Foram encontradas 19.826 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
I - O canal arterial é uma conexão normal entre a artéria pulmonar e a aorta necessária para a circulação fetal apropriada. Ao nascimento, a elevação da PaO2 e o declínio na concentração da prostaglandina causam o fechamento do canal arterial quase sempre nas primeiras 10 a 15 horas de vida.
II - A cianose aparece quando a hemoglobina (Hb) desoxigenada é > 5 g/dL (> 50 g/L). As complicações da cianose persistente incluem policitemia, baqueteamento dos dedos, tromboembolismo (incluindo infarto), doenças hemorrágicas, abscesso cerebral e hiperuricemia. Na tetralogia de Fallot não corrigida, o lactente pode apresentar crises hipercianóticas ou outros defeitos congênitos complexos com estenose subpulmonar dinâmica e defeito ventricular.
III - A resistência das arteríolas pulmonares cai agudamente como resultado da vasodilatação causada por expansão pulmonar, aumento da PaO2 e redução da PaCO2. A tensão elástica dos arcos costais e da parede torácica diminui a pressão intersticial pulmonar, levando ao aumento do fluxo sanguíneo através dos capilares pulmonares. O aumento do retorno venoso dos pulmões eleva a pressão do átrio esquerdo, reduzindo assim o diferencial da pressão entre átrio esquerdo e direito; esse efeito contribui para o fechamento funcional do forame oval.
I - A avaliação inicial da dor torácica em pacientes pediátricos começa com uma anamnese completa e um exame físico minucioso. Essas etapas não são essenciais para compreender as características da dor, como sua qualidade, duração, localização, fatores desencadeantes e fatores de alívio. Identificar sinais de alarme, como dor torácica associada a esforço, síncope, palpitações ou histórico familiar de doença cardíaca, é crucial para avaliar a gravidade potencial da condição.
II - É essencial avaliar a pressão arterial, a saturação de oxigênio, a frequência cardíaca e a frequência respiratória do paciente, levando em consideração as variações fisiológicas normais com base na idade.
III - A radiografia de tórax é uma ferramenta diagnóstica comum utilizada na avaliação da dor torácica aguda em crianças e adolescentes. Ela pode revelar condições como pneumonia, bronquite, pneumomediastino, pneumotórax, pneumopericárdio e cardiomegalia. No entanto, sua sensibilidade varia de 11,0% a 17,2%, tornando-a menos confiável como ferramenta diagnóstica isolada. Apesar de suas limitações, a radiografia de tórax é particularmente útil para identificar pneumotórax e pneumomediastino, que, embora representem apenas cerca de 3% dos casos de dor torácica pediátrica, são diagnósticos críticos que os médicos de emergência buscam descartar.
I - Em crianças a partir de 2 a 3 anos de idade, a ordem na qual os sintomas aparecem é mais importante do que qualquer sintoma individual. O primeiro sintoma a se desenvolver é dor. A apendicite quase sempre provoca dor. A dor pode começar no meio do abdômen, próximo ao umbigo e, depois, mover-se para a região inferior direita do abdômen. Contudo, é possível que a dor, sobretudo em bebês e crianças, seja sentida por todo o abdômen, em vez de estar localizada no quadrante inferior direito do abdômen. Crianças mais novas podem ser menos capazes de identificar a localização específica da dor e podem ficar apenas muito irritáveis ou letárgicas.
II - O diagnóstico da apendicite em crianças pode ser desafiador por diversos motivos. Muitos distúrbios podem causar sintomas similares, incluindo gastroenterite viral, divertículo de Meckel, intussuscepção e doença de Crohn. Com frequência, as crianças, em especial crianças pequenas, não apresentam sintomas e resultados de exame físico característicos, especialmente quando o apêndice não está na posição habitual no quadrante inferior direito do abdômen. Essa falta de sintomas típicos pode ser enganosa.
III - A apendicectomia é um procedimento bem simples e seguro, e exige uma hospitalização de um ou dois dias no caso de crianças sem complicações, como a ruptura do apêndice. Se o apêndice estiver rompido, o médico o remove e pode lavar o abdômen com líquido, administrar antibióticos por vários dias e observar sinais de possíveis complicações, como infecção e obstrução intestinal. Crianças com um apêndice rompido, geralmente, precisam permanecer mais tempo no hospital.
I - De acordo com a Sociedade Brasileira de Queimaduras, 70% dos acidentes ocorrem dentro de casa. Por isso, é importante deixar este ambiente seguro. Em crianças menores — sobretudo de 0 a 3 anos — o mecanismo mais frequente é a escaldadura, causada por líquidos quentes ou vapor.
II - A fórmula de Parkland é usada para calcular a reposição volêmica nas primeiras 24 horas após uma queimadura grave. Em pediatria, o cálculo é feito com 3 mL de cristaloide por quilo de peso, multiplicado pela superfície corporal queimada (SCQ). Queimaduras de primeiro grau entram na conta. Fórmula: 3 mL × peso (kg) × % da SCQ.
III - Estudos epidemiológicos colocam que a incidência de queimaduras é maior entre crianças abaixo de 4 anos. A pele mais fina e delicada desses pequenos favorece que queimaduras ocorram com menor exposição térmica.
Sobre este assunto, analise os itens e assinale a alternativa CORRETA:
I - A má rotação intestinal com volvo é uma emergência que exige cirurgia imediata. Os bebês recebem fluidos pela veia (via intravenosa) e a cirurgia de emergência é iniciada dentro de horas. Caso não seja tratado rapidamente, o defeito pode provocar perda de tecido intestinal ou pode ser fatal.
II - O Diagnóstico de má rotação intestinal pode ser realizado com: Radiografias do abdômen, radiografias de bário e às vezes, exames de ultrassom ou uma tomografia computadorizada (TC).
III - A má rotação em si não pode causar bloqueio do intestino devido à maneira pela qual as faixas de tecido de sustentação ficam estiradas através do intestino.
Com base nas recomendações atuais e nos critérios de elegibilidade médica da OMS, e considerando que todos os métodos estão disponíveis, a melhor conduta é:
Com base nos dados apresentados, a melhor interpretação do quadro é:
Considerando o quadro clínico e laboratorial, a melhor conduta é:
Exames apresentados:
- Teste rápido para HIV: reagente.
- VDRL: não reagente.
- Teste treponêmico (FTA-Abs): reagente.
- TPHA (Treponema pallidum Hemaglutinação): reagente.
Refere não saber se já tratou sífilis anteriormente. Não possui exames antigos. Ao exame físico: sem lesões cutaneomucosas, sem linfonodomegalia, exame ginecológico sem alterações. A conduta mais adequada é:
Com base na descrição ultrassonográfica, o achado deve ser classificado como:
Considerando o quadro clínico, a conduta mais adequada é:
Considerando o mecanismo do parto e a fisiologia da contratilidade uterina, assinale a alternativa CORRETA: