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Q4394021 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que a natureza nos faz sentir mais calmos?


A conexão com ambientes naturais proporciona diversos benefícios à saúde, abrangendo desde a redução da ansiedade e da depressão até a diminuição da pressão arterial. Pessoas relatam sentir-se melhor após um passeio ao ar livre, o que levanta questionamentos sobre a origem dessa afinidade com o meio ambiente e se todos podem colher os mesmos resultados.

Os impactos positivos da natureza em ambientes de saúde são observados há décadas. Na década de 1980, uma pesquisa constatou que pacientes submetidos à cirurgia de vesícula recebiam alta, em média, quase um dia antes caso pudessem ver árvores através da janela do quarto. Aqueles que tinham vista para uma parede de tijolos demandavam analgésicos mais fortes e recebiam mais observações negativas da equipe de enfermagem. Atualmente, hospitais e centros médicos expandem essa abordagem. A organização beneficente Maggie's mantém centros de bem-estar no Reino Unido, em Hong Kong e no Japão. O psicólogo clínico Robin Muir, diretor da unidade de Manchester, na Inglaterra, relatou que o prédio é cercado por um jardim de trezentos e sessenta graus com janelas que vão do chão ao teto para trazer a natureza para dentro do ambiente. Ele explicou que as cidades muitas vezes carecem de áreas verdes e que, para alguém em tratamento contra o câncer, o contato com o jardim e a natureza exerce um papel terapêutico. Outras instituições adotam medidas semelhantes, como o King's College Hospital, no Reino Unido, que inaugurou uma unidade de terapia intensiva na cobertura onde pacientes conectados a fontes de energia e oxigênio podem permanecer ao ar livre. Além da área médica, um estudo realizado na Snake River Correctional Institution, no Oregon, demonstrou que detentos que assistiam a vídeos sobre a natureza de três a quatro vezes por semana cometiam vinte e seis por cento menos infrações violentas ao longo de um ano.

A explicação para tais efeitos fundamenta-se em diferentes correntes científicas. A hipótese da biofilia defende que os seres humanos possuem um impulso inato de estar próximos à natureza, derivado da evolução de nossos ancestrais em ambientes selvagens. Na década de 1980, o biólogo Edward O. Wilson sugeriu que esse impulso estaria codificado nos genes. Embora pesquisas com gêmeos indiquem um componente genético, ainda não foi identificado um gene específico associado ao amor pela natureza. Contudo, cientistas formulam teorias sobre como o tempo passado no meio natural afeta os sistemas fisiológico e cognitivo.

O professor associado e diretor do laboratório de meio ambiente e bem-estar da Universidade de Washington, Gregory Bratman, destaca duas teorias principais. A primeira é a hipótese da redução do estresse, que sustenta que ambientes naturais desencadeiam alterações fisiológicas responsáveis por diminuir o estresse mediante a ativação do sistema nervoso parassimpático, associado a respostas como a redução da frequência cardíaca. Segundo Bratman, o contato com a natureza auxilia na preparação para eventos estressantes, na neutralização de reações no momento em que ocorrem e na recuperação posterior. A segunda vertente é a teoria da restauração da atenção, que aponta que a natureza fortalece a capacidade de ignorar distrações e focar na chamada atenção direcionada. Bratman explica que os espaços urbanos sobrecarregam e esgotam essa atenção direcionada devido à necessidade constante de desviar de carros, trânsito e ruídos. Em contrapartida, ambientes naturais estimulam a atenção indireta, caracterizada pelo sentimento de estar em outro lugar e em sintonia com o ambiente, permitindo que a atenção direcionada se recupere. Em suas pesquisas, Bratman observou melhorias na memória de trabalho em pessoas que caminharam na natureza por cinquenta minutos em comparação com aquelas que caminharam em áreas urbanas. Os participantes do grupo que esteve no meio natural apresentaram redução em indicadores como ansiedade e obtiveram desempenho superior em um teste de memorização de letras e resolução de equações simultâneas, lembrando, em média, de nove a dez letras a mais. Já o desempenho dos caminhantes do ambiente urbano permaneceu inalterado. Para o pesquisador, a redução do estresse e a restauração da atenção não são teorias mutuamente exclusivas, podendo atuar de forma conjunta.

Apesar dos benefícios gerais, a experiência com a natureza varia entre os indivíduos. Em um estudo japonês que comparou jovens em florestas e em ambientes urbanos, a maioria dos que ficaram na floresta apresentaram aumento na atividade do sistema nervoso parassimpático, enquanto os outros apresentaram redução. Diante disso, pesquisadores investigam como diferentes tipos de ambientes naturais impactam diferentes pessoas. Em um experimento realizado em El Paso, no Texas, participantes submetidos a uma situação estressante foram expostos a três cenários em realidade virtual: uma paisagem verde, uma paisagem desértica e um ambiente de escritório como grupo de controle. A hipótese inicial previa que o ambiente verde traria mais benefícios com base na teoria psicoevolutiva de redução do estresse, segundo a qual vegetações ativam o sistema de repouso por sinalizar a presença de água, presas e visibilidade de predadores. Contudo, o ambiente desértico promoveu a recuperação do estresse em nível semelhante, o que surpreendeu a equipe.

O avanço das pesquisas indica que o contato com a natureza beneficia a saúde da população em geral. Diante do dado de que a maior parte da população mundial reside em vilas e cidades, segundo a Organização das Nações Unidas, Bratman ressalta a necessidade de planejar o acesso a áreas verdes para todos, sobretudo para as crianças em pátios escolares e bairros. O especialista conclui que, embora os efeitos diários no humor possam parecer pequenos, a exposição repetida ao longo de dias, semanas, meses ou anos acumula-se e gera transformações profundas no bem-estar ao longo do tempo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4gv2jey3dqo.adaptado.
Os impactos positivos da natureza em ambientes de saúde são observados há décadas. Na década de 1980, uma pesquisa constatou que pacientes submetidos à cirurgia de vesícula recebiam alta, em média, quase um dia antes caso pudessem ver árvores através da janela do quarto.
Analise se as afirmativas a seguir, quanto à separação silábica das palavras no trecho apresentado, são falsas (F) ou verdadeiras (V).

(__)Em "impactos", a divisão silábica correta é im-pac-tos, mantendo-se a consoante "p" integrada à segunda sílaba.
(__)Em "submetidos", a divisão silábica correta é sub-met-i-dos, com a consoante "t" vinculada à sílaba anterior.
(__)Em "pacientes", a divisão silábica correta é pa-cien-tes, com a sequência vocálica "ie" reunida na mesma sílaba.
(__)Em "cirurgia", a divisão silábica correta é ci-rur-gi-a, ocorrendo separação entre as vogais "i" e "a" na parte final da palavra.

Assinale a alternativa com a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q4394020 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que a natureza nos faz sentir mais calmos?


A conexão com ambientes naturais proporciona diversos benefícios à saúde, abrangendo desde a redução da ansiedade e da depressão até a diminuição da pressão arterial. Pessoas relatam sentir-se melhor após um passeio ao ar livre, o que levanta questionamentos sobre a origem dessa afinidade com o meio ambiente e se todos podem colher os mesmos resultados.

Os impactos positivos da natureza em ambientes de saúde são observados há décadas. Na década de 1980, uma pesquisa constatou que pacientes submetidos à cirurgia de vesícula recebiam alta, em média, quase um dia antes caso pudessem ver árvores através da janela do quarto. Aqueles que tinham vista para uma parede de tijolos demandavam analgésicos mais fortes e recebiam mais observações negativas da equipe de enfermagem. Atualmente, hospitais e centros médicos expandem essa abordagem. A organização beneficente Maggie's mantém centros de bem-estar no Reino Unido, em Hong Kong e no Japão. O psicólogo clínico Robin Muir, diretor da unidade de Manchester, na Inglaterra, relatou que o prédio é cercado por um jardim de trezentos e sessenta graus com janelas que vão do chão ao teto para trazer a natureza para dentro do ambiente. Ele explicou que as cidades muitas vezes carecem de áreas verdes e que, para alguém em tratamento contra o câncer, o contato com o jardim e a natureza exerce um papel terapêutico. Outras instituições adotam medidas semelhantes, como o King's College Hospital, no Reino Unido, que inaugurou uma unidade de terapia intensiva na cobertura onde pacientes conectados a fontes de energia e oxigênio podem permanecer ao ar livre. Além da área médica, um estudo realizado na Snake River Correctional Institution, no Oregon, demonstrou que detentos que assistiam a vídeos sobre a natureza de três a quatro vezes por semana cometiam vinte e seis por cento menos infrações violentas ao longo de um ano.

A explicação para tais efeitos fundamenta-se em diferentes correntes científicas. A hipótese da biofilia defende que os seres humanos possuem um impulso inato de estar próximos à natureza, derivado da evolução de nossos ancestrais em ambientes selvagens. Na década de 1980, o biólogo Edward O. Wilson sugeriu que esse impulso estaria codificado nos genes. Embora pesquisas com gêmeos indiquem um componente genético, ainda não foi identificado um gene específico associado ao amor pela natureza. Contudo, cientistas formulam teorias sobre como o tempo passado no meio natural afeta os sistemas fisiológico e cognitivo.

O professor associado e diretor do laboratório de meio ambiente e bem-estar da Universidade de Washington, Gregory Bratman, destaca duas teorias principais. A primeira é a hipótese da redução do estresse, que sustenta que ambientes naturais desencadeiam alterações fisiológicas responsáveis por diminuir o estresse mediante a ativação do sistema nervoso parassimpático, associado a respostas como a redução da frequência cardíaca. Segundo Bratman, o contato com a natureza auxilia na preparação para eventos estressantes, na neutralização de reações no momento em que ocorrem e na recuperação posterior. A segunda vertente é a teoria da restauração da atenção, que aponta que a natureza fortalece a capacidade de ignorar distrações e focar na chamada atenção direcionada. Bratman explica que os espaços urbanos sobrecarregam e esgotam essa atenção direcionada devido à necessidade constante de desviar de carros, trânsito e ruídos. Em contrapartida, ambientes naturais estimulam a atenção indireta, caracterizada pelo sentimento de estar em outro lugar e em sintonia com o ambiente, permitindo que a atenção direcionada se recupere. Em suas pesquisas, Bratman observou melhorias na memória de trabalho em pessoas que caminharam na natureza por cinquenta minutos em comparação com aquelas que caminharam em áreas urbanas. Os participantes do grupo que esteve no meio natural apresentaram redução em indicadores como ansiedade e obtiveram desempenho superior em um teste de memorização de letras e resolução de equações simultâneas, lembrando, em média, de nove a dez letras a mais. Já o desempenho dos caminhantes do ambiente urbano permaneceu inalterado. Para o pesquisador, a redução do estresse e a restauração da atenção não são teorias mutuamente exclusivas, podendo atuar de forma conjunta.

Apesar dos benefícios gerais, a experiência com a natureza varia entre os indivíduos. Em um estudo japonês que comparou jovens em florestas e em ambientes urbanos, a maioria dos que ficaram na floresta apresentaram aumento na atividade do sistema nervoso parassimpático, enquanto os outros apresentaram redução. Diante disso, pesquisadores investigam como diferentes tipos de ambientes naturais impactam diferentes pessoas. Em um experimento realizado em El Paso, no Texas, participantes submetidos a uma situação estressante foram expostos a três cenários em realidade virtual: uma paisagem verde, uma paisagem desértica e um ambiente de escritório como grupo de controle. A hipótese inicial previa que o ambiente verde traria mais benefícios com base na teoria psicoevolutiva de redução do estresse, segundo a qual vegetações ativam o sistema de repouso por sinalizar a presença de água, presas e visibilidade de predadores. Contudo, o ambiente desértico promoveu a recuperação do estresse em nível semelhante, o que surpreendeu a equipe.

O avanço das pesquisas indica que o contato com a natureza beneficia a saúde da população em geral. Diante do dado de que a maior parte da população mundial reside em vilas e cidades, segundo a Organização das Nações Unidas, Bratman ressalta a necessidade de planejar o acesso a áreas verdes para todos, sobretudo para as crianças em pátios escolares e bairros. O especialista conclui que, embora os efeitos diários no humor possam parecer pequenos, a exposição repetida ao longo de dias, semanas, meses ou anos acumula-se e gera transformações profundas no bem-estar ao longo do tempo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4gv2jey3dqo.adaptado.
Ambientes naturais desencadeiam alterações fisiológicas responsáveis por diminuir o estresse mediante a ativação do sistema nervoso parassimpático, associado a respostas como a redução da frequência cardíaca.

Considerando a acentuação gráfica das palavras empregadas no trecho apresentado, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4394019 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que a natureza nos faz sentir mais calmos?


A conexão com ambientes naturais proporciona diversos benefícios à saúde, abrangendo desde a redução da ansiedade e da depressão até a diminuição da pressão arterial. Pessoas relatam sentir-se melhor após um passeio ao ar livre, o que levanta questionamentos sobre a origem dessa afinidade com o meio ambiente e se todos podem colher os mesmos resultados.

Os impactos positivos da natureza em ambientes de saúde são observados há décadas. Na década de 1980, uma pesquisa constatou que pacientes submetidos à cirurgia de vesícula recebiam alta, em média, quase um dia antes caso pudessem ver árvores através da janela do quarto. Aqueles que tinham vista para uma parede de tijolos demandavam analgésicos mais fortes e recebiam mais observações negativas da equipe de enfermagem. Atualmente, hospitais e centros médicos expandem essa abordagem. A organização beneficente Maggie's mantém centros de bem-estar no Reino Unido, em Hong Kong e no Japão. O psicólogo clínico Robin Muir, diretor da unidade de Manchester, na Inglaterra, relatou que o prédio é cercado por um jardim de trezentos e sessenta graus com janelas que vão do chão ao teto para trazer a natureza para dentro do ambiente. Ele explicou que as cidades muitas vezes carecem de áreas verdes e que, para alguém em tratamento contra o câncer, o contato com o jardim e a natureza exerce um papel terapêutico. Outras instituições adotam medidas semelhantes, como o King's College Hospital, no Reino Unido, que inaugurou uma unidade de terapia intensiva na cobertura onde pacientes conectados a fontes de energia e oxigênio podem permanecer ao ar livre. Além da área médica, um estudo realizado na Snake River Correctional Institution, no Oregon, demonstrou que detentos que assistiam a vídeos sobre a natureza de três a quatro vezes por semana cometiam vinte e seis por cento menos infrações violentas ao longo de um ano.

A explicação para tais efeitos fundamenta-se em diferentes correntes científicas. A hipótese da biofilia defende que os seres humanos possuem um impulso inato de estar próximos à natureza, derivado da evolução de nossos ancestrais em ambientes selvagens. Na década de 1980, o biólogo Edward O. Wilson sugeriu que esse impulso estaria codificado nos genes. Embora pesquisas com gêmeos indiquem um componente genético, ainda não foi identificado um gene específico associado ao amor pela natureza. Contudo, cientistas formulam teorias sobre como o tempo passado no meio natural afeta os sistemas fisiológico e cognitivo.

O professor associado e diretor do laboratório de meio ambiente e bem-estar da Universidade de Washington, Gregory Bratman, destaca duas teorias principais. A primeira é a hipótese da redução do estresse, que sustenta que ambientes naturais desencadeiam alterações fisiológicas responsáveis por diminuir o estresse mediante a ativação do sistema nervoso parassimpático, associado a respostas como a redução da frequência cardíaca. Segundo Bratman, o contato com a natureza auxilia na preparação para eventos estressantes, na neutralização de reações no momento em que ocorrem e na recuperação posterior. A segunda vertente é a teoria da restauração da atenção, que aponta que a natureza fortalece a capacidade de ignorar distrações e focar na chamada atenção direcionada. Bratman explica que os espaços urbanos sobrecarregam e esgotam essa atenção direcionada devido à necessidade constante de desviar de carros, trânsito e ruídos. Em contrapartida, ambientes naturais estimulam a atenção indireta, caracterizada pelo sentimento de estar em outro lugar e em sintonia com o ambiente, permitindo que a atenção direcionada se recupere. Em suas pesquisas, Bratman observou melhorias na memória de trabalho em pessoas que caminharam na natureza por cinquenta minutos em comparação com aquelas que caminharam em áreas urbanas. Os participantes do grupo que esteve no meio natural apresentaram redução em indicadores como ansiedade e obtiveram desempenho superior em um teste de memorização de letras e resolução de equações simultâneas, lembrando, em média, de nove a dez letras a mais. Já o desempenho dos caminhantes do ambiente urbano permaneceu inalterado. Para o pesquisador, a redução do estresse e a restauração da atenção não são teorias mutuamente exclusivas, podendo atuar de forma conjunta.

Apesar dos benefícios gerais, a experiência com a natureza varia entre os indivíduos. Em um estudo japonês que comparou jovens em florestas e em ambientes urbanos, a maioria dos que ficaram na floresta apresentaram aumento na atividade do sistema nervoso parassimpático, enquanto os outros apresentaram redução. Diante disso, pesquisadores investigam como diferentes tipos de ambientes naturais impactam diferentes pessoas. Em um experimento realizado em El Paso, no Texas, participantes submetidos a uma situação estressante foram expostos a três cenários em realidade virtual: uma paisagem verde, uma paisagem desértica e um ambiente de escritório como grupo de controle. A hipótese inicial previa que o ambiente verde traria mais benefícios com base na teoria psicoevolutiva de redução do estresse, segundo a qual vegetações ativam o sistema de repouso por sinalizar a presença de água, presas e visibilidade de predadores. Contudo, o ambiente desértico promoveu a recuperação do estresse em nível semelhante, o que surpreendeu a equipe.

O avanço das pesquisas indica que o contato com a natureza beneficia a saúde da população em geral. Diante do dado de que a maior parte da população mundial reside em vilas e cidades, segundo a Organização das Nações Unidas, Bratman ressalta a necessidade de planejar o acesso a áreas verdes para todos, sobretudo para as crianças em pátios escolares e bairros. O especialista conclui que, embora os efeitos diários no humor possam parecer pequenos, a exposição repetida ao longo de dias, semanas, meses ou anos acumula-se e gera transformações profundas no bem-estar ao longo do tempo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4gv2jey3dqo.adaptado.
Os participantes do grupo que esteve no meio natural apresentaram redução em indicadores como ansiedade e obtiveram desempenho superior em um teste de memorização de letras e resolução de equações simultâneas, lembrando, em média, de nove a dez letras a mais.
No trecho apresentado, determinados vocábulos pertencem a diferentes classes de palavras. Os elementos abaixo estão dispostos fora da ordem correspondente à sequência: pronome → adjetivo → artigo → substantivo.

(__)Participantes
(__)Superior
(__)Os
(__)Que

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q4394018 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que a natureza nos faz sentir mais calmos?


A conexão com ambientes naturais proporciona diversos benefícios à saúde, abrangendo desde a redução da ansiedade e da depressão até a diminuição da pressão arterial. Pessoas relatam sentir-se melhor após um passeio ao ar livre, o que levanta questionamentos sobre a origem dessa afinidade com o meio ambiente e se todos podem colher os mesmos resultados.

Os impactos positivos da natureza em ambientes de saúde são observados há décadas. Na década de 1980, uma pesquisa constatou que pacientes submetidos à cirurgia de vesícula recebiam alta, em média, quase um dia antes caso pudessem ver árvores através da janela do quarto. Aqueles que tinham vista para uma parede de tijolos demandavam analgésicos mais fortes e recebiam mais observações negativas da equipe de enfermagem. Atualmente, hospitais e centros médicos expandem essa abordagem. A organização beneficente Maggie's mantém centros de bem-estar no Reino Unido, em Hong Kong e no Japão. O psicólogo clínico Robin Muir, diretor da unidade de Manchester, na Inglaterra, relatou que o prédio é cercado por um jardim de trezentos e sessenta graus com janelas que vão do chão ao teto para trazer a natureza para dentro do ambiente. Ele explicou que as cidades muitas vezes carecem de áreas verdes e que, para alguém em tratamento contra o câncer, o contato com o jardim e a natureza exerce um papel terapêutico. Outras instituições adotam medidas semelhantes, como o King's College Hospital, no Reino Unido, que inaugurou uma unidade de terapia intensiva na cobertura onde pacientes conectados a fontes de energia e oxigênio podem permanecer ao ar livre. Além da área médica, um estudo realizado na Snake River Correctional Institution, no Oregon, demonstrou que detentos que assistiam a vídeos sobre a natureza de três a quatro vezes por semana cometiam vinte e seis por cento menos infrações violentas ao longo de um ano.

A explicação para tais efeitos fundamenta-se em diferentes correntes científicas. A hipótese da biofilia defende que os seres humanos possuem um impulso inato de estar próximos à natureza, derivado da evolução de nossos ancestrais em ambientes selvagens. Na década de 1980, o biólogo Edward O. Wilson sugeriu que esse impulso estaria codificado nos genes. Embora pesquisas com gêmeos indiquem um componente genético, ainda não foi identificado um gene específico associado ao amor pela natureza. Contudo, cientistas formulam teorias sobre como o tempo passado no meio natural afeta os sistemas fisiológico e cognitivo.

O professor associado e diretor do laboratório de meio ambiente e bem-estar da Universidade de Washington, Gregory Bratman, destaca duas teorias principais. A primeira é a hipótese da redução do estresse, que sustenta que ambientes naturais desencadeiam alterações fisiológicas responsáveis por diminuir o estresse mediante a ativação do sistema nervoso parassimpático, associado a respostas como a redução da frequência cardíaca. Segundo Bratman, o contato com a natureza auxilia na preparação para eventos estressantes, na neutralização de reações no momento em que ocorrem e na recuperação posterior. A segunda vertente é a teoria da restauração da atenção, que aponta que a natureza fortalece a capacidade de ignorar distrações e focar na chamada atenção direcionada. Bratman explica que os espaços urbanos sobrecarregam e esgotam essa atenção direcionada devido à necessidade constante de desviar de carros, trânsito e ruídos. Em contrapartida, ambientes naturais estimulam a atenção indireta, caracterizada pelo sentimento de estar em outro lugar e em sintonia com o ambiente, permitindo que a atenção direcionada se recupere. Em suas pesquisas, Bratman observou melhorias na memória de trabalho em pessoas que caminharam na natureza por cinquenta minutos em comparação com aquelas que caminharam em áreas urbanas. Os participantes do grupo que esteve no meio natural apresentaram redução em indicadores como ansiedade e obtiveram desempenho superior em um teste de memorização de letras e resolução de equações simultâneas, lembrando, em média, de nove a dez letras a mais. Já o desempenho dos caminhantes do ambiente urbano permaneceu inalterado. Para o pesquisador, a redução do estresse e a restauração da atenção não são teorias mutuamente exclusivas, podendo atuar de forma conjunta.

Apesar dos benefícios gerais, a experiência com a natureza varia entre os indivíduos. Em um estudo japonês que comparou jovens em florestas e em ambientes urbanos, a maioria dos que ficaram na floresta apresentaram aumento na atividade do sistema nervoso parassimpático, enquanto os outros apresentaram redução. Diante disso, pesquisadores investigam como diferentes tipos de ambientes naturais impactam diferentes pessoas. Em um experimento realizado em El Paso, no Texas, participantes submetidos a uma situação estressante foram expostos a três cenários em realidade virtual: uma paisagem verde, uma paisagem desértica e um ambiente de escritório como grupo de controle. A hipótese inicial previa que o ambiente verde traria mais benefícios com base na teoria psicoevolutiva de redução do estresse, segundo a qual vegetações ativam o sistema de repouso por sinalizar a presença de água, presas e visibilidade de predadores. Contudo, o ambiente desértico promoveu a recuperação do estresse em nível semelhante, o que surpreendeu a equipe.

O avanço das pesquisas indica que o contato com a natureza beneficia a saúde da população em geral. Diante do dado de que a maior parte da população mundial reside em vilas e cidades, segundo a Organização das Nações Unidas, Bratman ressalta a necessidade de planejar o acesso a áreas verdes para todos, sobretudo para as crianças em pátios escolares e bairros. O especialista conclui que, embora os efeitos diários no humor possam parecer pequenos, a exposição repetida ao longo de dias, semanas, meses ou anos acumula-se e gera transformações profundas no bem-estar ao longo do tempo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4gv2jey3dqo.adaptado.
O texto desenvolve uma discussão a partir de informações e situações relacionadas ao tema abordado, estabelecendo relações entre diferentes aspectos ao longo de sua exposição.

Considerando a leitura e a interpretação do texto, especialmente a identificação da ideia principal, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4394017 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que a natureza nos faz sentir mais calmos?


A conexão com ambientes naturais proporciona diversos benefícios à saúde, abrangendo desde a redução da ansiedade e da depressão até a diminuição da pressão arterial. Pessoas relatam sentir-se melhor após um passeio ao ar livre, o que levanta questionamentos sobre a origem dessa afinidade com o meio ambiente e se todos podem colher os mesmos resultados.

Os impactos positivos da natureza em ambientes de saúde são observados há décadas. Na década de 1980, uma pesquisa constatou que pacientes submetidos à cirurgia de vesícula recebiam alta, em média, quase um dia antes caso pudessem ver árvores através da janela do quarto. Aqueles que tinham vista para uma parede de tijolos demandavam analgésicos mais fortes e recebiam mais observações negativas da equipe de enfermagem. Atualmente, hospitais e centros médicos expandem essa abordagem. A organização beneficente Maggie's mantém centros de bem-estar no Reino Unido, em Hong Kong e no Japão. O psicólogo clínico Robin Muir, diretor da unidade de Manchester, na Inglaterra, relatou que o prédio é cercado por um jardim de trezentos e sessenta graus com janelas que vão do chão ao teto para trazer a natureza para dentro do ambiente. Ele explicou que as cidades muitas vezes carecem de áreas verdes e que, para alguém em tratamento contra o câncer, o contato com o jardim e a natureza exerce um papel terapêutico. Outras instituições adotam medidas semelhantes, como o King's College Hospital, no Reino Unido, que inaugurou uma unidade de terapia intensiva na cobertura onde pacientes conectados a fontes de energia e oxigênio podem permanecer ao ar livre. Além da área médica, um estudo realizado na Snake River Correctional Institution, no Oregon, demonstrou que detentos que assistiam a vídeos sobre a natureza de três a quatro vezes por semana cometiam vinte e seis por cento menos infrações violentas ao longo de um ano.

A explicação para tais efeitos fundamenta-se em diferentes correntes científicas. A hipótese da biofilia defende que os seres humanos possuem um impulso inato de estar próximos à natureza, derivado da evolução de nossos ancestrais em ambientes selvagens. Na década de 1980, o biólogo Edward O. Wilson sugeriu que esse impulso estaria codificado nos genes. Embora pesquisas com gêmeos indiquem um componente genético, ainda não foi identificado um gene específico associado ao amor pela natureza. Contudo, cientistas formulam teorias sobre como o tempo passado no meio natural afeta os sistemas fisiológico e cognitivo.

O professor associado e diretor do laboratório de meio ambiente e bem-estar da Universidade de Washington, Gregory Bratman, destaca duas teorias principais. A primeira é a hipótese da redução do estresse, que sustenta que ambientes naturais desencadeiam alterações fisiológicas responsáveis por diminuir o estresse mediante a ativação do sistema nervoso parassimpático, associado a respostas como a redução da frequência cardíaca. Segundo Bratman, o contato com a natureza auxilia na preparação para eventos estressantes, na neutralização de reações no momento em que ocorrem e na recuperação posterior. A segunda vertente é a teoria da restauração da atenção, que aponta que a natureza fortalece a capacidade de ignorar distrações e focar na chamada atenção direcionada. Bratman explica que os espaços urbanos sobrecarregam e esgotam essa atenção direcionada devido à necessidade constante de desviar de carros, trânsito e ruídos. Em contrapartida, ambientes naturais estimulam a atenção indireta, caracterizada pelo sentimento de estar em outro lugar e em sintonia com o ambiente, permitindo que a atenção direcionada se recupere. Em suas pesquisas, Bratman observou melhorias na memória de trabalho em pessoas que caminharam na natureza por cinquenta minutos em comparação com aquelas que caminharam em áreas urbanas. Os participantes do grupo que esteve no meio natural apresentaram redução em indicadores como ansiedade e obtiveram desempenho superior em um teste de memorização de letras e resolução de equações simultâneas, lembrando, em média, de nove a dez letras a mais. Já o desempenho dos caminhantes do ambiente urbano permaneceu inalterado. Para o pesquisador, a redução do estresse e a restauração da atenção não são teorias mutuamente exclusivas, podendo atuar de forma conjunta.

Apesar dos benefícios gerais, a experiência com a natureza varia entre os indivíduos. Em um estudo japonês que comparou jovens em florestas e em ambientes urbanos, a maioria dos que ficaram na floresta apresentaram aumento na atividade do sistema nervoso parassimpático, enquanto os outros apresentaram redução. Diante disso, pesquisadores investigam como diferentes tipos de ambientes naturais impactam diferentes pessoas. Em um experimento realizado em El Paso, no Texas, participantes submetidos a uma situação estressante foram expostos a três cenários em realidade virtual: uma paisagem verde, uma paisagem desértica e um ambiente de escritório como grupo de controle. A hipótese inicial previa que o ambiente verde traria mais benefícios com base na teoria psicoevolutiva de redução do estresse, segundo a qual vegetações ativam o sistema de repouso por sinalizar a presença de água, presas e visibilidade de predadores. Contudo, o ambiente desértico promoveu a recuperação do estresse em nível semelhante, o que surpreendeu a equipe.

O avanço das pesquisas indica que o contato com a natureza beneficia a saúde da população em geral. Diante do dado de que a maior parte da população mundial reside em vilas e cidades, segundo a Organização das Nações Unidas, Bratman ressalta a necessidade de planejar o acesso a áreas verdes para todos, sobretudo para as crianças em pátios escolares e bairros. O especialista conclui que, embora os efeitos diários no humor possam parecer pequenos, a exposição repetida ao longo de dias, semanas, meses ou anos acumula-se e gera transformações profundas no bem-estar ao longo do tempo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4gv2jey3dqo.adaptado.
Outras instituições adotam medidas semelhantes, como o King's College Hospital, no Reino Unido, que inaugurou uma unidade de terapia intensiva na cobertura onde pacientes conectados a fontes de energia e oxigênio podem permanecer ao ar livre.

Considerando a ortografia oficial, especialmente o emprego de letras e dígrafos e o uso de maiúsculas e minúsculas no trecho apresentado, analise as assertivas a seguir.

I.Em "instituições", o emprego de "ç" está de acordo com a escrita da palavra, e essa letra apresenta valor sonoro associado ao de "s".
II.Em "semelhantes", a sequência "lh" constitui encontro consonantal, pois cada uma das duas letras conserva um som próprio na pronúncia da palavra.
III.Em "oxigênio", a letra "x" apresenta o mesmo valor sonoro encontrado no início de "xícara", ainda que ocupe posição diferente nas duas palavras.
IV.Em "Reino Unido", as letras iniciais maiúsculas estão associadas ao emprego de um nome próprio.

Assinale a alternativa correta em relação à ortografia.
Alternativas
Q4394016 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que a natureza nos faz sentir mais calmos?


A conexão com ambientes naturais proporciona diversos benefícios à saúde, abrangendo desde a redução da ansiedade e da depressão até a diminuição da pressão arterial. Pessoas relatam sentir-se melhor após um passeio ao ar livre, o que levanta questionamentos sobre a origem dessa afinidade com o meio ambiente e se todos podem colher os mesmos resultados.

Os impactos positivos da natureza em ambientes de saúde são observados há décadas. Na década de 1980, uma pesquisa constatou que pacientes submetidos à cirurgia de vesícula recebiam alta, em média, quase um dia antes caso pudessem ver árvores através da janela do quarto. Aqueles que tinham vista para uma parede de tijolos demandavam analgésicos mais fortes e recebiam mais observações negativas da equipe de enfermagem. Atualmente, hospitais e centros médicos expandem essa abordagem. A organização beneficente Maggie's mantém centros de bem-estar no Reino Unido, em Hong Kong e no Japão. O psicólogo clínico Robin Muir, diretor da unidade de Manchester, na Inglaterra, relatou que o prédio é cercado por um jardim de trezentos e sessenta graus com janelas que vão do chão ao teto para trazer a natureza para dentro do ambiente. Ele explicou que as cidades muitas vezes carecem de áreas verdes e que, para alguém em tratamento contra o câncer, o contato com o jardim e a natureza exerce um papel terapêutico. Outras instituições adotam medidas semelhantes, como o King's College Hospital, no Reino Unido, que inaugurou uma unidade de terapia intensiva na cobertura onde pacientes conectados a fontes de energia e oxigênio podem permanecer ao ar livre. Além da área médica, um estudo realizado na Snake River Correctional Institution, no Oregon, demonstrou que detentos que assistiam a vídeos sobre a natureza de três a quatro vezes por semana cometiam vinte e seis por cento menos infrações violentas ao longo de um ano.

A explicação para tais efeitos fundamenta-se em diferentes correntes científicas. A hipótese da biofilia defende que os seres humanos possuem um impulso inato de estar próximos à natureza, derivado da evolução de nossos ancestrais em ambientes selvagens. Na década de 1980, o biólogo Edward O. Wilson sugeriu que esse impulso estaria codificado nos genes. Embora pesquisas com gêmeos indiquem um componente genético, ainda não foi identificado um gene específico associado ao amor pela natureza. Contudo, cientistas formulam teorias sobre como o tempo passado no meio natural afeta os sistemas fisiológico e cognitivo.

O professor associado e diretor do laboratório de meio ambiente e bem-estar da Universidade de Washington, Gregory Bratman, destaca duas teorias principais. A primeira é a hipótese da redução do estresse, que sustenta que ambientes naturais desencadeiam alterações fisiológicas responsáveis por diminuir o estresse mediante a ativação do sistema nervoso parassimpático, associado a respostas como a redução da frequência cardíaca. Segundo Bratman, o contato com a natureza auxilia na preparação para eventos estressantes, na neutralização de reações no momento em que ocorrem e na recuperação posterior. A segunda vertente é a teoria da restauração da atenção, que aponta que a natureza fortalece a capacidade de ignorar distrações e focar na chamada atenção direcionada. Bratman explica que os espaços urbanos sobrecarregam e esgotam essa atenção direcionada devido à necessidade constante de desviar de carros, trânsito e ruídos. Em contrapartida, ambientes naturais estimulam a atenção indireta, caracterizada pelo sentimento de estar em outro lugar e em sintonia com o ambiente, permitindo que a atenção direcionada se recupere. Em suas pesquisas, Bratman observou melhorias na memória de trabalho em pessoas que caminharam na natureza por cinquenta minutos em comparação com aquelas que caminharam em áreas urbanas. Os participantes do grupo que esteve no meio natural apresentaram redução em indicadores como ansiedade e obtiveram desempenho superior em um teste de memorização de letras e resolução de equações simultâneas, lembrando, em média, de nove a dez letras a mais. Já o desempenho dos caminhantes do ambiente urbano permaneceu inalterado. Para o pesquisador, a redução do estresse e a restauração da atenção não são teorias mutuamente exclusivas, podendo atuar de forma conjunta.

Apesar dos benefícios gerais, a experiência com a natureza varia entre os indivíduos. Em um estudo japonês que comparou jovens em florestas e em ambientes urbanos, a maioria dos que ficaram na floresta apresentaram aumento na atividade do sistema nervoso parassimpático, enquanto os outros apresentaram redução. Diante disso, pesquisadores investigam como diferentes tipos de ambientes naturais impactam diferentes pessoas. Em um experimento realizado em El Paso, no Texas, participantes submetidos a uma situação estressante foram expostos a três cenários em realidade virtual: uma paisagem verde, uma paisagem desértica e um ambiente de escritório como grupo de controle. A hipótese inicial previa que o ambiente verde traria mais benefícios com base na teoria psicoevolutiva de redução do estresse, segundo a qual vegetações ativam o sistema de repouso por sinalizar a presença de água, presas e visibilidade de predadores. Contudo, o ambiente desértico promoveu a recuperação do estresse em nível semelhante, o que surpreendeu a equipe.

O avanço das pesquisas indica que o contato com a natureza beneficia a saúde da população em geral. Diante do dado de que a maior parte da população mundial reside em vilas e cidades, segundo a Organização das Nações Unidas, Bratman ressalta a necessidade de planejar o acesso a áreas verdes para todos, sobretudo para as crianças em pátios escolares e bairros. O especialista conclui que, embora os efeitos diários no humor possam parecer pequenos, a exposição repetida ao longo de dias, semanas, meses ou anos acumula-se e gera transformações profundas no bem-estar ao longo do tempo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4gv2jey3dqo.adaptado.
Os participantes do grupo que esteve no meio natural apresentaram redução em indicadores como ansiedade e obtiveram desempenho superior em um teste de memorização de letras e resolução de equações simultâneas, lembrando, em média, de nove a dez letras a mais.

Considerando as relações de concordância verbal e nominal presentes no trecho, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4394015 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que a natureza nos faz sentir mais calmos?


A conexão com ambientes naturais proporciona diversos benefícios à saúde, abrangendo desde a redução da ansiedade e da depressão até a diminuição da pressão arterial. Pessoas relatam sentir-se melhor após um passeio ao ar livre, o que levanta questionamentos sobre a origem dessa afinidade com o meio ambiente e se todos podem colher os mesmos resultados.

Os impactos positivos da natureza em ambientes de saúde são observados há décadas. Na década de 1980, uma pesquisa constatou que pacientes submetidos à cirurgia de vesícula recebiam alta, em média, quase um dia antes caso pudessem ver árvores através da janela do quarto. Aqueles que tinham vista para uma parede de tijolos demandavam analgésicos mais fortes e recebiam mais observações negativas da equipe de enfermagem. Atualmente, hospitais e centros médicos expandem essa abordagem. A organização beneficente Maggie's mantém centros de bem-estar no Reino Unido, em Hong Kong e no Japão. O psicólogo clínico Robin Muir, diretor da unidade de Manchester, na Inglaterra, relatou que o prédio é cercado por um jardim de trezentos e sessenta graus com janelas que vão do chão ao teto para trazer a natureza para dentro do ambiente. Ele explicou que as cidades muitas vezes carecem de áreas verdes e que, para alguém em tratamento contra o câncer, o contato com o jardim e a natureza exerce um papel terapêutico. Outras instituições adotam medidas semelhantes, como o King's College Hospital, no Reino Unido, que inaugurou uma unidade de terapia intensiva na cobertura onde pacientes conectados a fontes de energia e oxigênio podem permanecer ao ar livre. Além da área médica, um estudo realizado na Snake River Correctional Institution, no Oregon, demonstrou que detentos que assistiam a vídeos sobre a natureza de três a quatro vezes por semana cometiam vinte e seis por cento menos infrações violentas ao longo de um ano.

A explicação para tais efeitos fundamenta-se em diferentes correntes científicas. A hipótese da biofilia defende que os seres humanos possuem um impulso inato de estar próximos à natureza, derivado da evolução de nossos ancestrais em ambientes selvagens. Na década de 1980, o biólogo Edward O. Wilson sugeriu que esse impulso estaria codificado nos genes. Embora pesquisas com gêmeos indiquem um componente genético, ainda não foi identificado um gene específico associado ao amor pela natureza. Contudo, cientistas formulam teorias sobre como o tempo passado no meio natural afeta os sistemas fisiológico e cognitivo.

O professor associado e diretor do laboratório de meio ambiente e bem-estar da Universidade de Washington, Gregory Bratman, destaca duas teorias principais. A primeira é a hipótese da redução do estresse, que sustenta que ambientes naturais desencadeiam alterações fisiológicas responsáveis por diminuir o estresse mediante a ativação do sistema nervoso parassimpático, associado a respostas como a redução da frequência cardíaca. Segundo Bratman, o contato com a natureza auxilia na preparação para eventos estressantes, na neutralização de reações no momento em que ocorrem e na recuperação posterior. A segunda vertente é a teoria da restauração da atenção, que aponta que a natureza fortalece a capacidade de ignorar distrações e focar na chamada atenção direcionada. Bratman explica que os espaços urbanos sobrecarregam e esgotam essa atenção direcionada devido à necessidade constante de desviar de carros, trânsito e ruídos. Em contrapartida, ambientes naturais estimulam a atenção indireta, caracterizada pelo sentimento de estar em outro lugar e em sintonia com o ambiente, permitindo que a atenção direcionada se recupere. Em suas pesquisas, Bratman observou melhorias na memória de trabalho em pessoas que caminharam na natureza por cinquenta minutos em comparação com aquelas que caminharam em áreas urbanas. Os participantes do grupo que esteve no meio natural apresentaram redução em indicadores como ansiedade e obtiveram desempenho superior em um teste de memorização de letras e resolução de equações simultâneas, lembrando, em média, de nove a dez letras a mais. Já o desempenho dos caminhantes do ambiente urbano permaneceu inalterado. Para o pesquisador, a redução do estresse e a restauração da atenção não são teorias mutuamente exclusivas, podendo atuar de forma conjunta.

Apesar dos benefícios gerais, a experiência com a natureza varia entre os indivíduos. Em um estudo japonês que comparou jovens em florestas e em ambientes urbanos, a maioria dos que ficaram na floresta apresentaram aumento na atividade do sistema nervoso parassimpático, enquanto os outros apresentaram redução. Diante disso, pesquisadores investigam como diferentes tipos de ambientes naturais impactam diferentes pessoas. Em um experimento realizado em El Paso, no Texas, participantes submetidos a uma situação estressante foram expostos a três cenários em realidade virtual: uma paisagem verde, uma paisagem desértica e um ambiente de escritório como grupo de controle. A hipótese inicial previa que o ambiente verde traria mais benefícios com base na teoria psicoevolutiva de redução do estresse, segundo a qual vegetações ativam o sistema de repouso por sinalizar a presença de água, presas e visibilidade de predadores. Contudo, o ambiente desértico promoveu a recuperação do estresse em nível semelhante, o que surpreendeu a equipe.

O avanço das pesquisas indica que o contato com a natureza beneficia a saúde da população em geral. Diante do dado de que a maior parte da população mundial reside em vilas e cidades, segundo a Organização das Nações Unidas, Bratman ressalta a necessidade de planejar o acesso a áreas verdes para todos, sobretudo para as crianças em pátios escolares e bairros. O especialista conclui que, embora os efeitos diários no humor possam parecer pequenos, a exposição repetida ao longo de dias, semanas, meses ou anos acumula-se e gera transformações profundas no bem-estar ao longo do tempo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4gv2jey3dqo.adaptado.
Segundo Bratman, o contato com a natureza auxilia na preparação para eventos estressantes, na neutralização de reações no momento em que ocorrem e na recuperação posterior.

Considerando o emprego da pontuação e a organização das informações no trecho apresentado, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4394014 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que a natureza nos faz sentir mais calmos?


A conexão com ambientes naturais proporciona diversos benefícios à saúde, abrangendo desde a redução da ansiedade e da depressão até a diminuição da pressão arterial. Pessoas relatam sentir-se melhor após um passeio ao ar livre, o que levanta questionamentos sobre a origem dessa afinidade com o meio ambiente e se todos podem colher os mesmos resultados.

Os impactos positivos da natureza em ambientes de saúde são observados há décadas. Na década de 1980, uma pesquisa constatou que pacientes submetidos à cirurgia de vesícula recebiam alta, em média, quase um dia antes caso pudessem ver árvores através da janela do quarto. Aqueles que tinham vista para uma parede de tijolos demandavam analgésicos mais fortes e recebiam mais observações negativas da equipe de enfermagem. Atualmente, hospitais e centros médicos expandem essa abordagem. A organização beneficente Maggie's mantém centros de bem-estar no Reino Unido, em Hong Kong e no Japão. O psicólogo clínico Robin Muir, diretor da unidade de Manchester, na Inglaterra, relatou que o prédio é cercado por um jardim de trezentos e sessenta graus com janelas que vão do chão ao teto para trazer a natureza para dentro do ambiente. Ele explicou que as cidades muitas vezes carecem de áreas verdes e que, para alguém em tratamento contra o câncer, o contato com o jardim e a natureza exerce um papel terapêutico. Outras instituições adotam medidas semelhantes, como o King's College Hospital, no Reino Unido, que inaugurou uma unidade de terapia intensiva na cobertura onde pacientes conectados a fontes de energia e oxigênio podem permanecer ao ar livre. Além da área médica, um estudo realizado na Snake River Correctional Institution, no Oregon, demonstrou que detentos que assistiam a vídeos sobre a natureza de três a quatro vezes por semana cometiam vinte e seis por cento menos infrações violentas ao longo de um ano.

A explicação para tais efeitos fundamenta-se em diferentes correntes científicas. A hipótese da biofilia defende que os seres humanos possuem um impulso inato de estar próximos à natureza, derivado da evolução de nossos ancestrais em ambientes selvagens. Na década de 1980, o biólogo Edward O. Wilson sugeriu que esse impulso estaria codificado nos genes. Embora pesquisas com gêmeos indiquem um componente genético, ainda não foi identificado um gene específico associado ao amor pela natureza. Contudo, cientistas formulam teorias sobre como o tempo passado no meio natural afeta os sistemas fisiológico e cognitivo.

O professor associado e diretor do laboratório de meio ambiente e bem-estar da Universidade de Washington, Gregory Bratman, destaca duas teorias principais. A primeira é a hipótese da redução do estresse, que sustenta que ambientes naturais desencadeiam alterações fisiológicas responsáveis por diminuir o estresse mediante a ativação do sistema nervoso parassimpático, associado a respostas como a redução da frequência cardíaca. Segundo Bratman, o contato com a natureza auxilia na preparação para eventos estressantes, na neutralização de reações no momento em que ocorrem e na recuperação posterior. A segunda vertente é a teoria da restauração da atenção, que aponta que a natureza fortalece a capacidade de ignorar distrações e focar na chamada atenção direcionada. Bratman explica que os espaços urbanos sobrecarregam e esgotam essa atenção direcionada devido à necessidade constante de desviar de carros, trânsito e ruídos. Em contrapartida, ambientes naturais estimulam a atenção indireta, caracterizada pelo sentimento de estar em outro lugar e em sintonia com o ambiente, permitindo que a atenção direcionada se recupere. Em suas pesquisas, Bratman observou melhorias na memória de trabalho em pessoas que caminharam na natureza por cinquenta minutos em comparação com aquelas que caminharam em áreas urbanas. Os participantes do grupo que esteve no meio natural apresentaram redução em indicadores como ansiedade e obtiveram desempenho superior em um teste de memorização de letras e resolução de equações simultâneas, lembrando, em média, de nove a dez letras a mais. Já o desempenho dos caminhantes do ambiente urbano permaneceu inalterado. Para o pesquisador, a redução do estresse e a restauração da atenção não são teorias mutuamente exclusivas, podendo atuar de forma conjunta.

Apesar dos benefícios gerais, a experiência com a natureza varia entre os indivíduos. Em um estudo japonês que comparou jovens em florestas e em ambientes urbanos, a maioria dos que ficaram na floresta apresentaram aumento na atividade do sistema nervoso parassimpático, enquanto os outros apresentaram redução. Diante disso, pesquisadores investigam como diferentes tipos de ambientes naturais impactam diferentes pessoas. Em um experimento realizado em El Paso, no Texas, participantes submetidos a uma situação estressante foram expostos a três cenários em realidade virtual: uma paisagem verde, uma paisagem desértica e um ambiente de escritório como grupo de controle. A hipótese inicial previa que o ambiente verde traria mais benefícios com base na teoria psicoevolutiva de redução do estresse, segundo a qual vegetações ativam o sistema de repouso por sinalizar a presença de água, presas e visibilidade de predadores. Contudo, o ambiente desértico promoveu a recuperação do estresse em nível semelhante, o que surpreendeu a equipe.

O avanço das pesquisas indica que o contato com a natureza beneficia a saúde da população em geral. Diante do dado de que a maior parte da população mundial reside em vilas e cidades, segundo a Organização das Nações Unidas, Bratman ressalta a necessidade de planejar o acesso a áreas verdes para todos, sobretudo para as crianças em pátios escolares e bairros. O especialista conclui que, embora os efeitos diários no humor possam parecer pequenos, a exposição repetida ao longo de dias, semanas, meses ou anos acumula-se e gera transformações profundas no bem-estar ao longo do tempo.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4gv2jey3dqo.adaptado.
O desempenho dos caminhantes do ambiente urbano permaneceu inalterado.
Considerando as relações de sinonímia, antonímia e sentido das palavras e expressões no contexto apresentado, associe a Coluna 1 à Coluna 2.

Coluna 1

1.Permaneceu
2.Inalterado
3.Permaneceu inalterado
4.Alterado

Coluna 2

(__)Expressa, no contexto, sentido equivalente a "continuou".
(__)Apresenta sentido oposto ao de "inalterado".
(__)Indica, no contexto, que o desempenho continuou no mesmo estado.
(__)Apresenta sentido equivalente a "não modificado".

Assinale a alternativa com a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q4394013 Segurança e Transporte
O motorista especializado acompanha o carregamento de material do almoxarifado central em caminhão com carroceria sider. A carga é fracionada, disposta em paletes de dimensões variadas, e será distribuída em três unidades administrativas ao longo do itinerário urbano. Sobre a acomodação e a amarração dessa carga, julgue as afirmativas a seguir em verdadeiras (V) ou falsas (F).

(__)O aperto excessivo das cintas melhora a fixação do conjunto e protege os volumes situados nas camadas inferiores.
(__)A amarração da carga é dispensável nos carregamentos fracionados de materiais leves, por oferecerem baixo risco de deslocamento dos volumes.
(__)Paletes de alturas diferentes dispostos lado a lado favorecem avarias na carga pela ação das cintas.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q4394009 Segurança e Transporte
Em viagem a serviço, o motorista especializado percebe que o ponteiro do indicador de temperatura entrou na faixa vermelha. Ele encosta o veículo em local seguro e sinalizado e faz a verificação externa: a correia do ventilador está íntegra e há líquido de arrefecimento no reservatório, sem indício de perda total. Nessa situação, o procedimento adequado do condutor consiste em:
Alternativas
Q4394006 Segurança e Saúde no Trabalho
O motorista especializado conduz caminhão-tanque com óleo diesel destinado ao abastecimento da frota da secretaria de obras. Ao estacionar no pátio, ainda dentro da cabine, percebe gotejamento contínuo na conexão de descarga, com formação de poça no solo e forte odor de combustível. Não há vítimas, o pátio tem circulação de servidores e o kit de emergência está completo no veículo. Com base no caso apresentado, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4394002 Segurança e Transporte
Ao conduzir um caminhão carregado em rodovia, o motorista especializado avista um obstáculo sobre a pista e precisa parar o conjunto. O espaço percorrido pelo veículo desde o momento em que o condutor percebe o perigo até o instante em que efetivamente aciona o pedal do freio corresponde à distância de ___________, ao passo que o espaço percorrido desde o acionamento do freio até a imobilização total do veículo corresponde à distância de ___________.

As lacunas são preenchidas, na ordem em que aparecem, por:
Alternativas
Q4394000 Segurança e Transporte
Ao conferir os equipamentos obrigatórios do caminhão antes da saída, o motorista especializado verifica a pressão, os lacres e os selos de validade do extintor de incêndio. O encarregado aproveita a conferência para revisar com a equipe a que tipo de material corresponde cada classe de incêndio.
Associe as colunas abaixo, relacionando as classes de incêndio aos materiais que as caracterizam.

Coluna I

1.Classe A.
2.Classe B.
3.Classe C.

Coluna II

(__)Materiais sólidos, como papel, madeira, borracha e plástico.
(__)Equipamentos elétricos energizados, como quadros e motores.
(__)Líquidos inflamáveis, como combustíveis, graxa e óleo.

A sequência correta, de cima para baixo, é
Alternativas
Q4393995 Segurança e Transporte
Ao final da jornada, o motorista especializado recolhe o conjunto ao pátio da garagem municipal e recebe a ordem de desengatar o semirreboque para que a unidade tratora seja utilizada em outra operação. O piso do pátio é plano e o equipamento encontra-se descarregado. Considere as etapas a seguir.

I.Manivelar os pés de apoio até que toquem o solo.
II.Garantir que o freio estacionário da unidade tratora esteja travado.
III.Desconectar as mangueiras e os chicotes elétrico e do ABS.
IV.Calçar o equipamento.

A sequência correta das etapas, do início ao fim do procedimento, é:
Alternativas
Q4393603 Engenharia Ambiental e Sanitária
A equipe multidisciplinar responsável pelo Estudo de Impacto Ambiental de um contorno rodoviário municipal confrontou as alternativas tecnológicas e de localização com a hipótese de não execução, avaliou os impactos das fases de implantação e operação e delimitou a área de influência considerando a bacia hidrográfica. Diante do exposto, com base nas diretrizes gerais para elaboração desse estudo, assinale a alternativa que aponta corretamente a diretriz ainda pendente:
Alternativas
Q4393599 Engenharia Ambiental e Sanitária
A fiscalização de uma obra pública de reforma identifica, no canteiro, volume expressivo de placas de gesso acartonado retiradas de forros e divisórias internas. Portanto, de acordo com a Resolução CONAMA nº 307/2002, assinale a alternativa que indica corretamente a destinação exigida para esse resíduo, após a triagem:
Alternativas
Q4393311 Saúde Pública
O plano de biossegurança de uma creche municipal descreve a rotina semanal de tratamento dos brinquedos do berçário. Complete as lacunas do texto a seguir.

Na rotina de higienização do berçário, os brinquedos de superfície lisa e não porosa passam primeiro por ___________ e, na sequência, por ___________, processo que atua sobre a forma vegetativa dos microrganismos; já os brinquedos de tecido e de pelúcia seguem para ___________, por não suportarem a imersão prolongada em soluções químicas.

Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto:
Alternativas
Q4393310 Pedagogia
Uma auxiliar de creche e pré-escola recebeu a incumbência de confeccionar chocalhos sensoriais para uma turma de crianças bem pequenas, utilizando garrafas plásticas transparentes preenchidas com sementes de diferentes tamanhos. O material integrará a prateleira baixa da sala, de onde as crianças retiram os objetos por iniciativa própria ao longo do dia. A servidora deve observar, na confecção e na conservação do recurso, as regras de segurança no atendimento às crianças e o uso racional dos materiais. Assinale a alternativa que indica o procedimento adequado nessa confecção e conservação:
Alternativas
Q4393309 Pedagogia
No berçário de uma creche municipal, um servidor inicia a troca de fralda de um lactente e percebe, com a criança já deitada, que os lenços umedecidos e a fralda limpa permaneceram no armário, do outro lado da sala. O trocador tem cerca de um metro de altura e não dispõe de contenção lateral. Nesse instante, outra criança chora no colchonete próximo, e há uma colega de equipe na sala. Com base na situação apresentada e nos fundamentos de higiene e asseio infantil, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4393308 Pedagogia
No berçário de uma unidade da rede municipal, a equipe discute a montagem do espaço para bebês de até um ano e meio. Avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.

No trabalho com bebês, a organização do espaço deve favorecer o deslocamento livre no chão, com superfícies firmes, apoios estáveis e objetos ao alcance das mãos.

PORQUE

A conquista da postura sentada, do engatinhar e da marcha decorre da exploração motora autônoma, que também sustenta as aquisições cognitivas e de linguagem nessa fase.

A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Respostas
61: B
62: C
63: B
64: B
65: D
66: B
67: D
68: B
69: C
70: C
71: D
72: B
73: D
74: D
75: C
76: D
77: D
78: D
79: B
80: B