Questões de Concurso
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I – Essas aquisições, bem como, suas capacidades para discriminar cores, memorizar poemas, representar uma paisagem através de um desenho, consolar uma criança que chora etc., são constituições universais biologicamente determinadas e esperando o momento de amadurecer. II - Essas aquisições são histórica e culturalmente produzidas nas relações que estabelecem com o mundo material e social mediadas por parceiros mais experientes.
A respeito dessas assertivas, assinale a opção correta:
I – Aumento de eficiência da fagocitose. II – Proliferação de fibroblastos. III – Aumento da produção de citocinas. IV – Promover morte bacteriana diretamente.
I. A Lei Orgânica Assistência Social, consiste em promover a inclusão social e elevar a qualidade de vida das famílias que se encontram fora do processo de desenvolvimento e participação social. II. Consiste num sistema público de saúde, que tem como preceito o acesso integral, universal, igualitário e gratuito para toda população brasileira. III. Realiza suas atividades através da proteção social básica e proteção social especial de média e alta complexidade, nas condições de vulnerabilidade social; desvantagem pessoal, habitação entre outros de caráter social.
Assinale a alternativa correta:
( ) A literatura é um bem cultural da humanidade e deve estar disponível para qualquer cidadão. ( ) A leitura do texto literário possibilita ensinar bons hábitos e comportamentos, reforçando a lição de moral das histórias para as crianças. ( ) A leitura do texto literário é fonte de prazer e precisa, portanto, ser considerada como meio para garantir o direito de lazer das crianças. ( ) A literatura promove a motivação para que crianças aprendam a ler e possibilita inseri-las em comunidades de leitores.
Assinale a sequência correta:
De acordo com a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), o jornalista, pautado pelo Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, não pode:
a) Submeter-se a diretrizes contrárias à precisa apuração os acontecimentos e à correta divulgação da informação.
b) Publicar as manifestações de opiniões divergentes ou o livre debate de ideias.
c) Expor pessoas ameaçadas, exploradas ou sob risco de vida, sendo permitida sua identificação, mesmo que parcial, pela voz, traços físicos, indicação de locais de trabalho ou residência, ou quaisquer outros sinais.
d) Usar o jornalismo para incitar a violência, a intolerância, o arbítrio e o crime.
e) Realizar cobertura jornalística por meio de comunicação em que trabalha sobre organizações públicas, privadas ou não-governamentais, da qual seja assessor, empregado, prestador de serviço ou proprietário, nem utilizar o referido veiculo para defender os interesses dessas instituições ou de autoridades a elas relacionadas.
Estão CORRETAS as seguintes afirmações:
O termo indústria cultural, amplamente difundido na atualidade, foi criado por Theodor Adorno e Max Horkheimer na obra Dialética do Esclarecimento, publicada em 1947. Sobre o termo, é CORRETO afirmar:
Planejar o gerenciamento da comunicação de uma organização é importante porque:
a) determina as necessidades de informação das partes interessadas no projeto e define uma abordagem de comunicaçã.
b) ajuda a organização quando em momentos de crise.
c) conecta as diversas partes da organização, consequentemente, gera confiança, entusiamo e sentido de equipe.
d) auxilia no alinhamento entre os membros da organização, facilitando a produção de documentação resumida e eficaz, gerando menor taxa de entropia.
Assinale a alternative CORRETA:
A internet traz a possibilidade de leitura não linear; o internauta organiza a sua própria leitura, seguindo os links que despertam seu interesse. Essa quebra na leitura é um dos argumentos dos críticos que defendem a extinção da pirâmide invertida no meio digital. Canavilhas ( 2006) rejeita o uso da pirâmide invertida e sugere o uso da pirâmide horizontal. Assinale a opção correta:
Diante da velocidade da informação na comunicação em rede, o jornalista precisa ser dinâmico para informar de maneira eficaz, fazendo com que tenha mulplicidade de habilidades. Assinale a alternativa CORRETA:
Texto para as questões de 1 a 3:
A vida e as estações
Eu queria que a vida fosse dividida em quatro estágios, mas que não acabasse nunca.
A infância é como a primavera. É pura novidade e um calor que não sufoca nem faz pensar bobagens. Tem uma inocência quase cafona, uma singeleza clássica, e traz no íntimo a certeza de que pela frente vem coisa boa. A gente quer que passe logo, mas sabe que nunca mais será tão protegido, a mordomia não será eterna. É quando as coisas acontecem pela primeira vez, é quando num arbusto verde vemos surgir alguns vermelhos, é surpresa, a primeira de uma série.
A adolescência é como o verão. Quente, petulante, libidinosa.
Parece que não vai haver tempo para fazer tudo o que se quer e o que se teme. É musical e fotogênica. Dúvidas, dúvidas, dúvidas em frente ao mar. Mergulha-se no profundo e no raso. Pouca roupa, pouca bagagem. Curiosidade. Vontade que dure para sempre, certeza de que passa.
Noção do corpo. Festas e religião. Amor e fé.
A maturidade é como o outono. Um longo e instável outono,
que alterna dias quentes e frios, que nos emociona e nos gripa. Há mais beleza e o ar é mais seco, porém é quando se colhem os melhores abraços. Ficar sozinho passa a não ser tão aterrorizante. Fugimos para a praia, fugimos para a serra, as ideias aprendem a se movimentar, a fazer a mala rápido, a trocar de rota se o desejo se impuser, e não é preciso consultar o pai e a mãe antes de errar. É o outono que tentamos conservar.
O inverno é como a velhice. Tem sua beleza igualmente, exige lã, bolsa de água quente, termômetro e uma janela bem vedada. O que não queremos que entre? Maus presságios. O inverno é frio como despedida de um grande amor, mas sabemos que tudo voltará a ser ameno. Queremos que passe, temos medo que termine. Ficar sozinho volta a ser aterrorizante. O inverno é branco, é cinza, é prata. É grisalho. E, de repente, também passa.
Eu queria que tudo fosse verdade, que a vida fosse assim dividida em quatro estágios que mais parecem estações do ano, mas que não acabasse, que depois do inverno viesse outra primavera, e outro verão, e outro outono, que nunca são iguais, mas sempre se repetem, sempre voltam, são tão certos quanto o sol e a lua, todo dia, toda noite.
Eu queria.
Martha Medeiros
No parágrafo em que fala sobre a velhice, Martha Medeiros declara: “O inverno é como a velhice. (...) é frio como despedida de um grande amor (...). O inverno é branco, é cinza, é prata. É grisalho. E, de repente, também passa”.
Considerando esse contexto, é possível perceber que a autora suaviza as características da velhice no tom poético do inverno. Isso confirma que o parágrafo em questão é marcado por uma figura de linguagem, denominada:
Texto para as questões de 1 a 3:
A vida e as estações
Eu queria que a vida fosse dividida em quatro estágios, mas que não acabasse nunca.
A infância é como a primavera. É pura novidade e um calor que não sufoca nem faz pensar bobagens. Tem uma inocência quase cafona, uma singeleza clássica, e traz no íntimo a certeza de que pela frente vem coisa boa. A gente quer que passe logo, mas sabe que nunca mais será tão protegido, a mordomia não será eterna. É quando as coisas acontecem pela primeira vez, é quando num arbusto verde vemos surgir alguns vermelhos, é surpresa, a primeira de uma série.
A adolescência é como o verão. Quente, petulante, libidinosa.
Parece que não vai haver tempo para fazer tudo o que se quer e o que se teme. É musical e fotogênica. Dúvidas, dúvidas, dúvidas em frente ao mar. Mergulha-se no profundo e no raso. Pouca roupa, pouca bagagem. Curiosidade. Vontade que dure para sempre, certeza de que passa.
Noção do corpo. Festas e religião. Amor e fé.
A maturidade é como o outono. Um longo e instável outono,
que alterna dias quentes e frios, que nos emociona e nos gripa. Há mais beleza e o ar é mais seco, porém é quando se colhem os melhores abraços. Ficar sozinho passa a não ser tão aterrorizante. Fugimos para a praia, fugimos para a serra, as ideias aprendem a se movimentar, a fazer a mala rápido, a trocar de rota se o desejo se impuser, e não é preciso consultar o pai e a mãe antes de errar. É o outono que tentamos conservar.
O inverno é como a velhice. Tem sua beleza igualmente, exige lã, bolsa de água quente, termômetro e uma janela bem vedada. O que não queremos que entre? Maus presságios. O inverno é frio como despedida de um grande amor, mas sabemos que tudo voltará a ser ameno. Queremos que passe, temos medo que termine. Ficar sozinho volta a ser aterrorizante. O inverno é branco, é cinza, é prata. É grisalho. E, de repente, também passa.
Eu queria que tudo fosse verdade, que a vida fosse assim dividida em quatro estágios que mais parecem estações do ano, mas que não acabasse, que depois do inverno viesse outra primavera, e outro verão, e outro outono, que nunca são iguais, mas sempre se repetem, sempre voltam, são tão certos quanto o sol e a lua, todo dia, toda noite.
Eu queria.
Martha Medeiros
Em: “A maturidade é como o outono”, registra-se a presença de uma figura de linguagem que também se repete em outras passagens do texto. O nome dessa figura de linguagem é: