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Q1733557 Português

“Não se admire se um dia

Um beija flor invadir a porta da tua casa

Te der um beijo e partir

Foi eu que mandei um beijo

Que é pra matar meu desejo

Faz tempo que não te vejo Ai que saudade d'ocê

Se um dia ocê se lembrar

Escreva um carta pra mim

Bote logo no correio Com frases dizendo assim


Faz tempo que não te vejo

Quero matar meu desejo

Me mande um monte de beijos

Ai que saudades sem fim”


(Vital Farias. Disponível em: https://www.letras.mus.br/alceu-valenca/1303559/)

“Foi eu que mandei um beijo”

“Me mande um monte de beijos”


Em qual alternativa há uma análise correta dos aspectos linguísticos dos versos destacados?

Alternativas
Q1733556 Português

“Não se admire se um dia

Um beija flor invadir a porta da tua casa

Te der um beijo e partir

Foi eu que mandei um beijo

Que é pra matar meu desejo

Faz tempo que não te vejo Ai que saudade d'ocê

Se um dia ocê se lembrar

Escreva um carta pra mim

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Faz tempo que não te vejo

Quero matar meu desejo

Me mande um monte de beijos

Ai que saudades sem fim”


(Vital Farias. Disponível em: https://www.letras.mus.br/alceu-valenca/1303559/)

Acerca do eu-lírico da canção:
Alternativas
Q1733555 Português

“Não se admire se um dia

Um beija flor invadir a porta da tua casa

Te der um beijo e partir

Foi eu que mandei um beijo

Que é pra matar meu desejo

Faz tempo que não te vejo Ai que saudade d'ocê

Se um dia ocê se lembrar

Escreva um carta pra mim

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Faz tempo que não te vejo

Quero matar meu desejo

Me mande um monte de beijos

Ai que saudades sem fim”


(Vital Farias. Disponível em: https://www.letras.mus.br/alceu-valenca/1303559/)

Sobre os aspectos linguísticos do texto assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1733554 Português

“Não se admire se um dia

Um beija flor invadir a porta da tua casa

Te der um beijo e partir

Foi eu que mandei um beijo

Que é pra matar meu desejo

Faz tempo que não te vejo Ai que saudade d'ocê

Se um dia ocê se lembrar

Escreva um carta pra mim

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Faz tempo que não te vejo

Quero matar meu desejo

Me mande um monte de beijos

Ai que saudades sem fim”


(Vital Farias. Disponível em: https://www.letras.mus.br/alceu-valenca/1303559/)

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1733553 Português
"Nos dois últimos séculos [XIX e XX], no tocante a discursos apologéticos sobre a democracia, jamais esteve ausente o argumento segundo o qual o único modo de fazer com que um súdito transforme -se em cidadão é que a educação para a democracia surgiria no próprio exercício da prática democrática.
Concomitantemente, não antes.
Um dos trechos mais exemplares a esse respeito é o que se encontra no capítulo sobre a melhor forma de governo da Considerações sobre o Governo Representativo de John Stuart Mill, na passagem em que ele divide os cidadãos em ativos e passivos: em geral, os governantes preferem os segundos (pois é mais fácil dominar súditos dóceis ou indiferentes), mas a democracia necessita dos primeiros. Se devessem prevalecer os cidadãos passivos, ele conclui, os governantes acabariam prazerosamente por transformar seus súditos num bando de ovelhas dedicadas tão somente pastando o capim , lado a lado (e a não reclamar, acrescento eu, nem mesmo quando o capim é escasso). Isso o levava a propor a extensão do sufrágio às classes populares, com base no argumento de que um dos remédios contra a tirania das maiorias encontra-se exatamente na promoção da participação eleitoral não só das classes acomodadas (que constituem sempre uma minoria e tendem a assegurar os próprios interesses), mas também das classes populares. Stuart Mill dizia: a participação eleitoral tem um grande valor educativo.

(BOBBIO, Norberto. O futuro da democracia. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986. p. 31-32.) 
Assinale a alternativa correta sobre a ausência de crase nos trechos:
Alternativas
Q1733551 Português
"Nos dois últimos séculos [XIX e XX], no tocante a discursos apologéticos sobre a democracia, jamais esteve ausente o argumento segundo o qual o único modo de fazer com que um súdito transforme -se em cidadão é que a educação para a democracia surgiria no próprio exercício da prática democrática.
Concomitantemente, não antes.
Um dos trechos mais exemplares a esse respeito é o que se encontra no capítulo sobre a melhor forma de governo da Considerações sobre o Governo Representativo de John Stuart Mill, na passagem em que ele divide os cidadãos em ativos e passivos: em geral, os governantes preferem os segundos (pois é mais fácil dominar súditos dóceis ou indiferentes), mas a democracia necessita dos primeiros. Se devessem prevalecer os cidadãos passivos, ele conclui, os governantes acabariam prazerosamente por transformar seus súditos num bando de ovelhas dedicadas tão somente pastando o capim , lado a lado (e a não reclamar, acrescento eu, nem mesmo quando o capim é escasso). Isso o levava a propor a extensão do sufrágio às classes populares, com base no argumento de que um dos remédios contra a tirania das maiorias encontra-se exatamente na promoção da participação eleitoral não só das classes acomodadas (que constituem sempre uma minoria e tendem a assegurar os próprios interesses), mas também das classes populares. Stuart Mill dizia: a participação eleitoral tem um grande valor educativo.

(BOBBIO, Norberto. O futuro da democracia. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986. p. 31-32.) 
Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1733550 Português
"Nos dois últimos séculos [XIX e XX], no tocante a discursos apologéticos sobre a democracia, jamais esteve ausente o argumento segundo o qual o único modo de fazer com que um súdito transforme -se em cidadão é que a educação para a democracia surgiria no próprio exercício da prática democrática.
Concomitantemente, não antes.
Um dos trechos mais exemplares a esse respeito é o que se encontra no capítulo sobre a melhor forma de governo da Considerações sobre o Governo Representativo de John Stuart Mill, na passagem em que ele divide os cidadãos em ativos e passivos: em geral, os governantes preferem os segundos (pois é mais fácil dominar súditos dóceis ou indiferentes), mas a democracia necessita dos primeiros. Se devessem prevalecer os cidadãos passivos, ele conclui, os governantes acabariam prazerosamente por transformar seus súditos num bando de ovelhas dedicadas tão somente pastando o capim , lado a lado (e a não reclamar, acrescento eu, nem mesmo quando o capim é escasso). Isso o levava a propor a extensão do sufrágio às classes populares, com base no argumento de que um dos remédios contra a tirania das maiorias encontra-se exatamente na promoção da participação eleitoral não só das classes acomodadas (que constituem sempre uma minoria e tendem a assegurar os próprios interesses), mas também das classes populares. Stuart Mill dizia: a participação eleitoral tem um grande valor educativo.

(BOBBIO, Norberto. O futuro da democracia. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986. p. 31-32.) 
Pode-se afirmar que Stuart Mill defendia:
Alternativas
Q1733549 Português
"Nos dois últimos séculos [XIX e XX], no tocante a discursos apologéticos sobre a democracia, jamais esteve ausente o argumento segundo o qual o único modo de fazer com que um súdito transforme -se em cidadão é que a educação para a democracia surgiria no próprio exercício da prática democrática.
Concomitantemente, não antes.
Um dos trechos mais exemplares a esse respeito é o que se encontra no capítulo sobre a melhor forma de governo da Considerações sobre o Governo Representativo de John Stuart Mill, na passagem em que ele divide os cidadãos em ativos e passivos: em geral, os governantes preferem os segundos (pois é mais fácil dominar súditos dóceis ou indiferentes), mas a democracia necessita dos primeiros. Se devessem prevalecer os cidadãos passivos, ele conclui, os governantes acabariam prazerosamente por transformar seus súditos num bando de ovelhas dedicadas tão somente pastando o capim , lado a lado (e a não reclamar, acrescento eu, nem mesmo quando o capim é escasso). Isso o levava a propor a extensão do sufrágio às classes populares, com base no argumento de que um dos remédios contra a tirania das maiorias encontra-se exatamente na promoção da participação eleitoral não só das classes acomodadas (que constituem sempre uma minoria e tendem a assegurar os próprios interesses), mas também das classes populares. Stuart Mill dizia: a participação eleitoral tem um grande valor educativo.

(BOBBIO, Norberto. O futuro da democracia. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986. p. 31-32.) 
Para Bobbio, adotar a prática de Stuart Mill:
Alternativas
Q1733548 Português
"Nos dois últimos séculos [XIX e XX], no tocante a discursos apologéticos sobre a democracia, jamais esteve ausente o argumento segundo o qual o único modo de fazer com que um súdito transforme -se em cidadão é que a educação para a democracia surgiria no próprio exercício da prática democrática.
Concomitantemente, não antes.
Um dos trechos mais exemplares a esse respeito é o que se encontra no capítulo sobre a melhor forma de governo da Considerações sobre o Governo Representativo de John Stuart Mill, na passagem em que ele divide os cidadãos em ativos e passivos: em geral, os governantes preferem os segundos (pois é mais fácil dominar súditos dóceis ou indiferentes), mas a democracia necessita dos primeiros. Se devessem prevalecer os cidadãos passivos, ele conclui, os governantes acabariam prazerosamente por transformar seus súditos num bando de ovelhas dedicadas tão somente pastando o capim , lado a lado (e a não reclamar, acrescento eu, nem mesmo quando o capim é escasso). Isso o levava a propor a extensão do sufrágio às classes populares, com base no argumento de que um dos remédios contra a tirania das maiorias encontra-se exatamente na promoção da participação eleitoral não só das classes acomodadas (que constituem sempre uma minoria e tendem a assegurar os próprios interesses), mas também das classes populares. Stuart Mill dizia: a participação eleitoral tem um grande valor educativo.

(BOBBIO, Norberto. O futuro da democracia. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986. p. 31-32.) 
Bobbio afirma que Sutart Mill:
Alternativas
Q1733547 Português
"Nos dois últimos séculos [XIX e XX], no tocante a discursos apologéticos sobre a democracia, jamais esteve ausente o argumento segundo o qual o único modo de fazer com que um súdito transforme -se em cidadão é que a educação para a democracia surgiria no próprio exercício da prática democrática.
Concomitantemente, não antes.
Um dos trechos mais exemplares a esse respeito é o que se encontra no capítulo sobre a melhor forma de governo da Considerações sobre o Governo Representativo de John Stuart Mill, na passagem em que ele divide os cidadãos em ativos e passivos: em geral, os governantes preferem os segundos (pois é mais fácil dominar súditos dóceis ou indiferentes), mas a democracia necessita dos primeiros. Se devessem prevalecer os cidadãos passivos, ele conclui, os governantes acabariam prazerosamente por transformar seus súditos num bando de ovelhas dedicadas tão somente pastando o capim , lado a lado (e a não reclamar, acrescento eu, nem mesmo quando o capim é escasso). Isso o levava a propor a extensão do sufrágio às classes populares, com base no argumento de que um dos remédios contra a tirania das maiorias encontra-se exatamente na promoção da participação eleitoral não só das classes acomodadas (que constituem sempre uma minoria e tendem a assegurar os próprios interesses), mas também das classes populares. Stuart Mill dizia: a participação eleitoral tem um grande valor educativo.

(BOBBIO, Norberto. O futuro da democracia. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1986. p. 31-32.) 
Segundo o texto, o cidadão passivo:
Alternativas
Q1733207 Farmácia
No desenvolvimento e validação de métodos analíticos, o primeiro parâmetro a ser analisado durante a validação de um método analítico é:
Alternativas
Q1733206 Farmácia
Ainda quanto à RDC N.º 17/2010 que Dispõe sobre as Boas Práticas de Fabricação de Medicamentos, do recolhimento de produtos é INCORRETO afirmar:
Alternativas
Q1733205 Farmácia
Dissolução é o processo de liberação do insumo farmacêutico ativo (IFA) de sua forma farmacêutica, tornando-o disponível para absorção. O ensaio de dissolução é um teste físico-químico importante para demonstrar in vitro o desempenho de produtos que necessitam de dissolução para absorção e, consequente, efeito terapêutico (CHORILLI, et al. 2010). Dentre outros objetivos, o desenvolvimento adequado do método de dissolução é imprescindível para que o método possa ser capaz de, EXCETO:
Alternativas
Q1733204 Farmácia
Caracteriza a Cromatografia em papel, EXCETO:
Alternativas
Q1733203 Farmácia
Referente à garantia de qualidade descrita na RDC N.º 17/2010 que Dispõe sobre as Boas Práticas de Fabricação de Medicamentos, se afirma no Art. 11 que o sistema de garantia da qualidade apropriado a fabricação de medicamentos deve assegurar que, EXCETO:
Alternativas
Q1733202 Farmácia
Quanto à manipulação de citostáticos, hormônios e antibióticos, é INCORRETO afirmar:
Alternativas
Q1733201 Farmácia
Na Nanobiotecnologia, os sistemas de liberação oferecem inúmeras vantagens quando comparados a outros de dosagem convencionais, tais como, EXCETO:
Alternativas
Q1733200 Farmácia
Dos extratos vegetais, a escolha do solvente é um fator importante no processo de extração sólido-líquido. Raramente é possível selecionar o solvente ideal, mas algumas características devem ser atentamente analisadas para que o processo seja viável que inclui, EXCETO:
Alternativas
Q1733198 Farmácia
São substâncias entorpecentes pertencentes a LISTA – A1 (Sujeitas à Notificação de Receita “A”), EXCETO:
Alternativas
Q1733197 Farmácia
Quanto à Lei9772/99, Art. 2º Compete à União no âmbito do Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, EXCETO:
Alternativas
Respostas
4501: B
4502: B
4503: E
4504: C
4505: C
4506: B
4507: A
4508: A
4509: C
4510: D
4511: A
4512: B
4513: C
4514: D
4515: D
4516: B
4517: B
4518: A
4519: B
4520: B