Foram encontradas 19.825 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3704095 Matemática
Um grupo de 5 amigos ganhou um prêmio de R$ 6.000,00 em uma rifa. Eles decidiram fazer uma doação de 1/3 do valor para uma instituição de caridade e o restante vão dividir em partes iguais. Com base nestas informações, é correto afirmar que cada um dos amigos recebeu a importância de:
Alternativas
Q3704094 Matemática
Seu Armando realizou um serviço de alinhamento nos pneus do seu carro. Ao realizar o pagamento, foi informado que se a forma de pagamento for pix ele obteria um desconto de 10%. Se esta foi a opção escolhida por Seu Armando e antes do desconto o valor a pagar era de R$ 180,00, o valor que foi pago por ele corresponde a:
Alternativas
Q3704092 Português
Justiça nega nome africano composto de bebê Tumi Mboup em BH


    A Justiça de Minas Gerais negou o registro do nome africano composto da bebê Tumi Mboup, após pedido feito pelos pais, em Belo Horizonte. Em decisão publicada nesta terça-feira (30), a juíza de direito Daniela Bertolini Rosa Coelho autorizou apenas o registro de Tumi, mas negou o nome Mboup.

    O caso foi parar na Justiça depois que cartórios da capital mineira negaram, na semana passada, a escolha do nome composto feita pela historiadora Kelly Cristina da Silva e o sociólogo Fábio Rodrigo Tavares, pais da menina, como representação da identidade africana da família.

    No momento do registro, os cartórios alegaram que Mboup é um sobrenome senegalês e, pela legislação brasileira, não pode ser registrado sem a comprovação de parentesco direto. Diante do impasse, os pais acionaram a Vara de Registros Públicos da Comarca de Belo Horizonte.

    Ao analisar o caso nesta terça-feira (29), a juíza Daniela Coelho usou outros argumentos para negar o registro do nome composto Tumi Mboup. Segundo ela, é "direito da família se identificar com a cultura ancestral dos pais e a escolha de nomes vinculados à herança cultural africana", porém, destacou que é "necessário garantir que o registro seja claro e compreensível, tanto para fins administrativos quanto para a própria vida social do indivíduo".

    No caso de Tumi, a juíza entendeu que a escolha "não afronta a moral, os bons costumes ou a segurança jurídica, tratando-se de expressão linguística com origem cultural", apesar de pouco convencional. Por outro lado, ao considerar Mboup, a magistrada aponta "dificuldade de fonética do nome, que apresenta peculiaridades que podem dificultar sua pronúncia no contexto brasileiro, ocasionando problemas administrativos e de identificação".

    Além disso, a juíza afirmou que Mboup não deixa claro se é "um prenome ou sobrenome, o que gera confusão, considerando a estrutura tradicional de nomes adotada no ordenamento jurídico". Por isso, ela negou o segundo registro.


Fonte: https://cbn.globo.com/brasil/noticia/2025/09/30/justica-nega-nome-africano 
Assinale a alternativa correta, com todas as modificações necessárias se passarmos o pronome ela para o plural no período: Por isso, ela negou o segundo registro.
Alternativas
Q3704091 Português
Justiça nega nome africano composto de bebê Tumi Mboup em BH


    A Justiça de Minas Gerais negou o registro do nome africano composto da bebê Tumi Mboup, após pedido feito pelos pais, em Belo Horizonte. Em decisão publicada nesta terça-feira (30), a juíza de direito Daniela Bertolini Rosa Coelho autorizou apenas o registro de Tumi, mas negou o nome Mboup.

    O caso foi parar na Justiça depois que cartórios da capital mineira negaram, na semana passada, a escolha do nome composto feita pela historiadora Kelly Cristina da Silva e o sociólogo Fábio Rodrigo Tavares, pais da menina, como representação da identidade africana da família.

    No momento do registro, os cartórios alegaram que Mboup é um sobrenome senegalês e, pela legislação brasileira, não pode ser registrado sem a comprovação de parentesco direto. Diante do impasse, os pais acionaram a Vara de Registros Públicos da Comarca de Belo Horizonte.

    Ao analisar o caso nesta terça-feira (29), a juíza Daniela Coelho usou outros argumentos para negar o registro do nome composto Tumi Mboup. Segundo ela, é "direito da família se identificar com a cultura ancestral dos pais e a escolha de nomes vinculados à herança cultural africana", porém, destacou que é "necessário garantir que o registro seja claro e compreensível, tanto para fins administrativos quanto para a própria vida social do indivíduo".

    No caso de Tumi, a juíza entendeu que a escolha "não afronta a moral, os bons costumes ou a segurança jurídica, tratando-se de expressão linguística com origem cultural", apesar de pouco convencional. Por outro lado, ao considerar Mboup, a magistrada aponta "dificuldade de fonética do nome, que apresenta peculiaridades que podem dificultar sua pronúncia no contexto brasileiro, ocasionando problemas administrativos e de identificação".

    Além disso, a juíza afirmou que Mboup não deixa claro se é "um prenome ou sobrenome, o que gera confusão, considerando a estrutura tradicional de nomes adotada no ordenamento jurídico". Por isso, ela negou o segundo registro.


Fonte: https://cbn.globo.com/brasil/noticia/2025/09/30/justica-nega-nome-africano 
Assinale a alternativa que apresente termo que possa substituir o termo em destaque no período, mantendo as mesmas relações de sentido no texto: Em decisão publicada nesta terça-feira (30), a juíza de direito Daniela Bertolini Rosa Coelho autorizou apenas o registro de Tumi, mas negou o nome Mboup.
Alternativas
Q3704090 Português
Justiça nega nome africano composto de bebê Tumi Mboup em BH


    A Justiça de Minas Gerais negou o registro do nome africano composto da bebê Tumi Mboup, após pedido feito pelos pais, em Belo Horizonte. Em decisão publicada nesta terça-feira (30), a juíza de direito Daniela Bertolini Rosa Coelho autorizou apenas o registro de Tumi, mas negou o nome Mboup.

    O caso foi parar na Justiça depois que cartórios da capital mineira negaram, na semana passada, a escolha do nome composto feita pela historiadora Kelly Cristina da Silva e o sociólogo Fábio Rodrigo Tavares, pais da menina, como representação da identidade africana da família.

    No momento do registro, os cartórios alegaram que Mboup é um sobrenome senegalês e, pela legislação brasileira, não pode ser registrado sem a comprovação de parentesco direto. Diante do impasse, os pais acionaram a Vara de Registros Públicos da Comarca de Belo Horizonte.

    Ao analisar o caso nesta terça-feira (29), a juíza Daniela Coelho usou outros argumentos para negar o registro do nome composto Tumi Mboup. Segundo ela, é "direito da família se identificar com a cultura ancestral dos pais e a escolha de nomes vinculados à herança cultural africana", porém, destacou que é "necessário garantir que o registro seja claro e compreensível, tanto para fins administrativos quanto para a própria vida social do indivíduo".

    No caso de Tumi, a juíza entendeu que a escolha "não afronta a moral, os bons costumes ou a segurança jurídica, tratando-se de expressão linguística com origem cultural", apesar de pouco convencional. Por outro lado, ao considerar Mboup, a magistrada aponta "dificuldade de fonética do nome, que apresenta peculiaridades que podem dificultar sua pronúncia no contexto brasileiro, ocasionando problemas administrativos e de identificação".

    Além disso, a juíza afirmou que Mboup não deixa claro se é "um prenome ou sobrenome, o que gera confusão, considerando a estrutura tradicional de nomes adotada no ordenamento jurídico". Por isso, ela negou o segundo registro.


Fonte: https://cbn.globo.com/brasil/noticia/2025/09/30/justica-nega-nome-africano 
Assinale a alternativa cuja letra s no final da palavra NÃO represente o seu plural: 
Alternativas
Q3704089 Português
Justiça nega nome africano composto de bebê Tumi Mboup em BH


    A Justiça de Minas Gerais negou o registro do nome africano composto da bebê Tumi Mboup, após pedido feito pelos pais, em Belo Horizonte. Em decisão publicada nesta terça-feira (30), a juíza de direito Daniela Bertolini Rosa Coelho autorizou apenas o registro de Tumi, mas negou o nome Mboup.

    O caso foi parar na Justiça depois que cartórios da capital mineira negaram, na semana passada, a escolha do nome composto feita pela historiadora Kelly Cristina da Silva e o sociólogo Fábio Rodrigo Tavares, pais da menina, como representação da identidade africana da família.

    No momento do registro, os cartórios alegaram que Mboup é um sobrenome senegalês e, pela legislação brasileira, não pode ser registrado sem a comprovação de parentesco direto. Diante do impasse, os pais acionaram a Vara de Registros Públicos da Comarca de Belo Horizonte.

    Ao analisar o caso nesta terça-feira (29), a juíza Daniela Coelho usou outros argumentos para negar o registro do nome composto Tumi Mboup. Segundo ela, é "direito da família se identificar com a cultura ancestral dos pais e a escolha de nomes vinculados à herança cultural africana", porém, destacou que é "necessário garantir que o registro seja claro e compreensível, tanto para fins administrativos quanto para a própria vida social do indivíduo".

    No caso de Tumi, a juíza entendeu que a escolha "não afronta a moral, os bons costumes ou a segurança jurídica, tratando-se de expressão linguística com origem cultural", apesar de pouco convencional. Por outro lado, ao considerar Mboup, a magistrada aponta "dificuldade de fonética do nome, que apresenta peculiaridades que podem dificultar sua pronúncia no contexto brasileiro, ocasionando problemas administrativos e de identificação".

    Além disso, a juíza afirmou que Mboup não deixa claro se é "um prenome ou sobrenome, o que gera confusão, considerando a estrutura tradicional de nomes adotada no ordenamento jurídico". Por isso, ela negou o segundo registro.


Fonte: https://cbn.globo.com/brasil/noticia/2025/09/30/justica-nega-nome-africano 
As palavras escolha e africana possuem, respectivamente: 
Alternativas
Q3704088 Português
Justiça nega nome africano composto de bebê Tumi Mboup em BH


    A Justiça de Minas Gerais negou o registro do nome africano composto da bebê Tumi Mboup, após pedido feito pelos pais, em Belo Horizonte. Em decisão publicada nesta terça-feira (30), a juíza de direito Daniela Bertolini Rosa Coelho autorizou apenas o registro de Tumi, mas negou o nome Mboup.

    O caso foi parar na Justiça depois que cartórios da capital mineira negaram, na semana passada, a escolha do nome composto feita pela historiadora Kelly Cristina da Silva e o sociólogo Fábio Rodrigo Tavares, pais da menina, como representação da identidade africana da família.

    No momento do registro, os cartórios alegaram que Mboup é um sobrenome senegalês e, pela legislação brasileira, não pode ser registrado sem a comprovação de parentesco direto. Diante do impasse, os pais acionaram a Vara de Registros Públicos da Comarca de Belo Horizonte.

    Ao analisar o caso nesta terça-feira (29), a juíza Daniela Coelho usou outros argumentos para negar o registro do nome composto Tumi Mboup. Segundo ela, é "direito da família se identificar com a cultura ancestral dos pais e a escolha de nomes vinculados à herança cultural africana", porém, destacou que é "necessário garantir que o registro seja claro e compreensível, tanto para fins administrativos quanto para a própria vida social do indivíduo".

    No caso de Tumi, a juíza entendeu que a escolha "não afronta a moral, os bons costumes ou a segurança jurídica, tratando-se de expressão linguística com origem cultural", apesar de pouco convencional. Por outro lado, ao considerar Mboup, a magistrada aponta "dificuldade de fonética do nome, que apresenta peculiaridades que podem dificultar sua pronúncia no contexto brasileiro, ocasionando problemas administrativos e de identificação".

    Além disso, a juíza afirmou que Mboup não deixa claro se é "um prenome ou sobrenome, o que gera confusão, considerando a estrutura tradicional de nomes adotada no ordenamento jurídico". Por isso, ela negou o segundo registro.


Fonte: https://cbn.globo.com/brasil/noticia/2025/09/30/justica-nega-nome-africano 
Assinale a alternativa que apresente o referente no texto do termo em destaque no período: Segundo ela, é "direito da família se identificar com a cultura ancestral dos pais e a escolha de nomes vinculados à herança cultural africana", porém, destacou que é "necessário garantir que o registro seja claro e compreensível, tanto para fins administrativos quanto para a própria vida social do indivíduo".
Alternativas
Q3704085 Edificações
São equipamentos de uso individual que devem ser utilizados pelo pedreiro em um canteiro de obras no transporte de materiais, exceto:
Alternativas
Q3704081 Conhecimentos de Serviços Gerais
Não é uma ferramenta utilizada no assentamento de tijolos:
Alternativas
Q3704075 Edificações
A mangueira de nível não pode ser utilizada em qual situação a seguir?
Alternativas
Q3704072 Legislação dos Municípios do Estado do Paraná
A Lei nº 2626/2024, além de regras e deveres, também reconhece uma data especial para homenagear os trabalhadores da Prefeitura. Nesse dia, é comum que seja decretado ponto facultativo nas repartições públicas. Conforme o Art. 162, em que dia é comemorado o "Dia do Servidor Público"?
Alternativas
Q3704071 Direito do Trabalho
A Lei nº 2626/2024 define os direitos dos servidores. Um desses direitos é o pagamento extra pelo exercício de atividades que colocam a saúde do trabalhador em risco como compensação pelo risco enfrentado no dia a dia de trabalho. De acordo com o Art. 47, qual o nome do adicional pago para quem trabalha em local com risco à saúde?
Alternativas
Q3704070 Jornalismo
Em 2024, aos 97 anos de idade, faleceu o responsável por uma das vozes mais conhecidas do telejornalismo brasileiro. Após ser o âncora do Jornal Nacional por quase 30 anos, marcou sua voz em locuções da bíblia em plataformas digitais. Qual das alternativas abaixo se refere a essa pessoa?
Alternativas
Q3704069 História e Geografia de Estados e Municípios
A construção civil é historicamente um dos setores que mais gera empregos no Brasil. Atualmente, a empresa remanescente de uma das maiores empreiteiras que já existiu no Brasil é responsável pela construção da ponte de Guaratuba, no Paraná. Qual das alternativas abaixo se refere a essa empresa?
Alternativas
Q3704068 Atualidades
Ano passado, a história de vida de um dos jogadores que foi campeão da Copa Libertadores da América de 2024 chamou a atenção no Brasil. Saído da Bahia, ele se tornou profissional apenas aos 23 anos. Antes disso, dividia seu trabalho como servente de pedreiro com jogos no futebol amador. Qual das alternativas abaixo se refere a este jogador? 
Alternativas
Q3704067 Matemática
Em uma eleição, 4 candidatos (A, B, C e D) disputavam o voto de 4.000 eleitores. Sabendo que o candidato A teve 400 votos, o candidato B o dobro de votos do candidato A, o candidato C o dobro de votos do candidato B e considerando que todos os eleitores votaram, a quantidade de votos do candidato D é igual a:
Alternativas
Q3704066 Matemática
Após realizar uma cotação de preço, o valor mais baixo que atende as especificações na compra de copos plásticos na prefeitura de Juranda foi de R$ 0,12 a unidade. Se a prefeitura comprou 15.000 destes copos, o valor total pago é igual a: 
Alternativas
Q3704065 Matemática
Dona Maria comprou um estojo com 96 canetas colorias e ela vai dividir estas canetas com seus 6 sobrinhos. Desta forma, cada um deles vai receber: 
Alternativas
Q3704064 Matemática
Considerando que 3/4 da população brasileira tem algum tipo de distúrbio do sono, qual o número de pessoas que deve apresentar este sintoma em um grupo com 840 brasileiros?
Alternativas
Q3704063 Matemática
Um grupo de amigos realizou uma viagem para a cidade de Foz do Iguaçu e o valor de cada diária do hotel que escolheram é de R$ 129,00. Se o grupo tem ao todo 12 pessoas e eles utilizaram duas diárias cada, o valor total a pagar para o hotel da despesa com as diárias do grupo é de:
Alternativas
Respostas
4681: A
4682: B
4683: D
4684: B
4685: E
4686: A
4687: C
4688: D
4689: C
4690: E
4691: D
4692: A
4693: E
4694: C
4695: B
4696: A
4697: B
4698: C
4699: E
4700: B