Questões de Concurso Para ibgp

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Q2568906 Português
Leia o texto a seguir.
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Nas falas do texto supracitado, observam-se características que demonstram a intenção do autor em adotar uma linguagem
I. Típica do discurso direto, em que há predomínio da reprodução direta da fala dos personagens, ou seja, a reprodução integral, literal e bloquial, por meio dos balões. II. Coloquial, se considerarmos a fala dos personagens, sem preocupação com as normas da língua, o que torna a comunicação mais eficaz. III. Híbrida, levando-se em consideração a associação de diferentes elementos em sua composição.
Em relação aos itens apresentados, é CORRETO o que se afirma em
Alternativas
Q2568905 Português
Analise o texto a seguir.
Imagem associada para resolução da questão
https://blogdoaftm.com.br/charge-guerra-na-ucrania/
Considerando-se a finalidade comunicativa comum do gênero apresentado e o contexto específico que ele representa, é CORRETO afirmar que 
Alternativas
Q2568904 Português
TEXTO 1

AS MULHERES E AS GUERRAS

Estados em que mulheres viviam oprimidas apresentavam índices mais altos de prisioneiros políticos, assassinatos, desaparecimentos. Veja artigo sobre mulheres e guerras. A condição social das mulheres guarda relação direta com as guerras. Esse é o tema de uma revisão científica publicada pela revista “Science”.

Desde os primórdios da humanidade, os homens se matam nas batalhas. Esqueletos desenterrados de cavernas pré-históricas exibem mais fraturas na cabeça, quando pertencem ao sexo masculino. No entanto, identificar e separar fatores biológicos daqueles culturais envolvidos na gênese da violência, é tarefa intelectual de alta complexidade. Até a década de 1990, os estudos ressaltavam que o subdesenvolvimento, a falta de democracia, a existência de um grande número de jovens desempregados e o nacionalismo estavam por trás dos conflitos armados. Em 2000, Mary Caprioli, da Universidade de Minnesota, surpreendeu os especialistas ao publicar um trabalho, no qual relacionava a posição subalterna da mulher na sociedade com as revoluções e as guerras entre os países.

A afirmação enfrentou reações acaloradas, porque contrariava o conceito clássico de que o sexo feminino estaria associado à maternidade e à vida em paz por razões evolutivas e por imposições biológicas, como a baixa produção de testosterona. Um dos principais críticos, Erik Melander, da Universidade de Upsala, decidiu testar essa hipótese a partir de uma avaliação do status feminino em diversas sociedades, que levava em conta o sexo da maior liderança do país, a proporção de mulheres no Legislativo e o número delas com acesso ao ensino superior.

Para sua surpresa, os resultados não foram diferentes. Estados em que as mulheres viviam oprimidas apresentavam índices mais altos de prisioneiros políticos, assassinatos, desaparecimentos e maior risco de envolvimento em guerras civis e internacionais. O problema metodológico com esses estudos é que não comprovam a relação de causa e efeito. A desigualdade entre os sexos poderia ser simples consequência de outros fatores ligados ao comportamento violento: pobreza, baixo nível educacional, fanatismo religioso e atraso cultural.

Sociedades em que as minorias são discriminadas têm maior probabilidade de envolver-se em guerras externas e internas. No livro “War and Gender” (Guerra e Gênero) o professor americano Joshua Goldwin abordou o seguinte aspecto: embora existam diferenças biológicas que mantêm a mulher afastada dos campos de batalha — como os cuidados com a prole –, elas sempre interagem com os valores culturais. Segundo ele, os níveis de testosterona que aumentam quando um homem ganha dinheiro, é promovido no trabalho ou ganha um jogo, não explicam as diferenças bélicas entre suecos e paquistaneses, nem entre os suecos de hoje e seus antepassados vikings. Em seus estudos, a visão que mulheres e homens têm da guerra são muito mais semelhantes do que se imagina.

Diante da pergunta: “O conflito árabe-israelense deve ser resolvido pela via militar ou diplomática?”, as escolhas de mulheres e homens israelenses, egípcios, palestinos e kuvaitianos foram praticamente iguais. Quando os mesmos participantes responderam se era mais importante mandar para a escola um menino ou uma menina, as preferências machistas estavam tão associadas à beligerância, que o autor concluiu: “É possível prever quando uma pessoa optará pela guerra ou pela paz entre árabes e judeus, com base apenas no que pensa sobre igualdade sexual”. Conclusões similares foram tiradas nas pesquisas sobre preconceitos étnicos: sociedades em que as minorias são discriminadas têm maior probabilidade de envolver-se em guerras externas e internas.

Disponível em https://drauziovarella.uol.com.br/mulher/as-mulheres-e-as-guerras-artigo/ Acesso em 13/10/2023. (Adaptado)
Releia o trecho.
“Em 2000, Mary Caprioli, da Universidade de Minnesota, surpreendeu os especialistas ao publicar um trabalho, no qual relacionava a posição subalterna da mulher na sociedade com as revoluções e as guerras entre os países.”
A oração em destaque apresenta um valor de 
Alternativas
Q2568903 Português
TEXTO 1

AS MULHERES E AS GUERRAS

Estados em que mulheres viviam oprimidas apresentavam índices mais altos de prisioneiros políticos, assassinatos, desaparecimentos. Veja artigo sobre mulheres e guerras. A condição social das mulheres guarda relação direta com as guerras. Esse é o tema de uma revisão científica publicada pela revista “Science”.

Desde os primórdios da humanidade, os homens se matam nas batalhas. Esqueletos desenterrados de cavernas pré-históricas exibem mais fraturas na cabeça, quando pertencem ao sexo masculino. No entanto, identificar e separar fatores biológicos daqueles culturais envolvidos na gênese da violência, é tarefa intelectual de alta complexidade. Até a década de 1990, os estudos ressaltavam que o subdesenvolvimento, a falta de democracia, a existência de um grande número de jovens desempregados e o nacionalismo estavam por trás dos conflitos armados. Em 2000, Mary Caprioli, da Universidade de Minnesota, surpreendeu os especialistas ao publicar um trabalho, no qual relacionava a posição subalterna da mulher na sociedade com as revoluções e as guerras entre os países.

A afirmação enfrentou reações acaloradas, porque contrariava o conceito clássico de que o sexo feminino estaria associado à maternidade e à vida em paz por razões evolutivas e por imposições biológicas, como a baixa produção de testosterona. Um dos principais críticos, Erik Melander, da Universidade de Upsala, decidiu testar essa hipótese a partir de uma avaliação do status feminino em diversas sociedades, que levava em conta o sexo da maior liderança do país, a proporção de mulheres no Legislativo e o número delas com acesso ao ensino superior.

Para sua surpresa, os resultados não foram diferentes. Estados em que as mulheres viviam oprimidas apresentavam índices mais altos de prisioneiros políticos, assassinatos, desaparecimentos e maior risco de envolvimento em guerras civis e internacionais. O problema metodológico com esses estudos é que não comprovam a relação de causa e efeito. A desigualdade entre os sexos poderia ser simples consequência de outros fatores ligados ao comportamento violento: pobreza, baixo nível educacional, fanatismo religioso e atraso cultural.

Sociedades em que as minorias são discriminadas têm maior probabilidade de envolver-se em guerras externas e internas. No livro “War and Gender” (Guerra e Gênero) o professor americano Joshua Goldwin abordou o seguinte aspecto: embora existam diferenças biológicas que mantêm a mulher afastada dos campos de batalha — como os cuidados com a prole –, elas sempre interagem com os valores culturais. Segundo ele, os níveis de testosterona que aumentam quando um homem ganha dinheiro, é promovido no trabalho ou ganha um jogo, não explicam as diferenças bélicas entre suecos e paquistaneses, nem entre os suecos de hoje e seus antepassados vikings. Em seus estudos, a visão que mulheres e homens têm da guerra são muito mais semelhantes do que se imagina.

Diante da pergunta: “O conflito árabe-israelense deve ser resolvido pela via militar ou diplomática?”, as escolhas de mulheres e homens israelenses, egípcios, palestinos e kuvaitianos foram praticamente iguais. Quando os mesmos participantes responderam se era mais importante mandar para a escola um menino ou uma menina, as preferências machistas estavam tão associadas à beligerância, que o autor concluiu: “É possível prever quando uma pessoa optará pela guerra ou pela paz entre árabes e judeus, com base apenas no que pensa sobre igualdade sexual”. Conclusões similares foram tiradas nas pesquisas sobre preconceitos étnicos: sociedades em que as minorias são discriminadas têm maior probabilidade de envolver-se em guerras externas e internas.

Disponível em https://drauziovarella.uol.com.br/mulher/as-mulheres-e-as-guerras-artigo/ Acesso em 13/10/2023. (Adaptado)
Releia o trecho.
“A afirmação enfrentou reações acaloradas, porque contrariava o conceito clássico de que o sexo feminino estaria associado à maternidade e à vida em paz por razões evolutivas e por imposições biológicas, como a baixa produção de testosterona”.
Considerando o termo em destaque, marque CORRETAMENTE a alternativa que apresenta o mesmo processo de formação de palavras
Alternativas
Q2568902 Português
TEXTO 1

AS MULHERES E AS GUERRAS

Estados em que mulheres viviam oprimidas apresentavam índices mais altos de prisioneiros políticos, assassinatos, desaparecimentos. Veja artigo sobre mulheres e guerras. A condição social das mulheres guarda relação direta com as guerras. Esse é o tema de uma revisão científica publicada pela revista “Science”.

Desde os primórdios da humanidade, os homens se matam nas batalhas. Esqueletos desenterrados de cavernas pré-históricas exibem mais fraturas na cabeça, quando pertencem ao sexo masculino. No entanto, identificar e separar fatores biológicos daqueles culturais envolvidos na gênese da violência, é tarefa intelectual de alta complexidade. Até a década de 1990, os estudos ressaltavam que o subdesenvolvimento, a falta de democracia, a existência de um grande número de jovens desempregados e o nacionalismo estavam por trás dos conflitos armados. Em 2000, Mary Caprioli, da Universidade de Minnesota, surpreendeu os especialistas ao publicar um trabalho, no qual relacionava a posição subalterna da mulher na sociedade com as revoluções e as guerras entre os países.

A afirmação enfrentou reações acaloradas, porque contrariava o conceito clássico de que o sexo feminino estaria associado à maternidade e à vida em paz por razões evolutivas e por imposições biológicas, como a baixa produção de testosterona. Um dos principais críticos, Erik Melander, da Universidade de Upsala, decidiu testar essa hipótese a partir de uma avaliação do status feminino em diversas sociedades, que levava em conta o sexo da maior liderança do país, a proporção de mulheres no Legislativo e o número delas com acesso ao ensino superior.

Para sua surpresa, os resultados não foram diferentes. Estados em que as mulheres viviam oprimidas apresentavam índices mais altos de prisioneiros políticos, assassinatos, desaparecimentos e maior risco de envolvimento em guerras civis e internacionais. O problema metodológico com esses estudos é que não comprovam a relação de causa e efeito. A desigualdade entre os sexos poderia ser simples consequência de outros fatores ligados ao comportamento violento: pobreza, baixo nível educacional, fanatismo religioso e atraso cultural.

Sociedades em que as minorias são discriminadas têm maior probabilidade de envolver-se em guerras externas e internas. No livro “War and Gender” (Guerra e Gênero) o professor americano Joshua Goldwin abordou o seguinte aspecto: embora existam diferenças biológicas que mantêm a mulher afastada dos campos de batalha — como os cuidados com a prole –, elas sempre interagem com os valores culturais. Segundo ele, os níveis de testosterona que aumentam quando um homem ganha dinheiro, é promovido no trabalho ou ganha um jogo, não explicam as diferenças bélicas entre suecos e paquistaneses, nem entre os suecos de hoje e seus antepassados vikings. Em seus estudos, a visão que mulheres e homens têm da guerra são muito mais semelhantes do que se imagina.

Diante da pergunta: “O conflito árabe-israelense deve ser resolvido pela via militar ou diplomática?”, as escolhas de mulheres e homens israelenses, egípcios, palestinos e kuvaitianos foram praticamente iguais. Quando os mesmos participantes responderam se era mais importante mandar para a escola um menino ou uma menina, as preferências machistas estavam tão associadas à beligerância, que o autor concluiu: “É possível prever quando uma pessoa optará pela guerra ou pela paz entre árabes e judeus, com base apenas no que pensa sobre igualdade sexual”. Conclusões similares foram tiradas nas pesquisas sobre preconceitos étnicos: sociedades em que as minorias são discriminadas têm maior probabilidade de envolver-se em guerras externas e internas.

Disponível em https://drauziovarella.uol.com.br/mulher/as-mulheres-e-as-guerras-artigo/ Acesso em 13/10/2023. (Adaptado)
Releia o trecho:
“A desigualdade entre os sexos poderia ser simples consequência de outros fatores ligados ao comportamento violento: pobreza, baixo nível educacional, fanatismo religioso e atraso cultural.”
Em relação às regras de pontuação, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q2568901 Português
TEXTO 1

AS MULHERES E AS GUERRAS

Estados em que mulheres viviam oprimidas apresentavam índices mais altos de prisioneiros políticos, assassinatos, desaparecimentos. Veja artigo sobre mulheres e guerras. A condição social das mulheres guarda relação direta com as guerras. Esse é o tema de uma revisão científica publicada pela revista “Science”.

Desde os primórdios da humanidade, os homens se matam nas batalhas. Esqueletos desenterrados de cavernas pré-históricas exibem mais fraturas na cabeça, quando pertencem ao sexo masculino. No entanto, identificar e separar fatores biológicos daqueles culturais envolvidos na gênese da violência, é tarefa intelectual de alta complexidade. Até a década de 1990, os estudos ressaltavam que o subdesenvolvimento, a falta de democracia, a existência de um grande número de jovens desempregados e o nacionalismo estavam por trás dos conflitos armados. Em 2000, Mary Caprioli, da Universidade de Minnesota, surpreendeu os especialistas ao publicar um trabalho, no qual relacionava a posição subalterna da mulher na sociedade com as revoluções e as guerras entre os países.

A afirmação enfrentou reações acaloradas, porque contrariava o conceito clássico de que o sexo feminino estaria associado à maternidade e à vida em paz por razões evolutivas e por imposições biológicas, como a baixa produção de testosterona. Um dos principais críticos, Erik Melander, da Universidade de Upsala, decidiu testar essa hipótese a partir de uma avaliação do status feminino em diversas sociedades, que levava em conta o sexo da maior liderança do país, a proporção de mulheres no Legislativo e o número delas com acesso ao ensino superior.

Para sua surpresa, os resultados não foram diferentes. Estados em que as mulheres viviam oprimidas apresentavam índices mais altos de prisioneiros políticos, assassinatos, desaparecimentos e maior risco de envolvimento em guerras civis e internacionais. O problema metodológico com esses estudos é que não comprovam a relação de causa e efeito. A desigualdade entre os sexos poderia ser simples consequência de outros fatores ligados ao comportamento violento: pobreza, baixo nível educacional, fanatismo religioso e atraso cultural.

Sociedades em que as minorias são discriminadas têm maior probabilidade de envolver-se em guerras externas e internas. No livro “War and Gender” (Guerra e Gênero) o professor americano Joshua Goldwin abordou o seguinte aspecto: embora existam diferenças biológicas que mantêm a mulher afastada dos campos de batalha — como os cuidados com a prole –, elas sempre interagem com os valores culturais. Segundo ele, os níveis de testosterona que aumentam quando um homem ganha dinheiro, é promovido no trabalho ou ganha um jogo, não explicam as diferenças bélicas entre suecos e paquistaneses, nem entre os suecos de hoje e seus antepassados vikings. Em seus estudos, a visão que mulheres e homens têm da guerra são muito mais semelhantes do que se imagina.

Diante da pergunta: “O conflito árabe-israelense deve ser resolvido pela via militar ou diplomática?”, as escolhas de mulheres e homens israelenses, egípcios, palestinos e kuvaitianos foram praticamente iguais. Quando os mesmos participantes responderam se era mais importante mandar para a escola um menino ou uma menina, as preferências machistas estavam tão associadas à beligerância, que o autor concluiu: “É possível prever quando uma pessoa optará pela guerra ou pela paz entre árabes e judeus, com base apenas no que pensa sobre igualdade sexual”. Conclusões similares foram tiradas nas pesquisas sobre preconceitos étnicos: sociedades em que as minorias são discriminadas têm maior probabilidade de envolver-se em guerras externas e internas.

Disponível em https://drauziovarella.uol.com.br/mulher/as-mulheres-e-as-guerras-artigo/ Acesso em 13/10/2023. (Adaptado)
Os gêneros textuais correspondem a certos padrões de texto que, em geral, são determinados pelo contexto em que são produzidos, pelo público-receptor a que são destinados. Pela leitura do texto 01, reconhece-se que sua função é:
Alternativas
Q2568900 Matemática
Dada a imagem do contorno da Terra e da Lua com suas medidas reais de seus diâmetros e considerando seu formato perfeitamente esférico
Imagem associada para resolução da questão
A razão entre os volumes da Terra e da Lua será representado por
Alternativas
Q2568899 Matemática
Um objeto é lançado da janela de um prédio a uma altura de 35 m do solo, a altura atingida por ele, em função do tempo é modelada pelo gráfico abaixo, tendo no instante 3 segundos, o instante em que o corpo atinge a altura máxima.
Imagem associada para resolução da questão

Nos instantes_______ e _______ o corpo está a 75 m do solo e verificamos no instante 3 segundos, ponto mais alto da trajetória, ele estará a ________m do solo.
A alternativa que completa CORRETAMENTE os espaços em branco será 
Alternativas
Q2568898 Matemática
Analise as figuras regulares: um triângulo e um hexágono de mesma área.
Imagem associada para resolução da questão
A razão entre os apótemas da primeira figura e da segunda figura será um valor igual a 
Alternativas
Q2568897 Matemática
João se desloca de A em direção a B, na intenção de contornar o triângulo ABC, a uma velocidade de 72 km/h, enquanto Pedro desloca de A para C, também na intenção de contornar o triângulo ABC, a uma velocidade de 90 km/h

Imagem associada para resolução da questão
Após 5 segundos, a distância entre João e Pedro será de
Alternativas
Q2568896 Matemática
Uma piscina tem 12 m de largura, 25 m de comprimento e uma profundidade variável de 1,3 m na parte mais rasa e 2,0 m na parte mais profunda. O proprietário da piscina sempre deixa a água a 30 cm da borda. Desejando fazer a limpeza da piscina, descobriu que deveriam ser usados 4 gramas de cloro para cada mil litros de água.
É CORRETO afirmar que o valor em gramas que ele gastou de cloro, foi de 
Alternativas
Q2568895 Matemática Financeira
No FIES, para os contratos firmados a partir do primeiro semestre de 2010, a taxa de juros é de 3,4% para todos os contratos, independente do curso e da faixa de renda da família. Um estudante, cursando direito, ao final do seu curso, foi verificar seu saldo devedor e constatou um montante de R$ 160.000,00, a partir daí começariam a ser aplicados os juros compostos.
Marque V, para as verdadeiras e F, para as questões falsas.
I - O valor do montante após 1 ano será de R$ 165 440,00. II - Após 2 anos o valor dos juros será de 10 880,00. III - O valor do montante após 3 anos será de 176 881,00 aproximadamente. IV - A curva que descreve o crescimento do valor dos juros pelo tempo é exponencial.
A questão CORRETA a ser marcada é:
Alternativas
Q2568894 Matemática
O Estádio Municipal Engenheiro João Guido, mais conhecido como "Uberabão", é um estádio multiuso brasileiro, localizado na cidade de Uberaba, Minas Gerais, tem suas dimensões próximas de 100 m por 70 m, tendo o município uma área de 4529 km², com uma população de 350 000 habitantes, aproximadamente. Nos telejornais tem sido muito usado o termo “campos de futebol”, para se referir a grandes áreas, pelo fato de provocar um melhor entendimento das pessoas.
Complete os espaços em branco com os valores corretos.
A área de Uberaba equivale a um valor de aproximadamente____________campos de futebol e a densidade demográfica dessa cidade em habitantes por campos de futebol, terá um valor de aproximadamente ___________e a densidade em habitantes por km² terá um valor inteiro, próximo de __________.
A alternativa que completa CORRETAMENTE os espaços em branco será 
Alternativas
Q2568893 Matemática
Como calcular seu consumo de energia elétrica no mês!
O consumo de energia elétrica é calculado pelo produto da potência do aparelho em Kwh, pelo tempo em que o aparelho fica ligado, em horas, pelo número de dias usados por mês e finalmente pelo valor do quilowatt-hora (Kwh).
Suponha uma família de 4 pessoas, no período de bandeira verde, com 2 banhos diários cada, com 15 minutos de chuveiro ligado, de 7000 watts de potência.
(dado: 1 kwh = R$ 0,75, bandeira verde).
É CORRETO afirmar que o valor do gasto mensal, com o chuveiro dessa residência, em reais, será de 
Alternativas
Q2568892 Matemática
Tanto em termos absolutos quanto relativos, observamos que o valor do PIB Global, cresceu nas últimas décadas, muito mais que o PIB do G7, chegando a  101,6 • 1012 de dólares. A população mundial, em contrapartida chegou a 8 • 109 de habitantes (Dado: cotação do dólar a R$ 5,00).
É CORRETO afirmar que teremos o valor de um PIB per capita, médio, mensal, dos habitantes do planeta, um valor em reais, próximo de
Alternativas
Q2568891 Matemática
O adubo mineral NPK 4-14-8, fornece 4% de nitrogênio, 14% de fósforo e 8% de potássio.
A composição de uma porção de adubo é feita pelos elementos que aparecem, no caso: Nitrogênio, fósforo e potássio e os valores seguintes, os percentuais que aparecem em sua composição: 4, 14, 8, nessa ordem. O restante é composto de calcário.
Sabendo que um saco desse adubo é comercializado em sacos de 15kg a 25kg, o volume de calcário nesse saco será de:
Alternativas
Q2568890 Inglês
Observe the picture below and choose the CORRECT direct speech for the sentence: “Millie said that she was working for a company in London.”
Imagem associada para resolução da questão
Picture: available at: https://www.slideshare.net/lady2727/reportedspeech-68823280. Accessed on: Oct. 16, 2023. 
Alternativas
Q2568889 Inglês
According to the Longman Dictionary (2011), a phrasal verb is “a group of words that is used like a verb and consists of a verb with an adverb or preposition after it.” Based on the definition of phrasal verbs, observe the picture below and choose the CORRECT option about the phrasal verb “watch out for”:
Imagem associada para resolução da questão 
Picture available at: https://www.smartsign.com/school-signs/watch-out-for-childrensign/sku-k-2029. Accessed on: Oct. 16, 2023.
Alternativas
Q2568888 Inglês
Read the text below and then answer the question.

Google Says AI-powered System Is Improving City Traffic Flows

Google says an artificial intelligence (AI)-powered system it created is helping improve traffic flow in major world cities. The system, called Project Green Light, is currently in use in 12 cities.

The project aims to save fuel and lessen air pollution, or emissions, from automobiles.

Google first announced the program in 2021, when it was testing the system in four areas of Israel. Since then, the company has kept expanding Project Green Light. Among cities now taking part in the program are Bangalore, Budapest, Jakarta, Manchester, Haifa, Hamburg, Rio de Janeiro, and Seattle.

In an online announcement, Google’s Yossi Matias explained the latest progress. He noted that the system is being tested in areas with severe traffic issues. Generally, this is at major crossings with heavy traffic and complex traffic lights. These areas where vehicles start and stop are known as intersections.

Available at: https://learningenglish.voanews.com/a/google-says-aipowered-system-is-improving-city-traffic-flows/7308553.html. Accessed on: Oct. 16, 2023.
Consider the following sentences:
I) “The project aims to save fuel and lessen air pollution, or emissions, from automobiles.” II) “Google first announced the program in 2021, (…)” III) “When it was testing the system in four areas of Israel.” IV) “(…) this is at major crossings with heavy traffic and complex traffic lights.”
Based on the verb tenses, select the alternative that presents the CORRECT sequence of verb tenses.
Alternativas
Q2568887 Inglês
Read the text below and then answer the question.

Google Says AI-powered System Is Improving City Traffic Flows

Google says an artificial intelligence (AI)-powered system it created is helping improve traffic flow in major world cities. The system, called Project Green Light, is currently in use in 12 cities.

The project aims to save fuel and lessen air pollution, or emissions, from automobiles.

Google first announced the program in 2021, when it was testing the system in four areas of Israel. Since then, the company has kept expanding Project Green Light. Among cities now taking part in the program are Bangalore, Budapest, Jakarta, Manchester, Haifa, Hamburg, Rio de Janeiro, and Seattle.

In an online announcement, Google’s Yossi Matias explained the latest progress. He noted that the system is being tested in areas with severe traffic issues. Generally, this is at major crossings with heavy traffic and complex traffic lights. These areas where vehicles start and stop are known as intersections.

Available at: https://learningenglish.voanews.com/a/google-says-aipowered-system-is-improving-city-traffic-flows/7308553.html. Accessed on: Oct. 16, 2023.

Analyze the statements below and choose the CORRECT option: 


I) The project is focused on fuel conservation and increasing the emission of air pollutants.

II) Google’s Yossi Matias noted that the system is being tested in areas with intense traffic issues.

III) The program was first tested in Bangalore, Budapest, Jakarta, Manchester, Haifa, Hamburg, Rio de Janeiro, and Seattle.

IV) Generally, the project isn’t used at major crossings with heavy traffic and complex traffic lights.

V) The Green Light project is used in areas called intersections, where vehicles start and stop. 

Alternativas
Respostas
721: B
722: A
723: A
724: B
725: A
726: B
727: D
728: D
729: D
730: D
731: B
732: A
733: A
734: C
735: B
736: C
737: C
738: A
739: B
740: B