará de doses cada vez maiores para obter o mesmo efeito, além de criar um perigoso vínculo emocional entre a melhora dos sintomas e a necessidade de se medicar com frequência.


Procurada pela reportagem, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que mais de 65 milhões de unidades de clonazepam (Rivotril) foram vendidas no Brasil em 2022.


Bernik lembra que, ao longo da História, a humanidade sempre buscou e usou substâncias com efeito sedativo.


"Desde o tempo de xamãs e curandeiros, as pessoas têm uma demanda por produtos que aliviem a dor, auxiliem na interação social, facilitem o sono ou aplaquem a ansiedade."


Durante boa parte dos séculos XIX e XX, os principais ansiolíticos disponíveis eram os barbitúricos — o antigo gardenal talvez seja o representante mais conhecido dessa classe.


"Esses medicamentos eram consumidos em excesso, mesmo numa época em que já se sabia que eles estavam relacionados a envenenamento e alto risco de morte", lembra o psiquiatra.


Uma das vítimas do abuso de barbitúricos foi a atriz e modelo americana Marilyn Monroe.


O desenvolvimento e a popularização dos benzodiazepínicos a partir dos anos 1960, então, representou um grande alívio. "O principal aspecto positivo desses remédios é a segurança, ainda mais quando os resultados deles são comparados aos barbitúricos", diz Bernik.


Mas como essa classe de ansiolíticos funciona? O farmacêutico André Bacchi, professor da Universidade Federal de Rondonópolis, no Mato Grosso, explica que os neurônios funcionam por meio de impulsos elétricos e é justamente na brecha entre uma célula nervosa e outra que esses fármacos agem.


"Nesse espaço entre os neurônios, conhecido como fenda sináptica, os sinais elétricos são transformados em sinais químicos, mediados por neurotransmissores", aponta ele.


De forma geral, essas substâncias produzidas pelo organismo têm dois efeitos principais: algumas geram excitação e estímulo, enquanto outras funcionam como inibidores e redutores da atividade cerebral. 



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cglene4kvjxo. Adaptado.

Passadas algumas décadas, porém, a prática mostrou 'que o uso dessas medicações requer alguns cuidados básicos'.



O termo destacado na frase trata-se de oração: 

Alternativas
Q3892512 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Os alertas sobre uso contínuo de remédio para emergência



Disponíveis nas farmácias desde os anos 1960, os benzodiazepínicos — classe de drogas da qual fazem parte o clonazepam, o diazepam e o lorazepam, por exemplo — surgiram como uma esperança de tratar ansiedade, fobia social, epilepsia, entre outros quadros psiquiátricos, com menos risco de efeitos colaterais graves.


Passadas algumas décadas, porém, a prática mostrou que o uso dessas medicações, das quais o Rivotril é a marca comercial mais famosa, requer alguns cuidados básicos.


O principal deles está em limitar o consumo desses comprimidos a períodos mais curtos, de poucos dias, ou apenas em situações de emergência, segundo especialistas.


"Em suma, os benzodiazepínicos não são nem venenos, nem panaceias universais", resume o psiquiatra Márcio Bernik, coordenador do Programa de Transtornos de Ansiedade do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.


A atenção extra na hora de prescrever e orientar o uso adequado desses remédios tem a ver com o risco de abuso, tolerância e dependência.


Se Rivotril e outros remédios do grupo são tomados de forma contínua, por várias semanas, meses ou até anos, o paciente precisará de doses cada vez maiores para obter o mesmo efeito, além de criar um perigoso vínculo emocional entre a melhora dos sintomas e a necessidade de se medicar com frequência.


Procurada pela reportagem, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou que mais de 65 milhões de unidades de clonazepam (Rivotril) foram vendidas no Brasil em 2022.


Bernik lembra que, ao longo da História, a humanidade sempre buscou e usou substâncias com efeito sedativo.


"Desde o tempo de xamãs e curandeiros, as pessoas têm uma demanda por produtos que aliviem a dor, auxiliem na interação social, facilitem o sono ou aplaquem a ansiedade."


Durante boa parte dos séculos XIX e XX, os principais ansiolíticos disponíveis eram os barbitúricos — o antigo gardenal talvez seja o representante mais conhecido dessa classe.


"Esses medicamentos eram consumidos em excesso, mesmo numa época em que já se sabia que eles estavam relacionados a envenenamento e alto risco de morte", lembra o psiquiatra.


Uma das vítimas do abuso de barbitúricos foi a atriz e modelo americana Marilyn Monroe.


O desenvolvimento e a popularização dos benzodiazepínicos a partir dos anos 1960, então, representou um grande alívio. "O principal aspecto positivo desses remédios é a segurança, ainda mais quando os resultados deles são comparados aos barbitúricos", diz Bernik.


Mas como essa classe de ansiolíticos funciona? O farmacêutico André Bacchi, professor da Universidade Federal de Rondonópolis, no Mato Grosso, explica que os neurônios funcionam por meio de impulsos elétricos e é justamente na brecha entre uma célula nervosa e outra que esses fármacos agem.


"Nesse espaço entre os neurônios, conhecido como fenda sináptica, os sinais elétricos são transformados em sinais químicos, mediados por neurotransmissores", aponta ele.


De forma geral, essas substâncias produzidas pelo organismo têm dois efeitos principais: algumas geram excitação e estímulo, enquanto outras funcionam como inibidores e redutores da atividade cerebral. 



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cglene4kvjxo. Adaptado.

Bernik lembra que, ao longo da História, a humanidade sempre buscou e usou substâncias com efeito sedativo.



Assinale a opção correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase:

Alternativas
Q3892491 História e Geografia de Estados e Municípios
De acordo com que se relata na história de Tunápolis-SC, qual foi o resultado do plebiscito realizado em 19 de setembro de 1988 sobre a emancipação do distrito de Tunas? 
Alternativas
Q3892489 Legislação Municipal

De acordo com o § 1° do Art. 83 da Lei Orgânica Municipal de Tunápolis-SC, a fixação dos padrões de vencimento e dos demais componentes do sistema remuneratório observara:



I. A natureza, o grau de responsabilidade e a complexidade dos cargos componente de cada carreira.


II. Os requisitos para a investidura.


III. A classificação do candidato no cargo no qual foi feita a investidura na carreira pública.


IV. As peculiaridades dos cargos.



Sobre as assertivas acima, podemos afirmar que:

Alternativas
Respostas
19901: B
19902: B
19903: B
19904: D
19905: C
19906: B
19907: C
19908: A
19909: D
19910: B
19911: C
19912: C
19913: D
19914: A
19915: D
19916: D
19917: B
19918: D
19919: D
19920: A